Pets: Vídeos destacam os dubladores brasileiros da animação
A Universal divulgou vídeos com o time de dubladores nacionais da animação “Pets – A Vida Secreta dos Bichos”, que contará com os atores Danton Mello (“Vai que Dá Certo 2”), Tatá Werneck (“Vai que Cola”), Tiago Abravanel (“Amor em Sampa”) e Luis Miranda (“Que Horas Ela Volta?”). Eles dão vozes ao cachorrinho Max, à cachorrinha Gigi (Gidget, no original), ao cachorrão Duke e ao coelho Bola de Neve (Snowball), respectivamente, e nos vídeos falam sobre a experiência – veja abaixo. A animação vai mostrar o que acontece quando os humanos saem para o trabalho ou a escola, e os animais de estimação ficam sozinhos em casa. E quando uma rivalidade deixa dois cãozinhos em perigo, os bichos da vizinhança iniciam uma aventura para salvar seus amigos capturados pela carrocinha e sequestrados por um coelho psicopata. O filme tem direção de Chris Renaud, um dos diretores da franquia “Meu Malvado Favorito”, em parceria com Yarrow Cheney, desenhista de produção de “Meu Malvado Favorito”. O roteiro é de Brian Lynch, de “O Gato de Botas” (2011), e a dupla Cinco Paul e Ken Daurio, também de “Meu Malvado Favorito”. Já o elenco original de vozes inclui os comediantes americanos Louis CK (série “Louie”), Eric Stonestreet (série “Modern Family”), Kevin Hart (“Ajuste de Contas”), Ellie Kemper (série “Unbreakable Kimmy Schmidt”), Lake Bell (série “Childrens Hospital”), Bobby Moynihan (humorístico “Saturday Night Live”), Hannibal Buress (série “Broad City”) e Albert Brooks (“O Ano Mais Violento”). O filme estreou com recorde de bilheteria em 8 de julho nos EUA, e já se tornou um dos maiores sucessos mundiais do ano, apesar de ainda permanecer inédito nos cinemas brasileiros. A estreia nacional só vai acontecer em 25 de agosto.
Sing: Animais cantores de nova animação estrelam vídeo ao estilo de Carpool Karaoke
O estúdio Illumination divulgou um novo vídeo da animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”, que evoca o quadro “Carpool Karaoke”, literalmente o carro-chefe do programa “The Late Late Show”, apresentado por James Corden. O esquete com celebridades cantantes faz tanto sucesso que inspirou imitadores por toda a internet (inclusive a equipe olímpica de natação dos EUA) e ainda vai virar um programa independente, com distribuição digital da Apple. Nada melhor, portanto, para divulgar uma animação sobre cantores amadores do reino animal. Escrito e dirigido por Garth Jennings (“O Guia do Mochileiro das Galáxias”), o filme tem o estilo antropomórfico de “Zootopia”. A trama gira em torno de Buster Moon (voz original de Matthew McConaughey, de “Interestelar”), um coala que gerencia um grande teatro que passa por tempos difíceis e tem uma ideia para recuperar a glória antiga do lugar: produzir a maior competição de cantores do mundo. Cinco candidatos se destacam competição: Um rato (Seth MacFarlane, a voz de “Ted”), que canta tão bem quanto rói; uma tímida elefante adolescente (a cantora Tori Kelly) com um grande pavor do palco; uma mãe sobrecarregada (Reese Witherspoon, de “Vício Inerente”) de 25 leitões; um jovem gorila gângster (Taron Egerton, de “Kingsman – Serviço Secreto”); e uma porca-espinha punk-rock (Scarlett Johansson, de “Os Vingadores”). Cada animal chega ao teatro de Buster acreditando que a competição será a chance de mudar o curso de suas vidas. A estreia está marcada para 22 de dezembro no Brasil.
Bilheterias: Sucesso de Procurando Dory ignora Caça-Fantasmas e Carrossel 2 no Brasil
Apesar das estreias de “Caça-Fantasmas” e “Carrossel 2: O Sumiço de Maria Joaquina” ocuparem metade das salas de cinema disponíveis no Brasil, os filmes mais assistidos do fim de semana foram animações que já estavam em cartaz. A animação “Procurando Dory” se manteve líder das bilheterias brasileiras pela terceira semana consecutiva. O filme, que estreou no dia 30 de junho, arrecadou da última quinta-feira (14/7) a domingo (17/7) pouco mais de R$ 11 milhões, levando 715 mil pessoas aos cinemas. Ao todo, os peixinhos da Disney/Pixar já fisgaram 5,5 milhões de pessoas e faturaram quase R$ 78 milhões no país, segundo dados da ComScore. Comprovando que os filmes de bichos falantes são a tendência mais bem-sucedida do ano, o 2º lugar ficou com “A Era do Gelo: O Big Bang”. O quinto filme da franquia pré-histórica da Fox levou 692 mil pessoas aos cinemas, arrecadando cerca de R$ 10,5 milhões em quatro dias. Com isso, 2,5 milhões já assistiram ao filme, que está rendendo R$ 38 milhões no Brasil. As estreias da semana ocuparam o 3º e o 4º lugares, respectivamente. “Caça-Fantasmas” teve desempenho pior no Brasil que nos EUA, onde abriu em 2º lugar (atrás de outra animação de bichos falantes, “Pets – A Vida Secreta dos Bichos”, ainda inédita por aqui). O filme foi muito falado devido a sua concepção, idealizado pela Sony como uma versão feminina da comédia clássica de 1985. No final, a curiosidade despertada ficou abaixo do repúdio intuitivo dos fãs, que foram acusados de serem machistas pelos produtores, por reagirem como reagem fãs. Acabou atraindo 382 mil pessoas para uma arrecadação de R$ 6,7 milhões. Ironicamente, “Carrossel 2” teve mais público, 408 mil pessoas, mas, porque tinha ingressos mais baratos (sem o custo da exibição em 3D) rendeu menos, R$ 5,3 milhões. De todo modo, o desempenho ficou abaixo da estreia do primeiro filme da franquia infantil do SBT, visto por 467 mil espectadores em seu fim de semana de estreia. Na ocasião, o filme abriu em 3º lugar, mas acabou conquistando uma das maiores bilheterias do cinema nacional em 2015. Contando com a pré-estreia paga e “inflada”, que aconteceu uma semana antes do lançamento oficial, no dia 7 de julho, “Carrossel 2” já foi visto por mais de 1 milhão de pessoas e faturou R$ 12,2 milhões até o momento.
Sing: Bichos cantores soltam a voz em novo trailer animado
O estúdio Illumination divulgou o novo trailer da animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”. Curiosamente, a trama segue a linha de “Zootopia”, da Disney, mostrando o cotidiano de uma cidade de animais falantes. A diferença é que, além de falar, eles também querem cantar. A prévia apresenta diversos animais cantores entoando hits famosos, como “Anaconda”, de Nicki Minaj, e “Bad Romance”, de Lady Gaga. Mas por trás de cada sonho de sucesso musical há também histórias muito, hmm, “humanas”. Escrito e dirigido por Garth Jennings (“O Guia do Mochileiro das Galáxias”), o filme gira em torno de Buster Moon (voz original de Matthew McConaughey, de “Interestelar”), um coala que gerencia um grande teatro que passa por tempos difíceis e tem uma ideia para recuperar a glória antiga do lugar: produzir a maior competição de cantores do mundo. Cinco candidatos se destacam competição: Um rato (Seth MacFarlane, a voz de “Ted”), que canta tão bem quanto rói; uma tímida elefante adolescente (a cantora Tori Kelly) com um grande pavor do palco; uma mãe sobrecarregada (Reese Witherspoon, de “Vício Inerente”) de 25 leitões; um jovem gorila gângster (Taron Egerton, de “Kingsman – Serviço Secreto”) esperando se livrar de sua perigosa família; e uma porca-espinha punk-rock (Scarlett Johansson, de “Os Vingadores”) que planeja se libertar de seu namorado arrogante e se lançar em carreira solo. Cada animal chega ao teatro de Buster acreditando que a competição será a chance de mudar o curso de suas vidas. Mas o próprio teatro é palco de inúmeros problemas financeiros. Um detalhe da divulgação do filme chama atenção. Até agora não surgiram trailers dublados. Talvez por a trama conter muitas músicas famosas em inglês. Mesmo assim, é difícil imaginar que uma animação seja lançada apenas com legendas nos cinemas nacionais. A estreia está marcada para 22 de dezembro no Brasil.
Pets: Vídeo de bastidores destaca os dubladores originais
A Universal Pictures divulgou um vídeo de bastidores (sem legendas) de “Pets: A Vida Secreta dos Bichos”, nova animação criada pelos “mesmos seres humanos” que fizeram “Meu Malvado Favorito” (2010), que destaca o elenco americano de dubladores: os comediantes Kevin Hart (“Ajuste de Contas”), Eric Stonestreet (série “Modern Family”), Jenny Slate (série “Married”), Lake Bell (série “Childrens Hospital”) e Bobby Moynihan (humorístico “Saturday Night Live”), que aparecem no vídeo, além de Louis CK (série “Louie”), Ellie Kemper (série “Unbreakable Kimmy Schmidt”), Hannibal Buress (série “Broad City”) e Albert Brooks (“O Ano Mais Violento”). A animação vai mostrar o que acontece quando os humanos saem para o trabalho ou a escola, e os animais de estimação ficam sozinhos em casa. E quando uma rivalidade deixa dois cãozinhos em perigo, os bichos da vizinhança iniciam uma aventura para salvar seus amigos capturados pela carrocinha e sequestrados por um coelho psicopata. O filme tem direção de Chris Renaud, um dos diretores da franquia “Meu Malvado Favorito”, em parceria com Yarrow Cheney, desenhista de produção de “Meu Malvado Favorito”. O roteiro é de Brian Lynch, de “O Gato de Botas” (2011), e a dupla Cinco Paul e Ken Daurio, também de “Meu Malvado Favorito”. A estreia está marcada para 8 de julho nos EUA, mas apenas em 25 de agosto no Brasil.
Pets: Danton Mello e Tatá Werneck são as vozes nacionais da nova animação da Universal
A Universal divulgou revelou o time de dubladores nacionais da animação “Pets – A Vida Secreta dos Bichos”, que contará com os atores Danton Mello (“Vai que Dá Certo 2”), Tatá Werneck (“Vai que Cola”), Luis Miranda (“Que Horas Ela Volta?”) e Tiago Abravanel (“Amor em Sampa”). Eles dão vozes ao cachorrinho Max, à cachorrinha Gigi (Gidget, no original), ao coelho Bola de Neve (Snowball) e ao cachorrão Duke, respectivamente, e já podem ser ouvidos no novo trailer dublado – veja abaixo. A animação vai mostrar o que acontece quando os humanos saem para o trabalho ou a escola, e os animais de estimação ficam sozinhos em casa. E quando uma rivalidade deixa dois cãozinhos em perigo, os bichos da vizinhança iniciam uma aventura para salvar seus amigos capturados pela carrocinha e sequestrados por um coelho psicopata. O filme tem direção de Chris Renaud, um dos diretores da franquia “Meu Malvado Favorito”, em parceria com Yarrow Cheney, desenhista de produção de “Meu Malvado Favorito”. O roteiro é de Brian Lynch, de “O Gato de Botas” (2011), e a dupla Cinco Paul e Ken Daurio, também de “Meu Malvado Favorito”. Já o elenco original de vozes inclui os comediantes americanos Louis CK (série “Louie”), Eric Stonestreet (série “Modern Family”), Kevin Hart (“Ajuste de Contas”), Ellie Kemper (série “Unbreakable Kimmy Schmidt”), Lake Bell (série “Childrens Hospital”), Bobby Moynihan (humorístico “Saturday Night Live”), Hannibal Buress (série “Broad City”) e Albert Brooks (“O Ano Mais Violento”). Embora o filme estreie já na próxima sexta (8/7) nos EUA, o lançamento brasileiro só vai acontecer em 25 de agosto.
Sing: Bichos cantores disputam competição de calouros em novo trailer animado
A Universal Pictures divulgou o segundo trailer legendado da animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”, nova produção do estúdio Illumination, responsável pelo sucesso de “Meu Malvado Favorito” (2010) e “Minions” (2015). Curiosamente, a trama segue a linha de “Zootopia”, da Disney, mostrando o cotidiano de uma cidade de animais falantes. A diferença é que, além de falar, eles também querem cantar. A prévia apresenta diversos animais cantores entoando hits famosos, como “Anaconda”, de Nicki Minaj, e “Bad Romance”, de Lady Gaga. Mas por trás de cada sonho de sucesso musical há também histórias muito, hmm, “humanas”. Escrito e dirigido por Garth Jennings (“O Guia do Mochileiro das Galáxias”), o filme gira em torno de Buster Moon (voz original de Matthew McConaughey, de “Interestelar”), um coala que gerencia um grande teatro que passa por tempos difíceis e tem uma ideia para recuperar a glória antiga do lugar: produzir a maior competição de cantores do mundo. Cinco candidatos se destacam competição: Um rato (Seth MacFarlane, a voz de “Ted”), que canta tão bem quanto rói; uma tímida elefante adolescente (a cantora Tori Kelly) com um grande pavor do palco; uma mãe sobrecarregada (Reese Witherspoon, de “Vício Inerente”) de 25 leitões; um jovem gorila gângster (Taron Egerton, de “Kingsman – Serviço Secreto”) esperando se livrar de sua perigosa família; e uma porca-espinha punk-rock (Scarlett Johansson, de “Os Vingadores”) que planeja se libertar de seu namorado arrogante e se lançar em carreira solo. Cada animal chega ao teatro de Buster acreditando que a competição será a chance de mudar o curso de suas vidas. Mas o próprio teatro é palco de inúmeros problemas financeiros. Um detalhe da divulgação do filme chama atenção. Até agora não surgiram trailers dublados. Talvez por a trama conter muitas músicas famosas em inglês. Mesmo assim, é difícil imaginar que uma animação seja lançada apenas com legendas nos cinemas nacionais. A estreia está marcada para 22 de dezembro no Brasil.
Sem sentido e bom senso, Angry Birds deve virar a pior animação do ano
Baixe e aproveite todos os aplicativos da série “Angry Birds”, mas esqueça a animação feita para o cinema, porque deve disputar a condição de pior do ano. Sem graça, nexo, inspiração e uma mínima noção de bom senso, “Angry Birds – O Filme” entra para a coleção de filmes para levar filhos e sobrinhos ao cinema em que dizemos a eles no fim da sessão – como prova de amor – que gostamos do que vimos. Mas, cuidado, a “melhor cena” envolve pássaros bebendo e fazendo gargarejo com xixi. Ou seja, não dá para acreditar que deram dinheiro para produzir essa bomba. Compreensível pelo sucesso da marca, mas é uma bola fora da Sony tratar isso como cinema. A parte do xixi pode ser a “melhor”, porém o mau gosto domina e é difícil escolher qual é o momento mais embaraçoso. Mas antes de citá-los, vamos recapitular o que é “Angry Birds”: surgiu como um app para jogar no ônibus ou no trem. Sem história alguma. A missão é arremessar passarinhos raivosos contra porcos verdes que roubaram seus ovos. É isso. Embora se espere que isso aconteça no filme, a adaptação teria um roteiro que parte praticamente do zero e sem limites para explorar a criatividade. Mas apostaram numa trama para lá de manjada. Até chegar a hora que remete ao game, sobram desdobramentos enfadonhos sobre personagens nada carismáticos, liderados por um protagonista estressado – mesmo vivendo numa ilha paradisíaca – , que não tem graça nenhuma. Todos os exemplos utilizados para ele demonstrar sua raiva foram vistos em diversos filmes. Pior: não há explicação alguma para o personagem ser assim e ainda tentam dizer lá na frente que é bom ser estressado. Ok, ninguém é de ferro, entendo, mas isso deveria ser um filme para crianças. Prepare-se para cenas com flatulências, insinuações machistas, bundas na cara de outros pássaros e piadas sobre sexo, como em um momento inacreditável: você sabe que os porcos roubarão os ovos do pobres pássaros, certo? Antes de decidir pelo resgate, um dos personagens principais sugere que basta substituir os filhotes “reunindo a mulherada num cantinho e mandar ver”. Quantas crianças entenderam isso? E qual é a necessidade disso? Mas vamos nos concentrar na estrutura do roteiro de Jon Vitti (“Alvin e os Esquilos”). Quando chega a tão esperada parte dos pássaros atacando os porcos, ela não faz o menor sentido. Não há preparação para esse momento. Nenhum personagem estava acostumado a ser arremessado por estilingues gigantes até ali. Eles simplesmente acham que é a melhor estratégia para o ataque. Enfim, não há muito para dizer. Apenas para o filho ou o sobrinho. Enquanto eles consomem a última pipoca, você pode contar a eles que “Angry Birds” (o filme, não o game) não foi o melhor filme que vocês já viram. Não se preocupe, porque provavelmente eles concordarão.
Downward Dog: Série de comédia sobre um cachorro deprimido ganha trailer
A rede ABC divulgou o primeiro trailer completo de “Downward Dog”, série de comédia aprovada para a próxima temporada. A atração é uma adaptação da webserie de mesmo nome, criada pela dupla Samm Hodges e Michael Killen (que trabalharam juntos no curta animado “Illusions”), que tem um cachorro como personagem principal. Mas se a ideia parece mesmo coisa de vídeos do YouTube, a premissa também evoca a vindoura animação “Pets – A Vida Secreta dos Bichos”. E uma vez que prévia seja vista, todos o cinismo derrete num poço de lágrimas, risos e fofura. Ao contrário de “Wilbur”, sobre um cachorro falante (na verdade, um ator vestido de cachorro) malvado, o protagonista de “Downward Dog” apenas pensa em voz alta (voz de Hodges), refletindo seu tédio e depressão como um cachorro doméstico e imaginando a vida glamourosa de sua dona (Allison Tolman, da série “Fargo”). O contraponto é oferecido pelo cotidiano real depressivo da mulher, que tem na interação com seu bicho de estimação o ponto alto de seu dia. A trama se complica quando a relação vira um triângulo, com a chegada de um rapaz (Lucas Neff, da série “Raising Hope”), ex-namorado da mulher, que tenta reconquistá-la. A série vai estrear na midseason, entre janeiro e março, nos EUA.
Downward Dog: Série de comédia com atriz de Fargo ganha primeiro comercial
A rede ABC divulgou uma foto e o primeiro comercial de “Downward Dog”, série de comédia que teve sua produção aprovada para a próxima temporada. A atração é uma adaptação da webserie de mesmo nome, criada pela dupla Samm Hodges e Michael Killen (que trabalharam juntos no curta animado “Illusions”), que tem um cachorro como personagem principal. A trama gira em torno de Nan (Allison Tolman, da série “Fargo”) e sua relação com seu cachorro Martin (voz de Hodges), narrada pelo ponto de vista do animal, que tem um comportamento destrutivo e controlador. A atenção que Nan dispensa a Martin sofre concorrência do musicista e bartender Jason (Lucas Neff, da série “Raising Hope”), ex-namorado da mulher, que tenta reconquistá-la.
Diretor de Os Miseráveis vai filmar o musical Cats
O diretor Tom Hooper (“A Garota Dinamarquesa”) vai voltar a dirigir um grande sucesso musical da Broadway. Responsável pela bem-sucedida adaptação de “Os Miseráveis” (2012), ele comandará a seguir a versão de cinema de “Cats” para a Universal Pictures. A informação é do site da revista Variety. Composto por Andrew Lloyd Webber a partir da coleção de poemas escritas por T.S. Eliot, “Cats” conta a história dos gatos jellicle (palavra que só eles sabem o seu significado), que se reúnem uma vez ao ano para decidir quem deve ir para um lugar melhor. O espetáculo estreou no West End londrino em 1981 e teve longa temporada de sucesso na Broadway, entre 1987 e 2006. Antes da confirmação, quando o tabloide inglês The Sun antecipou que Hooper negociava dirigir “Cats”, o rumor era que o filme seria estrelado pela modelo-atriz Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”). Não há previsão para o começo da produção ou sua data de estreia.
Pets: A Vida Secreta dos Bichos ganha novo trailer legendado com cenas inéditas
A Universal Pictures divulgou um novo trailer legendado de “Pets: A Vida Secreta dos Bichos”, nova animação criada pelos “mesmos seres humanos” que fizeram “Meu Malvado Favorito” (2010). A prévia conta um pouco mais da história, destacando a rivalidade entre os dois principais cãozinhos da história com várias cenas inéditas. A animação vai mostrar o que acontece quando os humanos saem para o trabalho ou a escola, e os animais de estimação ficam sozinhos em casa. E quando uma rivalidade deixa dois cãozinhos em perigo, os bichos da vizinhança iniciam uma aventura para salvar seus amigos capturados pela carrocinha e sequestrados por um coelho psicopata. O filme tem direção de Chris Renaud, um dos diretores da franquia “Meu Malvado Favorito”, em parceria com Yarrow Cheney, desenhista de produção de “Meu Malvado Favorito”. O roteiro é de Brian Lynch, de “O Gato de Botas” (2011), e a dupla Cinco Paul e Ken Daurio, também de “Meu Malvado Favorito”. Já o elenco de vozes originais inclui os comediantes Louis CK (série “Louie”), Eric Stonestreet (série “Modern Family”), Kevin Hart (“Ajuste de Contas”), Ellie Kemper (série “Unbreakable Kimmy Schmidt”), Lake Bell (série “Childrens Hospital”), Bobby Moynihan (humorístico “Saturday Night Live”), Hannibal Buress (série “Broad City”) e Albert Brooks (“O Ano Mais Violento”). A estreia está marcada para 8 de julho nos EUA, mas apenas em 25 de agosto no Brasil.
Mogli impressiona e emociona em versão digital à altura do clássico da Disney
A nova versão “com ator” de “Mogli: O Menino Lobo” é nostálgica e impressionante pelos efeitos visuais, que comprovam mais um milagre do cinema, mas não seria tão bem-sucedida se não fosse também envolvente e emocionante. Jon Favreau é um diretor que raramente erra. Seu currículo não deixa mentir: “Zathura” (2005) e o primeiro “Homem de Ferro” (2008) são indiscutíveis. Seu único fracasso foi o fraco “Cowboys & Aliens” (2011), que ele rebateu com um projeto barato e pessoal, o delicioso “Chef” (2014). O sucesso de “Mogli” apenas confirma a confiança depositada pela Disney em seu talento. Assistir ao filme dá a impressão clara de que um peso enorme saiu das costas do cineasta. Nerd e atento aos detalhes, Favreau caprichou na criação de um novo mundo. Além de fotografia e direção de arte de arregalar os olhos, a selva de “Mogli” e todos os seus habitantes (animais criados por computação) representam um assombro tecnológico. O design gerado quase que inteiramente em CGI prova que, muitas vezes, somos injustos com os efeitos visuais que levam os profissionais que trabalham com isso a orgasmos múltiplos. Cobramos efeitos práticos, à moda antiga, quando vemos a tecnologia digital tomar conta de um filme, a ponto de se tornar mais importante que seu diretor, roteiro e elenco. Mas “Mogli” está aí para lembrar que um diretor faz diferença, sim. Num trabalho praticamente quase todo computadorizado, Favreau jamais esquece onde está a alma de seu filme. Adaptar “Mogli” sempre foi arriscado. Por conta disso, a própria Disney já tinha optado por uma animação em 1967, quando contou sua primeira versão da história criada no século 19 por Rudyard Kipling. Compreensível. Se nos anos 1960 uma adaptação decente com atores de carne e osso seria impossível, a versão de Favreau também jamais teria dado certo em outra época. Aliás, existe um filme em 1994 dirigido pelo Stephen Sommers de “A Múmia”, que ninguém lembra. É claro que a invasão das criaturas digitais ganhou fôlego com os dinossauros de “Jurassic Park”, em 1993, mas “Mogli” impressiona por criar com realismo animais que existem hoje. Esqueça os efeitos articificiais de “Jumanji”, de 1995. Os animais selvagens de “Mogli” são tão realistas quanto os bichinhos falantes de “Babe, O Porquinho Atrapalhado”, roteirizado por George Miller no mesmo ano. Uma revolução para a época, que assim como “Mogli” valorizou uma boa história acima de qualquer truque. Mas em “Babe” ainda eram animais de verdade, com pequenas manipulações digitais. Os bichos 100% computadorizados de “Mogli” só foram possíveis após Ang Lee dirigir “As Aventuras de Pi” (2012). Pense no impressionante tigre que rendeu a “Pi” o Oscar de Melhores Efeitos Visuais, só que falando e se expressando com emoções. É o que acontece no filme de Favreau, mas não somente com um tigre. Com um tigre, um urso, uma pantera, uma cobra, lobos, macacos, etc, que interagem com o menino Neel Sethi, um garoto de 10 anos, estreante no cinema. Favreau se apoia na inocência da criança (e do personagem) para que o “faz de conta” dos bichos falantes vire realidade. E a plateia vai junto. O visual funciona que é uma beleza, mas o verdadeiro valor do filme está na sua história clássica. A trama traz questionamentos básicos sobre onde reside a felicidade e a família que escolhemos, respeitando e entendendo as diferenças para descobrir, numa jornada inimista, qual é nosso lugar no mundo. A Disney se tocou que vivemos em outra época, bem distante daquela da animação de 1967. E, assim como fez em “Zootopia”, usa a fábula de Kipling para atualizar (corrigir?) conceitos e pré-conceitos. Para os mais novos, sua trama resgata até a estrutura do roteiro de “O Rei Leão” (1994). E não tem como errar quando a inspiração é essa. Mas, para os mais velhos, o atrativo da nostalgia é ainda mais irresistível. Dificilmente os marmanjos conseguirão segurar as lágrimas quando o urso Balu (voz de Bill Murray no original em inglês, na companhia de um time de dubladores excepcionais) se junta a Mogli para cantar uma música famosa da animação. O que também é uma ousadia: em meio à tanto realismo, Jon Favreau não fugiu das canções. Assim, o novo “Mogli” é um pseudo-live-action que não representa só uma nova adaptação do livro de Kipling. É uma homenagem à própria história da Disney e suas produções infantis de outros tempos.










