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    Brie Larson aparece como Capitã Marvel nas primeiras fotos oficiais do filme

    5 de setembro de 2018 /

    A revista Entertainment Weekly divulgou as primeiras imagens oficiais de “Capitã Marvel”, o próximo filme de super-heróis da Marvel. A capa da nova edição da revista destaca a atriz Brie Larson (“Kong: A Ilha da Caveira”) com o uniforme oficial da heroína, nas cores vermelha, azul e dourada. Até então, as imagens que tinham surgido por meio de paparazzi registravam apenas o traje verde da personagem, que também aparece numa nova foto. Outro que surge uniformizado é Jude Law (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), intérprete de Mar-Vell, um espião kree de grande importância na transformação de Carol Danvers em Capitã Marvel. As fotos ainda mostram Brie Larson a bordo de um caça, como a piloto Carol Danvers, e Lashana Lynch (série “Still Star-Crossed”), que finalmente teve seu papel revelado, como sua colega piloto Maria “Photon” Rambeau – nos quadrinhos, a personagem é mãe de outra Capitã Marvel, conhecida justamente como Photon. Também é possível ver Samuel L. Jackson de volta ao papel de Nick Fury, mas sem o tradicional tapa-olho do líder da SHIELD e com maquiagem para parecer mais jovem. A razão desse rejuvenescimento é que a trama de “Capitã Marvel” se passa nos anos 1990. Por conta disso, até o vilão Ronan (Lee Pace), morto em “Guardiões da Galáxia”, ressurge nas imagens. E há registros de mais krees e uma invasão de skrulls. A trama vai mostrar as duas raças alienígenas trazendo sua guerra interplanetária para a Terra. Entre as imagens, aparecem até o casal de diretores do longa, Anna Boden e Ryan Fleck, responsáveis por dramas e comédias indies, como “Se Enlouquecer, Não Se Apaixone” (2010), “Parceiros de Jogo” (2015) e “Half Nelson: Encurralados” (2006). A publicação não revelou apenas fotos. Trouxe entrevistas e mais detalhes sobre a produção. Larson, por exemplo, descreveu sua personagem como impulsiva e difícil de lidar. “Ela não pede desculpas por ser ela mesma”, comentou na reportagem. “Ela é agressiva, e ela tem um temperamento difícil. Ela é rápida em tomar decisões, nem sempre espera receber ordens, o que faz com que ela seja incrível em uma batalha”. “Ela não é uma super-heroína perfeita”, completou a diretora Anna Boden. “O que a faz especial é que ela é muito humana. Ela é engraçada, mas não conta piadas boas o tempo todo. Ela é determinada e nem sempre toma as melhores decisões”. Entre os detalhes revelados é que “Capitã Marvel” mostrará Carol Danvers (Larson) em meio a um time de heróis intergaláticos, conhecido como Starforce e liderados por Mar-Vell (Law). Quando ela retorna à Terra com questões sobre o seu passado, descobre que uma ameaça inesperada no planeta: outra raça de alienígenas, os skrulls, que são capazes de se transformar em qualquer pessoa com quem entram em contato. Ben Mendelsohn (“Rogue One: Uma História Star Wars”) interpreta o líder dos vilões, Talos. O elenco também inclui Gemma Chan (série “Humans”) como a vilã Dra. Minerva/Minn-Erva e trará de volta Clark Gregg aos filmes da Marvel, como o agente Coulson, da SHIELD. Outro que retorna é o vilão Korath (Djimon Hounsou), que, como Ronan, enfrentou os Guardiões da Galáxia no primeiro filme dos heróis, em 2014. McKenna Grace (“Designated Survivor”) e Annette Bening (“Beleza Americana”) completam o elenco central. “Capitã Marvel” chega aos cinemas brasileiros em 7 de março de 2019.

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    Criador dos zumbis de The Walking Dead fará os demônios da nova adaptação de Spawn

    30 de agosto de 2018 /

    O produtor Greg Nicotero, especialista em maquiagem e efeitos visuais responsável pelos zumbis da série “The Walking Dead”, foi contratado para desenvolver os demônios e criaturas de “Spawn”, nova adaptação dos quadrinhos de Todd McFarlane. Nicotero e sua companhia, a KNB EFX, trabalharam também no primeiro filme do personagem, “Spawn, o Soldado do Inferno”, lançado em 1997, que foi massacrado pela crítica e não deu retorno nas bilheterias. Desta vez, o próprio McFarlane escreveu o roteiro da adaptação e decidiu assumir a função de diretor, com o objetivo de assegurar uma adaptação mais fiel, após adquirir alguma experiência no comando de clipes musicais. Em comunicado oficial, o cineasta se disse ansioso para trabalhar mais uma vez com Nicotero, visando “reinventar o visual clássico de ‘Spawn’ para combinar com o tema sobrenatural do filme”. Jamie Foxx (“O Extraordinário Homem-Aranha 2”) terá o papel-título. Na trama, Al Simmons é um agente da CIA que é traído duas vezes por seus amigos e morto. Mas é convencido a retornar à vida como um guerreiro do inferno, aceitando em troca poder se reencontrar com sua esposa. Mas ao fazer o pacto e virar Spawn, ele percebe que está preso a uma criatura demoníaca e sua mulher seguiu em frente e se casou com seu melhor amigo. O elenco também trará Jeremy Renner (“Os Vingadores”) como o detetive policial Twitch Williams, que tem maior presença na história que o próprio personagem-título. O diretor afirmou ao site Comic Book que o longa não deve contar exatamente a história de origem do personagem, e que Spawn será um “anti-herói de poucas palavras”. Criado por McFarlane em 1991, “Spawn” foi o maior sucesso da então recém-criada editora Image Comics, vendendo 1,7 milhão de exemplares de seu primeiro número. No auge de sua popularidade, “Spawn” gerou linhas de brinquedos, videogames e uma série de animação na HBO, além de um filme de 1997 da New Line, estrelado por Michael Jai White. A nova filmagem vai acontecer 21 anos após o fracasso daquele filme – único longa live action da carreira do diretor Mark A.Z. Dippé. A produção marcará o segundo longa de Foxx baseado em quadrinhos. Ele viveu o vilão Electro em “O Espetacular Homem-Aranha 2”, de 2014. Já Jeremy Renner é especialista no gênero, tendo vivido o herói Gavião Arqueiro em quatro filmes da Marvel. “Spawn” também será a segunda adaptação recente de um personagem de McFarlane. Ele também é o criador de “Venom”, cujo filme individual estreia em outubro. O novo “Spawn” ainda não tem data de estreia definida.

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  • Filme

    Daniela Thomas retira seu filme do Festival de Gramado

    21 de agosto de 2018 /

    O filme “O Banquete” não será mais exibido no Festival do Gramado 2018. A primeira sessão pública do filme seria realizada na quarta-feira (22/8), mas foi suspensa pela diretora Daniela Thomas A assessoria de imprensa justificou a atitude como uma forma de respeito, devido a eventos retratados na trama. O filme se inspira em eventos recentes da história do País. Entre eles, uma carta aberta como a publicada pelo publisher do jornal Folha de S. Paulo, Otávio Frias Filho, nos anos 1990, dirigida ao então presidente do Brasil. Em virtude da morte de Frias, anunciada nesta terça (21/8), e “com o objetivo de respeitar este momento de luto da família”, segundo a nota divulgada, a diretora decidiu então retirar o filme da competição. “Sinto muito pela perda de Otávio e me solidarizo com a família, com seus amigos e funcionários. Foi um grande publisher, um intelectual admirável e tinha muito ainda a contribuir com o País”, afirmou Daniela, no comunicado. “O momento é inoportuno para o encontro de ficção e realidade e as possíveis interpretações equivocadas que a ficção pode suscitar. Por isso, retiro o filme do festival”, completou. A produtora Cisma e a distribuidora Imovision acataram o pedido da diretora da suspensão da exibição. O roteiro de Daniela Thomas apresenta um banquete de jogos de poder e erotismo, onde as vidas dos convidados serão transformadas para sempre. Entre eles está o poderoso editor de uma revista, que celebra seu aniversário de casamento. Ele pode ser preso, já que escreveu uma carta aberta com graves denúncias contra o presidente do país. Participam do elenco Drica Moraes, Mariana Lima, Caco Ciocler, Rodrigo Bolzan, Fabiana Gugli, Gustavo Machado, Chay Suede, Bruna Linzmeyer e Georgette Fadel. A programação do 46º Festival de Cinema de Gramado segue até o dia 25 de agosto.

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  • Etc

    Johnny Depp alega legítima defesa em processo por agressão a integrante da equipe de seu novo filme

    20 de agosto de 2018 /

    Johnny Depp se defendeu no processo em que é acusado de agredir o gerente de locações Gregg Brooks durante as filmagens de “City of Lies”, dizendo ter agido em legítima defesa. O site The Wrap conseguiu acesso a documentos da ação judicial aberta por Brooks contra o ator, nos quais os advogados de Depp afirmam que Brooks “deliberada e maliciosamente provocou” a briga, fazendo com que Depp sentisse que “sua segurança pessoal estava ameaçada no set”, assim como a do diretor Brad Furman (“Conexão Escobar”). Os advogados de Depp pedem, portanto, que o juiz do caso desconsidere a denúncia ou reduza a quantidade de dinheiro que o ator teria que pagar para Brooks. Segundo a denúncia feita pelo gerente de locações, o incidente aconteceu durante filmagens no Barclay Hotel, em Los Angeles. Gregg “Rocky” Brooks alega que o incidente ocorreu no dia 13 de abril de 2017, dia em que a produção tinha permissão para trabalhar até às 19h fora do hotel, e 22h dentro do estabelecimento. Trabalhando como gerente de locação, Brooks conseguiu permissão duas vezes para que as filmagens seguissem por mais tempo, já que Depp teve a ideia de dirigir uma versão maior da cena com dois amigos. Quando o relógio bateu 23h, o responsável pelo hotel pediu para que a produção fosse embora. O rapaz chegou ao diretor, Brad Furman, e deu a má notícia, recebendo em troca a resposta: “Por que você não fala isso para o Johnny Depp?”. Brooks afirma que tentou convencer um policial que tomava conta da produção para ajudá-lo a dar a notícia ao ator, mas, antes de conseguir, o próprio Depp se aproximou dele gritando: “Quem é você? Você não tem o direito de me falar o que fazer”. Após explicar a situação, a vítima ouviu do ator: “Eu não importo quem você seja e você não pode me falar o que fazer”. Enquanto gritava, Depp deu um soco em Brooks. “Eu vou te dar US$ 100 mil para me dar um soco na cara agora mesmo!”, gritou o ator antes dos seguranças afastarem os dois. O integrante da equipe afirma que foi demitido três dias depois, por se negar a assinar um contrato que pedia para ele não entrar com um processo contra Depp. Quando a notícia vazou, uma testemunha ouvida pelo site Page Six revelou que o Depp tinha bebido o dia inteiro, resultando num ambiente “tóxico” nas filmagens. Já o diretor Brad Furman afirmou na ocasião que o incidente estava sendo exagerado. “Johnny Depp é um profissional consumado, grande colaborador e um defensor de outros artistas”, disse ele em um comunicado. “Ele sempre trata a equipe e as pessoas ao seu redor com o maior respeito. Filmes podem ser estressantes, e eventos não frequentes costumam ser exagerados. Nós todos amamos histórias — mas não há uma aqui.” “City of Lies” é um drama policial sobre a investigação do assassinato do rapper Notorious B.I.G. nos anos 1990. Na trama, Depp vive Russell Poole, o detetive da polícia de Los Angeles que, ao investigar o crime, acaba descobrindo que policiais corruptos estavam envolvidos e entra em choque com a polícia da cidade. Em parte graças à polêmica, o suspense teve sua estreia norte-americana, originalmente marcada para 7 de setembro, adiada pelo estúdio e não tem mais previsão para chegar aos cinemas.

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  • Filme,  Série

    Filme Sexy Beast, que rendeu indicação ao Oscar para Ben Kingsley, vai virar série

    18 de agosto de 2018 /

    O filme britânico “Sexy Beast” (2000), lançado no Brasil com o mesmo título, virou projeto de série, numa parceria entre os estúdios Anonymous Content e Paramount Television, responsáveis por sucessos como “13 Reasons Why” e “The Alienist”. Filme de estreia do cineasta Jonathan Glazer (“Reencarnação” e “Sob a Pele”), “Sexy Beast” é um filme de gângsteres que rendeu até uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante para Ben Kingsley. Na trama, Ray Winstone vive Gal Dove, um ladrão que resolve se aposentar da vida do crime, saindo em férias com sua mulher e amigos para a Espanha. Mas seu antigo parceiro Don Logan (papel de Kingsley) quer que ele participe de um grande assalto em Londres e se recusa a aceitar “não” como resposta. Ian McShane também está no elenco com o poderoso chefão Teddy Bass, que se beneficiaria do crime. A série seria um prólogo que contaria o passado criminoso desses personagens, mostrando o começo da parceria entre Gal Dove e Don Logan, na época em que começam a trabalhar para o chefão Teddy Bass e Gal conhece e se apaixona pela estrela de cinema adulto DeeDee – sua futura esposa. Gal é um ladrão brilhante e Don é um gângster cruel, e a série vai explorar o complicado relacionamento do par, em meio à loucura sedutora do mundo criminoso de Londres durante os vibrantes e voláteis anos 1990. A atração está sendo desenvolvida por Michael Caleo, roteirista das séries clássicas “Rescue Me” e “Os Sopranos”, além do filme “A Família”, de Luc Besson, e será oferecida para interessados, visando um lançamento na TV paga ou em plataformas de streaming.

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  • Série

    Valley of the Boom: Série sobre a popularização da internet nos anos 1990 ganha primeiro trailer

    12 de agosto de 2018 /

    O canal pago National Geographic divulgou três fotos e o primeiro trailer da série “Valley of the Boom”, sobre o início da era da internet. O tema já foi abordado pela excelente “Halt and Catch Fire”, mas a nova produção se foca na chamada guerra dos browsers dos anos 1990, época em que o Netscape revolucionou a navegação online e popularizou a “web”, originalmente chamada de WWW (world wide web), e ameaçou o monopólio da Microsoft entre os softwares de computação. A produção é um híbrido que combina dramatização, ou melhor, “comeditização”, já que o tom é humorístico, com depoimentos de técnicos de informática e testemunhas reais da História, típicos de documentários televisivos. O formato híbrido já tinha sido experimentado pelo canal na série “Mars”, renovada para a 2ª temporada, apesar de ter decepcionado quem esperava uma sci-fi de ação. Criada, escrita, produzida e dirigida por Matthew Carnahan (criador da série “House of Lies”), “Valley of the Boom” traz em sua parte cômica os atores Lamorne Morris (série “New Girl”), Steve Zahn (série “The Crossing”), John Karna (série “Scream”) e Bradley Whitford (“Corra!”). A jornalista Arianna Huffington, fundadora do site The Huffington Post, é uma das produtoras da atração, que terá seis episódios. Ainda sem data de estreia, “Valley of the Boom” deve chegar à TV durante a temporada de outono (entre setembro e novembro) nos Estados Unidos.

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  • Série

    Remake de Charmed ganha novos comerciais

    7 de agosto de 2018 /

    A rede The CW divulgou dois novos comerciais do remake de “Charmed”, que muda a etnia das jovens bruxas dos anos 1990. As três irmãs agora são latinas, cortesia da imaginação da equipe de “Jane the Virgin”. Na nova versão, a morte trágica de sua mãe faz com que duas irmãs muito unidas descubram que tem uma terceira irmã mais velha. Mas a surpresa não fica nisso. Elas experimentam, de forma inesperada, poderes que até então não sabiam possuir. Logo, um conselheiro de bruxas explica a situação para as jovens. É muito simples, na verdade: as três são bruxas. A sinopse oficial ainda acrescenta um viés feminista na trama, ao afirmar que “esse poderoso trio deve se unir para combater as batalhas cotidianas e sobrenaturais que todas as bruxas modernas devem enfrentar: desde derrotar demônios poderosos até derrubar o patriarcado”. A série original de 1998, produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), acompanhava três irmãs brancas (Alyssa Milano, Holly Marie Combs e Shannen Doherty) lidando com o despertar de seus poderes – uma quarta irmã (Rose McGowan) acabou surgindo mais tarde, quando a produção precisou “trocar” uma das atrizes (Doherty) por problemas de bastidores. A série durou oito temporadas, até 2006, mas fez tento sucesso que continuou sua trama nos quadrinhos, publicados até 2012. As três poderosas de 2018 são vividas por Madeleine Mantock (“Into the Badlands”), Melonie Diaz (“Fruitvale Station”) e Sarah Jeffery (“Descendentes”), e o elenco de apoio ainda inclui Rupert Evans (série “The Man In The High Castle”), Ser’Darius Blain (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) e Charlie Gillespie (série “Degrassi: Next Class”). A produção é de Jennie Snyder Urman, criadora de “Jane the Virgin”, e o projeto foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, roteiristas de “Jane the Virgin”. “Charmed” vai estrear em 14 de outubro nos Estados Unidos, inaugurando um novo horário de conteúdo original no canal americano, que passará a exibir séries também aos domingos.

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  • Série

    2ª temporada de Pose vai se passar em 1990 e registrar repercussão do hit Vogue, de Madonna

    7 de agosto de 2018 /

    A 2ª temporada de “Pose”, série de Ryan Murphy (“American Horror Story”) passada no final dos anos 1980 em meio à comunidade LGBTQIA+ de Nova York, voltará com um salto temporal para os anos 1990. O objetivo, segundo o criador da atração, será reproduzir a repercussão alcançada pela gravação do hit “Vogue”, de Madonna, que tirou a cena clubber transexual do underground. O detalhe é que a música também descontextualizou a inspiração e ganhou um vídeo com dançarinos exclusivamente cisgêneros. A série vai mostrar a reação dos personagens a essa apropriação cultural. Vale lembrar que, abafados pelo sucesso e críticas positivas à canção, houve protestos contra a exploração feita por Madonna. A feminista Nicole Akoukou Thompson escreveu no Latin Post que Madonna tinha “pego um fenômeno especificamente queer, transgênero, latino e afro-americano e apagado totalmente esse contexto” com a letra e o vídeoclipe de “Vogue”. A música acabou tendo grande impacto cultural no mainstream, ao trazer a house music pela primeira vez às paradas da música popular, e por devolver a celebração da cultura dançante ao rádio, uma década depois da disco music ter sua morte comercial decretada. Dezenas de imitadores se seguiram, e a dance music voltou com tudo ao pop. Exibida no canal pago FX, “Pose” entrou para a História ao escalar o maior elenco com atores transgêneros já visto na TV, e por ter pela primeira vez um episódio escrito, produzido e dirigido por uma trans negra, Janet Mock. A 1ª temporada se encerrou em 22 de julho nos Estados Unidos, e Ryan Murphy está doando todos os lucros obtidos pela produção para entidades relacionadas aos direitos LGBTQIA+. Relembre abaixo o clipe de “Vogue”, de Madonna, dirigido em 1990 pelo futuro cineasta David Fincher (“Clube da Luta”, “Garota Exemplar”).

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  • Filme

    Estreia do novo filme de Johnny Depp é cancelada

    6 de agosto de 2018 /

    “City of Lies”, estrelado por Johnny Depp e baseado na história real por trás da investigação sobre o assassinato do rapper Notorious B.I.G., teve sua estreia cancelada. O filme estava originalmente previsto para chegar aos cinemas em 7 de setembro, data escolhida para coincidir com o 46º aniversário do rapper, assassinado em 1997 em uma emboscada em Los Angeles. A notícia vem menos de um mês depois que o gerente de locação do filme processou Depp, acusando o ator de agressão durante as filmagens. Gregg “Rocky” Brooks alega que o incidente ocorreu no dia 13 de abril de 2017, quando o astro estava filmando fora do Barclay Hotel, em Los Angeles. Segundo a vítima, a produção tinha permissão para trabalhar até às 19h fora do hotel, e 22h dentro do estabelecimento. Trabalhando como gerente de locação, Brooks conseguiu permissão duas vezes para que as filmagens seguissem por mais tempo, já que Depp teve a ideia de dirigir uma versão maior da cena com dois amigos. Quando o relógio bateu 23h, o responsável pelo hotel pediu para que a produção fosse embora. O rapaz chegou ao diretor, Brad Furman, e deu a má notícia, recebendo em troca a resposta: “Por que você não fala isso para o Johnny Depp?”. Brooks afirma que tentou convencer um policial que tomava conta da produção para ajudá-lo a dar a notícia ao ator, mas, antes de conseguir, o próprio Depp se aproximou dele gritando: “Quem é você? Você não tem o direito de me falar o que fazer”. Após explicar a situação, a vítima ouviu do ator: “Eu não importo quem você seja e você não pode me falar o que fazer”. Enquanto gritava, Depp deu um soco em Brooks. “Eu vou te dar US$ 100 mil para me dar um soco na cara agora mesmo!”, gritou o ator antes dos seguranças afastarem os dois. O integrante da equipe afirma que foi demitido três dias depois, por se negar a assinar um contrato que pedia para ele não entrar com um processo contra Depp. Quando a notícia vazou, uma testemunha ouvida pelo site Page Six revelou que o Depp tinha bebido o dia inteiro, resultando num ambiente “tóxico” nas filmagens. Já o diretor Brad Furman afirmou na ocasião que o incidente estava sendo exagerado. “Johnny Depp é um profissional consumado, grande colaborador e um defensor de outros artistas”, disse ele em um comunicado. “Ele sempre trata a equipe e as pessoas ao seu redor com o maior respeito. Filmes podem ser estressantes, e eventos não frequentes costumam ser exagerados. Nós todos amamos histórias — mas não há uma aqui.” Na trama, Depp vive Russell Poole, o detetive da polícia de Los Angeles que, ao investigar o assassinato dos rappers, acaba descobrindo que policiais corruptos estavam envolvidos em ambos os crimes e entra em choque com a polícia da cidade. Parte desta história também já foi mostrada em três filmes, “Notorious B.I.G.: Nenhum Sonho é Grande Demais” (2009), “Straight Outta Compton: A História do NWA” (2015) e All Eyez on Me” (2017). E rendeu uma minissérie completa, “Unsolved: The Murders of Tupac & The Notorious B.I.G.”. Além disso, todas as teorias sobre as mortes dos rappers tiveram que ser revistas com o surgimento de um cúmplice dos crimes, que se apresentou voluntariamente em junho, após ser diagnosticado com câncer terminal.

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  • Série

    Vídeo registra reencontro do elenco de Murphy Brown no cenário do relançamento da série

    5 de agosto de 2018 /

    A rede CBS divulgou a primeira foto oficial (acima) e um vídeo do revival de “Murphy Brown”. A prévia registra o momento do reencontro do elenco para a primeira leitura coletiva dos roteiros, que aconteceu no estúdio de gravação, em meio ao cenário da produção. Por isso, há um clima de emoção e palmas que ressoam. A série original foi exibida durante dez anos, de 1988 à 1998, acompanhando os bastidores de um telejornal que tinha como estrela a jornalista celebridade Murphy Brown, uma ex-alcoólatra que se tornou mais ranzinza após passar por reabilitação. Assumidamente liberal, ela considerava o governo Bush seu maior inimigo, e quando não reclamava de tudo, tentava lidar com a família e problemas financeiros. Essa premissa acabou rendendo 17 troféus Emmy, tornando “Murphy Brown” uma das séries mais premiadas da CBS. O revival está a cargo da criadora da atração, Diane English, e a produção contará com todo o elenco original, inclusive a estrela Candice Bergen, vencedora de cinco Emmys de Melhor Atriz de Série de Comédia pelo papel-título. Com ela, retornam Faith Ford (Corky Sherwood, na série), Joe Regalbuto (Frank Fontana), Grant Shaud (Miles Silverberg) e até Dena Dietrich (Phyllis), que fez três participações na série. Além destes, há duas novas adições confirmadas: Nik Dodani (da série “Atypical”) como Pat Patel, um jovem que tem a responsabilidade de atualizar Murphy e a equipe do telejornal para as mídias sociais do século 21, e Jake McDorman (astro de “Limitless”) como o filho adulto da protagonista. Avery Brown era uma criança no final da série e será reintroduzido como um jornalista que segue os passos de sua mãe e se tornou muito parecido com ela, inclusive no espírito competitivo. Vale lembrar que o intérprete original do menino seguiu carreira de ator, mas os produtores não o convidaram para reprisar o papel porque seu tipo físico se tornou bem diferente do idealizado para o personagem. O Avery mais crescido da série foi vivido por ninguém menos que Haley Joel Osment, que após o fim de “Murphy Brown” foi ver gente morta em “O Sexto Sentido” (1999) e hoje em dia aparece gordinho e com indícios de calvície precoce em séries como “Arquivo X” e “Silicon Valley”. O revival vai estrear em 27 de setembro nos Estados Unidos.

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  • Etc

    Investigado por estupro, Steven Seagal vira representante especial da Rússia para “relações humanitárias” com os EUA

    5 de agosto de 2018 /

    Processado por abuso sexual e estupro por duas mulheres na Califórnia, o ator Steven Seagal foi escolhido pelo Ministério das Relações Exteriores da Rússia como seu representante especial para “relações humanitárias” entre a Rússia e os Estados Unidos. O Ministério das Relações Exteriores da Rússia comparou o novo papel de Seagal ao de um embaixador da boa vontade da ONU. “É um caso de diplomacia popular cruzando com a diplomacia tradicional”, afirmou o Ministério, em comunicado. “Sempre tive um desejo muito forte de fazer tudo o que puder para ajudar a melhorar as relações entre a Rússia e os EUA”, disse Seagal, segundo a emissora de TV estatal russsa RT. “Eu trabalhei incansavelmente nesta direção por muitos anos não oficialmente e agora estou muito grato pela oportunidade de fazer a mesma coisa oficialmente.” Por mais de uma década, Seagal tem sido um visitante regular da Rússia, onde seus filmes ainda são populares. O presidente Putin é um de seus fãs e deu um passaporte russo de presente ao ator em 2016, dizendo que esperava que isso servisse para simbolizar como os laços entre Moscou e Washington estão começando a melhorar. Desde então, contudo, as relações entre EUA e Rússia só pioraram, com as agências de inteligência norte-americanas acusando o governo russo de interferir na gestão da Casa Branca de Donald Trump, uma alegação que a Rússia nega. Os dois países também estão em conflito sobre intervenções militares na Síria e na Ucrânia. Caso Sylvester Stallone tivesse aceitado o convite de Donald Trump para comandar os programas de Cultura dos EUA, os dois poderiam discutir diplomacia, enquanto explodissem os dois países em uma nova produção de Hollywood. Atualmente investigado pela polícia de Los Angeles, Steven Seagal pode ser condenado de 10 anos a prisão perpétua se o caso chegar ao tribunal da Califórnia. O processo corre em segredo de justiça, mas as denúncias são conhecidas. Nos últimos meses, Seagal foi acusado de abuso e assédio sexual por várias mulheres, algumas delas conhecidas, como Eva LaRue, que estrelou a série “CSI: Miami” por oito temporadas. Ela disse ao site Deadline que o ator a trancou em uma sala durante um teste em sua casa em 1990 e depois abriu seu quimono, ficando de pé diante dela, apenas de cueca. E Portia de Rossi, da série “Arrested Development” e casada com a apresentadora Ellen DeGeneres, relatou no Twitter que, durante outro suposto teste, Seagal desceu o zíper da sua calça de couro, o que a fez sair correndo. Outras atrizes que revelaram assédios de Seagal foram Julianna Margulies, Jenny McCarthy e Katherine Heigl.

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  • Filme

    Proposta Indecente vai ganhar remake da roteirista de A Garota no Trem

    31 de julho de 2018 /

    A Paramount Players, divisão da Viacom focada em explorar franquias do conglomerado, vai produzir um remake do clássico dos anos 1990 “Proposta Indecente”. O estúdio contratou a roteirista Erin Cressida Wilson (“A Garota no Trem”) para escrever uma atualização da história mais que conhecida. Lançado em 1993, o filme foi dirigido por Adrian Lyne (de “Atração Fatal”) e tinha uma premissa que acabou virando piada. Na trama, Demi Moore e Woody Harrelson vivem um casal que passa por dificuldades financeiras e se vê tentado pela oferta de um homem rico, interpretado por Robert Redford, que oferece US$ 1 milhão para transar com a jovem. A piada é que a maioria do público transaria de graça com o então ainda galã Redford. O filme teve uma bilheteria de US$ 266 milhões ao redor do mundo, considerada bastante elevada para a época, e marcou a transição de Demi Moore para a fase adulta de sua carreira, em papéis que exploraram sua sensualidade – depois, vieram “Assédio Sexual” (1994) e “Striptease” (1996). Cressida Wilson escreveu roteiros para os igualmente quentes e controversos “Secretária” (2002), “A Pele” (2006) e “O Preço da Traição” (2009), todos com temática sexual, antes de enveredar pelo drama indie em “Homens, Mulheres e Filhos” (2014) e o suspense típico de best-seller em “A Garota no Trem” (2016). O desafio será tornar a premissa original compatível com o mundo atual. Vinte e cinco anos depois, o tema tornou-se ainda mais politicamente incorreto, em meio aos escândalos sexuais dos poderosos de Hollywood. O remake de “Proposta Indecente” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Frasier pode ser a próxima série clássica a ganhar revival

    26 de julho de 2018 /

    Uma das séries de comédia mais premiadas da história do Emmy pode voltar a ser produzida. Segundo o site Deadline, o ator Kelsey Grammer estaria negociando com a CBS, emissora que exibiu a série originalmente, para voltar ao papel do Dr. Frasier Crane, personagem-título de “Frasier”. Sucesso absoluto entre 1993 e 2004, a série acompanhava a comédia da vida do psicólogo Frasier e sua família disfuncional. O revival o mostraria em novo endereço, morando na cidade de Seattle, o que justificaria a presença de outros coadjuvantes para suas trapalhadas. Alguma mudança seria necessária, já que John Mahoney, intérprete de seu pai na série, faleceu em fevereiro, aos 77 anos. De todo modo, não seria a primeira vez que o personagem mudaria de cenário, pois ele foi introduzido originalmente em “Cheers” (1982-1993), outra sitcom clássica. “Fraser” era, na verdade, um spin-off. A atração venceu cinco vezes consecutivas o Emmy de Melhor Série Cômica, entre 1994 e 1998, um recorde que só foi ser igualado recentemente por “Modern Family”. E Grammer conquistou quatro troféus de Melhor Ator em Série Cômica durante as 11 temporadas da série.

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