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“Oppenheimer” vira cinebiografia de maior bilheteria em todos os tempos
O filme “Oppenheimer”, de Christopher Nolan, quebrou um recorde neste fim de semana nos cinemas. Ele não apenas ultrapassou a marca de US$ 900 milhões em vendas de ingressos em todo o mundo. Ao atingir o total de US$ 912,7 milhões, tornou-se a cinebiografia de maior bilheteria de todos os tempos, superando “Bohemian Rhapsody”, o filme sobre Freddie Mercury e a banda Queen, que faturou US$ 910 milhões em 2018. “Oppenheimer” também é o terceiro título de maior bilheteria do ano e o terceiro mais rentável da carreira de Nolan. No Reino Unido, a produção superou “Dunkirk” como o maior sucesso do cineasta no país. Na China, teve uma retenção impressionante, com um aumento de bilheteria de 170% em seu terceiro fim de semana em cartaz. Os cinco principais mercados para “Oppenheimer” até o momento são o Reino Unido (US$ 73 milhões), China (US$ 54 milhões), Alemanha (US$ 48 milhões), França (US$ 41,6 milhões) e Itália (US$ 26,8 milhões). Em entrevista para a revista Variety, Paul Dergarabedian, analista sênior da Comscore, declarou: “Para ‘Oppenheimer’ ultrapassar a marca de US$ 900 milhões globalmente após apenas nove semanas nos cinemas é uma conquista notável. Mostra como um filme incrível com um diretor superstar e um elenco repleto de estrelas pode transformar um épico histórico de três horas em um sucesso de bilheteria mainstream”. A cinebiografia, que tem Cillian Murphy no papel de J. Robert Oppenheimer, conhecido como o “pai da bomba atômica”, já é altamente lucrativo para a Universal, onde registra a maior bilheteria de filme original (não pertencente à franquia) de todos os tempos. O uso de câmeras Imax por Nolan para filmar “Oppenheimer” também se mostrou uma decisão acertada. O filme tornou-se um dos cinco títulos de maior bilheteria da Imax na História, com US$ 180 milhões globalmente, ficando atrás apenas de “Avatar”, “Avatar: O Caminho da Água”, “Star Wars: O Despertar da Força” e “Vingadores: Ultimato”. A produção ainda segue em cartaz nos cinemas.
Bruce Gowers, diretor do clipe de “Bohemian Rhapsody”, morre aos 82 anos
O diretor Bruce Gowers, que assinou o visionário clipe “Bohemian Rhapsody”, do Queen, e nove temporadas do reality show “American Idol”, morreu no último domingo (15/1) de complicações de uma infecção respiratória aguda. Ele tinha 82 anos. Especialista em eventos ao vivo e especiais de TV, Gowers também dirigiu e/ou produziu as premiações do Emmys, da Billboard Music Awards, do MTV’s Music Video and Movie Awards, do ESPYs, do People’s Choice Awards e muitas outras. Gowers nasceu em 21 de dezembro de 1940, em New Kilbride, na Escócia, onde seus pais trabalharam durante a 2ª Guerra Mundial. Ele frequentou o BBC Training College e começou sua carreira na BBC, onde trabalhou como técnico antes de conseguir cargos de produção e direção de programas. Ele se mudou os Estados Unidos nos anos 1970 e conheceu sua futura esposa, Carol Rosensteinna, durante uma gravação do vídeo musical de “Tonight’s the Night” de Rod Stewart. Ele também fez clipes para Elton John, The Pretenders, Santana, Van Halen, REO Speedwagon, Christopher Cross, Genesis e Fleetwood Mac durante sua carreira. Porém, o grande marco de sua carreira foi o clipe de “Bohemian Rhapsody” do Queen, filmado no Elstree Studios, em Londres, em novembro de 1975. O pequeno vídeo de Gowers foi o primeiro clipe exibido no popular programa musical “Top of the Pops”, da BBB, que até então mostrava apenas artistas fazendo playbacks no estúdio. A repercussão causada por seu visual ajudou a banda de Freddie Mercury a alcançar o estrelato e influenciou todos os grandes artistas a produzirem vídeos para acompanhar suas músicas. Essa iniciativa acabou gerando clipes suficientes para o lançamento, seis anos depois, de um canal especializado em sua exibição: a MTV. “Mudou a forma como a música era percebida; todo mundo estava fazendo vídeos e as bandas estavam vendo suas vendas e posições nas paradas aumentarem se seus vídeos fossem bons”, lembrou o diretor ao Daily Mail em 2018. “A única coisa que me incomoda é que eles usam meu vídeo há 40 anos e nunca me pagaram um centavo ou agradeceram.” Gowers contou que ganhou apenas US$ 590 pelo trabalho, feito sob encomenda da gravadora EMI. Ainda assim, o clipe o posicionou como um dos principais diretores do gêneros e abriu diversas portas para ele, que também dirigiu vídeos famosos de Michael Jackson (“Rock With You”), Prince (“1999”), John Mellencamp (“Jack and Diane”), The Rolling Stones (“Fool to Cry”), Rush (“Limelight,” “Tom Sawyer”), Ambrosia (“How Much I Feel”), 10cc (“I’m Not in Love”), Bee Gees (“How Deep Is Your Love”), Supertramp (“Goodbye Stranger”), Chaka Kahn (“I’m Every Woman”), Peaches and Herb (“Reunited”), Journey (“Lovin’, Touchin’, Squeezin’”) e The Tubes (“Prime Time”). Em 1986, ele venceu um Grammy por seu trabalho pelo clipe “Heart of Rock and Roll”, de Huey Lewis and the News. Oito anos depois, ele recebeu um prêmio DGA por dirigir o especial “Genius: A Night for Ray Charles”. Com esse cartão de visitas, Gowers comandou um total de 234 episódios de “American Idol” de 2002 até 2011, trabalho que lhe rendeu um Emmy de Melhor Direção para Série de Variedades, Música ou Comédia, em 2009. Além disso, ele também dirigiu especiais de comédia de Richard Lewis, Jerry Seinfeld, Robin Williams, Billy Crystal, Eddie Murphy e Paula Poundstone e especiais de música de Justin Timberlake e Britney Spears. Em comunicado, sua família disse que Gowers “sempre trouxe entusiasmo, energia, paixão e alegria ilimitados ao seu trabalho. Ele amava e era amado pelas equipes com quem trabalhava e era conhecido em toda parte por sua generosidade como colega, constantemente incentivando e promovendo as pessoas talentosas da sua equipe”. Relembre abaixo o principal trabalho de Bruce Gowers.









