Trailer de Nada a Perder 2 continua história de Edir Macedo
A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer de “Nada a Perder 2”, continuação da cinebiografia do bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus. A prévia tem cenas de protestos, polícia, documentos queimados, o infame chute na santa e viagem a Israel, além de mostrar o crescimento do negócio religioso. Acusado de ser exibida para salas vazias de cinema – enquanto a Igreja Universal negou ter comprado e distribuído tíquetes entre fiéis, exibidoras confirmaram ter vendido pacotes para pastores – , o primeiro filme vendeu 12 milhões de ingressos, o que representou metade do total de espectadores de todos os filmes brasileiros em 2018. A continuação vai cobrir os anos entre a saída do bispo da prisão, em 1992, e a inauguração do Templo de Salomão, em São Paulo, em 2014. Petrônio Gontijo volta ao papel de Macedo e o elenco também inclui Day Mesquita, Beth Goulart, Dalton Vigh, Eduardo Galvão e César Mello, entre outros. Muitos outros. Foram mais de 60 atores e 6 mil figurantes em locações no Brasil, África do Sul e Israel Novamente dirigido por Alexandre Avancini, “Nada a Perder 2” tem estreia marcada para 15 de agosto.
Revival? Mais um ator da série clássica Angel promete surpresa “incrível” para os fãs
Mais um ator da série clássica “Angel, o Caça-Vampiros” (Angel) afirmou que há planos para uma “surpresa” para os fãs no aniversário de 20 anos da atração. Depois de David Boreanaz, intérprete do próprio Angel, sugerir um revival, o ator J. August Richards, que interpretou o caça-vampiros Charles Gunn na série, confirmou que uma “reunião de 20 anos” vai acontecer. E antes do que muitos imaginam: no verão norte-americano (entre maio e agosto). “Eu queria compartilhar que nesse verão teremos uma incrível surpresa na reunião de 20 anos de Angel e não posso dizer o que é, não posso dizer mais que isso, mas posso dizer que vocês não perderão. Não dá pra perder isso. Vai ser incrível. Estou realmente empolgado para isso”, disse o ator. Nenhum dos dois atores foi claro a respeito do que seria essa reunião – um revival da série, um telefilme ou um programa em que eles relembrariam a série. Mas, como não vai demorar, novas notícias devem surgir em breve. Spin-off da série clássica “Buffy: A Caça-Vampiros”, a atração estrelada por Boreanaz acompanhava o namorado vampiro de Buffy. E, ao contrário da série principal, que concluiu sua história, teve um cancelamento abrupto em 2004, que deixou os fãs sem final e em campanha eterna por alguma conclusão. Lançada em 1999, “Angel”, que no Brasil ganhou o subtítulo de “o Caça-Vampiros” como “Buffy: A Caça-Vampiros”, tem antecipado as comemorações de seus 20 anos com vários reencontros dos integrantes do “Buffyverso” em eventos especiais. O primeiro foi em 2017, quando “Buffy” completou 20 anos e virou capa da revista Entertainment Weekly. O mais recente aconteceu em fevereiro, durante a convenção Wizard World em Portland. Os membros do elenco de “Buffy”, incluindo Alyson Hannigan, Amber Benson, James Marsters, Charisma Carpenter, Nicholas Brendon, Julie Benz, Iyari Limon, Amy Acker, James Leary, Clare Kramer e Alexis Denisof, postaram inúmeras fotos da reunião deixando os fãs querendo mais. Vale lembrar, ainda, que após anos se recusando a fazer parte de remakes, reboots ou continuações de “Buffy”, Joss Whedon, criador do universo da heroína, aceitou em julho passado participar da produção de uma nova série da personagem. Desde então, nada mais se falou sobre este projeto, que seria comandado por Monica Owusu-Breen, criadora da série “Midnight Texas” e conhecida de Whedon por ter trabalhado em “Agents of SHIELD” – outra criação do pai de “Buffy”. Os dois assinam juntos o roteiro do piloto do projeto. Até o momento, Whedon não falou nada sobre a volta de “Angel”.
Michelle Pfeiffer mostra que ainda tem agilidade da Mulher-Gato no Instagram
Depois de “reencontrar” o seu chicote de Mulher-Gato no mês passado, a atriz Michelle Pfeiffer postou um novo vídeo em seu Instagram, mostrando que ainda sabe utilizar o acessório da vilã que interpretou em “Batman: O Retorno”, lançado em 1992, há 27 anos. “Como andar de bicicleta”, ela legendou, ao lado do vídeo em que estala o chicote com agilidade. Esta é a terceira vez que Pfeiffer se lembra de sua época de Mulher-Gato no Instagram. Além do post original do chicote, ela postou uma cena da icônica personagem quando fez sua estreia na rede social em janeiro, com uma legenda simples: “Miau, Instagram”. A atriz, que completou 60 anos de idade recentemente, vai aparecer a seguir em “Vingadores: Ultimato”, como Janet van Dyne, a Vespa original, e em “Malévola 2”, ao lado de Angelina Jolie e Elle Fanning. Visualizar esta foto no Instagram. Just like riding a bike ? Uma publicação compartilhada por Michelle Pfeiffer (@michellepfeifferofficial) em 1 de Abr, 2019 às 9:03 PDT
Com audiência em queda, Charmed troca showrunner
A rede The CW anunciou uma mudança criativa na série “Charmed”. Carter Covington (criador de “Faking It”) deixou o cargo de showrunner e será substituído pelo casal de roteiristas Elizabeth Kruger e Craig Shapiro na 2ª temporada. Kruger e Shapiro foram responsáveis pela criação das séries “Salvation” e “Necessary Roughness”. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, a emissora espera que com a troca de produtores executivos a série “se apoie mais em seus enredos sobrenaturais e menos na dinâmica familiar”, que era o forte de Covington. A verdade é que, apesar de renovada, “Charmed” não está tendo um bom desempenho, atingindo sua pior audiência no último domingo (24/3), quando foi assistida por 589 mil telespectadores ao vivo nos Estados Unidos. Isto representa metade do público que sintoniza a outra série nova de bruxas do canal, “Legacy”. E aponta que o CW fez a escolha errada ao deixar “O Mundo Sombrio de Sabrina” ir para a Netflix, com a justificativa de não querer três lançamentos de bruxas no mesmo ano. Preferiu “Charmed”, que não atingiu o mesmo sucesso de “Sabrina” em streaming. “Charmed” é um reboot latino da série homônima de 1998, produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), sobre três (quatro, a partir do 4º ano) irmãs bruxas, que durou oito temporadas até 2006. As três garotas superpoderosas do reboot são vividas por Madeleine Mantock (“Into the Badlands”), Melonie Diaz (“Fruitvale Station”) e Sarah Jeffery (“Descendentes”), e o elenco de apoio ainda inclui Rupert Evans (série “The Man In The High Castle”), Ser’Darius Blain (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) e Charlie Gillespie (série “Degrassi: Next Class”). A produção é de Jennie Snyder Urman, criadora de “Jane the Virgin”, e o projeto foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, roteiristas de “Jane the Virgin”.
Jovens Bruxas vai ganhar remake dos produtores de Corra!
O popular terror dos anos 1990 “Jovens Bruxas” vai ganhar remake da produtora Blumhouse, de Jasom Blum, responsável por alguns dos filmes mais bem-sucedidos do gênero nos últimos tempos – “Corra!”, “Nós”, “Fragmentado”, “Uma Noite de Crime”, etc. O estúdio Sony se acertou com Blum para sua produtora desenvolver uma nova versão do horror adolescente de 1996 que, apesar de despretensioso, acabou cultuado – e ainda rendeu a música-tema da série “Charmed”, lançada dois anos depois. O elenco original incluía Robin Tunney (a Teresa Lisbon de “The Mentalist”), Fairuza Balk (Ginger em “Ray Donovan”), Neve Campbell (a Sidney Prescott da franquia “Pânico”), Rachel True (série “Half & Half”) e Skeet Ulrich (o FP Jones de “Riverdale”). A trama antecipava “Meninas Malvadas” (2004) como terror, ao acompanhar uma jovem recém-chegada numa nova escola, que faz amizade com três garotas malvadas, envolvidas em bruxaria. Mas a irmandade formada por elas é quebrada quando uma das bruxas abusa do poder. Ao se voltarem contra a novata, esta se mostra muito mais poderosa que o esperado. A Sony tenta filmar o remake desde 2015, quando contratou a cineasta Leigh Janiak (do terror indie “Honeymoon”) para o projeto. Na ocasião, a iniciativa não deu em nada. A nova versão será escrita e dirigida pela atriz Zoe Lister-Jones, que estreou atrás das câmeras com a comédia musical indie “Band Aid”, premiada em festivais norte-americanos em 2017. E a produção vai contar com participação do diretor do filme original, Andrew Fleming (“Nancy Drew e o Mistério de Hollywood”). O novo “The Craft” (título em inglês) ainda não tem cronograma de filmagem e nem data de estreia definidos. Veja abaixo o trailer para relembrar o filme original, ao som do cover de “How Soon Is Now” (The Smiths) cantado por Richard Butler (Psychedelic Furs) na banda Love Spit Love, que viraria tema de abertura de “Charmed”.
Michelle Pfeiffer volta a usar o chicote da Mulher-Gato no Instagram
Michelle Pfeiffer postou um vídeo nostálgico em seu Instagram, ao mostrar que “encontrou” o seu chicote de Mulher-Gato. A estrela usou o acessório ao interpretar a vilã dos quadrinhos em “Batman: O Retorno”, lançado em 1992, há 27 anos. “Olha o que eu achei”, ela diz, ao mostrar o chicote em primeiro plano, acrescentando que ele precisa de um pouco de cuidados (“TLC”, na gíria americana) por ter ficado guardado por tanto tempo. Não é a primeira vez que Pfeiffer se lembra de sua época de Mulher-Gato no Instagram. Em janeiro, quando fez sua estreia na rede social, ele postando uma cena da icônica personagem com uma legenda simples: “Miau, Instagram”. A atriz, que completou 60 anos de idade recentemente, vai aparecer a seguir em “Vingadores: Ultimato”, como Janet van Dyne, a Vespa original, e em “Malévola 2”, ao lado de Angelina Jolie e Elle Fanning. Visualizar esta foto no Instagram. Look what I found ? Uma publicação compartilhada por Michelle Pfeiffer (@michellepfeifferofficial) em 22 de Mar, 2019 às 9:03 PDT
David Boreanaz revela provável volta de Angel: O Caça-Vampiros
O ator David Boreanaz deixou os fãs do buffyverso em polvorosa, ao sinalizar que um revival de “Angel” estaria em desenvolvimento. Spin-off da série clássica “Buffy: A Caça-Vampiros”, a atração estrelada por Boreanaz acompanhava o namorado vampiro de Buffy. E, ao contrário da série principal, que concluiu sua história, teve um cancelamento abrupto em 2004, que deixou os fãs sem final e em campanha eterna por alguma conclusão. Lançada em 1999, a série, que no Brasil ganhou o subtítulo de “o Caça-Vampiros” como “Buffy: A Caça-Vampiros”, está completando 20 anos. E a efeméride foi lembrada durante uma entrevista de Boreanaz ao programa “The Talk” nesta terça (19/3). “Estamos chegando aos 20 anos. E é mesmo incrível ter sido abençoado com uma série como essa, que foi onde realmente comecei meu show nesse mundo de atuação”, disse Boreanaz na entrevista. “Eu amo esse personagem”, acrescentou. “Então, eu vou dizer que pode haver algo chegando. Eu não quero revelar muito. Eu posso dizer que 20 anos se completam neste outono e nós podemos ter alguma coisa em desenvolvimento”. Segundo o site Deadline, o retorno de “Angel” teria sido alimentado por reencontros do elenco em eventos especiais. O primeiro foi em 2017, quando “Buffy” completou 20 anos e virou capa da revista Entertainment Weekly. O mais recente aconteceu no mês passado, durante a convenção Wizard World em Portland. Os membros do elenco de “Buffy”, incluindo Alyson Hannigan, Amber Benson, James Marsters, Charisma Carpenter, Nicholas Brendon, Julie Benz, Iyari Limon, Amy Acker, James Leary, Clare Kramer e Alexis Denisof, postaram inúmeras fotos da reunião deixando os fãs querendo mais do buffyverso. Vale lembrar, ainda, que após anos se recusando a fazer parte de remakes, reboots ou continuações de “Buffy”, Joss Whedon, criador do universo da heroína, aceitou em julho passado participar da produção de uma nova série da personagem. Desde então, nada mais se falou sobre este projeto, que seria comandado por Monica Owusu-Breen, criadora da série “Midnight Texas” e conhecida de Whedon por ter trabalhado em “Agents of SHIELD”. Os dois assinam juntos o roteiro do piloto, que teria uma grande mudança em relação ao seriado cultuado: a protagonista será uma adolescente negra. Portanto, a volta de Angel pode não ser um revival, mas participação do ator na nova série de Buffy, que acompanharia o surgimento de uma nova caça-vampiros.
Estrela da série original, Shiri Appleby retorna a Roswell para dirigir o remake
A atriz Shiri Appleby voltou ao universo de “Roswell”, série que a tornou conhecida em 1999. Vinte anos depois de viver a jovem Liz Parker, ela retornou aos sets da atração, que ganhou remake e novo título na rede CW, desta vez como diretora. Appleby comanda o episódio de “Roswell, New Mexico” que será exibido nesta terça (19/3) nos Estados Unidos. Intitulado “Songs About Texas”, o episódio faz parte de uma guinada recente na carreira da atriz, que após dirigir quatro capítulos de sua última série, “UnReal”, resolveu continuar atrás das câmeras em outros projetos. Sua lista de próximos capítulos inclui as séries “Pretty Little Liars: The Perfectionists”, “Dynasty” e “Light as Feather”. Mas a participação em “Roswell, New Mexico” será especial porque foi um pedido específico da showrunner Carina Adly MacKenzie. “Há algo particular que acontece na história deste episódio que fez com que ela quisesse que eu o dirigisse. E uma vez que li o roteiro entendi o porquê, e fiquei muito agradecida por me darem esse episódio”, contou Appleby, em entrevista ao site The Hollywood Reporter. Os fãs devem procurar por alguma conexão com a série clássica dos anos 1990.
Capitã Marvel faz músicas do Hole, Nirvana, Garbage e No Doubt aumentarem suas vendas
O sucesso de “Capitã Marvel” não se restringe aos cinemas. O filme em que Brie Larson veste camiseta da banda Nine Inch Nails também teve impacto na venda das canções que aparecem em sua trilha sonora, de acordo com relatório da Nielsen divulgado pela revista Billboard. Juntas, as 13 canções que tocam no filme tiveram um crescimento de 464% nas vendas nos EUA durante os quatro primeiros dias de exibição da produção nos cinemas (entre 7 e 10 de março). O repertório reúne sucessos do pop, rap e do rock grunge dos anos 1990, época retratada na trama. A música “Celebrity Skin”, da banda Hole, teve o maior crescimento (2.222%), chegando a 2 mil downloads vendidos nos EUA nesses quatro dias. Três outras músicas também venderam pouco mais de mil downloads: “Come As You Are”, do Nirvana (cresceu 371%), “Just a Girl”, do No Doubt (720%), e “Only Happy When It Rains”, do Garbage (1.351%). Em streaming, as 13 canções também aumentaram mais de 1 milhão de execuções, saltando de 2,85 milhões para 4,09 milhões de 7 a 10 de março. Lembre abaixo os clipes das músicas citadas.
Jed Allan (1935 – 2019)
O ator Jed Allan, que interpretou o personagem Rush Sanders na série “Barrados no Baile”, morreu aos 84 anos. O filho de Allan confirmou a morte do pai em um post no Facebook no último sábado (9/3). “Eu sinto muito por ter que postar a triste notícia da morte do meu pai nesta noite”, escreveu Rick Brown. “Ele morreu pacificamente, cercado por sua família, e muito amado por todos nós e muitos outros”. O personagem de Allan em “Barrados no Baile” era pai de Steve Sanders (Ian Ziering), um dos protagonistas da série. Ele apareceu em um total de 18 episódios, entre 1994 e 1999. Ziering postou uma homenagem ao ator em seu Instagram, dizendo-se entristecido por revelar que perdeu mais um colega de “Barrados no Baile”. Veja abaixo. Allan é o segundo ator da série a morrer neste mês. Na segunda passada (4/3), Luke Perry, intérprete o galã Dylan McKay na série, faleceu em decorrência de um AVC (acidente vascular cerebral) aos 52 anos. As duas mortes aconteceram pouco depois do anúncio de um revival de “Barrados no Baile”, pela emissora norte-americana Fox. Vários membros do elenco original vão se juntar novamente para uma minissérie de seis episódios. Além de “Barrados”, o nova-iorquino Allan ficou conhecido por seus papéis em novelas diurnas (as chamadas soup operas). Ele começou a carreira fazendo aparições em atrações do gênero nos anos 1960, como “General Hospital”, “Love of Life” e “The Secret Storm”, antes de encarar um de seus papéis mais duradouros em “Days of Our Lives”, a partir de 1977. Ele interpretou Don Craig na novela interminável por 14 anos, tendo recebido uma indicação ao Emmy em 1979. E em 1986 estrelou mais de mil episódios diários como o patriarca C.C. Capwell em “Santa Barbara”. Visualizar esta foto no Instagram. So sad to hear we've lost another 90210 castmate. I had the pleasure of working with Jed Allan from 94 to 99. He played Rush Sanders, Steve's father. Such a great guy to work with, he will be missed. #ripjedallan Uma publicação compartilhada por Ian Ziering (@ianziering) em 10 de Mar, 2019 às 10:15 PDT
Revival da série Barrados no Baile fará homenagem especial a Luke Perry
O revival da série “Barrados no Baile” pretende realizar uma homenagem especial a Luke Perry, astro do elenco original da série, que faleceu na segunda passada (4/3), aos 52 anos, após um acidente vascular cerebral (AVC). A revelação foi feita pelo presidente da CBS TV Studios, David Stapf, durante a conferência internacional de televisão (INTV) nesta segunda (11/3) em Jerusalém, Israel. “Ainda não determinamos como vamos lidar com a morte dele na série, ainda vamos pensar. Mas Luke sem dúvida será notado e homenageado de alguma forma”, garantiu o executivo, que ainda lembrou que “ele seria um dos poucos atores do elenco original que não ia atuar na nova série, por causa de seu comprometimento com ‘Riverdale'”, referindo-se ao papel de Perry como Fred Andrews na série da rede CW. A morte do ator será assunto inescapável porque a atração reunirá o elenco dos anos 1990 não como seus personagens, mas como eles próprios, refletindo sobre os anos que se passaram desde o sucesso de “Barrados no Baile”, enquanto tentam tirar do papel uma continuação. Stapf contou que a abordagem do revival partiu de Tori Spelling. “Ela costuma vir no escritório e despejar várias ideias de séries”. Uma delas finalmente empolgou o suficiente para ser levada adiante. “Ela brincou com ideia de como seria divertido reunir toda a turma novamente”. E o passo seguinte foi sugerir o projeto para a rede Fox, que exibiu o “Barrados no Baile” original nos Estados Unidos. O projeto foi aprovado sem gravação de piloto e só agora a sala de roteiristas foi formalizada. Os responsáveis pelos roteiros estão atualmente escrevendo os seis episódios da minissérie, prevista para estrear no meio do ano, durante o verão norte-americano, com o título de “90210” como o primeiro revival, exibido na rede CW nos anos 2000. O título original da atração criada por Darren Starr era “Beverly Hills 90210”. Seis integrantes do elenco clássico estarão de volta na continuação: Jason Priestley (Brandon), Jennie Garth (Kelly), Ian Ziering (Steve), Gabrielle Carteris (Andrea), Brian Austin Green (David) e Tori Spelling (Donna). Mas após a morte de Perry surgiu a possibilidade de Shannen Doherty (Donna) também aparecer para prestar homenagem ao intérprete de Dylan, que foi seu namorado na série. Ela encheu sua página do Instagram com fotos do amigo.
Capitã Marvel empodera as mulheres no cinema
O verdadeiro poder da Capitã Marvel não vem de sua viagem ao infinito e além. Mas sim do momento em que ela se reconecta com suas origens e prova a si mesma que é humana acima de tudo. Em outras palavras, a personagem mais forte do Universo Cinematográfico Marvel não alcança tal condição por ser uma super-heroína, mas por ser mulher. Qual é o nexo dessa história de força interior? Apesar de seguir a fórmula de origem dos outros Vingadores, que precisam sofrer consequências de uma reviravolta extraordinária em suas vidas, a mensagem é importante em um mundo dominado por homens, e também mostra que filme de super-herói não é apenas diversão vazia e escapismo alienado. A cena incrível em que ela se levanta após cair em diferentes fases de sua vida é a catarse que o filme precisava para dar seu recado. Um conceito representado com louvor pela figura imponente da vencedora do Oscar Brie Larson, feminista dentro e fora das telas, além de uma grande atriz intuitiva que consegue revelar as características e os sentimentos de sua protagonista através de camadas. Um talento que atrai nossa atenção com um brilho próprio colossal iluminando todas as cenas em que aparece. Isso, senhoras e senhores, é o superpoder de uma estrela. Pode parecer estranho o filme optar por um início com Carol Danvers (Brie Larson) já em suas aventuras espaciais, antes de contar sobre suas raízes na Terra. E isso realmente prejudica a narrativa, deixando o espectador sem identificação alguma com o que está vendo no primeiro ato. Mas não demora muito para entrarem em cena as reais intenções de Anna Boden e Ryan Fleck, casal de cineastas mais acostumado a comandar filmes independentes como “Half Nelson” (2006) e “Parceiros de Jogo” (2015). Só bons contadores de histórias seriam capazes de apresentar a clássica fórmula do filme de origem às avessas. Do mesmo modo como Brie Larson compõe a heroína, os diretores de “Capitã Marvel” apostam numa trama desfiada em camadas, levando uma deusa da perfeição às falhas; ou seja, à sua humanidade (e não o contrário como estamos habituados). Podemos dizer que Anna e Ryan não são exímios diretores de cenas de ação como os irmãos Anthony e Joe Russo (de “Vingadores: Guerra Infinita”), da mesma forma que não possuem o dom de James Gunn (“Guardiões da Galáxia”) para aliar suas citações de música pop com a arte em movimento. Eles preferem conduzir “Capitã Marvel” muito mais como um estudo de personagem, uma mulher com a justiça impregnada na alma e pronta, senão para a guerra, para decretar a paz. Mesmo que precise dar uns socos e pontapés aqui e ali. O filme dialoga com a urgência do empoderamento feminino de maneira impactante sem parecer propaganda e ainda traz inspiração na crise dos refugiados, na hora em que a trama coloca para valer suas cartas na mesa – conexão relevante com a atualidade que é herança de Pantera Negra, produção que provou ao mundo que o “gênero” pode ter algo importante a dizer. Para completar, ainda tem um gato que merece o Oscar. E o título de bichano mais icônico do cinema. Claro, “Capitã Marvel” poderia ter uma trilha instrumental mais marcante e ser (bem) mais caprichado nos efeitos visuais, mas não pretende ser um filme com a megalomania justificada de “Vingadores: Guerra Infinita” ou a extravagância descerebrada de “Aquaman”. Apesar de se mostrar uma aventura espacial, a trama de “Capitã Marvel” é marcada pela simplicidade, algo que até soa esquisito dentro desse universo de super-heróis, mas é verdade. E isso dá personalidade suficiente à produção para garantir seu espaço, sem se sujeitar a ser apenas uma ponte entre “Vingadores: Guerra Infinita” e “Vingadores: Ultimato”. O detalhe que a equipe técnica consegue avançar, em relação aos lançamentos anteriores, materializa-se nos efeitos de rejuvenescimento de atores. Anteriormente, a computação gráfica tinha produzido alguns segundos de Michael Douglas jovem em “Homem-Formiga” e Robert Downey Jr em “Capitão América: Guerra Civil”. Mas “Capitão Marvel” vai além, ao mostrar Samuel L. Jackson (um super trunfo do filme), como Nick Fury, e Clark Gregg, como o Agente Coulson, em diversas cenas remoçados em 20 anos, porque a história se passa nos anos 1990. Não é exagero cravar que a combinação entre CGI e efeitos práticos de maquiagem marcou aqui uma virada de página na história do cinema. Para cinéfilos e saudosistas, sobra nostalgia na reconstituição dos anos 1990, ainda que as referências sejam usadas de forma não muito cronológica – por exemplo, ao mostrar Carol Danvers segurando um VHS de “Os Eleitos”, o melhor filme de 1983, sobre o início da corrida espacial em que pilotos audaciosos se tornam os primeiros astronautas, traçando um paralelo com a própria jornada da heroína.
Trailer de Sadako marca volta do diretor do terror original ao universo de O Chamado
A produtora Kadokawa divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Sadako”, novo filme da franquia japonesa que deu origem ao fenômeno “O Chamado”. E desta vez há um motivo a mais para despertar o interesse do público. O novo longa marca a volta do diretor original, Hideo Nakata, responsável pelo primeiro “O Chamado” (Ringu), de 1998, à personagem do título. “Sadako” é, na verdade, o quarto filme de Nakata inspirado no livro do escritor japonês Kôji Suzuki. Ele também dirigiu “O Chamado 2” (1999) e até seu remake americano de 2005. Para quem não lembra, Sadako era a aparição feminina de cabelos sobre o rosto que inspirou inúmeras cópias, além de lançar a lenda urbana das antigas fitas de videocassette amaldiçoadas. Ela virou Samara nas versões feitas por Hollywood. A franquia duradoura começou com uma trilogia original japonesa – o terceiro longa contava a origem de Sadako. E foi resgatada recentemente, refletindo as mudanças tecnológicas dos últimos anos. Sadako descobriu a internet em “A Invocação 3D” (Sadako 3D, 2012) e sua continuação de 2013, e acabou brigando com a segunda aparição de cabelos na cara mais famosa do J-horror, Kayako (de “O Grito”), num crossover chamado “Sadako vs. Kayako” (2016). Na nova trama, Mayu Akigawa (Elaiza Ikeda) é uma psicóloga que se envolve em um incidente com Yusuke Ishida (Takashi Tsukamoto). Jinko (Himeka Himejima) é uma garota misteriosa com amnésia que é levada para o hospital onde Mayu trabalha. Enquanto isso, o irmão mais novo de Mayu, Kazuma Akigawa (Hiroya Shimizu) é um aspirante a YouTuber que tenta testar a maldição de Sadako para conseguir mais seguidores… A estreia está marcada para 24 de maio no Japão e ainda não há previsão de lançamento em outros países.









