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    Episódio da série Black-ish é censurado nos Estados Unidos

    13 de março de 2018 /

    Um episódio da série “Black-ish” foi censurado pela rede americana ABC. O episódio devia ter sido exibido em 27 de fevereiro nos Estados Unidos, mas foi vetado pelo canal devido a “divergências criativas”. A decisão controversa do canal do conglomerado Disney foi abordada num comunicado oficial. “Uma das coisas que sempre fez ‘Black-ish’ tão especial é como a série examina habilmente questões sociais delicadas de uma maneira que simultaneamente entretém e educa”, disse a nota da ABC. “No entanto, neste episódio houve diferenças criativas que não conseguimos resolver”. O criador da série, Kenya Barris, também se manifestou no mesmo comunicado. “Dadas as nossas diferenças criativas, nem a ABC nem eu ficamos felizes com a direção do episódio e concordamos mutuamente em não veiculá-lo”, disse Barris, que também dirigiu o episódio. “‘Black-ish’ é um programa que fala com todos os tipos diferentes de pessoas e os aproxima como comunidade e estou muito orgulhoso da série”, completou. Intitulado “Please, Baby, Please”, o episódio da 4ª temporada da série de comédia foi gravado em novembro. E, segundo a revista Variety, as divergências não foram “criativas”, mas políticas. Nas cenas em que não houve acordo, segundo apurou a Variety, Dre (Anthony Anderson) improvisava uma história de ninar para seu bebê Devante, no qual expressava muitas de suas preocupações sobre o estado atual dos Estados Unidos. Em outra, Dre e seu filho mais velho, Junior (Marcus Scribner), discutiam os direitos dos atletas de se recusarem a se levantar durante a execução do hino nacional nos jogos de futebol americano e se ajoelharem em protesto contra a violência policial. Esta questão virou polêmica após Donald Trump mandar os donos de times demitirem os atletas que tomassem essa atitude. Isto foi em setembro e, desde então, mais e mais atletas tem se ajoelhado.

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  • Etc

    Lei da Califórnia que proibia IMDb de divulgar idade dos artistas é considerada inconstitucional

    21 de fevereiro de 2018 /

    Um juiz federal declarou que a lei da Califórnia que impedia o site IMDb de revelar idade de atores é inconstitucional. O site, que traz fichas de filmes, séries e artistas, chegou a ser processado por uma atriz, que o acusou de prejudicar sua carreira por divulgar sua verdadeira idade. O juiz americano Vince Chhabria disse que a lei violou os direitos de a liberdade de imprensa e expressão garantidos pela Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos. A decisão foi favorável ao site, por não considerar a censura uma forma de combate à discriminação de idade que existe em Hollywood. “A regulação da fala deve ser o último recurso”, escreveu o juiz de São Francisco. “A Califórnia não mostrou que adotou uma medida” realmente necessária “para combater a discriminação da idade”. A lei havia sido aprovada em 2016. Na ocasião, teve apoio do SAG-AFTRA, o Sindicato dos Atores dos Estados Unidos, que planeja recorrer da decisão. “O SAG-AFTRA está extremamente desapontada com a decisão de hoje”, disse o conselheiro geral Duncan Crabtree-Ireland em um comunicado. “O tribunal, infelizmente, não consegue entender ou reconhecer o impacto maciço que o gênero e a discriminação por idade têm sobre todos artistas no meio”. A defesa da censura pelo sindicato é curiosa, uma vez que foge do enfrentamento contra produtores que já estão na mira do movimento #MeToo por assediar jovens atrizes. Em vez disso, o sindicato se posiciona a favor do jeitinho, ou seja, de mentir a idade para escapar da discriminação. Desde outubro do ano passado, a mídia americana tem servido para desnudar escândalos abafados por décadas de arbitrariedades e jeitinhos nunca denunciados pelo próprio sindicato. Este ano, a Academia quebrou o recorde de ator mais velho no Oscar, ao indicar Christopher Plummer aos 89 anos, por “Todo o Dinheiro do Mundo”. Vale lembrar que ele venceu o Oscar aos 82 anos, por “Toda Forma de Amor”, em 2012. Além disso, a cineasta belga Agnès Varda, sete meses mais velha, disputa o Oscar de Melhor Documentário por seu filme “Visages Villages”. Nenhum dos dois esconde sua idade. E justamente por causa disso quebram muitos preconceitos de idade.

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  • Filme

    Franquia Cinquenta Tons atinge US$ 1 bilhão de bilheteria mundial

    11 de fevereiro de 2018 /

    A estreia de “Cinquenta Tons de Liberdade” neste fim de semana foi o empurrão que faltava para a trilogia atingir o faturamento de US$ 1 bilhão de arrecadação em todo o mundo. Apesar de representar a pior abertura de todos os três filmes, o novo lançamento rendeu US$ 136,9M em todo o mundo, somando-se aos US$ 381,1M de “Cinquenta Tons Mais Escuros” (2017) e aos US$ 571M de “Cinquenta Tons de Cinza” (2015). E isto sem que nenhum deles tenha sido lançado na China. O fenômeno é realmente internacional, já que os três filmes somados não passam de US$ 319,4 na América do Norte. Mas não deixa de ser significativo, considerando o desinteresse do cinema americano em produções de viés erótico. Filmes como “Shame” (US$ 3,9M nos EUA) e “Showgirls” (20,3M) foram verdadeiros fracassos comerciais. Na verdade, desde que “Henry & June” se tornou o primeiro lançamento com a classificação “NC-17” em 1990, Hollywood se afastou de tudo o que fosse mais provocativo por medo da censura. Na prática, “NC-17” diferencia-se por um pequeno detalhe da classificação “R”: é proibida para menores de 17 anos mesmo na companhia de adultos responsáveis. Entretanto, é mais entendida como sendo a classificação que precede o “X” de sexo explícito. “Cinquenta Tons” não representa uma revisão de critérios, porque ousa muito pouco em relação ao que o cinema europeu tem mostrado. A trilogia foi classificada como “R” nos Estados Unidos. Assim como “Deadpool” e “Logan”, por exemplo. E cada filme de sua franquia se revelou menos quente que o anterior – o novo tem casamento, noiva de vestido branco e gravidez. Um levantamento do público apontou que 78% das pessoas que lotaram os cinemas para ver o final da trilogia neste fim de semana nos Estados Unidos foram mulheres e 55% tinham menos de 30 anos. É revelador que a maioria dos homens não tenha considerado o apelo do filme excitante o suficiente para compensar uma ida ao cinema, nem mesmo os jovens de hormônios desenfreados.

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  • Etc

    Fernanda Young desafia censura do Instagram com foto de topless

    1 de fevereiro de 2018 /

    A roteirista Fernanda Young, criadora de séries como “Os Normais”, “Como Aproveitar o Fim do Mundo” e “Vade Retro”, fez um desafio à censura do Instagram, ao postar uma foto de topless em sua conta. Na legenda, a autora provocava: “Teste: quanto tempo esta foto será censurada?”. Veja abaixo uma versão da mesma foto, em que as auréolas dos seios estão cobertas. Esta versão é considerada aceitável pelos padrões da rede social. O Instagram é conhecido por censurar fotos com seios femininos à mostra, mas permite homens descamisados. O fato chegou a gerar uma campanha denominada #freethenipple em 2013, estendo o protesto também contra o conservadorismo no Facebook e no Twitter. Na ocasião, atrizes e cantoras como Lena Dunham, Liv Tyler, Miley Cyrus, Scout Willis e Rihanna postaram fotos de topless, que foram censuradas. Desta vez, foi a própria Fernanda quem tirou a foto do ar, 12 horas depois, sem que a imagem tivesse sido denunciada. Ela justificou a autocensura com um curioso comentário: “Não queria causar notícia”. Na legenda de outra foto em que aparece fantasiada de passista de Carnaval, ela explicou que decidiu colocar a foto no ar porque, em publicação anterior, ao divulgar a mesma imagem, mas com os mamilos rabiscados, se sentiu “absurda”. “Por que os mamilos femininos são considerados, hoje em dia, tão indecentes? Bunda pode. Os nossos mamilos não. É absurdo”, indagou. Young ainda agradeceu seus seguidores por não terem denunciado a foto à administração da rede. “Decidi tirar a foto porque não fiz isso para causar notícia. Acho, juro, uma bobagem tudo isso. E saibam, sou muito reservada, apenas tem coisas que não entram na minha cabeça.” @wendynichol ? Um dos Meus Chapéus de Bruxa Uma publicação compartilhada por Fernanda Young (@fernandayoung) em 31 de Jan, 2018 às 8:57 PST Foto de @pedromolinosflores , a minha versão sambista criada por @dudamolinos e @tinakugelmas . ? Eu hoje decretei dia de postagem compulsiva porque me divirto muito aqui. Não tenho Facebook, justo para não criar confusão. Mas citando Chardelos de Laclos, “foge-me ao controle”. Postei a foto dos seios, porque eu havia desenhado nos meus mamilos, no post anterior, e logo me senti absurda. Por que os mamilos femininos são considerados, hoje em dia, tão indecentes? Bunda pode. Os nossos mamilos não. É absurdo. Diz Alexandre Machado que sou viciada em transgredir. Não foi o caso. Realmente quis testar a resistência dos meus seguidores, e estou feliz porque apesar de alguns não terem gostado, ninguém me dedurou. Então, muito obrigada. Gosto muito de “conversar” com vocês, tenho carinho e sou grata. Já fiz bons amigos através do Instagram. ? Então decidi tirar a foto, porque não fiz isso para causar notícia . Acho, juro, uma bobagem tudo isso. E saibam, sou muito reservada, apenas tem coisas que não entram na minha cabeça. Beijos carinhosos para todos. P.S: as axilas só raspo quando quero porque não sou obrigada. E chega porque tenho que trabalhar. ? Uma publicação compartilhada por Fernanda Young (@fernandayoung) em 1 de Fev, 2018 às 10:08 PST

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    Cinema russo desafia governo e exibe comédia proibida sobre a morte de Stalin

    25 de janeiro de 2018 /

    Um cinema russo resolveu desafiar o governo do país com a exibição da comédia “The Death of Stalin” (A Morte de Stalin), proibida pelo Ministério da Cultura local. A sessão aconteceu para uma plateia lotada nesta quinta-feira (25/1) no cinema Pioneer, em Moscou. Após a sessão, o Ministério da Cultura emitiu um comunicado afirmando que qualquer um que desafiar a proibição será responsabilizado legalmente pelas ações. O filme, do diretor escocês Armando Iannucci (criador da série “Veep”), ridiculariza o comunismo e foi proibido após “intelectuais” russos enviaram uma carta ao governo dizendo que a obra desrespeitava a história da Rússia e a memória daqueles que derrotaram o nazismo. Ironicamente, Stalin foi repudiado pela União Soviética após sua morte e reconhecido como responsável pela morte de milhões, através de políticas que incluíram a coletivização forçada de fazendas, responsável por uma fome sem precedentes no país, e por uma sucessão de expurgos que resultaram em execuções e aprisionamentos em massa – cujo resultado final foram mais mortes que o Holocausto de Adolf Hitler.

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  • Filme

    Comédia sobre a morte de Stalin é proibida na Rússia

    24 de janeiro de 2018 /

    O Ministério da Cultura da Rússia proibiu a exibição no país de “The Death of Stalin”, filme satírico do criador da série “Veep”, Armando Iannucci, que ridiculariza o comunismo e traz Steve Buscemi no papel de Nikita Khruschev. A estreia do filme estava prevista para quinta (25/1), mas o filme foi tirado da programação e banido do país. A proibição aconteceu depois que “intelectuais” russos enviaram uma carta ao governo dizendo que a obra desrespeitava a história da Rússia e a memória daqueles que derrotaram o nazismo. Stalin, que mandou matar mais gente que Adolf Hitler, aprovaria a censura.

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    Animações infantis são primeiros filmes exibidos na Arábia Saudita após 35 anos de censura

    16 de janeiro de 2018 /

    A Arábia Saudita escolheu animações infantis para retomar as exibições de filmes, após os cinemas serem proibidos no país por 35 anos. A decisão do governo saudita foi anunciado em dezembro e, para surpresa geral, os filmes começaram a ser exibidos no fim de semana passado. Tudo aconteceu de forma improvisada, com projeção em teatros, porque não existem salas de cinema no país. Após três décadas de censura total, o público árabe foi saudado com a exibição de “Emoji: O Filme”, animação que tem cocôs falantes e apenas 9% de críticas positivas no site Rotten tomatoes, e “As Aventuras do Capitão Cueca: O Filme”, que possui 86% de avaliações positivas. Segundo apurou a Reuters, os primeiros cinemas de verdade começarão a ser abertos a partir de março. As salas de exibição foram banidas no início da década de 1980, sob pressão dos líderes islâmicos que, baseados numa interpretação fundamentalista do islã, desaprovavam entretenimento público, além da mistura entre homens e mulheres no mesmo espaço público. A volta dos cinemas é parte de uma campanha de reforma liberalizadora, que tenta trazer a Arábia Saudita para o século… 20. No ano passado, o país também passou a permitir shows musicais e de comédia, além da carteira de motorista para mulheres. As mudanças estão acontecendo sob o comando do príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, um jovem de 32 anos, que resolveu acabar com muitas restrições que atrasam o país. Um mês antes de anunciar as mudanças, ele mandou prender cerca de 40 príncipes, militares, ministros e empresários sob a acusação de corrupção, tirando do poder lideranças conservadoras com apoio do pai, o rei Salman bin Abdulaziz Al Saud, de 81 anos. Curiosamente, apesar da proibição, a Arábia Saudita possui uma pequena indústria audiovisual na capital Riad, que lança longas-metragens e documentários para o mercado internacional. E a ironia suprema é que o nome mais conhecido da produção cinematográfica saudita é uma mulher: Haifaa Al-Mansour, diretora e roteirista do premiado “O Sonho de Wadjda” (2012), sobre uma menina que quer uma bicicleta. O filme fez tanto sucesso que lhe permitiu iniciar carreira em Hollywood com “Mary Shelley”, previsto para julho, em que Elle Fanning vive a escritora de “Frankenstein”.

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    Turquia proíbe filmes e mostras LGBT+ na capital do país

    20 de novembro de 2017 /

    A capital turca, Ancara, proibiu a exibição pública de filmes, mostras e exposições que expressem homossexualidade ou sejam relacionados a direitos da comunidade LGBT+, disse o gabinete do governador no domingo (19/11), citando riscos para a segurança pública. “A partir de 18 de novembro de 2017, no que diz respeito à sensibilidade pública da nossa comunidade, eventos como cinema, teatro, painéis, entrevistas e exposições LGBT estão proibidos até a segunda ordem em nossa província para proporcionar paz e segurança”, disse o gabinete do governador em um comunicado. O órgão disse que tais exposições poderiam fazer com que diferentes grupos na sociedade “nutram o ódio e a hostilidade em público” uns contra os outros e, portanto, representam um risco para a segurança pública. Autoridades em Ancara já haviam proibido um festival de cinema gay alemão na quarta-feira, um dia antes da abertura, citando riscos de segurança pública e ataques terroristas. Além disso, paradas de orgulho gay foram banidas em Istambul nos últimos dois anos. Considerado um dos países islâmicos mais liberais da Ásia, a Turquia deu uma guinada à direita após o Partido de raízes islamistas AK eleger o presidente Tayyip Erdogan e enfrentar uma tentativa de golpe. Por enquanto, ao contrário de muitos países muçulmanos, a homossexualidade ainda não é um crime na Turquia, mas a censura é explícita e a criminalização já começa a ser exercida por meio de exceções, como penas para quem descumprir a proibição de manifestações LGBT. O governo turco também fechou jornais, prendeu mais de 150 mil pessoas e tenta censurar o acesso da população do país à internet. A Turquia pode parecer distante, mas o Brasil não está longe de viver o mesmo, dependendo do resultado da próxima eleição presidencial.

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    Pressionada, Disney volta atrás e libera jornalistas do LA Times em seus filmes

    7 de novembro de 2017 /

    A Disney sentiu o peso e a força da imprensa norte-americana. Após entidades de críticos de cinema e os principais jornais dos Estados Unidos anunciarem boicote contra seus filmes, o estúdio voltou atrás em sua decisão de impedir que jornalistas do Los Angeles Times participassem das sessões de imprensa de seus lançamentos. Sem mencionar a repercussão da união de jornalistas do país contra o estúdio, um porta-voz da Disney divulgou uma nota, em que menciona “discussões produtivas” com o Los Angeles Times para permitir que os críticos do jornal voltem a ter acesso a seus filmes. “Tivemos discussões produtivas com a nova liderança recém-instalada no Los Angeles Times sobre nossas preocupações específicas”, diz o comunicado. “E, como resultado, concordamos em restaurar o acesso às sessões de imprensa para seus críticos de cinema”. O estúdio quis boicotar o jornal por não ter gostado de uma reportagem feita sobre o parque da Disneylândia na Califórnia. O jornal entrevistou uma série de autoridades do governo municipal e cidadãos da cidade de Anaheim, onde fica o parque, que se mostraram indignados com a forma como a Disney vem “sugando” incentivos e subsídios oferecidos pela cidade, a ponto de drenar a economia local muito mais do que a incentiva. Furiosa com a reportagem, a Disney vetou jornalistas do Times em qualquer atividade, ao afirmar, em nota, que a reportagem “mostrou um desprezo total por padrões jornalísticos básicos”. “Apesar de compartilhar inúmeros fatos indiscutíveis com o repórter, vários editores e a editoria ao longo de vários meses, o Times avançou com uma reportagem tendenciosa e imprecisa, inteiramente motivada por uma agenda política”, disse a empresa em comunicado, para justificar seu boicote. Entretanto, o estúdio não gostou de provar seu próprio remédio. A decisão de boicotar o Times levou quatro associações de críticos dos Estados Unidos e jornais como o New York Times e Washington Post a fazerem seu próprio boicote contra a Disney, ameaçando deixar de escrever críticas de seus filmes e produtos até o acesso dos jornalistas do LA Times ser restabelecido. A queda de braços não durou 24 horas, até o estúdio perceber a dimensão que tinha tomado sua decisão punitiva. O New York Times deu o tom ao divulgar sua decisão de forma editoral. “Uma empresa poderosa punir uma empresa de notícias por causa de uma reportagem que eles não gostaram gera um efeito arrepiante”, diz o texto. “Este é um precedente perigoso, que não é de interesse público”. Além dos jornais, o conselho executivo da Associação de Críticos de Televisão emitiu um comunicado em que critica a “ação punitiva” da Disney contra os jornalistas do Times. “Condenamos qualquer circunstância em que uma empresa tome medidas punitivas contra os jornalistas por fazer seu trabalho”, afirma a nota. As associações de críticos de Los Angeles, Nova York e Boston, além de uma entidade nacional (National Society of Film Critics), também emitiram um comunicado conjunto, em que taxaram a iniciativa da Disney de “antitética, diante dos princípios de uma imprensa livre”, além de estabelecer “um precedente perigoso em um momento de hostilidade já exacerbada em relação aos jornalistas”. Para os jornalistas americanos, a discussão deveria ter sido tratada publicamente e não com retaliações contra o trabalho da imprensa. “A resposta da Disney deve preocupar gravemente todos os que acreditam na importância de uma imprensa livre, artistas incluídos”, conclui o texto das associações.

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    Principais jornais dos EUA boicotam Disney após estúdio impedir críticos do LA Times em seus filmes

    7 de novembro de 2017 /

    A decisão da Disney de proibir que jornalistas do Los Angeles Times tenham acesso às sessões de imprensa de seus filmes uniu os críticos de cinema e a imprensa americana contra o estúdio. Após quatro associações de críticos anunciarem boicote ao estúdio, críticos dos jornais New York Times e Washington Post, dois dos mais importantes veículos de comunicação dos Estados Unidos, anunciaram que não irão mais escrever sobre filmes da Disney, até o estúdio reverter sua posição. O New York Times assumiu a decisão de forma editoral, divulgando um comunicado. “Uma empresa poderosa punir uma empresa de notícias por causa de uma reportagem que eles não gostaram gera um efeito arrepiante”, diz o texto. “Este é um precedente perigoso, que não é de interesse público”. Além dos jornais, o conselho executivo da Associação de Críticos de Televisão emitiu um comunicado em que critica a “ação punitiva” da Disney contra os jornalistas do Times. “Condenamos qualquer circunstância em que uma empresa tome medidas punitivas contra os jornalistas por fazer seu trabalho”, afirma a nota. A polêmica começou quando após o Los Angeles Times publicar denúncias contra o parque da Disneylândia na Califórnia. O jornal entrevistou uma série de autoridades do governo municipal e cidadãos da cidade de Anaheim, onde fica o parque, que se mostraram indignados com a forma como a Disney vem “sugando” incentivos e subsídios oferecidos pela cidade, a ponto de drenar a economia local muito mais do que a incentiva. A Disney justificou seu veto a jornalistas do Times ao afirmar, em nota, que a reportagem “mostrou um desprezo total por padrões jornalísticos básicos”. “Apesar de compartilhar inúmeros fatos indiscutíveis com o repórter, vários editores e a editoria ao longo de vários meses, o Times avançou com uma reportagem tendenciosa e imprecisa, inteiramente motivada por uma agenda política”, disse a Disney em comunicado. Para os jornalistas americanos, a discussão deveria ter sido tratada publicamente e não com retaliações contra o trabalho da imprensa.

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    Associações de críticos dos EUA decidem boicotar a Disney após estúdio impedir jornalistas de verem seus filmes

    7 de novembro de 2017 /

    Quatro importantes associações de críticos americanos anunciaram nesta terça (7/11), que os filmes da Disney estão barrados de suas premiações de 2018, consideradas importantes termômetros para o Oscar. As associações de críticos de Los Angeles, Nova York e Boston, além de uma entidade nacional (National Society of Film Critics), resolveram barrar a Disney em resposta à decisão do estúdio de impedir que jornalistas do Los Angeles Times vejam seus filmes. O boicote contra o jornal aconteceu após o Times publicar denúncias contra o parque da Disneylândia na Califórnia. O Los Angeles Times entrevistou uma série de autoridades do governo municipal e cidadãos da cidade de Anaheim, onde fica o parque, que se mostraram indignados com a forma como a Disney vem “sugando” incentivos e subsídios oferecidos pela cidade, a ponto de drenar a economia local muito mais do que a incentiva. Por sua vez, a Disney afirma que a reportagem “mostrou um desprezo total por padrões jornalísticos básicos”. “Apesar de compartilhar inúmeros fatos indiscutíveis com o repórter, vários editores e a editoria ao longo de vários meses, o Times avançou com uma reportagem tendenciosa e imprecisa, inteiramente motivada por uma agenda política”, disse a Disney em comunicado. Mas a decisão de impedir que críticos do jornal vejam seus filmes foi considerada uma afronta pelas associações da categoria, que, em seu comunicado conjunto, taxaram a iniciativa de “antitética, diante dos princípios de uma imprensa livre”, além de estabelecer “um precedente perigoso em um momento de hostilidade já exacerbada em relação aos jornalistas”. “É reconhecidamente extraordinário que um grupo de críticos, ainda mais quatro grupos de críticos, tomem uma decisão que possa penalizar artistas de cinema por decisões além de seu controle. Mas a Disney precipitou essa ação quando escolheu punir os jornalistas do Times, em vez de expressar seu desacordo com uma história sobre negócios através de uma discussão pública. A resposta da Disney deve preocupar gravemente todos os que acreditam na importância de uma imprensa livre, artistas incluídos”, conclui o texto das associações.

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    Jorge Furtado vai filmar a peça censurada Rasga Coração, de Vianinha

    7 de novembro de 2017 /

    O diretor Jorge Furtado (“Real Beleza”) vai filmar o texto da peça “Rasga Coração”, de Oduvaldo Vianna Filho, o Vianinha (criador de “A Grande Família”), centrada em política e no conflito de gerações. A peça foi proibida de ser encenada em 1974 e ficou cinco anos censurada pela ditadura militar. “Rasga Coração” foi o último texto teatral de Vianinha, integrante do Teatro de Arena de São Paulo, que logo após terminar o texto morreu de câncer pulmonar, aos 38 anos de idade. O texto chegou a circular clandestinamente em cópias mimeografadas, mas o grande público só foi conhecer seu conteúdo durante o processo de abertura democrática, com a primeira encenação no Rio de Janeiro em 1979, trazendo Raul Cortez no papel principal e Lucélia Santos, Ary Fontoura e Vera Holtz no elenco. A versão de cinema deve manter os temas, mas provavelmente atualizará a história para os dias atuais, uma vez que o recorte da história propicia a mudança – e a luta contra o Estado Novo pode confundir a cabeça de uma esquerda que “mudou de ideia” sobre Getúlio Vargas. Além disso, é impossível ignorar que Furtado gravou vídeos para o PT em defesa contra a perseguição “política” de Lula. Na trama, um militante político, depois de 40 anos de lutas, vê o filho acusá-lo de conservadorismo. Sem dinheiro para pagar as contas, sofrendo com as dores de uma artrite crônica e num crescente conflito com o filho, ele reflete sobre seu passado e se vê repetindo as mesmas atitudes de seu pai. Intercalando fragmentos de vários momentos da vida do protagonista, a história atravessa 40 anos da vida política brasileira. O roteiro é assinado pelo diretor ao lado de Ana Luiza Azevedo (criadora da série “Doce de Mãe”) e Vicente Moreno (“A Última Estrada da Praia”). O elenco destaca Marco Ricca (“Chatô: O Rei do Brasil”) e Chay Suede (“A Frente Fria que a Chuva Traz”) como o pai e o filho do conflito central, além de Luisa Arraes, Drica Moraes, George Sauma, João Pedro Zappa, Duda Meneghetti, Kiko Mascarenhas, Fabio Enriquez, Nelson Diniz, Anderson Vieira e Cinândrea Guterres. A Casa de Cinema de Porto Alegre é responsável pela produção do longa, que será filmado até o começo de dezembro na capital gaúcha, com previsão de lançamento para setembro de 2018.

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    Jogos Mortais: Jigsaw é proibido para menores de 18 anos no Brasil

    29 de outubro de 2017 /

    O filme “Jogos Mortais: Jigsaw” recebeu classificação indicativa de 18 anos no Brasil. A decisão foi devido à violência gráfica e cenas impactantes da produção. Conhecida pelos jogos de tortura com diferentes tipos de mortes, a franquia geralmente recebe a restrição etária mais elevada no país. Mas é interessante reparar que, embora tenha classificação “R” nos Estados Unidos, inúmeras produções com esta mesma distinção chegam com indicação para maiores de 16 e até 14 anos no Brasil, como “Logan”, “Deadpool”, “Cinquenta Tons Mais Escuros”, “It – A Coisa” e “Perfeita É a Mãe”. Na Argentina, “Jogos Mortais: Jigsaw” foi proibido para menores de 16 anos. O filme estreou em 1º lugar no fim de semana na América do Norte, mas também registrou a menor abertura de toda a franquia, iniciada há 13 anos. O lançamento no Brasil acontece na quinta, 2 de novembro, dia de Finados.

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