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  • Filme

    Jason Momoa negocia reviver O Corvo nos cinemas

    10 de agosto de 2016 /

    Jason Momoa é o novo candidato a interpretar “O Corvo” no cinema. Segundo o Mashable, o ator já estaria negociando com os produtores do remake do filme de 1994. Dando pista, Momoa publicou recentemente no Instagram uma foto com Corin Hardy (“A Maldição da Floresta”), atual diretor do longa, ao lado das hashtags #acordofechado e #trabalhodossonhos. Se o projeto acontecer, será o fim de uma aparente maldição. Momoa já é o quinto ator a tentar estrelar o remake desde que ele foi anunciado. A franquia lida com negatividade desde a trágica morte do ator Brandon Lee durante as filmagens de “O Corvo” original em 1994. Mas o projeto da refilmagem bateu o recorde de má sorte, já tendo perdido diversos quatro atores e três diretores em seu tortuoso caminho. Para quem acredita, parece mesmo uma maldição. Afinal, mais de US$ 20 milhões já foram gastos com a pré-produção do remake, sem que uma cena sequer tenha sido filmada. O remake seria originalmente dirigido por Stephen Norrington (“A Liga Extraordinária”) e estrelado por Mark Wahlberg (“Transformers: A Era da Extinção”), os primeiros a desistirem há seis anos. Para o lugar de Wahlberg, foi contratado Bradley Cooper (“Sniper Americano”), que acabou defenestrando o roteiro de Alex Tse (“Watchmen”) na primeira oportunidade. Mas só para desistir mais adiante, junto de mais um diretor, Juan Carlos Fresnadillo (“Extermínio 2″), que foi substituído por seu conterrâneo F. Javier Gutierrez (“3 Dias”). Nesta oportunidade, o ator galês Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) também assumiu o papel principal. A dança de cadeiras continuou com a desistência tanto de Gutierrez quanto de Evans. E agora quem está à frente da produção é Corin Hardy, que tem apenas um longa em seu currículo, o terror “A Maldição da Floresta” (2015). O roteiro que Hardy ia filmar tinha sido escrito por Jesse Wigutow (“Acontece Nas Melhores Famílias”), que também era responsável por escrever a sequência abortada de “Tron: O Legado” (2010). Mas aparentemente ele encomendou outra nova versão para a história, já que o roqueiro Nick Cave (!) aparece creditado no IMDb, ao lado de Cliff Dorfman (“Guerreiro”). Embora mais conhecido como cantor e compositor, Cave já escreveu alguns roteiros de cinema, entre eles “A Proposta” (2005) e “Os Infratores” (2012), ambos dirigidos por John Hillcoat. Segundo o autor de quadrinhos James O’Barr, criador do personagem, o novo “O Corvo” seria uma adaptação mais fiel de sua história original, concebida como terapia, após sua namorada morrer num acidente de carro, vítima de um motorista bêbado. Nos quadrinhos, o personagem central e sua namorada são mortos, mas ele volta à vida para se vingar dos assassinos.

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  • Série

    Robert De Niro e Julianne Moore vão estrelar série do diretor de Joy: O Nome do Sucesso

    9 de agosto de 2016 /

    Os atores Robert De Niro (“Tirando o Atraso”) e Julianne Moore (“Jogos Vorazes: A Esperança – O Final”) vão estrelar uma série desenvolvida pelo cineasta David O. Russell, diretor e roteirista dos filmes “O Lado Bom da Vida” (2012), “Trapaça” (2013) e “Joy: O Nome do Sucesso” (2015). Todos estes, por sinal, com participação de De Niro. Segundo o site The Hollywood Reporter, o projeto está em fase inicial e ainda não tem título nem canal definido para ir ao ar, mas algumas fontes apontam que se trata de uma série policial ambientada nos anos 1990. O problema é que David O. Russell não tem o retrospecto mais confiável em relação ao lançamento de séries. Ele chegou a desenvolver “The Club”, que foi aprovada sem piloto e teve 13 episódios encomendados pela rede ABC no ano retrasado, apenas para abandonar o projeto na véspera do início de sua produção, levando o canal a desistir da série.

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    David Huddleston (1930 – 2016)

    5 de agosto de 2016 /

    Morreu o ator David Huddleston, que ficou conhecido pelo papel-título da cultuada comédia dos irmãos Coen, “O Grande Lebowski” (1998). Ele sofria de problemas no coração e nos rins, segundo sua família, e faleceu na quinta (4/8), aos 85 anos, na cidade de Santa Fé, nos EUA. No clássico dos anos 1990, Huddleston encarnava um milionário que era confundido por mafiosos com outro Lebowski, papel desempenhado por Jeff Bridges. Os personagens de ambos tinham o mesmo nome, o que sempre causava confusões, num dos filmes mais engraçados e reverenciados dos Coen. Antes disso, Huddleston trabalhou bastante na televisão, desde os anos 1970, em séries como “A Feiticeira”, “Bonanza”, “Gunsmoke”, “Mary Tyler Moore”, “Kung Fu”, “Police Woman” e “Os Waltons”, até produções mais recentes, como “The West Wing”, “Jericho”, “It’s Always Sunny in Philadelphia” e “Gilmore Girls”, na qual viveu o prefeito Harry Porter. Um de seus personagens mais populares na TV foi o “vovô Arnold” na série “Anos incríveis”, estrelada, durante o começo dos anos 1990, pelo jovem Fred Savage. Ele também atuou em duas comédias concebidas por Mel Brooks: “Banzé no Oeste” (1974) e o remake “Os Produtores” (2005). E, além de “O Grande Lebowski”, trabalhou com Jeff Briges em “Má Companhia” (1972), um dos primeiros filmes de ambos. “Foi um grande prazer trabalhar com ele duas vezes”, disse Bridges, em depoimento para o site The Hollywood Reporter. “David encarava seu trabalho com uma alegria que transformava tudo em diversão. Foi maravilhoso ‘brincar’ com ele”, comentou, completando, em referência ao papel que ambos viveram em 1998: ‘O Grande Lebowski está morto. Longa vida ao Grande Lebowski”.

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  • Filme

    Kiefer Sutherland sugere que o novo Linha Mortal é continuação do filme de 1990

    1 de agosto de 2016 /

    O novo “Flatliners” não será um remake, mas uma continuação do filme original, que no Brasil recebeu o título de “Linha Mortal”. Pelo menos é o que diz o ator Kiefer Sutherland, que estrelou o filme de 1990 e voltará na nova produção. “Eu interpreto um professor de uma faculdade de Medicina. Isso nunca é dito, mas será, provavelmente, muito claro que eu vivo o mesmo personagem do filme original”, explicou Sutherland, em entrevista ao jornal Metro. Segundo ele, Nelson teria mudado o seu nome e métodos devido aos desdobramentos dos experimentos realizados pelo personagem em “Linha Mortal”. No filme original de Joel Schumacher, Nelson Wright é um estudante de medicina com grande curiosidade sobre o mistério da existência de vida após a morte. Decidido a encontrar respostas, ele e seus colegas decidem realizar uma experiência ousada, forçando suas mortes clínicas por alguns minutos, para descobrir o que há de verdade “do outro lado”, até que o experimento gera uma inesperada consequência. “Eu adorei fazer o primeiro filme. Então, quando me perguntaram se eu teria interesse nesse, eu não levei mais que um minuto até dizer que sim”, disse o ator, mais conhecido pelo papel de Jack Bauer na série “24 Horas”. Além de Sutherland, a produção de 1990 também foi estrelado por Julia Roberts e Kevin Bacon, entre outros. A continuação também contará com um elenco jovem bastante interessante, com Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Diego Luna (“Elysium”), Nina Dobrev (série “The Vampire Diaries”) e Kiersey Clemons (série “Extant”). A nova versão foi escrita por Ben Ripley (“Contra o Tempo”) e será dirigida pelo dinamarquês Niels Arden Oplev (“Os Homens que Não Amavam as Mulheres”), visando um lançamento em 18 de agosto de 2017.

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  • Série

    Letras do rapper Notorious B.I.G. vão virar série de comédia

    30 de julho de 2016 /

    O canal pago americano TBS, voltado para a comédia, vai produzir uma série inspirada nas letras do rapper The Notorious B.I.G., assassinado em 1997, aos 24 anos, no auge de seu sucesso. Intitulada “Think B.I.G.”, a série vai acompanhar um jovem da periferia que tenta desesperadamente conseguir dinheiro para ajudar sua família, incluindo seus dois filhos pequenos. A carreira de Christopher “Biggie” Wallace já rendeu uma cinebiografia, intitulada “Notorious” (2009) e estrelada por Jamal Woolard. O mesmo ator vai repetir o papel na cinebiografia de Tupac Shakur, intitulada “All Eyez on Me”, ainda sem previsão de estreia. Já a série “Think B.I.G.” deve estrear em 2017 nos EUA, com produção da empresa Mass Appeal, responsável pelo documentário de hip-hop “Fresh Dressed” (2015).

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  • Filme

    Nick Jonas entra no reboot de Jumanji

    29 de julho de 2016 /

    O cantor e ator Nick Jonas (série “Scream Queens”) está em negociações finais para integrar o elenco do reboot de “Jumanji”. Segundo a Variety, ela deve se juntar a Dwayne Johnson (“Terremoto – A Falha de San Andreas”), Jack Black (“Goosebumps”) e Kevin Hart (“Policial em Apuros”). Em comentário anterior em seu Instagram, Johnson descreveu o personagem que será vivido por Jonas como “um carinha quase meio fodão”. O astro também disse que o filme homenageará Robin Williams e seu personagem na produção original. Fica, agora, faltando apenas escalar “uma garota fodona” para encerrar o casting principal. Com direção de Jake Kasdan (“Sex Tape: Perdido na Nuvem”), a refilmagem de Jumaji será uma nova visão do livro de Chris Van Allsburg, que deu origem ao filme de 1995 com Robin Williams. A trama clássica acompanhava um jogo de tabuleiro que traz animais e criaturas para uma vizinhança tranquila no subúrbio de uma cidadezinha americana. A estreia da nova versão está marcada para 28 de julho de 2017 nos EUA.

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  • Etc,  Filme

    Garry Marshall (1934 – 2016)

    20 de julho de 2016 /

    Morreu Gary Marshall, diretor de “Uma Linda Mulher” (1990) e “O Diário da Princesa” (2001), após complicações decorrentes de uma pneumonia nesta terça-feira (19/7). Ele tinha 81 anos e, além de dirigir os filmes que tornaram Julia Roberts e Anne Hathaway famosas, ficou conhecido por ter criado séries clássicas como “The Odd Couple”, “Happy Days”, “Laverne & Shirley” e “Mork & Mindy”, pelas quais recebeu cinco indicações ao Emmy e entrou para o Hall da Fama da Academia da Televisão em 1997. Marshall nasceu no Bronx, em Nova York, e se formou em jornalismo na Universidade de Northwestern. Chegou a trabalhar no jornal New York Daily News, mas decidiu se dedicar à carreira de roteirista na década de 1960. Ele obteve sucesso imediato em Hollywood como roteirista de sitcoms de comediantes famosos, como “The Lucy Show”, “The Dick Van Dyke Show” e “The Joey Bishop Show”, conseguindo lançar sua primeira série própria em 1966, “Hey, Landlord”, sobre uma dupla que dividia um apartamento em Nova York. Por volta desta época, ainda tentou atuar no cinema, interpretando um dos oponentes anônimos de James Bond no clássico “007 Contra Goldfinger” (1964) e figurantes hippies em “Maryjane” (1968) e “Busca Alucinada” (1968). Mas acabou priorizando o que sabia fazer melhor ao emplacar seu primeiro roteiro cinematográfico, “Lua de Mel com Papai” (1968), a primeira comédia romântica de uma carreira especializada no gênero. Mesmo assim, o reconhecimento começou mesmo pela TV, a partir de 1970, quando decidiu adaptar a peça de Neil Simon “Um Estranho Casal”, que tinha sido levada aos cinemas dois anos antes. A versão televisiva de “The Odd Couple” se tornou um dos maiores sucessos da década, durando cinco temporadas – e foi recentemente revivida num remake do ano passado, renovado para sua 3ª temporada. Seguiram-se outros fenômenos de audiência. Nenhum maior que “Happy Days”, a série estrelada pelo futuro diretor Ron Howard (“O Código Da Vinci”) e o futuro produtor Henry Winkler (série “MacGyver”). Acompanhando uma turma de adolescentes dos anos 1950, a produção foi responsável por lançar a era das séries de nostalgia em 1974, além de popularizar o icônico personagem Fonzie (Winkler) e inúmeras gírias. Até a expressão “pular o tubarão”, que nos EUA virou sinônimo de série que inicia sua decadência, veio de uma cena de sua produção, quando Fonzie, literalmente, saltou sobre um tubarão. “Happy Days” durou 11 temporadas até 1984, batendo recordes de audiência enquanto retratava, ao longo de uma década, a evolução dos gostos da juventude americana, de Elvis aos Beatles. Fez tanto sucesso que rendeu dois spin-offs igualmente memoráveis. “Laverne & Shirley”, por sinal, praticamente repetiu o sucesso da série original, acompanhando, ao longo de oito temporadas (entre 1976 e 1983), duas amigas solteiras em meio às mudanças sociais dos anos 1950 e 1960. Laverne era vivida por sua irmã, Penny Marshall, que também virou uma cineasta bem-sucedida (de clássicos como “Quero Ser Grande” e “Tempo de Despertar”). O terceiro spin-off foi a sitcom sci-fi “Mork & Mindy” (1978 – 1982), que lançou o comediante Robin Williams no papel de um alienígena com a missão de estudar a humanidade, após seu personagem aparecer num dos episódios mais populares de “Happy Days”. Para estabelecer a conexão entre as duas séries, Mork voltou novamente num crossover, além de ter quase namorado Laverne. A série original teve sobrevida maior que seus derivados, mas, após o cancelamento consecutivo das três atrações, Marshall não se interessou mais pela televisão, voltando suas energias para o cinema. Ele estreou como cineasta na comédia sexual “Médicos Loucos e Apaixonados” (1982), mas logo mudou de tom para se estabelecer como diretor de filmes românticos, que agradavam em cheio ao público feminino da época do VHS, entre eles “Flamingo Kid” (1984), com Matt Dillon, “Nada em Comum” (1986), com Tom Hanks, e “Um Salto Para a Felicidade” (1987), com o casal Kurt Russell e Goldie Hawn. Até se consagrar com “Uma Linda Mulher” (1990), uma versão contemporânea da fábula de “Cinderela” encenada por uma prostituta e seu cliente milionário. O sucesso foi tanto que transformou sua estrela, Julia Roberts, na principal atriz americana dos anos 1990, com direito a indicação ao Oscar pelo papel. Assumindo a preferência pelo gênero, Marshall só dirigiu comédias românticas pelo resto de sua filmografia. Nenhuma outra, porém, repetiu o mesmo sucesso de “Uma Linda Mulher”. Na verdade, poucas se destacaram, como “Frankie & Johnny” (1991), que despertou interesse por representar o reencontro de Al Pacino e Michelle Pfeifer após “Scarface” (1983). Por conta disso, Marshall logo orquestrou um reencontro com Julia Roberts, além de Richard Gere, o galã de seu clássico. Em “Noiva em Fuga” (1999), Julia representou o oposta da Cinderela, uma mulher que não queria subir no altar com o príncipe encantado. Mas, como típica comédia romântica, não haveria final feliz sem o “viveram felizes para sempre”, contra qualquer possibilidade feminista. “Noiva em Fuga” lhe devolveu prestígio. E “O Diário da Princesa” (2001) lhe conquistou uma nova geração de fãs. Levando para as telas o romance juvenil de Meg Cabot, Marshall consagrou-se em nova história de Cinderela, comprovando-se um mestre das fantasias arquetípicas femininas. De quebra, lançou Anne Hathaway em seu primeiro papel cinematográfico, como uma adolescente comum dos EUA que descobria ser herdeira de um trono europeu. A história teve sequência, “O Diário da Princesa 2: Casamento Real” (2004), em que a adolescente do título tem que fazer o que se espera de toda Cinderela: casar-se com o príncipe encantado. O sucesso das duas fábulas contrastou com o fracasso das comédias que se seguiram, “Um Presente para Helen” (2004), em que Marshall dirigiu Kate Hudson (filha de Kurt Russell e Goldie Hawn), e “Ela é a Poderosa” (2007), com Jane Fonda e Lindsay Lohan. O que o levou ao velho truque de convidar Julia Roberts a estrelar seu próximo filme. Melhor ainda, Anne Hathaway também. E, já que dois é bom, uma multidão de outros famosos não poderia ser demais. Marshall e a roteirista Katherine Fugate resolveram criar uma mini-antologia de “love stories” em torno da data mais romântica de todas, o Dia dos Namorados, reunindo um verdadeiro “quem é quem” das comédias românticas americanas, incluindo Bradley Cooper, Jennifer Garner, Ashton Kutcher, Patrick Dempsey, Jamie Foxx, Shirley MacLaine, Hector Helizondo, Jessica Alba e até a cantora Taylor Swift. O filme foi batizado no Brasil como “Idas e Vindas do Amor” (2010) e inaugurou uma trilogia de comédias de feriados comemorativos, seguido pelos similares “Noite de Ano Novo” (2011) e “O Maior Amor do Mundo” (2016), este passado no Dia das Mães. Mas nem a volta de Julia Roberts impediu o esgotamento do filão, com o último lançamento implodindo nas bilheterias. O cineasta ainda estava planejando um terceiro filme dos “Diários da Princesa” para 2017 com o elenco original, que Anne Hathaway dizia estar ansiosa por estrelar. Sua morte comoveu a comunidade artística de Hollywood. O ator Henry Winkler, que trabalhou com Marshall em “Happy Days”, usou seu perfil no Twitter para prestar sua homenagem ao diretor. “Obrigado por minha vida profissional. Obrigado por sua lealdade, amizade e generosidade”, escreveu. “Ele foi um patrão de classe e um mentor cuja criatividade e liderança significaram tudo para mim”, acrescentou Ron Howard. “Garry foi uma dessas raras pessoas verdadeiramente importantes que se pode encontrar numa vida, se você for abençoado”, disse Richard Gere. “Ele lançou e nutriu mais carreiras do que a quantidade de sapatos que possuía. Como fará falta”, exaltou Tom Hanks.

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  • Música

    Filme sobre a banda Planet Hemp vai chegar aos cinemas em 2017

    17 de julho de 2016 /

    A história da banda Planet Hemp vai entrar em cartaz nos cinemas em 2017. Atualmente na reta final de suas filmagens, o longa, intitulado “Anjos da Lapa”, tem o ator Renato Góes (minissérie “Ligações Perigosas”) no papel do rapper Marcelo D2, roteiro de Felipe Braga (“Trash – A Esperança Vem do Lixo”) e direção da dupla Johnny Araújo (“Depois de Tudo”) e Gustavo Bonafé (assistente na série “Destino: São Paulo”). Com a produção, Araújo se consagra como um dos cineastas mais roqueiros do cinema brasileiro, tendo feito muitos clipes (inclusive de Marcelo D2) e estreado no cinema com “O Magnata” (2007), filme escrito por Chorão, o falecido vocalista da banda Charlie Brown Jr. O elenco também destaca Ícaro Silva (“O Inventor de Sonhos”) no papel de Skunk, co-fundador da banda, que morreu de Aids em 1994, antes do lançamento do primeiro disco. A trama terá a reconstituição dos primeiros shows da banda, no Rio e em São Paulo nos anos 1990, mas focará basicamente na história de amizade entre D2 e Skunk, que originou o Planet Hemp, com direito a perseguição policial e melodrama da vida real. A previsão é chegar aos cinemas no primeiro semestre de 2017.

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  • Filme

    Supermodelo Charlotte McKinney será enfermeira sexy no remake do terror Linha Mortal

    17 de julho de 2016 /

    A supermodelo Charlotte McKinney, conhecida por suas curvas perigosas, entrou no elenco de “Flatliners” remake do terror “Linha Mortal” (1990). Segundo o site Deadline, a estrela do comercial mais falado do Super Bowl do ano passado viverá uma enfermeira sexy, que se envolverá com o personagem de James Norton (minissérie “Guerra e Paz”). O remake contará com um elenco bastante interessante, com Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Diego Luna (“Elysium”), Nina Dobrev (série “The Vampire Diaries”) e Kiersey Clemons (série “Extant”), além de Kiefer Sutherland, que protagonizou o filme original. A trama gira em torno de residentes de Medicina que decidem comprovar se existe vida após a morte, embarcando numa experiência perigosa para verificar por conta própria o que há de verdade nos relatos de quem volta a vida após alguns minutos de trauma fatal. A nova versão foi escrita por Ben Ripley (“Contra o Tempo”) e será dirigida pelo dinamarquês Niels Arden Oplev (“Os Homens que Não Amavam as Mulheres”). Produzido pela 20th Century Fox, o novo “Flatliners” ainda não tem previsão de estreia.

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    Rent a Hero: Game clássico vai virar filme do diretor de A Ressaca

    11 de julho de 2016 /

    O game clássico “Rent a Hero”, da Sega, vai virar filme com direção de Steve Pink (“A Ressaca”), informou o site Deadline. Além de dirigir, Pink está escrevendo o roteiro em parceria com Jeff Morris (“Fugindo do Casamento”). O game foi lançado em 1991 para o console Mega Drive e combinava batalhas com toques de humor. A versão do filme vai contar a história de um gênio folgado dos computadores que lança uma espécie de “Uber para super-heróis”, em que pessoas comuns podem “alugar” habilidades para melhorar suas vidas diárias. Quando um grupo maligno de executivos planeja transformar a tecnologia em armas, o protagonista e outros heróis precisam se juntar para impedi-los. “Rent a Hero” integra uma estratégia da Sega para explorar seus jogos clássicos em vários filmes. Outro projeto atualmente em desenvolvimento é a adaptação do game ninja “Shinobi”.

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  • Filme

    Astro do original, Kiefer Sutherland vai participar do remake de Linha Mortal

    8 de julho de 2016 /

    O ator Kiefer Sutherland vai participar do remake do terror “Linha Mortal”, que ele próprio estrelou em 1990. O filme original fez sucesso por juntar um grupo de estrelas jovens, inclusive Julia Roberts e Kevin Bacon, e trazia Sutherland como o personagem principal, um jovem residente de Medicina que convencia seus colegas a embarcarem numa experiência médica perigosa para comprovar se existia vida após a morte. Na refilmagem, ele vai interpretar um médico experiente. Segundo o site Deadline, a participação do ator foi concebida para se encaixar em seu cronograma de gravações televisivas, já que ele é o protagonista de uma nova série, “Designated Survivor”, que estreia no outono americano. Assim como no original, o remake também contará com um elenco bastante interessante, com Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Diego Luna (“Elysium”), Nina Dobrev (série “The Vampire Diaries”), James Norton (minissérie “Guerra e Paz”) e Kiersey Clemons (série “Extant”). A produção também conta com um bom roteirista, Ben Ripley (“Contra o Tempo”), e um ótimo diretor, o dinamarquês Niels Arden Oplev (“Os Homens que Não Amavam as Mulheres”). Produzido pela 20th Century Fox, o novo “Flatliners” (título original) ainda não tem previsão de estreia.

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    Guilherme Karam (1957 – 2016)

    7 de julho de 2016 /

    Morreu o ator Guilherme Karam, que ficou conhecido por papéis marcantes no humorístico “TV Pirata”, em novelas da rede Globo e nos filmes da Xuxa. Ele sofria da doença de Machado-Joseph, uma síndrome degenerativa que compromete a coordenação motora, e estava internado no Hospital Naval Marcílio Dias, no Rio, vindo a falecer na manhã desta quinta-feira (7/7), aos 58 anos de idade. Karam estreou no cinema em 1978, no filme “Tudo Bem”, de Arnaldo Jabor, e se destacou como um travesti em “Luz del Fuego” (1982), de David Neves, antes de estrear na televisão em 1984, na novela “Partido Alto”, no papel de Políbio, um charlatão explorador. O personagem caiu nas graças do público e abriu-lhe as portas para demonstrar sua capacidade cômica, o que o levou a estrelar o clássico do teatro besteirol brasileiro “As Sereias da Zona Sul”, fazendo par com Miguel Falabella, e integrar o elenco do revolucionário “TV Pirata”, ambos em 1988. Com a proposta de renovar o formato dos humorísticos da Globo, “TV Pirata” reuniu atores jovens de novelas com experiência teatral, em vez dos velhos comediantes tradicionais, e focou sua sátira na própria TV – com “tipos” icônicos como o personagem Zeca Bordoada, apresentador da TV Macho (um contraponto à TV Mulher), que Karam eternizou. Ao lado de Débora Bloch, foi o único ator a fazer parte de todas as temporadas do programa, até 1992. Paralelamente ao “TV Pirata”, ele ainda estrelou seu papel mais popular nas novelas, como o mordomo Porfírio de “Meu Bem, Meu Mal” (1990). Fofoqueiro, Porfírio sempre se intrometia na vida dos patrões e era obcecado por Magda, a personagem vivida por Vera Zimmerman, a quem chamava de “divina Magda”. Depois desse sucesso, participou de “Perigosas Peruas” (1992), “Explode Coração” (1995), “Pecado Capital” (1998), “O Clone” (2001) e a minissérie “Hilda Furacão” (1998). Ele também se notabilizou por fazer parte do elenco dos filmes da apresentadora Xuxa Meneghel, consagrando-se como o vilão favorito das crianças: o Baixo Astral em “Super Xuxa contra Baixo Astral” (1988) e Gorgom em “Xuxa e os Duendes” (2001) e “Xuxa e os Duendes 2” (2002). Ao todo, o ator participou de 17 filmes, entre eles “O Homem da Capa Preta (1986), de Sergio Rezende, “Rock Estrela” (1986), de Lael Rodrigues, “Leila Diniz” (1987), de Luiz Carlos Lacerda, e “Bela Donna” (1998), de Fábio Barreto, no qual contracenou com a americana Natasha Henstridge (“A Experiência”). Afastado do público desde 2005, quando integrou a novela “América”, Karam passou os últimos anos lutando contra sua doença, herdada da mãe, que morreu devido à mesma anomalia genética. Além do ator, outros três irmãos também tiveram a doença, que é rara, incurável e fatal. Diversos amigos tentaram visitá-lo durante o tratamento, mas ele se recusou a ser visto. “Ele não quis nos receber, preferiu que a gente não visse como ele estava. Então, a lembrança que tenho dele é muito saudável, de muita alegria”, contou Claudia Raia ao jornal O Globo, citando também os demais integrantes do elenco do “TV Pirata”, que ele não deixou visitá-lo. Em 2015, a atriz Vera Zimmerman, a divina Magda, já lamentava não poder lhe prestar solidariedade, durante participação no programa “Domingo Show”, da Record. “Ninguém merece passar por isso. A minha vontade é de dar um abraço no Guilherme. Mas se [não receber visitas] é a vontade dele.” Dois de seus maiores sucessos televisivos estão atualmente no ar, em reprises do canal pago Viva: o humorístico “TV Pirata” e a novela “Meu Bem, Meu Mal”.

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    Abbas Kiarostami (1940 – 2016)

    4 de julho de 2016 /

    Morreu o cineasta iraniano Abbas Kiarostami, vencedor da Palma de Ouro em Cannes por “Gosto de Cereja” (1997). Ele faleceu aos 76 anos em Paris, onde tratava um câncer, informou nesta segunda-feira (4/7) a agência de notícias oficial do Irã, ISNA. O diretor já tinha passado por uma série de cirurgias e estava em Paris para completar o tratamento. Kiarostami era considerado um dos mais influentes diretores de seu país. Nascido em Teerã, em 22 de junho de 1940, fez faculdade de belas-artes e começou seu envolvimento com o cinema em 1969, quando foi nomeado diretor do departamento de cinema do Instituto para o Desenvolvimento Intelectual de Jovens e Adultos do Irã (Kanoon, na sigla original). Nesse período no Kanoon, no qual se manteve mesmo após a revolução islâmica, o cineasta se tornou uma das figuras mais proeminentes da new wave iraniana – equivalente à nouvelle vague francesa – , dirigindo diversos filmes de ficção e documentários a partir de meados dos anos 1970. Ele passou a chamar atenção internacional com “Onde Fica a Casa do Meu Amigo?” (1987), que lhe rendeu o Leopardo de Bronze em Locarno. O filme abriu uma trilogia, constituída ainda por “E a Vida Continua” (1992) e “Através das Oliveiras” (1994), que lidavam com os problemas da infância. Ambos foram premiados na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, evento que o tornou conhecido no país e que o homenageou com uma retrospectiva em 2004. A Palma de Ouro por “Gosto de Cereja” o consagrou definitivamente como autor, ao contar a história surreal de um homem em busca de alguém para enterrá-lo depois que ele se matar. Seu filme seguinte, “O Vento Nos Levará” (1999), foi premiado no Festival de Veneza. E a fama conquistada lhe permitiu avançar em projetos diversificados, indo filmar no exterior, pela primeira vez, para o documentário “ABC África”, um olhar contundente sobre a expansão da AIDS em Uganda. Também enquadrou a condição feminina, tema pouco explorado no cinema iraniano, no drama “Dez” (2002), centrada numa jovem mãe divorciada. Kiarostami também se tornou conhecido por incentivar outros cineastas de seu país. Ele escreveu os roteiros de “O Balão Branco” (1995) e “Ouro Carmim” (2003), que projetaram a carreira de seu ex-assistente Jafar Panahi com prêmios em Cannes – respectivamente, Melhor Filme de Estreia e Melhor Filme da Mostra Um Certo Olhar – , além de “Willow and Wind” (2000), dirigido por Mohammad-Ali Talebi, “Desert Station” (2002), de Alireza Raisian, “Men at Work” (2006), de Mani Haghighi, e “Meeting Leila” (2011), de Adel Yaraghi. Ele também realizou um filme que registrava apenas as expressões do público sentado no cinema, diante de uma projeção que ninguém mais vê. “Shirin” (2008) representou a materialização de sua ideia de que todo filme é uma obra inacabada, que só se completa com a ajuda do olhar do público. “Enquanto cineasta, eu conto com a intervenção criativa do público, caso contrário, filme e espectador desaparecerão juntos. No próximo século de cinema, o respeito ao espectador enquanto elemento inteligente e construtivo é inevitável. Para alcançá-lo, é preciso talvez se distanciar da ideia segundo a qual o cineasta é o mestre absoluto. É preciso que o cineasta também seja espectador de seu filme”, afirmou Kiarostami, na ocasião. Nos últimos anos, vinha filmando no exterior, num exílio autoimposto, em decorrência do recrudescimento político que, entre outras coisas, levou à prisão seu amigo Jafar Panahi, proibido pelo governo de dirigir por duas décadas. Seus últimos longas foram “Tickets” (2005), rodado num trem rumo à Roma na companhia de outros dois mestres, o britânico Ken Loach e o italiano Ermanno Olmi, “Cópia Fiel” (2010) na região da Toscana, com a estrela francesa Juliette Binoche, e “Um Alguém Apaixonado” (2012) feito no Japão. Sua morte emocionou outro amigo, Ashgar Farhadi, cineasta premiado com o Oscar por “A Separação” (2011), que comendou a perda para o jornal britânico The Guardian: “Kiarostami não foi só um cineasta, foi um místico moderno, tanto no seu cinema como na sua vida privada. Ele abriu caminho a outros e influenciou inúmeras pessoas. O mundo inteiro, não apenas o mundo do cinema, perdeu um grande homem.”

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