Bruno Barreto escolhe Lorena Comparato para viver Carmen Miranda
Atriz substitui Larissa Manoela em “Pra Você Gostar de Mim”, que agora prevê filmagens para fevereiro de 2027
Larissa Manoela deixa filme de Carmen Miranda após diretor antecipar gravações
Equipe da atriz diz que Bruno Barreto mudou o cronograma após saber de outro projeto sobre a cantora e criou conflito de agenda
Fernanda Torres: “O cinema deve tudo” a Luiz Carlos Barreto
Fernanda Montenegro, Marcos Palmeira, Walter Salles, Kleber Mendonça Filho e outros nomes destacam o legado de Barretão
Lula decreta três dias de luto pela morte de Luiz Carlos Barreto
Presidente destacou o papel do produtor na consolidação do cinema brasileiro
Morre Luiz Carlos Barreto, maior produtor do cinema brasileiro, aos 98 anos
Barretão revolucionou a fotografia com “Vidas Secas”, as bilheterias com "Dona Flor" e produziu dois indicados ao Oscar
Lula lança Tela Brasil, streaming gratuito de cinema nacional
"Netflix brasileira" desenvolvida pelo Ministério da Cultura estreia com mais de 560 produções e acesso pelo Gov.br
Larissa Manoela é confirmada como Carmen Miranda em filme de Bruno Barreto
Cineasta revela que filmagens começam em julho de 2026 e foca na identidade e nos conflitos da estrela nos Estados Unidos
Anitta e Larissa Manoela negociam viver Carmen Miranda nas telas
Projetos distintos podem colocar as duas estrelas interpretando a "Pequena Notável" no streaming e no cinema
Sônia Braga é convidada a viver Míriam Leitão em novo filme de Bruno Barreto
“Em Nome dos Pais” adapta livro do filho da jornalista, Matheus Leitão, sobre a prisão dos pais durante a ditadura militar
Tatá Werneck deve viver Carmen Miranda em projeto antigo de Bruno Barreto
O filme sobre a cantora luso-brasileira está parado há dois anos, mas deve sair do papel em 2026
Glória Pires é “Vovó Ninja” em trailer de comédia infantil
Atriz surpreende netinhos com habilidades marciais em nova parceria com o diretor Bruno Barreto
Estreias | “O Dublê” e “Garfield” chegam aos cinemas
Lançamentos incluem ainda a comédia brasileira "Férias Trocadas" e o cultuado filme indie "Love Lies Bleeding", com Kristen Stewart
Bruno Barreto vai filmar história da ativista Maha Mamo
A vida de Maha Mamo, ativista de Direitos Humanos que passou 30 anos como apátrida, será contada em um filme dirigido por Bruno Barreto (“Flores Raras”). Maha é filha de sírios e, por conta da combinação de leis religiosas e de nacionalidade no país árabe que impedem casamentos inter-religiosos, ela não pôde ser registrada lá. Seu pai é cristão e sua mãe, muçulmana. Após uma longa batalha, Maha adquiriu a nacionalidade brasileira em 2018. Intitulado “The Yellow Passport” (O Passaporte Amarelo), o projeto cinematográfico encontra-se em fase de desenvolvimento pela produtora Fábrica, que teve participação majoritária adquirida recentemente pelo grupo multimídia Banijay, sediado na França. Uma história de luta pelo direito de existir A trajetória de Maha foi narrada em detalhes no livro “Maha Mamo – A Luta de uma Apátrida pelo Direito de Existir”, publicado em 2020. Nessa obra, escrita em parceria com o jornalista Darcio Oliveira, Maha relata desde sua infância e juventude em Beirute até a vida no Brasil. Apátrida é como são chamadas as pessoas sem pátria, que não têm uma nacionalidade e, por consequência, vivem sem os direitos básicos garantidos a qualquer cidadão. Nessa condição, Maha e seus irmãos enfrentaram obstáculos para exercer questões elementares de cidadania, como a frequência escolar, acesso a hospitais ou o simples direito de ir e vir, devido à falta de documentação. A busca pelo pertencimento No livro, Maha compartilha sua busca por pertencer ao mundo, descrevendo desde os esforços da mãe para matricular os filhos sem documentos em uma escola — visando a educação como único meio de assegurar um futuro mais digno — até a vida no Brasil, único país que abriu suas portas para que os irmãos Mamo existissem oficialmente. Nessa jornada, Maha contou com o apoio do ACNUR, o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados. Maha Mamo é hoje um símbolo da campanha I Belong, que pretende acabar com a apatridia no mundo. Sua história se tornou uma inspiração para todos aqueles que foram privados de seus sonhos. Demonstrando força e determinação, ela nunca desistiu, mesmo diante de obstáculos aparentemente intransponíveis. Como destaca Maha, ela é filha de uma mulher chamada Kifah, que significa “luta” em árabe, e este sempre foi o seu lema.












