Fracasso nas bilheterias cancela planos de terceiro filme das Tartarugas Ninja
O reboot de “As Tartarugas Ninja” não deu certo. Com uma bilheteria mundial de US$ 245 milhões, metade da arrecadação do primeiro filme, o fracasso de “As Tartarugas Ninja – Fora das Sombras” encerrou a nova encarnação da franquia nos cinemas. O próprio produtor dos filmes, Andrew Form, afirmou ter desistido de rodar um terceiro longa, em entrevista ao site Collider. “Não acho que haverá ‘As Tartarugas Ninja 3’, mas não posso dizer que nunca veremos filmes destes personagens novamente”, ele disse, já imaginando a possibilidade de revisitar os quelônios mutantes em uma próxima década. Segundo Form, a baixa bilheteria foi uma surpresa. “Certamente ficamos surpresos com os resultados do segundo filme. Amamos fazê-lo. Desde nosso primeiro teaser, nos sentimos bem com o material e, por algum motivo, ele não achou o público que o primeiro filme encontrou. Tentamos entender o que aconteceu, e não sabemos indicar um motivo. Realmente não sabemos”, assumiu o produtor. “Nós queríamos fazer um filme colorido, divertido, e acrescentar todos estes personagens com os quais as pessoas cresceram – trazer o desenho à vida. Nós achamos que o (diretor) Dave Green executou isso perfeitamente e fez um ótimo filme. Nós fixamos um objetivo e o cumprimos. Mas o filme não achou seu público”, completou. “Você não pode acrescentar alguns caras e esperar que o filme pareça novo. É uma continuação. É preciso dar ao público algo realmente novo. Talvez adicionar personagens do cânone não tenha sido o bastante”, conclui o produtor. Se continuar pensando, talvez ele se torne o primeiro executivo de Hollywood a perceber que um roteiro ruim resulta num filme ruim. Simples assim.
Saving Hope: Série médica da atriz de Smallville vai acabar na 5ª temporada
A atriz Erica Durance (a Lois Lane da série “Smallville”) anunciou o cancelamento da série “Saving Hope”, drama médico com toque espiritual que ela estrela e co-produz para o canal canadense CTV. Na trama, Durance vive Alice, cirurgiã de um hospital em Toronto, no Canadá, que, depois de sofrer um acidente de carro com o marido (Michael Shanks, que foi o Gavião Negro em “Smallville”), cirurgião-chefe do mesmo hospital, tenta encontrar uma maneira de tirá-lo do coma. Ao mesmo tempo, o espírito do médico desacordado acompanha os esforços equipe médica no dia-a-dia do hospital. A atração chegou a incluir em seu elenco o ator Daniel Gillies (série “The Originals”) e foi exibida no Brasil pelo canal pago GNT. O cancelamento antecede a exibição da 5ª temporada, que marcará o final da série. O último episódio ainda não foi gravado, mas já tem título: “Hope Never Dies”. A produção vai se encerrar em novembro, mas a estreia da última temporada, com 18 episódios, só deve acontecer em janeiro. Special message about #SavingHope from our leading lady @ED_DURANCE! pic.twitter.com/c7hmJ0jxaI — Saving Hope Official (@SavingHopeTV) October 26, 2016
Mostra de São Paulo: Problemas de saúde cancelam vinda de William Friedkin ao Brasil
O diretor William Friedkin não virá mais ao Brasil. O veterano cineasta, de 81 anos, é um dos homenageados da Mostra de Cinema de São Paulo neste ano, mas problemas de saúde o impediram de viajar para participar do evento. Devido a uma otite aguda, a masterclass agendada com Friedkin foi cancelada. Apesar da ausência do diretor, a homenagem à sua carreira está mantida. A retrospectiva programada para a mostra incluirá “Operação França” (1971), “O Exorcista” (1973), “O Comboio do Medo” (1977), “Parceiros da Noite” (1980), “Viver e Morrer em Los Angeles” (1985), “Possuídos” (2006) e “Killer Joe – Matador de Aluguel” (2011).
Guilt: Série que evoca o caso de Amanda Knox é cancelada na 1ª temporada
O novo canal pago americano FreeForm (ex-ABC Family), rebatizado no começo do ano, cancelou sua primeira série. Trata-se de “Guilt”, melodrama criminal que evoca o caso real de Amanda Knox. A série girava em torno de uma jovem e bela americana (Daisy Head, da série “The Syndicate”), suspeita de matar brutalmente uma colega britânica em Londres. O crime similar, do qual Amanda Knox foi acusada, aconteceu na Itália e já rendeu filme (“The Face of an Angel”) e documentário na Netflix (intitulado apenas “Amanda Knox”). Criada pelas roteiristas Kathryn Price e Nichole Millard (ambas de “Treinando o Papai”), a série ainda incluía em seu elenco Billy Zane (“Titanic”), Emily Tremaine (série “Vinyl”), Cristian Solimeno (série “Hollyoaks”), Naomi Ryan (série “Mr. Selfridge”) e Kevin Ryan (série “Copper”). Lançada em 13 de junho nos EUA, diante de apenas 490 mil telespectadores, ela sai do ar com uma sintonia média de 400 mil pessoas.
Séries BrainDead e American Gothic são canceladas
A rede CBS cancelou oficialmente as séries “BrainDead” e “American Gothic”, que não conseguiram decolar na audiência durante a temporada do verão americano, vistas em média por 2,6 milhões de telespectadores. Apesar do desinteresse do público, “Braindead” caiu nas graças da crítica e ganhou status cult, graças a uma história mirabolante e a presença carismática de Mary Elizabeth Winstead (“Rua Cloverfield, 10”). Felizmente, seus criadores, Robert e Michelle King, responsáveis por “The Good Wife”, anteciparam o cancelamento e concluíram – ainda que apressadamente – a trama nos 13 episódios de sua única temporada. A série girava em torno de uma invasão de insetos alienígenas, que pretendiam conquistar a Terra devorando os cérebros dos políticos do Congresso americano. Mas o complô acabou descoberto pela mais nova funcionária do Congresso, a irmã de um senador, que se junta a uma médica e um homem obcecado por teorias de conspiração para impedir o apocalipse. Comprovando que o final foi antecipado aos integrantes da atração, Mary Elizabeth Winstead já está escalada para nova série em 2017. Ela foi contratada para a 3ª temporada de “Fargo”, ao lado de Ewan McGregor (“Álbum de Família”) e Carrie Coon (série “The Leftovers”). Já “American Gothic” era um melodrama criminal criado por Corinne Brinkerhoff (também de “The Good Wife”) que também teve 13 episódios exibidos. A trama acompanhava os desdobramentos da morte do patriarca de uma família importante, especialmente a descoberta de que o falecido poderia ter sido um serial killer. E pior: alguém da família foi seu cúmplice. Mas o mistério não rendeu público.
Murder in the First é cancelada no final da 3ª temporada
O canal pago americano TNT anunciou o cancelamento da série policial “Murder in the First” após três temporadas. Estrelada por Taye Diggs (série “Private Practice”) e Kathleen Robertson (série “Bates Motel”), a série apresentava a cada temporada uma nova investigação criminal na cidade de San Francisco. A 3ª temporada terminou no dia 4 de setembro nos Estados Unidos, com uma audiência de 1,6 milhão de telespectadores na primeira exibição (Live + Same Day), a mais baixa do canal. Criada por Steven Bochco (série “Nova York Contra o Crime”) e o estreante Eric Lodal, a série também era uma das últimas atrações policiais do canal, que já foi conhecido por suas séries procedurais. Nos últimos anos, porém, o antigo lar de “The Closer” vem dando adeus às investigações criminais para investir mais em séries de gênero e dramas sombrios. Além de “Murder in the First”, a bem-sucedida “Rizzoli & Isles” também chegou ao fim em setembro.
Black Sails: Última temporada da série de piratas ganha trailer épico
O canal pago americano Starz divulgou o pôster e o trailer épico da 4ª e última temporada da série de piratas “Black Sails”. A prévia revela cenas de combate intenso, na busca dos piratas por retomar o controle da ilha de Nova Providência das forças do governo britânico, além de traições, reviravoltas e a ascensão de Long John Silver. Uma das melhores e mais subestimadas atrações da TV americana, a série é produzida pelo cineasta Michael Bay (franquia “Transformers”) e inspirada no clássico “A Ilha do Tesouro”, romance de Robert Louis Stevenson publicado no final do século 19. Criação de Jon Steinberg e Robert Levine (ambos roteiristas das séries “Jericho” e “Human Target”), a série se passa antes dos eventos do livro de Stevenson e acompanha a tripulação do Capitão Flint (Toby Stephens, de “007 – Um Novo Dia Para Morrer”), o pirata mais temido da história, além de mostrar como John Silver (Luke Arnold) virou o mais famoso pirata de perna de pau da literatura. A estes dois, ainda se junta na luta final o célebre pirata Barba Negra, vivido por Ray Stevenson (“Divergente”). Filmada em locações na África do Sul, a 4ª temporada vai estrear em 29 de janeiro nos EUA. No Brasil, a série é exibida pelo Fox Action e também pela Netflix.
Série Archer deve acabar na 10ª temporada
A série animada “Archer” deve acabar após completar a encomenda de seus novos episódios. Vencedora do Emmy 2016 de Melhor Série Animada, a atração foi recentemente renovada por mais três anos, que a fariam chegar até a 10ª temporada, prevista apenas para 2019. Segundo o criador Adam Reed, a ideia é terminar a série após o 10º ano. “Eu não sei se a emissora já anunciou isso, mas a ideia é fazer essas três temporadas mais curtas, de oito episódios, e totalmente diferentes entre si, e depois finalizar”, ele explicou, durante um podcast realizado na semana passada. Ainda segundo Reed, a 7ª temporada, exibida neste ano, deveria ter sido a última, mas ele teve “uma epifania” que o fez ter ideias para mais três anos finais. Paródia hilária de séries e filmes clássicos de espionagem, “Archer” é uma criação de Adam Reed, que ficou conhecido pela paródia animada “Laboratório Submarino 2021”, sátira de um desenho clássico de 1972. A série acompanha o espião Sterling Archer, que atende pelo codinome nada másculo de Duquesa e trabalha para sua dominadora mãe e chefe, Malory, numa agência de espionagem internacional. O elenco de dublagem original destaca H. Jon Benjamin (série “Master of None”) como a voz de Archer, Jessica Walter (série “Arrested Development”) como Malory, Aisha Tyler (série “Criminal Minds”) como a sexy espiã negra Lana Kane e Judy Greer (“Homem-Formiga”) como a sexy secretária da agência secreta Cheryl Tunt. A 8ª temporada de Archer será exibida em 2017 nos EUA.
Série animada Hora da Aventura vai acabar em 2018
O Cartoon Network anunciou que a série animada “Hora de Aventura”, vencedora do Emmy, vai terminar em 2018. Mas a despedida será caprichada. Nos próximos dois anos, a série ganhará especiais, minisséries e seus episódios finais. Criada por Pendleton Ward (roterista de “As Trapalhadas de Flapjack”), a série vai estrear em novembro sua 7ª temporada e vai produzir episódios inéditos até sua 10ª e última temporada. Mesmo com o cancelamento, “Hora de Aventura” manterá seu lugar na história do Cartoon Network, como uma das séries mais queridas, premiadas e duradouras do canal pago infantil. E, como se não bastasse, a produção da série também acabou virando uma incubadora de talentos, gerando sucessos como: “Steven Universo”, “Over The Garden Wall” e “Clarence”. Já num clima de despedida, o criador da animação declarou, em comunicado: “‘Hora de Aventura’ foi um projeto de paixão, todas as pessoas da equipe derramaram seu coração para criar a arte e essas histórias. Nós tentamos colocar em cada episódio algo genuíno e com uma mensagem sobre nossas vidas, o show era algo muito pessoal para nós, e de algum jeito nós encaixávamos piadas nesse meio! Estou muito feliz que ele tenha se conectado com uma audiência por tanto tempo. É uma coisa especial”. Ao todo, a série completará 142 episódios, acompanhando a jornada nonsense de Jake, o cão, e Finn, o garoto. Juntos, eles combatem ameaças e estabelecem a desordem adorável na Ilha de Ooo. No Brasil, a série também é exibida pelo canal Cartoon Network e disponibilizada pela Netflix.
Série Aquarius é cancelada ao final da 2ª temporada
A rede NBC anunciou oficialmente o cancelamento da série “Aquarius”, estrelada por David Duchovny, após duas temporadas de baixa audiência. O programa já parecia destinado ao cancelamento quando a emissora decidiu mudar seu dia de exibição de quinta para sábado, nos episódios finais exibidos em agosto. Em geral, as emissoras americanas não exibem inéditos de séries nas noites de sábado, considerado um dia “morto” da TV. De todo modo, a história chegou a seu final natural, mostrando os assassinatos cometidos pela “família” de Charles Manson. Uma 3ª temporada teria apenas os julgamentos para se focar. Criada pelo roteirista John McNamara (de “In Plain Sight” e “Fastlane”), a série acompanhou o policial (Duchovny) que investigou o vigarista que encantou e reuniu diversas mulheres para formar uma “família” de seguidores, capazes de fazer tudo por ele: ninguém menos que o psicopata Charles Manson (Gethin Anthony, da série “Game of Thrones”). O elenco ainda contava com Grey Damon (série “Friday Night Lights”), Claire Holt (série “The Originals”), Emma Dumont (série “Bunheads”), Michaela McManus (série “The Vampire Diaries”), Chance Kelly (série “Fringe”), Tara Lynne Barr (“6 Miranda Drive”), Gaius Charles (série “Grey’s Anatomy”) e Ambyr Childers (série “Ray Donovan”). Com o fim de “Aquarius” e “The Fall”, estrelada por Gillian Anderson, os dois atores ficaram com as agendas livres para se dedicarem a uma nova temporada de “Arquivo X”.
The Strain é renovada para a 4ª e última temporada
O canal pago americano FX renovou “The Strain” para sua 4ª temporada, que será o final da série. Isto representa uma temporada a mais que o plano original dos produtores. Quando foi aprovada, a série deveria adaptar um livro por ano da “Trilogia da Escuridão”, escrita pelo cineasta Guillermo Del Toro (“A Colina Escarlate”) e pelo escritor Chuck Hogan (“Atração Perigosa”), mas a trama acabou se estendendo um mais. O produtor Carlton Cuse (“Bates Motel”) contou, em comunicado, que a decisão de encerrar a série partiu da equipe criativa, para não ir além da história original. “É uma verdadeira alegria trabalhar no FX, onde intenções criativas sempre vem em primeiro lugar”, ele disse. “Nosso plano era para a série durar três anos, mas ela se expandiu. Com o fim da 3ª temporada, Guillermo, Chuck e eu sentimos que o restante da história deveria ser contada em apenas mais uma temporada. Temos um plano fantástico para uma emocionante e climática 4ª temporada. Estamos profundamente gratos ao FX por apoiar a nossa visão e por nos permitir terminar a produção seguindo nosso próprio calendário”. A série vem perdendo audiência, ano após ano, e a atual temporada está registrando uma média de 1 milhão de telespectadores por episódio. Mesmo assim o diretor do FX Nick Grad lamentou, no comunicado, o fim da atração. “Embora estejamos tristes por vê-la acabar, apoiamos plenamente a maneira com que eles estão construindo a conclusão dramática da 4ª temporada”, ele declarou. “The Strain” tornou-se, assim, a terceira série consecutiva do FX a anunciar seu fim nos últimos dias. Mas enquanto seus episódios de terror continuarão a ser produzidos por mais um ano, “Tyrant” e “Sex & Drugs & Rock & Roll” não retornarão à TV em 2017.
Orphan Black: BBC America faz vídeo para celebrar vitória de Tatiana Maslany no Emmy 2016
O canal pago BBC America produziu um vídeo de congratulações para Tatiana Maslany, vencedora do Emmy de Melhor Atriz pela série “Orphan Black”. É a primeira vez que uma produção original da subsidiária americana da BBC vence um troféu na principal premiação da televisão dos EUA. Para completar, o canal também disponibilizou o vídeo que recapitula a série, exibido durante a Comic-Con, com ênfase na performance de Maslany. “Orphan Black” foi renovada em junho para sua 5ª temporada, anunciada na ocasião como final da série. Com a exposição conquistada no Emmy, pode ser que os planos mudem. Afinal, um dos motivos para o cancelamento era a baixa audiência. A 4ª temporada teve uma média de apenas 247 mil telespectadores por episódio ao vivo, quase metade do público que sintonizou seus episódios iniciais em 2013 – 438 mil telespectadores. Criada por dois autores respeitados do gênero terror, John Fawcett (diretor e roteirista do ótimo filme de lobisomem “Possuída”) e Graeme Manson (roteirista do cultuado horror “O Cubo”), a série será sempre lembrada por colocar em evidência o talento de Tatiana Maslany. Na trama, ela já interpretou mais de uma dezena de personagens diferentes, clones que vão se conhecendo à medida em que a trama avança, revelando uma grande conspiração científica. No Brasil, a série está no catálogo do serviço de streaming Netflix.
Série criada pelo diretor de Quase Famosos, Roadies é cancelada no fim da 1ª temporada
A série “Roadies”, primeira incursão televisiva do cineasta Cameron Crowe, de “Jerry Maguire” (1996) e “Quase famosos” (2000), foi cancelada depois de apenas uma temporada. O canal pago americano Showtime decidiu não renovar a atração. Escrita e dirigida por Cameron, a série focava o pouco decantado mundo dos roadies, assistentes de palco que fazem o transporte e a montagem dos equipamentos antes dos shows. A trama acompanhava uma grande turnê de rock pelos EUA, descrita, durante a divulgação original, como a combinação de um filme de Fellini com um episódio da série dos Monkees. O elenco era cinematográfico e incluía Luke Wilson (“Legalmente Loira”), Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Imogen Poots (“Need for Speed”), Rafe Spall (“A Grande Aposta”) e Keisha Castle-Hughes (série “Game of Thrones”). O cancelamento representa um raro fracasso na carreira de seu produtor, que também é um cineasta famoso: J.J. Abrams, criador das séries “Lost” e “Fringe” e diretor de “Star Trek” (2009) e “Star Wars — O despertar da força” (2015) Num post em seu site, Crowe comentou o fim da empreitada: “Sou grato ao Showtime e a J.J. Abrams pela oportunidade da 1ª e única temporada de ‘Roadies’. Minha cabeça ainda está girando pela satisfação de trabalhar com esse elenco e equipe épicos. Apesar da gente ainda ter mil histórias para contar, esse trabalho acaba com uma história completa de dez horas sobre músicas e amor”, escreveu o cineasta. A crítica não foi tão autocomplacente. Com apenas 36% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a série foi considerada uma decepção crítica, além de nunca ter conquistado muito público, assistida em média por 300 mil pessoas ao vivo. “Roadies” foi a segunda série sobre o mundo do rock que não emplacou em 2016, após “Vinyl”, da HBO, produzida por Martin Scorsese e Mick Jagger, também ser cancelada ao término de sua temporada de estreia.












