Lily James e Sebastian Stan viram Pamela Anderson e Tommy Lee em fotos de minissérie
A plataforma americana Hulu divulgou as primeiras fotos da minissérie “Pam and Tommy”, que mostram Lily James (“Rebecca”) e Sebastian Stan (“Falcão e o Soldado Invernal”) como o casal Pamela Anderson e Tommy Lee. A transformação é impressionante, especialmente no caso da atriz britânica (veja mais uma foto abaixo). Com oito episódios, a minissérie vai se concentrar no relacionamento entre o baterista da banda Mötley Crüe e a estrela da série “SOS Malibu” (Baywatch) durante os anos 1990, com direito ao famoso vazamento do vídeo de sexo de sua lua de mel particular. Para quem é muito jovem para lembrar, Anderson foi indiscutivelmente o maior ícone sexual dos anos 1990 – ela detém o recorde de capas da revista Playboy – e Lee integrava a banda mais escandalosa de sua geração. O relacionamento dos dois, que se casaram uma semana após se conhecerem, vendeu mais tabloides que qualquer outro no período. E muitos fãs puderam conferir em detalhes como foi sua lua de mel, com a comercialização da sex tape mais famosa de todos os tempos. A minissérie é produzida pela dupla Seth Rogen e Evan Goldberg (produtores de “Preacher” e “The Boys”). E além de trabalhar atrás das câmeras, Rogen também está escalado para viver Rand, o homem que roubou a fita infame. O elenco ainda inclui Nick Offerman (“Parks and Recreation”) como o empresário pornô Tio Miltie, Taylor Schilling (“Orange Is the New Black”) como a esposa de Rand, e Andrew Dice Clay (“Nasce Uma Estrela”) como um mafioso. A produção, que pode ser encarada como uma espécie de continuação de “The Dirt – Confissões do Mötley Crüe” (2018), tem direção a cargo do cineasta Craig Gillespie (“Eu, Tonya”) e ainda não possui previsão de estreia.
Ator de “O Gambito da Rainha” será empresário dos Beatles no cinema
O ator Jacob Fortune-Lloyd, que viveu D.L. Townes em “O Gambito da Rainha”, vai estrelar a biografia do empresário dos Beatles, Brian Epstein. Intitulado “Midas Man”, o filme conta com direção do sueco Jonas Akerlund, veterano diretor de clipes e da cinebiografia de rock “Mayhem – Senhores do Caos” (2018). Chamado de “o quinto beatle”, Brian Epstein (1934-1967) é considerado um dos maiores responsáveis pelo sucesso da banda nos anos 1960. Dono de uma loja de discos em Liverpool e gay numa época em que isso não era bem aceito pela sociedade, ele se impressionou com uma apresentação da banda no Cavern Club e decidiu que iria conseguir um contrato com uma gravadora para a banda. Passaram-se oito meses entre o dia em que ele conheceu os músicos e a assinatura do contrato, que levou ao lançamento de “Love Me Do” e ao começo da Beatlemania. Ele também mudou o visual da banda, colocando os músicos em terninhos combinados e, para completar, ainda lançou a cantora Cilla Black, amiga dos Beatles. A expressão “quinto beatle” foi cunhada por Paul McCartney, que disse: “Se alguém pudesse ser considerado o quinto Beatle, seria Brian”. “É um grande privilégio interpretar Brian Epstein, um homem que teve um impacto cultural tão importante e duradouro”, disse Jacob Fortune-Lloyd, em comunicado sobre o projeto. “Ele era uma pessoa fascinante com grande talento, ambição e coragem, e estou muito honrado por ter a oportunidade de representá-lo”. O ator também comentou que Jonas Akerlund “é a pessoa perfeita para dar vida a essa história”. “Seu trabalho é visualmente deslumbrante, visceral e ousado. Mal posso esperar para começarmos a trabalhar juntos”, completou. As filmagens acontecerão no Twickenham Studios e em locações em Londres, Liverpool e Estados Unidos. As datas da produção ainda não foram reveladas. Veja abaixo uma entrevista legendada com Epstein feita no início da Beatlemania.
Jamie Foxx vai viver Mike Tyson em minissérie
O ator Jamie Foxx interpretará o campeão mundial do boxe Mike Tyson em uma nova minissérie biográfica. Intitulada simplesmente “Tyson”, a produção terá seus episódios dirigidos pelo cineasta Antoine Fuqua (“O Protetor”), que ainda dividirá a produção com ninguém menos que o colega Martin Scorsese (“O Irlandês”). Ainda sem canal/plataforma definido, o projeto foi apresentado pelo próprio Tyson ao mercado. “Há muito tempo que procuro contar minha história”, disse Tyson, em comunicado. “Com o recente lançamento da [sua produtora de eventos] Legends Only League e a empolgação dos fãs após meu retorno ao ringue, agora parece o momento perfeito. Estou ansioso para colaborar com Martin, Antoine, Jamie e toda a equipe criativa para trazer ao público uma série que não apenas captura minha jornada profissional e pessoal, mas também inspira e diverte.” Foxx vem discutindo seu envolvimento em um projeto de Tyson há algum tempo, afirmando no ano passado que estava se preparando para o papel, embora na época os rumores mencionassem um filme biográfico. A oficialização do projeto explica a reação extremamente irritada de Tyson ao anúncio da produção de “Iron Mike”, outra minissérie sobre sua vida, em desenvolvimento para a plataforma Hulu. O anúncio de “Iron Mike” atropelou o projeto oficial de Mike Tyson. Por isso, ele definiu a minissérie como “roubo” e lançou a hashtag #boycotthulu, tentando sensibilizar seus seguidores a boicotarem a plataforma da Disney. Embora seja louvado como um dos maiores boxeadores de todos os tempos, Tyson tem uma ficha corrida violenta. Ele foi condenado por estupro e cumpriu três anos de prisão. Ao encenar sua volta por cima no boxe, após sua libertação, ele encerrou seus dias de glória numa revanche contra Evander Holyfield em 1997, em que foi desqualificado por arrancar à mordidas um pedaço de uma das orelhas do oponente. Apesar do vexame, transmitido ao vivo pela TV para todo o mundo, Tyson continuou a lutar – e perder – várias lutas, até se aposentar em 2006. Mesmo assim, ainda voltou aos ringues contra Roy Jones Jr. no ano passado. Nos últimos tempos, o lutador tem conseguido mais sucesso interpretando a si mesmo no cinema e na TV. Um dos pontos altos desta carreira aconteceu na trilogia “Se Beber, Não Case” e, mesmo com seu passado violento, numa série de animação, “Mike Tyson Mysteries”, do Adult Swim. Além disso, ele nocauteou Eminem num clipe recente e publicou sua autobiografia, que se tornou um best-seller nos EUA.
Kaley Cuoco será Doris Day em minissérie biográfica
A atriz Kaley Cuoco (“The Big Bang Theory”) já tem um novo projeto após o sucesso de sua nova série “The Flight Attendant”, renovada para a 2ª temporada, e da atração animada “Harley Quinn”, sobre a vilã Arlequina, da DC Comics. Ela vai continuar na HBO Max para estrelar uma minissérie biográfica sobre a atriz e cantora Doris Day, a eterna “namoradinha da América”. A produção será baseada no livro de memórias “Doris Day: Her Own Story”, escrito por AE Hotchner em 1976, com base numa série de entrevistas com a loira de voz diáfana, que estrelou várias comédias românticas de sucesso nos anos 1950 e 1960, muitas delas fazendo par com o gay enrustido Rock Hudson – como “Confidências à Meia-Noite”, que lhe rendeu indicação ao Oscar. A obra conta vários detalhes de bastidores de seus filmes e revela dificuldade de sua vida pessoal, sendo considerada uma autobiografia. Cuoco interpretará Day, que morreu aos 97 anos em 2019, após uma carreira repleta de clássicos, além de muitos altos e baixos. Embora seja mais lembrada por comédias e musicais, Doris Day também foi uma loira hitchockiana. E ironicamente lançou sua música de maior sucesso, “Que Sera, Sera”, em “O Homem que Sabia Demais”, de Alfred Hitchcock. Apesar do sucesso, a atriz teve azar no amor. Ela se casou quatro vezes, e seu terceiro marido perdeu todo seu dinheiro, deixando-a endividada quando morreu em 1968. Foi apenas graças a uma nova carreira na televisão, que ela detestava, que evitou a ruína financeira. A estrela também se dedicou à defesa dos direitos animais a partir dos anos 1970, uma causa que Cuoco também compartilha. Além de estrelar, Cuoco também vai produzir a série, via sua produtora Yes, Norman, em parceria com a Berlanti Productions e a Warner Bros. Television. Trata-se da mesma configuração criativa de “The Flight Attendant”.
Kenneth Branagh vai filmar cinebiografia dos Bee Gees
O cineasta Kenneth Branagh (“Assassinato no Expresso do Oriente”) vai trocar as adaptações de Shakespeare e Agatha Christie pela música pop. Ele assinou contrato com a Paramount Pictures para dirigir um filme biográfico dos Bee Gees. O filme vai seguir o começo humilde dos irmãos Barry, Maurice e Robin Gibb na Austrália, durante os anos 1960, até sua jornada para se tornar um fenômeno pop mundial com o sucesso da trilha sonora do filme “Embalos de Sábado à Noite” (Saturday Night Fever) em 1977. O roteirista Ben Elton está escrevendo o longa, que ainda não tem título oficial. Ele e Branagh trabalharam recentemente juntos em outra cinebiografia, “A Pura Verdade”, de 2018, sobre William Shakespeare. A Amblin Entertainment, de Steven Spielberg, assina a produção em parceria com a GK Films, de Graham King, produtor de “Bohemian Rhapsody”. Barry Gibb também está listado como produtor executivo. Ele é o último membro sobrevivente da banda, após a morte de Maurice em 2003 e de Robin em 2012. Recentemente, os Bee Gees também foram tema de um documentário da HBO, intitulado “How Can You Mend a Broken Heart”, lançado em dezembro passado com direção de Frank Marshall (“Resgate Abaixo de Zero”).
Paramount define diretor da cinebiografia de Bob Marley
A Paramount contratou o cineasta Reinaldo Marcus Green, de “Monstros e Homens” (2018) e do vindouro “King Richard”, para dirigir a cinebiografia de Bob Marley em desenvolvimento no estúdio. O projeto tem apoio da família do cantor e produção de Ziggy, Rita e Cedella Marley. Ziggy Marley também foi produtor dos documentários “Marley” (2012) e “Bob Marley Legend Remixed Documentary” (2013). Bob Marley realizou muito em sua vida curta. Apesar de ter morrido de câncer em 1981, aos 36 anos, ele foi o grande responsável por popularizar o reggae em todo o mundo, graças a sucessos internacionais como “No Woman, No Cry”, “Could You Be Loved”, “Get Up, Stand Up” e “Is This Love”. “A música de Bob Marley vive em todos nós. Suas letras transcendem continentes, cores, crenças e gerações. Ela cura. Ela luta. Sangra amor e verdade”, disse Green, no comunicado de sua contração. “É uma verdadeira honra e privilégio trabalhar com Ziggy e a família Marley, e a Paramount Pictures, para dar vida à sua história. O público quer conhecer o verdadeiro Bob, o homem e também a lenda. Espero que este filme nos aproxime da compreensão de sua jornada, de sua música, e continue a carregar a tocha de seu legado com humildade, graça e, acima de tudo, amor. ” Por infeliz coincidência, o anúncio da contratação foi feito um dia após a morte de Bunny Wailer, parceiro de Bob Marley e Peter Tosh na famosa banda The Wailers. O projeto é prioridade da atual presidente do Paramount Motion Picture Group, Emma Watts, que foi uma das responsáveis por lançar a cinebiografia “Bohemian Rhapsody”, centrada em Freddie Mercury, quando era presidente de produção da então 20th Century Fox. Aquele filme arrecadou mais de US$ 900 milhões na bilheteria mundial e venceu quatro Oscars, incluindo Melhor Ator para Rami Malek.
Mike Tyson xinga Hulu após anúncio de série sobre sua vida
Mike Tyson está louco da vida com a Hulu, após o anúncio da produção de uma série sobre sua vida. A plataforma americana anunciou nesta quinta (25/2) que fará uma minissérie biográfica de oito episódios chamada de “Iron Mike”. Mas o ex-campeão mundial de boxe disse que não autorizou e partiu pra briga. “O anúncio da Hulu de fazer uma minissérie não autorizada e sem compensação sobre a minha vida, embora infeliz, não é surpreendente”, começou Tyson em um comunicado publicado em suas redes sociais. “Este anúncio na esteira das disparidades sociais em nosso país é um excelente exemplo de como a ganância corporativa da Hulu levou a essa apropriação indevida da minha história de vida. Fazer este anúncio durante o Mês da História Negra apenas confirma a preocupação da Hulu com dólares em detrimento do respeito pelos direitos das histórias negras. Hollywood precisa ser mais sensível às experiências negras, especialmente depois de tudo o que aconteceu em 2020”, continuou o lutador. Mas é a frase que encerra o texto que esclarece o motivo de tanta raiva. “Minha verdadeira história autorizada está em desenvolvimento e será anunciada nos próximos dias”, ele avisa. O anúncio de “Iron Mike” aparentemente atropelou um projeto similar de Mike Tyson. Por isso, ele definiu a minissérie como “roubo” e lançou a hashtag #boycotthulu, tentando sensibilizar seus seguidores a boicotarem a plataforma da Disney. Por enquanto, não há nenhuma informação sobre a produção de Tyson, mas a minissérie da Hulu está sendo desenvolvida pela equipe responsável por outra produção focada num mau elemento do mundo dos esportes, o filme “Eu, Tonya” (2017), sobre a “vilã” olímpica Tonya Harding. A série foi escrita por Steven Rogers, será dirigida por Craig Gillespie e produzida por Margot Robbie, respectivamente roteirista, diretor e estrela-produtora de “Eu, Tonya”. Rogers também trabalhou nos roteiros com Karin Gist (produtora-roteirista de “Star” e “Mixed-ish”), que servirá como showrunner da atração. Segundo a apresentação oficial, “Iron Mike” explorará a carreira e a vida selvagem, trágica e controversa de “uma das figuras mais polarizadoras da cultura esportiva”. Tyson não está envolvido com a série de forma alguma, mas seu estouro foi tardio, segundo fontes da imprensa americana que apuraram que os executivos do Hulu o informaram sobre a produção há alguns meses. Embora seja louvado como um dos maiores boxeadores de todos os tempos, Tyson tem uma ficha corrida violenta. Ele foi condenado por estupro e cumpriu três anos de prisão. Ao encenar sua volta por cima no boxe, após sua libertação, ele encerrou seus dias de glória numa revanche contra Evander Holyfield em 1997, em que foi desqualificado por arrancar à mordidas um pedaço de uma das orelhas do oponente. Apesar do vexame, transmitido ao vivo pela TV para todo o mundo, Tyson continuou a lutar – e perder – várias lutas, até se aposentar em 2006. Mesmo assim, ainda voltou aos ringues contra Roy Jones Jr. no ano passado. Nos últimos tempos, o lutador tem conseguido mais sucesso interpretando a si mesmo no cinema e na TV. Um dos pontos altos desta carreira aconteceu na trilogia “Se Beber, Não Case” e, mesmo com seu passado violento, numa série de animação, “Mike Tyson Mysteries”, do Adult Swim. Além disso, ele nocauteou Eminem num clipe recente e publicou sua autobiografia, que se tornou um best-seller nos EUA. “Iron Mike” faz parte de uma lista crescente de projetos da LuckyChap, produtora da atriz Margot Robbie, que também assina “Dollface”, uma comédia estrelada por Kat Dennings (de “WandaVision”) na Hulu, a vindoura série “Maid” de John Wells (“Álbum de Família”) na Netflix, e ainda está por trás do thriller premiado “Bela Vingança”, com Carey Mulligan, entre outros. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Mike Tyson (@miketyson)
Robbie Williams vai ganhar cinebiografia do diretor de O Rei do Show
O cantor Robbie Williams vai ganhar uma cinebiografia, após o sucesso de “Rocket Man” e “Bohemian Rhapsody”. Mesmo sem ter uma trajetória comparável a Elton John e Freddie Mercury, o autor dos hits “Angels” e “Rock DJ” terá sua história contada num filme dirigido por Michael Gracey, diretor do musical “O Rei do Show”. Descrito como “um conto de amadurecimento”, o filme vai se chamar “Better Man” e mostrará o cantor desde o começo da carreira, como integrante da boy band Take That, até sua ascensão à fama como cantor solo. Segundo o diretor, “Better Man” não será como “Rocket Man” ou “Bohemian Rhapsody” porque Williams era “um homem comum que sonhou alto e cujos sonhos o levaram a um lugar incrível”. “Ele não é o melhor cantor ou dançarino e, mesmo assim, conseguiu vender 80 milhões de discos. Você se identifica com esse cara que não se vê como extremamente talentoso, embora, é claro, ele seja.” Além de dirigir, Gracey também assina o roteiro com Oliver Cole e Simon Gleeson. E, por enquanto, o projeto existe apenas no papel. “Better Man” ainda não tem estúdio ou plataforma definidos para seu financiamento e distribuição.
Diretor “cancelado” enfrenta ira feminista ao planejar volta a Hollywood
O diretor e produtor Brett Ratner (“X-Men: O Confronto Final”) estaria planejando um retorno a Hollywood com a direção de um projeto sobre a dupla pop Milli Vanilli. A cinebiografia veio à tona no sábado (20/2), junto com a revelação de que produtora Millennium Media pretendia apresentá-la durante o evento de mercado European Film Market (EFM) na primeira semana de março. O cineasta está ligado à biografia sem título de Milli Vanilli há mais de uma década, quando adquiriu os direitos vitalícios para filmar a história da dupla franco-alemã, envolvida num escândalo de farsa musical. O roteiro é de Jeff Nathanson, com quem o Ratner trabalhou na franquia “A Hora do Rush”. Só que a iniciativa feminista Time’s Up não pretende deixar o filme acontecer. Ratner encontra-se “cancelado” desde que se tornou um dos poderosos de Hollywood denunciados durante o auge do movimento #MeToo. Em novembro de 2017, sete mulheres, incluindo as atrizes Olivia Munn e Natasha Henstridge, acusaram o cineasta de assédio e abuso sexual, com descrições de comportamento de revirar o estômago, que fizeram com que a Warner Bros. rompesse contratos e todos os laços com o produtor-diretor com quem o estúdio tinha um negócio lucrativo de coprodução. A relação de Ratner com a Warner se devia a seu sucesso como produtor. Em 2012, ele fundou a produtora RatPac com o milionário James Packer, ex-noivo de Mariah Carey. Após se fundir com a Dune Entertainment, a empresa foi rebatizada de RatPack-Dune Entertaiment e fechou uma parceria com a Warner Bros, originando os sucessos de “Gravidade” (2013), “Uma Aventura Lego” (2014), “Sniper Americano” (2014), “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), “O Regresso” (2015) e até… “Liga da Justiça” (2017). A presidente e CEO da Time’s Up, Tina Tchen, divulgou um comunicado que afirma: “A Time’s Up nasceu da reavaliação nacional do assédio sexual no local de trabalho. Nosso movimento é um produto de incontáveis atos de coragem de muitos sobreviventes, incluindo aqueles que falaram sobre o que sofreram nas mãos de Brett Ratner”. O texto acusa: “Ratner não apenas nunca reconheceu ou se desculpou pelo dano que causou, mas também entrou com processos na tentativa de silenciar as vozes das sobreviventes que se apresentaram – uma tática tirada do manual do predador. Você não pode apenas sumir por alguns anos e depois ressurgir e agir como se nada tivesse acontecido. Nós não esquecemos – e não iremos esquecer. E a Millennium Media também não deveria. Não deveria haver retorno”. A Time’s Up também lançou uma hashtag no Twitter: #wewontforgetbrett (nós não esqueceremos Brett). O último filme de Ratner como diretor foi “Hércules” (2014) e antes do movimento #MeToo ele pretendia filmar a cinebiografia de Hugh Hefner, o fundador da Playboy. Not only did he never acknowledge harm or apologize to the survivors, he tried to silence them. We didn’t forget. 2/2 #wewontforgetbrett https://t.co/QvAucNyx9a — TIME'S UP (@TIMESUPNOW) February 20, 2021
Regina King será primeira negra candidata à presidência dos EUA
A atriz Regina King, vencedora de um Oscar (por “Se a Rua Beale Falasse”) e quatro Emmys, vai estrelar e produzir “Shirley”, cinebiografia de Shirley Chisholm, a primeira congressista negra eleita dos EUA em 1968, que se notabilizou por também concorrer à presidência do país. Produzido pela Participant Media, o filme tem roteiro e direção de outro vencedor do Oscar, John Ridley (Melhor Roteiro Adaptado por “12 Anos de Escravidão”). Os dois trabalharam juntos na série “American Crime”, criada por Ridley, que rendeu dois Emmys para King. A trama vai acompanhar a Chisholm em 1972, quando viveu um momento histórico. Quatro anos após se tornar a primeira negra eleita como congressista (o equivalente a deputada federal no Brasil), ela se tornou a primeira mulher a disputar o cargo de presidente da república pelo Partido Democrata. E principalmente a primeira mulher negra a se candidatar ao cargo na Casa Branca. Em comunicado, a Participant informou que as filmagens estão previstas para começar ainda este ano e apresentarão “um retrato íntimo de bastidores de uma das líderes políticas mais inovadoras de nossos tempos”. “A determinação destemida de Shirley Chisholm foi uma inspiração para muitos de nós e, com este filme, esperamos inspirar muitas gerações futuras”, disse King. “Colaborar mais uma vez com meu amigo e mentor, John Ridley, e com a equipe do Participant, torna esta jornada ainda mais doce.” Ridley acrescentou: “A paixão de Regina por dar vida a um retrato completo e muito humano de Shirley ficou evidente desde o dia em que nos conhecemos. Sou muito grato a Regina por confiar em mim como parceiro para contar a história dessa pessoa verdadeiramente notável. ” O projeto histórico surge num grande ano para Regina King, que ganhou seu quarto Emmy por “Watchmen” e estreou na direção com “Uma Noite em Miami”, que pode transformá-la na primeira mulher negra a disputar o Oscar de Melhor Direção. Veja abaixo um curto documentário (em inglês, sem legendas) sobre a vida de Shirley Chisholm.
Série sobre Aretha Franklin ganha trailer e data de estreia
O canal pago National Geographic divulgou o trailer e a data de estreia da 3ª temporada da série biográfica “Genius”, que vai focar a vida e a carreira de Aretha Franklin. Intitulada “Genius: Aretha”, a série chega em 21 de março na TV americana como única produção autorizada sobre a vida da cantora, o que inclui a garantia dos direitos necessários para a utilização de suas músicas. A distinção é relevante num ano em que sua exibição vai competir com um filme sobre a Rainha do Soul. A prévia revela alguns dos momentos marcantes da trajetória de Aretha, desde sua infância como cantora de igreja, passando pelo momento em que foi coroada rainha e seu envolvimento na luta pelos direitos civis. Aretha foi eleita a “maior cantora de todos os tempos” pela revista Rolling Stone, foi a primeira mulher a entrar para o Rock & Roll Hall of Fame e entre suas inúmeras conquistas contam-se 18 Grammys, mais de 75 milhões de discos vendidos e convites para cantar na posse de três presidentes americanos — incluindo Barack Obama, em 2009 – e no funeral de Martin Luther King Jr. – aos 18 anos de idade. Algumas de suas músicas se tornaram hinos, como “Respect”, uma canção machista de Otis Redding que ela virou do avesso e transformou em marco da luta pelos direitos civis norte-americanos. Portanto, é enorme a responsabilidade da atriz Cynthia Erivo (“The Outsider”) ao dar vida ao ícone musical, bem como da showrunner Suzan-Lori Parks (“Garota 6”) e do produtor-diretor Anthony Hemingway (“Esquadrão Red Tails”), além de todos os envolvidos. Desenvolvida por Kenneth Biller (criador de “Perception”), Noah Pink (“Esta é sua Morte”) e Suzan-Lori Parks, “Genius: Aretha” também destaca em seu elenco os atores Courtney B. Vance (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”), David Cross (“Arrested Development”) e Malcolm Barrett (“Timeless”), entre outros. A estreia da série em março pode ter impacto no lançamento do filme “Respect”, que traz Jennifer Hudson (vencedora do Oscar por “Dreamgirls”) no papel da cantora e, com o adiamento devido ao coronavírus, só deve chegar aos cinemas em agosto.
Michelle Williams será a cantora Peggy Lee em filme do diretor de Carol
A atriz Michelle Williams vai protagonizar a cinebiografia da cantora Peggy Lee, que será realizada pelo diretor Todd Haynes (“Carol”). Atriz e diretor já tinham trabalhado juntos em “Sem Fôlego” (2017) e agora se juntam para tirar o projeto da vida da cantora de “Fever” do papel. Há vários anos em desenvolvimento, a cinebiografia estava no limbo desde a morte da cineasta Nora Ephron em 2012. Para se ter noção, Haynes decidiu incluir o filme em sua lista de projetos futuros em 2014. Na época, sua ideia era ter Reese Witherspoon no principal papel. Michelle Williams, porém, é muito mais parecida fisicamente com a artista. Peggy Lee teve uma carreira de cinco décadas, em que gravou mais de 600 canções e foi considerada uma das mais importantes cantoras americanas, listando entre seus fãs ninguém menos que Frank Sinatra, Ella Fitzgerald, Judy Garland, Dean Martin, Bing Crosby e Louis Armstrong. Ainda sem título definido, a cinebiografia de Peggy Lee será o terceiro filme de temática musical de Haynes, mas o primeiro baseado numa história real. Anteriormente, o diretor filmou “Velvet Goldmine” (1998), sobre artistas fictícios do rock glam dos anos 1970, e “Não Estou Lá” (2007), uma ficção sobre as muitas vidas de Bob Dylan. Relembre abaixo o maior sucesso da carreira da cantora. Foi Peggy Lee quem lançou a versão definitiva de “Fever” em 1958, com letra diferente e andamento mais lento que o blues original gravado por Little Willie John dois anos antes, influenciando todas as versões que se seguiram, de Elvis Presley a Madonna.
Vida de Antônio Carlos Magalhães vai virar filme
A vida do político Antônio Carlos Magalhães (1927 — 2007), conhecido como ACM, que por décadas foi considerado o “dono” da Bahia e poderoso chefão do PFL (partido que virou o DEM), vai virar filme. A coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, informou que o produtor Roberto Feith (“Century of Cinema”), ex-correspondente internacional da Globo e fundador da editora Objetiva, adquiriu os direitos de uma biografia inédita do ex-governador, ministro e presidente do Senado, atualmente finalizada pelo jornalista Tom Cardoso, para adaptar a obra em um longa-metragem e/ou uma minissérie. Ainda sem título, o livro sobre ACM deve ser lançado no fim do ano, editado pela História Real/Intrínseca












