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  • Série

    Teasers de American Horror Story trazem Sarah Paulson e o apocalipse

    22 de agosto de 2018 /

    O canal pago FX divulgou oito teasers sinistros da 8ª temporada de “American Horror Story”, intitulada “Apocalypse”. E os temas dos vídeos mostram como um bebê vai crescer para se tornar o anticristo e destruir o mundo. O último vídeo revela uma nova personagem interpretada por Sarah Paulson. A atriz deverá interpretar nada menos que três papéis diferentes na atual temporada, e um deles é a sinistra Venable, apresentada na prévia. No vídeo, ela aparece no comando de uma loteria que sorteia pessoas para sobreviver ao fim dos dias. “Esta é a sua chance de sobreviver”, diz Paulson para a câmera. Além de Venable, Paulson vai retomar as personagens Billie Dean Howard (da 1ª temporada da série, “Murder House”) e Cordelia Goode (da 3ª, “Coven”). A nova temporada funcionará um crossover das duas histórias, continuando a trama do arco inaugural da atração, que terminou com Constance Langdon (Jessica Lange) assumindo a criação de seu neto pequeno. O ator Cody Fern (revelação da 2ª temporada de “American Crime Story”) viverá a versão adulta de Michael Langdon, o filho do fantasma de Tate Langdon (Evan Peters) com Vivien Harmon (Connie Britton), que será o anticristo da trama. Junto com Paulson também retomarão seus papéis de bruxas da 3ª temporada as atrizes Taissa Farmiga, Gabourey Sidibe, Frances Conroy, Sarah Paulson, Lily Rabe, Emma Roberts e até a cantora Stevie Nicks. Atores de outras temporadas, como Cheyenne Jackson, Billie Lourd, Billy Eichner, Adina Porter e Leslie Grossman também aparecerão no novo arco, que ainda irá promover a estreia de Joan Collins (da série clássica “Dinastia”) na série. A estreia de “American Horror Story: Apocalypse” está marcada para 12 de setembro. A série também é exibida pelo FX no Brasil.

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  • Série

    Primeiras fotos de American Horror Story: Apocalypse voltam a reunir as bruxas de Coven

    19 de agosto de 2018 /

    O produtor Ryan Murphy divulgou em suas redes sociais as primeiras fotos dos bastidores da 8ª temporada de “American Horror Story”, que ganhou o subtítulo de “Apocalypse”. As imagens retratam o reencontro do elenco feminino de “Coven”. Caracterizadas como suas antigas personagens, diante de uma escadaria que evoca o cenário da 3ª temporada, aparecem as atrizes Taissa Farmiga, Gabourey Sidibe, Frances Conroy, Sarah Paulson, Lily Rabe, Emma Roberts e até cantora Stevie Nicks. Só faltou Jessica Lange, que mesmo assim participará da trama, mas como sua personagem da 1ª temporada. “Apocalypse” vai marcar o encontro das bruxas de “Coven” com o anticristo que nasceu no final da 1ª temporada, “Murder House”. O ator Cody Fern (revelação da 2ª temporada de “American Crime Story”) viverá a versão adulta de Michael Langdon, o filho do fantasma de Tate Langdon (Evan Peters) com Vivien Harmon (Connie Britton). A 8ª temporada vai estrear em 12 de setembro nos Estados Unidos. A série, que se encontra renovada até 2020, é exibida no Brasil pelo canal pago FX. The Return. Cordelia, Stevie and Misty casting a bewitching spell. Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy) em 19 de Ago, 2018 às 10:26 PDT The Coven Returns. What a thrilling night with the legend Stevie Nicks on the set of AHS. pic.twitter.com/wsI1FlfN1W — Ryan Murphy (@MrRPMurphy) August 19, 2018

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  • Filme

    Terror de O Nó do Diabo mostra que o Brasil é um país assombrado pela injustiça social

    18 de agosto de 2018 /

    Muitas histórias de terror usam o arquétipo do “lugar ruim”: a casa assombrada, o cemitério, o castelo do cientista louco… E é sempre melhor quando eles têm uma história. Por exemplo, um dos mais famosos lugares ruins do terror, a Hill House do romance de Shirley Jackson – adaptado duas vezes para o cinema, no clássico “Desafio do Além” (1963) e no pavoroso, no mau sentido, “A Casa Amaldiçoada” (1999) – tinha uma história longa de eventos tenebrosos, exposta logo no início da obra, abrangendo várias décadas. Um catálogo de coisas ruins é um elemento que dá um sabor especial a um exemplar do gênero. O filme de terror brasileiro “O Nó do Diabo” é sobre um lugar ruim, e um lugar ruim com história. Uma fazenda, antigo engenho no sertão paraibano, serve como palco para cinco histórias assustadoras envolvendo o passado do lugar. As histórias se passam entre 2018 e 1818, regredindo no tempo, e sempre se relacionam de alguma forma ao trabalho escravo que havia no local. Trata-se de uma proposta não muito comum no cinema de gênero do Brasil, a de filme de antologia. Cada uma das histórias teve seu diretor – são eles Gabriel Martins, Ian Abré e Jhésus Tribuzi, com Ramon Porto Mota dirigindo duas – e seus próprios roteiristas, mantendo em comum os trabalhos do montador Daniel Bandeira, que confere um admirável ritmo fluido à produção – o filme chega a dar a impressão de ser mais curto do que as suas duas horas reais e as transições entre as histórias são suaves e inteligentes – e do diretor de fotografia Leonardo Feliciano, que explora de maneira brilhante tanto a luz quanto a escuridão, além de uma ou outra paisagem mais estranha. Ambos contribuem de maneira excepcional para o clima inquietante de maior parte da projeção, e esses dois elementos, a montagem e a fotografia, conferem ao filme uma unidade que filmes de antologia de terror no cinema dificilmente conseguem. O que também ajuda a manter viva a unidade temática central do projeto, a noção de um mal histórico, algo que se propaga no tempo e é tão essencialmente brasileiro. O mal da escravidão e das desigualdades sociais decorrentes assombra os personagens e está sempre presente como pano de fundo das histórias. A primeira delas, a atual, faz breves alusões à situação política conturbada dos últimos anos no país e toca de leve em questões raciais e econômicas, ressaltando a boa e velha capacidade do cinema de gênero de abordar essas questões, muitas vezes de forma até mais incisiva do que filmes, ditos, mais “sérios” e “elevados”. A tônica se mantém nas demais histórias, trazendo fantasmas; uma interessante desconstrução do espaço e tempo fílmicos (na quarta história); uma figura vilanesca vivida pelo ótimo ator Fernando Teixeira que, de maneira emblemática, aparece em todos os segmentos; e até zumbis na história final, com momentos que lembram o clássico “A Noite dos Mortos-Vivos” (1968) do norte-americano George A. Romero. É o tipo de filme que, quanto menos se falar das tramas, melhor para o espectador. Claro, nenhuma das histórias reinventa a roda – qualquer espectador mais escolado no gênero terror consegue adivinhar como elas vão se desenvolver, e há um pouco de desnível entre elas. A quinta e última acaba sendo a menos interessante, e nem todos os espectadores devem abraçar a “viagem” da quarta história. Mesmo assim, “O Nó do Diabo” merece elogios, e muitos, por ser tão consistente, interessante, bem defendido pelos seus atores e tão incisivo na sua visão compartilhada sobre o horror de se viver no Brasil. Um país onde a propriedade é colocada muito, mas muito mesmo, acima do ser humano, onde a violência é constante, e o passado escravocrata e de séculos de exploração ainda está vivo, um espectro pairando sobre a sociedade. No mesmo ano em que também tivemos o excepcional “As Boas Maneiras”, “O Nó do Diabo” é mais uma prova de que o horror cinematográfico no Brasil está muito vivo. E deve mesmo: afinal, a vida real e a História são fontes de inspiração quase ilimitada. Seria o Brasil mais um “lugar ruim”? Talvez não seja para tanto, mas com certeza é um lugar assombrado.

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  • Série

    Renee Zellweger vai estrelar a primeira série de sua carreira

    17 de agosto de 2018 /

    A atriz Renee Zellweger (“O Bebê de Bridget Jones”) vai estrelar sua primeira série. Ela será a protagonista de “What/If”, atração desenvolvida para a Netflix. Criada por Mike Kelley (o criador de “Revenge”) e produzida por Robert Zemeckis (diretor de “De Volta ao Futuro” e “Forest Gump”), “What/If” é descrita como um thriller social e vai explorar o que acontece quando pessoas comuns começam a fazer coisas socialmente inaceitáveis. Em formato de antologia, cada temporada irá apresentar uma história diferente, todas calcadas numa fábula moral contemporânea sobre o poder da influência de uma única decisão errada na trajetória de uma vida. A 1ª temporada, com dez episódios, irá acompanhar um casal que aceita uma proposta arriscada da personagem de Zellweger para conseguir sair de problemas financeiros. A personagem da atriz, chamada de Anne, é descrita como uma mulher poderosa e investidora de risco que vive em San Francisco. Ela é carismática e sedutora e esconde vários segredos, incluindo um evento que mudou o curso de sua vida quando ela ainda era uma garota. Zellweger nunca estrelou uma série, mas curiosamente começou a carreira na televisão, no elenco do telefilme “A Taste for Killing”, em 1992. Ainda não há previsão de estreia para “What/If”.

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  • Série

    Todo mundo é parente dos Romanoffs no trailer da nova série do criador de Mad Men

    14 de agosto de 2018 /

    A Amazon divulgou o trailer de “The Romanoffs”, nova série de Matthew Weiner, o criador de “Mad Men”. O vídeo explora a curiosa premissa da produção, mostrando diversas pessoas que se apresentam como integrantes da nobre família Ramonoff. O projeto é descrito como uma antologia contemporânea, que focará oito histórias diferentes ao redor do mundo sobre pessoas que acreditam ser descendentes da família imperial russa Romanoff, assassinada há 100 anos. Weiner dirige todos os episódios, além de ser responsável pelos roteiros e a produção executiva. O fascínio que ronda a família remonta a 1918, quando os revolucionários bolcheviques, que transformaram a Rússia num país comunista, assassinaram brutalmente o czar Nicolau II, a mulher e os filhos. Mas o fato de o corpo de uma de suas filhas, Anastasia, não ter sido enterrado com a família alimentou, por muito tempo, teorias de que ela teria sobrevivido à tragédia e fugido da Rússia com uma identidade nova. Várias mulheres reivindicaram ser Anastásia, e Hollywood até produziu um clássico sobre o mistério, “Anastácia, A Princesa Esquecida” (1956), com Ingrid Bergman no papel de uma mulher que podia ou não ser a princesa perdida. Graças a isso, muitos afirmam até hoje descenderem de Anastasia, embora um esqueleto que poderia ser da princesa tenha sido encontrado em outra cova, na região em que os Romanoff foram executados. Na série, cada episódio terá um elenco diferente, uma história diferente e um local diferente. A única coisa que mantém a unidade temática é que todas as histórias envolvem pessoas que acreditam ser descendentes da família Romanoff. Esta abordagem permitiu à Weiner selecionar um elenco invejável para a produção. Alguns dos atores incluem Isabelle Huppert (“Elle”), Aaron Eckhart (“Invasão a Casa Branca”), Kathryn Hahn (“Perfeita É a Mãe!”), Amanda Peet (“Dormindo Com as Outras Pessoas”), Jack Huston (“Ben-Hur”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Diane Lane (“Liga da Justiça”), Ron Livingston (“Invocação do Mal”), Noah Wyle (série “Falling Skies”), Kerry Bishé (“Halt and Catch Fire”), Marthe Keller (“Além da Vida”), Clea DuVall (“Veep”), Radha Mitchell (“Horror em Silent Hill”), Paul Reiser (“Stranger Things”), Hugh Skinner (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo!”), Griffin Dunne (“Oito Mulheres de um Segredo”) e três ex-integrantes de “Mad Men”, Christina Hendricks, John Slattery e Cara Buono. A lista ajuda a explicar porque a atração é uma das mais caras da Amazon. Mesmo assim, esteve duas vezes prestes a ser cancelada devido a dois escândalos. O primeiro escândalo foi o que precipitou o movimento #MeToo, a denúncia de abusos sexuais do produtor Harvey Weinstein. Como “The Romanoffs” era uma produção da TWC (The Weinstein Company), a Amazon optou por tirar a série da empresa e investir sozinha na sua gravação, orçada em US$ 75 milhões. Um mês após tomar essa decisão, o criador da série, Matthew Weiner, se somou ao crescente número de personalidades de Hollywood acusadas de assédio sexual. A roteirista Kater Gordon, que venceu um Emmy por seu trabalho em “Mad Men”, afirmou ao site The Information que Weiner se comportou de forma imprópria com ela há oito anos. Como a polêmica não teve grande repercussão, a Amazon respirou fundo e foi adiante. “The Romanoffs” vai estrear em 12 de outubro.

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    Castle Rock: Série inspirada nos livros de terror de Stephen King é renovada para a 2ª temporada

    14 de agosto de 2018 /

    A plataforma Hulu anunciou a renovação de “Castle Rock”, série de terror produzida pelo cineasta J.J. Abrams (“Westworld”), que se passa no universo dos livros do escritor Stephen King. “‘Castle Rock’ é uma ideia profundamente original de dois dos maiores contadores de histórias do mundo”, disse o vice-presidente do serviço de streaming, Craig Erwich, em comunicado. “É uma história centrada em algo que muitas e muitas pessoas ao redor do mundo amam. As nossas expectativas já eram altas, mas a série ultrapassou todas elas”. A produção vai seguir o formato de antologia de séries como “American Horror Story” e “American Crime Story”, contando uma história diferente e completa por temporada. O segundo ano ainda não tem previsão de estreia. A história de “Castle Rock”, desenvolvida por Dustin Thomason e Sam Shaw (criador e roteirista de “Manhattan”), não adapta nenhuma obra específica de King, mas mergulha no universo de personagens do autor, como demonstrou a participação do xerife aposentado Alan Pangborn, vivido por Scott Gleen (série “The Leftovers”) na série. O xerife é um velho conhecido dos fãs de King e já apareceu em dois filmes – interpretado por Michael Rooker em “A Metade Negra” (1993) e Ed Harris em “Trocas Macabras” (1993). A ideia é usar a locação de Castle Rock, citada pela primeira vez no livro “Dead Zone” (de 1979, por sua vez transformado no filme “A Hora da Zona Morta” em 1983), como ponto de confluência de personagens e horrores da carreira do escritor. Graças às adaptações dos livros de King, o nome da cidadezinha fictícia do Maine se tornou tão popular que até batizou uma companhia cinematográfica, a Castle Rock Entertainment, criada por Rob Reiner após o diretor filmar “Conta Comigo” (1986), outra adaptação de King passada nesse lugar imaginário. Na 1ª temporada, que chega ao sexto episódio nesta quarta-feira (15/8), o advogado Henry Deaver (André Holland) volta para a sua cidade natal de Castle Rock, para ajudar um rapaz sem registros (Bill Skarsgard, o Pennywise de “It: A Coisa”) encontrado num buraco da prisão de Shawshank (citada no filme “Um Sonho de Liberdade”), que quando começa a falar se torna ainda mais misterioso. O elenco da atração inclui ainda Jane Levy (“O Homem nas Trevas”), Terry O’Quinn (série “Lost”), Melanie Lynskey (série “Togetherness”), Sissy Spacek (a “Carrie, a Estranha” original) e Chosen Jacobs (o Mike de “It: A Coisa”). A 2ª temporada deve estrear em 2019.

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    American Horror Story: Apocalypse confirma retorno das bruxas de Coven

    8 de agosto de 2018 /

    Ryan Murphy confirmou o retorno do elenco praticamente completo de “Coven”, a trama da 3ª temporada de “American Horror Story”, para retomar seus papeis na 8ª temporada da série, que recebeu o título de “Apocalypse”. As atrizes Taissa Farmiga, Gabourey Sidibe, Lily Rabe e Frances Conroy, além da cantora Stevie Nicks, voltarão a viver bruxas na atração do canal pago FX. A 8ª temporada vai realizar um crossover de “Coven” com a história do arco inaugural da atração, intitulado “Murder House”, e trará Jessica Lange repetindo seu primeiro papel na série, como Constance Langdon, que ao final da história assumia a criação de seu neto sinistro. O ator Cody Fern (revelação da 2ª temporada de “American Crime Story”) viverá a versão adulta de Michael Langdon, o filho do fantasma de Tate Langdon (Evan Peters) com Vivien Harmon (Connie Britton). Outros integrantes de temporadas anteriores da série já tinham sido confirmados, como Sarah Paulson, Evan Peters, Kathy Bates, Emma Roberts, Cheyenne Jackson, Billie Lourd, Billy Eichner, Adina Porter e Leslie Grossman. “Apocalypse” também marcará a estreia de Joan Collins (da série clássica “Dinastia”) na produção. A 8ª temporada vai estrear em 12 de setembro nos Estados Unidos. A série, que se encontra renovada até 2020, também é exibida no canal pago FX no Brasil. Guess who's coming back for AHS APOCALYPSE? Taissa Farmiga, Gabourey Sidibe, Lily Rabe, Frances Conroy and….Stevie Nicks. So thrilled the family is together again! #AHSApocalypse — Ryan Murphy (@MrRPMurphy) August 7, 2018

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  • Série

    American Horror Story anuncia o Apocalipse no primeiro teaser da 8ª temporada

    6 de agosto de 2018 /

    O canal pago FX divulgou o primeiro teaser de “American Horror Story: Apocalypse”, nova temporada da série de antologia de terror. A 8ª temporada vai continuar a história do arco inaugural da atração e trará Cody Fern (revelação da 2ª temporada de “American Crime Story”) como a versão adulta de Michael Langdon, o filho do fantasma de Tate Langdon (Evan Peters) com Vivien Harmon (Connie Britton). A trama também incluirá as bruxas da 3ª temporada, “Coven”, no primeiro crossover completo entre diferentes arcos da série. O novo capítulo tem confirmados os retornos de Jessica Lange, Sarah Paulson, Evan Peters, Kathy Bates, Emma Roberts, Cheyenne Jackson, Billie Lourd, Billy Eichner, Adina Porter e Leslie Grossman, além de marcar a estreia de Joan Collins (da série clássica “Dinastia”) na atração. Ainda foram convidadas, mas por enquanto não confirmadas, as atrizes Taissa Farmiga, Gabourey Sidibe e a cantora Lady Gaga. A 8ª temporada vai estrear em 12 de setembro nos Estados Unidos. A série, que está renovada até 2020, também é exibida no canal pago FX no Brasil. It's time. #AHSApocalypse pic.twitter.com/z2FO9tKCZm — AmericanHorrorStory (@AHSFX) August 6, 2018

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  • Filme

    Café dialoga com o alcance global e econômico da bebida do título

    5 de agosto de 2018 /

    “Café”, o filme, não deixa de ser uma homenagem ao nosso sofisticado hábito de tomar café com algum requinte. Seja sendo uma produção super especial, única, seja sendo servido num bule valiosíssimo, seja lendo a sua borra na xícara. Ou, ainda, discorrendo sobre os seus três sabores básicos: amargo, azedo e perfumado. Outra constatação muito importante, o café é um hábito planetário, alcança todo o mundo. A prova disso é que o filme, do diretor italiano Cristiano Bortone, conta três histórias passadas em países distintos: Itália, Bélgica e China (é uma coprodução dos três países) e envolve personagens árabes. Uma trama permeada pelo café, como elemento simbólico e econômico, que pode vir a frequentar o noticiário policial e mexer de forma intensa com a vida das pessoas. As histórias têm um fio tênue que as liga, como, de algum modo, todos nos ligamos enquanto seres humanos, ainda que longe uns dos outros, mundo afora. Um precioso bule de café roubado leva um árabe pacífico a se envolver com violência na Bélgica, para recuperá-lo. Questões políticas, manifestações de rua em Bruxelas, insatisfações com a situação econômica, falta de empregos e de opções para os jovens e conflitos familiares imbricam-se num relato policial, a partir de um ladrão imaturo e inepto. A mesma questão do colapso das políticas de austeridade europeias encontra em Trieste, na Itália, uma fábrica e um museu de café que serão objeto de um assalto que põe em evidência a combinação entre a questão ética e o desespero numa sociedade de consumo que não se sustenta. Na China, não é diferente. Uma fábrica de café põe em risco o meio ambiente e a comunidade, pela ganância e rigidez de seus donos, insensíveis ao sofrimento humano que podem causar. E faz-se um chamamento para a revalorização do cultivo romântico e tradicional do café. Isso entremeado por uma história de amor e, claro, pela redescoberta de um sabor artesanal da bebida. Cada uma das histórias teria condição de alimentar um longa, porque oferecem muito ainda a explorar. O resultado encontrado, no entanto, é bom pela dimensão globalizada em que situa o café e os dramas que podem cercá-lo. Considerando que os maiores produtores, como o Brasil e a Colômbia, estão fora da trama, tem-se a dimensão da representatividade do café no contexto mundial. “Café” é um bom produto cinematográfico global, que se vale da força simbólica da bebida que o mundo aprecia para contar histórias envolventes que dialogam com a realidade econômica atual. A narrativa salta de uma história a outra, ao longo de todo o filme, sem chegar a cansar ou a confundir o espectador, pela mão segura de um bom cineasta e de um bom e diversificado elenco.

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    Jessica Lange é confirmada na 8ª temporada de American Horror Story

    5 de agosto de 2018 /

    O canal pago FX anunciou a volta da atriz Jessica Lange para a série “American Horror Story”. A participação foi divulgada pelo Twitter oficial da série, que também confirmou seu papel. Ela voltará a viver Constance Langdon, sua personagem na 1ª temporada, batizada de “Murder House”. Intitulada “American Horror Story: Apocalypse”, a 8ª temporada vai continuar a história do arco inaugural da atração, que terminou com Constance assumindo a criação do neto pequeno. O ator Cody Fern (revelação da 2ª temporada de “American Crime Story”) viverá a versão adulta de Michael Langdon, o filho do fantasma de Tate Langdon (Evan Peters) com Vivien Harmon (Connie Britton). A trama também incluirá as bruxas da 3ª temporada, “Coven”, no primeiro crossover completo entre diferentes arcos da série. O novo capítulo também já tem confirmados os retornos de Sarah Paulson, Evan Peters, Kathy Bates, Emma Roberts, Cheyenne Jackson, Billie Lourd, Billy Eichner, Adina Porter e Leslie Grossman, além de trazer a estreia de Joan Collins (da série clássica “Dinastia”). Ainda foram convidadas, mas por enquanto não confirmadas, as atrizes Taissa Farmiga, Gabourey Sidibe e a cantora Lady Gaga. A 8ª temporada vai estrear em 12 de setembro nos Estados Unidos. A série, que está renovada até 2020, também é exibida no canal pago FX no Brasil.

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    Chris Rock vai estrelar a 4ª temporada de Fargo, que abordar a máfia nos anos 1950

    3 de agosto de 2018 /

    O canal pago americano FX anunciou a produção da 4ª temporada da série “Fargo”, que será estrelada pelo humorista Chris Rock. A novidade foi anunciada pelo presidente do canal, John Landgraf, durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Além de um protagonista negro, a série de antologia criminal criada por Noah Hawley também vai mudar sua locação, saindo da zona rural do centro-oeste americano para a metrópole de Kansas City, e irá retroceder ainda mais no tempo. Até então, apenas a 2ª temporada tinha sido um flashback, passado nos anos 1970. Desta vez, porém, a história irá acontecer durante os anos 1950. A trama vai explorar o encontro de dois grupos migratórios na cidade grande: os europeus, que vieram da Itália, e os afro-americanos, que deixaram os estados mais racistas do Sul, com suas leis discriminatórias. Diante do conflito dos dois grupos pelo controle do tráfico de drogas na cidade, uma tênue paz é organizada por meio de um pacto inusitado. Chris Rock vai interpretar um pai que entregou seu filho para ser criado pelo chefe do grupo inimigo e, em contrapartida, pegará o filho do inimigo para criar. É então que o chefe da máfia resolve fazer uma cirurgia de rotina e morre no hospital, fazendo com que tudo mude. “Sou fã de ‘Fargo’ e mal posso esperar para trabalhar com o showrunner Noah Hawley”, disse Chris Rock, num comunicado. O restante do elenco e a data de estreia da 4ª temporada ainda não foram confirmados.

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    FX desiste de produzir 2ª temporada de Feud centrada no divórcio da Princesa Diana

    3 de agosto de 2018 /

    O canal pago americano FX desistiu de produzir a 2ª temporada de “Feud” centrada no divórcio entre o Príncipe Charles e a Princesa Diana. A revelação foi feita pelo presidente do canal, John Landgraf, no evento semestral da TCA (Associação de Críticos de TV dos Estados Unidos). Ele disse que a série não foi cancelada, mas não abordará mais o tema previamente anunciado. “No fim das contas, nós apenas não conseguimos desenvolver o material da forma como gostaríamos”, justificou o executivo. “‘Feud’ ainda é uma série ativa, mas Ryan [Murphy, o criador] não me confirmou qual será o tema da próxima temporada, ou quando ele terá tempo para realizá-la”. O executivo negou que a decisão tenha sido influenciada pelo sucesso de “The Crown”, série da Netflix sobre a família real britânica que vai abordar a história do casamento e divórcio de Charles e Diana nas próximas temporadas. “A nossa abordagem era bem diferente. Eu gosto de ‘The Crown’, mas ela é contada do ponto de vista da família. Nossa série seria do ponto de vista de alguém de fora que está entrando na família, como Meghan Markle”, revelou, comparando as duas “princesas”. “Feud” nasceu como uma série em formato de antologia, com a proposta de abordar uma famosa rixa histórica a cada temporada. O primeiro ano, exibido em 2017, tratou da rivalidade entre as atrizes Bette Davis (Susan Sarandon) e Joan Crawford (Jessica Lange) em Hollywood. Intitulada simplesmente “Feud: Charles & Diana”, a 2º temporada seria transmitida no começo deste ano, mas o roteiro acabou não agradando e agora não será mais produzida. Como Ryan Murphy está envolvido em diversos projetos e assinou contrato de exclusividade com a Netflix, a possibilidade de a série se resumir à 1ª temporada se tornou uma grande possibilidade, que Landgraf ainda não oficializou.

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    American Horror Story é renovada até a 10ª temporada

    3 de agosto de 2018 /

    O canal pago FX renovou a série de terror sobrenatural “American Horror Story” até sua 10ª temporada. O anúncio foi feito pelo diretor da emissora, John Landgraf, no evento semestral da TCA (Associação de Críticos de TV dos Estados Unidos). A renovação antecipada garante mais três arcos inéditos para a produção, que começou recentemente a gravar a sua 8ª temporada, com estreia prevista para 12 de setembro. Assim, a 10ª temporada irá ao ar em 2020. “Ryan Murphy [criador da série] tinha nos pedido uma 10ª temporada e ficamos muito felizes em dar isso para ele. Não sabemos se essa será a temporada final. Tudo depende de Ryan, e ele está bastante inspirado. O oitavo ciclo, que atualmente está em produção, é incrível e louco. Os fãs vão adorar”, disse Landgraf. A renovação não surpreende, já que “American Horror Story” costuma atrair altos índices de audiência para o canal, embora não rendam mais a repercussão dos primeiros capítulos. A negociação também reflete o interesse do FX em manter seu relacionamento com o produtor, que assinou um contrato com a Netflix e não deverá criar mais séries para o canal. A última foi “Pose”, renovada para a 2ª temporada. “American Horror Story” retornará com uma história intitulada “Apocalypse”, que será um crossover com personagens da 1ª (“Murder House”) e da 3ª (“Coven”) temporadas. O elenco voltará a contar com Sarah Paulson, Evan Peters, Kathy Bates, Emma Roberts e outros habituês da produção. Mas o papel principal pertencerá a Cody Fern, revelação de outra série de Murphy – The Assassination of Gianni Versace”, a 2ª temporada de “American Crime Story”. Ele viverá a versão adulta de Michael Langdon, o filho do fantasma de Tate Langdon (Evan Peters) com Vivien Harmon (Connie Britton) na 1ª temporada da série.

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