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  • Filme,  Música

    Sharon Osbourne diz que cinebiografia de Ozzy será “proibida para menores”

    13 de agosto de 2020 /

    Sharon Osbourne, a esposa e empresária de Ozzy, prometeu que a cinebiografia de seu marido será completamente diferente de “Bohemian Rhapsody” (2018), sobre a vida e a obra de Freddie Mercury, cantor do Queen. Produtora do longa, Sharon disse que está trabalhando em um filme para adultos, proibido para menores. “Não é como nenhuma outra história”, afirmou sobre a trama do filme, em entrevista para a revista Rolling Stone. “Não é apenas ‘rock’n’roll, loucuras e agora sou vovô!’. É muito mais do que isso”. Questionada sobre possíveis paralelos com “Bohemian Rhapsody”, ela rechaçou as comparações. “Aquele foi um filme para gerações mais novas. É limpo demais… Apresentou toda uma geração para músicas que eles nunca tinham ouvido. Foi fenomenal nesse aspecto, mas não acho um bom filme. É um filme correto, feito para canais de TV cristãos”. “O nosso filme será muito mais realista”, continuou. “Não queremos nada limpo, coisas brilhando nem nada disso. Não estamos fazendo para as crianças. Será um filme adulto, proibido para menores. Espero que seja uma história com a qual todos possam se relacionar. Você não precisa ser fã da música, será uma história de um sobrevivente”. Sharon está falando desse filme há dois anos, mas a produção só recentemente contratou um roteirista, cujo nome não foi revelado. A contratação foi anunciada na mesma entrevista, mas pelo filho do cantor, Jack Osbourne. “Nós temos um roteirista”, ele afirmou, revelando que “falamos para abordar de 1979 a 1996”. O período significa que a era de ouro do Black Sabbath será ignorada ou abordada apenas superficialmente para privilegiar a carreira solo do cantor e, claro, seu relacionamento com Sharon, com quem ele se casou neste período – mais especificamente, em 1982.

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  • Filme,  Música

    Madonna está trabalhando num projeto com a roteirista de Juno

    9 de agosto de 2020 /

    Madonna encontrou uma nova atividade para se ocupar durante sua quarentena. A cantora revelou no Instagram que está desenvolvendo um projeto com Diablo Cody, vencedora do Oscar de Melhor Roteiro Original por “Juno” (2007). Em um vídeo em preto-e-branco postado na rede social, as duas aparecem sentadas em um sofá discutindo os detalhes da produção, que teria a ver com as músicas da cantora, mas provavelmente se trata de um filme e não de um clipe, refletindo o contexto do encontro. Enquanto a roteirista digita em seu laptop, a cantora questiona o que vem a seguir no roteiro. “Quando a música começa, qual é a música?”, Madonna pergunta a Cody. “Todos esses detalhes são importantes. Eles são importantes.” Não há maiores informações sobre o projeto, mas o vídeo mostra vários cadernos/diários cheios de anotações e as duas discutindo roupas da antiga turnê “Blonde Ambition” (1990), mencionando as ligas, o icônico sutiã de cone e o paletó trespassado usados nos shows. Em 2017, uma suposta cinebiografia de Madonna chegou a ser discutida pelo estúdio Universal, inspirada em um roteiro intitulado justamente “Blonde Ambition”, de autoria da estreante Elyse Hollander. Este projeto não foi adiante, porque Madonna vetou. Na época, a cantora destruiu o roteiro, apontando diversas informações falsas, mas seus próprios fãs disseram que ela estava inventando motivos para desautorizar o projeto. De fato, ela disse que só aprovaria um filme biográfico se tivesse uma mão na produção. “Ninguém sabe o que eu sei e o que eu vi. Só eu posso contar minha história. Qualquer outra pessoa que tentar é um charlatão e um idiota. Querer gratificação sem ter feito o trabalho é uma doença na nossa sociedade”, ela vociferou na ocasião, ameaçando a Universal. Apesar disso, a vida da cantora já rendeu um misto de cinebiografia e documentário não oficial, centrado no começo de sua carreira como cantora de banda de rock. Trata-se de uma produção indie do ano passado, intitulada “Emmy and the Breakfast Club”, que pouca gente viu (saiba mais detalhes aqui). Madonna, cujo contrato de três álbuns com a Interscope Records chegou ao fim neste mês de agosto, está atualmente sem gravadora. Ver essa foto no Instagram with multiple injuries what do you do.? ………..Write a Screenplay with Diablo Cody about…………..📖🎥🎬🎤🎼🖤? #nuts #iconic #walk #serve #diablo Uma publicação compartilhada por Madonna (@madonna) em 7 de Ago, 2020 às 6:39 PDT

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  • Filme

    Judas e o Messias Negro: História dos Panteras Negras ganha trailer legendado

    8 de agosto de 2020 /

    A Warner divulgou o trailer legendado de “Judas e o Messias Negro”, filme sobre a história do partido dos Panteras Negras, que destaca uma performance incendiária de Daniel Kaluuya (“Corra!”). Ele vive o Messias Negro do título, o revolucionário Fred Hampton, líder dos Panteras, que é traído por William O’Neal, o Judas, criminoso recrutado pelo FBI para se infiltrar no movimento em troca de liberdade. Lakeith Stanfield (que também participou de “Corra!”) interpreta O’Neal. A prévia registra o momento histórico em que Hampton anuncia a criação da Coalizão Arco-Íris: uma união de forças com outros segmentos oprimidos da cidade de Chicago para lutar por igualdade e empoderamento político. Esta iniciativa assustou o conservadorismo americano, acirrando a repressão, a violência e os assassinatos (“autos de resistência”) dos líderes do movimento. O filme é produzido por Ryan Coogler (diretor do “Pantera Negra” da Marvel) e é endossado pelo filho de Hampton, Fred Hampton Jr, que acompanhou todos os dias de filmagem para garantir o realismo da trama. Hampton Jr, inclusive, defendeu a escolha de Kaluuya, que é inglês, como intérprete de seu pai, lembrando que os Panteras Negras tinham uma visão internacionalista sobre a diáspora causada pelo escravagismo. “Judas e o Messias Negro” tem roteiro e direção de Shaka King, que foi premiado no Festival de Sundance e no Independent Film Spirit Awards por sua estreia, “Newlyweeds” (2013). O elenco também conta com Jesse Plemons (“O Irlandês”), Algee Smith (“O Ódio que Você Semeia”), Darrell Britt-Gibson (“Luta por Justiça”), Dominique Thorne (“Se a Rua Beale Falasse”), Amari Cheatom (“Roman J. Israel, Esq.”), Caleb Eberhardt (“The Post – A Guerra Secreta”), Lil Rel Howery (“Corra!”) e Martin Sheen (“Apocalypse Now”) como o diretor do FBI J. Edgar Hoover. Devido à pandemia de coronavírus, o filme não tem previsão de estreia. Mas outra interpretação de Fred Hampton poderá ser vista em outubro em “The Trial of the Chicago 7”, filme de Aaron Sorkin para a Netflix, que traz vários militantes políticos dos anos 1960.

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    Zoë Saldaña se diz arrependida por ter vivido Nina Simone no cinema

    5 de agosto de 2020 /

    A atriz Zoë Saldaña (“Guardiões da Galáxia”) se disse arrependida por interpretar Nina Simone na cinebiografia “Nina”, lançada em 2016. Na época da produção, a escalação de Saldaña rendeu polêmica entre ativistas negros, porque a atriz tem pele mais clara e traços latinos, que não condiziam com a negritude da cantora. “Eu nunca deveria ter interpretado Nina. Eu deveria ter feito tudo que podia, na época – porque eu tenho um tipo de poder, embora não seja o mesmo [das pessoas brancas] – para pressionar pela escalação de uma mulher negra para interpretar Nina, que era uma mulher negra excepcionalmente perfeita”, disse a atriz numa live no Instagram, durante conversa com Steven Canals, criador da série “Pose”, cujo tema era justamente afro-latinidade e “colorismo” (discriminação baseada em tons de pele negra). Filha de pai dominicano com raízes haitianas e de mãe porto-riquenha, Saldaña precisou usar maquiagem para escurecer sua pele, além de usar próteses dentárias e próteses para alargar o nariz, de modo a assumir feições afro-americanas. Ela foi bastante criticada por essa “black face”, mesmo sendo negra. Os herdeiros da cantora reforçaram que Zoë “não era negra o suficiente” para o papel e India Arie, que viveu a cantora na série “American Dreams” (em 2003) defendeu que Nina Simone fosse interpretada por Viola Davis, que havia acabado de vencer o Oscar por “Histórias Cruzadas” (2011). Em uma entrevista ao The Hollywood Reporter, India Arie lembrou que a pele escura foi determinante para Nina Simone, não apenas por sua participação destacada nos movimentos civis. “Ela teria tido uma carreira diferente se fosse mais parecida com Lena Horne ou Dorothy Dandridge. Ela poderia ter sido a primeira pianista negra famosa em todo o mundo”, disse. No auge da polêmica, Lisa Simone Kelly, a filha de Nina Simone, veio a público defender Zoë Saldaña, declarando que o problema não estava na atriz, mas nos responsáveis pelo filme, especialmente a diretora e roteirista Cynthia Mort (roteirista do thriller “Valente”), que teria inventado quase toda a história e não recebido aprovação para as filmagens. “Ela [Zoë] claramente trouxe o melhor de si para o projeto e, infelizmente, está sendo atacada por algo que não é sua culpa, pois não é responsável pelas mentiras do roteiro”. A produção também foi acusada de privilegiar o período de decadência da cantora, quando ela enfrentava internações hospitalares por seu alcoolismo e o desinteresse do mercado. No Facebook, a conta de Nina Simone chegou a sugerir um boicote ao longa-metragem, pedindo aos fãs para fazerem suas próprias homenagens, ficando em casa no dia da estreia nos cinemas. Hoje, Zoë Saldaña concorda com todas as críticas. “Na época, eu achei que tinha permissão para interpretá-la, porque sou uma mulher negra. E sou mesmo. Mas estamos falando de Nina, e ela teve uma jornada que deveria ser honrada de forma específica… ela merecia melhor, e eu sinto muito, porque amo a música dela”, acrescentou a atriz. Ela finalizou o assunto fazendo um apelo para Hollywood contar novamente a história da cantora, desta vez com uma atriz afro-americana e apresentando sua importância de forma correta. Ver essa foto no Instagram Zoe Saldana (@zoesaldana) sits down with "Pose" (@poseonfx) creator and executive producer Steven Canals (@stevencanals) to chat about Afro-Latinidad, colorism in the Latinx community, Nina Simone, and more. #AfroLatinx #AfroLatinidad #BESE #ZoeSaldana #StevenCanals #Pose #PoseFX #AfroLatinos #Dominican #PuertoRican Uma publicação compartilhada por BESE (@bese) em 3 de Ago, 2020 às 6:54 PDT

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    Gael García Bernal vai viver campeão gay da luta-livre mexicana

    2 de agosto de 2020 /

    O astro mexicano Gael García Bernal vai vestir máscara e entrar no ringue por “Cassandro”, primeiro longa de ficção de Roger Ross Williams, vencedor do Oscar de curta documental em 2010. “Cassandro” contará a verdadeira história de Saúl Armendáriz, um lutador amador gay de El Paso, que vira estrela internacional da luta-livre ao criar o personagem “exótico” Cassandro, o “Liberace da Lucha Libre” e, nesse processo, dá uma reviravolta não apenas no mundo dos lutadores machões, mas também em sua própria vida. “Como cineasta, minha própria experiência de vida me leva a contar histórias inspiradoras sobre excluídos e elevar as vozes de pessoas que normalmente não vemos na tela. A verdadeira história de Cassandro, Saúl Armendáriz, era uma que eu sabia que queria contar desde o momento em que o conheci. Estou ansioso para poder levar a história de Saúl para um grande público”, disse Williams, em comunicado sobre o projeto. As filmagens estão previstas para o começo de novembro no México, mas dependem do andamento do novo filme secreto de M. Night Shyamalan, que Bernal fará primeiro. Veja abaixo um vídeo das lutas de Cassandro, que se tornou o primeiro campeão “exótico” de luta-livre nos anos 1990.

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    Dave Franco vai estrelar cinebiografia de Vanilla Ice

    23 de julho de 2020 /

    O ator Dave Franco (“Vizinhos”) revelou que vai estrelar uma cinebiografia de Vanilla Ice. O filme vai se chamar “To the Extreme”, mesmo nome do disco de 1990 do rapper, que contém seu maior sucesso, “Ice Ice Baby”. Em entrevista ao site Insider, Franco comparou o tom de “To the Extreme” ao de “Artista do Desastre”, que ele estrelou ao lado do irmão, James Franco. Aquele filme recriava as filmagens de “The Room”, um dos piores filmes de todos os tempos. “As pessoas esperavam que fizéssemos uma comédia ampla, em que zombaríamos de Tommy Wiseau, diretor de ‘The Room’, mas, quanto mais realista fizemos, mais engraçado e sincero ficou – e esse é o tom que queremos repetir”, disse Franco à Insider. Na mesma entrevista, Franco contou que já está em contato diário com Rob Van Winkle, nome real de Vanilla Ice, para aprender mais sobre sua vida e discutir como interpretá-lo. “Rob é um cara doce e inteligente, que está ajudando muito no processo de acertar todos os detalhes. Ele nos deu acesso a informações que o público não tem. Falando com ele, já posso imaginar quais aspectos de sua personalidade quero aprofundar no filme.” O longa vai acompanhar a jornada do jovem vendedor de carros usados de Dallas, no Texas, que lançou o primeiro single de rap a alcançar o topo da parada de sucessos da Billboard. E que, após o sucesso imenso de seu disco de estreia, decidiu fazer uma pausa na carreira, apenas para descobrir em seu retorno, em 1994, que já tinha saído de moda. Ao perder relevância e sumir da mídia, Vanilla Ice se casou com Laura Giaritta em 1997. A relação foi marcada por conflitos, e ele acabou preso duas vezes (em 2001 e 2008) por violência doméstica. Os dois se separaram em 2016. O mais curioso foi sua insistência em continuar na indústria da música. Achando que o problema era de estilo musical, ele virou metaleiro e gravou discos de rock pesado. Até perceber que as pessoas só o conheciam como rapper, voltando ao gênero em “W.T.F.” (2011), seu disco mais recente, que já tem quase uma década. Desde então, ele vem cantando menos e aparecendo mais em reality shows e comédias de Adam Sandler. Não há maiores informações sobre a equipe que desenvolve “To the Extreme”, mas Dave Franco acaba de estrear como diretor. Elogiadíssimo, o primeiro longa que ele dirigiu, o terror “The Rental”, tem 73% de aprovação no Rotten Tomatoes e chega nesta sexta (24/7) para locação digital nos EUA. Relembre abaixo o fenômeno “Ice Ice Baby”.

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    Radioactive: Rosamund Pike é a cientista Marie Curie em trailer de cinebiografia

    18 de julho de 2020 /

    A Amazon divulgou novos pôster e trailer de “Radioactive”, cinebiografia da cientista Marie Curie estrelada por Rosamund Pike (“Garota Exemplar”). A prévia destaca o machismo e a ignorância (terraplanistas) que ela enfrentou para ter suas pesquisas científicas reconhecidas, além de mostrar as consequências devastadoras de sua maior descoberta: a radioatividade. Por seu trabalho, Marie Curie se tornou primeira mulher a vencer o Prêmio Nobel. Não apenas uma vez, mas duas vezes e em áreas distintas: Física em 1903 e Química em 1911. Mas teve que lutar para a glória não ser dada apenas ao marido e parceiro cientista, Pierre Curie (vivido no filme por Sam Riley, de “Malévola”). Eles desenvolveram juntos a teoria da radioatividade e técnicas para isolar isótopos radioativos. Além disso, descobriram dois elementos químicos, polônio e rádio, que deram início a uma nova era científica e tecnológica – que culminou, décadas depois, com a criação da energia nuclear, mas também ao tratamento do câncer com radioterapia. A história é baseada numa graphic novel de Lauren Redniss e foi adaptada pelo roteirista Jack Thorne (de “Extraordinário” e da série “His Dark Materials”), com direção da iraniana Marjane Satrapi (“Persépolis”, “As Vozes”). O elenco também inclui Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”), Aneurin Barnard (“Dunkirk”), Simon Russell Beale (“Penny Dreadful”), Jonathan Aris (“Rogue One”) e Corey Johnson (“Fúria em Alto Mar”). “Radioactive” teve première no ano passado no Festival de Toronto, atingiu 70% de aprovação no Rotter Tomatoes e chega ao serviço Amazon Prime Video na próxima sexta (24/7).

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    Ethan Hawke é o inventor Nicola Tesla em trailer de cinebiografia

    18 de julho de 2020 /

    A distribuidora indie IFC divulgou o pôster e o trailer de “Tesla”, drama biográfico estrelado por Ethan Hawke. Hawke dá vida ao gênio visionário Nicola Tesla, cientista que já foi vivido por Nicholas Hoult em “A Batalha das Correntes” (2017) e David Bowie em “O Grande Truque” (2006). Cada um desses filmes tomou suas liberdades com a história, mas desta vez a produção acrescenta elementos anacrônicos, como computadores, celulares e microfones modernos para apresentar Tesla como o rockstar elusivo da Era Elétrica. O filme foi escrito e dirigido por Michael Almereyda, cineasta que gosta de experimentos cinematográficos e que já comandou Hawke em duas adaptações shakespeareanas passadas em tempos modernos – “Hamlet: Vingança e Tragédia” (2000) e “Cymbeline” (2014). A produção também destaca Eve Hewson (“Robin Hood”) como Anne Morgan, a filha do famoso financista JP Morgan. Ela ainda serve como narradora do filme que, de tempos em tempos, quebra a quarta parede para explicar a mística vida de Tesla e seu legado duradouro. Kyle MacLachlan (“Twin Peaks”) e o comediante Jim Gaffigan (“Tropa Zero”) completam o elenco como o inventor Thomas Edison e o empresário George Westinghouse, respectivamente. Premiado no Festival de Sundance e com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, “Tesla” vai chegar para locação digital em 21 de agosto nos EUA.

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    Respect: Jennifer Hudson é Aretha Franklin em novo teaser da cinebiografia

    29 de junho de 2020 /

    A MGM divulgou um novo pôster e o segundo teaser de “Respect”, cinebiografia da cantora Aretha Franklin (1942 – 2018). A prévia insere pequenos trechos do filme entre uma performance de Jennifer Hudson cantando a música que dá título à produção. Hudson já ganhou um Oscar ao viver uma cantora no cinema, no filme “Dreamgirls” (2006). Os breves vislumbres de cenas apontam que “Respect” é ambientado entre nos anos 1960 e 1970, período em que Aretha se consagra como uma das maiores artistas dos EUA, cantando clássicos imortais como “I Say a Little Prayer”, “Think”, “(You Make Me Feel Like) A Natural Woman” e a faixa-título, além de viver um conturbado relacionamento com seu então marido Ted White. A equipe criativa é estreante no cinema. O roteiro foi escrito por Tracey Scott Wilson, da série “The Americans” e da recente telebiografia “Fosse/Verdon”, enquanto a direção está a cargo de Liesl Tommy, que anteriormente comandou episódios de “The Walking Dead”, “Jessica Jones” e “Mrs. Fletcher”. Por outro lado, a produção é comandada por Scott Bernstein, que recentemente fez outra cinebiografia musical de sucesso, “Straight Outta Compton” (2015), e pelo produtor musical Harvey Mason Jr., que trabalhou com Franklin e também no filme “Dreamgirls”, que consagrou Hudson. Além de Hudson, o elenco ainda destaca Forest Whitaker (“Pantera Negra”), Tate Donovan (“Rocketman”), Leroy McClain (“A Maravilhosa Sra. Meisel”), Marlon Wayans (“Seis Vezes Confusão”), Marc Maron (“GLOW”), Tituss Burgess (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Audra McDonald (“The Good Fight”) e a cantora Mary J. Blige (“Mudbound”). A estreia está marcada para o Natal nos EUA e apenas em fevereiro de 2021 no Brasil.

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    Hugh Jackman vai estrelar cinebiografia do fundador da Ferrari

    20 de junho de 2020 /

    O antigo projeto de Michael Mann, “Ferrari”, voltou ao mercado em nova configuração, visando começar filmagens em 2021. Segundo o site Deadline, Hugh Jackman (“Logan”) finalmente aceitou assumir o papel de Enzo Ferrari, fundador da escuderia, e Mann recentemente reescreveu o roteiro, concebido pelo falecido Troy Kennedy Martin (“Uma Saída de Mestre”). Para dar noção do quanto esse projeto é antigo, Martin faleceu há 11 anos. E Jackman está “negociando” o papel de Ferrari há três anos. A produção, entretanto, começou a ser desenvolvida por Mann há nada menos que duas décadas e já teve Christian Bale escalado para o papel. O filme quase aconteceu em 2016 com o intérprete de Batman, mas o ator precisou desistir por recomendações médicas, ao ter dificuldades para ganhar peso. “Enzo Ferrari” será ambientado no ano de 1957, o período mais tumultuado da vida de Ferrari, em que ele enfrentou um rivalidade dura com a Maserati e lidou com fracassos e um processo criminal, em decorrência de um acidente que levou à morte seu piloto Alfonso de Portago e nove espectadores durante uma corrida. A história é baseada no livro escrito por Brock Yates, “Enzo Ferrari: The Man, the Cars, the Races”. Além deste filme, uma cinebiografia rival chegou a ser anunciada em 2015, com Robert De Niro no papel principal, mas esse projeto também jamais saiu da garagem. A STX vai distribuir o filme de Mann nos EUA, Reino Unido e Irlanda, enquanto a Amazon negocia ficar com a distribuição internacional. O diretor, que conhece a família Ferrari, foi produtor executivo de “Ford vs Ferrari”, que venceu dois Oscars em 2020. E pretende superar esse filme com a construção de uma verdadeira frota de carros de época – em outras palavras, seu filme não será barato.

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    Kristen Stewart será a Princesa Diana no novo filme de Pablo Larrain

    17 de junho de 2020 /

    A atriz Kristen Stewart (“As Panteras”) negocia interpretar a falecida princesa Diana no novo drama de Pablo Larrain (“Neruda”), intitulado “Spencer” – o sobrenome de Lady Diana Spencer. O projeto foi escrito por Steven Knight (criador de “Peaky Blinders”) e mostrará a falecida princesa no momento em que decide, durante as férias de Natal com a família real, deixar seu casamento com o príncipe Charles. As filmagens estão previstas para começar no início de 2021. Esta será a segunda cinebiografia feminina do diretor chileno, que, há quatro anos, retratou a ex-primeira dama americana Jacqueline Kennedy em “Jackie” (2016). E a terceira de Kristen Stewart, após viver a roqueira Joan Jett em “The Runaways: Garotas do Rock” (2010) e a atriz Jean Seberg em “Seberg Contra Todos” (2019). A Princesa Diana, por sua vez, já foi retratada em “Diana”, filme de 2013 do alemão Oliver Hirschbiegel, estrelado por Naomi Watts, que não agradou nem público nem crítica, atingindo apenas 8% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A produtora FilmNation Entertainment está lidando com os direitos internacionais de “Spencer” e apresentará o longa aos distribuidores no mercado virtual de Cannes.

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    Vida de Lemmy Kilmister, vocalista do Motörhead, vai virar filme

    16 de junho de 2020 /

    A vida do vocalista do Motörhead, Lemmy Kilmister (1945-2015), um dos músicos mais influentes de sua geração, vai virar filme. O projeto tem direção de Greg Olliver, que fez o documentário “Lemmy”, de 2010. Ele seguirá a vida de Kilmister desde a adolescência, quando foi roadie de Jimi Hendrix e integrante da banda de rock psicodélico Hawkwind, antes de lançar o Motörhead, banda que abriu caminho para Metallica, Megadeth e Anthrax, além de Foo Fighters, cujo vocalista Dave Grohl prestou uma homenagem a Lemmy em seu funeral. “Tudo o que você ouviu sobre Lemmy provavelmente é verdade … não porque ele estava adotando clichês do rock’n’roll, mas porque ele os criou”, disse Olliver, no comunicado sobre a produção. “Desenvolvemos cuidadosamente essa cinebiografia desde 2013, certificando-nos de permanecer fiéis a Lemmy, aos membros da banda do Motörhead, Phil Campbell e Mikkey Dee, e a todas as outras pessoas que desempenharam papéis importantes na vida de Lemmy. Será um filme do qual se orgulharão”, completou. O roteiro foi escrito pelo estreante Medeni Griffiths e o filme também vai se chamar “Lemmy”, como o documentário. As filmagens devem começar no início de 2021, dependendo da evolução da pandemia de covid-19.

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    Joika: Atriz de Jojo Rabbit vai estrelar cinebiografia de bailarina americana do Bolshoi

    14 de junho de 2020 /

    A atriz Thomasin McKenzie, que viveu a judia Elsa em “Jojo Rabbit”, vão interpretar a dançarina de balé americana Joy Womack na cinebiografia “Joika”. A produção será rodada na Nova Zelândia, cidade natal de Thomasin, com direção de James Napier Robertson (“The Dark Horse”), e vai utilizar “tecnologia digital para navegar pelas restrições contínuas à pandemia”, segundo comunicado. Joika era o apelido de Joy Womack, uma de poucas estrangeiras – das quais só duas foram americanas – a ingressar na Academia do Balé Bolshoi, em Moscou. Ela também foi a dançarina principal do Universal Ballet, na Coréia do Sul, e atualmente dança com o Boston Ballet, nos EUA. Womack está supervisionando pessoalmente o treinamento de McKenzie e atuará como o dublê da atriz nas sequências mais exigentes.

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