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  • Série

    Sarah Jessica Parker diz que Sex and the City pode voltar

    27 de setembro de 2016 /

    Sarah Jessica Parker acredita que “Sex and the City” pode voltar. A atriz, que interpretou Carrie Bradshaw na série e em dois filmes, foi questionada pelo jornal britânico Telegraph sobre um possível retorno da franquia, e deu a entender que existe um projeto em andamento. “Eu não sei se é uma série ou um filme. Mas acho que sempre existe uma possibilidade, definitivamente”, respondeu, sem dar maiores detalhes. Ela também garantiu que Kim Cattrall, Kristin Davis e Cynthia Nixon, que vivem suas melhores amigas na trama, também estariam a bordo, negando boatos de que uma delas se recusaria a retomar à história. “Eu não acho que qualquer uma de nós disse não. Essa questão permanece aberta”, contou. “Sex and the City” foi um dos maiores sucesso do canal pago HBO, exibido entre 1998 e 2004. Após o final da série, a atração continuou em dois filmes, exibidos em 2008 e 2012. Enquanto o primeiro foi um sucesso de bilheteria, o segundo fracassou. Recentemente, várias séries clássicas têm retornado à televisão com o elenco original, casos de “Arquivo X”, “24 Horas”, “Heroes” e outras. A própria Sarah Jessica Parker também está voltando ao HBO, agora numa nova série de comédia chamada “Divorce”. Veja aqui o trailer legendado da atração, que estreia em 9 de outubro.

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  • Will and Grace
    Etc,  Série

    Atores de Will & Grace agitam as redes sociais ao anunciar que “estão de volta”

    26 de setembro de 2016 /

    Os quatro integrantes centrais do elenco da série de comédia “Will & Grace” anunciaram em uníssono em suas contas individuais das redes sociais: “Estamos de volta”. A frase culminou uma movimentação intensa durante o fim de semana, que inclui um vídeo de teaser (veja abaixo) e fotos de bastidores de uma suposta gravação da produção, tudo sugerindo a volta da série. Mas nada, além de “Estamos de volta”, foi realmente anunciado. Nenhum canal ou serviço de streaming assumiu a responsabilidade pela produção. Por isso, alguns sites imaginam que possa se tratar apenas de marketing de apoio da campanha de Hillary Clinton à presidência. Mesmo assim, os fãs estão em polvorosa. Exibida entre 1998 e 2006, a série foi a primeira sitcom a fazer muito, mas muito sucesso ao explorar o universo LGBT. A série de comédia acompanhava o cotidiano de Will, uma advogado gay, e Grace, uma decoradora hetero, que dividiam o mesmo apartamento em Nova York, permanecendo amigos após namorarem na faculdade, quando Will ainda não tinha saído do armário. Além da dupla central, vivida por Eric McCormack e Debra Messing, a série ainda destacava Megan Mullally como a assistente socialite de Grace e Sean Hayes como o amigo “ainda mais gay” de Will. Ao longo de seus oito anos de duração, “Will & Grace” recebeu 83 indicações ao Emmy, vencendo 16 prêmios. De forma rara, todos os seus quatro atores principais venceram um Emmy, fato que só aconteceu com outras duas sitcoms na história do prêmio. O sucesso da série era tanto que ele se manteve entre as 20 atrações de maior audiência da TV americana por metade de seu período de exibição. Também foi a produção de maior audiência entre pessoas dos 18 aos 49 anos de idade entre 2001 e 2005. O que, claro, atraiu várias celebridades para fazerem participações especiais, como Madonna, Elton John, Britney Spears, Cher, Kevin Bacon, Alec Baldwin, Ellen DeGeneres, Patrick Dempsey, Janet Jackson e Jennifer Lopez, entre outras. Não é à toa que há bastante interesse em ver o quarteto de volta. Um vídeo publicado por Debra Messing (@therealdebramessing) em Set 26, 2016 às 10:33 PDT

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  • Filme

    Jumanji: Karen Gillan causa na internet com foto do filme e precisa explicar a piada

    25 de setembro de 2016 /

    A primeira imagem oficial da nova versão de “Jumanji” (veja acima) virou trending topic, mas por um motivo inesperado pela produção: o figurino de Karen Gillan (da série “Doctor Who” e de “Guardiões da Galáxia”). Ela aparece em um modelito extremamente sensual, de shorts curto, camiseta baby look e barriguinha sarada de fora, enquanto Dwayne Johnson (“Velozes e Furiosos 7”), Jack Black (“Goosebumps”) e Kevin Hart (“Policial em Apuros”) se apresentam bem mais vestidos e paramentados. Nestes tempos politicamente corretos, a crítica foi tão feroz que a própria Gillian decidiu usar o Twitter para explicar. “Sim, estou usando roupas de tamanho infantil e, SIM, existe um motivo. A recompensa vale a pena, prometo”, declarou a atriz, adiantando uma das piadas da trama. O astro Dwayne Johnson também se pronunciou sobre o assunto em seu Instagram: “Nossa roupa da selva fará sentido quando vocês conhecerem a narrativa. Acreditem em mim”, postou o ator na rede social a respeito do visual. Curiosamente, Karen já teve um problema com o tamanho das suas roupas antes. Quando estreou como Amy Pond na série “Doctor Who”, em 2010, a atriz escocesa incomodou os conservadores britânicos por aparecer de minissaia nos primeiros episódios. Nem no auge dos anos 1960, quando a minissaia teve seu auge, companheiras do Doctor Who tinham mostrado tanto na série, e isso deixou os velhinhos da BBC perturbados. Resultado: deram uma calça jeans para ela gravar os demais episódios e casaram Amy rapidinho com o namorado (Arthur Darvill, atualmente na série “Legends of Tomorrow”). Apesar de ter o mesmo título do longa de 1995, “Jumanji” não será um remake, mas uma continuação da aventura clássica estrelada por Robin Williams. A direção é de Jake Kasdan (“Sex Tape: Perdido na Nuvem”) e a estreia está marcada para 27 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Jumanji
    Filme

    Jumanji: Dwayne Johnson e Kevin Hart divulgam vídeos dos bastidores

    25 de setembro de 2016 /

    Os atores Dwayne Johnson (“Velozes & Furiosos 7”) e Kevin Hart (“Policial em Apuros”) divulgaram nas redes sociais vídeos dos bastidores da filmagem de “Jumanji”, que apesar de ter o mesmo título não será um remake, mas uma continuação da aventura clássica dos anos 1990, originalmente estrelada por Robin Williams. O elenco da produção também inclui Jack Black (“Goosebumps”), que aparece no vídeo de Hart, além de Karen Gillan (da série “Doctor Who” e de “Guardiões da Galáxia”) e Nick Jonas (série “Scream Queens”). A direção é de Jake Kasdan (“Sex Tape: Perdido na Nuvem”) e a estreia está marcada para 27 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. My character's one of the greatest explorers in the world and I'm deep in the jungles of #Jumanji and discovering new land.. never mind @hhgarcia41 ruined the damn shot.? #OnLocation #Hawaii #Welcome2Jumanji Um vídeo publicado por therock (@therock) em Set 22, 2016 às 9:28 PDT Having a amazing time on set with Jack Black & @therock ….There is never a dull moment lmao!!!! P.S the bugs are whooping me & @karengillanofficial ass!!!! #Jumanji #SetLife Um vídeo publicado por Kevin Hart (@kevinhart4real) em Set 22, 2016 às 9:45 PDT

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  • Filme

    Jumanji: Dwayne Johnson, Kevin Hart, Jack Black e Karen Gillan se juntam na primeira foto

    21 de setembro de 2016 /

    O astro Dwayne Johnson (“Velozes & Furiosos 7”) divulgou em seu Instagram a primeira foto de “Jumanji”, continuação da aventura clássica homônima, estrelada por Robin Williams em 1995. A imagem reúne elenco central, formado pelo próprio Johnson, Jack Black (“Goosebumps”), Kevin Hart (“Policial em Apuros”) e Karen Gillan (da série “Doctor Who” e de “Guardiões da Galáxia”) no meio de uma floresta – possivelmente, a floresta mágica do jogo que dá título à produção. “Trabalhando pesado e me divertindo no primeiro dia de gravação na floresta com essa talentosa e louca turma. Jack é brilhante, Karen é durona, Kevin é hilário e cheiroso. É extremamente difícil manter uma cara séria nessas cenas. Muito divertido. Estamos fazendo um bom trabalho. Tem mais por vir”, ele escreveu na legenda da foto. No longa, The Rock vai interpretar o Dr. Smolder Bravestone, Kevin será Moose Finbar, Karen interpretará Ruby Roundhouse e Jack dará vida ao professor Shelly Oberon. Não há muitas outras informações sobre a produção, além do fato de Nick Jonas (série “Scream Queens”) também fazer parte do elenco. Com direção de Jake Kasdan (“Sex Tape: Perdido na Nuvem”), o filme tem estreia marcada para 27 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Kim McGuire - Cry-Baby
    Etc,  Filme

    Kim McGuire (1955 – 2016)

    15 de setembro de 2016 /

    Morreu a atriz Kim McGuire, que interpretou a personagem Mona “Cara de Machado” Malnorowski no filme “Cry-Baby” (1990), de John Waters. Ela faleceu aos 60 anos, após dar entrada num hospital por conta de um caso sério de pneumonia. Ela sofreu duas paradas cardíacas e faleceu na noite de quarta (14/9). A comédia musical de 1990 foi sua estreia no cinema. No filme, ela interpretava uma feiosa, de cara deformada, que namorava ninguém menos que Iggy Pop, além de integrar a gangue do rebelde de brilhantina Wade “Cry-Baby” Walker, um bad boy roqueiro vivido por Johnny Depp no começo de sua carreira. Passado nos anos 1950, o filme também incluía Amy Locane e a estrela pornô Traci Lords em seu elenco eclético. O papel de “Cara de Machado”, porém, foi criado para Divine, o ator transformista que tinha estrelado todos os filmes de John Waters até então. Mas Divine faleceu na véspera das filmagens, levando o diretor a descobrir McGuire. Ela foi contratada no ato, durante seu primeiro teste para o papel. Para Waters, a cena em que “Cara de Machado” irrompe pela tela de um filme 3D, aterrorizando o público, é a mais engraçada de todo filme. De fato, ele gostou tanto da performance que resolveu acrescentar mais cenas da personagem, ampliando a participação de McGuire. O diretor voltou a trabalhar com ela em sua comédia seguinte, “Mamãe É de Morte” (1994), no qual a atriz faz uma pequena aparição, como stage diver. Sua carreira, na verdade, foi bastante curta. Após a aparição em “Cry-Baby”, ela apareceu no terror “Louco, Eu?” (1990) e no telefilme de suspense “Rosas Não Falam”, no sugestivo papel de Bambi. Mas seu maior destaque acabou acontecendo como integrante fixa da série “On the Air” (1992), tentativa dos criadores de “Twin Peaks” de fazer comédia, cancelada após o terceiro episódio, com roteiro e direção de David Lynch. Após mergulhar no palco em “Mamãe É de Morte”, McGuire só voltou a ser vista num episódio de 1995 da série “New York Undercover” e no videogame “Zork: Nemesis” (1996). Sem ofertas de trabalho como atriz, ela se tornou advogada e mudou para o interior do Mississippi com o companheiro, o produtor Gene Piotrowsky (vencedor do Emmy por “The CBS Festival of Lively Arts for Young People”). Infelizmente, os dois perderam tudo o que tinham, menos o troféu Emmy de Piotrowsky, durante a enchente do Furacão Katrina em 2005. No mesmo ano, ela reapareceu numa reunião com o elenco original de “Cry-Baby”, incluindo Johnny Depp, realizada para um documentário produzido especialmente para os extras do lançamento do filme em DVD. McGuire acabou voltando a morar em Los Angeles, agora como advogada, e ainda se reencontrou com toda a turma em 2014, numa sessão especial de 20 anos de “Cry-Baby”, marcando a última vez em que todos estiveram juntos.

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  • Música

    Johnny Depp vai viver detetive que investigou os assassinatos de Notorious B.I.G. e Tupac Shakur

    10 de setembro de 2016 /

    Retomando a carreira após seu divórcio escandaloso, o ator Johnny Depp vai estrelar “LAbyrinth”, o próximo filme de Brad Furman (“Aposta Máxima”), que promete muita polêmica. Segundo o site da revista Variety, Depp viverá Russell Poole, o detetive da polícia de Los Angeles que investigou o assassinato dos rappers Notorious B.I.G. e Tupac Shakur nos anos 1990. Aos poucos, ele acaba descobrindo que policiais corruptos estavam envolvidos em ambos os crimes, entrando em choque com a polícia da cidade. A trama tem como base o livro de Randall Sullivan intitulado “Labyrinth: A Detective Investigates the Murders of Tupac Shakur and Notorious B.I.G., the Implication of Death Row Records’ Suge Knight, and the Origins of the Los Angeles Police Scandal”. O título de fôlego é autoexplicativo, mostrando também que a trama envolverá o empresário Suge Knight, dono da Death Row Records, gravadora criada em sociedade com Dr. Dre, que produzia os discos de Tupac. Parte desta história já foi mostrada em dois filmes, “Notorious B.I.G.: Nenhum Sonho é Grande Demais” (2009) e “Straight Outta Compton: A História do NWA” (2015). Além destes, o assassinato de Tupac também será mostrado em sua cinebiografia, “All Eyez on Me”, atualmente em produção. O roteiro foi escrito pelo ator Christian Conteras, que estreia na função em longa-metragens. Ele trabalhou como ator no filme mais recente de Furman, “Conexão Escobar”, que chega aos cinemas brasileiros na quinta (15/9)

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  • Filme

    Bruxa de Blair: Diretor do primeiro filme quer lançar nova versão estendida

    8 de setembro de 2016 /

    Diante do burburinho causado pela produção de “Bruxa de Blair”, continuação do filme praticamente homônimo (“A Bruxa de Blair”) de 1999, um dos diretores do longa original, Eduardo Sánchez, lançou uma campanha por uma nova versão estendida do clássico de terror. Em entrevista ao podcast Found Footage Critic, ele contou que existe material suficiente para criar uma nova versão estendida de “Bruxa de Blair”. Já em 1999 circulavam boatos de que os diretores – além Sanchez, Daniel Myrick – teriam cerca de 19 horas de material gravado e uma versão de trabalho com 3 horas de duração. No entanto, a versão que chegou aos cinemas tinha pouco mais de uma hora. “Em algumas semanas eu conseguiria pegar o filme original e editar uma versão estendida. Sei que os fãs gostariam de ver isso. E seria legal, honestamente. Eu não hesitaria de fazer isso, se a Lionsgate me contratasse” explicou. E completou pedindo que os fãs se mobilizassem e fizessem uma petição. “Se eu conseguir mostrar que há interesse dos fãs, eu teria a atenção da Lionsgate”. Enquanto isso, “Bruxa de Blair”, que na verdade será a segunda continuação da franquia, chega aos cinemas brasileiros no dia 15 de setembro, com direção de Adam Wingard (“Você É o Próximo”).

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  • Filme

    Karen Gillan completa o elenco central da continuação de Jumanji

    4 de setembro de 2016 /

    A atriz escocesa Karen Gillan (da série “Doctor Who” e de “Guardiões da Galáxia”) entrou no elenco de “Jumanji”, que o astro Dwayne Johnson (“Velozes & Furiosos 7”) diz ser uma continuação e não um remake do longa de 1995. Ela ficou com o principal papel feminino da produção, Martha, que Johnson descreveu anteriormente como “uma garota fodona”. Segundo o site Deadline, o papel foi bastante disputado, com atrizes do alto escalação de Hollywood cotadas para interpretá-lo. Por isso, houve mais demora para definir sua intérprete que a dos integrantes masculinos da produção. Gillian foi escolhida após ter conseguido a melhor interação com os meninos grandes do elenco. Além de Johnson, que também produz o longa, o elenco inclui Jack Black (“Goosebumps”), Kevin Hart (“Policial em Apuros”) e Nick Jonas (série “Scream Queens”). Com direção de Jake Kasdan (“Sex Tape: Perdido na Nuvem”), “Jumaji” trará uma nova visão do livro de Chris Van Allsburg, que deu origem ao filme de 1995 com Robin Williams. Johnson também disse que o filme homenageará Williams e seu personagem na produção original. A trama clássica acompanha um jogo de tabuleiro que traz criaturas e seres de outros lugares para uma vizinhança tranquila no subúrbio de uma cidadezinha americana. A estreia da nova versão está marcada para 27 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Jon Polito (1950 – 2016)

    3 de setembro de 2016 /

    Morreu o ator Jon Polito, que se destacou em diversos filmes dos irmãos Coen e estrelou a premiada série “Homicide”. Ele linha 65 anos e seu falecimento aconteceu na sexta-feira (2/9), em decorrência de um câncer diagnosticado em 2010. Nascido na Filadélfia, em 29 de dezembro de 1950, Polito começou a carreira na Broadway e só começou a aparecer nas telas aos 31 anos de idade, numa galeria de mais de uma centena de papéis memoráveis, ainda que pequenos, a maioria das vezes explorando sua ascendência italiana para viver personagens mafiosos, sempre com um toque extravagante e bem-humorado. Não por acaso, estreou como mafioso em “Guerra Entre Gangsters” (1981), minissérie que também virou filme, como direção de Richard C. Sarafian. Ainda dos anos 1980, foi o poderoso chefão da série “Crime Story” e participou até de “O Homem da Máfia”. O início de sua extensa colaboração com os Coen também foi num filme de gângsteres, “Ajuste Final” (1990). Mas Joel e Ethan Coen encontraram outros papéis para o ator em suas parcerias seguintes, que incluíram “Barton Fink – Delírios de Hollywood” (1991), “Na Roda da Fortuna” (1994), “O Grande Lebowski” (1998) e “O Homem que Não Estava Lá” (2001). Ironicamente, o segundo papel mais interpretado por Polito foi o de policial. Ele começou a usar distintivo na fantasia clássica “Highlander – O Guerreiro Imortal” (1986) e acabou estrelando a premiada série policial “Homicide – Life on the Street” em 1993, como o detetive Steve Crosetti. Foi nessa produção, por sinal, que sofreu a maior injustiça e preconceito de sua carreira. Em troca da liberdade criativa, os produtores cederam à pressão da rede CBS para dispensar o ator menos fotogênico do elenco, levando Polito a ser demitido na 3ª temporada. Seu personagem, porém, foi resgatado para o telefilme que encerrou a série, “Homicide: The Movie”, em 2000. Ele também foi juiz em duas séries, “Raising the Bar” (2008) e “Murder in the First” (2014). E quando não esteve às voltas com lei, seja para quebrá-la ou reforçá-la, apareceu em dezenas de atrações que marcaram o humor televisivo americano, de “Seinfeld” a “Modern Family”. Nos últimos anos, ainda se destacou em alguns filmes de grande orçamento, como “A Conquista da Honra” (2006), “O Gângster” (2007), “Caça aos Gângsteres” (2013) e “Grandes Olhos” (2014), nos quais trabalhou com cineastas do porte de, entre outros, Clint Eastwood, Ridley Scott e Tim Burton. Apesar da pose de machão em seus filmes, Polito era gay e viveu os últimos e mais difíceis anos de sua vida casado com o também ator Darryl Armbruster (“Dias Incríveis”).

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  • Etc,  Filme,  Série

    Steven Hill (1922 – 2016)

    24 de agosto de 2016 /

    Morreu o ator Steven Hill, que, durante 10 temporadas, deu vida ao promotor Adam Schiff, da série policial “Law & Order”. Ele faleceu na terça-feira (23/8) aos 94 anos, de causa desconhecida. Filho de imigrantes russos judeus, ele nasceu em Seattle, no ano de 1922, como Solomon Krakovsky. Serviu na marinha durante a 2ª Guerra Mundial e só adotou o nome artístico americanizado após decidir seguir a carreira artística. Seu primeiro trabalho como ator foi na Broadway, com o espetáculo “A Flag Is Born”, em 1946, contracenando com um ainda desconhecido Marlon Brando. Sua estreia no cinema aconteceu em 1950, no noir “A Mulher sem Nome”, estrelado por Hedy Lamarr, e ele conseguiu algum destaque em “A Deusa” (1958), baseado na vida de Marilyn Monroe, além de ter sido dirigido por John Cassavettes em “Minha Esperança é Você” (1963). Mas sua filmografia inicial é insignificante perto da quantidade de séries de que participou no mesmo período. Hill apareceu em dezenas de produções televisivas clássicas, desde “Actor’s Studio” e “Suspense”, ainda em 1949. A lista inclui, entre muitas outras, “Alfred Hitchcock Apresenta”, “Rota 66”, “Os Intocáveis”, “O Fugitivo”, “Cidade Nua”, “Dr. Kildare”, “Ben Casey” e “Couro Cru” (Rawhide), até que ele foi escalado para seu primeiro papel fixo na TV. Em 1966, Hill foi contratado para viver um agente secreto chamado Dan Briggs, líder de uma força tarefa especial, que lidaria com as missões mais, digamos, impossíveis já mostradas na televisão. O nome da série era justamente “Missão Impossível”. Hill estrelou o piloto e comandou a equipe original por toda a 1ª temporada de 28 episódios. Mas o destaque não perdurou, já que o ator, judeu ortodoxo, teve problemas com a produção por se recusar a filmar às sextas-feiras depois das 16h. Na temporada seguinte, seu personagem foi substituído por Jim Phelps, papel do ator Peter Graves, que virou símbolo da série. A frustração com a demissão de “Missão Impossível” o afastou das telas por um longo período. Ele passou o final dos anos 1960 e toda a década seguinte trabalhando em montagens teatrais. Mas voltou com tudo ao cinema nos anos 1980, participando de diversos filmes relevantes, numa lista que alterna sucessos de crítica e blockbusters, e privilegia grandes cineastas. A fase inclui o drama “Esta é Minha Chance” (1980), de Claudia Weill, “Testemunha Fatal” (1981), de Peter Yates, “Ricas e Famosas” (1981), de George Cukor, “Yentl” (1983), de Barbra Streisand, “Jogo Bruto” (1986), de John Irvin, “Perigosamente Juntos” (1986), de Ivan Reitman, “A Difícil Arte de Amar” (1986), de Mike Nichols, “Confissões de um Adolescente” (1986), de Gene Saks, e “O Peso de um Passado” (1988), de Sidney Lumet. O ritmo intenso durou até 1990, quando Hill foi convidado pelo produtor Dick Wolf a voltar ao mundo das séries. Ele virou protagonista de uma nova atração procedimental, sobre polícia, crimes e tribunais, chamada “Law & Order”. A série virou um fenômeno, que rendeu derivados e inspirou inúmeras produções similares, estabelecendo uma fórmula duradoura entre os seriados americanos. Por conta de seu envolvimento com as gravações, Hill fez poucos filmes durante a década. Entre eles, o maior destaque foi “A Firma” (1993), em que representou um lado mais sombrio do judiciário americano, contracenando com Tom Cruise. Ele integrou o elenco de “Law & Order” por 10 temporadas, além de ter aparecido como seu personagem, o promotor Adam Schiff, no spin-off “Law & Order: SVU” em 2000. Naquele mesmo ano, decidiu se aposentar, encerrando sua carreira na franquia que lhe deu seu maior reconhecimento popular.

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  • Série

    Chris O’Dowd vai estrelar série baseada no filme O Nome do Jogo

    24 de agosto de 2016 /

    O ator Chris O’Dowd (séries “The IT Crowd” e “Moone Boy”) vai estrelar uma nova série, baseada no filme “O Nome de Jogo” (1995). Segundo o site Deadline, ele interpretará uma versão “modificada” do personagem principal, Chili Palmer, vivido no cinema por John Travolta. Na trama de “Get Shorty” (o título original), um gângster chamado Miles Daly, que trabalha como extorsionista para a máfia, tenta mudar de carreira e se tornar produtor cinematográfico para proteger sua filha, mas acaba trazendo o mundo do crime junto com ele para Hollywood. Além de O’Dowd, o elenco também terá a participação de Ray Romano (da sitcom “Everybody Loves Raymond” e visto mais recentemente na série “Vynil”) como Rick, um produtor decadente de filmes de baixa qualidade, que se torna parceiro de Miles em sua tentativa de se estabelecer na indústria cinematográfica. Trata-se, por sua vez, de uma versão do personagem vivido por Gene Hackman no longa de 1995. Apesar de mais conhecida pelo filme original e sua continuação (“Be Cool: O Outro Nome do Jogo”), a atração será a terceira adaptação de um livro de Elmore Leonard a virar série. O autor é o mesmo dos contos que inspiraram “Karen Sisco” e “Justified”. A adaptação está a cargo do roteirista Davey Holmes, que escreveu episódios de “Shameless” e “In Therapy”, e fará parte da programação do canal pago americano Epix – uma joint venture entre os estúdios Paramount, Lionsgate e MGM – , que começa a exibir suas primeiras séries próprias em outubro, com os lançamentos de “Berlin Station” e “Graves”.

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  • Filme

    Kirsten Dunst zoa Esquadrão Suicida com lembrança das Virgens Suicidas

    12 de agosto de 2016 /

    A atriz Kirsten Dunst usou seu Instagram para fazer uma piada com o filme “Esquadrão Suicida”, publicando uma foto de um de seus primeiros sucessos no cinema, “As Virgens Suicidas” (1999). “Só existe um verdadeiro Esquadrão Suicida”, ela comentou sobre a imagem. Para quem não lembra, o primeiro longa dirigido por Sofia Coppola, baseado no livro homônimo de Jeffrey Eugenides, contava a história de um grupo de belas irmãs adolescentes que, cansadas da repressão dos pais, fazem um pacto suicida, para espanto dos vizinhos do subúrbio em que moravam. Além de belíssimo, o filme também teve uma excelente trilha sonora, composta pela dupla francesa Air. ?? Uma foto publicada por Kirsten Dunst (@kirstendunst) em Ago 9, 2016 às 6:42 PDT

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