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    Normal People: Série romântica ganha trailer legendado para estreia no Brasil

    4 de julho de 2020 /

    A plataforma Starzplay divulgou o trailer legendado de “Normal People”, elogiada série romântica sobre um casal que tem diversos encontros e desencontros desde a adolescência. Produção irlandesa estrelada por Paul Mescal e Daisy Edgar-Jones, “Normal People” se tornou uma das séries mais comentadas do ano após sua estreia pela BBC e pela plataforma Hulu (nos EUA) em abril, atingindo 89% de aprovação no Rotten Tomatoes. A trama é inspirada no livro “Pessoas Normais”, de Sally Rooney, publicado em 2018. A adaptação é assinada pela roteirista Alice Birch, do filme “Lady Macbeth” (2016), que lançou a atriz Florence Pugh e também se tornou um dos mais comentados do ano de seu lançamento. Metade dos episódios é dirigido pelo cineasta irlandês Lenny Abrahamson, indicado ao Oscar por “O Quarto de Jack” (2015). A outra metade ficou a cargo da inglesa Hettie Macdonald, da minissérie “Howards End” (2017) e do famoso episódio “Blink” (2007), vencedor do Hugo Award e um dos melhores de “Doctor Who”. Com 12 episódios, a 1ª temporada estreia em 16 de julho na Starzplay. A série já se encontra renovada para sua 2ª temporada.

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  • Série

    The Capture: Thriller britânico com 95% no Rotten Tomatoes ganha trailer para o streaming

    28 de junho de 2020 /

    A nova plataforma americana Peacock, serviço de streaming com conteúdo da NBCUniversal, divulgou o pôster e o trailer da série “The Capture”, thriller britânico que conquistou elogios rasgados da crítica. A atração foi exibida no ano passado pelo canal BBC One no Reino Unido, ocasião em que atingiu 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. Teve repercussão tão positiva que vai chegar aos EUA após ter sua 2ª temporada confirmada – que será transmitida simultaneamente pela Peacock no ano que vem. Criada, escrita e dirigida por Ben Chanan (“The Missing”), a série traz Holliday Grainger (a Lucrezia de “Os Borgias”) como a detetive policial Rachel Carey, designada para um caso corriqueiro de assassinato envolvendo um oficial condecorado das forças especiais do Reino Unido, supostamente flagrado cometendo o crime pelo serviço de câmeras públicas de Londres. Mas o oficial (vivido por Callum Turner, de “Emma.”) jura inocência e se dedica a limpar seu nome, fazendo a detetive questionar se as imagens podem ter sido manipuladas para esconder o verdadeiro assassino, alguém bastante poderoso. O elenco da 1ª temporada ainda inclui Laura Haddock (“Da Vinci’s Demons”), Ben Miles (“The Crown”), Lia Williams (também de “The Crown”), Paul Ritter (“Belgravia”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e Ron Perlman (“Sons of Anarchy”). Disponibilizada desde abril em período de teste para os assinantes da Comcast (provedora de internet e TV que é dona da NBCUniversal), a Peacock terá sua inauguração oficial em 15 de julho. Mas ainda não há previsão para a chegada desse – e de vários outros – serviço de streaming ao Brasil.

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    Steve McQueen diz que excesso de brancura em filmes e séries britânicas é “racismo descarado”

    21 de junho de 2020 /

    O diretor Steve McQueen, do filme vencedor do Oscar “12 Anos de Escravidão”, chamou de “racismo descarado” o fato de que filmes e séries britânicas tenham poucos profissionais não brancos, tanto atuando na frente das câmeras como – e principalmente – atrás delas. Ele deu um depoimento ao jornal inglês The Guardian em que comparou sua experiência de trabalhar nos EUA, onde comandou três longas – o mais recente, “Viúvas”, foi estrelado por Viola Davis, Michelle Rodriguez e Elizabeth Debicki – , e na indústria audiovisual britânica. “No ano passado, visitei um set televisivo em Londres. Parecia que eu tinha saído de um ambiente, a Londres que me cercava, para outro, um lugar que era estranho para mim. Eu não podia acreditar na quantidade de brancura naquele cenário. Fiz três filmes nos Estados Unidos e parece que nada mudou para valer neste período na Inglaterra. O Reino Unido estão muito atrás em termos de representatividade, é vergonhoso”, escreveu. “Toda a cultura da indústria tem que mudar. Isso não é saudável. Está errado. E, no entanto, muitas pessoas na indústria concordam com isso, como se isso fosse normal. Isso não é normal. É tudo menos normal. É ofensivo, obviamente errado. É racismo descarado. Fato. Eu cresci com isso”, completou. O desabafo de Queen reflete a iniciativa de profissionais de minorias étnicas (grupo chamado de BAME no Reino Unido, que inclui também asiáticos e “outros”) que enviaram neste fim de semana uma carta de protesto ao governo britânico contra a falta de iniciativas para enfrentar a falta de diversidade nas representações culturais. McQueen contou que, durante a produção de “Small Axe”, série sobre a comunidade negra britânica que ele está desenvolvendo para a rede BBC, deparou-se com diversas dificuldades para contratar minorias. “Tivemos incentivos fiscais, apoio financeiro, mas as únicas pessoas da comunidade BAME contratadas foram os motoristas e um eletricista. A dura realidade é que não há infraestrutura para apoiar e contratar essas pessoas”, afirmou. Para ele, toda a indústria precisa mudar. Ele questionou o número de negros trabalhando em produções recentes da BBC e em filmes como “Harry Potter”. “Não se trata apenas de negros trabalhando em filmes negros, mas de negros trabalhando em cinema e televisão, ponto final”. Ele descreve como a cultura pode mudar. “A questão fundamental é que precisamos acelerar o treinamento e o acesso às artes para todas as crianças talentosas, e não apenas para as crianças brancas talentosas”. O cineasta conclui: “Sim, estou farto. Não quero ouvir ninguém dizer: ‘Ah, sim, é terrível’ novamente. Eu já ouvi isso milhares de vezes. Todos concordam, mas nada é feito. O que eu quero é ver a mudança, não ouvir desculpas. Estou totalmente indignado com a falta histórica de esforço. Agora é a hora da mudança real”.

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  • Série

    Protagonistas de Belas Maldições retomarão parceria em série sobre a quarentena

    24 de maio de 2020 /

    Os protagonistas da minissérie “Belas Maldições” (Good Omens), David Tennant e Michael Sheen, voltarão a se reunir (virtualmente) numa nova série. Eles vão estrelar “Staged”, comédia da BBC sobre o distanciamento social. Segundo a sinopse oficial, a trama acompanhará “a elite do teatro inglês” que decide continuar ensaiando mesmo quando sua peça em West End – a Broadway de Londres – é paralisada por conta da pandemia. Além de Tennant e Sheen, o elenco também contará com Georgia Tennant e Anna Lundberg, esposas dos atores na vida real. Cada casal irá gravar suas participações em suas próprias casas, sob direção remota, para a produção de seis episódios de 15 minutos cada. Vale lembrar que Tennant e Sheen já fizeram uma parceria remota durante a pandemia. No começo de maio, eles estrelaram uma “sequência” de “Belas Maldições”, em homenagem aos 30 anos do livro que inspirou a série. A diferença é que esse trabalho foi apenas de áudio, registrando uma ligação do demônio Crowley (Tennant) para o anjo Aziraphale (Sheen), em que os dois amigos, já acostumados à vida na Terra como representantes do Céu e do Inferno, conversam sobre a quarentena. “Staged” tem estreia prevista já para junho no Reino Unido.

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    BBC estuda colocar equipes de séries em quarenta conjunta para retomar a produção de episódios

    30 de abril de 2020 /

    A BBC está estudando a possibilidade de colocar atores, diretores, roteiristas e técnicos de séries em quarentena juntos, para que possam ser retomadas as produções de novos episódios de suas atrações. A iniciativa partiu de Piers Wenger, responsável pelo departamento de dramas da emissora. Falando em sessão virtual do Festival de Edimburgo, acompanhada pelo jornal The Guardian, o executivo citou reality shows como “Strictly Come Dancing” e novelas como “EastEnders”, além de “dramas de alto calibre” (a BBC produz títulos como “Peaky Blinders”, “Doctor Who” e “Line of Duty”). Wenger admitiu que a emissora teria que pagar mais para grandes astros aceitarem ficar em quarentena, totalmente afastados de suas famílias e suas vidas normais, durante o período de produção de uma série. No entanto, ele disse que a BBC “não terá outra escolha se quiser retomar a produção de originais”. Quanto a reality shows como “Strictly”, a ideia seria retomar as filmagens com equipes completas, mas sem auditório. Por enquanto, novelas como “EastEnders” estão mostrando capítulos inéditos em dias alternados, para esticar o período em que podem aproveitar as cenas gravadas antes do agravamento da pandemia. A BBC acredita que o público logo deve se cansar dos “programas caseiros”, como lives de artistas musicais e talk shows por videoconferência com convidados em suas casas. “Não queremos que tudo seja feito no Zoom para sempre”, definiu Wenger.

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  • Série

    4ª temporada de The Last Kingdom estreia sem publicidade na Netflix

    26 de abril de 2020 /

    A 4ª temporada de “The Last Kingdom” chegou na Netflix neste domingo (26/4) sem muita publicidade. Apesar de ser uma das melhores produções do catálogo da empresa, o lançamento foi lembrado apenas no perfil oficial da série nas redes sociais. Nenhuma nota foi divulgada para a imprensa, nenhum trailer foi disponibilizado nas contas da plataforma, numa falta de iniciativa que evoca a relação da Netflix com outras produções já canceladas. Este abandono é um desserviço para os fãs, que são numerosos e apaixonados, e um pouco caso com o dinheiro investido na (super)produção da série. O público precisa saber que a temporada existe para procurá-la. Os novos capítulos marcam apenas o segundo ano de realização da série pela Netflix, que assumiu “The Last Kingdom” após a desistência da BBC ao final da 2ª temporada. Responsável por sua distribuição internacional, a plataforma resolveu bancar sozinha a produção, graças a seu sucesso em vários países, para continuar a contar a história, adaptada dos livros das “Crônicas Saxônicas” (The Saxon Stories), do autor inglês Bernard Cornwell. Desenvolvida por Stephen Butchard (séries “Vincent” e “Good Cop”), “The Last Kingdom” se passa nos final do século 9, quando muitos dos reinos separados que hoje formam a Inglaterra foram invadidos pelos vikings, e Wessex precisou se defender sozinho sob o comando do Rei Alfredo, o Grande (David Dawson). O elenco destaca o ator Alexander Dreymon como o herói do “último reino”, Uhtred, um jovem britânico que teve a família assassinada durante uma invasão dos vikings e acabou criado desde a infância como um filho por Ragnar Lothbrok. Após uma traição entre os próprios vikings implicá-lo no assassinato de Ragnar, ele foge de volta para Wessex, onde tenta reivindicar seu direito de nascença como herdeiro de terras da nobreza. Mas apesar das façanhas heroicas, continua a ser visto como um bárbaro pelo desconfiado Alfredo. Seguindo o padrão das temporadas anteriores, que adaptaram dois livros por vez, o quarto ano se concentra no sétimo e oitavo volumes das Crônicas: “O Guerreiro Pagão” (The Pagan Lord) e “O Trono Vazio” (The Empty Throne), que lidam com a transição de poder em Wessex. Até o momento, Bernard Cornwell publicou 12 volumes de suas Crônicas Saxônicas – o mais recente em 2019 – e o 13º estava previsto para este ano. Espera-se que o descaso atual tenha sido apenas um “lapso” momentâneo e a Netflix continue a produzir a série até o fim da história. WE ARE BACK! Season 4 of The Last Kingdom is now available on NETFLIX. Binge away, Arselings! #TheLastKingdom pic.twitter.com/dfqmPwvctx — The Last Kingdom (@TheLastKingdom) April 26, 2020

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    Doctor Who: Dez Doutores se juntam em homenagem aos doutores de verdade na luta contra covid-19

    24 de abril de 2020 /

    A BBC publicou um vídeo especial nas redes sociais da série “Doctor Who”, reunindo dez intérpretes diferentes do personagem-título, ao longo das últimas décadas, para uma mensagem de agradecimento aos doutores reais, que estão na linha de frente no combate à pandemia do novo coronavírus. “Os Doutores dizem muito obrigado. Dos Doutores… para todos os doutores”, diz a legenda ao lado do vídeo. Participaram da homenagem atores que desde os anos 1970 interpretaram o personagem, que é capaz de se regenerar e, ao mudar de corpo, viver para sempre na programação televisiva britânica. A lista se estende de Tom Baker, o mais antigo intérprete ainda vivo, que assumiu o papel em 1974, até a atual Doutora, Jodie Whittaker, e também inclui Peter Davison, Colin Baker, Silvester McCoy, Paul McGann, David Tennant, Matt Smith, Peter Capaldi e Jo Martin, recém-introduzida na mitologia do Senhor do Tempo. Fãs reclamaram da inclusão de Martin e lamentaram a ausência de Christopher Eccleston, o primeiro Doutor do revival de 2005, que saiu brigado com os produtores da série. Mas o motivo da reunião deveria ser mais importante que esses detalhes. Ver essa foto no Instagram From the Doctors… to all doctors. A thank you to the NHS and all frontline workers. Thank you 💙💙 (Link in Bio) #TheBigNightIn #DoctorWho Uma publicação compartilhada por Doctor Who Official (@bbcdoctorwho) em 23 de Abr, 2020 às 12:44 PDT

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    Tom Hardy vai ler histórias de ninar em canal infantil britânico

    15 de abril de 2020 /

    O ator inglês Tom Hardy, conhecido por papéis de homens violentos, como o Bane de “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” e o personagem-título de “Venom”, resolveu mostrar seu lado doce durante a pandemia do novo coronavírus. Ele vai ler histórias de ninar no canal de TV infantil CBeebies, da BBC, entre o próximo dia 27 e 1º de maio. O programa foi gravado no jardim da casa de Tom Hardy, respeitando regras de distanciamento social recomendadas como proteção contra o coronavírus. O ator aparecerá acompanhado apenas pelo seu buldogue, Blue. Na verdade, esta é a segunda vez que o ator participa desse projeto infantil. Em 2017, ele apareceu no mesmo programa, lendo histórias diferentes. A história que vai abrir o projeto de 2020 será “Hug Me”, criação da escritora Simone Ciraolo sobre um jovem cacto que só quer encontrar um bom amigo para abraçar. O conteúdo tem a ver com os tempos de quarentena. “É em tempos assim que precisamos servir o nosso propósito de entreter todo o Reino Unido”, comentou Cheryl Taylor, chefe de conteúdo da rede BBC. “Estas histórias devem fazer isso, com seus temas de amizade à distância, compartilhamento de problemas e coragem verdadeira à frente de desafios impossíveis”. O projeto ganhou um comercial nas redes sociais, que pode ser visto abaixo. You're not doing anything Tuesday night, right?#TomHardy #CBeebiesBedtimeReaders pic.twitter.com/uKJZit19Pu — CBeebies Grown-Ups 🎉 (@CBeebiesHQ) February 13, 2017

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    Doctor Who ganha curta inédito escrito pelo ex-showrunner da série

    4 de abril de 2020 /

    “Doctor Who” ganhou um curta oficial, escrito por Steven Moffat, o antigo showrunner da série, que usou seu tempo de quarentena para criar uma história inédita sobre a jovem Amelia “Amy” Pond, personagem vivida por Karen Gillan. Disponibilizado neste sábado (4/4), “The Raggedy Doctor” foi ilustrado por Sophie Iles, uma fã de “Doctor Who” de longa data, e narrado por Caitlin Blackwood, que interpretou a versão criança de Amy. A trama ganha vida no diário de Amelia e serve de complemento para o episódio “The Eleventh Hour”, a primeira vez que ela encontrou o Doutor, então vivido por Matt Smith. O curta também faz referência aos dois melhores amigos da criança, incluindo seu futuro marido Rory e Mels – que os fãs mais atentos lembrarão como uma futura versão da filha de Amy e Rory, River Song. Todos os envolvidos na produção do vídeo contribuíram com seu tempo e talento gratuitamente, em apoio a um fundo de emergência para ajudar funcionários da indústria televisiva britânica durante a pandemia. Confira abaixo.

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    Doctor Who dá dicas para superar tempos sombrios de coronavírus

    25 de março de 2020 /

    A rede britânica BBC divulgou um recado de ninguém menos que Doctor Who com dicas para superar esses tempos sombrios de isolamento e preocupação com o coronavírus. Em vídeo, a Doctor interpretada por Jodie Whittaker pede para os fãs serem positivos, antes de compartilhar cinco coisas que faz “em qualquer situação preocupante”. A começar por lembrar-se de que “você vai superar isso e tudo ficará bem”. “Mesmo que as coisas pareçam incertas, a escuridão nunca triunfará”, acrescenta. As outras dicas consistem em contar piadas, “mesmo se forem ruins”, ser gentil, “mais gentil do que foi ontem”, para ajudar aos próximos, escutar a ciência e os doutores – “Eles vão cuidar de você” – e, por fim: “Seja forte” Veja o vídeo e o recado da doutora na íntegra abaixo, com legenda feita por um fã brasileiro da série. Recado importantíssimo da Doutora nesse momento que mais precisamos de alguém como ela. Escute a ciência, escute os doutores. Seja forte.#DoctorWho pic.twitter.com/soR49KWUmB — this is the bad place (@Korbierre) March 25, 2020

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    4ª temporada de The Last Kingdom ganha data de estreia

    21 de março de 2020 /

    A Netflix anunciou a data de estreia da 4ª temporada de “The Last Kingdom”. Em post nas redes sociais, a produção convoca os seguidores para mais uma batalha, em 26 de abril. Os próximos capítulos marcarão o segundo ano de produção da série pela Netflix, que assumiu “The Last Kingdom” após ela quase ser cancelada, com a desistência da BBC ao final da 2ª temporada. Responsável por sua distribuição internacional, a plataforma resolveu bancar sozinha a produção para continuar a contar a história, adaptada dos livros das “Crônicas Saxônicas” (The Saxon Stories), do autor inglês Bernard Cornwell. Desenvolvida por Stephen Butchard (séries “Vincent” e “Good Cop”), “The Last Kingdom” se passa nos final do século 9, quando muitos dos reinos separados que hoje formam a Inglaterra foram invadidos pelos vikings, e Wessex precisou se defender sozinho sob o comando do Rei Alfredo, o Grande (David Dawson). O elenco destaca o ator Alexander Dreymon como o herói do “último reino”, Uhtred, que teve a família assassinada durante uma invasão dos vikings e acabou criado desde a infância como um filho por Ragnar Lothbrok. Após uma traição entre os próprios vikings implicá-lo no assassinato de Ragnar, ele foge de volta para Wessex, onde tenta reivindicar seu direito de nascença como um nobre britânico. Mas apesar das façanhas heroicas, continua a ser visto como um bárbaro pelo desconfiado Alfredo. Seguindo o padrão das temporadas anteriores, que adaptaram dois livros por vez, o quarto ano deverá se concentrar no sétimo e oitavo volumes das Crônicas: “O Guerreiro Pagão” (The Pagan Lord) e “O Trono Vazio” (The Empty Throne). Até o momento, Bernard Cornwell publicou 12 volumes de suas Crônicas Saxônicas – o mais recente em 2019 – e o 13º estava previsto para este ano. Shield walls at the ready, Arselings! Prepare for battle as Season 4 of The Last Kingdom comes to NETFLIX on Sunday 26th April ⚔️ #TheLastKingdom #Season4 pic.twitter.com/6P6axGz9p0 — The Last Kingdom (@TheLastKingdom) March 19, 2020

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    TV Brasil fecha acordo com a BBC para exibir séries e documentários britânicos

    21 de março de 2020 /

    A TV Brasil, canal público de televisão, anunciou um acordo com a BBC, que lhe permitirá exibir várias produções britânicas. Entre as atrações, destacam-se a premiada série “Sherlock”, estrelada por Benedict Cumberbatch e Martin Freeman, “The Musketeers”, adaptação de “Os Três Mosqueteiros”, “Dickensian”, drama inspirado nos contos do lendário autor Charles Dickens, além de minisséries que adaptam clássicos literários, como “Guerra e Paz”. A emissora também programou produções documentais, como as científicas “Earth – The Power of The Planet”, “Revolutions: The Ideas That Changed The World”, além do conteúdo de saúde “Living With Autism” e outros. A programação da TV Brasil está disponível em todos as operadoras de TV paga do país.

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    Vilão de Game of Thrones vai voltar a atuar após sete anos

    8 de março de 2020 /

    O jovem ator irlandês Jack Gleeson, que ficou conhecido ao interpretar o odiado rei Joffrey em “Game of Thrones”, vai voltar a atuar após hiato de sete anos – desde 2013, quando gravou a morte de seu personagem na série da HBO. Gleeson chegou a cogitar abandonar a atuação, dizendo que tinha perdido o prazer de atuar após as reações radicais despertadas por seu desempenho como Joffrey. Ele aproveitou o tempo longe das telas para completar a faculdade – formou-se em Filosofia e Teologia – e agora vai retomar a carreira numa série de comédia da BBC chamada “Out of Her Mind”. Ainda não há muito detalhes do novo projeto, que tem produção da dupla Simon Pegg e Nick Frost, astros das comédias “Todo Mundo Quase Morto” (2004), “Chumbo Grosso” (2007) e “Heróis de Ressaca” (2013) – também conhecidas como a “trilogia do Cornetto”. A série é criação da comediante britânica Sara Pascoe (“Twenty Twelve”), que promete mudar o formato clássico dos sitcons com “personagens excêntricos, animação e exploração científica”. Ainda não há previsão de lançamento.

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