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  • Série

    The Politician: Primeira série de Ryan Murphy para a Netflix ganha 10 fotos

    8 de agosto de 2019 /

    A Netflix divulgou 10 fotos de “The Politician”, primeira série criada por Ryan Murphy (“American Horror Story”, “Pose”, “Glee”) para o serviço de streaming. As imagens mostram o protagonista Ben Platt (“A Escolha Perfeita”) ao lado de personagens vividas por atrizes famosas como Gwyneth Paltrow (“Vingadores: Ultimato”), Jessica Lange (“American Horror Story”), Zoey Deutch (“O Plano Imperfeito”) e Lucy Boynton (“Bohemian Rhapsody”), entre outros intérpretes. Platt tem o papel do título, um jovem rico da cidade de Santa Barbara, na Califórnia, que desde os 7 anos acredita que tem tudo para se tornar presidente dos Estados Unidos. Mas antes de assumir o governo da maior potência mundial, ele precisará vencer a disputa pelo grêmio do colégio em que estuda, tendo uma pequena amostra do que é a política. Cada temporada vai abordar uma eleição disputada pelo protagonista, e cada episódio reservará espaço para um grande número musical. A estreia foi marcada para 27 de setembro. Além de “The Politician”, Murphy desenvolve duas outras séries na Netflix. A mais adiantada é “Ratched”, em que Sarah Paulson viverá a famosa enfermeira vilã do filme (e livro) “Um Estranho no Ninho”. A outra é “Hollywood”, que abordará a era de ouro do cinema americano. O produtor assinou um contrato com a plataforma no ano passado, avaliado em mais de US$ 300 milhões, para desenvolver novas atrações exclusivas para o streaming.

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  • Filme

    A Família Addams ganha dois novos trailers bem diferentes

    7 de agosto de 2019 /

    O longa animado “A Família Addams” ganhou dois trailers e duas coleções de pôsteres. A Universal divulgou uma prévia dublada em português para o Brasil, enquanto a MGM lançou outra completamente diferente nos Estados Unidos, com as vozes dos intérpretes famosos que só os americanos vão ouvir nos cinemas. Veja abaixo. Os vídeos acompanham a mudança dos Addams para sua famosa mansão assombrada e revelam como a amizade de Wandinha com uma menina de sua nova escola enfurece a mãe da garota, uma perua conservadora de extrema direita, que organiza um movimento para expulsar a família monstruosa da vizinhança – trata-se de uma analogia nada sutil com o comportamento de racistas e homofóbicos. Os estúdios pagaram uma fortuna para os brasileiros não ouvirem Charlize Theron (“Tully”) dar voz à Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) dublar seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) virarem seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) tornar-se o Tio Chico e Bette Midler (“Abracadabra”) encarnar a Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação destaca a vilã Margaux Needler, que não será ouvida no Brasil com a voz de Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família típica formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes que fizeram enorme sucesso na década de 1990. O atual lançamento é o primeiro longa animado da franquia. Tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro escrito em parceria por Matt Lieberman (que também escreve o novo filme do “Scooby-Doo”) e Pamela Pettler (de “A Noiva Cadáver” e “A Casa Monstro”). A estreia está marcada para 24 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Filme animado da Família Addams ganha trailer dublado em português

    16 de abril de 2019 /

    A Universal divulgou a versão dublada em português do trailer da animação “A Família Addams”. A prévia revela a mudança da família para sua famosa mansão assombrada e apresenta uma coleção de cenas que funcionam como esquetes, sem dar noção de uma trama central. Primeiro desenho da franquia produzido para o cinema, o filme reuniu um elenco famoso para dar vozes aos personagens clássicos. Todos substituídos por pessoas não identificadas no Brasil. Você não ouvirá abaixo Charlize Theron (“Tully”) dar voz à Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) dublar seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) como seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) dublando o Tio Chico e nem Bette Midler (“Abracadabra”) como a Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação também terá uma nova vilã, Margaux Needler, uma apresentadora de reality show que você não ouvirá ser dublada por Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”). Caso queira ouvir esse elenco, siga o link para o trailer original, divulgado há uma semana. A animação tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro escrito em parceria por Matt Lieberman (que também escreve o novo filme do “Scooby-Doo”) e Pamela Pettler (de “A Noiva Cadáver” e “A Casa Monstro”). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família típica formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes que fizeram enorme sucesso na década de 1990. A estreia da nova produção está marcada para 24 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Filme animado da Família Addams ganha primeiro trailer

    9 de abril de 2019 /

    A MGM divulgou o primeiro trailer do longa animado de “A Família Addams”. A prévia revela uma coleção de esquetes com os personagens, mas não dá ideia da trama. Uma das cenas, porém, sugere uma mudança recente da família para sua famosa mansão assombrada. Primeiro desenho da franquia produzido para o cinema, o filme reuniu um elenco famoso para dar vozes aos personagens clássicos. Charlize Theron (“Tully”) dá voz à Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) dubla seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) vive seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) dubla o Tio Chico e Bette Midler (“Abracadabra”) encarna a Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação também terá uma nova vilã, Margaux Needler, uma apresentadora de reality show que será dublada por Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”). A animação tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro escrito em parceria por Matt Lieberman (que também escreve o novo filme do “Scooby-Doo”) e Pamela Pettler (de “A Noiva Cadáver” e “A Casa Monstro”). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família típica formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes que fizeram enorme sucesso na década de 1990. A estreia da nova produção está marcada para 24 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Filme animado da Família Addams ganha primeiro pôster

    29 de março de 2019 /

    A MGM divulgou o pôster do longa animado de “A Família Addams”. A arte inclui a palavra “Halloween”, como referência à data de lançamento. Primeiro desenho da franquia produzido para o cinema, o filme reuniu um elenco famoso para dar vozes aos personagens clássicos. Charlize Theron (“Tully”) será a voz de Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) dublará seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) viverão seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) dublará o Tio Chico e Bette Midler (“Abracadabra”) encarnará a Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação também terá uma nova vilã, Margaux Needler, uma apresentadora de reality show que será dublada por Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”). A animação tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro escrito em parceria por Matt Lieberman (que também escreve o novo filme do “Scooby-Doo”) e Pamela Pettler (de “A Noiva Cadáver” e “A Casa Monstro”). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família típica formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes que fizeram enorme sucesso na década de 1990. A estreia da nova produção está marcada para 24 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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    The Politician: Bette Midler entra na série criada por Ryan Murphy para a Netflix

    24 de março de 2019 /

    A atriz e cantora Bette Midler (de “Abracadabra”), duas vezes indicada ao Oscar e considerada uma das grandes divas de Hollywood, entrou no elenco de “The Politician”, primeira série do produtor Ryan Murphy (criador de “Glee” e “American Horror Story”) para a Netflix. Ela não fazia parte do elenco de uma série de TV desde o início do século, quando sua sitcom “Bette” (2000-2001) foi cancelada. Depois disso, fez apenas uma participação em um episódio de “Murphy Brown” do ano passado, revivendo uma secretária que já tinha interpretado em 1998. O anúncio da escalação foi feito pelo próprio Ryan Murphy durante a PaleyFest, convenção anual sobre o mundo da televisão voltado para fãs. Além dela, Murphy também revelou a inclusão de Judith Light, indicada ao Emmy por sua atuação em “American Crime Story”. As duas atrizes se juntam a um elenco renomado, liderado por Ben Platt (“A Escolha Perfeita”), em que também se destacam Gwyneth Paltrow (a Pepper Potts de “Homem de Ferro”, que também apareceu em “Glee”), Jessica Lange e Dylan McDermott (ambos de “American Horror Story”, outra produção de Murphy), Zoey Deutch (“O Plano Imperfeito”) e Lucy Boynton (“Bohemian Rhapsody”). Platt tem o papel do título, um jovem rico da cidade de Santa Barbara, na Califórnia, que desde os 7 anos acredita que tem tudo para se tornar presidente dos Estados Unidos. Mas antes de assumir o governo da maior potência mundial, ele precisará vencer a disputa pelo grêmio do colégio em que estuda, tendo uma pequena amostra do que é a política. Cada temporada vai abordar uma eleição disputada pelo protagonista, e cada episódio reservará espaço para um grande número musical. A estreia foi marcada para 27 de setembro. Além de “The Politician”, Murphy anunciou duas outras séries na Netflix: “Ratched”, em que Sarah Paulson viverá a famosa enfermeira vilã do filme (e livro) “Um Estranho no Ninho”, e “Hollywood”, que abordará a era de ouro do cinema americano. O produtor assinou um contrato de exclusividade com a plataforma no ano passado, para desenvolver novas atrações, avaliado em mais de US$ 300 milhões.

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  • Filme

    Animação da Família Addams ganha imagem e anuncia vozes de Charlize Theron, Chloe Moretz e Finn Wolfhard

    5 de junho de 2018 /

    A MGM divulgou a primeira imagem e o elenco de vozes originais do longa animado de “A Família Addams”. E são todos astros famosos. Charlize Theron (“Tully”) foi anunciada como a voz da matriarca da família, Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) será seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) viverão seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) dublará o Tio Chico e Bette Midler (“Abracadabra”) dará voz à Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação também terá uma nova vilã, Margaux Needler, uma apresentadora de reality show que será dublada por Allison Janney, vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”. A animação tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro de Matt Lieberman, que está escrevendo o novo filme do “Scooby-Doo”, e Pamela Pettler, que anteriormente escreveu duas ótimas animações de temática sobrenatural, “A Noiva Cadáver” (2005) e “A Casa Monstro” (2006). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes. A nova produção será o primeiro longa animado de “A Família Addams”. A estreia está marcada para outubro de 2019.

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  • Série

    O Clube das Desquitadas vai virar série da TV paga americana

    22 de abril de 2018 /

    O canal pago americano Paramount encomendou a produção de uma série baseada no filme “O Clube das Desquitadas” (The First Wives Club, no original), de 1996. O detalhe é que este não é o mesmo projeto que estava em desenvolvimento há dois anos para o canal pago TV Land, e que seria estrelado por Alyson Hannigan (séries “Buffy” e “How I Met Your Mother”). Trata-se de uma nova abordagem, que pretende ser inclusiva – ou seja, vai mudar a raça das protagonistas. O filme original foi estrelado por Diane Keaton, Bette Midler e Goldie Hawn, três mulheres que se unem após o fim de seus casamentos e que encontram força em sua irmandade – e, claro, em um pouco de vingança contra os ex-maridos. A nova versão está sendo desenvolvida por Tracy Oliver, responsável por uma das comédias de maior sucesso do último verão americano, “Viagem das Garotas” (Girls Trip, no original) – lançada em streaming e DVD no Brasil. A 1ª temporada terá 10 episódios de meia hora de duração. Mas como a encomenda foi feita sem aprovação de piloto, o elenco ainda não foi definido. Tampouco há previsão para a estreia da série. Por coincidência, “O Clube das Desquitadas” original também vai voltar a se reunir em breve. As atrizes Goldie Hawn, Bette Midler e Diane Keaton se juntarão novamente em “Divanation”, uma comédia com produção da Netflix.

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  • Filme

    Freak Show: Trailer de comédia LGBT adolescente apresenta estreia na direção da mulher de Sting

    30 de dezembro de 2017 /

    A IFC divulgou o trailer de “Freak Show”, comédia indie sobre um adolescente assumidamente gay que, apesar de estudar num colégio conservador, decide se candidatar à rainha do baile de formatura. O filme é baseado no livro homônimo de James St. James (autor de “Party Monster”), tem produção da atriz Drew Barrymore (série “Santa Clarita Diary”) e marca a estreia na direção da atriz e produtora britânica Trudie Styler (atriz da série “Falling Water”, produtora de “Para Sempre Alice”), que é esposa do cantor Sting. O elenco destaca Alex Lawther (o jovem Alan Turing em “O Jogo da Imitação”) como protagonista e inclui diversos atores conhecidos em papéis coadjuvantes, como Abigail Breslin (série “Scream Queens”), AnnaSophia Robb (série “The Carrie Diaries”), Willa Fitzgerald (série “Scream”), Ian Nelson (série “There’s… Johnny!”), Celia Weston (série “Modern Family”), Laverne Cox (série “Orange Is the New Black”), até a veterana Bette Midler (“Abracadabra”), o célebre tenista John McEnroe (“Tratamento de Choque”) e… a filha da diretora e de Sting, Mickey Sumner (“Mistres America”). “Freak Show” teve première no Festival de Berlim e passou em uma dezena de festivais, mas vai sair direto em VOD nos Estados Unidos, com um lançamento apenas limitado nos cinemas em 12 de janeiro. Não há previsão para estreia no Brasil.

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  • Filme

    Disney Channel prepara remake televisivo de Abracadabra

    1 de outubro de 2017 /

    O Disney Channel está desenvolvendo um remake de “Abracadabra” (Hocus Pocus), clássico infantil de Halloween, no formato de um telefilme. Segundo o site Deadline, a adaptação está sendo escrita por Scarlett Lacey, roteirista da série “The Royals”. O filme original de 1993 contava a história de Winnie, Sarah e Mary, três bruxas do século 17 que chegam ao presente após seus espíritos serem invocados no Dia das Bruxas. Banidas há 300 anos devido à prática de feitiçaria, elas estão dispostas a tudo para garantir sua juventude e imortalidade. Porém, precisarão enfrentar três crianças e um gato falante, que podem atrapalhar seus planos. A produção foi protagonizada por Bette Midler (“Quando Me Apaixono”), Sarah Jessica Parker (“Sex and the City”) e Kathy Najimy (“Ela Dança, Eu Danço 3”), sob direção de Kenny Ortega (“Os Descendentes”), e se tornou um grande sucesso infantil da Disney. Uma curiosidade é que há anos suas estrelas fazem campanha para a Disney produzir uma continuação. Mas a opção foi por um remake televisivo. David Kirschner, produtor do filme, também assina a produção do telefilme.

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    Arthur Hiller (1923 – 2016)

    17 de agosto de 2016 /

    Morreu o cineasta Arthur Hiller, que em sua longa carreira foi capaz de levar o público às lágrimas, com “Love Story – Uma História de Amor” (1970), e ao riso farto, com muitas e muitas comédias. Ele também presidiu a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas nos anos 1990, e veio a falecer nesta quarta-feira (17/8) de causas naturais aos 92 anos de idade. Nascido em 22 de novembro de 1923, em Edmonton, no Canadá, Hiller começou sua carreira de diretor com “Se a Mocidade Soubesse” (1957), um drama romântico moralista, sobre jovens de diferentes classes sociais que querem se casar após o primeiro encontro, estrelado pelo então adolescente Dean Stockwell. E, durante seus primeiros anos na profissão, alternou sua produção cinematográfica com a direção de múltiplos episódios de séries clássicas, como “Alfred Hitchcock Apresenta”, “Os Detetives”, “Cidade Nua”, “Rota 66”, “O Homem do Rifle”, “Gunsmoke”, “Perry Mason” e “A Família Addams”. A situação só foi mudar a partir do sucesso de suas primeiras comédias românticas, “Simpático, Rico e Feliz” (1963) e “Não Podes Comprar Meu Amor” (1964), ambas estreladas por James Garner. Após repetir as boas bilheterias com “A Deliciosa Viuvinha” (1965), com Warren Beatty, e “Os Prazeres de Penélope” (1966), com Natalie Wood, ele passou a se dedicar exclusivamente ao cinema. Hiller se especializou em comédias sobre casais atrapalhados, atingindo o auge com “Forasteiros em Nova York” (1970), escrito por Neil Simon, em que a mudança de Jack Lemmon e Sandy Dennis para Nova York dá hilariamente errada, mas também soube demonstrar desenvoltura em outros gêneros, enchendo de ação o clássico de guerra “Tobruk” (1967), com Rock Hudson e George Peppard, e, claro, fazendo chover lágrimas com “Love Story” (1970). “Love Story” foi um fenômeno digno de “Titanic” (1997), com filas, cinemas lotados e muito choro. A história do casal apaixonado, vivido por Ali MacGraw e Ryan O’Neal, é considerada uma das mais românticas do cinema (entrou no Top 10 do American Film Institute), mas também uma das mais trágicas. Opostos em tudo, O’Neal vivia Oliver, um estudante atlético e rico de Direito, enquanto MacGraw era Jenny, uma estudante de Música pobre. Os dois se conhecem na faculdade e conseguem ver, além das diferenças óbvias, tudo o que tinham em comum para compartilhar. Mas o casamento não é bem visto pela família rica do noivo, que corta Oliver de sua herança, deixando o casal desamparado quando ele descobre que Jenny tem uma doença terminal – leuquemia. A popularidade do filme também rendeu reconhecimento a Hiller, que foi indicado ao Oscar de Melhor Direção. Mas ele não quis se envolver com o projeto da continuação, “A História de Oliver” (1978). Em vez disso, preferiu rir das histórias de doença em sua obra seguinte, “Hospital” (1971), que lhe rendeu o Prêmio Especial do Juri no Festival de Berlim. A comédia acabou vencendo o Oscar de Melhor Roteiro, escrito por Paddy Chayefsky, considerado um dos melhores roteiristas de Hollywood, com quem o diretor já tinha trabalhado no começo da carreira, em “Não Podes Comprar Meu Amor”. A melhor fase de sua carreira também contou com “Hotel das Ilusões” (1971), seu segundo longa escrito pelo dramaturgo Neil Simon, “O Homem de la Mancha” (1972), versão musical de “Dom Quixote”, com Peter O’Toole e Sofia Loren, e o polêmico drama “Um Homem na Caixa de Vidro” (1975), sobre um nazista procurado que se disfarça de judeu rico em Nova York – que rendeu indicação ao Oscar de Melhor Ator para o austríaco Maximilian Schell. Mas apesar dos desvios, comédias continuaram a ser seu gênero preferido. Ele chegou, por sinal, a lançar uma das mais bem-sucedidas duplas cômicas de Hollywood, juntando Gene Wilder e Richard Pryor em “O Expresso de Chicago” (1976). O cineasta voltou a dirigir a dupla em outro grande sucesso, a comédia “Cegos, Surdos e Loucos” (1989), e perfilou um verdadeiro “quem é quem” do humor em filmes como “Um Casamento de Alto Risco” (1979), com Peter Falk e Alan Arkin, “Uma Comédia Romântica” (1983), com Dudley Moore, “Rapaz Solitário” (1984), com Steve Martin, “Que Sorte Danada…” (1987), com Bette Midler, e “Milionário num Instante” (1990), com Jim Belushi. Hiller, que também dirigiu cinebiografias (“Frenesi de Glória”, em 1976, e “Ânsia de Viver”, em 1992) e até um filme de horror (“Terrores da Noite”, em 1979), deixou muitas marcas no cinema, inclusive em produções nem tão famosas. Exemplo disso é “Fazendo Amor” (1982), um dos primeiros filmes a mostrar de forma positiva um gay que sai do armário e termina seu casamento para procurar encontrar o amor com outros homens. Após dominar as bilheterias das décadas de 1970 e 1980, o diretor conheceu seus primeiros fracassos comerciais nos anos 1990. O período coincidiu com seu envolvimento com a organização sindical da indústria. Ele presidiu o Sindicato dos Diretores de 1989 a 1993 e a Academia de 1993 a 1997. E não foram poucos fracassos, a ponto de fazê-lo desistir de filmar. A situação tornou-se até tragicômica por conta de “Hollywood – Muito Além das Câmeras” (1997), longa sobre os bastidores de um filme ruim, que explorava a conhecida prática de Hollywood de creditar ao pseudônimo Alan Smithee qualquer filme renegado por seu diretor. Pois Hiller renegou o trabalho, escrito pelo infame Joe Eszterhas (“Showgirls”), que virou metalinguisticamente a última obra de Alan Smithee no cinema – depois disso, o Sindicato dos Diretores proibiu que a prática fosse mantida. Ele ganhou um prêmio humanitário da Academia em 2002, em reconhecimento a seu trabalho junto à indústria cinematográfica, e a volta à cerimônia do Oscar o animou a interromper sua já evidente aposentadoria para filmar um último longa-metragem, nove anos após seu último fracasso. Estrelado pelo roqueiro Jon Bon Jovi, “Pucked” (2006), infelizmente, não pôde ser creditado a Alan Smithee. Hiller teve uma vida longa e discreta, estrelando sua própria love story por 68 anos com a mesma mulher, Gwen Hiller, com quem teve dois filhos. Ela faleceu em junho. Ele morreu dois meses depois.

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    Clube das Desquitadas pode virar série estrelada por Alyson Hannigan

    4 de junho de 2016 /

    O canal pago americano TV Land encomendou o piloto de uma série baseada no filme “Clube das Desquitadas” (título nacional que já era antiquado em 1995, já que o divórcio, que substituiu o desquite, tornou-se legal no Brasil em 1977!). Com o título original, “The First Wives Club” está sendo desenvolvida pela roteirista Rebecca Addelman (série “New Girl”) e já definiu duas de suas três protagonistas. Alyson Hannigan (séries “Buffy” e “How I Met Your Mother”) ficou com o papel de Diane Keaton no filme, enquanto Megan Hilty (série “Smash”) assumiu a personagem de Goldie Hawn. Falta, portanto, definir quem será a substituta de Bette Midler na trama. A trama gira em torno de três amigas de infância que se reencontram depois que um amigo dos tempos de escola morre em um acidente estranho. Quando percebem que todas estão com problemas de relacionamento, decidem enfrentar os divórcios e outras situações difíceis juntas. Enquanto Maggie, a personagem de Hanigan, é uma professora universitária que já foi poeta, Kim, a personagem de Hilty, é uma atriz de comerciais obcecada em permanecer jovem e bonita. Por enquanto, o TV Land encomendou apenas o piloto, que precisa ser aprovado para a série ganhar uma temporada.

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  • Filme

    Netflix vai produzir comédia com o elenco do Clube das Desquitadas

    17 de dezembro de 2015 /

    “O Clube das Desquitadas” vai voltar a se reunir. O site de streaming Netflix vai produzir “Divanation”, uma comédia original que reunirá novamente o elenco do sucesso de 1996: as atrizes Goldie Hawn, Bette Midler e Diane Keaton. A informação é do site Deadline. Na trama, as três viverão um grupo de cantoras que se reúne 30 anos depois de uma conturbada separação. O roteiro foi escrito pelo casal Lisa Addario e Joey Syracuse, que escreveram juntos a animação “Tá Dando Onda” (2007) e a comédia “Uma Família em Apuros” (2012). Ainda não há diretor nem cronograma definidos para o filme.

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