O Mundo Sombrio de Sabrina terá crossover com Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira
A Netflix divulgou uma cena da 4ª e última temporada de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, que esquenta a despedida da série com participações mais que especiais. A cena mostra um encontro entre a Sabrina sombria vivida por Kiernam Shipka com as intérpretes das alegres Zelda e Hilda de “Sabrina, A Aprendiz de Feiticeira”, as atrizes Beth Broderick e Caroline Rhea, respectivamente. No encontro, elas se apresentam como suas tias, o que deixa a jovem confusa. O mais curioso é que a sequência é acompanhada por risadas de sitcom, como na série de comédia dos anos 1990. A explicação do crossover inesperado vem ao final da cena, quando Sabrina percebe que está num set de gravação, interpretando a si mesma numa produção televisiva. O clima lembra os trailers de “WandaVision”, a primeira série do Marvel Studios para a Disney+ (Disney Plus). O roteirista do episódio, Matthew Barry, também compartilhou no Twitter uma foto do encontro das tias dos anos 1990 com as tias atuais, vividas por Lucy Davis e Miranda Otto. “O Mundo Sombrio de Sabrina” parecia ser um dos grandes sucessos da Netflix, que não revela números de audiência. A impressão se devia ao fato de o programa ter ganhado um especial de Natal e ter sido renovado no final de 2018 para suas Partes 3 e 4. Mas, infelizmente, a série vai chegar ao fim após os próximos oito episódios. A estreia da parte final vai acontecer em 31 de dezembro. *HEAD EXPLODES* #Sabrina #ChillingAdventuresOfSabrina #Netflix pic.twitter.com/sovhAaYPlB — Matthew Barry (@mjbarry101) December 11, 2020
O Mundo Sombrio de Sabrina: Trailer revela o fim do mundo… e da série
A Netflix divulgou o trailer da 4ª e última temporada de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, que promete muita ação, pegação, viagem ao inferno e ameaça apocalíptica. Ou seja, o trivial da série. Com Sabrina (Kiernan Shipka) de volta às aulas, agora ao lado de seu namorado bruxo Nicholas Scratch (Gavin Leatherwood), e todos os bruxos e aliados humanos da heroína amiguinhos e felizes, a reviravolta final é simplesmente o fim do mundo. Ou, como os fãs lamentam, o fim da série. “O Mundo Sombrio de Sabrina” parecia ser um dos grandes sucessos da Netflix, que não revela números de audiência. A impressão se devia ao fato de o programa ter ganhado um especial de Natal e ter sido renovado no final de 2018 para suas Partes 3 e 4. A Parte 4, portanto, foi gravada antes da pandemia. O cancelamento também é a culminação de uma fase terrível na carreira do criador da série, Roberto Aguirre-Sacasa, que recentemente também perdeu “Katy Keene”, outra série baseada em quadrinhos da Archie Comics, cancelada pela rede The CW após a 1ª temporada. Além disso, o projeto que ele desenvolvia para a rede ABC, “The Brides”, sobre as noivas de Drácula, foi recusado. O produtor só tem atualmente uma série no ar, “Riverdale”, justamente sua primeira atração, que retornará para a 5ª temporada na CW em 2021. Talvez por isso tenha se envolvido no projeto de reboot de “Pretty Little Liars” para a plataforma a HBO Max. A Parte 4 de “O Mundo Sombrio de Sabrina” tem estreia marcada para 31 de dezembro.
Anne Hathaway se desculpa pela “dor causada” a deficientes por papel em Convenção das Bruxas
A atriz Anne Hathaway, vencedora do Oscar por “Os Miseráveis”, resolveu se manifestar, após a controvérsia causada por sua aparição como uma vilã com deficiência no filme “Convenção das Bruxas”. ONGs, atletas e até a organização das Paraolimpíadas reclamaram da forma como a etrodactilia, uma anomalia de membros comumente conhecida como “mão rachada”, é usada para caracterizar a personagem da atriz, que é uma bruxa maligna, e assim perpetuar os estereótipos de que as malformações são anormais ou assustadoras. Na refilmagem do clássico infantil de 1990, a bruxa encarnada por Hathaway tem dedos faltando em suas mãos, e isso é apresentado na trama como sinal de que ela é um monstro terrível. Depois da Warner, que produziu o filme dirigido por Robert Zemeckis (“De Volta ao Futuro”), emitir um comunicado desculpando-se para a comunidade dos portadores da deficiência, a atriz também lamentou a “dor causada”. “Sinto muito”, escreveu Hathaway no Instagram na quinta-feira (5/11). “Eu não conectei a maquiagem com a [anomalia de] diferença de membros quando o visual do personagem me foi apresentado; se eu tivesse, eu asseguro a vocês que isso nunca teria acontecido.” “Como alguém que realmente acredita na inclusão e realmente detesta a crueldade, devo a todos vocês um pedido de desculpas pela dor causada”, ela escreveu, como legenda de um vídeo informativo do Lucky Fin Project, uma organização sem fins lucrativos que aumenta a conscientização sobre as diferenças dos membros. A reação que gerou maior repercussão foram comentários de Amy Marren, uma nadadora paralímpica britânica de 22 anos, que publicou um tuíte na segunda-feira, dizendo que estava “decepcionada” com a representação do filme. “Sim, estou totalmente ciente de que este é um filme e as personagens são bruxas. Mas bruxas são essencialmente monstros. Meu medo é que as crianças assistam a este filme, sem saber que ele exagera enormemente o original de Roald Dahl e que as diferenças de membros comecem a ser temidas”, escreveu ela. “Isso abre novas conversas difíceis para aqueles com diferenças de membros e atrasa o que estamos tentando alcançar, que é celebrar quem você é!” Ver essa foto no Instagram I have recently learned that many people with limb differences, especially children, are in pain because of the portrayal of the Grand High Witch in The Witches. Let me begin by saying I do my best to be sensitive to the feelings and experiences of others not out of some scrambling PC fear, but because not hurting others seems like a basic level of decency we should all be striving for. As someone who really believes in inclusivity and really, really detests cruelty, I owe you all an apology for the pain caused. I am sorry. I did not connect limb difference with the GHW when the look of the character was brought to me; if I had, I assure you this never would have happened. I particularly want to say I’m sorry to kids with limb differences: now that I know better I promise I’ll do better. And I owe a special apology to everyone who loves you as fiercely as I love my own kids: I’m sorry I let your family down. If you aren’t already familiar, please check out the @Lucky_Fin_Project (video above) and the #NotAWitch hashtag to get a more inclusive and necessary perspective on limb difference. Uma publicação compartilhada por Anne Hathaway (@annehathaway) em 5 de Nov, 2020 às 11:11 PST
Convenção das Bruxas gera protestos de pessoas com deficiências
A Warner Bros. enfrentou uma campanha negativa nas redes sociais após o lançamento do remake de “Convenção das Bruxas” na plataforma HBO Max, nos EUA, e após reações de ONGs, atletas e até das Paraolimpíadas, optou por se desculpar pela forma como retratou a vilã com deficiência no filme. Na refilmagem do clássico infantil de 1990, a vilã vivida por Anne Hathaway tem dedos faltando em suas mãos, e isso é apresentado na trama como sinal de pessoa malévola. Muitos deficientes apontaram que ela parece ter etrodactilia, uma anomalia de membro comumente conhecida como “mão rachada”. Os críticos da forma como o filme dirigido por Robert Zemeckis utilizou isso para marcar a personagem afirmam que retratar vilões com defeitos físicos pode perpetuar os estereótipos de que as deficiências são anormais ou assustadoras. A atleta paraolímpica Amy Marren disse que estava “decepcionada” com a Warner Bros. e questionou se “houve muita reflexão sobre como essa representação das diferenças de membros afetaria a comunidade com diferença de membros”. Ela acrescentou: “Meu medo é que as crianças assistam a este filme, sem saber que ele exagera enormemente o original de Roald Dahl, e que as diferenças de membros comecem a ser temidas.” A conta oficial dos Jogos Paraolímpicos no Twitter ecoou os sentimentos de Marren, protestando: “A diferença de membros não é assustadora. As diferenças devem ser celebradas e a deficiência tem que ser normalizada.” A ONG RespectAbility, uma organização que defende as pessoas com deficiência, também disse que a tendência de Hollywood de desfigurar personagens malignos, mesmo sem querer, pode fazer com que as pessoas tenham medo daqueles que não se parecem com elas. “A decisão de fazer essa bruxa parecer mais assustadora por ter uma diferença de membros – o que não era uma parte original da trama – tem consequências na vida real”, disse a vice-presidente de comunicações da RespectAbility, Lauren Appelbaum, defensora de retratos mais autênticos da deficiência na tela. “Infelizmente, essa representação em ‘Convenção de Bruxas’ ensina às crianças que as diferenças de membros são horríveis ou algo de que devemos ter medo. Que tipo de mensagem isso envia para crianças com diferenças de membros? ” Diante da repercussão, o estúdio disse que “lamenta qualquer ofensa causada”. Em comunicado, a Warner Bros. afirmou ter ficado “profundamente triste ao saber que nossa representação dos personagens fictícios em ‘Convenção das Bruxas’ pode ter incomodado pessoas com deficiência ‘”. “Ao adaptar a história original, trabalhamos com designers e artistas para chegar a uma nova interpretação das garras felinas que são descritas no livro”, diz a declaração. “Nunca foi nossa intenção que os espectadores sentissem que as criaturas fantásticas e não humanas deveriam representá-los. Este filme é sobre o poder da bondade e da amizade. É nossa esperança que famílias e crianças possam desfrutar do filme e abraçar este tema empoderador e cheio de amor”, ponderou o estúdio. Apesar de lançado em streaming nos EUA, a Warner tem planos de distribuir o remake nos cinemas brasileiros em 19 de novembro. Veja abaixo o trailer legendado do filme.
Teaser anuncia quarta e última parte de O Mundo Sombrio de Sabrina
A Netflix divulgou o primeiro teaser da Parte 4 de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, que marca o final da série. A prévia mostra a volta de Sabrina (Kiernan Shipka) à high school, acompanhada por pelo menos um novo aluno bruxo, seu namorado Nicholas Scratch (Gavin Leatherwood), além de um novo confronto com forças infernais. “O Mundo Sombrio de Sabrina” parecia ser um dos grandes sucessos da Netflix, que não revela números de audiência. A impressão se devia ao fato de o programa ter ganhado um especial de Natal e ter sido renovado no final de 2018 para suas Partes 3 e 4. A Parte 4, portanto, foi gravada antes da pandemia, tanto que o anúncio do cancelamento foi acompanhado pelas primeiras fotos. Veja abaixo. O final de “Sabrina” é a culminação de uma fase terrível na carreira do criador da série, Roberto Aguirre-Sacasa, que recentemente também perdeu “Katy Keene”, outra série baseada em quadrinhos da Archie Comics, cancelada pela rede The CW após a 1ª temporada. Além disso, o projeto que ele desenvolvia para a rede ABC, “The Brides”, sobre as noivas de Drácula, foi recusado. O produtor só tem atualmente uma série no ar, “Riverdale”, justamente sua primeira atração, que retornará para a 5ª temporada na CW em 2021, e também está desenvolvendo um reboot de “Pretty Little Liars” para a plataforma a HBO Max. A Parte 4 de “O Mundo Sombrio de Sabrina” teve a estreia marcada para 31 de dezembro.
Atrizes da nova e da velha Charmed têm briga virtual
A atriz Sarah Jeffery, que vive Maggie Vera na nova versão de “Charmed”, chamou duas intérpretes da série original dos anos 1990 de “tristes e francamente patéticas” depois que elas debocharam do reboot nas redes sociais. As estrelas originais Holly Marie Combs e Rose McGowan detonaram a nova série num vídeo do Instagram no início deste mês. O assunto foi trazido à tona por Combs, ao comentar a observação de um seguidor de que o “Charmed” original tinha sido retirado da Netflix. Combs teorizou que “quando você procura [o programa no Netflix], eles querem que você encontre o novo ‘Charmed’ e não o velho”, o que levou McGowan a responder que o reboot “é uma droga”. “Eu não vi, não posso dizer isso. Nunca vi”, McGowan continuou, em meio a risadas, e foi completada por Combs: “Estou feliz que as pessoas tenham empregos. Mas ainda pode ser uma droga”. Na noite de segunda (12/10), Jeffery escreveu uma série de tuítes sobre esses comentários. “Sabe, eu vi isso antes e me abstive de dizer qualquer coisa. Eu pensei, melhor apenas deixá-las gritarem para o abismo. Mas quero dizer que acho triste e francamente patético ver mulheres adultas se comportando dessa maneira. Eu realmente espero que elas encontrem a felicidade em outro lugar e não no ato de rebaixar outras [mulheres de cor]. Eu ficaria com vergonha de me comportar dessa maneira. Paz e amor para todos vocês.” Em seguida, ela publicou um gif de “O Mágico de Oz”, no qual Glinda pergunta a Dorothy: “Você é uma bruxa boa ou uma bruxa má?” O descontentamento de Combs com o reboot de “Charmed” – renovado para sua 3ª temporada – ficou claro desde que o projeto foi anunciado. Em janeiro de 2018, a atriz tuitou que “’Charmed’ pertence às quatro [atrizes principais], à nossa vasta quantidade de escritores, equipes e, principalmente, aos fãs. Para sua informação, você não os enganará por possuir um título/marca. Então, tchau.” As outras atrizes originais, incluindo Shannen Doherty e Alyssa Milano, não foram tão radicais e até torceram pelas novas intérpretes. 1/2 You know, I saw this earlier and I refrained from saying anything. I thought, better to just let them shout into the abyss. But I do want to say, I find it sad and quite frankly pathetic to see grown women behaving this way. https://t.co/MuyZCZjbCp — Sarah Jeffery (@sarahjeffery) October 13, 2020 pic.twitter.com/OtWJ1HW96f — Sarah Jeffery (@sarahjeffery) October 13, 2020 Here’s the thing. Until you ask us to rewrite it like Brad Kern did weekly don’t even think of capitalizing on our hard work. Charmed belongs to the 4 of us, our vast amount of writers, crews and predominantly the fans. FYI you will not fool them by owning a title/stamp. So bye. — Holly Marie Combs Ryan (@H_Combs) January 26, 2018
A Discovery of Witches: Trailer da 2ª temporada mostra personagens no século 16
O canal pago britânico Sky divulgou o primeiro trailer da 2ª temporada de “A Discovery of Witches”, série de bruxas estrelada por Teresa Palmer (“Quando as Luzes se Apagam”) e Matthew Goode (“Aliados”). A prévia mostra os personagens no passado, refletindo a trama do segundo livro da “Trilogia das Almas” (“All Souls” no original). Nas páginas de “Sombra da Noite”, os protagonistas vão parar no final do século 16, quando o personagem vampiro de Goode já existia, como um nobre influente da corte da Rainha Elizabeth I, e devem encontrar uma poderosa professora de bruxas para ajudar a protagonista a controlar sua magia, visando achar o Livro da Vida. “A Discovery of Witches” tem o nome do primeiro livro da trilogia, lançado no Brasil como “A Descoberta das Bruxas”, e se tornou a maior audiência do Sky em 2018. A continuação será exibida quase três anos depois da transmissão do último capítulo, mas a 3ª temporada, que completa a história, não deve demorar tanto, pois teve sua aprovação e produção antecipadas. Considerada uma mistura de “Crepúsculo” com “Harry Potter”, a trama gira em torno de uma jovem professora da Universidade de Oxford que é descendente das bruxas de Salem. Quando desvenda acidentalmente um manuscrito encantado, ela é obrigada a abraçar a magia em seu sangue e descobre um mundo secreto, com direito a um romance proibido com um vampiro encantador chamado Matthew Clairmont, de 1,5 mil anos de idade. Assim como nos livros de Stephenie Meyer, o romance entre os dois desperta a ira dos que governam a aliança do mundo sobrenatural. Entre os demais intérpretes da atração também se destacam Owen Teale (série “Game of Thrones”), Julian Kostov (“Leatherface”), Alex Kingston (série “Doctor Who”), Valarie Pettiford (série “Valor”), Lindsay Duncan (“Alice Através do Espelho”), Gregg Chillin (série “Da Vinci’s Demon”), Louise Brealey (série “Sherlock”), Aiysha Hart (série “Atlântida”), Edward Bluemel (“O Passageiro”) e a sueca Malin Buska (“A Jovem Rainha”). A adaptação foi escrita por Kate Brooke (roteirista da série “Mr. Selfridge”), Sarah Dollard (“Doctor Who”) e Tom Farrelly (“Raw”) e a direção da 2ª temporada ficou a cargo de Sarah Dollard e Susie Conklin (“The Musketeers”). A estreia está marcada para janeiro de 2021 no Reino Unido. No Brasil, a série é disponibilizada pela Globoplay.
Remake de Convenção das Bruxas ganha trailers diferentes para Brasil e EUA
A Warner divulgou dois pôsteres e trailers diferentes do remake de “Convenção das Bruxas” (The Witches), um dublado em português para os cinemas brasileiros e outro em inglês, que deixa claro que o lançamento vai acontecer direto em streaming nos EUA. A história é uma adaptação do clássico infantil “As Bruxas”, de Roald Dahl (autor de “A Fantástica Fábrica de Chocolate”), sobre um garoto que descobre que bruxas são reais e planejam transformar as crianças em ratos, começando por ele próprio. Apesar do livro ter sido publicado em 1973, a prévia revela uma encenação passada nos anos 1960, que, além de transformar as crianças em ratos, também muda a raça do protagonista, agora um menino negro, interpretado por Jahzir Bruno (“The Oath”). Ele conta com a ajuda da vó, vivida por Octavia Spencer (“A Forma da Água”), para sobreviver à convenção das bruxas do título, liderada pela pior bruxa de todas, papel de Anne Hathaway – que tem a missão de superar o desempenho clássico de Anjelica Houston na cultuada adaptação de 1990. O premiado cineasta Robert Zemeckis (“Forest Gump”, “De Volta ao Futuro”) assina a direção e também compartilha os créditos do roteiro com Kenya Barris (criador de “Black-ish”) e o também diretor Gullermo Del Toro (“A Forma da Água”), responsável por uma versão anterior do projeto. A produção ainda conta com Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”) no papel do gerente do hotel da convenção e com narração do comediante Chris Rock (“Gente Grande”). Embora não tenha data prevista para o Brasil, este novo “Convenção das Bruxas” já vai chegar na plataforma americana HBO Max em 27 de outubro, a tempo do Halloween.
Nova versão de Jovens Bruxas ganha trailer para lançamento digital no Halloween
A Sony e a produtora Blumhouse decidiram lançar a nova versão de “Jovens Bruxas” (The Craft), sucesso de 1996, diretamente em VOD para locação digital neste Halloween. O anúncio foi acompanhado por comunicado e pela divulgação do primeiro trailer e o pôster da produção. Veja abaixo. O filme estará disponível para aluguel por 48 horas por US$ 19,99 e para compra por US$ 24,99, a partir da meia-noite de 28 de outubro nos EUA. Apesar disso, um lançamento internacional nos cinemas está previsto para vários territórios. A Blumhouse, produtora especialista em filmes de terror (“Corra!”, “O Homem Invisível”), foi responsável por escalar a atriz Zoe Lister-Jones para escrever e dirigir a nova versão. Cineasta novata, ela chamou atenção com sua estreia como diretora, a comédia musical indie “Band Aid”, premiada em festivais norte-americanos em 2017. “Estou emocionada por poder compartilhar ‘The Craft: Legacy’ com audiências de todo o mundo neste Halloween”, disse Lister-Jones no texto. “Foi um verdadeiro privilégio assumir um título tão icônico. Mal posso esperar para que o mundo encontre as incríveis jovens que compõem nosso novo coven”. Jason Blum, proprietário da Blumhouse, acrescentou: “Zoe Lister-Jones deu uma reviravolta fascinante na continuidade da franquia ‘The Craft’, e outubro é a época perfeita para esse lançamento.” Pois é. O material de divulgação revela que a nova versão tem subtítulo, sugerindo um reboot ou até mesmo uma continuação em vez de um simples remake. A prévia abaixo confirma que se trata de uma abordagem híbrida, com a mesma história e reprise literal de frases do longa dos anos 1990, em meio à exibição de uma foto de Fairuza Balk em seus dias de bruxa adolescente. Assim como no filme original, a trama acompanhava uma jovem recém-chegada numa nova escola, que faz amizade com três garotas malvadas, excluídas e envolvidas em bruxaria. Mas a irmandade formada por elas é quebrada quando uma das bruxas abusa do poder. Ao se voltarem contra a novata, esta se mostra muito mais poderosa que o esperado. O novo “The Craft” é estrelado por Cailee Spaeny (de “Circulo de Fogo: A Revolta”), Gideon Adlon (“The Society”), Lovie Simone (“Greenleaf”), Zoey Luna (“Pose”) e Nicholas Galitzine (“Chambers”), em papéis equivalentes aos vividos há 24 anos por Robin Tunney (a Teresa Lisbon de “The Mentalist”), Fairuza Balk (Ginger em “Ray Donovan”), Neve Campbell (a Sidney Prescott da franquia “Pânico”), Rachel True (série “Half & Half”) e Skeet Ulrich (o FP Jones de “Riverdale”). Além deles, o ator David Duchovny (o agente Mulder de “Arquivo X”) faz parte da produção como padrasto da protagonista – papel sem relação com o filme original.
Produtor revela destruição da casa de Sabrina após cancelamento da Netflix
O produtor Robert Aguirre-Sacasa divulgou um vídeo “brutal” em seu Instagram, em que mostra a demolição da casa da família Spellman, lar da bruxinha Sabrina. Na legenda, o roteirista e produtor disse que a designer Lisa Soper guardou o cata-vento e alguns sapos de madeira da casa. “Muito amor e magia entraram nesta casa das bruxas. Muitas memórias foram feitas dentro de suas paredes. Muitas noites eram passadas aqui. Com muitos mosquitos e muitas rãs. E muitas pessoas maravilhosas, todas tendo o mesmo sonho sombrio”, contou. A demolição foi consequência do cancelamento de “O Mundo Sombrio de Sabrina” na Netflix. A série vai acabar em sua Parte 4, já gravada, mas ainda sem previsão de estreia. Curiosamente, “O Mundo Sombrio de Sabrina” parecia ser um dos grandes sucessos da Netflix, que não revela números de audiência. A impressão se devia ao fato de o programa ter ganhado um especial de Natal e ter sido renovado com bastante antecedência (no final de 2018) para suas Partes 3 e 4. O final de “Sabrina” é a culminação de uma fase terrível na carreira de Aguirre-Sacasa, que recentemente também teve sua outra série baseada em quadrinhos da Archie Comics, “Katy Keene”, cancelada pela rede The CW após a 1ª temporada. Além disso, o projeto que ele desenvolvia para a rede ABC, “The Brides”, sobre as noivas de Drácula, foi recusado. Nesta semana, começou a circular a informação de que ele estaria envolvido num projeto de reboot de “Pretty Little Liars” (saiba mais). Mas de concreto mesmo o produtor só tem atualmente uma série no ar, “Riverdale”, justamente sua primeira atração, que retornará para a 5ª temporada em 2021. Ver essa foto no Instagram Prepare yourselves, Coven. This one is brutal. A lot of love and magic went into this witch-house. A lot of memories were made within its walls. A lot of late nights were spent here. With a lot of mosquitoes and a lot of frogs. And a lot of wonderful people all dreaming the same dark dream. (I always picture @kiernanshipka in her special chair, sleeping soundly, with her familiar Frankie guarding her.) Before shooting started, we spent many, many weeks looking for the Spellman house. In the end, our incredible production designer @lieselottesoper said: “I think we need to build it. This has to be as iconic as the Psycho house.” And that’s what Lisa and her team made. She was there today when they knocked it down. And she saved certain things, including the house’s weathervane. (And maybe the odd wooden frog or two.) We haven’t seen the last of that weathervane. As Zelda says in Part Four: “There is no death for witches. Only transformation.” The story of the witches of Greendale isn’t over. We still have Part Four, waiting for you, with the Eldritch terrors. And after that… Well, come closer and I’ll tell you a secret…🔮🖤📺🔥🌑🕷👠👩👩👧🧟♂️👸🏼👨🏻💻💋 Uma publicação compartilhada por Roberto Aguirre-Sacasa (@writerras) em 31 de Ago, 2020 às 10:31 PDT
Parte 5 do Mundo Sombrio de Sabrina seria crossover com Riverdale
O cancelamento de “O Mundo Sombrio de Sabrina” acabou impedindo um crossover muito aguardado com “Riverdale”. O criador e showrunner da série, Roberto Aguirre-Sacasa, sugeriu que esse seria o tema da Parte 5, que jamais será produzida. Num tuíte publicado na sexta (10/7), ele publicou uma arte que junta Archie, Jughead, Betty, Veronica e Cheryl, os principais personagens de “Riverdale”, ao elenco de “CAOS” (abreviatura, em inglês, do título original da série: “Chilling Adventures of Sabrina”). E indicou que esta história será contada agora em quadrinhos. “A Parte 4 é a melhor que já fizemos”, tuitou Aguirre-Sacasa. “E a Parte 5, ‘Guerra das Bruxas’, teria sido INCRÍVEL. Vai continuar nas páginas dos quadrinhos de ‘CAOS’.” Após essa informação, os fãs passaram a perguntar se Sabrina não poderia aparecer em “Riverdale”. Aguirre-Sacasa, que também é criador e showrunner de “Riverdale”, ainda não se pronunciou sobre esta possibilidade. Mas se o contrato da série da Archie Comics for similar aos da Marvel, seria preciso esperar dois anos após o lançamento da Parte 4 para isto acontecer. E os últimos episódios de “Sabrina” ainda não tem previsão de estreia. Confira o tuíte do produtor abaixo, incluindo a arte da capa dos quadrinhos da história de “Guerra das Bruxas”. Thank you for all the love, #sabrinanetflix fans. Part Four is our best yet and Part Five, “Witch War,” would’ve been AMAZING. To be continued in the pages of #CAOS comic book… 💔🔮☠️🍔👨🏻💻 pic.twitter.com/wNvTfxYNfX — RobertoAguirreSacasa (@WriterRAS) July 10, 2020
Netflix cancela O Mundo Sombrio de Sabrina
A Netflix cancelou outra série. “O Mundo Sombrio de Sabrina” vai acabar em sua Parte 4. O anúncio foi feito nas redes sociais como se fosse uma notícia boa. Em comunicado, o produtor Roberto Aguirre-Sacasa agradeceu à equipe pelo trabalho desenvolvido. “Trabalhar em ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’ foi uma honra incrível desde o primeiro dia. O elenco, começando com Kiernan [Shipka] como a bruxa adolescente favorita de todos, foi uma alegria absoluta. Sou muito grato à equipe, escritores, editores, assistentes e a todos por derramarem tanto amor nesse sonho sombrio em forma de série. Também sou grato aos nossos parceiros da Netflix, Warner Bros., Berlanti Television e Archie Comics por nos deixar contar a história que queríamos contar, da maneira que queríamos contar. Mal podemos esperar para que todos vejam a quarta parte”, concluiu. O final de “Sabrina” é a culminação de uma fase terrível na carreira de Aguirre-Sacasa, que na semana passada soube que sua outra série baseada em quadrinhos da Archie Comics, “Katy Keene”, foi cancelada pela rede The CW após a 1ª temporada. Além disso, o projeto que ele desenvolvia para a rede ABC, “The Brides”, sobre as noivas de Drácula, foi recusado. O produtor só tem atualmente uma série no ar, “Riverdale”, justamente sua primeira atração, que retornará para a 5ª temporada na CW em 2021. “O Mundo Sombrio de Sabrina” parecia ser um dos grandes sucessos da Netflix, que não revela números de audiência. A impressão se devia ao fato de o programa ter ganhado um especial de Natal e ter sido renovado no final de 2018 para suas Partes 3 e 4. A Parte 4, portanto, foi gravada antes da pandemia, tanto que o anúncio do cancelamento foi acompanhado pelas primeiras fotos. Veja abaixo. Em ritmo assustador de cancelamentos, a Netflix anunciou nos últimos dias que vai encerrar outras séries populares, como “Ozark”, “O Método Kominsky” e “Dead to Me” (também conhecida como “Disque Amiga para Matar”). Eu já tô bem pronta pra uma última aventura. A parte final de O Mundo Sombrio de Sabrina chega ainda esse ano, e só de ver essas fotos já sei que vai ser boa demais 😈 pic.twitter.com/7mrslhfFQG — netflixbrasil (@NetflixBrasil) July 9, 2020
Motherland: Fort Salem é renovada para a 2ª temporada
O canal pago americano Freeform anunciou sua programação para 2021, e a revelação dos títulos renovados trouxe um grande alívio para os fãs de “Motherland: Fort Salem”, série de fantasia sobre um exército de bruxas, que se tornou facilmente a melhor produção exibida na TV americana durante a pandemia do novo coronavírus. Completamente original, a série foi criada por Eliot Laurence (que também criou “Claws”) e se passa numa realidade alternativa, onde as bruxas de Salem não foram exterminadas no final do século 17. Elas interromperam a caçada implacável com uma proposta irrecusável: lutar pela independência dos EUA em troca do fim de sua perseguição. Séculos depois, elas são consideradas heroínas e representam a força armada mais perigosa do país, responsáveis pela supremacia americana no cenário internacional. Mas essa superioridade é desafiada por bruxas terroristas, que usam seus poderes para matar o maior número possível de civis, numa guerra suja, que turva a percepção de cada lado do conflito. O detalhe é que esse universo intrincado é apenas pano de fundo da história, que acompanha três jovens recrutas do exército de bruxas, desde os treinamentos iniciais até o primeiro combate real. Além de muitos efeitos visuais para demonstrar os poderes da bruxaria militar, os episódios apresentam uma nova moralidade estabelecida pelos rituais arcanos das bruxas, ampla aceitação da sexualidade, romances, traições, conspirações e mudanças de alianças que colocam em dúvida as verdadeiras motivações das líderes das garotas. “Motherland: Fort Salem” encontrou fãs devotados e rapidamente se tornou uma das séries mais mencionadas nas redes sociais. Mas muita gente passou a acompanhar o lançamento dos episódios por streaming, na plataforma Hulu, deixando os números da audiência televisiva longe do alcance real da produção. A série, que encerra sua 1ª temporada na noite de quarta-feira (20/5) nos EUA, tem uma média de 312 mil telespectadores ao vivo no Freeform. Parece pouco, mas se trata da terceira maior audiência do canal, atrás apenas de “Siren” (410 mil) e “Grown-ish” (350 mil). Um dos motivos de seu sucesso é o carisma do trio principal, formado por Taylor Hickson (a Petra de “Deadly Class”), Jessica Sutton (“A Barraca do Beijo”) e a estreante Ashley Nicole Williams, mas o elenco coadjuvante não fica atrás, com Amalia Holm (“Alena”), Demetria McKinney (“Saints & Sinners”), Lyne Renee (“Magnatas do Crime”) e Catherine Lough Haggquist (“Cinquenta Tons de Liberdade”). Para completar, a série tem produção do ator Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”) e do diretor Adam McKay (“Vice”). Apesar da renovação, não há previsão para a estreia da 2ª temporada.











