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    Trainspotting 2: Continuação aproveitará ideias de livro recém-lançado de Irvine Welsh

    1 de julho de 2016 /

    O escritor escocês Irvine Welsh está no Brasil para participar da Flip 2016 (Festa Literária Internacional de Paraty), e o encontro com a imprensa nacional rendeu algumas novidades sobre as filmagens da continuação de “Trainspotting” (1996), filme baseado em seu livro mais famoso. Classificando o reencontro com o diretor Danny Boyle e o elenco original como “muito divertido”, ele contou, em entrevista ao UOL, que fez uma participação especial no longa, repetindo o personagem do traficante traficante Mikey Forrester, visto no primeiro filme. Ao falar sobre a história, Welsh acabou revelando, entre elogios ao roteirista John Hodge, que a trama vai misturar a continuação literária oficial, “Porno”, trechos não utilizados da publicação original de “Trainspotting” e passagens de seu novo livro “The Blade Artist”, lançado em abril e ainda inédito no Brasil, que acompanha o personagem Begbie depois de mudar de nome e virar artista plástico. Além disso, fará uma atualização da trama para refletir os dias de hoje. ‘”Porno” foi lançado no início dos anos 2000, em plena explosão da internet, e achamos que a história poderia ficar um pouco datada, então a adaptamos para os tempos atuais”, ele explicou. “John vem trabalhando nesse roteiro há 15 anos e fez um trabalho espetacular. Geralmente acho continuações uma merda, mas esta vai surpreender muita gente”, completou. “Trainspotting 2” vai mostrar o que aconteceu com os personagens após duas décadas e terá a participação dos principais integrantes elenco da produção de 1996, como os atores Ewan McGregor (Renton), Jonny Lee Miller (Sick Boy), Ewen Bremner (Spud) e Robert Carlyle (Begbie). A estreia está marcada para 27 de janeiro no Reino Unido, mas ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Halle Berry e Daniel Craig podem estrelar filme sobre tumultos raciais de 1992

    29 de junho de 2016 /

    Halle Berry e Daniel Craig podem estrelar o primeiro drama falado em inglês da cineasta turca Deniz Gamze Ergüven, que chamou a atenção de Hollywood com “Cinco Graças” (2015), indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Segundo o site Deadline, a atriz já está confirmada e Craig negocia sua participação. Intitulado “Kings”, o filme vai dramatizar os protestos que abalaram Los Angeles em 1992, após a absolvição de quatro policiais envolvidos na agressão – registrada por câmeras – do motorista negro Rodney King. Os tumultos duraram quase uma semana, deixando um saldo de muitos saques, incêndios, depredações, 55 mortes e dezenas de feridos. O papel de Halle Berry é o de uma mãe protetora que toma conta de um grupo de crianças e Daniel Craig está negociando para assumir o papel de um morador branco da região, de maioria negra, que ajuda a personagem de Berry a encontrar as crianças perdidas no meio do tumulto. “Kings” ainda não tem cronograma de produção nem previsão de estreia.

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    Independence Day ressurge sem a mesma potência

    29 de junho de 2016 /

    Assim como a Terra, o diretor Roland Emmerich teve 20 anos para se preparar para a volta dos alienígenas em “Independence Day: O Ressurgimento”. Mas como um dos personagens conclui de forma metalinguística na metade do filme, não foi suficiente. Fato: estamos mais velhos desde o primeiro “Independence Day” (1996). Mas não é desculpa para o segundo episódio da (agora) franquia parecer tão velho. E a culpa é do próprio Emmerich. Não pelas soluções fáceis e rápidas que a resistência humana encontra para fazer frente aos alienígenas. Ou pelo filme ser brega, clichê e pregar a mesma diversão escapista de quando os cinemas cheiravam à pipoca e ninguém levava blockbusters a sério. Mas por Emmerich ter estabelecido, com mérito, em 1996, um padrão para destruições em grande escala, que tantos outros aprenderam a copiar. “Independence Day” foi o grande evento cinematográfico dos anos 1990, quando as superproduções podiam ser contadas nos dedos da mão. Há duas décadas, só dividiu atenções com “Twister” e o primeiro “Missão: Impossível”. Hoje, Hollywood lança um filme desse porte quase toda semana. Fica difícil sentir o prazer de se surpreender, de ficar impressionado, quando a destruição do planeta vira o lugar-comum cinematográfico – só neste ano, os efeitos digitais ameaçaram a Terra em “Batman vs Superman”, “X-Men: Apocalipse” e até “As Tartarugas Ninja”. Mas Emmerich não estabeleceu um padrão por acaso. Pode-se falar qualquer coisa dele, menos que o diretor se repita na escala de sua destruição. Os efeitos catastróficos do novo “Independence Day” são diferentes dos vistos em “Godzilla” (1998), que não são iguais aos de “O Dia Depois de Amanhã” (2004), que por sua vez são diversos em “2012” (2009). Mesmo assim, como espetáculo, é estranho que “O Ressurgimento” pareça maior em suas ambições e, ao mesmo tempo, menor na execução. É visível a intenção de Emmerich em tornar as sequências de ação e destruição ainda mais monumentais, porém com durações mais curtas, talvez por ter a noção de que praticamente tudo foi explorado nesse quesito nos anos anteriores. Mas os esforços digitais, embora muito bem trabalhados, já não impressionam como os resultados alcançados pelo filme original, que mesclou os primórdios da tecnologia usada atualmente com os sempre bem-vindos efeitos práticos. O resultado é que não há uma cena sequer em “O Ressurgimento” que deixe o espectador com o queixo no chão, como aconteceu com a sombra da nave no primeiro filme, o início dos ataques e a clássica explosão da Casa Branca em 1996. Em parte, isso também se deve à tendência iniciada nesta segunda metade da década de 2010: as continuações que copiam o template dos filmes originais. Não que sejam exatamente iguais, como os remakes, mas utilizam a mesma estrutura de roteiro. Foi a principal reclamação em “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), que copiou a estrutura de “Guerra nas Estrelas” (1977). Tudo bem, porque se você vai copiar, copie dos melhores. Acontece que “Independence Day” não é uma obra tão relevante quanto a que George Lucas criou em 1977. Assim, onde o primeiro longa se inspirava nos filmes B, com pitadas do cinema de Lucas e Spielberg, “O Ressurgimento” se inspira basicamente na obra do próprio Emmerich. No elenco, Bill Pullman, Jeff Goldblum e Brent Spiner brilham sempre que aparecem, agindo como “mestres” e deixando as cenas de ação para uma nova geração de “aprendizes”. Mas se Daisy Ridley, John Boyega e Oscar Isaac convencem como substitutos de Mark Hamill, Harrison Ford e Carrie Fisher em “Star Wars”, o mesmo não acontece com Jessie T. Usher, Liam Hemsworth (ambos péssimos) e Maika Monroe (a melhor do trio, mas não tão aproveitada quanto os dois rapazes), que nem somados conseguem fazer frente à ausência de Will Smith, que não topou fazer a continuação. Por outro lado, há uma preocupação em transmitir maior tolerância na representação da espécie humana. O mundo que surge no começo do filme é mais harmônico, sem preconceitos raciais e sexuais, após a população mundial perceber que “não estamos sozinhos”. E, pelo jeito, a humanidade precisará se unir ainda mais, porque há um gancho safado no final do longa-metragem para uma continuação. Infelizmente, esta é outra aposta de Emmerich em seu próprio taco que pode gerar frustração, devido às fracas bilheterias.

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    O Santo deve retornar aos cinemas

    26 de junho de 2016 /

    O icônico anti-herói “O Santo” pode retornar nos cinemas. Segundo a revista Entertainment Weekly, a Paramount Pictures está desenvolvendo um reboot da franquia, baseada nos livros do escritor Leslie Charteris. O personagem surgiu na literatura durante os anos 1920, mas deve sua popularidade a uma série britânica da década 1960, estrelada por Roger Moore. Seu sucesso acabou credenciando o ator a virar James Bond. Identidade “secreta” de Simon Templar, O Santo é basicamente um Robin Hood moderno, um ladrão britânico que rouba criminosos em nome de boas causas, enriquecendo enquanto ajuda os oprimidos. A Paramount já filmou o personagem em 1997, num longa estrelado por Val Kilmer (“The Doors”) e dirigido por Philip Noyce (“Salt”), mas a produção se afastou bastante da premissa original, mostrando o protagonista contratado pela máfia russa para roubar uma fórmula de fusão de energia, quando uma bela cientista entra em cena e o faz rever seus pecados. Por enquanto, a nova versão ainda está em estágios iniciais e não há maiores informações sobre o rumo da trama ou da equipe encarregada de resgatar o Santo do limbo criativo. Relembre abaixo a abertura da série clássica:

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  • Filme

    Denial: Rachel Weisz tem que provar a existência do Holocausto em trailer dramático

    15 de junho de 2016 /

    A BBC Films divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Denial”, drama britânico baseado em fatos reais, que traz Rachel Weisz (“Oz, Mágico e Poderoso”) como uma historiadora confrontada por um famoso escritor (o excelente Timothy Spall, de “Mr. Turner”) com ideias radicais sobre a existência do Holocausto. A disputa vai parar nos tribunais, levando a professora a ter que provar que o extermínio de judeus realmente aconteceu durante o nazismo. A disputa realmente aconteceu em 1996, mas apesar do clima apresentado no vídeo, resultou no descrédito absoluto do escritor David Irving, que já experimentava problemas com suas teorias e era considerada persona non grata na Alemanha, além de ter um mandato de prisão expedido na Áustria por defender o nazismo. Ele caiu em desgraça, passou um período preso, deixou de ser convidado para palestras e eventos literários e viu suas obras serem ridicularizadas. Baseado no livro de Deborah Lipstadt (a personagem de Weisz), o filme foi escrito por David Hare, já indicado ao Oscar pelos roteiros adaptados de “As Horas” (2002) e “O Leitor” (2008). A direção está a cargo de Mick Jackson, diretor do sucesso “O Guarda-Costas” (1992), que estava afastado do cinema desde 2002. O elenco, por sua vez, também inclui Andrew Scott (série “Sherlock”), Tom Wilkinson (“Selma”), Mark Gatiss (também de “Sherlock”) e Harriet Walter (série “Downton Abbey”). A estreia está marcada para 30 de setembro nos EUA e não há previsão de lançamento no Brasil. https://www.youtube.com/watch?v=

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    Continuação do cult Barrados no Shopping vai virar série

    10 de junho de 2016 /

    O cineasta Kevin Smith revelou que “Mallbrats”, a sequência do cultuado filme “Barrados no Shopping” (Mallrats, no original), vai acontecer como série. Em entrevista ao programa “Preston & Steve”, da rádio WMMR, Smith revelou que a história terá dez episódios. O cineasta, que este ano dirigiu um episódio da série “The Flash”, revelou que um dos fatores que reconfigurou a produção foi o contrato com a Universal Pictures, que detém os direitos do filme original, lançado em 1995. “Você sabe, ‘Mallrats’ é um filme de 20 anos atrás, e a ideia de fazer uma sequência de um filme de 20 anos de idade é, para algumas pessoas, algo como: ‘Por que você vai se preocupar em fazer isso? Não foi bem sucedido da primeira vez. Quanto vocês ganharam?’. E nós dizemos: ‘Dois milhões (de dólares)?’. ‘Certo, bem, eu não sei se o mundo está clamando por isso'”, narrou o diretor. “Quem diria que a TV seria a salvação para esse filme?”, ele completou. Anunciada no ano passado pelo diretor, a produção chegou a confirmar o retorno da maior parte do elenco original, por meio de diversas publicações no Facebook de Kevin Smith – os atores Jeremy London (série “Sétimo Céu”) e Jason Lee (“Alvin e os Esquilos”), que viveram os protagonistas do filme original, além de Shannen Doherty (série “Charmed”), Michael Rooker (“Guardiões da Galáxia”), Ethan Suplee (série “Jennifer Falls”), Joey Lauren Adams (“Procura-se Amy”), Sven-Ole Thorsen (“Gladiador”), Renée Humphrey (“O Império (do Besteirol) Contra-Ataca”), Trevor Fehrman (série “Odd Man Out”), Jason Mewes (“O Balconista”) e o quadrinista Stan Lee. Do elenco original, ficaram faltando apenas as confirmações da protagonista feminina, a atriz Claire Forlani (série “NCIS: Los Angeles”), e do então desconhecido Ben Affleck (“Batman vs. Superman”). O diretor também adiantou que já escolheu o shopping que será o cenário para as filmagens: Exton Square Mall, na Pensilvânia (EUA). “A não ser que alguém chegue para mim e diga: você tem que filmar no shopping do meu primo. Eu consigo ver isso acontecendo”. O próximo filme de Kevin Smith será o trash “Yoga Hosers”, com o ator Johnny Depp e sua filha, Lily-Rose, que será lançado em 29 de julho nos EUA, sem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    Clube das Desquitadas pode virar série estrelada por Alyson Hannigan

    4 de junho de 2016 /

    O canal pago americano TV Land encomendou o piloto de uma série baseada no filme “Clube das Desquitadas” (título nacional que já era antiquado em 1995, já que o divórcio, que substituiu o desquite, tornou-se legal no Brasil em 1977!). Com o título original, “The First Wives Club” está sendo desenvolvida pela roteirista Rebecca Addelman (série “New Girl”) e já definiu duas de suas três protagonistas. Alyson Hannigan (séries “Buffy” e “How I Met Your Mother”) ficou com o papel de Diane Keaton no filme, enquanto Megan Hilty (série “Smash”) assumiu a personagem de Goldie Hawn. Falta, portanto, definir quem será a substituta de Bette Midler na trama. A trama gira em torno de três amigas de infância que se reencontram depois que um amigo dos tempos de escola morre em um acidente estranho. Quando percebem que todas estão com problemas de relacionamento, decidem enfrentar os divórcios e outras situações difíceis juntas. Enquanto Maggie, a personagem de Hanigan, é uma professora universitária que já foi poeta, Kim, a personagem de Hilty, é uma atriz de comerciais obcecada em permanecer jovem e bonita. Por enquanto, o TV Land encomendou apenas o piloto, que precisa ser aprovado para a série ganhar uma temporada.

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  • Filme

    Independence Day: O Ressurgimento ganha novo trailer legendado de quase 5 minutos

    27 de maio de 2016 /

    A Fox divulgou uma nova coleção de pôsteres e o terceiro trailer legendado de “Independence Day: O Ressurgimento”. Maior de todas as prévias, dura quase cinco minutos e, além de resumir a história e apresentar todos os personagens, esbanja efeitos visuais, com destaque para as cenas envolvendo a volta ameaçadora dos alienígenas, acompanhadas por muito mais destruição que há 20 anos. A continuação do sucesso de 1996 traz de volta Jeff Goldblum (“Jurassic Park”), Bill Pullman (“O Protetor”), Judd Hirsch (série “Forever”), Vivica A. Fox (“Kill Bill”) e Brent Spiner (“Star Trek: Primeiro Contato”), ao lado de uma nova geração de personagens, interpretados por Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”), Jessie Usher (série “Survivor’s Remorse”), Maika Monroe (“Corrente do Mal”), Sela Ward (“Garota Exemplar”), William Fichtner (“Tartarugas Ninja”), Joey King (“O Ataque ”) e Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”). O longa teve seu roteiro desenvolvido por Carter Blanchard (do vindouro “Near Death”), a partir de ideias dos produtores Roland Emmerich e Dean Devlin, respectivamente diretor e roteirista do filme original. Emmerich também dirige a sequência, que chegará aos cinemas em 24 de junho, quando o longa original completará duas décadas de seu lançamento original.

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  • Filme

    Próximo filme dos X-Men vai se passar nos anos 1990

    11 de maio de 2016 /

    Confirmando a progressão temporal dos filmes da franquia, o próximo filme dos “X-Men” será passado nos anos 1990, afirmou o produtor e roteirista Simon Kinberg em entrevista ao site Coming Soon. Desde que “X-Men: Primeira Classe” (2011) lançou um reboot da franquia, cada lançamento dos “X-Men” tem sido encenado com uma década de diferença, com “Primeira Classe” nos anos 1960, “Dias de Um Futuro Esquecido” (2014) nos 1970 e “Apocalipse” (2016) nos 1980. A sequência de “X-Men: Apocalipse” ainda não tem diretor definido, já que Bryan Singer avisou que pretende dar um tempo nos filmes dos mutantes, e nem há previsão para seu lançamento. Mas alguns rumores, baseados numa cena de “Apocalipse”, apontariam para uma trama focada na Fênix Negra, história já vista em “X-Men: O Confronto Final” (2006). “X-Men: Apocalipse” estreia na próxima semana no Brasil, em 19 de maio, oito dias antes do lançamento nos EUA.

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    Gravadora Creation, que lançou Jesus and Mary Chain, Primal Scream e Oasis, vai virar filme do autor de Trainspotting

    7 de maio de 2016 /

    O escritor Irvine Welsh, autor do livro que virou o cultuado filme “Trainspotting” (1996), está escrevendo um roteiro de cinema sobre a lendária Creation Records, principal gravadora indie dos anos 1980, que lançou as bandas The Jesus and Mary Chain, My Bloody Valentine, Primal Scream, House of Love, Teenage Fanclub, Ride e Oasis, entre muitas outras. O filme vai se chamar “Creation Stories” e será baseado na autobiografia de seu fundador, o escocês Alan McGee, intitulada “The Creation Records Story: Riots, Raves and Running a Label”. McGee também foi cantor da banda Biff Bang Pow! e montou um club londrino, The Living Room, que virou palco do movimento que culminou na formação da geração indie original, em meados da década de 1980 – a cena batizada como “C86” (classe de 86). A reverência às suas realizações era tanta que, após The Jesus and Mary Chain assinar com a Warner em 1985, ele continuou trabalhando com a banda na função de empresário. Depois de vender metade de sua gravadora para a Sony nos anos 1990 e ver o Oasis explodir nas paradas, McGee ainda se envolveu na política, ajudando a passar uma lei de apoio financeiro a músicos insolventes. O último lançamento da Creation foi o disco “XTRMNTR”, da banda Primal Scream, em 2000. McGee fechou a gravadora após ficar insatisfeito com a direção comercial da Sony. O velho produtor ainda se aventurou a criar novas gravadoras e clubs, mas encontrou mais sucesso ao ressuscitar o nome Creation em 2014 para empresariar músicos, como seus velhos amigos do Jesus and Mary Chain e Happy Mondays. Ele também é crítico musical e blogueiro, e atualmente escreve na versão britânica do site Huffington Post. Welsh, que também é escocês e amigo próximo de McGee, testemunhou boa parte dessa história. Ele vai dividir o roteiro com Dean Cavanagh, com quem já trabalhou na comédia britânica “Good Arrows” (2009). A distribuição está a cargo da Kaleidoscope Films e ainda não há previsão de estreia.

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    LeBron James vai estrelar continuação de Space Jam

    2 de maio de 2016 /

    O jogador de basquete LeBron James, astro do Cleveland Cavaliers, vai estrelar a continuação de “Space Jam: O Jogo do Século”, informou o site The Hollywood Reporter. Mistura de animação e atores reais, o filme de 1996 fez um enorme sucesso ao juntar o mito do basquete Michael Jordan com os personagens dos desenhos “Looney Tunes” — Pernalonga, Patolino, Frajola, Piu Piu, Taz, entre outros. A continuação deve ser dirigida por Justin Lin, cineasta responsável por quatro dos sete filmes da franquia “Velozes e furiosos”, que negocia o trabalho com o estúdio Warner, e o roteiro está a cargo de Andrew Dodge (“Palavrões”). Os rumores de que o sucesso dos anos 1990 ganharia uma continuação se arrastam há anos, mas ganharam maior impulso desde julho do ano passado, quando LeBron James e sua empresa, SpringHill Entertainment, assinaram um acordo com a Warner Bros. para desenvolverem projetos conjuntos. Como ator, o craque da NBA só conta com uma pequena participação na comédia “Descompensada” (2015), estrelado por Amy Schumer, em que interpretou a si mesmo. Mas ele já tem experiência com animação, como criador e produtor de “The LeBrons”, série animada patrocinada pela Nike que já dura três temporadas no YouTube.

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    Wet Hot American Summer é renovada para os anos 1990

    1 de maio de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix anunciou que revisitará os personagens de “Wet Hot American Summer” em mais uma temporada, com o subtítulo “Ten Years Later” (Dez anos depois). O anúncio veio acompanhado de um vídeo que adianta a ideia da continuação. A 2ª temporada da série terá oito episódios de trinta minutos, como a anterior, mas se passará em 1991, durante o reencontro, uma década depois, da turma de funcionários do Camp Firewood, acampamento de verão em que se passa a produção. Vale lembrar que a série é baseada na comédia juvenil “Mais um Verão Americano” (2001), cujo elenco, na época desconhecido, virou um verdadeiro quem é quem da comédia americana. E todos eles participam da atração, inclusive os famosos Paul Rudd (“Homem-Formiga”), Elizabeth Banks (“Jogos Vorazes”), Bradley Cooper (“Sniper Americano”) e Amy Poehler (série “Parks and Recreation”). “Mais um Verão Americano” foi um grande fracasso de público, rendendo apenas US$ 300 mil em bilheteria, mas ganhou status de cult depois do seu lançamento em DVD. A trama original acompanhava um grupo de funcionários de um acampamento de verão, no último dia das férias de 1981. A série foi concebida por Michael Showalter (série “Stella”) e David Wain (série “Childrens Hospital”), respectivamente o roteirista e o diretor do filme, que, além de reunirem todo o elenco original, propositalmente mostraram os atores mais velhos interpretando os mesmos personagens de quando eram jovens. Na 2ª temporada, os personagens estarão dez anos mais velhos, mas ainda assim bem mais novos que seus intérpretes. A previsão é de que a estreia aconteça em 2017.

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    Umberto Magnani (1941 – 2016)

    27 de abril de 2016 /

    Morreu o ator Umberto Magnani, que estava no ar como o padre Romão na novela “Velho Chico”. Ele sofreu um AVC hemorrágico na segunda (25/4), dia de seu aniversário de 75 anos, enquanto gravava a novela, chegou a passar por uma cirurgia e estava em coma, no Hospital Vitória, no Rio, onde faleceu nesta quarta-feira (27/4). “Ele estava em um momento lindo da carreira. Para alguns aconteceu da melhor forma possível. Ele apagou e não sentiu nada. Estava com um personagem lindo, fazendo sucesso”, disse a atriz Isadora Ferrite, com quem Magnani atuava no teatro. Magnani era um dos poucos atores que participavam das duas fases da novela das 21h. Na trama, seu personagem religioso era o grande conselheiro de Santo (Domingos Montagner). Nos próximos capítulos da história, Romão incentivaria o presidente da cooperativa a lutar pela população de Grotas de São Francisco. A assessoria de comunicação da Rede Globo informou na tarde de terça-feira que um novo padre, interpretado por Carlos Vereza, assumirá a paróquia de Grotas do São Francisco na trama. A Record, emissora na qual o ator também está no ar, com a reprise de “Chamas da Vida”, lamentou a morte em nota oficial: “Externamos nossa solidariedade à família, aos amigos e fãs de Umberto Magnani”. Nascido em 1941 em Santa Cruz do Rio Pardo, no interior paulista, Umberto Magnani começou sua extensa carreira no teatro, após ingressar na Escola de Artes Dramáticas (EAD) em 1965. Em 1968, ele trabalhou com Ruth Escobar e chegou a substituir Antonio Fagundes no Teatro de Arena, na peça “Primeira Feira Paulista de Opinião”, de Lauro César Muniz. Sua estreia em novelas aconteceu na primeira versão de “Mulheres de Areia”, exibida pela TV Tupi em 1973. No cinema, debutou em “Chão Bruto” (1977), dirigido por Dionísio Azevedo e estrelado por Regina Duarte, a quem encontraria várias vezes ao longo da carreira. Ele chegou na Globo em 1982, quando participou de um episódio do programa “Caso Verdade” e apareceu em duas novelas consecutivas, “Sétimo Sentido” (1982) e “Razão de Viver” (1983). Fez ainda pequenos papeis nas minisséries de época “Anarquistas, Graças a Deus” (1982), “Grande Sertão: Veredas” (1985) e “Memórias de um Gigolô” (1986). Mas só foi se destacar em produções da breve TV Manchete, onde coestrelou o seriado “Joana” (1984), como ex-marido da protagonista Regina Duarte, e a minissérie “Rosa dos Rumos” (1990), na qual viveu seu maior vilão televisivo. Paralelamente ao trabalho televisivo, Magnani fez filmes, como os clássicos “A Hora da Estrela” (1985), de Suzana Amaral, e “Kuarup” (1989), de Ruy Guerra, e consagrou-se no teatro, recebendo duas vezes o Troféu Mambembe, por sua atuação nas peças “Lua de Cetim” e “Às Margens do Ipiranga”, e duas o Prêmio Governador do Estado, também por “Às Margens do Ipiranga” e “Nossa Cidade”. Seu último trabalho nos palcos foi a peça “Elza e Fred”, na qual foi protagonista ao lado de Suely Franco. O espetáculo ficou em cartaz entre 2014 e 2015. Além de atuar, Magnani ocupou importantes cargos públicos. De 1977 a 1990, ele foi diretor regional da Fundação Nacional de Artes Cênicas, do Ministério da Cultura, e presidente da Comissão de Teatro da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, em 1985. O trabalho institucional acabou lhe tirando de cena, rendendo uma pausa de mais de uma década no cinema, só foi interrompida na vidada do século com “Cronicamente Inviável” (2000), “Cristina Quer Casar” (2003), “Quanto Vale ou É por Quilo?” (2005) e “Os Inquilinos” (2009). Após sair do Ministério da Cultura, ele integrou o elenco de diversas novelas da Globo escritas por Manoel Carlos, como “Felicidade” (1991), “História de Amor” (1996), “Páginas da Vida” (2006) e até a minissérie “Presença de Anita” (2001). Fez também “Alma Gêmea” (2005), de Walcyr Carrasco, e o remake de “Cabocla” (2004), de Benedito Ruy Barbosa, autor de “Velho Chico”. Nos últimos anos, vinha mostrando seu talento na Record, onde atuou nas novelas “Chamas da Vida” (2008), “Ribeirão do Tempo” (2010), “Máscaras” (2012), “Balacobaco” (2012) e a minissérie bíblica “Milagres de Jesus” (2014). Ele ainda participou de duas novelas do SBT, “Éramos Seis” (1994) e “Amigas e Rivais” (2007). Magnini tinha recém-retornado à Globo, justamente para fazer “Velho Chico”, após dez anos longe da emissora.

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