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  • Série

    The Blacklist é renovada, mas The Blacklist: Redempton não voltará

    12 de maio de 2017 /

    A rede NBC anunciou a renovação da série “The Blacklist” para sua 5ª temporada. Infelizmente, ela não será acompanhada pelo spin-off “The Blacklist: Redemption”, que não terá mais episódios além dos exibidos neste ano. A série derivada, estrelada por Ryan Eggold e Famke Janssen, atraiu uma média de 4 milhões de telespectadores para os 8 capítulos de sua única temporada reduzida, exibidos durante hiato da série principal, entre fevereiro e abril. A audiência ficou 1 milhão abaixo do que “The Blacklist” costuma gerar. Por isso, sua continuação foi descartada. Em comunicado, a NBC anunciou que Ryan Eggold voltará a figurar no elenco fixo de “The Blacklist”, retomando o papel de Tom Keen. Assim, eventuais ramificações da história de “Redemption” serão resolvidas na trama da série-mãe. Embora tenha um desempenho apenas razoável ao vivo, com 5 milhões de telespectadores, “The Blacklist” praticamente dobra sua audiência quando somam-se todas as plataformas, atingindo 9,6 milhões. Graças à audiência digital, a série é atualmente a terceira produção mais popular da NBC, atrás apenas de “This Is Us” e “Chicago Fire”. Criada por Jon Bokenkamp, a série gira em torno de conspirações de grupos secretos, que o FBI tenta desmontar com base nas informações de um inesperado informante, o supervilão Raymond ‘Red’ Reddington (James Spader), cujas colaborações são sempre acompanhadas de segundas intenções. O elenco também inclui Megan Boone, Diego Klattenhoff, Harry Lennix, Amir Arison e Mozhan Marnò, que compõem a força-tarefa do FBI encarregada de realizar as missões da trama. Foram encomendados 22 novos episódios da série, que chegou a ir ao ar na TV aberta brasileira (Globo) com o título “Lista Negra”. Já na TV fechada, é “The Blacklist” mesmo, com exibição no canal pago AXN dos episódios mais recentes.

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  • Série

    Last Man Standing é cancelada após seis temporadas

    11 de maio de 2017 /

    A duradoura sitcom “Last Man Standing” foi cancelada pela rede americana ABC. Estrelada por Tim Allen (o dublador do astronauta Buzz Lightyear em “Toy Story”), a série chegou ao fim após seis temporadas. A decisão não levou em conta a audiência, já que “Last Man Standing” tem um dos públicos mais consistentes do canal. A 6ª temporada, encerrada em março, foi vista em média por 6,4 milhões de telespectadores, contra 6,7 milhões da temporada anterior. A diferença é muito pequena em relação à duplamente renovada “Modern Family”, assistida por 6,9 milhões ao vivo e em franco declínio – perdeu 1 milhão de telespectadores desde o ano passado. E reparem que “Last Man Standing” ainda tem a desvantagem de ser exibida às sextas, dia de pior audiência da TV americana. Mas enquanto “Modern Family” venceu prêmios e rende discussão, pouca gente cita a persistência de Tim Allen em contar as mesmas piadas conservadoras, semana após semana. De forma significativa, “Last Man Standing” nem sequer tem avaliação no site Rotten Tomatoes, porque a crítica simplesmente não se interessa por ela. Criada por Jack Burditt (roteirista das clássicas “Mad About You” e “Just Shoot Me”), a sitcom girava em torno do pai conservador de três meninas, que tenta manter sua masculinidade numa casa – e num mundo – cada vez mais feminista. A premissa é o avesso de “Modern Family”, em que o protagonista de “Last Man Standing” buscava defender seu ideal de “Old Family”, representando o público que elegeu Donald Trump – fye, Allen chegou a se fantasiar de Trump num episódio. Como suas reprises já são exibidas em outros canais, a ABC quis renegociar os custos de produção com a Fox TV. Mas a produtora não aceitou pagar mais pelos episódios, encarecidos pelo salário elevado de Tim Allen. Diante do impasse, a rede preferiu investir em um substituto mais barato ou que ela própria produzisse, encerrando a série.

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  • Filme,  Série

    Série Timeless é cancelada e deixa fãs sem final

    11 de maio de 2017 /

    A série de viagem no tempo “Timeless” foi cancelada pela rede NBC, deixando os fãs sem um final, após as reviravoltas e emoções interrompidas do último episódio de sua 1ª e agora única temporada. O criador Eric Kripke (pai de “Supernatural” e “Revolution”) confirmou a decisão da emissora no Twitter, dizendo-se surpreso e perturbado. Os produtores devem tentar colocar a série em outro canal, mas Kripke e o cocriador Shawn Ryan (“The Shield” e “Last Resort”) indicaram nas redes sociais que não estão otimistas em relação a esse caminho. Apesar da boa recepção da crítica (86% de aprovação no site Rotten Tomatoes), a série não obteve audiência suficiente para retornar. Após abrir com 7,5 milhões de telespectadores, a atração acabou perdendo mais da metade deste público, e os últimos episódios da temporada estavam registrando 2,9 milhões. Mesmo assim, “Timeless” tinha público em outras plataformas e um grupo de seguidores fiéis. “Timeless” acompanhava um trio de viajantes do tempo que perseguiam um criminoso por momentos importantes da história americana. Na trama, Goran Visnjic (série “Extant”) rouba uma máquina do tempo secreta de última geração com a intenção de destruir a América alterando o passado. A única esperança reside em uma inesperada equipe: um cientista (Malcolm Barrett, de “Better Off Ted”), um soldado (Matt Lanter, de “90210”) e uma professora de história (Abigail Spencer, de “Rectify”), que devem usar um protótipo da máquina para tentar impedir os planos do vilão.

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  • Série

    Próxima temporada de Scandal pode encerrar a série

    11 de maio de 2017 /

    A próxima temporada de “Scandal” deve ser a última da série. A rede ABC renovou a atração para sua 7ª temporada, que fontes dos sites TVLine e Deadline apontam como derradeira. Não houve anúncio formal ainda, e a ABC decidiu não comentar a notícia, mas a renovação teria vindo acompanhada de uma data final para concluir a trama, segundo rumores atribuídos à pessoas que trabalham na produção. Por enquanto, não há sequer informação do tamanho da temporada. O recém-encerrado 6º ano foi abreviado para acomodar a gravidez da estrela Kerrie Washington, e a ABC teria gostado do resultado. O canal já exibe uma temporada mais enxutada de “How To Get Away With Murder”, com 15 episódios anuais, contra os 22 dos outros dramas de sua programação. Mas a contagem vai depender da definição do arco final da série. A série produzida por Shonda Rhimes teve um começo humilde, como um tapa-buraco de sete episódios durante a midseason de 2012, mas disparou entre as atrações mais comentadas da TV americana a partir da 2ª temporada, graças a várias reviravoltas ao final de cada episódio e os chamados momentos OMG de sua trama. A 6ª e mais recente temporada abriu com a maior audiência já registrada pela atração: 7,6 milhões de telespectadores ao vivo. O último episódio, exibido na semana passada, atingiu 5,1 milhões.

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  • Série

    Sleepy Hollow é cancelada após quatro temporadas

    10 de maio de 2017 /

    A rede Fox anunciou o cancelamento da série sobrenatural “Sleepy Hollow”. A notícia não chega a surpreender, pois a 4ª e última temporada viu sua audiência desabar para menos de 2 milhões de telespectadores por episódio. A série simplesmente não conseguiu superar a perda da atriz Nicole Beharie, que, insatisfeita com os rumos da produção, pediu para sair e teve sua personagem, Abbie Mills, morta no final da 3ª temporada. Inspirada no conto gótico “A Lenda da Caverna Adormecida”, de Washington Irving, mais conhecido por seu título de Portugal, “A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça”, a série foi criada por Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores de “Fringe”), o estreante Phillip Iscove e o cineasta Len Wiseman (“Anjos da Noite”). Na trama, Ichabod Crane (Tom Mison, de “Amor Impossível”) desperta após 250 anos para impedir o fim do mundo, enfrentando ataques sobrenaturais, que incluem o Cavaleiro Sem Cabeça, mas também demônios e bruxaria. A permanência de Tom Mison como o protagonista Ichabod Crane não foi o suficiente para evitar a evasão de público. Em queda livre de audiência, a série que estreou em 2013 diante de 10 milhões de telespectadores ao vivo, iniciou sua última temporada em janeiro diante de apenas 2,2 milhões e foi perdendo cada vez mais público a cada episódio, encerrando sua trajetória diante de apenas 1,7 milhão de telespectadores nos Estados Unidos. O último episódio de “Sleepy Hollow” foi exibido no dia 31 de março.

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  • Série

    Rosewood é cancelada na 2ª temporada

    10 de maio de 2017 /

    Após duas temporadas de críticas muito negativas, a rede Fox anunciou o cancelamento de “Rosewood”. A série tinha meros 9% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O drama criminal era estrelado por Morris Chestnut (série “V”), que vivia o personagem-título, um médico legista tão bom que não conseguia evitar a arrogância, apesar de seu coração defeituoso, que já lhe rendera duas cirurgias. Na trama, ele formava dupla com uma detetive esquentadinha, vivida por Jaina Lee Ortiz (série “The Shop”). Passada em Miami, em meio a praias, lanchas, palmeiras e salsa, “Rosewood” foi criada por Todd Harthan (roteirista da série “Psych”) e era mais uma do subgênero dos procedurais legistas, produções policiais que resolvem um crime por episódio, usando cadáveres como ponto de partida – filhotes de “CSI”. A diferenciação ficava por conta do elenco multirracial, liderado por um ator negro e uma atriz latina. O cancelamento foi anunciado por Chestnut e Jaina Lee Ortiz nas redes sociais, e a série não retorna devido à queda de sua audiência. “Rosewood” caiu de 4,7 milhões de telespectadores para 3 milhões na 2ª temporada, marcando apenas 0.66 pontos no espectro demográfico dos adultos (18 a 49 anos) cobiçados pelos anunciantes. O último episódio foi ao ar no dia 28 de abril. No Brasil, a série era exibida no canal pago Fox Life.

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  • Série

    Trailer da 3ª e última temporada de Bloodline assinala fim dos segredos

    9 de maio de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer, o pôster e mais nove fotos da 3ª e última temporada de “Bloodline”. Ainda sem legendas, a prévia mostra os personagens dividido entre confessar os crimes da família e calar quem sabe demais. De ambos os jeitos, as mentiras começam a ser confrontadas. Criada pelos irmãos Glenn e Todd A. Kessler (criadores também da série “Damages”), a série gira em torno dos segredos da família Rayburn, bastante influente no interior da Florida. O elenco inclui os atores Kyle Chandler (série “Friday Night Lights”) e Ben Mendelsohn (“Rogue One”), que foram indicados ao Emmy 2016, além de Linda Cardelini (série “Mad Men”), Sissy Spacek (série “Big Love”), Norbert Leo Butz (“Jogo de Poder”), Chloë Sevigny (“Amor & Amizade”), Jamie McShane (“Garota Exemplar”), Jacinda Barrett (“Poseidon”) e Beau Bridges (“Os Descendentes”). A 3ª temporada chega ao serviço de streaming em 27 de maio.

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  • Série

    Série Emerald City é cancelada após a 1ª temporada

    7 de maio de 2017 /

    A rede americana NBC anunciou o cancelamento de “Emerald City”, série inspirada em “O Mágico de Oz”, após a exibição da 1ª temporada. “Emerald City” estreou em janeiro diante de 4,5 milhões de telespectadores e o registro de 1 ponto de audiência na demografia cobiçada pelos anunciantes. Mas, ao final da temporada, os números eram de apenas 2,9 milhões de telespectadores com 0.7 na demo. Para completar, a série não agradou à crítica, com apenas 39% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Desenvolvida por David Schulner (criador de “Do Not Harm”) como uma mistura improvável de “Once Upon a Time” e “Game of Thrones”, a trama de “Esmerald City” acompanhava Dorothy Gale (vivida pela porto-riquenha Adria Arjona, da série “True Detective”), uma jovem de 20 anos que chega à terra de Oz e se depara com uma luta pelo poder, sendo travada por grupos distintos. Os personagens clássicos da fábula de L. Frank Baum ainda incluem o Espantalho (o inglês Oliver Jackson-Cohen, de “Mr. Selfridge”), as Bruxas do Leste (a uganense Florence Kasumba, vista em “Capitão América: Guerra Civil”), Oeste (a romena Ana Ularu, de “Inferno”) e Sul (Joely Richardson, da série “Nip/Tuc”), além do Mágico que vive na Cidade Esmeralda (Vincent D’Onofrio, de “Jurassic World”, irreconhecível sob barba e perucão). A trama obscura não agradou, mas a produção chamou atenção pelo visual, com figurino, direção de arte e efeitos elaborados, uma marca, por sinal, de todos os trabalhos do cineasta Tarsem Singh (de “A Cela”, “Imortais”, “Espelho, Espelho Meu”), que assinou a direção dos 10 episódios.

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  • Etc

    Evento que traria Meryl Streep e Robin Wright a São Paulo é cancelado

    5 de maio de 2017 /

    O evento que traria as atrizes Meryl Streep e Robin Wright para um debate sobre o empoderamento feminino em São Paulo foi cancelado. Marcado para 29 de maio, o evento era uma iniciativa do Banco Santander Brasil, no qual as atrizes iriam falar sobre a posição da mulher no mercado de trabalho. O motivo do cancelamento não foi informado e a assessoria de imprensa do banco não informou se o encontro será reagendado ou simplesmente deixará de acontecer. Na época do anúncio da vinda das atrizes, o presidente da filial brasileira da instituição, Sergio Rial, afirmou em encontro com jornalistas que a proposta era “uma conversa sobre a mulher, a posição da mulher e a liderança feminina no mundo de hoje que se acelera”. A presença de Robin Wright também seria aproveitada pela Netflix para promover o lançamento da 5ª temporada da série “House of Cards”, que estreia em 30 de maio.

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  • Série

    Pitch é cancelada após a 1ª temporada

    2 de maio de 2017 /

    A rede Fox anunciou o cancelamento da série “Pitch” após a 1ª temporada. A série acompanha a história fictícia da primeira jogadora de beisebol na liga principal dos Estados Unidos e chegou a ser considerada uma das grandes promessas da temporada passada. Mas apesar de conquistar a crítica, com 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes, “Pitch” nunca teve grande público, chegando ao final de sua temporada inaugural com 2,8 milhões de espectadores, em dezembro. “Pitch” foi criada por Dan Fogelman, responsável pelo maior sucesso da temporada, “This Is Us”. O papel principal foi interpretado pela jovem Kylie Bunbury (série “Under the Dome”) e seu bom elenco de apoio incluía Ali Larter (série “Heroes”), Mark-Paul Gosselaar (série “Franklin & Bash”), Michael Beach (série “The 100”), Ryan Dorsey (série “Justified”) e o veterano Dan Lauria (o pai de Kevin na clássica “Anos Incríveis”).

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  • Série

    MTV cancela a série Sweet/Vicious

    2 de maio de 2017 /

    A MTV oficializou o cancelamento da série “Sweet/Vicious”. O programa tinha uma audiência baixíssima (a pior entre as séries da emissora), mas conquistou muitos elogios da crítica e rendeu assunto nas redes sociais. Por conta disso, a série havia escapado do anúncio de cortes do começo do ano, quando a emissora cancelou todas suas séries novatas de 2016 – “Loosely Exactly Nicole” e “Mary + Jane”, esta com o dobro de audiência de “Sweet/Vicious”. Na ocasião, presidente da emissora, Chris McCarthy, disse: “Nós amamos ‘Sweet/Vicious’ e estamos tentando descobrir como fazer funcionar”. Aparentemente, desistiram de tentar. Criada pela atriz Jennifer Kaytin Robinson, “Sweet/Vicious” acompanhava duas garotas universitárias, vividas por Eliza Bennett (série “Broadchurch”) e Taylor Dearden (série “101 Ways to Get Rejected”), que resolvem se unir para se vingar, com máscara e roupas pretas, dos estudantes machistas, estupradores e abusivos, levando o combate ao crime à era do empoderamento feminino.

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  • Filme

    Netflix pode produzir thriller passado na fronteira tríplice de Brasil, Paraguai e Argentina

    1 de maio de 2017 /

    O thriller de ação “Triple Frontier” ainda pode sair do papel. Após a desistência da Paramount, a Netflix demonstra interesse em levar adiante a produção, que deveria começar a ser filmada neste mês de maio na fronteira tríplice do Brasil, Argentina e Paraguai. O projeto naufragou quando os atores Channing Tatum (“Magic Mike”) e Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) cancelarem suas participações. Mas, segundo o site Deadline, a Neflix tentará atrair os irmãos Ben Affleck (“Batman vs Superman”) e Casey Affleck (“Manchester à Beira-Mar”) para o elenco, adiando as filmagens para o fim de 2017. Mesmo com as mudanças, o ator Mahershala Ali (“Moonlinght”) permaneceria na trama, sobre as ligações do crime organizado e do terrorismo islâmico na América do Sul. Com isso, o filme juntaria dois vencedores do Oscar 2017: Casey Affleck (Melhor Ator) e Mahershala Ali (Melhor Ator Coadjuvante). Baseado num roteiro escrito por Mark Boal (“A Hora Mais Escura” e “Guerra ao Terror”), o filme originalmente teria a direção de Kathryn Bigelow (também de “A Hora Mais Escura” e “Guerra ao Terror”), mas a demora em conseguir sinal verde fez a cineasta assumir outros compromissos. Com isso, o diretor J.C. Chandor (“O Ano Mais Violento”) ficou encarregado de comandar as filmagens e também trabalhava no aprimoramento do roteiro. De acordo com informações da revista Empire, o novo texto apresentado por Chandor teria sido o estopim da implosão. A reescrita não teria agradado Hardy e Tatum, que optaram por deixar o longa a um mês do início das filmagens. A decisão dos atores fez a Paramount, que passa por um conturbado processo de transição de poder, desistir do projeto. Ironicamente, o filme chegou a ser considerado um veículo para grandes astros. A certa altura de seu longo desenvolvimento, esteve perto de ser estrelado por Johnny Depp, Will Smith e Tom Hanks.

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  • Série

    Série Powerless é cancelada

    28 de abril de 2017 /

    A série “Powerless”, comédia passada no mundo dos super-heróis da DC Comics, foi informalmente cancelada pela rede NBC. A atração já deixou de ser exibida e, segundo o site The Hollywood Reporter, a emissora não tem planos de colocar no ar os dois capítulos finais da temporada. O capítulo que iria ao ar na quinta (27/4) mostraria as consequências de viagens no tempo e o episódio final contaria com a participação de Adam West, protagonista da série “Batman” dos anos 1960. “Powerless” estreou em fevereiro sintonizada por 3 milhões de telespectadores e só perdeu público desde então, mantendo uma média de 2,1 milhões ao vivo. Um anúncio oficial sobre o cancelamento só deverá ocorrer durante os upfronts, que acontecem em maio, quando as redes americanas anunciam suas programações para a próxima temporada. Definida como “The Office” com super-heróis, a atração foi desenvolvida por Ben Queen (roteirista de “Carros 2” e criador de “A to Z”) e não é baseada em nenhuma revista específica, focando personagens criados para a TV, como o primo menos famoso de Bruce Wayne, Van Wayne, interpretado por Alan Tudyk (a voz do robô K-2SO em “Rogue One”). O elenco também incluía Vanessa Hudgens (“Spring Breakers”), Danny Pudi (série “Community”), Christina Kirk (série “A to Z”) e Ron Funches (série “Undateable”).

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