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  • Filme

    As Patricinhas de Beverly Hills vai ganhar remake

    26 de outubro de 2018 /

    Sucesso da década de 1990, o filme “As Patricinhas de Beverly Hills” (Clueless) vai ganhar remake. A Paramount Pictures encomendou o roteiro para Marquita Robinson, da “Glow”. O filme de 1995 tinha roteiro e direção de Amy Heckerling. No elenco estavam Alicia Silverstone, Paul Rudd, Breckin Meyer, Jeremy Sisto, Stacey Dash, Donald Faison e Brittany Murphy, a maioria iniciante na época. A trama girava em torno de um grupo de adolescentes ricas que resolvia ajudar uma “novata” do colégio a se transformar em Patricinha para aumentar sua popularidade e arranjar um namorado. Mais que uma combinação das histórias clássicas de “Pigmalião” e “Emma”, o que tornou o filme tão bem-sucedido foi a junção de moda, gírias, músicas e comportamento, num registro de época que se tornou uma legítima cápsula do tempo. O filme também inspirou uma série com o mesmo nome, que contou com o retorno de boa parte do elenco original, com três temporadas exibidas entre 1996 e 1999. Como prova da popularidade duradoura da produção, “As Patricinhas de Beverly Hills” inspirou o lançamento de uma revista em quadrinhos com seus personagens no ano passado e também vai ganhar adaptação teatral, prevista para estrear em novembro no circuito off-Broadway de Nova York, com Cameron Dove (do telefilme “Descententes”) como Cher, o icônico papel de Alicia Silverstone. Ainda não há previsão de lançamento para o remake.

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  • Filme,  Música

    Kesha bate o bumbo do feminismo no clipe da trilha do filme Suprema

    24 de outubro de 2018 /

    A cantora Kesha lançou o clipe de “Here Comes the Change”, música da trilha sonora de “Suprema” (On the Basis of Sex), cinebiografia da juiza Ruth Bader Ginsburg. O vídeo começa em preto-e-branco com Kesha sem maquiagem, numa casa abandonada, tocando violão e batendo bumbo para marcar os versos de empoderamento da canção. Lá pela metade da faixa, ela também introduz um solo de gaita, o que traz uma lembrança do folk nova-iorquino militante de Bob Dylan e Joan Baez, apropriada ao tema, mas que contrasta com a melodia e os berros de country caipira do resto da canção. O clipe também inclui cenas do filme com diálogos que se sobrepõem à música. A opção é diferente, mas, por outro lado, todas as cenas já tinham aparecido no trailer oficial do longa – isto é, não houve maior pesquisa além do material de dois minutos divulgado anteriormente. Até o final é o mesmo. Em “Suprema”, a atriz inglesa Felicity Jones (“Rogue One: Uma História Star Wars”) vive a versão jovem da juíza da Suprema Corte dos EUA Ruth Bader Ginsburg, considerada um símbolo vivo da luta pelos direitos das mulheres na Justiça americana. Formada na Columbia Law School, Ruth Bader Ginsburg marcou época ao se tornar uma das primeiras professoras de Direito dos EUA nos anos 1960. Enfrentando forte preconceito ao longo de toda a carreira como advogada, integrou-se ao movimento pela igualdade de gêneros e passou a defender casos de discriminação sexual nos anos 1970, que criaram jurisprudência e mudaram as leis americanas. Em reconhecimento à sua atuação, o presidente Jimmy Carter a indicou a uma vaga de juiz na corte de apelações da capital dos EUA em 1980. E em 1993, o presidente Bill Clinton a promoveu ao ponto mais alto da justiça americana, como juíza da Suprema Corte. Ela se tornou a segunda mulher e a primeira judia a chegar na instituição máxima do judiciário do país. A prévia do filme ainda explora um detalhe relevante de sua biografia, que diferencia o longa de outras produções sobre lutas pelos direitos femininos. Ela teve apoio total em sua vida pessoal e profissional do marido, Martin D. Ginsburg, que era uma advogado renomado. Assim, a trama não vira uma história de ódio contra os homens, mas uma história de reconhecimento de uma grande mulher. Na produção de Hollywood, o marido da futura juíza é vivido por Armie Hammer (“Me Chame pelo seu Nome”). O filme é um lançamento importante, principalmente após a indicação de um juiz extremamente conservador e acusado de abuso sexual para a Suprema Corte dos Estados Unidos. Brett Kavanaugh pode ajudar a reverter decisões sobre leis consideradas feministas. O roteiro foi escrito pelo estreante Daniel Stiepleman e a direção é da veterana Mimi Leder (“Impacto Profundo”), afastada do cinema há quase uma década, e que ultimamente vinha comandando as séries “The Leftovers” e “Shameless”. A estreia está marcada para 25 de dezembro nos Estados Unidos, visando a temporada de premiações, e chega na semana seguinte, em 3 de janeiro, ao Brasil.

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  • Série

    Série clássica Nova York Contra o Crime vai ganhar continuação

    22 de outubro de 2018 /

    A série clássica “Nova York Contra o Crime” (NYPD Blue), que ficou no ar por mais de uma década, entre 1993 e 2005, vai ganhar uma continuação. A rede ABC encomendou o piloto de uma atração centrada no filho do protagonista da série, o Detetive Andy Sipowicz, interpretado originalmente pelo ator Dennis Franz. Na sinopse adiantada, Theo Sipowicz é apresentado como um policial que busca conquistar uma promoção para detetive, enquanto investiga o assassinato de seu pai. O spin-off está sendo desenvolvido pelos roteiristas-produtores Matt Olmstead (“Chicago PD”) e Nick Wootton (“Scorpion”). Ambos trabalharam na série original e compartilharão a produção com Jesse Bochco, filho de Steven Bochco, o falecido criador de “Nova York Contra o Crime”. Jesse Bochco também foi produtor e diretor do drama original e irá dirigir o piloto da continuação. Vencedora do Emmy de Melhor Série Dramática em 1995, “Nova York Contra o Crime” teve quase 300 episódios e reuniu um elenco famoso, que ao longo de 12 anos incluiu Jimmy Smits, Kim Delaney, James McDaniel, Nicholas Turturro, Mark-Paul Gosselaar, Sharon Lawrence, Henry Simmons, Esai Morales, David Caruso, Ricky Schroder, Michael Harney e muitos outros com longas carreiras televisivas. O site Deadline procurou o ator Dennis Franz para saber se ele foi convidado para participar dessa continuação. “Eu recebi um telefonema e fiquei muito honrado, mas não tenho interesse”, esclareceu o astro aposentado. “‘Nova York Contra o Crime’ foi o auge da minha vida e da minha carreira e tenho muito carinho por ela. Eu desejo a todos o melhor e muito sucesso”, completou. O piloto precisa ser aprovado para virar série. Mas a maioria dos revivals de atrações clássicas tem sido aprovada nos últimos anos.

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  • Música,  Série

    História do grupo de rap Wu-Tang Clan vai virar série

    13 de outubro de 2018 /

    A história de um dos maiores grupos de rap vai virar série. A plataforma Hulu encomendou a produção de “Wu-Tang: An American Saga”, série limitada de 10 episódios que vai acompanhar a trajetória, do surgimento à dispersão, do fenômeno Wu-Tang Clan. Desenvolvida em parceria por um dos fundadores do Wu-Tang Clan, The RZA, e pelo roteirista Alex Tse (“Watchmen: O Filme” e “Superfly”), com produção da Imagine Television, a atração vai se passar no começo dos anos 1990 em Nova York e mostrar como Bobby Diggs (The RZA) conseguiu unir uma dezena de jovens de personalidades distintas, que se encontram divididos entre a música e o crime, para dar origem a uma das mais improváveis histórias de sucesso do rap. A série terá produção de outro membros do grupo, Method Man, e contará com Ghostface Killa, Inspectah Deck, Masta Killa e GZA, bem como herdeiros de Ol ‘Dirty Bastard, como consultores. “Sou fã do Wu-Tang desde meados dos anos 1990 e reconheci rapidamente o quanto o Wu-Tang e The RZA eram significativos para o mundo da música e da cultura hip-hop. Ao longo dos anos, conheci RZA e ficou claro que ele é a alma e o contador de histórias do Wu-Tang”, disse o produtor Brian Grazer, sócio do cineasta Ron Howard na produtora Imagine. “Trabalhar com RZA e Alex Tse nesta série tem sido um dos momentos favoritos da minha carreira e a Hulu é a parceira perfeita para levar essa história a um público global.” Reverenciado pela forma como juntou hip-hop e paixão pelo kung fu clássico em seu disco de estreia, criando um som distinto e inigualável, Wu-Tang Clan se tornou um dos grupos mais influentes do hip-hop. Lançou cinco álbuns de ouro e platina e vendeu 40 milhões de discos em todo o mundo, além de render carreiras individuais bem-sucedidas para a maioria de seus integrantes. “Wu-Tang: An American Saga” será a segunda série musical da Imagine, que produz “Empire” na Fox. A produtora também é responsável pelas séries de maior sucesso do canal pago National Geographic, “Genius” e “Mars”. Relembre abaixo meia-duzia hits do grupo.

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  • Etc

    Steven Seagal abandona entrevista ao vivo ao ser questionado sobre acusações de assédio sexual

    4 de outubro de 2018 /

    O ator Steven Seagal abandonou uma entrevista via satélite para a BBC nesta quinta-feira (4/10) após ser questionado sobre as acusações de assédio sexual que sofreu nos Estados Unidos. “Sobre sua vida nos Estados Unidos, você foi registrado em alegações de assédio sexual. Você tem uma acusação de estupro e fico imaginando como você lida com tudo isso”, questionou a apresentadora Kirsty Wark. Antes mesmo dela terminar a pergunta, o ator tirou seu retorno no ouvido, levantou-se da cadeira e saiu da frente das câmeras. Veja abaixo. Seagal foi acusado por cerca de 10 mulheres de abuso sexual, mas a promotoria de Los Angeles não conseguiu transformar as acusações em processo, porque a maioria das denúncias prescreveu. Regina Simons, uma das denunciantes, disse que sofreu abuso há 25 anos, quando ainda era menor de idade. Ela relatou que Seagal a convidou para uma festa em sua casa, que deveria ter outras pessoas, mas não havia mais ninguém, e então a estuprou. A mulher afirmou que nunca tinha ficado nua na frente de um homem antes dessa agressão. Já Faviola alega que Seagal beliscou seus mamilos e agarrou sua vagina durante um teste para filme em 2002. “Depois, ele se sentou calmo, como se nada tivesse acontecido. O segurança pessoal de Steven ficou bloqueando a porta e apenas se moveu quando Steven pediu. Eu saí do quarto me sentindo horrível e violentada”, contou. Mais conhecida, a atriz e apresentadora Lisa Guerrero revelou que sofreu o abuso quando disputava um papel no longa “Ameaça Subterrânea”. Ela contou que Seagal pediu que ela fosse a sua casa para uma “audição particular”. Desconfortável, ela foi ao local acompanhada de sua empresária. Lá, o ator as recebeu usando apenas um robe de seda. Mais tarde, a atriz recebeu outra ligação, informando que Segal gostaria de oferecer a ela o papel, mas que ela teria que voltar à casa dele para um “ensaio particular” na mesma noite. Guerrero declinou. Atrizes famosas como Julianna Margulies e Portia de Rossi também acusaram o ator de tentar abusá-las. “Meu teste final para um filme de Steven Seagal aconteceu em seu escritório”, denunciou Portia de Rossi no Twitter. “Ele me disse o quão importante era a química entre os atores fora das telas enquanto me fez sentar e foi descendo o zíper das suas calças de couro. Eu corri e chamei minha agente. Sem se incomodar, ela disse, ‘Bem, eu não sabia se ele era o seu tipo'”, escreveu a atriz da série “Arrested Development”, que se assumiu lésbica e é casada com a apresentadora Elle DeGeneres desde 2008. Já a estrela de “The Good Wife” contou que foi convencida por uma diretora de elenco a se encontrar com Seagal num quarto de hotel em 1990. Mas, ao chegar no hotel, não havia sinal da mulher, e o ator abriu a porta armado: “Ele fez questão que eu visse a arma. Eu nunca tinha visto uma arma na vida”, contou a atriz, que tinha tinha 23 anos na época. Ela não entrou em detalhes sobre o que aconteceu no quarto, mas disse ter saído “incólume”. “Não sei com saí de lá, mas não fui machucada, não fui estuprada”. Depois disso, a atriz disse que nunca mais foi a reuniões com homens da indústria sozinha. Steven Seagal nega todas as acusações. This is the moment Steven Seagal walks out on a #newsnight interview over questioning about #metoo allegations, which he denies.@sseagalofficial | @KirstyWark | @BBCTwo | #newsnight pic.twitter.com/Lr6mE3th4F — BBC Newsnight (@BBCNewsnight) October 4, 2018

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  • Série

    Trailer de Will & Grace revela as participações especiais da 10ª temporada

    23 de setembro de 2018 /

    A rede NBC divulgou o trailer da nova temporada de “Will & Grace”, que está repleta de participações especiais. A prévia destaca alguns dos convidados, como David Schwimmer (“Friends”), Matt Bomer (“White Collar”), Jon Cryer (“Two and a Half Men”), Alec Baldwin (“30 Rock”) e Chelsea Handler (“Guerra É Guerra”). Trata-se de uma confirmação do sucesso da série, que voltou a ser produzida no ano passado, após hiato de 11 anos, e já tem garantida a gravação de sua próxima temporada, que estreia em 2019. A fase original de “Will & Grace” foi exibida de 1998 a 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). A trama gira em torno do não casal formado por um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividem um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. O revival foi escrito pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e os episódios continuam sob a direção de James Burrows, que comandou os episódios das oito temporadas originais. A 10ª temporada estreia no dia 4 de outubro nos Estados Unidos. No Brasil, a nova fase da comédia é transmitida pelo canal pago Fox.

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  • Série

    Remake de Charmed ganha diversas imagens e novo trailer

    20 de setembro de 2018 /

    A rede The CW divulgou retratos de personagens, fotos do piloto, o pôster e um novo trailer do remake de “Charmed”, que muda a etnia das jovens bruxas dos anos 1990. As três irmãs agora são latinas, cortesia da imaginação da equipe de “Jane the Virgin”. Na nova versão, a morte trágica de sua mãe faz com que duas irmãs muito unidas descubram que tem uma terceira irmã mais velha. Mas a surpresa não fica nisso. Elas experimentam, de forma inesperada, poderes que até então não sabiam possuir. Logo, um conselheiro de bruxas explica a situação para as jovens. É muito simples, na verdade: as três são bruxas. A sinopse oficial ainda acrescenta um viés feminista na trama, ao afirmar que “esse poderoso trio deve se unir para combater as batalhas cotidianas e sobrenaturais que todas as bruxas modernas devem enfrentar: desde derrotar demônios poderosos até derrubar o patriarcado”. De todo modo, os vídeos até aqui liberados não são nada feministas, ao apresentar as três amarradas em cadeiras para que um homem tenha seu momento de “mansplaining” na história. Outro fato que chama atenção é que os comerciais até aqui lembram mais a série “Witches of East End”, que durou só duas temporadas no Lifetime, do que o “Charmed” original. A série original de 1998, produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), acompanhava três irmãs brancas (Alyssa Milano, Holly Marie Combs e Shannen Doherty) lidando com o despertar de seus poderes – uma quarta irmã (Rose McGowan) acabou surgindo mais tarde, quando a produção precisou “trocar” uma das atrizes (Doherty) por problemas de bastidores. A série durou oito temporadas, até 2006, mas fez tento sucesso que continuou sua trama nos quadrinhos, publicados até 2012. As três poderosas de 2018 são vividas por Madeleine Mantock (“Into the Badlands”), Melonie Diaz (“Fruitvale Station”) e Sarah Jeffery (“Descendentes”), e o elenco de apoio ainda inclui Rupert Evans (série “The Man In The High Castle”), Ser’Darius Blain (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) e Charlie Gillespie (série “Degrassi: Next Class”). A produção é de Jennie Snyder Urman, criadora de “Jane the Virgin”, e o projeto foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, roteiristas de “Jane the Virgin”. “Charmed” vai estrear em 14 de outubro nos Estados Unidos, inaugurando um novo horário de conteúdo original na rede americana The CW – que passará a exibir séries também aos domingos.

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  • Filme

    Eddie Murphy vai estrelar nova versão de Dois Velhos Rabugentos

    18 de setembro de 2018 /

    Eddie Murphy vai estrelar um novo filme de grande estúdio, seu primeiro desde o fiasco de “As Mil Palavras” há seis anos. O estúdio New Line, que é parte da Warner Media, contratou o ator para estrelar uma comédia inspirada no clássico “Dois Velhos Rabugentos”, de 1993. O projeto não está sendo chamado de remake, mas terá a mesma premissa do longa originalmente estrelado por Jack Lemmon e Walter Matthau. Em “Dois Velhos Rabugentos”, Lemmon e Matthau interpretaram vizinhos que alimentam uma rixa de longa data. Quando uma nova moradora (Ann-Margaret) chega no bairro, deixando ambos apaixonados, a briga entre os dois só aumenta. A direção está a cargo de Tim Story (“Policial em Apuros”) e, segundo o Deadline, o estúdio considera Samuel L. Jackson para viver o outro rabugento da história. Story acaba de dirigir o ator de “Vingadores” na continuação de “Shaft”, ainda inédita nos cinemas. Desde que viu a carreira naufragar com “As Mil Palavras”, Murphy tentou projetos televisivos que não deram certo e até assumiu papel dramático numa produção indie de pequena repercussão, “Mr. Church” (2016). Recentemente, ele terminou as filmagens de “Dolemite Is My Name”, que será lançado exclusivamente em streaming pela Netflix. E se prepara para virar pai pela 10ª vez. Ainda não há cronograma de produção para a nova versão de “Dois Velhos Rabugentos”.

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  • Filme

    Primeiro trailer legendado de Capitã Marvel supera expectativas

    18 de setembro de 2018 /

    A Marvel não brinca em serviço. O primeiro trailer legendado de seu próximo filme, “Capitã Marvel”, impressiona pelo clima épico, cenas de ação, efeitos visuais, invasão alienígena, outros mundos, jornada heroica e termina de forma tão brusca que sugere instante para inserção dos aplausos e gritos de aprovação dos fãs. Expectativas mais que superadas. Além do impacto – literal e figurado – das primeiras cenas divulgadas, a prévia, que começa com um estrondo, supera até a grande fragilidade da personagem nos quadrinhos. É que a forma como ela ganha superpoderes era muito parecida com a origem do Lanterna Verde, um piloto que virava super-herói ao encontrar um alienígena. Na trama clássica escrita por Roy Thomas e desenhada por Gene Colan no final dos anos 1960, Carol Danvers era uma piloto da Força Aérea americana que se tornava super-heroína ao ser salva de uma explosão radioativa pelo super-herói alienígena Capitão Marvel. A explosão atingia seu corpo em nível celular, misturando genes kree em seu DNA, que lhe devam superforça, poder de voo e um “sétimo sentido” (similar, porém mais poderoso que o “normal” sexto sentido). O vídeo aponta que a explicação de seus poderes não será linear, já que começa com um acidente no espaço para introduzir a mulher que caiu na Terra na época dos DVDs (anos 1990). Ao chegar, ela é encontrada por Nick Fury (Samuel L. Jackson) e passa a ter flashbacks de uma vida passada como piloto americana, que a faz questionar sua própria existência como kree. E a edição inclui trechos que a revelam sofrendo uma espécie de lavagem cerebral no interior de uma nave espacial. Esta conexão com a Aeronáutica ainda é explorada no novo pôster da produção, que traz Capitã Marvel num hangar, diante de aviões. Veja abaixo. Também há aparições de personagens importantes, como o agente Coulson (Clark Gregg), que retorna aos filmes da Marvel, e Mar-Vell (Jude Law), em meio a um time de heróis intergaláticos, conhecido como Starforce, além de outra raça de alienígenas, os skrulls, que são capazes de se transformar em qualquer pessoa com quem entram em contato – o que explica a cena em que a heroína esmurra uma velhinha sorridente. O elenco também inclui Gemma Chan (série “Humans”), Annette Bening (“Beleza Americana”), Ben Mendelsohn (“Rogue One: Uma História Star Wars”) e McKenna Grace (“Designated Survivor”) como a versão mirim da heroína, sem esquecer dos retornos de Djimon Hounsou e Lee Pace como os vilões Ronan e Korath, do primeiro “Guardiões da Galáxia”. Dirigido pelo casal de cineastas indies Anna Boden e Ryan Fleck (“Parceiros de Jogo”) “Capitã Marvel” chega aos cinemas brasileiros em 7 de março de 2019.

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  • Série

    Série clássica Party of Five tem piloto de remake encomendado

    8 de setembro de 2018 /

    O canal pago Freeform encomendou o piloto do remake de “Party of Five”, série dramática clássica dos anos 1990, que foi exibida na TV aberta brasileira como “O Quinteto”. A trama original mostrava como cinco irmãos, a maioria menores de idade e o mais novo ainda bebê, decidem ficar juntos sem supervisão de familiares após seus pais morrerem num acidente. A série girava em torno da luta dos mais velhos para criar os mais novos e as dificuldades da adolescência em geral. Durou seis temporadas, entre 1994 e 2000. Já a premissa da nova versão muda um detalhe crucial. Os irmãos seriam latinos e seus pais foram deportados pela política intolerante do governo presidido por Donald Trump. Vale lembrar que os irmãos Sallinger originais eram interpretados por jovens atores que ficaram famosos em outros projetos, como Matthew Fox, o Jack da série “Lost”, e Neve Campbell, a Sidney da franquia de terror “Pânico”. Entre os caçulas, Scott Wolf foi parar na série “Plantão Noturno” e Lacey Chabert, que também foi uma das “Meninas Malvadas” (2004), virou dubladora de séries animadas (é a Zatanna da “Liga da Justiça”). Além deles, “Party of Five” catapultou ao estrelado a adolescente Jennifer Love Hewitt, no papel da namoradinha de Scott Wolf. Sua personagem ficou tão popular que chegou a ganhar um spin-off, “Time of Your Life”, que entretanto durou só uma temporada. Ela se tornou sex symbol dos anos 1990, estrela da franquia “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”, da série “Ghost Whisperer” e atualmente está em “9-1-1”. Os criadores da série original, Chris Keyser e Amy Lippman, são os responsáveis pelo remake, junto da produtora Sony. Por enquanto, apenas o piloto foi encomendado. Ele precisa ser aprovado para o projeto virar série.

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  • Filme

    Brie Larson aparece como Capitã Marvel nas primeiras fotos oficiais do filme

    5 de setembro de 2018 /

    A revista Entertainment Weekly divulgou as primeiras imagens oficiais de “Capitã Marvel”, o próximo filme de super-heróis da Marvel. A capa da nova edição da revista destaca a atriz Brie Larson (“Kong: A Ilha da Caveira”) com o uniforme oficial da heroína, nas cores vermelha, azul e dourada. Até então, as imagens que tinham surgido por meio de paparazzi registravam apenas o traje verde da personagem, que também aparece numa nova foto. Outro que surge uniformizado é Jude Law (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), intérprete de Mar-Vell, um espião kree de grande importância na transformação de Carol Danvers em Capitã Marvel. As fotos ainda mostram Brie Larson a bordo de um caça, como a piloto Carol Danvers, e Lashana Lynch (série “Still Star-Crossed”), que finalmente teve seu papel revelado, como sua colega piloto Maria “Photon” Rambeau – nos quadrinhos, a personagem é mãe de outra Capitã Marvel, conhecida justamente como Photon. Também é possível ver Samuel L. Jackson de volta ao papel de Nick Fury, mas sem o tradicional tapa-olho do líder da SHIELD e com maquiagem para parecer mais jovem. A razão desse rejuvenescimento é que a trama de “Capitã Marvel” se passa nos anos 1990. Por conta disso, até o vilão Ronan (Lee Pace), morto em “Guardiões da Galáxia”, ressurge nas imagens. E há registros de mais krees e uma invasão de skrulls. A trama vai mostrar as duas raças alienígenas trazendo sua guerra interplanetária para a Terra. Entre as imagens, aparecem até o casal de diretores do longa, Anna Boden e Ryan Fleck, responsáveis por dramas e comédias indies, como “Se Enlouquecer, Não Se Apaixone” (2010), “Parceiros de Jogo” (2015) e “Half Nelson: Encurralados” (2006). A publicação não revelou apenas fotos. Trouxe entrevistas e mais detalhes sobre a produção. Larson, por exemplo, descreveu sua personagem como impulsiva e difícil de lidar. “Ela não pede desculpas por ser ela mesma”, comentou na reportagem. “Ela é agressiva, e ela tem um temperamento difícil. Ela é rápida em tomar decisões, nem sempre espera receber ordens, o que faz com que ela seja incrível em uma batalha”. “Ela não é uma super-heroína perfeita”, completou a diretora Anna Boden. “O que a faz especial é que ela é muito humana. Ela é engraçada, mas não conta piadas boas o tempo todo. Ela é determinada e nem sempre toma as melhores decisões”. Entre os detalhes revelados é que “Capitã Marvel” mostrará Carol Danvers (Larson) em meio a um time de heróis intergaláticos, conhecido como Starforce e liderados por Mar-Vell (Law). Quando ela retorna à Terra com questões sobre o seu passado, descobre que uma ameaça inesperada no planeta: outra raça de alienígenas, os skrulls, que são capazes de se transformar em qualquer pessoa com quem entram em contato. Ben Mendelsohn (“Rogue One: Uma História Star Wars”) interpreta o líder dos vilões, Talos. O elenco também inclui Gemma Chan (série “Humans”) como a vilã Dra. Minerva/Minn-Erva e trará de volta Clark Gregg aos filmes da Marvel, como o agente Coulson, da SHIELD. Outro que retorna é o vilão Korath (Djimon Hounsou), que, como Ronan, enfrentou os Guardiões da Galáxia no primeiro filme dos heróis, em 2014. McKenna Grace (“Designated Survivor”) e Annette Bening (“Beleza Americana”) completam o elenco central. “Capitã Marvel” chega aos cinemas brasileiros em 7 de março de 2019.

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  • Filme

    Criador dos zumbis de The Walking Dead fará os demônios da nova adaptação de Spawn

    30 de agosto de 2018 /

    O produtor Greg Nicotero, especialista em maquiagem e efeitos visuais responsável pelos zumbis da série “The Walking Dead”, foi contratado para desenvolver os demônios e criaturas de “Spawn”, nova adaptação dos quadrinhos de Todd McFarlane. Nicotero e sua companhia, a KNB EFX, trabalharam também no primeiro filme do personagem, “Spawn, o Soldado do Inferno”, lançado em 1997, que foi massacrado pela crítica e não deu retorno nas bilheterias. Desta vez, o próprio McFarlane escreveu o roteiro da adaptação e decidiu assumir a função de diretor, com o objetivo de assegurar uma adaptação mais fiel, após adquirir alguma experiência no comando de clipes musicais. Em comunicado oficial, o cineasta se disse ansioso para trabalhar mais uma vez com Nicotero, visando “reinventar o visual clássico de ‘Spawn’ para combinar com o tema sobrenatural do filme”. Jamie Foxx (“O Extraordinário Homem-Aranha 2”) terá o papel-título. Na trama, Al Simmons é um agente da CIA que é traído duas vezes por seus amigos e morto. Mas é convencido a retornar à vida como um guerreiro do inferno, aceitando em troca poder se reencontrar com sua esposa. Mas ao fazer o pacto e virar Spawn, ele percebe que está preso a uma criatura demoníaca e sua mulher seguiu em frente e se casou com seu melhor amigo. O elenco também trará Jeremy Renner (“Os Vingadores”) como o detetive policial Twitch Williams, que tem maior presença na história que o próprio personagem-título. O diretor afirmou ao site Comic Book que o longa não deve contar exatamente a história de origem do personagem, e que Spawn será um “anti-herói de poucas palavras”. Criado por McFarlane em 1991, “Spawn” foi o maior sucesso da então recém-criada editora Image Comics, vendendo 1,7 milhão de exemplares de seu primeiro número. No auge de sua popularidade, “Spawn” gerou linhas de brinquedos, videogames e uma série de animação na HBO, além de um filme de 1997 da New Line, estrelado por Michael Jai White. A nova filmagem vai acontecer 21 anos após o fracasso daquele filme – único longa live action da carreira do diretor Mark A.Z. Dippé. A produção marcará o segundo longa de Foxx baseado em quadrinhos. Ele viveu o vilão Electro em “O Espetacular Homem-Aranha 2”, de 2014. Já Jeremy Renner é especialista no gênero, tendo vivido o herói Gavião Arqueiro em quatro filmes da Marvel. “Spawn” também será a segunda adaptação recente de um personagem de McFarlane. Ele também é o criador de “Venom”, cujo filme individual estreia em outubro. O novo “Spawn” ainda não tem data de estreia definida.

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  • Filme

    Daniela Thomas retira seu filme do Festival de Gramado

    21 de agosto de 2018 /

    O filme “O Banquete” não será mais exibido no Festival do Gramado 2018. A primeira sessão pública do filme seria realizada na quarta-feira (22/8), mas foi suspensa pela diretora Daniela Thomas A assessoria de imprensa justificou a atitude como uma forma de respeito, devido a eventos retratados na trama. O filme se inspira em eventos recentes da história do País. Entre eles, uma carta aberta como a publicada pelo publisher do jornal Folha de S. Paulo, Otávio Frias Filho, nos anos 1990, dirigida ao então presidente do Brasil. Em virtude da morte de Frias, anunciada nesta terça (21/8), e “com o objetivo de respeitar este momento de luto da família”, segundo a nota divulgada, a diretora decidiu então retirar o filme da competição. “Sinto muito pela perda de Otávio e me solidarizo com a família, com seus amigos e funcionários. Foi um grande publisher, um intelectual admirável e tinha muito ainda a contribuir com o País”, afirmou Daniela, no comunicado. “O momento é inoportuno para o encontro de ficção e realidade e as possíveis interpretações equivocadas que a ficção pode suscitar. Por isso, retiro o filme do festival”, completou. A produtora Cisma e a distribuidora Imovision acataram o pedido da diretora da suspensão da exibição. O roteiro de Daniela Thomas apresenta um banquete de jogos de poder e erotismo, onde as vidas dos convidados serão transformadas para sempre. Entre eles está o poderoso editor de uma revista, que celebra seu aniversário de casamento. Ele pode ser preso, já que escreveu uma carta aberta com graves denúncias contra o presidente do país. Participam do elenco Drica Moraes, Mariana Lima, Caco Ciocler, Rodrigo Bolzan, Fabiana Gugli, Gustavo Machado, Chay Suede, Bruna Linzmeyer e Georgette Fadel. A programação do 46º Festival de Cinema de Gramado segue até o dia 25 de agosto.

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