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  • Filme

    Netflix vai tirar imagens de acidente real de trem do filme Bird Box

    14 de março de 2019 /

    A plataforma Netflix anunciou nesta quinta (14/3) que vai remover e substituir imagens do filme “Bird Box”. Trata-se do registro de um acidente real de trem com dezenas de mortos em Quebec, no Canadá. “A Netflix e os cineastas de ‘Bird Box’ decidiram substituir as imagens. Pedimos desculpas por qualquer dor causada à comunidade de Lac-Megantic”, disse o serviço de streaming em comunicado suscinto. A ministra da cultura e comunicação de Quebec agradeceu a decisão. “O movimento era esperado pelo respeito às vítimas desta tragédia horrível, suas famílias e toda a comunidade de Lac-Mégantic”, escreveu Nathalie Roy. “Esse resultado mostra que, ao se unir e unir nossos esforços, tudo é possível.” No longa estrelado por Sandra Bullock, as imagens do descarrilamento do trem na cidade de Lac-Mégantic aparecem quando alguns personagens estão assistindo à televisão, vendo notícias sobre a invasão das criaturas que levam os humanos ao suicídio quando fazem contato visual com elas. As cenas eram reais. Ocorrida em 2013, a tragédia matou 47 pessoas. A prefeita de Lac-Mégantic, Julie Moran, tinha prometido na época tomar providências caso a cena não fosse alterada pela Netflix, citando que o uso de imagens do desastre é um desrespeito às vidas perdidas nele. Curiosamente, outra produção da Netflix, a série “Travelers”, também usou cenas da mesma tragédia em um episódio recente. A equipe da série, produzida no Canadá, se desculpou rapidamente e alterou a cena.

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  • Filme

    Bird Box não é o fim do mundo, mas lembra o Fim dos Tempos

    19 de janeiro de 2019 /

    “Bird Box” não é o pior filme do mundo. É uma “Tela Quente” bem mais interessante que “Fim dos Tempos” (2008), aquela porcaria do M. Night Shyamalan, que vem aí de novo com “Vidro”. Ele é um diretor bem mais talentoso e com um repertório narrativo cheio de soluções visuais mais criativas que a dinamarquesa Susanne Bier. Mas colocou Mark Wahlberg para falar com uma planta em “Fim dos Tempos”, enquanto Sandra Bullock não passa vergonha em “Bird Box” e sabe atuar. Claro que, quando a referência imediata vem de um filme ruim que quase ninguém lembra que viu, a coisa não pode ser muito bonita. Mas também não precisa vendar os olhos para encarar “Bird Box”, porque Sandra Bullock é uma mulher capaz de tudo. Poucas atrizes sabem transitar entre drama e comédia com tamanha eficiência e experiência para segurar qualquer filme nas costas, atraindo praticamente toda a atenção do público. E ainda tem uma garotinha sensacional no elenco, a pequena notável Vivien Lyra Blair, além do talento promissor de Trevante Rhoades, de “Moonlight”, embora John Malkovich, Sarah Paulson e Jackie Weaver aparecem apenas pela obrigação de manter as contas em dia. “Bird Box” é sobre algo que surge do nada e que não pode ser visto, então, leva as pessoas a cometer suicídio. Alienígenas? Entidades malignas? A câmera não mostra e é melhor assim. Talvez seja uma metáfora para a depressão, o medo que de nós mesmos e da possível e consequente desistência da vida. Ótimo que o espectador possa entender “Bird Box” como quiser, afinal arte é uma experiência bem pessoal. E a analogia sobre depressão não é absurda, pois a jornada da personagem de Sandra envolve sua aceitação da maternidade, solução que representa sua própria razão para viver. Pena que a diretora Susanne Bier dilua qualquer simbologia em prol do melodrama e de uma história mais convencional. Fica a sensação de que o roteiro de Eric Heisserer (“A Chegada”), baseado no livro de Josh Malerman, precisava de um olhar mais profundo para traduzir a reflexão que parece ter repercutido mais em quem leu a obra original. Em vez disso, a trama prefere investir nos momentos clichês da estupidez humana, que existem em nove de cada dez filmes que flertam com o terror – como abrir portas para estranhos no meio do caos, ver uma notícia sobre suicídio em massa na Rússia e ignorar o fato como se fosse a coisa mais normal do mundo, e correr por uma floresta com os olhos vendados só para tomar inúmeros tombos. Para se arriscar em um território tão explorado é preciso desbravar fronteiras e percorrer caminhos jamais percorridos. Não é o que faz Susanne Bier que, numa era não muito distante, conquistou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro por “Em um Mundo Melhor” (2010). Era de se esperar mais dela. Especialmente após outro filme com temas mais ou menos similares ir muito além e se destacar em 2018, o excelente “Um Lugar Silencioso”.

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  • Filme

    Produtores de Um Lugar Silencioso aprovam as comparações com Bird Box

    15 de janeiro de 2019 /

    Desde que foi anunciado na Netflix, “Bird Box” vem sendo comparado a “Um Lugar Silencioso”, terror de John Krasinski. Os longas chamaram atenção por terem temáticas parecidas. Enquanto em “Bird Box” os personagens não podem usar a visão, tendo que andar vendados, em “Um Lugar Silencioso” os protagonistas não podem falar nem fazer barulho. Caso contrário, tornam-se vítimas de monstros que transformaram o planeta num lugar pós-apocalíptico. Durante a premiação do Critics Choice 2019, no domingo (14/1), onde “Um Lugar Silencioso” venceu como Melhor Terror ou Sci-Fi do ano, os produtores Andrew Form e Brad Fuller, de “Um Lugar Silencioso”, foram questionados sobre o que achavam da comparação entre os dois filmes. “Nós ainda não vimos ‘Bird Box’. O que sabemos é que a comparação é que o que fizemos com o som, eles fizeram com a visão. É assustador? Então amamos as comparações”, declarou Fuller. Após seu sucesso, “Um Lugar Silencioso” terá continuação. O mesmo deve acontecer com “Bird Box”, mas, por enquanto, a Netflix ainda não confirmou a produção.

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  • Série

    Roteirista de Bird Box vai desenvolver nova série de fantasia para a Netflix

    11 de janeiro de 2019 /

    O roteirista Eric Heisserer vai estender sua parceria com a Netflix, após o sucesso de “Bird Box”, com a produção de uma nova série de fantasia. Intitulada “Shadow and Bone”, a série é inspirada na saga literária de Leigh Bardugo, conhecida como “trilogia Grisha”, cujo primeiro livro foi lançado no Brasil com o título “Sombra e Ossos”, a tradução do nome da série – os outros dois volumes foram batizados de “Sol e Tormenta” e “Ruína e Ascensão”. A saga se passa num mundo divido entre um lado iluminado e outro em perpétua escuridão, habitado por monstros canibais. A protagonista é Alina Starkov, cartógrafa de seu regimento militar, que, durante uma expedição pelo perigoso “lado escuro” do planeta, descobre ter uma habilidade especial que a transforma em alvo de poderosas forças ocultas. Os livros de Berdugo já venderam mais de 2,5 milhões de cópias ao redor do mundo e foram traduzidos para 38 línguas diferentes. Heisserer vai escrever a adaptação e também servir como showrunner e produtor da série, ao lado da própria autora. “Shadow and Bone” terá inicialmente oito episódios e incluirá elementos do spin-off literário “Six of Crows”, que expande o “universo Grisha”. Ainda não há previsão de estreia.

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  • Filme

    Sucesso de Bird Box inspira turismo e desafios perigosos

    3 de janeiro de 2019 /

    A Netflix não estava blefando quando revelou os números de “Bird Box”. Visto por mais de 45 milhões de pessoas em uma semana, o filme virou um fenômeno. A ponto da plataforma precisar se manifestar sobre brincadeiras baseadas em sua trama, que viralizaram nas redes sociais com a hashtag #BirdBoxChallenge, ou “desafio Bird Box”. Nos vídeos postados sob a hashtag, pessoas aparecem tentando realizar tarefas cotidianas vendados, como se vivessem no mundo de “Bird Box”. No filme, criaturas misteriosas invadem a Terra, levando todos que olham para elas a enlouquecer e cometer suicídio. Por isso, decidem passar o tempo todo vendadas. Já na vida real, quem vê “Bird Box” parece enlouquecer e tentar cometer suicídio, participando de desafios como pilotar motos de olhos vendados! É tão absurdo que a Netflix resolveu abordar o desafio em suas redes sociais. “Não acredito que preciso dizer isso, mas: por favor, não se machuquem fazendo o ‘desafio Bird Box’. Não sabemos como isso começou, e apreciamos o amor [pelo filme], mas o garoto e a garota tem só um pedido para 2019, e é que vocês não acabem no hospital por causa de um meme”, publicou o perfil oficial da Netflix nos Esados Unidos. Além do desafio, o filme também popularizou a casa em que se passa boa parte da ação, transformada em destino turístico de muitos curiosos. Ela se localiza em Monrovia, que fica no subúrbio da Califórnia. E, segundo o site TMZ, vários grupos têm se aglomerado ao redor da residência para fazer registros que chegam a imitar a personagem Malorie (Sandra Bullock) com os olhos vendados. Ainda segundo a publicação, a dona da residência afirma ter recebido o valor de US$ 12 mil pelas filmagens, mas não tem intenção de assistir ao filme por não ser assinante do serviço de streaming. Can’t believe I have to say this, but: PLEASE DO NOT HURT YOURSELVES WITH THIS BIRD BOX CHALLENGE. We don’t know how this started, and we appreciate the love, but Boy and Girl have just one wish for 2019 and it is that you not end up in the hospital due to memes. — Netflix US (@netflix) 2 de janeiro de 2019

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  • Filme

    Netflix diz que Bird Box foi visto por 45 milhões em sua primeira semana

    28 de dezembro de 2018 /

    A Netflix quebrou sua regra de ouro de manter sua audiência em segredo para se gabar do sucesso de “Bird Box”. Segundo nota publicada nas redes sociais da empresa, o terror estrelado por Sandra Bullock foi visto por mais de 45 milhões de assinantes da plataforma em apenas sete dias. O anúncio ainda destaca que o projeto bateu recorde de audiência, tornando-se o filme original da Netflix mais assistido em sua primeira semana de lançamento. É uma abertura e tanto nas cortinas que escondem os segredos de Oz. Vale lembrar que recentemente o diretor de conteúdo da empresa, Ted Sarantos, tinha se gabado que “Crônicas de Natal” foi visto por 20 milhões de assinantes em seus primeiros sete dias, número muito abaixo do conquistado pelo suspense de Bullock. Claro que não dá para comprovar nenhum desses números. A Netflix não disponibiliza acesso a seus dados para auditores independentes. O fato de revelar um número já é visto com espanto. Ele pode servir, ao menos, como exemplo de teto. Os fracasso, porém, devem continuar atrás das cortinas, de modo a manter o alcance médio da plataforma em segredo. Dirigido por Susanne Bier e baseado no livro “Caixa de Pássaros”, de Josh Malerman, “Bird Box” segue uma mãe que tenta salvar seus filhos após uma misteriosa ameaça invadir a Terra. Os sobreviventes precisam cobrir seus olhos para não ficarem expostos aos seus maiores pesadelos. Parte da crítica aconselhou o público a também ver outra coisa, considerando os 66% de aprovação de “Bird Box” no Rotten Tomatoes. Não é toda semana que 45 milhões de contas assistem um filme original meu. Essa vai pra lista de coisas boas de 2018! https://t.co/rIMj6LD37h — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) December 28, 2018

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  • Filme

    Bird Box: Terror apocalíptico estrelado por Sandra Bullock ganha fotos e novo trailer legendado

    11 de dezembro de 2018 /

    A Netflix divulgou 27 fotos e um novo trailer legendado de “Bird Box”, filme de terror apocalíptico que traz Sandra Bullock (“Gravidade”) como protagonista. As imagens também incluem cenas de bastidores das filmagens, dirigidas pela dinamarquesa Susanne Bier, vencedora do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro por “Em um Mundo Melhor” (2010). A prévia é meio óbvia em sua referência, ao mostrar uma mãe aterrorizada por monstros numa floresta, tentando salvar seu casal de filhos. A situação evoca claramente “Um Lugar Silencioso” (2018). A principal diferença são os sentidos afetados pela presença das criaturas. Em vez de precisar fazer silêncio o tempo inteiro, o novo filme mostra que os personagens devem manter os olhos sempre fechados. Na trama, uma força desconhecida provoca em quem a vê reações violentas e extremadas, levando as pessoas ao suicídio. Para evitar este destino, os sobreviventes decidem tapar os olhos, enquanto fogem para local mais seguro. Mas isso os coloca à mercê da ameaça física das criaturas responsáveis pelo fenômeno. A origem difusa desse pânico coletivo também acaba lembrando outro longa: “Fim dos Tempos” (2008), um dos trabalhos mais fracos de M. Night Shyamalan. O roteiro de “Bird Box” é de Eric Heisserer (“A Chegada”) e o elenco ainda inclui Trevante Rhodes (“Moonlight”), Sarah Paulson (“American Horror Story”), Lil Rel Howery (“Corra!”), John Malkovich (“22 Milhas”) e um grande número de coadjuvantes – Rosa Salazar (“Maze Runner: A Cura Final”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga e a Vespa”), BD Wong (“Jurassic World”), Parminder Nagra (“The Blacklist”), Tom Hollander (“Missão Impossível – Nação Secreta”), Jacki Weaver (“Alma da Festa”), Taylor Handley (“APB”) e Machine Gun Kelly (“Nerve”). O filme teve sua première na CCXP e estreia em streaming no dia 21 de dezembro.

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    Netflix vai exibir Roma de graça em cinemas do Rio e São Paulo

    6 de dezembro de 2018 /

    Aposta da Netflix para o Oscar, o filme “Roma”, de Alfonso Cuáron, será exibido de graça em cinemas do Rio e São Paulo. O longa vai estrear nas telas grandes nacionais no mesmo dia em que já poderá ser visto em celular: sexta-feira, 14 de dezembro. A Netflix vai distribuir ingressos para sessões diárias às 21h30 no período de 14 a 26 de dezembro nos cinemas Kinoplex Itaim, em São Paulo, e Kinoplex Riosul, no Rio de Janeiro. Para garantir a entrada gratuita, basta acessar o site www.romanetflix.com.br a partir desta quinta-feira (6/12), inscrever-se e escolher uma sessão. Será gerado um código que deverá ser apresentado na bilheteria do cinema. Cada cadastro dá direito a dois convites. Além do Brasil, “Roma” também terá sessões em cinemas de Los Angeles, Nova York e outras cidades nos Estados Unidos, além de México, Toronto e Londres. A diferença é que, nos Estados Unidos, houve uma “janela” cinematográfica, com o lançamento realizado em 21 de novembro, três semanas antes da disponibilização em streaming, e com cobrança de ingresso. E foi um sucesso. A estratégia de levar “Roma” aos cinemas tem relação com a temporada de premiações. Esta é uma exigência da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas para filmes que quiserem concorrer ao Oscar. A plataforma também está levando aos cinemas dos Estados Unidos outros lançamentos, como “The Ballad of Buster Scruggs”, dos irmãos Coen, e “Bird Box”, de Susanne Bier. “Roma” já venceu o Festival de Veneza e tem se destacado nas listas de melhores do ano da crítica americana.

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    Sandra Bullock, Andy Serkis e elenco de Stranger Things são confirmados na Comic Con Experience

    21 de novembro de 2018 /

    A Netflix divulgou um vídeo em que confirma a participação de integrantes do elenco mirim de “Stranger Things” e de outras atrações da plataforma na Comic Con Experience. Virão para São Paulo para participar do evento os atores Caleb Mclaughlin, Noah Schnapp e Sadie Sink, respectivamente Lucas, Will e Max da série sci-fi, além de Sandra Bullock e Trevante Rhodes, estrelas do filme de terror “Bird Box”, Andy Serkis, diretor do filme de fantasia “Mogli: Entre Dois Mundos”, o trio Tom Hopper, David Castañeda e Emmy Raver-Lampman, da vindoura série “Umbrella Academy”, e os criadores dos quadrinhos em que esta série se baseia, Gerard Way (da banda My Chemical Romance) e o ilustrador brasileiro Gabriel Bá. A Comic Con Experience servirá de palco para o marketing presencial da Netflix em dois dias consecutivos, 8 e 9 de dezembro. O evento também já confirmou a participação de outros artistas, como Brie Larson (a Capitã Marvel), Zachary Levi (o Shazam), Michael B. Jordan e Florian Munteanu (ambos de “Creed 2”), Ricky Whittle (astro de “American Gods”), Tom Welling (de “Smallville”), Sebastian Stan (o Soldado Invernal da Marvel), os diretores M. Night Shyamalan (“Vidro) e Dean DeBlois (“Como Treinar o Seu Dragão 3”), e John Romita Jr. (astro dos quadrinhos), entre outros. O evento também terá um painel sobre “Game of Thrones” e vai exibir para o público o filme “Aquaman”, com quase uma semana de antecedência em relação à estreia comercial nos cinemas brasileiros. Oi @CCXPoficial. Eu sei que já confirmei minha presença, mas tudo bem levar uns amigos? Segue lista pra deixar na porta: Sandra, Trevante, Caleb, Noah, Sadie, Andy, Tom, David, Emmy, Steve, Gerard e Gabriel. Valeeeeeu! pic.twitter.com/LU6ppTdeLD — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) 21 de novembro de 2018

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    Netflix altera estratégia e decide exibir filmes de prestígio nos cinemas antes do streaming

    1 de novembro de 2018 /

    A Netflix deu o braço a torcer e lançará três de seus novos filmes originais em um número limitado de cinemas antes de estreá-los na plataforma de streaming. A nova estratégia da empresa visa cumprir qualificação para o Oscar e justificar escalações em festivais que enfrentam pressões do parque exibidor. Mas também é uma forma de atrair ainda mais diretores e astros de prestígio para seus projetos, já que muitos cineastas importantes são contra a ideia de que seus filmes sejam vistos apenas em telas pequenas. Os primeiros lançamentos que terão esta janela cinematográfica são “Roma”, de Alfonso Cuarón, “The Ballad of Buster Scruggs”, dos irmãos Coen, e “Bird Box”, de Susanne Bier. Os dois primeiros foram exibidos no Festival de Veneza, por sinal vencido por “Roma”. “Há uma grande resposta aos nossos filmes na temporada de festivais, incluindo ‘Outlaw King’, que estará nos cinemas e na Netflix na semana seguinte. O plano é construir um ‘momento’”, explicou Scott Stuber, chefe do grupo de cinema da Netflix, sobre a decisão. “A prioridade da Netflix é sempre seus assinantes e produtores de filmes, e estamos constantemente inovando para os servir”. A verdade é que não é de hoje que a Netflix tenta emplacar seus filmes no cinema. Quem não quer os filmes da Netflix é o circuito exibidor, que exige uma janela mínima de três meses de exclusividade, algo que a plataforma de streaming nem cogita. O investimento da Netflix em filmes de prestígio e sua obsessão em vê-los premiados resultou numa manifestação dura da Associação Nacional dos Donos de Cinema dos Estados Unidos, durante o Festival de Toronto, sobre o esforço da plataforma para levar aos cinemas filmes disponíveis em streaming. “Esse gesto no meio do caminho vai falhar em satisfazer tanto o público quanto os cineastas e assinantes da Netflix. A Netflix tem de entender que não é cinema x streaming – tem de ser cinema e depois streaming, com a sequência correta”, afirmou o comunicado. Mas o paradigma começa a mudar. Se antes a Netflix buscava distribuir no cinema títulos que lançava no mesmo dia em streaming, agora quer dar de uma a três semanas de exclusividade para a exibição em tela grande. Ainda é pouco para o gosto dos exibidores. Na França, por exemplo, a janela é de quase um ano, o que impede essa estratégia de ganhar simpatia do Festival de Cannes, que barrou os lançamentos da Netflix de competir pela Palma de Ouro, justamente por pressão dos donos de cinema. Por outro lado, o aval dos festivais de Veneza, Toronto e até a Mostra de São Paulo aos longas da Netflix também colocam pressão sobre o circuito exibidor para refrear suas exigências. De olho nesse desenvolvimento, também está a Amazon, que produz diversos filmes de prestígio, como o premiado no Oscar “Manchete à Beira-Mar”, mas segue à risca a janela cinematográfica.

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    Bird Box: Terror apocalíptico estrelado por Sandra Bullock ganha primeiro trailer legendado

    24 de outubro de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Bird Box”, filme de terror apocalíptico que traz Sandra Bullock (“Gravidade”) como protagonista. A prévia é meio óbvia em sua referência, ao mostrar uma mãe aterrorizada por monstros numa floresta, tentando salvar seu casal de filhos. A situação evoca claramente “Um Lugar Silencioso” (2018). A principal diferença são os sentidos afetados pela presença das criaturas. Em vez de precisar fazer silêncio o tempo inteiro, o novo filme mostra que os personagens devem manter os olhos sempre fechados. Na trama, uma força desconhecida provoca em quem a vê reações violentas e extremadas, levando as pessoas ao suicídio. Para evitar este destino, os sobreviventes decidem tapar os olhos, enquanto fogem para local mais seguro. Mas isso os coloca à mercê da ameaça física das criaturas responsáveis pelo fenômeno. A origem difusa desse pânico coletivo também acaba lembrando outro longa: “Fim dos Tempos” (2008), um dos trabalhos mais fracos de M. Night Shyamalan. O roteiro é de Eric Heisserer (“A Chegada”) e o filme tem direção da dinamarquesa Susanne Bier, vencedora do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro por “Em um Mundo Melhor” (2010). Além de Bullock, o elenco destaca Trevante Rhodes (“Moonlight”), Sarah Paulson (“American Horror Story”), Lil Rel Howery (“Corra!”), John Malkovich (“22 Milhas”) e um grande número de coadjuvantes – Rosa Salazar (“Maze Runner: A Cura Final”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga e a Vespa”), BD Wong (“Jurassic World”), Parminder Nagra (“The Blacklist”), Tom Hollander (“Missão Impossível – Nação Secreta”), Jacki Weaver (“Alma da Festa”), Taylor Handley (“APB”), Machine Gun Kelly (“Nerve”), etc. “Bird Box” tem estreia marcada para o dia 21 de dezembro.

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    Sandra Bullock vai estrelar nova sci-fi do roteirista de A Chegada

    18 de outubro de 2017 /

    A atriz Sandra Bullock (“Gravidade”) vai estrelar uma produção original da Netflix. Trata-se de “Bird Box”, nova sci-fi escrita por Eric Heisserer após “A Chegada” (2016). Baseado em romance homônimo do escritor Josh Malerman, o filme conta a história de uma mulher e duas crianças que são vendadas e conduzidas ao longo de um rio em meio a um cenário pós-apocalíptico. A direção está a cargo da dinamarquesa Susanne Bier, vencedora do Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira por “Em um Mundo Melhor” (2011) e o elenco também inclui Sarah Paulson (“American Crime Story”), John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”), Trevante Rhodes (“Moonlight”), Jacki Weaver (“O Lado Bom da Vida”), LilRel Howery (“Corra!”) e Danielle Macdonald (“Patti Cake$”). Ainda não há previsão para o início das filmagens. O projeto faz parte do plano ambicioso da Netflix de se tornar o maior estúdio de “cinema” do mundo.

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