Oficial: Lázaro Ramos e Taís Araújo são mesmo Jay-Z e Beyoncé brasileiros
O casal de atores Lázaro Ramos e Taís Araújo resolveram brincar com os fãs que os chamam de Jay-Z e Beyoncé brasileiros ao recriar, no Instagram, um clique poderoso dos cantores americanos. A foto original foi publicada no Instagram da cantora na segunda (23/8) como parte de uma campanha para a grife de luxo Tiffany & Co. Beyoncé foi a primeira mulher negra a posar com um dos diamantes da famosa joalheria numa campanha publicitária. Mas ao apresentar a imagem publicitária escreveu que a foto era “sobre o amor”, posando ao lado do marido. “Já que vocês marcaram a gente o dia todo hoje no post da Beyoncé e Jay-Z, a gente resolveu fazer a nossa versão para mostrar que aqui também é sobre amor!”, escreveu Lázaro ao publicar a homenagem fotográfica em suas redes sociais. Compare abaixo as duas fotos. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lázaro Ramos (@olazaroramos) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Beyoncé (@beyonce)
Beyoncé lamenta morte de Paulo Gustavo e mãe confirma que ela era fã
A cantora Beyoncé lamentou a morte de Paulo Gustavo, publicando uma foto do ator em seu site oficial com a mensagem: “Descanse em paz”. Embora não tenha feito maiores comentários, a mãe da estrela, Tina Knowles, explicou, em sua própria postagem em homenagem ao ator no Instagram, que Beyoncé era fã do brasileiro, assim como ele era membro da behive (comunidade de fãs da cantora). “Infelizmente, perdemos um ator e comediante muito amado, o Sr. Paulo Gustavo. Sr. Gustavo era um grande fã da Beyoncé e um membro da behive. Ela era fã dele, também.” “Estamos rezando por sua família e todos os seus fãs. Sentiremos muito a sua falta, Paulo”, acrescentou. Paulo Ricardo era fã declarado de Beyoncé e um vídeo em que ele aparece apertando a mão da cantora durante um show viralizou nas redes sociais. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tina Knowles (@mstinalawson)
Taylor Swift recebe flores de Beyoncé por sua vitória histórica no Grammy 2021
Taylor Swift revelou nesta sexta (19/3) que recebeu um lindo buquê de flores de Beyoncé, poucos dias após as duas conquistarem vitórias históricas no Grammy 2021. No evento de domingo passado (14/3), Beyoncé se tornou a artista feminina mais vencedora da História do Grammy ao conquistar seu 28º prêmio e Taylor Swift se tornou a primeira artista feminina a ganhar três vezes o troféu de Álbum do Ano. Nos Stories de seu Instagram, Taylor mostrou uma foto do buque de flores rosas e um bilhete escrito pela Rainha. “Taylor, parabéns pelo seu Grammy. Foi ótimo vê-la no domingo à noite. Obrigado por sempre ser tão solidária. Mandando lembranças para você e sua família. B.”, diz o texto. Ao mostrar o presente, Taylor também compartilhou sua gratidão pela lembrança, escrevendo: “Acordei com flores da Rainha da graça e da grandeza, Beyoncé, e de repente é a melhor sexta-feira de todos os tempos. Obrigado B e parabéns por sua conquista épica na noite de domingo!!” As duas tinham tudo para serem rivais amargas após uma presepada de Kanye West, que invadiu o palco da premiação Video Music Awards da MTV, em 2009, para impedir Taylor Swift de agradecer pelo troféu de Melhor Clipe do Ano em sua estreia no evento. Kanye não aceitou o resultado, dizendo que Beyoncé é que devia ter vencido. No domingo, quando Beyoncé conquistou o Grammy de Melhor Performance em R&B, que marcou seu recorde histórico, a câmera mostrou Taylor aplaudindo com entusiasmo a premiação.
Beyoncé revela fotos da filha com primeiro Grammy aos 9 anos
A cantora Beyoncé compartilhou no Instagram alguns momentos de sua passagem pela cerimônia do Grammy 2021, onde bateu o recorde de artista mais premiada da Academia Fonográfica em todos os tempos. Ela também aproveitou para prestigiar a conquista de sua filha, Blue Ivy, que aos 9 anos ganhou seu primeiro Grammy, compartilhado com a mãe na categoria de Melhor Vídeo Musical, pelo clipe de “Brown Skin Girl”. Ao final do vídeo que preparou sobre a ocasião, cantora revelou duas fotos icônicas da menina segurando o troféu com formato de gramofone. Ela aparece com uma coroa nas duas imagens. Numa delas, com um canudinho, usando o troféu como copo de suco, enquanto na outra demonstra toda sua felicidade com um sorrisão. Veja o post original abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Beyoncé (@beyonce)
Grammy faz melhor festa do ano, mas evidencia problemas em noite de recorde de Beyoncé
Muito bem produzida e supostamente democrática, a premiação do Grammy 2021 vai ficar conhecida como a edição em que Beyoncé bateu o recorde de artista com a maior quantidade de prêmios da Academia Fonográfica em todos os tempos. Indo além da superfície, porém, foi uma edição que evidenciou os problemas que, nos últimos meses, geraram acusações de falta de representatividade e corrupção contra os responsáveis pela distribuição dos prêmios. Em primeiro lugar, mesmo com uma grande pulverização de troféus, artistas negros venceram majoritariamente “categorias negras” – isto é, disputas de rap e R&B. Houve exceções, em especial a vitória de “I Can’t Breathe”, de H.E.R., inspirada no movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam) como Música do Ano. Nisto, entra sentimento de culpa branca em período de combate midiático ao racismo. Mas não nega os sinais que apontam tendência, indicando porque The Weeknd, com um som que não cabe nas caixinhas negras tradicionais, nem sequer foi indicado. Em segundo lugar, a presença de Beyoncé no evento. Ela disse que não participaria do Grammy. Mas apareceu com o marido Jay-Z. Manteve a promessa de não cantar e pulou a apresentação de “Savage”, que Megan Thee Stallion cantou sozinha, e foi a única artista a não interpretar a música indicada a Melhor Gravação do ano. Mas surgiu, na metade do evento, a tempo de receber dois prêmios que foram assinalados com alarde pelo apresentador Trevor Noah, por representarem um empate e um recorde histórico no Grammy. Curiosamente, o 28º Grammy de sua carreira, a marca preciosa, aconteceu na categoria de Melhor Performance de R&B, geralmente incluída nos anúncios que antecedem a cerimônia. A mudança da apresentação para o palco principal só faz crescer a suspeita sobre conhecimento prévio do conteúdo do envelope premiado. Beyoncé teria ido ao Grammy para a foto de seu recorde. Sua músicas, “Black Parade” e “Savage” (a parceria com Megan), eram as melhores na disputa de Melhor Gravação. Mas mesmo com Beyoncé em dose dupla, a categoria premiou Billy Eilish, com uma faixa que sobrou do disco passado. Em noite das mulheres, Taylor Swift também celebrou um recorde, ao se tornar a primeira artista feminina a vencer a prestigiosa categoria de Álbum do Ano por três vezes. Por sinal, mulheres venceram as quatro principais categorias. Uma novidade. De resto, a cerimônia pulverizou seus prêmios entre os principais artistas, conseguindo deixar (quase) todo mundo satisfeito. Teve gramofoninho dourado para Beyoncé, Megan Thee Stallion, Billie Eilish, Taylor Swift, Dua Lipa e até Harry Styles (o primeiro ex-One Direction agraciado com o Grammy), entre outros. Sem surgir no palco para enfrentar as questões do evento, o presidente interino da Academia, Harvey Mason Jr., preferiu aparecer num vídeo, com participação de músicos de várias etnias, ao som de uma trilha de propaganda de banco, em que reconheceu o problema, prometendo mudanças para agora, não para amanhã, e ainda pediu engajamento dos artistas por mudanças “conosco e não contra nós”. Nenhuma proposta, decisão ou ação para aumentar a representatividade e enfrentar a corrupção foi apresentada, além do vídeo com slogans publicitários. Não são poucos os problemas. Mas todos são anteriores à cerimônia em si. Já o evento, por outro lado, passou incólume pela crise e merece todos os elogios. A começar pelo formato adotado para sua transmissão televisiva. Ponto alto da temporada de premiações deste ano, com um Trevor Noah muito à vontade no comando da festa, o Grammy 2021 evitou as participações por videoconferência que vinham tornando todas as cerimônias iguais e monótonas, ao adotar as regras simples de distanciamento social e uso obrigatório de máscaras de proteção. A iniciativa resgatou os eventos presenciais e ainda inaugurou uma nova era fashion nos tapetes vermelhos: as combinações de máscaras e trajes de gala. A utilização de cinco palcos rotativos, ao estilo do antigo programa musical britânico “Later… with Jools Holland”, também possibilitou apresentações sequenciais de artistas. Já na abertura, Harry Styles, Billie Eilish, Haim e Dua Lipa emendaram um show atrás do outro, dando a tônica da noite. A criatividade também tirou do tédio o tradicional momento in memoriam, dedicado aos artistas falecidos, que foi reformulado com homenagens de grandes astros, responsáveis por covers emocionantes, intercalados por uma multidão de fotos e lembranças, num dos melhores blocos da noite. As apresentações também capricharam na cenografia, com muitos shows assumindo a aparência de clipes ao vivo. Ponto alto: a parceria de Cardi B e Megan Thee Stalion na adulta “Wap” foi de surtar e mandar ficar “de quatro” em bom português, ao terminar com o ritmo acelerado do remix funk do carioca Pedro Sampaio. Ao final, teve até um feito digno do filme “Truque de Mestre”, em que o BTS recriou o palco do Grammy em Los Angeles, para revelar ao final de sua apresentação no suposto teto do Staples Theater que nunca saiu da Coreia do Sul. Espetacular como programa de TV. De fato, o Grammy 2021 consagrou-se como a melhor festa de premiação do ano. Foi tão bom que nem pareceu ser uma premiação. Especialmente uma premiação tão complicada quanto o Grammy 2021. Confira abaixo os vencedores das principais categorias. Álbum do Ano “Folklore — Taylor Swift Gravação do Ano “Everything I Wanted — Billie Eilish Música do Ano “I Can’t Breathe — H.E.R. Artista Revelação Megan Thee Stallion Melhor Álbum Pop “Future Nostalgia — Dua Lipa Melhor Álbum de Rock “The New Abnormal — The Strokes Melhor Álbum de Rap “King’s Disease — Nas Melhor Álbum Country “Wildcard — Miranda Lambert Melhor Álbum Pop Latino ou Urbano “YHLQMDLG — Bad Bunny Melhor Álbum de Dance/Eletrônica “Bubba” — Kaytranada Melhor Álbum de Música Alternativa “Fetch the Bolt Cutters” — Fiona Apple Melhor Performance de Grupo ou Dupla Pop “Rain on Me” – Lady Gaga with Ariana Grande Melhor Performance de R&B “Black Parade” – Beyoncé Melhor Performance de Rap “Savage” – Megan Thee Stallion featuring Beyoncé Melhor Performance de Rap Melódico “Lockdown” — Anderson .Paak Melhor Performance de Rock Fiona Apple – “Shameika” Melhor Música de Rap “Savage” — Megan Thee Stallion featuring Beyoncé Melhor Música de R&B “Better Than I Imagine” – Robert Glasper featuring H.E.R. e Meshell Ndegeocello Melhor Música de Rock Brittany Howard – “Stay High” Melhor Música de Mídia Visual “007 – Sem Tempo para Morrer” – Billie Eilish Melhor Trilha Sonora “Coringa” – Hildur Guðnadóttir Melhor Filme Musical “Linda Ronstadt: The Sound of My Voice” Melhor Vídeo Musical “Brown Skin Girl” – Beyoncé e Blue Ivy Carter
Grammy premia trilha de Coringa e música de 007 – Sem Tempo para Morrer
O tema do próximo filme de James Bond, “007 – Sem Tempo para Morrer”, composto e cantado por Billie Eilish, venceu o Grammy de Melhor Música de Mídia Visual na premiação realizada neste domingo (14/3) nos EUA. É a primeira vez que a música de um filme inédito vence a categoria. Devido à covid-19, “007 – Sem Tempo para Morrer” sofreu vários adiamentos e só chegará aos cinemas em outubro. Eilish criou a faixa com seu parceiro criativo, o irmão Finneas. E a vitória acrescenta mais um Grammy à sua coleção, após vencer cinco categorias principais da premiação do ano passado. Os outros prêmios “cinematográficos” da noite incluíram Melhor Trilha Sonora para Hildur Guðnadóttir, por seu trabalho no filme “Coringa”, repetindo a vitória no Oscar 2020, e Melhor Trilha Compilada para “Jojo Rabbit”, que teve músicas selecionadas pelo diretor Taika Waititi. A Academia Fonográfica também deu ao documentário “Linda Ronstadt: The Sound of My Voice” o troféu de Melhor Filme Musical e para o clipe de “Brown Skin Girl”, de Beyoncé e Blue Ivy Carter, o reconhecimento como Melhor Vídeo Musical. Os prêmios foram anunciados antes do início da cerimônia oficial do “Oscar da música”, que terá transmissão ao vivo no Brasil pelo canal pago TNT a partir das 21h.
Beyoncé vence o Grammy de Melhor Vídeo Musical
A cerimônia do Grammy ainda não começou oficialmente, mas Beyoncé já faturou um prêmio importante da competição. O clipe de “Brown Skin Girl” recebeu o Grammy de Melhor Vídeo Musical do ano, uma das categorias que são anunciadas antes do evento. O vídeo integrou o especial “Black Is King”, da Disney Plus, e traz Beyoncé cantando com sua filha, a pequena Blue Ivy Carter, de nove anos. A menina foi inscrita no prêmio e conquistou precocemente o primeiro Grammy da carreira. Já para Beyoncé, a vitória representou o 25º Grammy de sua carreira. Caso conquiste mais três, ela se tornará a mulher mais premiada da história da premiação da Academia Fonografia. Ela concorre a mais sete estatuetas neste domingo – eram oito, mas “Black Is King” já perdeu a categoria de Melhor Filme Musical para o documentário “Linda Ronstadt: The Sound of My Voice”. Beyoncé, porém, recusou o convite para se apresentar na cerimônia. Além dela, Justin Bieber, Zayn e The Weeknd também se negaram a cantar no evento, devido à polêmicas ligadas à falta de diversidade entre os indicados e acusações de corrupção na eleição dos melhores. A cerimônia do “Oscar da música” acontece neste domingo (14/3) nos EUA, com transmissão ao vivo no Brasil pelo canal pago TNT a partir das 21h. Além dos indicados aos prêmios da Academia Fonográfica, o evento, que terá apresentação do comediante Trevor Noah (do “Daily Show”), contará com shows de artistas como Harry Styles, Billie Eilish, Dua Lipa, Cardi B, BTS e Taylor Swift. Lembre abaixo o clipe de “Brown Skin Girl”.
Filha de Barack Obama vai escrever série inspirada em Beyoncé
Malia Obama, uma das filhas do ex-presidente dos EUA Barack Obama, virou roteirista de série. Com 22 anos de idade, ela vai estrear na função em “Hive”, série da Amazon Prime Video criada por Janine Nabers (roteirista-produtora de “Away”), que tem produção executiva do ator Donald Glover (“Atlanta”). A trama de “Hive” gira em torno de uma popstar à la Beyoncé em seu cotidiano e na sua relação com os fãs. O título remete ao apelido dos seguidores mais dedicados de Beyoncé, que são chamados de “BeyHive”. Este é o segundo projeto recente de Glover na Amazon. Mas, ao contrário do reboot de “Sr. & Sra. Smith” anunciado na semana passada, desta vez ele não escreverá episódios nem integrará elenco.
Estreias online: 10 filmes originais da Disney+ (Disney Plus) para ver no fim de semana
A estreia da Disney+ (Disney Plus) é a principal notícia da semana para quem busca novidades em streaming. O serviço reúne o conhecido catálogo de filmes (e séries) do mais bem-sucedido estúdio de Hollywood da atualidade, incluindo produções da própria Disney, Pixar, Marvel, “Star Wars” (Lucasfilm), National Geographic e alguns títulos perdidos da Fox. Mas sua assinatura não serve apenas para rever o que a maioria já viu ou para descobrir clássicos que ninguém lembrava. A Disney+ (Disney Plus) (pronuncia-se Disney Plus) também traz muito conteúdo novo, original e exclusivo da plataforma. Se o material não parece tão vasto quanto o da Netflix, é bom lembrar duas coisas: o serviço pioneiro levou quatro anos para chegar no montante de conteúdo do desafiante e a pandemia impediu a produção de vários projetos planejados. Abaixo estão dicas de 10 filmes exclusivos da nova plataforma. A seleção inclui o muito falado álbum visual “Black Is King”, de Beyoncé, o musical blockbuster digital “Hamilton”, que foi o primeiro título desviado dos cinemas para o streaming da Disney, e filmes que tem a cara da empresa. O legado de alguns é evidente, porque se relacionam a franquias conhecidas, como o remake live-action de “A Dama e o Vagabundo”, a nova produção LEGO de “Star Wars” e os derivados das animações “Phineas e Ferb” e “Toy Story”. Mas nem todas as opções são remakes, continuações, prólogos ou spin-offs. Na lista de criações inéditas, há diversões garantidas como a hilária comédia infantil “Timmy Fracasso”, dirigida por Tom McCarthy, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original por “Spotlight: Segredos Revelados” (2015), a emocionante aventura “Togo”, sobre um cachorro heroico que enfrenta a natureza implacável para salvar o dono (Willem Dafoe) na tundra ártica nos anos 1920, e o singelo romance adolescente “A Extraordinária Garota Chamada Estrela”, que lança como atriz a jovem Grace VanderWall, uma estrela verdadeira de 16 anos que venceu o concurso de calouros “America’s Got Talent” como cantora e instrumentista em 2016 – e cujo sorriso é um verdadeiro efeito visual! Confira a seguir os trailers do Top 10 dos filmes originais da Disney+ (Disney Plus). Black Is King | EUA | 2020 Hamilton | EUA | 2020 A Extraordinária Garota Chamada Estrela | EUA | 2020 Timmy Fracasso | EUA | 2020 Togo | EUA | 2020 A Dama e o Vagabundo | EUA | 2019 Sociedade Secreta dos Segundos Filhos Reais | EUA | 2020 LEGO Star Wars: Especial de Festas | EUA | 2020 Phineas e Ferb, O Filme: Candace Contra o Universo | EUA | 2020 Toy Story: Aventuras de Betty | EUA | 2020 Tudo disponível na Disney+ (Disney Plus)
Hair Love: Animação que venceu o Oscar ganha audiobook com a filha de Beyoncé
O diretor Matthew A. Cherry anunciou que seu curta-metragem animado vencedor do Oscar, “Hair Love”, ganhou uma versão em audiobook na segunda-feira (9/11) com narração de Blue Ivy Carter, a filha de Beyoncé e Jay-Z. O detalhe é que essa performance vocal qualifica Blue Ivy a disputar uma indicação ao Grammy, o prêmio máximo da indústria fonográfica e musical dos EUA, dando continuidade ao sucesso da dinastia Carter – sua mãe tem 24 Grammys e o pai 22. Com 8 anos de idade, Blue Ivy já ganhou um prêmio do canal BET e um NAACP Image Award por suas participações nos clipes e álbuns visuais de Beyoncé, incluindo o recente “Black Is King”. Além do novo audiobook, “Hair Love” também vai ganhar adaptação como série animada da HBO Max, que terá o nome de “Young Love”. And the audiobook is out now. You can buy it today. — Matthew A. Cherry (@MatthewACherry) November 9, 2020
Filha de Beyoncé rouba a cena em novo clipe de Black Is King
Beyoncé divulgou um novo clipe extraído de seu álbum visual “Black Is King”, aclamado pela crítica internacional. Trata-se do acompanhamento da música “Brown Skin Girl”, parceria de Beyoncé com o cantor nigeriano WizKid e o rapper Saint Jhn, que conta com participação de Blue Ivy Carter, a filha da artista. A menina, por sinal, é identificada como coautora da música e acaba roubando a cena na gravação. A música celebra os tons da pele negra e o clipe não esquece sequer de incluir uma modelo albina. Entre as participações especiais, aparecem também a mãe de Beyoncé, Tina Knowles, a atriz Lupita Nyong’o, a modelo Naomi Campbell e a cantora Kelly Rowland, ex-Destiny’s Child. A cantora assina a direção artística de todo o projeto “Black Is King”, apesar de listar diversos diretores com quem trabalhou para completar o filme/álbum visual. Entretanto, ela não identifica quem fez o quê e em qual segmento (clipe) musical. Lançado em julho nos EUA, “Black Is King” é inspirado na experiência de Beyoncé com a nova versão de “O Rei Leão” e permanece inédito no Brasil, porque se trata de um lançamento da plataforma Disney+ (Disney Plus), ainda não disponível no país. Este detalhe, porém, não impediu que a produção fosse muito comentada por aqui – rendendo até polêmica.
Inédito no Brasil, filme de Beyoncé inspira arte e até polêmica no país
O novo “álbum visual” de Beyoncé é um fenômeno paradoxal no Brasil. Filme mais falado por brasileiros no último fim de semana, “Black Is King” não foi lançado oficialmente no país. Mesmo assim, a produção inspirou muitos brasileiros. O artista Atila Britto, por exemplo, criou uma “versão nacional” da obra, numa ilustração (acima) em que Beyoncé aparece cercada por artistas como IZA, Preta Gil, Camila Pitanga, Taís Araujo, Cris Vianna, Aline Dias e até a vencedora do BBB Thelma Assis, entre outras. A maioria dos fãs de Beyoncé, porém, apenas compartilhou sua “opinião” sobre o trabalho inovador da cantora, disponibilizado na plataforma americana Disney+ (Disney Plus). Mas nem todas as vozes tiveram tom de exaltação. A exceção, escrita pela antropóloga e historiadora Lilia Moritz Schwarcz, foi publicada no jornal Folha de S. Paulo e chegou a gerar grande repercussão, rendendo seus próprios comentários nas redes sociais. A ira se deve principalmente à edição do texto, que contou com título e subtítulo infelizes, buscando fomentar polêmica sobre uma suposta alienação da cantora. De cara, o título afirma que “Beyoncé erra ao glamorizar negritude com estampa de oncinha” e o subtítulo emenda: “Diva pop precisa entender que a luta antirracista não se faz só com pompa, artifício hollywoodiano, brilho e cristal”. Não é difícil entender porque este texto causou revolta. Schwarcz é uma mulher branca, que parece querer ensinar como se faz “a luta antirracista”, reclama das “imagens estereotipadas” e conclui que Beyoncé deve “sair um pouco da sua sala de jantar” para falar sobre História. A cantora IZA não conseguiu se conter e escreveu nas redes sociais. “Lilia Schwarcz, meu anjo, quem precisa entender SOU EU. Eu preciso entender que privilégio é esse que te faz pensar que você tem uma autoridade para ensinar uma mulher negra como ela deve, ou não, falar sobre seu povo. Se eu fosse você (valeu Deus) estaria com vergonha agora. MELHORE!”, publicou, revoltada. A jornalista e humorista Maíra Azevedo, também conhecida como Tia Ma, também não deixou o artigo passar batido. “O erro é uma mulher branca acreditar que pode dizer a uma mulher preta como ela pode contar a história e narrar a sua ancestralidade. A branquitude acostumou a ter a negritude como objeto de estudo e segue crendo que pode nos dizer o que falar sobre nossas narrativas e trajetórias”, reclamou em seu Instagram. Ela segue: “Lilia é uma historiadora, pesquisa sobre escravidão, mas está longe de sentir na pele o que é ser uma mulher preta. Beyoncé, do alto da sua realeza no mundo pop, nunca deixar de ser negra, mesmo sentada no trono em sua sala de estar. A branquitude segue acreditando que pode nos ensinar a contar nossa própria história. Enquanto todas as pessoas negras se emocionam, se reconhecem e se identificam, a branca aliada diz que Beyoncé deixa a desejar! É isso! No final, nós por nós e falando por nós! Como diz um provérbio africano: “enquanto os leões não contarem suas próprias histórias, os caçadores seguirão sendo vistos como heróis”… E aqui, quando a gente conta, dramatiza e sonoriza, querem apontar o roteiro! Parem! Estamos no comando das nossas narrativas!”. Aline Ramos também escreveu sobre a polêmica em sua coluna no UOL. “É importante que você saiba que Lilia é uma mulher branca. Reforço esse ponto porque a antropóloga relembra o fato de Beyoncé ser uma mulher negra o tempo todo em seu texto. Não são apenas pessoas negras que devem criticar ou analisar o trabalho de Beyoncé. Não acredito que seja necessário um ‘lugar de fala’ para isso. Mas quando uma mulher branca diz como uma mulher negra deve lutar contra o racismo, isso nada mais é do que racismo”, apontou. A jornalista continua: “Estamos cansados não só da violência policial, mas de sermos submetidos a imagens de violência todo tempo. Fazer sorrir, sonhar e gerar esperança também é papel da arte. ‘Black is King’ é importante em qualquer tempo, principalmente no presente. E espero que surjam mais Beyoncés contando histórias bonitas e lúdicas. O desdém só nos prova isso”. E ainda reflete: “Cobrar Beyoncé por mais ativismo antirracista e não fazer isso do mesmo modo com cantoras pop, e brancas, como Taylor Swift, por exemplo, é só mais uma demonstração de como o racismo pode afetar pessoas negras”. Diante da repercussão negativa, a autora da crítica da Folha também resolveu se manifestar. “Agradeço a todos os comentários e sugestões. Sempre. Gostaria de esclarecer que gostei demais do trabalho de Beyoncé. Penso que faz parte da democracia discordar. Faz parte da democracia inclusive apresentar com respeito argumentos discordantes. Já escrevi artigo super elogioso à Beyoncé, nesse mesmo jornal o que só mostra meu respeito pela artista. E por respeitar, me permiti comentar um aspecto e não o vídeo todo”, Lilia Schwarcz explicou em seu Instagram. “Agradeço demais a leitura completa do ensaio. Penso que o título também levou a má compreensão. Dito isso, sei que todo texto pode ter várias interpretações e me desculpo diante das pessoas que ofendi. Não foi minha intenção. Continuamos no diálogo que nos une por aqui”, finalizou.
Primeiro clipe de Black Is King, de Beyoncé, é visto quase 3 milhões de vezes em 20 horas
Beyoncé divulgou uma prévia de seu álbum visual “Black Is King”, que está sendo aclamado pela crítica internacional. Trata-se de um clipe extraído do filme, que traz a música “Already”, parceria de Beyoncé com o cantor ganês Shatta Wale e o produtor americano Major Lazer. Em cerca de 20 horas, o vídeo foi visto quase 3 milhões de vezes. O clipe encanta pelo apuro dedicado à criação dos figurinos, escolha de cenários – de um armazém deserto ao topo de florestas – , precisão coreográfica e principalmente pela forma como combina a cultura africana com o hip-hop. A cantora assina a direção artística de todo o projeto, mas lista diversos diretores com quem trabalhou para completar o filme/álbum visual – incluindo Emmanuel Adjei (do filme “Shahmaran”), Blitz Bazawule (“The Burial of Kojo”), Pierre Debusschere (dos clipes “Mine” e “Ghost”, de Beyoncé), Jenn Nkiru (“Black to Techno”), Ibra Ake (diretor criativo e produtor de “This Is America” para Childish Gambino), Dikayl Rimmasch (“Cachao”, “Uno Mas”), Jake Nava (“Crazy in Love”, “Single Ladies”, “Partition”, de Beyoncé) e o co-diretor e colaborador de longa data da cantora Kwasi Fordjour. Entretanto, ela não identifica quem fez o quê e em qual segmento (clipe) musical. Lançado nesta sexta (31/7) nos EUA, “Black Is King” permanece inédito no Brasil, porque se trata de um lançamento da plataforma Disney+ (Disney Plus), ainda não disponível no país.












