Netflix já iniciou negociações para uma nova temporada de Gilmore Girls
A Netflix já abriu negociações com Amy Sherman-Palladino e Dan Palladino para uma nova temporada de episódios de “Gilmore Girls”. A revelação foi feita por Ted Sarandos, presidente de conteúdo da plataforma de streaming, durante um encontro com a imprensa do Reino Unido no fim de semana. Quando a Netflix reviveu a série para um última temporada, já se imaginava que seria um sucesso. Mas o desempenho superou as expectativas de todos, de modo que a plataforma quer continuar o exibir novos episódios, aproveitando como gancho o desfecho do revival, que deixou os fãs querendo saber mais. Sarandos afirmou que adoraria trazer mais episódios para a Netflix e que está trabalhando pra que isso aconteça o quanto antes. Não fazia parte dos planos iniciais, mas Amy Sherman-Palladino, a criadora da série, também já mostrou atenta à repercussão. Em entrevista à revista The Hollywood Reporter, ela disse que se sente com a missão cumprida, mas tudo pode acontecer. “Nós tínhamos uma jornada bem específica na nossa cabeça e nós completamos a jornada, disse a roteirista-produtora. “Para nós, esse foi o impacto que queríamos causar. E toda essa questão se vai ter mais, vai ter mais, vai ter mais, nós temos que jogar para o universo. Temos que colocar isso para dormir. O que acontecer, vai acontecer”. Refletindo o apelo dos fãs por novos episódios, o ator Scott Patterson, que interpreta Luke na atração, é mais otimista. “Seria legal fazer isso todo ano. Talvez uma vez a cada dois anos, fazer uma coisa de três meses de gravação, fazer mais quatro episódios. Foi fácil fazer isso. Foi divertido”, disse. A minissérie também marcou o terceiro revival de atrações clássicas da TV na Netflix, após o sucesso da 4ª temporada da série de comédia “Arrested Development” e da continuação/spin-off de “Três É Demais”, intitulada em inglês “Fuller House”.
Matthew Broderick vai estrelar a 2ª temporada de American Crime Story
O ator Matthew Broderick, atualmente em cartaz no drama “Manchester à Beira-Mar”, que concorre ao Oscar 2017, vai estrelar sua primeira série televisiva. O eterno Ferris Bueller de “Curtindo a Vida Adoidado” (1986) vai interpretar o diretor da Agência Federal de Gestão de Emergências (FEMA), na 2ª temporada de “American Crime Story”. Após o sucesso de “The People v O.J. Simpson”, a nova temporada da série de antologia vai se concentrar na tragédia da passagem do furacão Katrina por Nova Orleans. O personagem de Broderick é Michael D. Brown, que foi acusado de negligência na resposta à situação catastrófica causada pelo furacão, em 2005. Mais de mil pessoas morreram e os prejuízos totais no sul dos Estados Unidos foram calculados em US$ 81 milhões. Brown chegou a ser publicamente elogiado por George W. Bush na época da tragédia, mas acabou pedindo demissão algumas semanas depois, devido às críticas a seu trabalho. Além de Broderick, a produção tem confirmada a participação de Annette Bening (“Minhas Mães e Meu Pai”) no papel de Kathleen Blanco, governadora da Louisiana na época. Ela também foi severamente criticada pela demora em realizar a evacuação da cidade de Nova Orleans e por não organizar ajuda aos que ficaram. A série vai apresentar a tragédia do Furacão Katrina como um crime cometido por servidores públicos, que possuíam recursos financeiros nas mãos para minimizar o impacto do fenômeno natural.
Richard Hatch (1945 – 2017)
Morreu o ator Richard Hatch, que se tornou conhecido como o Capitão Apollo da série clássica “Galactica: Astronave de Combate” (Battlestar galactica), grande sucesso do fim da década de 1970. Ele lutava contra um câncer avançado no pâncreas e faleceu na terça-feira (7/2), aos 71 anos. “Richard Hatch era um bom homem, amável, e um profissional perfeito. Sua morte é um duro golpe para toda a família ‘BSG’, escreveu Ronald D. Moore, criador da nova versão televisiva da história, em seu Twitter — o reboot ficou no ar entre 2004 e 2009 e também contava com Hatch no elenco. O ator nasceu em 1945, em Santa Monica, na Califórnia, e iniciou a carreira televisiva com uma participação na novela “All My Children” em 1971. Logo se tornou bastante requisitado, aparecendo em inúmeras séries clássicas dos anos 1970, de “Kung Fu” a “Havaí 5-0”, e até teve participação recorrente como um integrante da família de “Os Waltons”, antes de conquistar seu primeiro papel fixo, como o inspetor Dan Robbins, substituindo Michael Douglas na 5ª e última temporada de “San Francisco Urgente”, em 1978. Mas foi por “Battlestar Galactica” que ganhou legiões de fãs. A série foi a primeira tentativa televisiva de realizar uma produção com nível cinematográfico. Tanto que os primeiros episódios foram exibidos nos cinemas em diversos países. A série foi criada por Glen A. Larson, que depois faria “Buck Rogers”, “A Supermáquina”, “Duro na Queda” e “Magnum”, entre outras. Mas tão importante quanto o roteirista foram os efeitos visuais empregados na atração. Um dos produtores era John Dykstra, supervisor de efeitos de “Guerra nas Estrelas” (1977), que trouxe para o projeto um virtuosismo visual até então inédito na TV. A premissa era uma espécie de “Eram os Deuses Astronautas?” misturado à “batalhas navais” que aconteciam no espaço. Combinando mitologias de antigas civilizações, dos egípcios aos gregos, a trama acompanhava um grande êxodo espacial, após um ataque alienígena destruir 12 planetas, com os últimos sobreviventes buscando um novo lar na 13ª colônia, que tinha se tornado perdida há muitos anos. O problema é que os inimigos, chamados de cylons, vinham atrás para destruir as naves que escaparam. E a única nave de combate que restara era a Galactica, uma espécie de porta-aviões espacial, que abrigava pequenos caças capazes de enfrentar as forças alienígenas. O Capitão Apollo, personagem de Hatch, era o líder do esquadrão de caças e filho do Comandante Adama (o veterano Lorne Greene, patriarca de “Bonanza”), principal oficial da Galactica. A série era caríssima e durou só uma temporada de 21 episódios. Graças à sua popularidade, porém, a rede ABC retomou a produção em 1980 com novo título, “Galactica: Batalha nas Estrelas” (1980), e menos efeitos visuais. A redução de custos foi obtida com a chegada da nave à colônia perdida: o planeta Terra. Infelizmente, vários personagens não sobreviveram à transição, entre eles os dois favoritos do público, Apollo e seu parceiro Starbuck. De todo modo, a série voltou a ser cancelada após o novo ciclo e nunca mais voltou ao ar na TV aberta. O ator foi reaparecer na 5ª temporada da série “Dinastia”, além de acumular passagens por atrações da época, de “Ilha da Fantasia” a “SOS Malibu” (Baywatch). Mas jamais superou o reconhecimento obtido por “Galactica”. Diante dos inúmeros convites para participar de convenções de fãs, ele chegou a escrever, produzir e estrelar um curta-metragem em forma de trailer em 1999, intitulado “Battlestar Galactica: The Second Coming”, com vários integrantes do elenco original, para tentar convencer a rede ABC a retomar a série. “The Second Coming” nunca virou realidade. Mas o sucesso do trailer nas convenções mostrou que a franquia tinha potencial para ser revivida. Isto acabou acontecendo em 2003, pelas mãos do produtor e roteirista Donald D. Moore, no canal pago Sci-Fi (atualmente, renomeado SyFy). O revival aconteceu como uma minissérie de dois episódios, que aproveitou a maior liberdade da TV paga para deixar a premissa mais sexy, violenta, política e realista. O sucesso foi tanto que o canal encomendou a produção de uma série semanal. E “Battlestar Galactica” virou a franquia mais importante do Sci-Fi, acumulando picos de audiência, prêmios, telefilmes, quadrinhos e spin-offs. Ciente da importância de Hatch para a série, Moore o trouxe à bordo da nova versão como um novo personagem, um líder rebelde e oportunista, chamado Tom Zarek, que ajudou a movimentar a trama. Ao fim do reboot de “Battlestar Galactica”, o ator voltou ao cotidiano de participações em convenções. Mas não reclamava. “‘Battlestar Galactica’ foi um marco histórico. Ela me permitiu viver meus sonhos e fantasias de infância”, disse, em seu site oficial.
John Hurt (1940 – 2017)
Morreu o ator inglês John Hurt, que marcou a história do cinema e da TV com personagens icônicos. Ao longo da carreira, ele enfrentou alienígenas e ajudou Indiana Jones, caçou espiões e foi caçado pelo Big Brother, viajou no tempo na Tardis e fabricou a varinha mágica de Harry Potter, deixando uma filmografia memorável de mais de cinco décadas de papéis inesquecíveis, vindo a falecer na sexta (27/1) em sua casa, em Norfolk, no interior da Inglaterra, aos 77 anos, após uma longa luta contra um câncer de pâncreas. Sua longa carreira começou nos anos 1960, com pequenos papéis em filmes como “O Homem que Não Vendeu sua Alma” (1966), “O Marinheiro de Gibraltar” (1967), “O Irresistível Bandoleiro” (1969) e “À Procura do Meu Homem” (1969), mas só foi se destacar na década seguinte por uma série de escolhas ousadas, a começar pelo papel de vítima do caso real de “O Estrangulador de Rillington Place” (1971) e o de canibal em “O Carniçal” (1975). O ponto de virada, porém, aconteceu na TV, no telefilme “Vida Nua” (1975) sobre a vida de Quentin Crisp. O escritor que exibia sua homossexualidade com orgulho, andando maquiado pelas ruas, era uma figura popular na Inglaterra, mas Hurt foi aconselhado por seus agentes a não vivê-lo na TV. Disseram que ficaria marcado como gay e nunca mais trabalharia novamente. Hurt ignorou os avisos e estrelou sua primeira obra como protagonista. Como resultado, ganhou seu primeiro reconhecimento da Academia britânica, o BAFTA de Melhor Ator. E, empolgado, assumiu em seguida um papel ainda mais controvertido, como o imperador Calígula na minissérie “Eu, Cláudio” (1976). O destaque obtido nas duas obras levou o diretor Alan Parker a escalá-lo em “O Expresso da Meia-Noite” (1978), como um prisioneiro viciado numa cadeia turca. A interpretação magistral lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante e o seu segundo prêmio BAFTA. O papel pelo qual é mais lembrado, porém, não lhe rendeu troféus, mas fez sua popularidade atingir as estrelas. Em 1979, ele seguiu o diretor Ridley Scott para a morte certa, a bordo de uma nave espacial. Hurt foi a primeira vítima do que viria a se tornar uma franquia, dando “luz” ao terror de “Alien” (1979), literalmente com suas entranhas. A cena em que sua barriga explode, para o surgimento de um bebê alienígena, entrou para a história do cinema. Tornou-se tão famosa que rendeu até paródias – inclusive com o próprio Hurt revivendo o papel do astronauta Kane em “S.O.S. – Tem um Louco Solto no Espaço” (1987), de Mel Brooks. Sua segunda e última indicação ao Oscar veio logo em seguida, desta vez na categoria de Melhor Ator, sob a maquiagem pesada de “O Homem Elefante” (1980), de David Lynch. Para viver John Merrick, Hurt precisou demonstrar capacidade de se comunicar sob as próteses que o deformavam, realçando seu enorme talento para transmitir emoções. Consagrado, foi coadjuvar o western épico “O Portal do Paraíso” (1980), de Michael Cimino, uma das obras mais caras da época. O fracasso do projeto faliu o estúdio United Artists e até hoje rende discussões apaixonadas entre cinéfilos. Mas representou o fim de uma era para o cinema americano. Não por acaso, os próximo trabalhos do ator em Hollywood foram comédias de estilo besteirol, vivendo Jesus Cristo em “A História do Mundo – Parte I” (1981), de Mel Brooks, e um policial gay em “Dois Tiras Meio Suspeitos (1982), de James Burrows. Após estrelar o suspense “O Casal Osterman” (1983), do mestre Sam Peckinpah, Hurt voltou a filmar com cineastas ingleses, rodando o thriller “O Traidor” (1984), com Stephen Frears, e a sci-fi “1984” (1984), com Michael Radford. Seu retorno à ficção científica novamente marcou época, dando à história clássica do Big Brother de George Orwell sua versão definitiva, com uma cenografia retrô, que entretanto não podia ser mais visionária. Hurt continuou se destacando também em produções de época, como “Incontrolável Paixão” (1987), passada na África colonial e dirigida por Radford, e “Escândalo: A História que Seduziu o Mundo” (1989), de Michael Caton-Jones, sobre um affair entre uma stripper e um ministro britânico nos anos 1960. Sua filmografia seguiu crescendo. Entre comédias americanas ligeiras como “Este Advogado É Uma Parada” (1987) e “Rei Por Acaso (1991), e dramas britânicos sérios, como “Terra da Discórdia” (1990), de Jim Sheridan, e “Uma Nova Chance” (1994), de Chris Menges, também encontrou espaço para um terror B, como “Frankenstein – O Monstro das Trevas” (1990), realizado por ninguém menos que Roger Corman, uma sci-fi sofisticada, como “Contato” (1997), de Robert Zemeckis, e um blockbuster épico, como “Rob Roy: A Saga de uma Paixão” (1995), de Caton-Jones. O século 21 ampliou sua galeria de blockbusters, com participações nas franquias “Harry Potter” (2001-2011) e “Hellboy” (2004-2008), na adaptação de quadrinhos “V de Vingança” (2005), na aventura “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008), e mais recentemente no premiado suspense “O Espião Que Sabia Demais” (2011) e na sci-fi “Expresso do Amanhã” (2013). A voz rouca, capaz de soar serena ou ameaçadora, também lhe rendeu diversos trabalhos de dublagem e narração, em obras tão distintas quanto a versão animada de “O Senhor dos Anéis” (1978), de Ralph Bakshi, “Tigrão – O Filme” (2000), da Disney, e até “Dogville” (2003) e “Manderlay” (2005), de Lars Von Trier – sem esquecer a voz do dragão da série “As Aventuras de Merlin” (2008-2012). Entre seus últimos papéis, estão participações nas séries “Doctor Who” em 2013, como o personagem-título, e “The Last Panthers” (2015), além do filme “Jackie” (2016), indicado ao Oscar 2017. Incansável, Hurt deixou três filmes inéditos e trabalhava no quarto, a cinebiografia de Winston Churchill, “The Darkest Hour”, quando faleceu. Sua excepcional filmografia foi reconhecida com um BAFTA especial pela contribuição excepcional para o cinema britânico em 2012, além da distinção de ter sido nomeado cavaleiro da Ordem do Império Britânico pela Rainha Elizabeth II em 2015. Na mesma época, anunciou que lutava contra o câncer. John Hurt possui ainda a distinção de ter sido o ator que mais morreu em cena, na história do cinema. Mas sua lembrança permanecerá viva eternamente em papéis que encantaram gerações, e continuarão encantando por anos a fio. Nas redes sociais, os diversos artistas que se manifestaram sintetizaram suas homenagens basicamente numa palavra-chave: “Inspiração”.
Diretor quer fazer continuação do terror cultuado Donnie Darko
O diretor Richard Kelly foi considerado um visionário por conta de seu longa de estreia, o cultuadíssimo terror “Donnie Darko”, estrelado pelo jovem Jake Gyllenhaal em 2001. Mas nenhum de seus poucos trabalhos posteriores teve a mesma repercussão. Não por acaso, ele agora quer fazer uma continuação. “Acredito que exista algo maior e mais ambicioso para realizar nesse universo. É algo grande e caro e há tempo para chegar lá. Quero ter certeza de que conseguimos o orçamento que faça justiça [à ideia] sem concessões”, contou Kelly, em entrevista ao site HVM. Ele não dirige nenhum longa desde que lançou “A Caixa” em 2009. Entre este e “Donnie Darko”, fez só mais um filme, “Southland Tales: O Fim do Mundo” (2006), uma sci-fi ambiciosa e caríssima, que nem a presença de Dwayne Johnson impediu de se transformar num grande fiasco de público e crítica. Segundo conta, essa demora entre suas produções se deve ao escopo dos projetos. “Tenho trabalhado em projetos diferentes. O problema é que eles são muito ambiciosos e caros (…) Pretendo tirar o atraso e fazer alguns na sequência”, diz o diretor, que promete dirigir um novo filme em 2017, sem dar maiores informações. Vale lembrar que “Donnie Darko” já teve uma sequência: “S. Darko: Um Conto de Donnie Darko” (2009), produzida com baixo orçamento e centrada na irmã do protagonista original. A produção não teve nenhuma participação do diretor e saiu direto em DVD.
Quadrinhos de Witchblade podem ganhar nova série de TV
Os quadrinhos de “Witchblade” podem ganhar uma nova adaptação televisiva. Segundo o site The Hollywood Reporter, a rede NBC encomendou a produção de um roteiro para um possível piloto da atração. A adaptação está a cargo de Carol Mendelsohn (criadora de três spin-offs da franquia “CSI”) e Caroline Dries (showrunner de “The Vampire Diaries”). Criada por Marc Silvestri em 1995, a publicação da Top Cow Comics gira em torno de uma detetive do departamento de homicídios, chamada Sara Pezzini, que usa uma pulseira capaz de lhe dar visões sobrenaturais e se transformar em vários objetos, desde uma armadura até uma espada. “Witchblade” já virou uma série antes, estrelada por Yancy Butler, com duas temporadas produzidas entre 2001 e 2002 para o canal pago TNT, e até um anime de 24 episódios, desenvolvido por um estúdio japonês em 2006, com uma trama completamente diferente.
Continuação de Senhores do Crime começa a ser filmada em março com Viggo Mortensen
A continuação de “Senhores do Crime” (2007), filme sobre a máfia russa dirigido por David Cronenberg, vai enfim sair do papel. De acordo com os sites Digital Spy e Consequence of Sound, um aviso de escalação de elenco aponta que a produção está prestes a ser filmada, com seu início de produção marcado para março. Intitulada “Body Cross”, a sequência foi escrita pelo mesmo roteirista do filme original, Steven Knight, que há anos tenta o projeto do papel. Além de escrever, ele também vai dirigir o filme. Será seu terceiro trabalho na função, após os thrillers “Redenção” (2013) e “Locke” (2013). Segundo o aviso de escalação de elenco, a sequência vai retomar a trama do ponto em que o longa de 2007 parou, com o incompetente sub-chefe do crime Kirill acreditando que ele e Nikolai, seu capanga e motorista, herdaram o trono do pai criminoso dele. Ou seja, Kirill não desconfia que Nikolai é, na verdade, um agente infiltrado com a missão de desbaratar a máfia. Vincent Cassel e Viggo Mortensen estão confirmados no elenco, retornando como seus personagens Kirill e Nikolai, respectivamente. Ambos os atores estão ligados ao projeto da continuação desde o começo da década. Vale lembrar que o original rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator para Mortensen.
Criadora de Gilmore Girls está atenta aos pedidos dos fãs por mais episódios
O revival de “Gilmore Girls” deixou os fãs com gostinho de “quero mais”, inundando as redes sociais com apelos por novos episódios. Não fazia parte dos planos iniciais, mas Amy Sherman-Palladino, a criadora da série, está atenta à repercussão. Em entrevista à revista The Hollywood Reporter, ela disse que se sente com a missão cumprida, mas tudo pode acontecer. “Nós tínhamos uma jornada bem específica na nossa cabeça e nós completamos a jornada, disse a roteirista-produtora. “Para nós, esse foi o impacto que queríamos causar. E toda essa questão se vai ter mais, vai ter mais, vai ter mais, nós temos que jogar para o universo. Temos que colocar isso para dormir. O que acontecer, vai acontecer”. Refletindo o apelo dos fãs por novos episódios, o ator Scott Patterson, que interpreta Luke na atração, foi mais otimista. “Seria legal fazer isso todo ano. Talvez uma vez a cada dois anos, fazer uma coisa de três meses de gravação, fazer mais quatro episódios. Foi fácil fazer isso. Foi divertido. Foi realmente recompensador e a gente teve a sensação de que tínhamos um final agora”, disse. Os pedidos por novos capítulos foram consequência direta do episódio que finalizaria a série, e que deixou uma questão em aberto, após as quatro palavras finais com que Serman-Palladino planejava encerrar a trama. Exibida como “Tal Mãe, Tal Filha” na TV aberta brasileira, “Gilmore Girls” mostrou, de 2000 a 2007, a relação da mãe solteira Lorelai (Lauren Graham) e de sua filha Rory (Alexis Bledel), que viviam na pequena cidadezinha. Desde então, Lorelai se casou e Rory foi para a faculdade. Mas a história não terminou assim, como os novos episódios demonstraram, com a ajuda de todo o elenco original, inclusive de alguns atores que abandonaram a trama no começo, como os então adolescentes Jared Padalecki (série “Supernatural”) e Milo Ventimiglia (série “Heroes”), e uma famosa atriz que estourou como estrela de comédias cinematográficas, Melissa McCarthy (“A Espião que Sabia Demais”). Lançado pela Netflix na última sexta-feira (25/11), o revival trouxe mais quatro episódios de 90 minutos e terminou com Rory fazendo uma revelação importante para sua mãe. Inconformados com o desfecho, os fãs foram às redes sociais pedir para a história continuar após essa descoberta.
Gilmore Girls: Fãs se emocionam com novos episódios e vão ao Twitter exigir mais
O revival de “Gilmore Girls” finalmente chegou na Netflix. Foram mais quatro episódios, conduzindo às quatro últimas palavras misteriosas que os fãs esperavam ouvir há quase uma década. Foi um prazer, mas também uma frustração, porque acabou. A criadora da série, Amy Sherman-Palladino, avisou que sempre quis encerrar a série com aquelas palavras. E ao ouvi-las as fãs caíram de quatro. Inconformadas, correram ao Twitter exigindo mais. Elas imploram para saber o que acontece depois da revelação de Rory para sua sua mãe Lorelai. No plural feminino mesmo, pois a explosão de emotividade foi expressa majoritariamente por mulheres. “Não, não, não. Eu não aceito que acabou”, escreveu uma telespectadora americana, ilustrando seu post com a imagem de uma mulher chutando a parede. “Vai ter que ter um novo revival, porque aquele final me nocauteou”, refletiu outra. “Depois daquelas quatro palavras, é preciso ter mais 154 episódios da série”, sentenciou uma terceira. “Estou tomada por emoção e frustração”, resumiu outra. “Isto não é um fim, isto não é um fim, isto não é um fim”, ficou repetindo mais uma. E assim por diante. E isto porque nem faz 24 horas que os episódios foram disponibilizados. Exibida como “Tal Mãe, Tal Filha” na TV aberta brasileira, “Gilmore Girls” mostrou, de 2000 a 2007, a relação da mãe solteira Lorelai (Lauren Graham) e de sua filha Rory (Alexis Bledel), que viviam na pequena cidadezinha. Desde então, Lorelai se casou e Rory foi para a faculdade. Mas a história não terminou assim, como os novos episódios demonstraram, com a ajuda de todo o elenco original, inclusive de alguns atores que abandonaram a trama no começo, como os então adolescentes Jared Padalecki (série “Supernatural”) e Milo Ventimiglia (série “Heroes”), e uma famosa atriz que estourou como estrela de comédias cinematográficas, Melissa McCarthy (“A Espião que Sabia Demais”). A criadora da atração, Amy Sherman-Palladino, foi a responsável por continuar a história, escrevendo e dirigindo os quatro novos episódios, que tem duração de telefilme (cerca de 90 minutos) e chegaram simultaneamente na Netflix com o título “Gilmore Girls: Um Ano para Recordar” nesta sexta-feira (25/11).
Gilmore Girls: Nova cena do revival mostra que nada mudou na série
A Netflix divulgou uma cena – ainda sem legenda – do revival de “Gilmore Girls”. A prévia se passa durante uma noite de cinema doméstico em Stars Hollow, revelando que os costumes e o humor típico dos personagens continuam os mesmos desde a época em que a série fazia parte da programação da TV aberta americana. Exibida como “Tal Mãe, Tal Filha” na TV aberta brasileira, a série, que ficou no ar de 2000 a 2007, mostrava a relação da mãe solteira Lorelai (Lauren Graham) e de sua filha Rory (Alexis Bledel), que viviam na pequena cidadezinha. Desde então, Lorelai se casou e Rory foi para a faculdade. Mas a história não terminou assim, como os novos episódios vão demonstrar, graças às participações de todo o elenco original, inclusive de alguns atores que abandonaram a trama no começo, como os então adolescentes Jared Padalecki (série “Supernatural”) e Milo Ventimiglia (série “Heroes”), e uma famosa atriz que estourou como estrela de comédias cinematográficas, Melissa McCarthy (“A Espião que Sabia Demais”). A criadora da atração, Amy Sherman-Palladino, é a responsável por continuar a história, escrevendo e dirigindo os quatro novos episódios, que terão duração de telefilme (cerca de 90 minutos) e chegarão simultaneamente na Netflix na sexta-feira (25/11).
Cara, Cadê Meu Carro? pode ganhar continuação
A comédia besteirol “Cara, Cadê Meu Carro?” (2000), primeiro sucesso de cinema de Ashton Kutcher, poderia ganhar uma sequência. O próprio Ashton revelou a informação, durante sua participação no talk show de Conan O’Brien. O astro contou que há um roteiro do filme pronto e que ele toparia protagonizá-lo novamente. O problema é que o estúdio também precisa se interessar em financiar e distribuir o projeto, o que até agora não aconteceu. Ele ainda brincou com o fato de que Seann William Scott (da franquia “American Pie”), que viveu seu melhor amigo na comédia, está atualmente em melhor forma que na época. “Todo musculoso, ele parece ‘The Rock'”. Na trama, os amigos Jesse (Kutcher) e Chester (Scott) acordam após uma noite de muita bebedeira e não se lembram de nada, muito menos em que local deixaram o carro. Eles saem a procura do veículo e no caminho encontram várias coisas bizarras, conectadas aos acontecimentos da noite anterior, como uma gangue de rua, um travesti procurando uma mala cheia de dinheiro, um grupo de fanáticos por extraterrestres e até os próprios ETs. O elenco também incluía a jovem Jennifer Garner (“Clube de Compra Dallas”). Feito sem muita pretensão, por US$ 13 milhões, o filme acabou faturando US$ 73 milhões. E, vale lembrar, nove antes de “Se Beber, Não Case” estourar as bilheterias com premissa similar – basicamente, trocando o carro pelo melhor amigo noivo. Segundo Ashton, a sequência se chamaria “Seriosly Dude, Where’s My Car”? (sério cara, cadê meu carro?). Confira a revelação abaixo.
Gilmore Girls: Um Ano para Recordar ganhou novo trailer fofo
A Netflix divulgou um novo pôster e o segundo trailer completo – ainda sem legenda – do revival de “Gilmore Girls”. A prévia encontra as personagens da série clássica em novas crises, nove anos após o final da produção original. Elas ainda falam rápido e tomam muito café, mas suas vidas não seguiram exatamente na direção que imaginaram. O revival vai mostrar que são, na verdade, três gerações de mulheres Gilmore em crise, da avó Emily (Kelly Bishop), que enviuvou e precisa lidar com a solidão, à mãe Lorelai (Lauren Graham), que vê seu casamento promissor virar um marasmo, e até a filha Rory (Alexis Bledel), que tinha entrado cheia de sonhos na faculdade, agora se pega desempregada, sem expectativas e nem sequer calcinhas. A verdade é que elas podem estar tristes, mas não conseguem deixar de ser fofas. Isto porque os novos episódios foram escritos e dirigidos por Amy Sherman-Palladino, a criadora da série, que tem a capacidade de levantar o astral nas situações mais improváveis. Exibida como “Tal Mãe, Tal Filha” na TV aberta brasileira, a série, que ficou no ar de 2000 a 2007, mostrava a relação da mãe solteira Lorelai e de sua filha Rory, que viviam na pequena cidade de Stars Hollow. Desde então, Lorelai se casou e Rory foi para a faculdade. Mas a história não terminou assim, como os novos episódios vão demonstrar, graças às participações de todo o elenco original, inclusive de alguns atores que abandonaram a trama no começo, como os então adolescentes Jared Padalecki (série “Supernatural”) e Milo Ventimiglia (série “Heroes”), e uma famosa atriz que estourou como estrela de comédias cinematográficas, Melissa McCarthy (“A Espião que Sabia Demais”). A maioria deles pode ser vista no trailer, assim como Scott Patterson (intérprete de Luke), quase uma “Gilmore Girl”, de tão prendado. O revival terá apenas quatro episódios, um para cada estação do ano, e ganhou o título completo de “Gilmore Girls: Um Ano para Recordar”. Todos os episódios chegarão simultaneamente na Netflix no dia 25 de novembro.
Penetras Bons de Bico pode ganhar continuação
Uma das comédias mais bem-sucedidas da década passada, “Penetras Bons de Bico” (2005) pode ganhar uma sequência. Numa entrevista do programa The Today Show, a atriz Isla Fisher contou em primeira mão que um dos astros do filme original está planejando retomar a história. “Encontrei com Vince Vaughn em uma festa e ele me disse que parece que faremos uma continuação. Estou muito empolgada para saber o que acontecerá com Gloria”, ela contou aos entrevistadores na manhã de quinta-feira (17/11). Veja o vídeo abaixo. Gloria, sua personagem, é a irmã caçula/ninfeta da noiva que tem seu casamento invadido pela dupla de malandros festeiros vividos por Vaughn e Owen Wilson. Na trama, ela acaba se envolvendo com o personagem de Vaughn, com quem engata um intenso e complicado relacionamento. Sua outra irmã, por sua vez, é vivida por Rachel McAdams e se envolve com Wilson. Questionada se a produção está confirmada e sua participação garantida, ela afirmou não saber, mas lhe pareceu que a sequência está mesmo em desenvolvimento e com negociações em andamento. Dirigido por David Dobkin (“O Juiz”), “Penetras Bons de Bico” ainda incluía em seu elenco os atores Christopher Walken e Will Ferrell. A produção custou US$ 40 milhões e arrecadou mais de US$ 285 milhões nas bilheterias.









