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    Kelly Marie Tran vai virar princesa da Disney em nova animação

    27 de agosto de 2020 /

    A atriz Kelly Marie Tran, que ficou conhecida como a rebelde Rose Tico em “Star Wars: O Último Jedi” (2017) e “Star Wars: A Ascensão Skywalker” (2019), vai virar uma princesa na próxima animação da Disney. Ela foi anunciada como voz da personagem principal de “Raya and the Last Dragon” (Raya e o Último Dragão, em tradução literal). Originalmente, a personagem seria dublada por Cassie Steele (da série “Degrassi: A Próxima Geração”), que é descendente de família filipina. mas a Disney mudou de ideia após o movimento espontâneo feito por dubladoras que renunciaram a seus trabalhos para reforçar a importância de escalar vozes da mesma etnia dos personagens. As atrizes Kristen Bell e Jenny Slate chamaram atenção para o problema, denunciando a si mesmas em junho passado, como mulheres brancas que estavam dando vozes para personagens mestiças (meninas negras, filhas de mães brancas). A iniciativa deu início a uma questionamento sobre a prática de escalar brancos para dublarem pessoas de cor. Apesar de “Raya and the Last Dragon” ser ambientada em uma terra de fantasia fictícia chamada Kumandra, a personagem tem traços asiáticos e foi criada pelo roteirista vietnamita-americano Qui Nguyen (“The Society”) e a roteirista malaia Adele Lim (“Podres de Ricos”). A animação é dirigida por Don Hall (“Moana”), Carlos López Estrada (“Ponto Cego”) e os estreantes na função Paul Briggs e John Rippa, veteranos da Disney que trabalharam em várias animações famosas do estúdio, de “A Princesa e o Sapo” (2009) a “Zootopia” (2016). No longa, Raya é uma guerreira destemida que busca salvar seu reino das forças do mal, e para isso contará apoio de um raro dragão chamado Sisu, que pode se transformar em um ser humano. Sisu também será dublado por uma atriz asiática, a comediante Awkwafina, anteriormente confirmada na produção. “Eu não sabia que ansiava tanto por ver alguém que se parecesse comigo”, disse Tran à revista Entertainment Weekly sobre sua escalação na animação e sobre o fato de se tornar a primeira Princesa de descendência vietnamita da Disney – os pais da atriz são imigrantes refugiados da Guerra do Vietnã. A atriz também ponderou que tipo de Princesa ela representará nas telas. “Raya é alguém que é tecnicamente uma princesa, mas acho que o que é realmente legal sobre esse projeto, sobre esse personagem especificamente, é que todo mundo está tentando inverter a narrativa sobre o que significa ser uma princesa.” Em fase de pós-produção, “Raya and the Last Dragon” deveria estrear nos cinemas em novembro, mas a pandemia de coronavírus adiou seu lançamento para 12 de março de 2021.

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    Shang-Chi: Nova produção da Marvel deve retomar filmagens no fim do mês

    1 de julho de 2020 /

    A produção de “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings”, novo filme da Marvel, deve ser retomada no final deste mês. O longa do herói asiático, também conhecido como Mestre do Kung-Fu, é uma das produções que recebeu sinal verde para voltar a ser filmada em Sydney, na Austrália. As filmagens originais foram interrompidas logo no começo da produção no país, em março, quando o diretor Destin Daniel Cretton (“Luta por Justiça”) decidiu entrar em quarentena por suspeita de ter contraído covid-19. Ele não manifestou sintomas da doença. Segundo apurou o site Deadline, a Marvel está dando “passos cuidadosos” para retomar as filmagens. “Shang-Chi” será o segundo filme da Disney a retomar os trabalhos depois da paralisação causada pela pandemia de coronavírus em toda a indústria cinematográfica. Há poucos dias, “Avatar 2” recomeçou suas filmagens na Nova Zelândia. Assim como aconteceu com “Avatar 2”, o elenco e a equipe de “Shang-Chi” passarão por um período de duas semanas de quarentena ao desembarcarem na Austrália para as filmagens. A produção é estrelada pelo ator canadense Simu Liu (da série “Kim’s Convenience”) como o herói do título, e o elenco também conta com Awkwafina (“A Despedida”) e o astro de filmes de ação Tony Leung (“O Grande Mestre”).

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    Academia convida 819 novos membros para votar no Oscar, incluindo seis brasileiros

    1 de julho de 2020 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA divulgou nesta terça-feira (30/6) uma lista com 819 novos membros que integrarão a entidade, responsável pela premiação do Oscar. Dando sequência a seu empenho de aumentar a diversidade, a lista tem integrantes de 68 nacionalidades, inclusive do Brasil. Os novos representantes nacionais são Mariana Oliva e Tiago Pavan, produtores do documentário “Democracia em Vertigem”, que foi indicado ao Oscar 2020. A diretora do filme, Petra Costa, já faz parte da Academia desde 2018. Outros representantes do cinema brasileiro que ganham direito a voto são o animador Otto Guerra (“A Cidade dos Piratas”), a montadora Cristina Amaral (“Um Filme de Verão”) e os documentaristas Julia Bacha (“Naila and the Uprising” e “Budrus”) e Vincent Carelli (“Martírio” e “Corumbiara”). Entre os 819 novos votantes, 49% vem do exterior dos EUA, 45% são mulheres e 36% não são brancos – ou, na definição da Academia, pertencem a “comunidades étnicas que eram pouco representadas”. Destaque da lista, toda a equipe principal do filme sul-coreano “Parasita”, grande vencedor do Oscar 2020, do elenco à produção, foi convidada para integrar a Academia. Além deles, a mexicana Yalitza Aparicio, que protagonizou “Roma”, a chinesa Zhao Tao (“Amor até as Cinzas”), o chinês Tzi Ma e suas colegas americanas Awkwafina e a diretora Lulu Wang, que brilharam juntos no filme “A Despedida” (The Farewell), a atriz de origem nigeriana Cynthia Erivo (“Harriet”), o sudanês Alexander Siddig (“Submersão”), a cubana Ana de Armas (“Blade Runner 2049”), Eva Longoria (“Dora e a Cidade Perdida”), James Saito (“Meu Eterno Talvez”), Constance Wu (“As Golpistas), John David Washington (“Infiltrado na Klan”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”), Rob Morgan (“Luta por Justiça”), Niecy Nash (“Pequena Grande Vida”), Teyonah Parris (“Se a Rua Beale Falasse”), Lakeith Stanfield (“Entre Facas e Segredos”), Zendaya (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) e Zazie Beetz (“Coringa”) são alguns dos atores representantes de minorias que passarão a eleger os melhores do cinema. Na relação de atores brancos, destacam-se a estrela e diretora Olivia Wilde (“Fora de Série”), Mackenzie Davis (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), Natasha Lyonne (“American Pie”), o australiano Ben Mendelsohn (“Capitã Marvel”), o inglês George MacKay (“1917”), a inglesa Florence Pugh (“Pequenas Mulheres”), a francesa Adèle Haenel (“Retrato de uma Jovem em Chamas”) e o alemão Udo Kier, visto mais recentemente no filme brasileiro “Bacurau”. Já a eclética listagem de diretores abrange nomes do novo terror, como Ari Aster (“Midsommar”) e Robert Eggers (“O Farol”), novatos franceses, como Ladj Ly (“Os Miseráveis”) e Mati Diop (“Atlantique”), e veteranos ingleses, como Terence Davies (“Vozes Distantes”) e Wash Westmoreland (“Colette”).

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    A Despedida: Um dos melhores filmes de 2019 estreia em VOD no Brasil

    4 de junho de 2020 /

    Um dos melhores filmes de 2019, “A Despedida” (The Farewell), finalmente chegou ao Brasil. O lançamento acontece em VOD (locação digital), mas não é exatamente por causa da pandemia de coronavírus. A distribuidora nunca pretendeu lançar no cinema. A produção que projetou Awkwafina é um produção indie com toques de comédia, que começa de forma dramática e termina em tom reconfortante. Awkwafina vive a rebelde de uma família sino-americana, que viaja completa para a China para o casamento arranjado de um primo. Na verdade, trata-se de uma desculpa para todos se reúnam pela última vez com a vovó da família. Eles querem se despedir, ao mesmo tempo em que tentam esconder dela que um exame apontou que seu câncer está em estágio avançado. Baseado numa experiência real da diretora Lulu Wang, “A Despedida” rendeu o Globo de Ouro e o Gotham Awards de Melhor Atriz para Awkwafina, além de ter vencido o Spirit Awards (o Oscar indie) de Melhor Filme e Melhor Atriz Coadjuvante (para Shuzhen Zhao, a vovó). Imperdível. Mas fica a dica: não se apresse e leia todo o texto dos créditos finais sobre a verdadeira vovó da história. Confira abaixo outras estreias digitais, que também são inéditas nos cinemas brasileiros e chegam em VOD neste fim de semana. A Despedida (The Farewell) | EUA, China | 2019 Quando a família de uma doce senhora descobre que ela possui apenas mais algumas semanas de vida, eles decidem não informá-la a respeito do diagnóstico. Em vez disso, seus filhos e netos tentam arranjar um casamento de última hora para que todos os parentes mais distantes possam vê-la por uma última vez sem que ela saiba o que está acontecendo de verdade. Now e Looke Lupin 3º: O Primeiro (Lupin III: The First) | Japão | 2019 Indicado ao troféu da Academia Japonesa, o primeiro anime computadorizado do personagem clássico de Monkey Punch acompanha Lupin 3º, descendente do famoso ladrão francês Arsene Lupin, em busca do precioso Diário de Bresson para descobrir a história de seu avô. Leia mais aqui. Now, Looke, Sky Play e Vivo Play Corpus Christi | Polônia, França | 2019 Indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional, o longa do polonês Jan Komasa (da série “Ultraviolet”) acompanha um jovem de 20 anos que passa por uma transformação espiritual em um centro de detenção e decide se tornar padre, mas é impedido por sua ficha criminal. Ao ser solto e se mudar para uma cidade pequena, ele acidentalmente assume a paróquia local. Cinema Virtual Amigos para Sempre (Storm Boy) | Austrália | 2019 Premiado no Festival de Cinema Infantil de Zlín, na República Tcheca, gira em torno de um homem aposentado que começa a se lembrar de fatos traumáticos de sua infância. Ele compartilha as histórias com sua neta, como a vez em que resgatou e criou um pelicano. Cinema Virtual Glastonbury | Reino Unido | 2006 Documentário dirigido por Julian Temple (“The Great Rock ‘n’ Roll Swindle”) que mostra a história do festival de música Glastonbury, criado no Reino Unido na década de 1970, e suas transformações. Belas Artes à La Carte

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    Awkwafina e Karen Gillan vão estrelar comédia sobre assassina profissional

    31 de maio de 2020 /

    As atrizes Awkwafina e Karen Gillan, que trabalharam juntas em “Jumanji: Próxima Fase”, voltarão a contracenar numa nova comédia. Elas vão estrelar a comédia de ação “Shelly”. Descrita pelo site Deadline como uma mistura de “Meninas Malvadas” e a série “Barry”, a produção trará Awkwafina como Shelly Wheeler, que nunca superou uma pegadinha no baile de formatura da escola. Como resultado, além de se tornar uma mulher fria, ela seguiu carreira como assassina de aluguel. Anos depois, recebe a missão de matar uma das pessoas responsáveis por transformar sua vida em um inferno, Dianna Park (Gillan). Porém, para a sua surpresa, ao reconectar-se com o alvo para cumprir seu objetivo, as duas viram amigas, e ela decide impedir que outros assassinos atrapalhem essa nova amizade. O roteiro de “Shelly” foi escrito por Michael Doneger (“A Acompanhante”) e Liz Storm (“Tall Tales”) e a direção está a cargo de Jude Weng, diretora de séries como “Fresh off the Boat”, “The Good Place” e “Young Sheldon”, que atualmente finaliza seu primeiro longa, “Finding Ohana”. Como é regra nos contratos firmados durante a pandemia de coronavírus, não há cronograma de produção nem previsão de estreia.

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    Diretor revela primeira imagem de bastidores da produção de Shang-Chi, da Marvel

    20 de abril de 2020 /

    O diretor de “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings”, Destin Daniel Cretton, revelou a primeira foto de bastidores do elenco, capturada antes da paralisação da produção devido à pandemia do novo coronavírus. Na imagem, o ator Simu Liu (da série “Kim’s Convenience”) , que interpreta Shang-Chi, aparece ao lado de Awkwafina (“A Despedida”) e o astro de filmes de ação de Hong Kong Tony Leung (“O Grande Mestre”). “Esta foi nossa última saída juntos antes do Corona socar o mundo na cara”, escreveu o diretor na legenda da foto. As filmagens, que tinham começado em março, foram interrompidas devido à pandemia de coronavírus, e Cretton chegou a ser isolado e testado para a covid-19. Apesar do susto, o resultado foi negativo. A adaptação dos quadrinhos de “Shang-Chi”, também conhecido como o Mestre do Kung Fu, é a primeira superprodução da carreira do diretor, que recentemente assinou o drama jurídico “Luta por Justiça”, com Michael B. Jordan (“Pantera Negra”), Jamie Foxx (“O Espetacular Homem-Aranha 2”) e Brie Larson (“Capitã Marvel”). Já o roteiro foi escrito por Dave Callaham, criador da franquia “Os Mercenários”, que também assina o roteiro de “Mulher-Maravilha 1984” e “Zumbilândia 2”, e atualmente desenvolve o reboot de “Mortal Kombat” e “Homem-Aranha no Aranhaverso 2”. Após mudanças no cronograma de lançamentos da Disney, a estreia do filme ficou para 29 de abril de 2021 no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA. Ver essa foto no Instagram Pre-covid hang with @awkwafina, @simuliu & the legend Tony Leung. This was our last night out before Corona punched the world in the face. Uma publicação compartilhada por Destin Cretton (@destindaniel) em 17 de Abr, 2020 às 10:32 PDT

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    Diretor de Shang-Chi testa negativo para coronavírus

    17 de março de 2020 /

    O diretor Destin Daniel Cretton testou negativo para coronavírus, após entrar em quarentena com sintomas de gripe na sexta passada (13/3), nos primeiros dias de filmagens da produção da Marvel “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, em tradução literal), na Austrália. “Durante meu fim de semana de isolamento longe da minha família, tive muito tempo para refletir sobre esse momento atual em que nosso segundo filho nasceu, um tempo cheio de opiniões e divisão, em que verdades científicas são debatidas e descartadas como táticas políticas. Mas no meio desta tempestade, enquanto olhava para um ponto no teto do meu hotel que juro que parece exatamente como um coelho, pude ver algo realmente bonito acontecendo. Pessoas de todo o mundo estão começando a perceber como estamos conectados, como somos vulneráveis e o quanto precisamos uns dos outros para sobreviver”, escreveu Cretton em seu instagram. “Por favor, fique esperançoso, por favor, seja humilde, por favor, fique em casa. O distanciamento social é um ato de amor para você, sua família e todas as pessoas deste planeta”, acrescentou. Após o anúncio da quarentena, a Marvel paralisou as filmagens do longa, a primeira superprodução da carreira do diretor, que recentemente assinou o drama jurídico “Luta por Justiça”, com Michael B. Jordan (“Pantera Negra”), Jamie Foxx (“O Espetacular Homem-Aranha 2”) e Brie Larson (“Capitã Marvel”). O estúdio também suspendeu as gravações de todas as suas séries em desenvolvimento para a plataforma Disney+ (Disney Plus) e adiou indefinidamente a estreia de “Viúva Negra”, que chegaria aos cinemas brasileiros em 30 de abril. Ver essa foto no Instagram Last Friday, I decided to be tested for the Corona virus. I was working in close proximity with some people who had potentially been exposed, and because Nik and I have a newborn at home, I wanted to be as safe as possible. During my weekend of isolation away from my family, I had a lot of time to ponder this interesting moment in history that our second child was born into, a time full of opinions and division, where scientific truths are debated and brushed off as political spins. But in the midst of this storm, while staring up at a spot on my hotel ceiling that I swear looked exactly like a bunny, I could see something really quite beautiful happening. People all around the world are beginning to realize how connected we are, how vulnerable we are, how much we need each other to survive. I am happy to say that my test came back negative, but I will continue to be even more careful in the days ahead. Because if you believe in good science, and I do, we still have a mountain to climb together. No matter what you believe or how serious you think this problem is, please err on the side of safety and concern for those more vulnerable than you, and remember that having no symptoms doesn’t mean you’re not a carrier. Please stay hopeful, please stay humble, please stay home. Social distancing is an act of love for yourself, your family, and for every person on this planet. Sending all of you our love from Sydney, Australia. Uma publicação compartilhada por Destin Cretton (@destindaniel) em 16 de Mar, 2020 às 8:00 PDT

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    Shang-Chi: Produção do novo filme da Marvel é interrompida por quarentena do diretor

    13 de março de 2020 /

    A produção de “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, em tradução literal) na Austrália sofreu um contratempo devido à pandemia do coronavírus. A Marvel Studios interrompeu as filmagens principais do longa do Mestre do Kung Fu na manhã desta sexta-feira (13/3) após o diretor Destin Daniel Cretton entrar em quarentena sob recomendação médica. Cretton tem um bebê recém-nascido e, após sentir sintomas de gripe, decidiu fazer o teste para covid-19, a doença causada pelo coronavírus. “Com muita cautela”, de acordo com uma nota enviada à equipe, a Marvel e a empresa-mãe Disney decidiram suspender a produção da primeira unidade, “até que ele obtenha o resultado na próxima semana”. “Como muitos de vocês sabem, Destin, nosso diretor, tem um bebê recém-nascido. Ele queria ter uma precaução adicional devido ao ambiente atual e decidiu fazer o teste para o covid-19 hoje. Atualmente, ele está se auto-isolando sob a recomendação de seu médico. Enquanto espera pelos resultados do teste, estamos suspendendo a produção da 1ª unidade com muita cautela até que ele obtenha os resultados na próxima semana. A segunda unidade e desenvolvimentos off-site (efeitos, trilha) continuarão normalmente. Entraremos em contato com todos na terça-feira (17/3) para fazer uma atualização do quadro. Este é um momento sem precedentes. Agradecemos a compreensão de todos enquanto trabalhamos nisso”, diz o comunicado do estúdio. Como toda a equipe está instalada na Austrália neste momento, a Marvel decidiu adiantar o trabalho da segunda unidade – que geralmente filma cenas de grandes multidões e cenários que são inseridos em panorâmicas na produção. A situação na Austrália não é tão grave quanto nos EUA, mas é pior que no Brasil. A Austrália tem 156 casos e 3 mortes confirmadas de coronavírus. Entre os infectados no país estão o ator Tom Hanks e sua esposa, Rita Wilson, que também viajaram para trabalhar numa produção cinematográfica – a cinebiografia de Elvis Presley. “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” é estrelado pelo ator canadense Simu Liu (da série “Kim’s Convenience”) como o herói do título, e o elenco também conta com a comediante Awkwafina (“Podres de Rico”) e o astro de filmes de ação Tony Leung (“O Grande Mestre”). A estreia está programada para fevereiro de 2021.

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    Melissa McCarthy confirma que vai viver a vilã de A Pequena Sereia

    17 de fevereiro de 2020 /

    A atriz Melissa McCarthy (“Alma da Festa”) confirmou que vai interpretar a vilã Ursula na versão live-action de “A Pequena Sereia” da Disney, que será dirigida por Rob Marshall (“Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas”). Ela fez a revelação durante sua participação no programa americano “The Ellen Show”, na tarde desta segunda-feira (17/2). Na conversa com a apresentadora Ellen Degeneres, McCarthy disse que atuar no longa é como “um sonho febril” e que topa tudo o que a produção propõe, inclusive “escorregar em conchas gigantes”. Confira no vídeo abaixo. A negociação de McCarthy para o papel da vilã de “A Pequena Sereia” aconteceu em meados de 2019, mas ela ainda não tinha sido anunciada oficialmente na produção, ao contrário de outros integrantes do elenco, como a atriz e cantora Halle Bailey (da série “Grown-ish”), intérprete de Ariel, e Jonah Hauer King (da minissérie “Little Women”, da BBC), que viverá o Príncipe Eric. Outros atores citados em negociações da produção incluem Jacob Tremblay (“Extraordinário”), Awkwafina (“Podres de Rico”) e Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). “A Pequena Sereia” é uma das últimas animações que restam para a Disney refilmar com atores, uma estratégia que continua a render hits, como “Aladdin”, lançado em maio com arrecadação de mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo. Na trama, a filha do Rei Tritão da Atlântida rebela-se para fazer parte do mundo humano e acaba se casando com um humano, o príncipe Eric, que ela resgatou de um naufrágio. A versão da Disney difere bastante do conto original de Hans Christian Anderson, que não tem final feliz. A nova adaptação começou a ganhar vida com roteiro de Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”), mas já foi reescrita por David Magee a pedido do diretor Rob Marshall. Ambos trabalharam juntos em “O Retorno de Mary Poppins”, no ano passado. O compositor Alan Menken, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo desenho dos anos 1980, também está no projeto, desenvolvendo com Lin-Manuel Miranda (outro de “O Retorno de Mary Poppins”) uma nova trilha. Além disso, o longa contará com mais três vencedores do Oscar acostumados a trabalhar com Rob Marshall: o diretor de fotografia Dion Beebe, a figurinista Colleen Atwood e o diretor de arte John Myhre. O trio colaborou com o cineasta em “Memórias de Uma Gueixa” (2005) e “Chicago” (2002). Ainda não há previsão de estreia para o novo “A Pequena Sereia”.

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    Estreia da série de Awkwafina bate recorde de audiência no Comedy Central

    27 de janeiro de 2020 /

    O Comedy Central comemorou a maior audiência de uma estreia do canal em três anos com o lançamento da série “Awkwafina Is Nora From Queens”. A comédia semi-autobiográfica, que teve seu primeiro capítulo exibido na quarta-feira (22/1) nos EUA, juntou o maior público de um programa estreante do canal pago americano desde “The Jim Jefferies Show”, em 2017. A diferença é que “Awkwafina Is Nora From Queens” é uma série e não um talk show. 489 mil espectadores sintonizaram o programa ao vivo, mas o número quase dobrou, chegando a 818 mil com as gravações digitais após três dias de exibição. Reprises e exibições em outros canais do conglomerado ViacomCBS inflaram ainda mais o público de estreia, que chegou a 2,2 milhões ao todo. Mas não ficou nisso. O episódio também foi disponibilizado integralmente no YouTube, onde foi visto por mais 1,7 milhão de pessoas. Ou seja, quase 4 milhões viram a estreia da primeira série estrelada por Awkwafina nos EUA. O programa ainda registrou 0,56 ponto na classificação demográfica, entre adultos de 18 a 49 anos, no Comedy Central – também a mais alta em três anos de uma estreia do canal. A série foi criada e é estrelada pela talentosa comediante Awkwafina, primeira mulher de descendência asiática a vencer o Globo de Ouro – Melhor Atriz de Comédia em 2020 por “A Despedida” (The Farewell). E é inspirada na juventude da atriz, cujo nome real é Nora, evocando seu cotidiano como moradora do Queens, bairro da cidade de Nova York. Na trama, Nora Lum ainda vive com os pais e precisa lidar com a dificuldade de se tornar uma adulta responsável, apesar dos 27 anos de idade. O elenco também inclui BD Wong (“Mr. Robot”, “Jurassic World”) como pai de Nora, Lori Tan Chinn (“Orange Is the New Black”) como sua avó e Bowen Yang (“Megarromântico”) como um primo. Além desse elenco fixo, a atração conta com uma galeria enorme de atores convidados – entre eles, Celia Au (“Wu Assassins”), Jamie Chung (“The Gifted”), Laverne Cox (“Orange Is the New Black”), Jennifer Esposito (“The Boys”), Chrissie Fit (“A Escolha Perfeita”), Bella Heathcote (“The Man in the High Castle”), David Krumholtz (“The Deuce”), Natasha Lyonne (também de “Orange Is the New Black”), Harry Shum Jr. (“Shadowhunters”) e Ming-Na Wen (“Agents of SHIELD”). Antes mesmo da estreia, a série já tinha sido renovada para a 2ª temporada, demonstrando a confiança do Comedy Central no material.

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    Série de comédia de Awkwafina é renovada antes da estreia

    19 de janeiro de 2020 /

    O Comedy Central anunciou a renovação da série “Awkwafina Is Nora From Queens”, que só estreia na quarta-feira (22/1) nos Estados Unidos. A renovação é um atestado de confiança do canal na atração, que foi criada e é estrelada pela talentosa comediante Awkwafina, primeira mulher de descendência asiática a ganhar o Globo de Ouro – Melhor Atriz de Comédia por “A Despedida” (The Farewell). A série é inspirada na juventude da atriz e rapper, cujo verdadeiro nome é realmente Nora, evocando seu cotidiano como moradora do Queens, bairro da cidade de Nova York. Na trama, Nora Lum ainda vive com os pais e precisa lidar com a dificuldade de se tornar uma adulta responsável, aos 27 anos de idade. O elenco também inclui BD Wong (“Mr. Robot”, “Jurassic World”) como pai de Nora, Lori Tan Chinn (“Orange Is the New Black”) como sua avó e Bowen Yang (“Megarromântico”) como um primo. Além desse elenco fixo, a atração terá uma galeria enorme de atores convidados – entre eles, Celia Au (“Wu Assassins”), Jamie Chung (“The Gifted”), Laverne Cox (“Orange Is the New Black”), Jennifer Esposito (“The Boys”), Chrissie Fit (“A Escolha Perfeita”), Bella Heathcote (“The Man in the High Castle”), David Krumholtz (“The Deuce”), Natasha Lyonne (também de “Orange Is the New Black”), Harry Shum Jr. (“Shadowhunters”) e Ming-Na Wen (“Agents of SHIELD”). Tanto a 1ª quanto a 2ª temporada terão 10 episódios cada. Aproveite e (re)veja o trailer da série abaixo.

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    Karen Gillan vem ao Brasil divulgar Jumanji: Próxima Fase

    7 de janeiro de 2020 /

    A atriz Karen Gillan virá ao Brasil para promover o lançamento de “Jumanji: Próxima Fase”. Principal protagonista feminina da franquia de comédia e aventura, a atriz escocesa é uma verdadeira musa geek, também conhecida por seus papéis na série “Doctor Who” e nos filmes da Marvel, onde interpreta a “guardiã da galáxia” Nebula (ou Nebulosa para alguns tradutores). Ela vai participar de uma entrevista coletiva com a imprensa brasileira em São Paulo na próxima quarta-feira, 15 de janeiro. Já o filme estreia no dia seguinte (16/1) nos cinemas brasileiros, “apenas” um mês depois do lançamento nos Estados Unidos. Assim como aconteceu com “Frozen 2”, o Brasil é o último país do mundo a exibir a produção, que já faturou mais de US$ 600 milhões nas bilheterias mundiais. Além de Gillan, o elenco da continuação de “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” conta com os retornos de Dwayne Johnson, Kevin Hart, Jack Black e Kevin Jonas, e ainda ganhou as adições de Danny DeVito (“It’s Always Sunny in Philadelphia”), Danny Glover (“Rebobine, por Favor”) e Awkwafina (“Oito Mulheres e um Segredo”). A direção é novamente de Jake Kasdan.

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    1917 e Era uma Vez em Hollywood vencem o Globo de Ouro 2020

    6 de janeiro de 2020 /

    O Globo de Ouro 2020 premiou “1917” e “Era uma Vez em Hollywood” como Melhores Filmes do ano, respectivamente nas categorias de Drama e Comédia. Seus diretores, também. Sam Mendes levou o troféu de Melhor Direção e Quentin Taratino o de Melhor Roteiro. Mas na soma de prêmios, “Hollywood” levou um troféu a mais: Melhor Ator Coadjuvante, conquistado por um sorridente Brad Pitt. As estatuetas de interpretação dramática ficaram com os favoritos, Joaquin Phoenix, por “Coringa”, e Renée Zellweger, por “Judy”, enquanto Taron Egerton e Awkwafina venceram em Comédia ou Musical, respectivamente por “Rocketman” e “The Farewell”. Vale ressaltar que “The Farewell” representa o desempenho mais dramático da carreira de Awkwafina. Embora a atriz seja conhecida como comediante, o filme da diretora Lulu Wang não é, de forma alguma, uma comédia. Assim como é possível questionar o quanto “Era uma Vez em Hollywood” é mais cômico que os demais filmes de Tarantino – todos considerados Dramas nos Globos de Ouro pregressos. O fato é que essas imprecisões só aumentam o folclore a respeito da falta de seriedade do troféu com o globo dourado, mesmo com interesses corporativos reforçando o mito da sua suposta importância – nunca é demais lembrar que no máximo 90 votantes elegem os 25 vencedores. A relevância do prêmio é alimentada pela rede NBC, que assumiu sua transmissão após perder o Oscar para a ABC em 1976, e pelos estúdios de cinema, que inflam o significado do prêmio para impulsionar filmes recém-lançados. É o caso de “1917”, que só vai chegar aos cinemas brasileiros em 23 de janeiro. Podem apostar: o filme vai ganhar um novo pôster com seus dois Globos de Ouro em destaque. O próprio Sam Mendes apontou, ao receber o troféu de Melhor Filme, que o reconhecimento ajudaria a levar mais público para ver seu filme no cinema. E isso realmente é verdade. O Globo de Ouro não é um premiação da indústria de entretenimento americana, como o Oscar, mas sua transmissão televisiva é uma forte ferramenta de divulgação, que inclui um verniz de prestígio embalado e marketado por Hollywood. Pela falta de solenidade, o Globo de Ouro é também a cerimônia em que os vencedores jogam as regras para cima, dando discursos muito mais longos que o combinado, repletos de palavrões e também mais politizados – o que torna o Oscar monótono, em comparação. Um exemplo típico foi representado por Joaquin Phoenix, ao receber seu troféu de atuação por “Coringa”. Metade de seu agradecimento foi censurada, com corte de som, tornando-se mais desconexo do que o habitual. Mas outros discursos desafiaram limites de duração para ressoar de forma integral, cortados apenas por aplausos efusivos. Ao agradecer sua vitória como Melhor Atriz de Minissérie, por “Fosse/Verdon”, Michelle Williams fez um verdadeiro manifesto, frisando a palavra choice (escolha), um dos slogans da luta feminista por direitos como contracepção e aborto. “Quando você coloca isso [troféu] nas mãos de uma pessoa, reconhece as escolhas que ela fez como ator. Momento a momento, cena a cena, dia a dia”, ela começou. “Mas você também reconhece as escolhas que ela faz como pessoa. A educação que ela busca, o treinamento que procura, as horas que dedica. Sou grata pelo reconhecimento das escolhas que fiz e também por viver em um momento em nossa sociedade em que essa escolha existe, porque, como mulheres e meninas, coisas podem acontecer aos nossos corpos”, ela continuou. “Eu não teria sido capaz de fazer meu papel sem empregar meu direito de escolher como uma mulher”, acrescentou. “Escolher quando ter meus filhos e com quem. Quando me sentir apoiada e capaz de equilibrar nossas vidas, sabendo, como todas as mães sabem, que a balança deve se inclinar para nossos filhos”. A atriz acrescentou que suas escolhas podem ser diferentes das dos espectadores. “Mas graças a Deus, ou a quem você ora, que vivemos em um país fundado no princípio de que eu sou livre para viver pela minha fé e você é livre para viver pela sua”, disse ela. “Então, mulheres, de 18 a 118 anos, quando for a hora de votar, faça-o por seu próprio interesse. É o que os homens fazem há anos, e é por isso que o mundo se parece tanto com eles”, continuou ela. “Não esqueçam que somos o maior gênero de eleitores neste país. Vamos fazer com que ele se pareça mais com a gente”. Com esse texto vigoroso, Michelle Williams mostrou quão sem graça e ultrapassado se tornou Ricky Gervais, o apresentador da noite, que em seu monólogo inicial também soltou uma palavrão, mas para condenar discursos politizados no evento. De fato, Gervais desafinou completamente do tom da premiação, que já tinha embutido politização na escolha de uma de suas homenageadas, Ellen DeGeneres, cujo pioneirismo em se assumir gay na televisão americana, durante os anos 1990, abriu caminho para um mundo muito mais tolerante. Alguém poderia dizer até que abriu caminho para o século 21, mas, infelizmente, num outro país, piadas sobre homossexualidade ainda geram coquetéis molotov de militantes fascistas. Algumas marcas do próprio Globo de Ouro merecem ser citadas antes da lista dos vencedores. Com sua vitória por “The Farewell”, Awkwafina se tornou a primeira atriz asiática premiada pela Associação de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood. A islandesa Hildur Guðnadóttir também fez história ao conquistar o troféu de Melhor Trilha Sonora por “Coringa”, virando a primeira mulher a vencer o prêmio sozinha desde que ele foi criado – até então, apenas outra compositora tinha ficado com a estatueta, Lisa Gerrard, que dividiu a honra com Hans Zimmer por “Gladiador”, há 20 anos. Também chamou atenção o fiasco da Netflix. Estúdio com maior quantidade de indicações – 34, somadas entre filmes e séries – , a plataforma só venceu dois prêmios, ambos de interpretação. As performances de Olivia Colman, Melhor Atriz em Série Dramática, por “The Crown”, e de Laura Dern, Melhor Atriz Coadjuvante de cinema, por “História de um Casamento”, impediu um desastre maior – como, por exemplo, o desempenho de “O Irlandês”, grande aposta da empresa, premiada zero vezes. A sensação deve ter sido ainda mais amarga nas categorias televisivas, onde a plataforma ficou atrás da HBO e de seus rivais de streaming, Amazon e Hulu. Graças a “Chernobyl” e “Succession”, a HBO liderou a relação de séries, com quatro troféus. Amazon e Hulu aparecem em seguida com dois troféus cada, enquanto Showtime e FX empataram com a Netflix com um Globo de Ouro televisivo. Confira abaixo a lista completa dos premiados. CINEMA Melhor Filme de Drama “1917” Melhor Ator de Drama Joaquin Phoenix, “Coringa” Melhor Atriz de Drama Renee Zellweger, “Judy” Melhor Filme de Comédia ou Musical “Era Uma Vez em Hollywood” Melhor Ator de Comédia ou Musical Taron Egerton, “Rocketman” Melhor Atriz de Comédia ou Musical Awkwafina, “The Farewell” Melhor Diretor Sam Mendes, “1917” Melhor Ator Coadjuvante Brad Pitt, “Era Uma Vez em Hollywood” Melhor Atriz Coadjuvante Laura Dern, “História de um Casamento” Melhor Animação “Link Perdido” Melhor Filme Estrangeiro “Parasita” Melhor Roteiro Quentin Tarantino, “Era Uma Vez em Hollywood” Melhor Trilha Sonora “Coringa”, Hildur Gudnadóttir Melhor Canção “I’m Gonna Love Me Again”, de “Rocketman” TELEVISÃO Melhor Série de Drama “Succession” (HBO) Melhor Série de Comédia “Fleabag” (Amazon) Minissérie ou Telefilme “Chernobyl” (HBO) Melhor Ator de Drama Brian Cox, “Succession” (HBO) Melhor Atriz de Drama Olivia Colman, “The Crown” (Netflix) Melhor Ator de Comédia ​Ramy Yousef, “Ramy” (Hulu) Melhor Atriz de Comédia ​Phoebe Waller-Bridge, “Fleabag” (Amazon) ​​Melhor Ator de Minissérie ou Telefilme Russell Crowe, “The Loudest Voice” (Showtime) Melhor Atriz de Minissérie ou Telefilme Michelle Williams, “Fosse/Verdon” (FX) Melhor Ator Coadjuvante de Série, Minissérie ou Telefilme Stellan Skarsgård, “Chernobyl” (HBO) Melhor Atriz Coadjuvante de Série, Minissérie ou Telefilme Patricia Arquette, “The Act” (Hulu)

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