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  • Série

    Trailer de 5 minutos da nova série Young Sheldon é sensacional

    18 de maio de 2017 /

    A rede CBS divulgou as fotos e o primeiro trailer de “Young Sheldon”, série de comédia que tem tudo para se tornar a mais bem-sucedida da próxima temporada. Spin-off de “The Big Bang Theory” centrado na infância do personagem vivido por Jim Parsons, a série destaca um prodígio real, o jovem Iain Armitage, que interpreta o prodígio da ficção. A prévia faz rir e também é emocionante, ao mostrar como o pequeno gênio interagia na infância com sua família e escola normais. A ligação com a série principal é garantida com uma introdução feita por cenas de “The Big Bang Theory” e narração deliciosa do próprio Jim Parsons, que dá sua versão para os eventos mostrados, ao mesmo tempo em que o artifício aproxima a produção do clima nostálgico de “Anos Incríveis” e “The Goldbergs”, com direito à evocação do final dos anos 1980. Grande achado da produção, Iain Armitage tem apenas oito anos de idade, mas sua dedicação à dramaturgia é tanta que, além de atuar, ele mantém um canal no YouTube onde faz críticas de teatro. Sério. Ele também foi visto recentemente na minissérie “Big Little Lies”, interpretando o filho de Shailene Woodley (“A Culpa É das Estrelas”). Mas o casting mais curioso é o da mãe de Sheldon, Mary Cooper. Ela será vivida por Zoe Perry (série “The Family”), que na vida real é filha de Laurie Metcalf, que interpreta a versão mais velha da personagem na série original. A família Cooper ainda inclui Lance Barber (série “The Comeback”) como o pai e as crianças Raegan Revord (vista em dois episódios de “Modern Family”) e o estreante Montana Jordan como os irmãos de Sheldon. “Young Sheldon” foi desenvolvida pelo criador e um dos roteiristas principais de “The Big Bang Theory”, respectivamente Chuck Lorre e Steven Molaro, e o piloto dirigido pelo cineasta Jon Favreau (de “Homem de Ferro” e “Mogli, o Menino Lobo”) A série estreia em 25 de setembro nos Estados Unidos.

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  • Série

    The Odd Couple, Pure Genius, Training Day e Doubt são oficialmente canceladas

    17 de maio de 2017 /

    A rede CBS oficializou os cancelamentos das séries “The Odd Couple”, “Training Day”, “Pure Genius” e “Doubt”. As quatro já estavam informalmente canceladas. Única “veterana” da lista, a produção de “The Odd Couple” foi interrompida ao final da 3ª temporada. O Matthew Perry compartilhou a notícia em abril, em seu Twitter. Remake de uma série clássica dos anos 1970, por sua vez inspirada no filme “Um Estranho Casal” (1968), a nova versão da história dos dois solteiros (Perry e Thomas Lennon) que dividem um apartamento nunca conseguiu emplacar uma boa audiência, exibindo apenas temporadas reduzidas – de 12 a 13 episódios – nos três anos em que esteve no ar. Curiosamente, seus números seriam suficientes para garantir renovação em outro canal. A última temporada registrou média de 4,9 milhões de telespectadores. Infelizmente, a CBS, como líder de audiência, exige mais público que as demais emissoras para manter uma série no ar. As outras três séries eram estreantes e tiveram seus destinos determinados com mais antecedência. “Pure Genius” teve apenas 13 episódios exibidos, mas poderia até ser considerada um sucesso, com média de 5,3 milhões de telespectadores. Seu problema era o tipo de público que alcançava, marcando apenas 0,86 pontos na demografia-chave para os anunciantes (adultos de 18 a 49 anos). Criação de Jason Katims e Sarah Watson (ambos de “Parenthood”), sua trama se passava num hospital high tech, financiado por um bilionário do Vale do Silício (Augustus Prew, da série “The Borgias”), que aplicava o que havia de mais moderno e revolucionário na Medicina para tratar casos complexos, na esperança de que seus médicos pudessem curar sua própria doença rara. O bom elenco incluía Dermot Mulroney (“Sobrenatural: A Origem”), Odette Annable (séries “House” e “Banshee”), Brenda Song (série “Dads”), Reshma Shetty (série “Royal Pains”), Ward Horton (“Annabelle”) e Matthew John Armstrong (série “Heroes”). “Training Day” foi um fiasco de público e crítica, com 3,4 milhões de telespectadores e míseros 21% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas o final da série se tornou inevitável devido a um fator trágico: a morte inesperada de Bill Paxton, seu protagonista. Criada por Will Beall (roteirista do fraco “Caça aos Gângsteres”), a série era inspirada pelo filme “Dia de Treinamento” (2001). Paxton tinha o papel equivalente ao que rendeu o Oscar a Denzel Washington, como o policial corrupto que recebe a missão de treinar um novato, um jovem negro idealista, vivido pelo quase estreante Justin Cornwell (visto antes num episódio de “Chicago P.D.”), numa inversão das etnias dos protagonistas do filme. A versão televisiva ainda incluía outros jovens policiais, interpretados por Katrina Law (série “Arrow”) e Drew Van Acker (série “Pretty Little Liars”). Por fim, “Doubt” foi o grande fiasco da temporada, tirada do ar após a exibição de apenas dois episódios. Os capítulos chegaram a ter média de 4,6 milhões de telespectadores, mas somente 0,66 pontos na demo. Criação do casal Tony Phelan e Joan Rater (de “Grey’s Anatomy”), “Doubt” era estrelada por Katherine Heigl (também ex-“Grey’s Anatomy”), que interpretava uma advogada impulsiva, atraída por um cliente suspeito de assassinar a própria esposa. O elenco também incluía Steven Pasquale (série “Rescue Me”), Laverne Cox (série “Orange Is the New Black”), Dulé Hill (série “Psych”), Dreama Walker (série “Apartment 23”) e o veterano Elliott Gould (“Onze Homens e um Segredo”).

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  • Série

    Frequency e No Tomorrow ganham epílogos com desfechos das séries

    16 de maio de 2017 /

    A rede CW surpreendeu com uma iniciativa nobre para atender aos fãs de suas séries canceladas “Frequency” e “No Tomorrow”. Ambas saíram do ar sem um final, mas o canal divulgou em seu aplicativo desfechos criados especialmente para encerrar suas tramas. No caso de “Frequency”, trata-se de um vídeo de cerca de quatro minutos, em que a detetive policial Raimy Sullivan (Peyton List) fala pela última vez com seu pai Frank Sullivan (Riley Smith). Veja abaixo. Já “No Tomorrow” ganhou um final estendido de dois minutos, com um texto explicando o que aconteceu com os personagens. Infelizmente, este vídeo só está disponível no aplicativo para residentes nos Estados Unidos. Frequency CW Series Epilogue – The Unaired Final Series Ending from Frequency Fan on Vimeo.

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  • Série

    Scream Queens é cancelada após duas temporadas

    15 de maio de 2017 /

    A Fox anunciou o cancelamento de “Scream Queens” após duas temporadas. Já esperado, o final da série foi confirmado pelo presidente da rede, Gary Newman, durante a apresentação da programação de outono da Fox para a imprensa e anunciantes – evento conhecido como upfront. “É uma série de antologia, e Ryan sentiu que ele contou a história ao longo das duas temporadas, ele sentiu a história estava completa”, disse Newman, referindo-se ao criador da atração, Ryan Murphy. “Não há planos para voltar e contar mais histórias”, completou. Mas Murphy estará de volta à Fox na próxima temporada com uma nova série, seu primeiro drama na TV aberta, “9-1-1”, estrelado por Angela Bassett, com quem trabalhou em “American Horror Story”. Sátira de terror, “Scream Queens” nunca teve uma boa audiência e só se manteve no ar por duas temporadas por conta do prestígio de Murphy. De fato, a série foi o único equívoco da carreira do produtor, que já lançou sucessos como “Estética” (Nip/Tuck), “Glee”, “American Horror Story”, “American Crime Story” e o recente “Feud”. A 1ª temporada, vista por 2,7 milhões de telespectadores, acompanhava a matança de um serial killer num campus universitário, enquanto a 2ª, sintonizada por apenas 1,4 milhão, mostrou as personagens sobreviventes num hospital suspeito. Apesar do tom trash e das piadas fracas, a crítica norte-americana parecia gostar da atração, como mostram os 76% de aprovação no site Rotten Tomatoes. De forma sintomática, antes mesmo do destino da série ser definido, duas de suas protagonistas já tinham avisado que não voltariam: Keke Palmer entrou na série “Berlin Station”, do canal pago Epix, e Lea Michele gravou o piloto de “The Mayor”, para a rede ABC. O bom elenco de “Screem Queens” ainda incluía Emma Roberts, Jamie Lee Curtis, Abigail Breslin e Billie Lourd.

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  • Série

    Confira a lista completa das mais de 20 séries canceladas na temporada de cortes da TV americana

    14 de maio de 2017 /

    As grandes redes americanas se preparam para anunciar suas novas programações televisivas para a temporada de outono e verão, mas o ritual inclui também a revelação de cortes. A tradição de definir renovações e cancelamentos na última hora rendeu uma grande concentração de baixas na semana passada. Foram cortes sangrentos, com mais de 20 vítimas. A lista de séries canceladas inclui atrações veteranas como “2 Broke Girls” e “Last Man Standing”, ambas com seis temporadas, cultuadas como “Sleepy Hollow”, muitas novatas, como “The Blacklist: Redemption” e “Making History”, e até atrações premiadas com o Emmy, como “American Crime”. Alguns títulos já tinham saído do ar e aguardavam apenas a confirmação da guilhotina. Outros surpreenderam por parecer que iam continuar por mais uma temporada. “2 Broke Girls” foi a série que durou mais, com 138 episódios, enquanto “Doubt”, estrelada por Katherine Heigl, representa o outro extremo, saindo do ar com apenas dois episódios exibidos. O detalhe é que ainda não acabou. Séries como “Chicago: Justice”, “Quantico” e “Code Black”, entre outras, ainda não tiveram seu destino definido. Ou seja, há mais uma semana de definições pela frente. Quem perdeu de vista todos os cortes, já que foram muitos, pode checar abaixo a lista das séries que já tiveram seu final decretado. Clique nos títulos de cada uma delas para saber o que levou as redes a interromper suas produções, acessando informações como audiência e bastidores das negociações. Eis as séries que acabaram em 2017 por decisão das redes de TV aberta dos Estados Unidos: “2 Broke Girls” (CBS) – exibida no Brasil pelo canal pago Warner e SBT “American Crime” (ABC) – AXN e Netflix “APB” (Fox) – inédita no Brasil “Conviction” (ABC) – inédita no Brasil “Dr. Ken” (ABC) – inédita no Brasil “Doubt” (CBS) – inédita no Brasil “Emerald City” (NBC) – Fox1 “Frequency” (CW) – Warner “Imaginary Mary” (ABC) – inédita no Brasil “Last Man Standing” (ABC) – Comedy Central “Making History” (Fox) – inédita no Brasil “No Tomorrow” (CW) – inédita no Brasil “Notorious” (ABC) – inédita no Brasil “Pitch” (Fox) – inédita no Brasil “Powerless” (NBC) – Warner “Pure Genius” (CBS) – Universal “Rosewood” (Fox) – Fox Life “Secrets and Lies” (ABC) – Canal Sony e Netflix “Sleepy Hollow” (Fox) – Fox, Band e Netflix “Son of Zorn” (Fox) – FX “The Blacklist: Redemption” (NBC) – AXN “The Catch” (ABC) – Canal Sony e Crackle “The Great Indoors” (CBS) – inédita no Brasil “The Real O’Neals” (ABC) – inédita no Brasil “Time After Time” (ABC) – inédita no Brasil Além destas, as séries “Bones” (Fox), “Grimm” (NBC), “Reign” (CW) e “The Vampire Diaries” (CW) também exibiram seus capítulos finais, mas foram avisadas ou negociaram o encerramento com bastante antecedência, fora da temporada de cortes, e puderam conduzir suas tramas a uma conclusão planejada.

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    Série Timeless tem cancelamento revertido e é renovada para a 2ª temporada

    14 de maio de 2017 /

    A série “Timeless” conseguiu uma façanha, mudando a história de forma real. A atração sobre viajantes do tempo teve seu cancelamento anunciado pela rede NBC, mas em poucas horas os fãs se mobilizaram, lançando uma campanha por seu resgate, inconformados pela interrupção sem uma conclusão. A mobilização sensibilizou a NBC e a rede voltou atrás, anunciando a renovação de “Timeless” para a 2ª temporada. Que cliffhanger de final de temporada! Ao comemorar a reversão do cancelamento, Eric Kripke, um dos criadores de “Timeless”, escreveu no Twitter que sua equipe tinha viajado no tempo para mudar a decisão da CBS, numa referência à trama da série. Além das campanhas dos fãs, “Timeless” liderou uma pesquisa do jornal USA Today sobre quais séries canceladas mereciam ter sido renovadas. Desenvolvida por Kripke (criador também de “Supernatural” e “Revolution”) e Shawn Ryan (“The Shield” e “Last Resort”), a atração acompanha um trio de viajantes do tempo que persegue um criminoso por momentos importantes da história americana. Na trama, Goran Visnjic (série “Extant”) rouba uma máquina do tempo secreta de última geração com a intenção de destruir a América alterando o passado. A única esperança reside em uma inesperada equipe: um cientista (Malcolm Barrett, de “Better Off Ted”), um soldado (Matt Lanter, de “90210”) e uma professora de história (Abigail Spencer, de “Rectify”), que devem usar um protótipo da máquina para tentar impedir os planos do vilão. The #TimeTeam went back 3 days, and changed history. @nbc picked us up for 10 episodes. Seriously. Airs next summer. #TimelessRenewed pic.twitter.com/SDkeShlByL — Eric Kripke (@therealKripke) 13 de maio de 2017

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  • Série

    Segredos e Mentiras é cancelada após 2ª temporada

    14 de maio de 2017 /

    A rede ABC anunciou o cancelamento de “Segredos e Mentiras” (Secrets and Lies) após a 2ª temporada. A série viu sua audiência desabar para 3,2 milhões de telespectadores, um tombo insuperável diante de uma temporada inaugural com média de 5,6 milhões. O resultado demonstra que os produtores não souberam continuar a premissa. Desenvolvida por Barbie Kligman (roteirista de “The Vampire Diaries” e “Private Practice”), a série era remake de uma minissérie australiana de mesmo nome. O detalhe é que a original contava toda a sua história, uma investigação de homicídio, em apenas seis episódios, enquanto a versão americana esticou o enredo por 10 capítulos na 1ª temporada. Com a resolução da trama inicial, apenas a personagem de Juliette Lewis retornou no segundo ano. Mas o novo caso, totalmente criado pelos roteiristas americanos, não empolgou como a reciclagem da ideia australiana. O novo caso investigado pela detetive Andrea Cornell (Juliette Lewis) envolvia o assassinato da mulher de um herdeiro milionário. E, como de praxe, o marido era o principal suspeito. A crítica odiou, rendendo rejeição no Rotten Tomatoes – média de 35%. No Brasil, a série foi exibida pelo canal pago Sony com o título traduzido para o português.

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  • Série

    Dr. Ken é cancelada após duas temporadas

    13 de maio de 2017 /

    A rede ABC cancelou a série de comédia “Dr. Ken”, após duas temporadas. A série estrelada por Ken Jeong (franquia “Se Beber, Não Case”) caiu de 5,2 milhões de telespectadores em sua temporada inaugural para 4 milhões no episódio final exibido em março. Embora a ABC tenha renovado diversas séries com menor audiência, “Dr. Ken” não emplacou na demo, marcando apenas 0,88 pontos entre o público mais cobiçado dos anunciantes (entre 18 e 49 anos de idade). Além disso, o consenso da crítica é que a produção era completamente sem graça, obtendo a pior avaliação entre as séries do canal, com apenas 7% de aprovação (cotação: lixo) no site Rotten Tomatoes. “Dr. Ken” trazia Ken Jeong revivendo seus dias de médico. Ele é formado em medicina pela Universidade da Carolina do Norte e fez residência na Ochsner Medical Center em Nova Orleans antes de virar comediante. Mas os episódios não faziam muito uso de sua experiência real, já que os diagnósticos vistos em cena se resumiam a comentários superficiais – o paciente “é gordo”, por exemplo. Na verdade, a série criada por Jeong, John Fox (série “The Player”) e Jared Stern (“Lego Batman – O Filme”) não sabia se era uma sitcom de ambiente de trabalho ou uma velha e tradicional comédia de família, já que também privilegiava as piadas em torno do lar do protagonista. Tudo ao som das risadinhas das claques de séries do século passado.

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  • Série

    The Great Indoors é cancelada ao final da 1ª temporada

    13 de maio de 2017 /

    A rede CBS anunciou o cancelamento de “The Great Indoors” após o final de sua 1ª temporada, que foi ao ar na segunda-feira (8/5). A decisão já era esperada, pois a sitcom estrelada por Joel McHale (série “Community”) foi a única comédia estreante que não recebeu encomenda de 2ª temporada em março, quando a CBS anunciou de uma só vez a renovação de 13 séries. “The Great Indoors” tinha uma audiência média de 6,9 milhões de telespectadores, mas seu último episódio foi visto por quase metade desse público, ressaltando uma tendência de queda. Por liderar a audiência da TV americana, a CBS exige números altamente competitivos, que muitas séries que seriam sucesso em outros canais não conseguem atingir. Criada por Dana Fox (roteirista de “Como Ser Solteira”), Mike Gibbons (criador de “Tosh.0”) e Alex Reid (roteirista da série “Samantha Who?”), “The Great Indoors” era uma sitcom tradicional de ambiente de trabalho, com claque de risadinhas. A trama girava em torno de um repórter aventureiro (McHale) que é chamado por seu chefe (Stephen Fry, de “24 Horas: Viva Um Novo Dia”) para comandar a redação online da sua revista. Por conta disso, ele se vê trabalhando com um grupo de jovens adultos com a mentalidade do novo milênio, cuja ideia de aventura é brincar de videogame. O elenco também incluía Christopher Mintz-Plasse (“Kick-Ass”), Susannah Fielding (série “I Want My Wife Back”), Brianne Howey (“Eu Quero Matar Meu Chefe 2”) e Shaun Brown (série “True Blood”).

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  • Série

    2 Broke Girls é cancelada após seis temporadas

    13 de maio de 2017 /

    A rede CBS cancelou a série de comédia “2 Broke Girls” após seis temporadas. O problema não foi a audiência, aceitável em torno de 5,6 milhões de telespectadores, mesmo com viés de queda. As dificuldades nas negociações com a produtora Warner Bros. TV, em torno de um novo contrato, levaram a um impasse e o canal optou por abandonar a atração, que em sua temporada inicial foi um sucesso retumbante, vista por 11,2 milhões em 2012. Segundo o site Deadline, o nó da discórdia foi justamente o sucesso da atração. Como a CBS não produz, apenas exibe a série, a Warner lucrava sozinha com as reprises. Só o canal TBS estava pagando US$ 1,7 milhão por episódio reprisado. A CBS quis ganhar uma fatia disso para continuar financiando a produção. Como a Warner não aceitou, a rede decidiu não pagar por novos capítulos. Criada por Michael Patrick King (roteirista de “Sex and the City”) e Whitney Cumming (“Whitney”), “2 Broke Girls” girava em torno das personagens de Kat Dennings (“Thor”) e Beth Behrs (“Doris, Redescobrindo o Amor”), garotas de realidades sociais diferentes, que as dificuldades financeiras aproximaram, ao se tornarem colegas de trabalho em uma lanchonete. Kat Dennings foi ao Twitter agradecer aos fãs pela audiência dos seis anos da série. “Estamos muito orgulhosos do nosso tempo em ‘2 Broke Girls’ e de todas as coisas que esta experiência nos deu, sendo a mais preciosa a nossa amizade para o resto da vida”, diz um texto que ela assina com Beth Behrs. No Brasil, a série era exibida no canal pago Warner, mas também chegou a passar no SBT como “Duas Garotas em Apuros”, uma tradução que não refletia a situação econômica do título original. pic.twitter.com/aEKCqy5Jeq — Kat Dennings (@OfficialKat) May 13, 2017

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  • Série

    American Crime é cancelada após três temporadas e prêmios do Emmy

    13 de maio de 2017 /

    A rede ABC anunciou o cancelamento mais sentido do ano, até o momento. A série “American Crime” não voltará, após três temporadas consagradas pela crítica e premiadas pelo Emmy. Apesar dos 97% de aprovação crítica, registrados no site Rotten Tomatoes, a atração não tinha grande público. A média da 3ª e última temporada, encerrada em abril, foi de 1,9 milhão de telespectadores. Isto representou uma queda de quase metade da sintonia da temporada anterior, vista por 3,7 milhões. Fontes do Deadline apuraram que a ABC tentou de tudo para manter a série em sua programação, inclusive considerando uma 4{ temporada de apenas seis episódios, mas não houve acordo financeiro para tanto. Criada por John Ridley (vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “12 Anos de Escravidão”), a produção seguia o formato de antologia, contando uma história diferente, como novos personagens, a cada temporada, sempre se desdobrando em torno de um crime relacionado à injustiças sociais. Apesar do formato, assim como “American Horror Story”, boa parte do elenco se manteve intacto nos três anos da produção, que foram estrelados por Felicity Huffman (série “Desperate Housewives”), Timothy Hutton (série “Leverage”), Lili Taylor (série “A Sete Palmos/Six Feet Under”), Benito Martinez (série “The Shield”) e Regina King (série “The Leftovers”). Regina King, inclusive, venceu o Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante por dois anos consecutivos graças à série. Além destes prêmios, “American Crime” ainda foi indicado em mais 12 categorias no Emmy. No Brasil, a série era exibida no canal pago AXN

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    Série The Catch é cancelada após duas temporadas

    13 de maio de 2017 /

    A rede americana ABC cancelou a série “The Catch” após duas temporadas. A decisão demonstra que as séries da Shondaland, empresa da produtora Shonda Rhimes, não são infalíveis. Diferente de “Grey’s Anatomy”, “Scandal” e “How to Get Away with Murder”, “The Catch” não repercutiu entre o grande público, amargando baixa audiência. Dos 4,6 milhões de telespectadores que assistiram a 1ª temporada ao vivo, restaram 2,9 milhões ao final da série, exibido na quinta (11/5) sem fanfarra. Baseada no livro homônimo de Kate Atkinson, “The Catch” acompanhava uma investigadora de fraudes (Mireille Enos, da série “The Killing”) especialista em descobrir golpistas, que acabando sendo enganada pelo próprio noivo (Peter Krause, da série “Parenthood”). Ela só percebe o que aconteceu, após perder tudo, o que dá início a uma investigação que se transforma num jogo de gato e rato. A série foi desenvolvida por Jennifer Schuur (roteirista e produtora da série “Hannibal”) e o elenco ainda contava com Sonya Walger (série “Lost”), Alimi Ballard (série “CSI”), Rose Rollins (série “Bosch”), Jacky Ido (série “Taxi Brooklyn”), Elvy Yost (minissérie “Mildred Pierce”) e Jay Hayden (“A Casa das Coelhinhas”). No Brasil, “The Catch” era exibida no canal pago Sony. Além das séries citadas, a produtora Shonda Rhimes ainda tem “Still Star-Crossed”, que está pronta a um ano e ainda não ganhou data de estreia na ABC. Imagina-se que isto não seja um bom sinal.

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    Série The Real O’Neals é cancelada após duas temporadas

    13 de maio de 2017 /

    A rede ABC cancelou a série de comédia “The Real O’Neals” após duas temporadas. A série perdeu mais de 1 milhão de telespectadores, caindo de uma média de 3,9 milhões na 1ª temporada para um sintonia de 2,6 milhões em seu episódio final, exibido em março. Criada pela dupla David Windsor e Casey Johnson (produtores de “Apartment 23”), a trama girava em torno de uma família católica de origem irlandesa, que mantém uma vida aparentemente perfeita, até o dia em que verdades começam a ser ditas, como o fato do filho caçula se assumir gay. A hipocrisia desaba de vez quando os pais resolvem revelar que planejam se separar. O texto era ácido, beirando o insano, e chegou a provocar a ira de organizações conservadoras, como a Media Research Center and Family Research Council, que chegou a ligar 4 mil vezes para a rede ABC exigindo que ela fosse tirada do ar, por apresentar uma corrupção dos bons valores cristãos. Mesmo com toda a polêmica inicial, a série não segurou seu ímpeto e se acomodando com 67% de aprovação da crítica. O elenco incluía Martha Plimpton (série “Raising Hope”) e Jay R. Ferguson (série “Mad Men”) como os pais, e Mathew Shively (série “True Jackson”), Bebe Wood (série “The New Normal”) e o estrante Noah Galvin como os filhos.

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