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    “Elvis” chegou a ter 4 horas de duração

    20 de junho de 2022 /

    O diretor Baz Luhrmann revelou que cortou quase a metade das cenas filmadas para que seu novo filme, “Elvis”, tivesse 159 minutos de duração – isto é, mais de duas horas e meia de projeção. Em entrevista ao site britânico Radio Times, ele disse que a primeira montagem do filme tinha 240 minutos – ou seja, 4 horas. Entre as cenas deletadas, há o encontro entre Elvis Presley e o presidente Richard Nixon nos anos 1970. “Ele começa a fazer coisas malucas – como ver Nixon. Eu tive isso por um tempo, mas chega um ponto em que você não pode ter tudo, então tentei focar no espírito do personagem”, explicou. “Eu gostaria de me aprofundar mais em algumas das outras coisas – há muito mais. Quero dizer, há muitas coisas que eu filme, como o relacionamento com a banda, e tive que reduzir isso – e é muito interessante como o Coronel [Tom Parker] se livra deles.” A edição de 4 horas também tinha mais detalhes do relacionamento do cantor com sua primeira namorada, Dixie. Mesmo aos 159 minutos, vários críticos acharam “Elvis” muito abrangente. Com Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) no papel-título e Tom Hanks (“Finch”) como seu empresário Tom Parker, o filme estreia em 14 de julho nos cinemas brasileiros – quatro semanas após o lançamento nos EUA.

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    Julia Garner negocia viver Madonna no cinema

    7 de junho de 2022 /

    O filme de Madonna sobre ela mesma teria encontrado a intérprete dela própria. Segundo a revista Variety, Julia Garner (das séries “Ozark” e “Inventando Anna”) abriu negociações com o estúdio Universal uma proposta para estrelar o longa. O processo de testes para o filme começou em fevereiro e se estendeu até o mês passado. Nesse período, a equipe comandada por Madonna viu dezenas de candidatas ao papel, considerando, além de boa atuação, aptidão musical. Julia Garner teria superado candidatas como Florence Pugh (“Viúva Negra”), Emma Laird (“Mayor of Kingstown”), Alexa Demie (“Euphoria”), Odessa Young (“A Escada”) e as cantoras Bebe Rexha (“As Trambiqueiras”) e Sky Ferreira (“Em Ritmo de Fuga”) Além de ser o tema, Madonna ajudou a escrever, é produtora e vai dirigir o filme. Ela registrou o processo de criação da trama em seu Instagram, lembrando fatos de sua carreira para a roteirista Diablo Cody (“Juno”). O roteiro final, porém, passou por revisão de Erin Cressida Wilson (“A Garota no Trem”). Durante uma entrevista a Jimmy Fallon no talk show “The Tonight Show”, Madonna disse ter decidido fazer o filme ela mesma, porque muitos homens queriam fazer. “A razão pela qual estou fazendo isso é que um monte de gente tentou escrever filmes sobre mim, mas eles são sempre homens”, afirmou. Ainda sem título oficial, a produção também não tem previsão de lançamento.

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    Maestro: Netflix revela fotos do novo filme de Bradley Cooper

    30 de maio de 2022 /

    A Netflix divulgou as primeiras imagens oficiais de “Maestro”, próximo filme de Bradley Cooper, que será uma biografia do famoso maestro e compositor Leonard Bernstein (1918–1990), conhecido por suas trilhas para filmes e peças de teatro como “Amor, Sublime Amor”, “Um Dia em Nova York” e “Sindicato de Ladrões”. Para dar noção da importância de Bernstein para a história dos musicais, basta dizer que ele é o autor da conhecidíssima canção “New York, New York”. A plataforma de streaming “roubou” o filme da Paramount, que estava originalmente desenvolvendo o longa. Entre os produtores do projeto, estão ninguém menos que os cineastas Martin Scorsese (“O Irlandês”), Steven Spielberg (“Jogador Nº 1”) e Todd Phillips (“Coringa”). Será o segundo filme dirigido por Cooper, após sua estreia atrás das câmeras em “Nasce uma Estrela”. Ele também estrela a produção e aparece bastante envelhecido por maquiagem nas fotos divulgadas. O astro ainda co-escreveu o roteiro com Josh Singer, roteirista do drama vencedor do Oscar “Spotlight”. O longa vai cobrir mais de 30 anos para contar a história complexa do casamento entre Bernstein e sua esposa, Felicia Montealegre. A atriz Carey Mulligan (“Bela Vingança”) interpreta a mulher do compositor e Maya Hawke (“Stranger Things”) está escalada como a filha mais velha do casal, Jamie. Cooper obteve os direitos artísticos das obras de Bernstein e trabalha em estreita colaboração com os filhos do maestro – Jamie, Alexander e Nina. Ele está comprometido com esse projeto já há quatro anos e, graças ao apoio da família de Bernstein e ao controle dos direitos musicais, derrubou um filme rival, chamado de “The American”, que deveria ser dirigido por Cary Fukunaga (“007 – Sem Tempo para Morrer”) e estrelado por Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”). Além da estreia na Netflix, o filme terá lançamento limitado nos cinemas, visando a temporada de premiações. Vale lembrar que “Nasce Uma Estrela”, a estreia de Cooper na direção, foi indicado a oito Oscars. From the set of MAESTRO. pic.twitter.com/y3qsYILk6P — NetflixFilm (@NetflixFilm) May 30, 2022

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    Exibição de “Elvis” gera 10 minutos de aplausos

    25 de maio de 2022 /

    A première mundial de “Elvis”, a cinebiografia do Rei do Rock dirigida por Baz Luhrman, registrou o recorde de tempo de aplausos do Festival de Cannes desta ano. A consagração iniciada durante a projeção dos créditos finais durou 10 minutos com o público aplaudindo em pé. Em termos de comparação, o diretor David Cronenberg e o elenco de “Crimes of the Future” ficaram emocionados com a recepção de 6 minutos de aplausos dedicados a seu filme. Em meio aos gritos de “Bravo!” da multidão, Baz Luhrmann se dirigiu emocionado ao público, dentro do Lumière Theatre, dizendo que a reação extrema de aprovação representava para ela “pequena epifania” porque “trinta anos atrás, minha esposa e eu fizemos um pequeno filme chamado ‘Vem Dançar Comigo’” e o único distribuidor que lhe ofereceu espaço disse: “Esse é o pior filme que já vi e você arruinou a carreira de Pat” (Thomson, que ganhou postumamente como Melhor Atriz da Academia Australiana de Cinema). Luhrmann continuou sua história, lembrando que na época “tinha cabelos muito compridos” e resolveu raspar a cabeça dizendo que “Essa coisa de cinema nunca vai dar certo”. “Então, recebi um telefonema e era um francês… ‘Olá, meu nome é Pierre Rissient, sou do Festival de Cannes e vimos seu filme, e gostaríamos de lhe oferecer uma exibição às 12 horas no Palais.’” “Exibi meu filme neste Palais… e no final da apresentação eu lembro que um segurança se aproximou e me disse, ‘Monsieur, a partir de hoje sua vida nunca mais será a mesma’ e não foi.” “Vem Dançar Comigo” venceu um prêmio especial da juventude em Cannes, a primeira de muitas conquistas da produção, que lançou a carreira do cineasta australiano há exatamente 30 anos. Ao fazer ‘Elvis’, Luhrmann imaginava que poderia voltar a Cannes, “mas então veio a covid e a filmagem foi suspensa, e achei isso nunca aconteceria, mas tivemos a bravura de Tom (Hanks) ao voltar [às filmagens após a doença], e a bravura deste elenco e desta equipe para enfrentar a covid e terminar este filme. E estamos de volta a Cannes. E ver esse lugar tão cheio de pessoas que amam filmes de todas as formas, diz muito mais sobre o que significa estar de volta, não só à Cannes, mas ao cinema. Por isso somos eternamente gratos, Cannes… Tudo o que posso dizer é merci beaucoup, merci beaucoup”, ele encerrou. O filme foi exibido em sessão de gala fora da competição. Mas nenhum título selecionado para a disputa da Palma de Ouro gerou igual comoção até o momento. “Elvis” destaca Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) no papel do cantor, interpretando desde um jovem roqueiro da metade dos anos 1950 até o homem maduro em sua volta triunfal de 1968 e na fase final da carreira, nos megashows dos anos 1970. E a cereja em cima do bolo: em vez de dublar, ele canta mesmo as músicas que apresenta no filme. O elenco também conta com o ator Tom Hanks (“Finch”) bastante transformado como o coronel Tom Parker, empresário do Rei do Rock, além de Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, a esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. A estreia nos cinemas brasileiros vai acontecer em 14 de julho – quatro semanas após o lançamento nos EUA. Veja o trailer mais recente da produção abaixo.

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    Novo trailer de “Elvis” explora histeria causado pelo cantor

    23 de maio de 2022 /

    A Warner divulgou novos pôsteres e o segundo trailer legendado de “Elvis”, a cinebiografia do Rei do Rock dirigida por Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”). E a prévia tem tudo o que os fãs poderiam desejar, cobrindo todas as fases da carreira do cantor, com uma recriação caprichada, atenta aos detalhes. Muitas das cenas refletem a histeria despertada por suas apresentações, acompanhada de perto pela reação conservadora, que tentou censurá-lo. Luhrmann conecta a performance sensual ao fervor religioso do menino Elvis Presley, fazendo uma relação que conduz ao final da carreira do cantor, dedicada a gospels e baladas. Em vez de artistas de blues, a inspiração do roqueiro é conectada à performance de pastores negros, de forma a mostrar como os transes de fé transmitidos pelos spirituals lhe permitiam transcender ao cantar. Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) incorpora a fisicalidade do cantor, enquanto se transforma rapidamente na tela, desde um jovem roqueiro da metade dos anos 1950 a um homem maduro em sua volta triunfal de 1968 e na fase final da carreira, nos megashows dos anos 1970. E a cereja em cima do bolo: em vez de dublar, ele canta mesmo as músicas que apresenta no filme. “Elvis” também destaca o ator Tom Hanks (“Finch”) bastante transformado como o coronel Tom Parker, empresário do Rei do Rock, além de Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, a esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. Filmado na Austrália, a produção superou paralisação durante a pandemia, com direito a contágio de Tom Hanks, para ser finalizada e chegar aos cinemas em 14 de julho no Brasil – quatro semanas após os EUA.

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    Filha de Elvis Presley rasga elogios para o filme “Elvis”

    16 de maio de 2022 /

    Lisa Marie Presley, a filha de Elvis Presley, usou as redes sociais para rasgar elogios ao filme “Elvis”, de Bas Luhrmann, e à performance do ator Austin Butler, que interpreta seu pai na produção. “Deixe-me dizer que é nada menos que espetacular. Absolutamente requintado”, ela escreveu sobre o filme, acrescentando que Austin Butler “canalizou e incorporou o coração e a alma de meu pai lindamente.” A filha de Elvis afirmou que a performance do ator foi “feita com precisão e respeito” e é tão perfeita que merecia um Oscar. “Se não ganhar o Oscar, eu como meu pé”. Mas os maiores elogios foram reservados para o diretor. “Você pode sentir e testemunhar o puro amor, cuidado e respeito de Baz por meu pai ao longo deste lindo filme, que finalmente é algo que eu e meus filhos e os filhos deles podemos nos orgulhar para sempre… Ela também mencionou que seus filhos se emocionaram com a sessão privada do filme e só lamentou que o filho recém-falecido, Benjamin Keough, não pudesse ter visto. “Isso parte meu coração, que meu filho não está aqui para ver. Ele teria adorado também.” “Eu não posso dizer o suficiente o quanto amo este filme e espero que vocês o amem também. Baz, seu gênio total combinado com seu amor e respeito por meu pai fez este projeto tão bonito e tão inspirador. Eu sei que estou sendo repetitiva, mas não me importo. Obrigado por esclarecer as coisas de uma maneira tão profunda e artística”, ela completou. Além de Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”), o elenco inclui Tom Hanks (“Finch”) como o coronel Tom Parker, o empresário do Rei do Rock, Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. Filmado na Austrália, a produção superou paralisação durante a pandemia, com direito a contágio de Tom Hanks, para ser completada e marcar sua estreia nos cinemas em 14 de julho no Brasil – quatro semanas após os EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por ELVIS (@elvismovie)

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    Caio Blat vai dirigir filme sobre Cacilda Becker

    15 de maio de 2022 /

    O ator Caio Blat (“Segunda Chamada”) vai estrear como diretor de cinema num filme que trará Marjorie Estiano (“Sob Pressão”) como a lendária Cacilda Becker, uma das maiores atrizes da história do teatro no Brasil. Intitulado “Cacilda Becker em Cena Aberta”, o filme terá como ponto de partida o derrame cerebral que a artista sofreu após encerrar o primeiro ato de “Esperando Godot”, em 1969. Enquanto a atriz luta contra a morte, o longa vai revisitar momentos decisivos de sua vida e carreira. A produção é da Giros Filmes e o roteiro é assinado por Guilherme Gonzales, que tem experiência teatral. Em publicação em seu Instagram, o roteirista acrescentou que “levar às telas a trajetória dessa intérprete magnífica, que teve a vida confundida com a história do teatro brasileiro, assume um valor extremo nesses tempos de incessante ataque à cultura nacional”. A previsão é que as filmagens aconteçam apenas em 2023.

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    Elvis descobre a pelvis em cena impactante do filme de Baz Luhrmann

    6 de maio de 2022 /

    A Warner divulgou uma cena completa de “Elvis”, a cinebiografia do Rei do Rock dirigida por Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”). A prévia mostra o começo da lenda de “Elvis the pelvis”, quando ele descobre o impacto de sua dança no público feminino, ao mesmo tempo em que o coronel Tom Parker percebe que pode transformar aquilo numa mina de ouro. Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) demonstra toda a fisicalidade requerida para a cena, incorporando o jovem Elvis de corpo e alma, enquanto Tom Hanks (“Finch”) surge bastante transformado por maquiagem prostética para viver Parker, o empresário do Rei do Rock. O elenco da produção também destaca Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. Filmado na Austrália, a produção superou paralisação durante a pandemia, com direito a contágio de Tom Hanks, para ser completada e marcar sua estreia nos cinemas em 14 de julho no Brasil – quatro semanas após os EUA.

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    Chico Science vai virar filme

    23 de abril de 2022 /

    A história de Chico Science, líder da Nação Zumbi morto em 1997, vai virar filme. Segundo a coluna de Patricia Kogut no jornal O Globo, há negociações avançadas para o lançamento da produção numa plataforma de streaming. A direção está a cargo de Pedro Von Kruger (“Um Dia Qualquer”), que também assina o roteiro com Felipe Nepomuceno. Os dois trabalharam juntos nos curtas documentais “A Incrível Volta ao Mundo do Tricolor Suburbano” (2013) e “Caetana” (2014). Recentemente, a música “Monólogo ao Pé do Ouvido”, de Chico Science e a Nação Zumbi, ganhou destaque no filme e em trailers de “Marighella”. Veja abaixo, uma performance ao vivo da cançã no Central Park, em Nova York.

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    Eddie Murphy negocia estrelar filme do funkeiro George Clinton

    1 de abril de 2022 /

    O astro Eddie Murphy (“Um Príncipe em Nova York 2”) está negociando estrelar uma cinebiografia do músico George Clinton, conhecido como o “Padrinho do Funk” e líder das bandas Funkadelic e Parliament, duas das maiores influências musicais do funk americano. Segundo a revista Variety, a produção irá seguir a vida e o legado do artista desde sua infância, na Carolina do Norte dos anos 1940, destacando a formação de Parliamente e Funkadelic no final da década de 1960 até a explosão comercial das duas bandas e sua fusão nos anos 1970. A ideia é acompanhar o impacto e a influência de Clinton até a virada do século, de Prince e Red Hot Chili Peppers ao rap americano, onde foi sampleado por artistas como Tupac Shakur, Dr. Dre, Snoop Dogg, Ice Cube, Outkast e o Wu-Tang Clan. Além de estrelar a produção, Murphy deverá atuar como produtor ao lado de John Davis, proprietário da Davis Entertainment, que trabalhou com o ator na franquia “Dr. Dolittle” e no recente sucesso “Meu Nome é Dolemite”. Mas o projeto ainda em estágio inicial de desenvolvimento e ainda nem definiu roteiristas. Recentemente, Murphy fechou um acordo de exclusividade para três filmes com o Amazon Studios, o que pode indicar uma possível casa para a cinebiografia de Clinton. Veja abaixo um show completo do combinado Parliament-Funkadelic de 1976.

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    Diretor de “Apenas uma Vez” fará filme dos Bee Gees

    30 de março de 2022 /

    A Paramount contratou o diretor John Carney, responsável pelos filmes de temática musical “Apenas uma Vez” e “Sing Street”, para dirigir a cinebiografia da banda Bee Gees. Ele vai substituir Kenneth Branagh (vencedor do Oscar 2020 de Melhor Roteiro Original por “Belfast”), que deixou o projeto por conflitos de agenda. Também houve mudança de roteirista. A história agora está sendo escrita por John Logan (“007 Contra Spectre”) no lugar de Ben Elton (que tinha trabalhado com Branagh em “A Pura Verdade”) e a produção ainda contará com participação de Barry Gibb, último dos três irmãos da banda que permanece vivo – após a morte de Maurice em 2003 e de Robin em 2012. Em desenvolvimento há um ano e ainda sem título definido, o filme vai seguir o começo humilde dos irmãos Barry, Maurice e Robin Gibb na Austrália, durante os anos 1960, até sua jornada para se tornar um fenômeno pop mundial com o sucesso da trilha sonora do filme “Embalos de Sábado à Noite” (Saturday Night Fever) em 1977. A Amblin Entertainment, de Steven Spielberg, assina a produção em parceria com a GK Films, de Graham King, produtor de “Bohemian Rhapsody”. Recentemente, os Bee Gees também foram tema de um documentário da HBO, intitulado “How Can You Mend a Broken Heart”, com direção de Frank Marshall (“Resgate Abaixo de Zero”).

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    Filme de Gal Costa ganha primeiras fotos oficiais

    6 de março de 2022 /

    A Paris Filmes divulgou as primeiras fotos de “Meu Nome É Gal”, cinebiografia de Gal Costa que traz Sophie Charlotte (“Passaporte para a Liberdade”) no papel principal. As imagens do filme de Dandara Ferreira (que escreveu e dirigiu a série documental “O Nome Dela É Gal”) e Lô Politii (“Alvorada”) também mostram o baiano Rodrigo Lelis (“A Matriarca”) como Caetano Veloso, Dan Ferreira (“Pixinguinha, Um Homem Carinhoso”) como Gilberto Gil e a própria Dandara Ferreira como Maria Bethânia. As fotos também ressaltam uma ênfase no começo da carreira dos artistas, na gênese do movimento Tropicália. A estreia é aguardada para 2023.

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    Diretor de “Logan” vai filmar cinebiografia de Buster Keaton

    23 de fevereiro de 2022 /

    O diretor James Mangold (“Logan”) está desenvolvendo uma cinebiografia de Buster Keaton, pioneiro dos filmes mudos e um dos maiores comediantes dos Estados Unidos. Em desenvolvimento no 20th Century Studios, a produção será baseada no livro “Buster Keaton: Cut to the Chase”, de Marion Meade. Segundo o site Deadline, os executivos do estúdio consideram o projeto uma prioridade e estão em busca de roteiristas. Apesar disso, Mangold só vai se dedicar ao filme após terminar “Indiana Jones 5”, atualmente em filmagens secretíssimas. Além de ator brilhante, Keaton também foi diretor, produtor e roteirista, além de ser mundialmente celebrado pelo clássico “A General” (1926), considerada uma das melhores – se não for a melhor – comédias do cinema mudo. Ele faleceu em 1966 após aparecer em filmes da Turma da Praia. Mangold já dirigiu duas cinebiografias premiadas: “Johnny & June” (2005) e “Ford vs. Ferrari” (2019). Ele ainda está envolvido com “Juliet”, adaptação do romance de Anne Fortier sobre uma mulher que descobre ser parente do casal protagonista da história de amor mais trágica de todos os tempos.

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