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    Edson Montenegro (1957 – 2021)

    21 de março de 2021 /

    O ator Edson Montenegro morreu neste domingo (21/3), aos 63 anos, por complicações da covid-19. A informação foi confirmada por sua filha, Juliana Tavares, em publicação nos Stories do Instagram. “Meu pai descansou. Em nome de toda família, obrigada por toda corrente do bem em oração e toda energia positiva que emanaram”, ela escreveu. Montenegro foi diagnosticado com covid-19 no último dia 12. Ele estava internado na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) do Hospital Paulistano, no bairro da Bela Vista, em São Paulo. Ele é conhecido por trabalhos como as novelas “Xica da Silva”, da Manchete, “Cúmplices de um Resgate”, do SBT, e “Apocalipse”, da Record, a minissérie “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, da Globo, e filmes como “Boleiros: Era Uma Vez o Futebol…” (1998), “Cidade de Deus” (2002) e “Mundo Deserto de Almas Negras” (2016). Também foi cantor, com disco gravado e muitos trabalhos em anúncios publicitários. A cantora Karin Hils, amiga de Edson, foi uma das primeiras a lamentar a perda nas redes sociais. “Parece que eu levei uma pancada na alma. Tá muito difícil de escrever. Vai com Deus, meu pai de mentirinha. Você vai fazer muita falta”, disse.

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    Presidente da Fundação Palmares usa fake news para pedir boicote a filme de Lázaro Ramos

    20 de março de 2021 /

    O presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo, pediu boicote ao filme “Medida Provisória”, que ele não viu, em postagens nas redes sociais. A atitude foi tomada após elogios rasgados da crítica americana e prêmios em festivais internacionais ao longa-metragem brasileiro, que marca a estreia na direção de Lázaro Ramos. Camargo diz que o filme que ele não viu “acusa o governo Bolsonaro de crime de racismo”. “O filme, bancado com recursos públicos, acusa o governo Bolsonaro de crime de racismo — deportar todos os cidadãos negros para a África por Medida Provisória. Temos o dever moral de boicotá-lo nos cinemas. É pura lacração vitimista e ataque difamatório contra o nosso presidente”, protestou Camargo, em seu perfil, nas redes sociais. Além de dar o registro, é preciso desmentir mais esta “fake news”, ferramenta seguidamente utilizada por integrantes do governo Bolsonaro contra a Cultura, liberdade de expressão e, durante a pandemia, as vidas dos brasileiros. “Medida Provisória” é uma adaptação da tragicomédia “Namíbia, Não!”, peça que Lázaro Ramos já tinha dirigido no teatro em 2011 – quando a presidente era Dilma Rousseff. Escrito por Aldri Anunciação, o texto foi publicado em livro pela Editora Edufba em 2012 e no ano seguinte venceu o Prêmio Jabuti de Literatura na categoria ficção juvenil. Os “recursos públicos” citados por Sérgio Camargo são os incentivos que o governo Bolsonaro travou na Ancine. O filme foi inteiramente rodado antes da eleição de Bolsonaro. O ator principal, o inglês descendentes de brasileiros Alfred Enoch, viajou ao Brasil para se aclimatar ao país para as filmagens no início de 2019, meses antes das eleições à presidência da República. Na época, nem os piores pesadelos apontavam uma possível vitória de Bolsonaro. A trama de “Medida Provisória” se passa num Brasil do futuro em que uma iniciativa de reparação pelo passado escravocrata provoca uma reação no governo federal, que promulga uma nova lei para deportar todos os brasileiros de “melanina acentuada” para o continente africano. A reação de Sérgio Camargo só comprova como o cenário distópico da produção reflete o país criado após a eleição de Bolsonaro. Se o filme foi feito como ficção futurista, o tempo acabou por transformá-lo numa importante advertência sobre o tempo presente. Lázaro Ramos também se manifestou, após se deparar com as fake news de Camargo nas redes sociais, lembrando a cronologia da produção de “Medida Provisória” – em desenvolvimento há quase uma década – e colocando sua trama distópica no mesmo nicho de “Handmaid’s Tale” (que também poderia ser atacado por Camargo ao descrever um país similar a este que virou pária mundial) e “Black Mirror”. “Qualquer comentário sobre o filme é feito em cima de suposições ou desejo de polêmica, pois ninguém assistiu a obra a não ser quem esteve nos festivais onde o filme foi exibido com extremo sucesso, vide as mais de 24 críticas positivas da obra”, completou o ator e diretor. Em julho do ano passado, o Ministério Público Federal (MPF) abriu inquérito e pediu esclarecimentos a Sérgio Camargo sobre o fato de que ele “teria negado a existência do racismo, a importância da luta do povo negro pela sua liberdade e a importância do Movimento Negro em nosso país”. A investigação foi precipitada por um áudio em que Camargo chamou o movimento negro de “escória maldita” e criticou o Dia da Consciência Negra. Para os promotores, a apuração dos fatos foi necessária porque os “fatos noticiados são graves” e violam, em tese, a Constituição Federal.

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  • Filme

    Medida Provisória: Filme de Lázaro Ramos é elogiadíssimo por críticos dos EUA

    20 de março de 2021 /

    Primeiro longa dirigido por Lázaro Ramos, “Medida Provisória” encantou os críticos dos EUA ao integrar a programação do Festival SXSW. Exibido na mostra de cinema independente nesta semana, o filme conquistou críticas elogiosíssimas e atingiu, com as resenhas positivas iniciais, 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “Polêmico e provocativo, ‘Medida Provisória’ parece um filho de ‘Corra!’ com ‘The Handmaid’s Tale’, uma interseção de distopia fascista e preconceitos antigos trazidos fervendo para a superfície”, publicou o site Silver Screen Riot. “O diretor da ‘Medida Provisória’, Lázaro Ramos, pegou elementos de filmes como ‘Uma Noite de Crime’ e deu a eles um toque racial oportuno. E mesmo com um conceito tão perturbador, o filme consegue ser uma viagem emocionante”, descreveu o Monsters and Critics. “O que torna ‘Medida Provisória’ tão eficaz é sua plausibilidade assustadora… [que] acaba atingindo o alvo com uma descrição visceral de uma sociedade intolerante, que parece muito familiar”, acrescentou o Awards Radar. “Há o suficiente aqui para preencher uma minissérie ou série semanal, e vale a pena imaginar como isso poderia acontecer. Mas o que isso significa é que ‘Medida Provisória’ traz muito para a mesa”, ponderou o jornal Austin Chronicle, da cidade-sede do SXSW. “A direção é excelente, o elenco está dando tudo de si e os temas são relevantes e precisam ser discutidos”, elogiou o Film Threat. “Medida Provisória” é uma adaptação da tragicomédia “Namíbia, Não!”, que Lázaro Ramos já tinha dirigido no teatro. A trama distópica se passa num futuro não muito distante, em que uma nova lei do governo federal manda deportar todos os brasileiros de “melanina acentuada” para o continente africano. Alfred Enoch, que ficou conhecido como Dean Thomas na franquia “Harry Potter” e o Wes das primeiras temporadas de “How to Get Away with Murder” (ou “Lições de um Crime” na Globo), é o protagonista da história. O ator nasceu em Londres, na Inglaterra, mas sua mãe é brasileira e ele fala português fluentemente. No filme, ele contracena com Taís Araújo (“Mister Brau”), Seu Jorge (“Paraíso Perdido”), Mariana Xavier (“Minha Mãe É uma Peça”), Adriana Esteves (“Benzinho”), Luís Miranda (“Crô em Família”), Renata Sorrah (“Árido Movie”), Jéssica Ellen (“Três Verões”) e o rapper Emicida. Vale observar que, a esta altura, “Medida Provisória” já passou outros festivais internacionais, inclusive nos EUA, onde se destacou com prêmios e ainda mais elogios. O filme de Lázaro Ramos venceu o troféu de Melhor Roteiro no Indie Memphis Film Fest e foi considerado o “melhor filme brasileiro desde a ‘Cidade de Deus’” no festival Pan African Film. Em uma live recente, a atriz Jéssica Ellen afirmou que “Medida Provisória” deve marcar a história do cinema nacional. “Será o nosso ‘Pantera Negra’, com os pretos no posto de heróis”, disse.

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  • Filme

    Filmes online: Destaque da semana, Liga da Justiça renasce nas plataformas digitais

    19 de março de 2021 /

    A edição de 4 horas de “Liga da Justiça”, que restaura a versão do filme feita pelo diretor Zack Snyder, é o grande destaque da semana, presente em todas as plataformas de locação digital no Brasil. O filme apresenta cenas, personagens e desfecho diferentes da “Liga da Justiça” exibida nos cinemas, submetida a refilmagens e edição de Joss Whedon em 2017. E para poder realizá-lo, Snyder aceitou trabalhar de graça, num acordo com a WarnerMedia para recuperar o controle sobre a obra e conseguir o orçamento que precisava para finalizar efeitos visuais e filmar duas cenas extras, que não estavam nos planos originais do longa. A maior parte do filme, porém, foi filmada há cerca de quatro anos. Snyder chegou perto de terminar “Liga da Justiça” em 2017, mas precisou se afastar da produção após uma tragédia abalar sua família. Ele acabou sendo substituído na pós-produção por Whedon, que realizou uma refilmagem extensiva de tudo o que estava pronto. Mas o resultado dessa intervenção foi desaprovado de forma unânime, com um fracasso nas bilheterias e críticas muito negativas (40% no Rotten Tomatoes). Além disso, as refilmagens foram tumultuadas e geraram acusações de abusos que, num efeito dominó, fulminaram a reputação de Whedon e fizeram balançar produtores e executivos da própria Warner. Em meio às controvérsias, a versão de Snyder, batizada pelos fãs de SnyderCut, ganhou status de lenda. Após uma campanha exaustiva nas redes sociais, que chamou atenção dos executivos do conglomerado, os fãs finalmente terão acesso ao que pediram, podendo comprovar aquilo que acreditavam ou se confrontar com nova frustração diante da edição alternativa de “Liga da Justiça”. Por um lado, o trabalho do diretor é melhor que o lançamento de 2017, com mais desenvolvimento de personagens, senso dramático e escala épica. Mas também é arrastado, repetitivo com excesso de cenas desconectadas (que parecem bônus de DVD) e o que é pior: termina com gancho para uma continuação que nunca será produzida. Mesmo com as atenções voltadas para este lançamento, que faz justiça ao termo longa-metragem, há várias outras opções excelentes para programar o fim de semana, incluindo um filme com os intérpretes dos pais de Superman: “Deixe-Me Partir”, um híbrido de western urbano e filme de vingança com Kevin Costner e Diane Lane, que atingiu 83% de aprovação no Rotten Tomatoes – mais que os 75% da nova “Liga da Justiça”. Entre as atrações não faladas em inglês, os destaques incluem a impactante distopia mexicana “Nuovo Orden”, de Michel Franco (“Depois de Lucia”), premiada no Festival de Veneza, e o drama adolescente canadense “A Colony”, da estreante em longas de ficção Geneviève Dulude-De Celles, que venceu a mostra Generation do Festival de Berlim. Confira abaixo a relação completa e os trailers dos 10 melhores filmes para ver em streaming e VOD neste fim de semana.     Liga da Justiça de Zack Snyder | EUA | 2021 (Apple TV, Google Play, Looke, Microsoft Store, NOW, Sky Play, Vivo Play, YouTube Filmes)     Deixe-o Partir | EUA | 2021 (Apple TV, Vivo Play)     The Banker | EUA | 2021 (Apple TV+)     Nuovo Orden | México | 2020 (Apple TV, Vivo Play)     A Colony | Canadá | 2018 (MUBI)     Valan – Vale dos Anjos | Hungria | 2019 (Apple TV, Looke, Now, Vivo Play)     Target Number One | Canadá | 2020 (Apple TV, Vivo Play)     Casamento Australiano | Austrália | 2019 (Apple TV, Now, Vivo Play)     O Jardim Secreto | Reino Unido | 2020 (Apple TV, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     Cabras da Peste | Brasil | 2021 (Netflix)

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    Léo Rosa (1984 – 2021)

    9 de março de 2021 /

    O ator gaúcho Léo Rosa, intérprete do repórter César na novela “Amor de Mãe”, morreu nesta terça-feira (9/3) após uma longa batalha contra o câncer. Depois de fazer algumas peças de teatro, ele se tornou nacionalmente conhecido em 2006 ao estrelar “Vidas Opostas”, uma das novelas mais bem-sucedidas da rede Record, onde fez par romântico com Maytê Piragibe. A boa audiência impulsionou sua carreira e o tornou um dos principais astros da emissora. Ele atuou em seguida em “Amor e Intrigas” (2007), “Promessas de Amor” (2009), “Rei Davi” (2012), “Balacobaco” (2012), “Milagres de Jesus” (2015) e “Escrava Mãe” (2016), que vem sendo reprisada atualmente todas as tardes. Além dos trabalhos na Record, ele participou de três filmes, “Podecrer!” (2007), “Faroeste Caboclo” (2013), “Por Trás do Céu” (2016), e da série “O Mecanismo” (2018-2019), da Netflix. O último papel foi a estreia na Globo, na primeira fase de “Amor de Mãe”, exibida em 2019. Léo Rosa também se destacou atrás das câmeras, dirigindo um videoclipe da cantora Maria Gadú, “Axé Accapella”, e feito assistência de direção em longas-metragens do cineasta Caio Sóh a partir de “Teus Olhos Meus” (2011). O convite para fazer a última novela veio logo após ele descobrir o câncer. O ator vinha lutando contra a doença desde 2018. Depois de passar por sessões de quimioterapia, ele adotou um estilo de vida mais saudável, vivendo longe da metrópole, em contato com a natureza, e chegou a afirmar que estava em processo de cura. Em entrevista do ano passado à Patricia Kogut, do jornal O Globo, ele contou como foi parar na Globo. “Estava em casa no Natal e a Manuela (Dias, a autora) me ligou perguntando se eu teria condições de fazer este trabalho. Nem pensei, aceitei na mesma hora. A minha preparação foi basicamente conseguir chegar de pé e disposto ao estúdio. Quando a gente passa por algo tão forte como essa doença, meio que fica preparado para encarar qualquer outro desafio de peito aberto. Em meio a tanto sofrimento, sou muito grato por todo o aprendizado de vida que o câncer me deu. Hoje, por exemplo, eu não faço planos para o futuro. Eu vivo o hoje, o agora”, contou.

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    Globoplay vai produzir filmes de ficção exclusivos

    6 de março de 2021 /

    Para concorrer com a Netflix, a Globoplay vai passar a produzir, além de séries, filmes de ficção originais. A novidade foi revelada pela coluna de Patricia Kogut no jornal O Globo, que adiantou um dos projetos na fila Trata-se de “Core”, de José Junior, do AfroReggae, criador da série policial “A Divisão”. O filme vai tratar da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais da Polícia Civil do Rio.

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    Festival de Berlim começa sua primeira edição sem público

    1 de março de 2021 /

    O tradicional Festival de Berlim começa sua primeira edição virtual nesta segunda-feira (1/3) com uma programação concentrada em apenas cinco dias, metade da duração habitual, prevendo otimistamente realizar uma segunda parte presencial em junho. Diferente de outras edições virtuais de festivais internacionais, o Festival de Berlim não disponibilizará seus filmes online para apreciação do público. Por mais paradoxal que pareça, os organizadores decidiram fazer o festival sem exibir nenhum filme para o público. A ideia é apresentar os longas ao público durante sua segunda parte, chamada de Festival de Verão e prevista para acontecer de 9 a 20 de junho, quando serão entregues os troféus aos vencedores dos Ursos de Prata e de Ouro. O longa libanês “Memory Box”, da dupla de diretores Joana Hadjithomas e Jalil Joreige, foi o escolhido para abrir a versão fechada do festival, que está sendo chamado de Evento da Indústria (Industry Event). A denominação se deve ao fato de as sessões acontecerem de forma reservada com acesso apenas para profissionais da indústria cinematográfica e imprensa. “Memory Box” é também o primeiro filme libanês selecionado para a competição em 40 anos, e gira em torno da filha de uma família de imigrantes turcos em Montreal, que descobre segredos da juventude de sua mãe na guerra civil libanesa. A produção quase foi perdida, porque as filmagens terminaram pouco antes da explosão em 4 de agosto de 2020 no porto de Beirute, que deixou mais de 200 mortos e 6,5 mil feridos e destruiu bairros inteiros da capital libanesa. A sede da produtora, incluindo boa parte de suas obras, foram destruídas no caos. Outros filmes previstos na programação deste “Evento da Indústria” incluem “Una Película de Policías”, do mexicano Alonso Ruizpalacios (“Museu”), “Petite Maman”, da francesa Céline Sciamma (“Retrato de uma Jovem em Chamas”), “Bad Luck Banging or Looney Porn”, do romeno Radu Jude (“Aferim!”), “Albatros”, do francês Xavier Beauvois (“Dos Homens e dos Deuses”), “I’m Your Man”, da alemã Maria Schrader (da série “Nada Ortodoxa”), e “Next Door”, estreia na direção do ator alemão-espanhol Daniel Brühl (“Capitão América: Guerra Civil”). O Brasil é representada por “A Última Floresta”, de Luiz Bolognesi (“Ex-Pajé”), que foi selecionado para participar da mostra paralela Panorama. A 71ª edição do festival também marcará a primeira vez que a Berlinale concederá um prêmio de interpretação “sem gênero”, em vez dos prêmios de melhor ator e atriz. Trata-se de uma inovação inédita entre as principais competições internacionais, mas que já vinha sendo adotada há alguns anos em eventos mais populares, como o MTV Movie & TV Awards.

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    História do brasileiro que viajou de cavalo do Canadá até Barretos vai virar filme

    1 de março de 2021 /

    A história de Filipe Masetti Leite, o brasileiro que viajou a cavalo do Canadá até Barretos (SP) vai virar filme. Leite saiu de Calgary em 2012, aos 25 anos, com três cavalos e chegou ao destino final depois de 2 anos, 10 países e 16 mil quilômetros percorridos. Quatro anos depois, ele resolveu completar a viagem de Norte a Sul, saindo de Barretos para completar 7,5 mil quilômetros até o Ushuaia, na Argentina, extremo sul do continente americano. Segundo a coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, o longa será uma adaptação do livro de memórias de Leite, “Cavaleiro das Américas”, e começará a ser rodado em 2022 com filmagens em mais de 10 países. Ainda sem o protagonista escalado, o filme será dirigido por Anita Barbosa (“Cinderela Pop”) e pelo canadense Sean Cisterna (“A Vinícola dos Sonhos”), que também assina o roteiro. O projeto é uma coprodução da Total Filmes com o Canadá e mais um país da América Latina que ainda será negociado.

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    Berta Zemel (1934 – 2021)

    27 de fevereiro de 2021 /

    A atriz e professora de teatro Berta Zemel morreu na noite de quinta-feira (25/2) em São Paulo, aos 86 anos, em decorrência de broncopneumonia. Filha de imigrantes poloneses, Berta Zemelmacher nasceu na capital paulista em 1934, um ano após a chegada de seus pais ao Brasil. Ao virar atriz, mudou seu nome para facilitar a pronúncia em português, por sugestão do colega Sérgio Cardoso. Com uma carreira que remonta aos anos 1950, ela desenvolveu muitos trabalhos no teatro como atriz e, posteriormente, professora, tendo formado uma geração de atores na escola Teatro Móvel, de São Paulo, ao lado do marido, o ator Wolney de Assis (1937-2015). Sua ligação com as telas também é antiga, vindo desde 1956, como uma das intérpretes principais do “Grande Teatro Tupi”, um dos primeiros programas de ficção da TV brasileira. Sua ascensão, porém, esbarrou na política. Após interpretar um de seus papéis mais populares, a personagem-título da novela “Vitória Bonelli” (1972), na Tupi, optou por ficar em menor evidência, porque seu marido se engajou na militância clandestina contra o regime. Ela abandonou o teatro, virando professora, e fez poucos trabalhos nos anos seguintes. Apesar disso, ainda protagonizou “Os Apóstolos de Judas” (1976) e apareceu em “As Gaivotas” (1979), um dos últimos sucessos da Tupi. Fez ainda “Renúncia” (1982), adaptação da obra de Emmanuel/Chico Xavier na Band, e “Jogo de Amor” (1985), já no SBT. Apesar da longa carreira, Berta Zemel só surgiu na tela da Globo em 1997, numa breve participação como professora na 3ª temporada de “Malhação”, antes de encerrar a trajetória televisiva com a novela “Água na Boca” (2008), na Band. No cinema, ela participou de “O Quarto” (1968), de Rubem Biafora. Mas foi Geraldo Vietri, diretor da novela “Vitória Bonelli”, quem lhe o primeiro destaque cinematográfico, como protagonista do filme “Que Estranha Forma de Amar” (1977), baseado no romance “Iaiá Garcia”, de Machado de Assis. Após três décadas afastada, ela retornou em “Desmundo” (2002), de Alain Fresnot, que lhe rendeu um troféu de Melhor Atriz Coadjuvante no Festival de Brasília, e a motivou a estender as atuações cinematográficas com papéis em “O Casamento de Romeu e Julieta” (2004), de Bruno Barreto, “A Casa de Alice” (2007), de Chico Teixeira, “Fronteira” (2008), de Rafael Conde, e ainda três curtas em 2010. Sua história inspirou o livro biográfico “A Alma das Pedras”, escrito por Rodrigo Antunes Corrêa e publicado na Coleção Aplauso.

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    Filmes online: Documentário de Billie Eilish no Top 10 das estreias da semana

    26 de fevereiro de 2021 /

    Surpresa da semana, “Billie Eilish: The World’s a Little Blurry” é um dos raros documentários sobre estrelas da música pop que rompe o retrato clichê do artista incompreendido e sofredor, sob pressão para ser sempre glamouroso ao vivo, mas no fundo gente como a gente. Cobrindo a carreira precoce da cantora desde antes da fama, dos 15 aos 18 anos de idade, quando se tornou a artista mais jovem a vencer o Emmy, o filme não se interessa pela imagem midiática ou holofotes, mas sim pela iluminação caseira do quarto da casa da família Eilish, onde Billie construiu toda a sua carreira. Sem o menor resquício de ostentação ou glamour, o trabalho do diretor R.J. Cutler (que no ano passado fez outro ótimo documentário sobre o ator John Belushi) traça a trajetória de uma garota deprimida, que transformou a música gravada em seu quarto, com a ajuda do irmão, na casa dos pais, numa das histórias de sucesso mais improváveis deste começo de século. Não é necessário o menor esforço de edição para humanizar a garotinha apaixonada por Justin Bieber, que realizou seu maior sonho ao encontrá-lo no palco do Festival Coachella, ou demonstrar como ela sabota a si mesmo para não atender aos pedidos de hits da gravadora e até mesmo ao torcer contra si mesma no Emmy. O que ela sente está nas músicas. É a mesma autodestruição descrita em suas letras sombrias, que faz sua mãe suspirar ao comentar que, pelo menos, é extravasada na arte, em vez da vida real. A programação digital da semana também tem um documentário britânico sobre Pelé e alguns filmes premiados, como os dramas indies “Rainha do Mundo”, “O Refúgio” e as comédias internacionais “Amigos de Escola” e “Os Camarões Brilhantes”, sem esquecer “M8: Quando a Morte Socorre a Vida”, um retrato lívido do racismo brasileiro, dirigido por Jeferson De. Confira abaixo a relação completa e os trailers dos 10 melhores filmes para ver em streaming e VOD neste fim de semana.     Billie Eilish: The World’s a Little Blurry | EUA | 2021 (Apple TV+)     Pelé | Reino Unido | 2021 (Netflix)     O Último Vermeer | EUA | 2019 (Apple TV, Google Play, NOW, Sky Play, YouTube Filmes)     O Refúgio | Canadá | 2020 (Apple TV, Google Play e YouTube Filmes)     Rainha do Mundo | EUA | 2015 (MUBI)     Becky | EUA | 2019 (Telecine, Youtube Filmes)     Rastros na Escuridão | EUA | 2019 (Vivo Play)     M8: Quando a Morte Socorre a Vida | Brasil | 2019 (Netflix)     Amigos de Escola | Taiwan | 2020 (Netflix)     Os Camarões Brilhantes | França | 2020 (Looke, Google Play, YouTube Filmes)

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    Estreia de Monster Hunter marca volta ao “normal” dos cinemas brasileiros

    25 de fevereiro de 2021 /

    Os cinemas esboçam uma volta à “programação normal” com o retorno dos grandes lançamentos comerciais. Uma semana após “Tom & Jerry”, da Warner, é a vez da adaptação do game “Monster Hunter”, da Sony, chegar às telas brasileiras. Com orçamento de US$ 60 milhões, a segunda franquia de games estrelada por Milla Jovovich e dirigida por seu marido, o diretor Paul WS Anderson (ambos de “Resident Evil”), acompanha soldados transportados de forma inesperada para outro mundo, onde se veem em uma batalha de sobrevivência contra monstros gigantes. Com o atrativo de marcar a estreia da atriz Nanda Costa (“Entre Irmãs”) numa produção internacional, o lançamento é para quem gosta de efeitos e explosões em tela grande, mas não se importa muito com roteiro. A semana também mergulha na temporada pré-Oscar 2021 com “Judas e o Messias Negro”. O filme sobre a história dos Panteras Negras apresenta Daniel Kaluuya como o Messias Negro do título, o revolucionário Fred Hampton, líder dos Panteras que é traído por William O’Neal, o Judas vivido por Lakeith Stanfield (os dois atores já trabalharam juntos em “Corra!”), criminoso recrutado pelo FBI para se infiltrar no movimento em troca de liberdade. A tragédia histórica tem 96% de aprovação no Rotten Tomatoes e é um dos principais filmes da atual temporada de premiação cinematográfica dos EUA. O circuito mais amplo exibe ainda a comédia dramática nacional “Depois a Louca Sou Eu”, dirigida por Julia Rezende (da série “Coisa Mais Linda”) e estrelada por Débora Falabella (“Aruanas”) como uma mulher que precisa aprender a lidar com distúrbios nervosos. Há outro filme nacional com protagonista feminina na programação: “Christabel”, primeiro longa de ficção de Alex Levy-Heller, que combina drama rural lento e atmosfera sobrenatural, e foi premiado nos festivais Cine-PE, Caruaru e Rio Fantastik. O circuito limitado, que ressurge igualmente das cinzas, programou ainda duas boas produções francesas: “O Mundo de Gloria”, que rendeu a Copa Volpi de Melhor Atriz para Ariane Ascaride no Festival de Veneza de 2019, e “Mais que Especiais”, nova comédia dramática da dupla Olivier Nakache e Éric Toledano (do sucesso “Intocáveis”) sobre cuidadores de crianças e adolescentes autistas, que venceu o prêmio do público no Festival de San Sebastián do mesmo ano. Completa a programação “Os Lobos do Leste”, drama multinacional do cubano Carlos Quintela sobre a natureza e o envelhecimento, estrelado por Tatsuya Fuji (do clássico “O Império dos Sentidos”) e com produção da cineasta japonesa Naomi Kawase (“O Segredo das Águas”). Confira abaixo a relação completa e os trailers das estreias de cinema desta quinta (25/2).     Monster Hunter | EUA | 2020     Judas e o Messias Negro | EUA | 2020     Depois a Louca Sou Eu | Brasil | 2019     O Mundo de Gloria | França | 2019     Mais que Especiais | França, Bélgica | 2019     Christabel | Brasil | 2018     Os Lobos do Leste | Japão, Cuba, Brasil, Inglaterra | 2017

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    Filme dirigido por Lázaro Ramos será exibido no festival americano SXSW 2021

    24 de fevereiro de 2021 /

    Um ano após a expectativa frustrada, Lázaro Ramos (“Mister Brau”) vai finalmente exibir sua estreia como diretor de cinema no festival SXSW. O filme “Medida Provisória” fazia parte da programação do SXSW do ano passado, mas o evento acabou sendo a primeira vítima cinematográfica da covid-19. Os organizadores ainda tentaram realizar uma versão virtual do festival. Mas a iniciativa não foi bem vista pela maioria dos inscritos e apenas sete filmes de 135 longas aceitaram a proposta. Com um ano de pandemia, as perspectivas mudaram e cada vez mais festivais internacionais tem acontecido de forma online. O SXSW de 2021 repetirá este formato, mas agora mais filmes aceitam fazer parte dos tempos modernos, ficando acessíveis para todos os espectadores interessados ao redor do mundo. “Medida Provisória” é uma adaptação da tragicomédia “Namíbia, Não!”, que Lázaro Ramos já tinha dirigido no teatro. A trama distópica se passa num futuro não muito distante, em que uma nova lei do governo federal manda deportar todos os brasileiros de “melanina acentuada” para o continente africano. Alfred Enoch, que ficou conhecido como Dean Thomas na franquia “Harry Potter” e o Wes das primeiras temporadas de “How to Get Away with Murder” (ou “Lições de um Crime” na Globo), é o protagonista da história. O ator nasceu em Londres, na Inglaterra, mas sua mãe é brasileira e ele fala português fluentemente. No filme, ele contracena com Taís Araújo (também de “Mister Brau”), Seu Jorge (“Paraíso Perdido”), Mariana Xavier (“Minha Mãe É uma Peça”), Adriana Esteves (“Benzinho”), Luís Miranda (“Crô em Família”), Renata Sorrah (“Árido Movie”), Jéssica Ellen (“Três Verões”) e o rapper Emicida. Vale observar que, a esta altura, “Medida Provisória” já passou em alguns festivais internacionais, inclusive nos EUA, e venceu o troféu de Melhor Roteiro no Indie Memphis Film Fest. O festival texano SXSW começa no dia 16 de março. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Medida Provisória – O Filme (@medidaprovisoriaofilme)

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    Cabras da Peste: Conheça o novo filme brasileiro da Netflix

    22 de fevereiro de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de sua nova comédia nacional, “Cabras da Peste”, estrelada por Edmilson Filho e Matheus Nachtergaele, que trabalharam juntos na série “Cine Holliúdy”. O produtor do filme, por sinal, é o mesmo da série da Globo: Halder Gomes. Na trama, Bruceuilis (Filho) é um policial do interior do Ceará que, para resgatar a surrupiada Celestina, uma cabra considerada patrimônio da cidade, viaja até São Paulo e alista a ajuda de Trindade (Nachtergaele), um escrivão da polícia que resolve se aventurar em campo, mesmo não sendo sua especialidade. O longa segue o estilo das comédias de “tiras parceiros” (buddy cop), adaptada ao estilo trapalhão das obras cearenses de Halder Gomes. Só que, desta vez, o responsável por “Cine Holliúdy” e “O Shaolin do Sertão” não assina a direção. A missão coube a Vitor Brandt (“Copa de Elite”). A produção também inclui no elenco Leandro Ramos, Letícia Lima, Juliano Cazarré, Evelyn Castro e Falcão, e tem estreia marcada para 18 de março.

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