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    Sam Shepard (1943 – 2017)

    1 de agosto de 2017 /

    O ator, roteirista e dramaturgo Sam Shepard morreu na última quinta-feira (26/7), aos 73 anos, em sua casa no estado americano de Kentucky. Ele foi vítima de complicações da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), e estava cercado pela família no momento da morte, segundo anunciou um porta-voz na segunda-feira (31/7). Vencedor do Pulitzer por seu trabalho teatral – pela peça “Buried Child” (1979) – e indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por “Os Eleitos” (1983), Samuel Shepard Rogers III nasceu em 1943, no estado de Illinois, filho de pai militar. Antes de ficar conhecido em Hollywood, ele tocou bateria na banda The Holy Modal Rounders (que está na trilha de “Sem Destino/Easy Rider”), e decidiu escrever peças num momento em que buscava trabalhos como ator em Nova York. Em 1971, escreveu a peça “Cowboy Mouth” com a então namorada Patti Smith, que marcou sua traumática estreia nos palcos. Já no início das apresentações, Shepard ficou tão perturbado por se apresentar diante do público que abandonou o palco e, sem dar nenhuma explicação, foi embora da cidade. Ele decidiu se concentrar em escrever. Acabou assinando até roteiros de cinema, como o clássico hippie “Zabriskie Point” (1970), de Michelangelo Antonioni, e a adaptação da controvertida peça “Oh! Calcutta!” (1972). Também escreveu, em parceria com Bob Dylan, “Renaldo and Clara” (1978), único longa de ficção dirigido por Dylan. O filme marcou a estreia de Shepard diante das câmeras, numa pequena figuração. Sentindo menos pânico para atuar em estúdio, enveredou de vez pela carreira de ator, trabalhando a seguir no clássico “Cinzas do Paraíso” (1978), de Terrence Malick, como o fazendeiro que emprega Richard Gere e Brooke Adams. Fez outros filmes até cruzar com Jessica Lange em “Frances” (1982). A cinebiografia trágica da atriz Frances Farmer iniciou uma longa história de amor nos bastidores entre os dois atores, que só foi encerrada em 2009. Na época, ele já era casado e o divórcio só aconteceu depois do affair. Shepard finalmente se destacou em “Os Eleitos”, o grandioso drama de Philip Kaufman sobre os primeiros astronautas americanos, no qual viveu Chuck Yeager, que quebrou a barreira do som e sucessivos recordes como o piloto mais veloz do mundo. Sua história corria em paralelo à conquista do espaço, mas chegava a ofuscar a trama central, a ponto de lhe render indicação ao Oscar – perdeu a disputa para Jack Nicholson, por “Laços de Ternura” (1983). Fez seu segundo filme com Lange, “Minha Terra, Minha Vida” (1984), enquanto escrevia o fabuloso roteiro de “Paris, Texas” (1985), dirigido por Wim Wenders, que venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes. Paralelamente, ainda alinhavou a adaptação de sua peça “Louco de Amor” (1986). Dirigido por Robert Altman, “Louco de Amor” foi o filme que consagrou Shepard como protagonista, na pele do personagem-título, apaixonado por Kim Basinger a ponto de largar tudo para encontrá-la num motel de beira de estrada e convencê-la a dar mais uma chance ao amor. O ator e roteirista resolveu também virar diretor, e foi para trás das câmeras em “A Casa de Kate é um Caso” (1988), comandando sua mulher, Jessica Lange, num enredo sobre uma família que passou anos separada até finalmente decidir acertar as contas. O filme não teve a menor repercussão e Shepard só dirigiu mais um longa, o western “O Espírito do Silêncio” (1993), que nem sequer conseguiu lançamento comercial. Por outro lado, entre estes trabalhos ele se tornou um ator requisitado para produções de temática feminina, como “Crimes do Coração” (1986) e “Flores de Aço” (1989), que giravam em torno de vários mulheres e seus problemas, e de histórias de amor, como “O Viajante” (1991), “Unidos pelo Destino” (1994) e “Amores e Desencontros” (1997). Como contraponto a essa sensibilidade, também fez thrillers de ação em que precisou mostrar-se frio e calculista, como “Sem Defesa” (1991), de Martin Campbell, “Coração de Trovão” (1992), de Michael Apted, e “O Dossiê Pelicano” (1993), de Alan J. Pakula. Ele conseguiu o equilíbrio e se manteve requisitado, aparecendo em alguns dos filmes mais famosos do começo do século, como o thriller de guerra “Falcão Negro em Perigo” (2001), de Ridley Scott, e “Diário de uma Paixão” (2004), de Nick Cassavetes. Em 2005, estrelou seu último filme com Lange, “Estrela Solitária”, dirigido por Wim Wenders, como um astro de filmes de cowboy que abandona uma filmagem e tenta se reconectar com a família, apenas para descobrir que tem um filho que não conhece. Dois anos depois, fez um de seus melhores trabalhos como ator, “O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford” (2007), de Andrew Dominik, no papel de Frank James, o irmão mais velho de Jesse, interpretado por Brad Pitt. Ele voltou a trabalhar com o diretor e com Pitt em “O Homem da Máfia” (2012). Entre seus últimos trabalhos ainda se destacam o suspense político “Jogo de Poder” (2010), de Doug Liman, o thriller de ação “Protegendo o Inimigo” (2012), de Daniel Espinosa, e os dramas criminais “Amor Bandido” (2012), de Jeff Nichols, “Tudo por Justiça” (2013), de Scott Cooper, e “Julho Sangrento” (2014), de Jim Mickle. Em alta demanda, Shepard permaneceu requisitado e desempenhando bons papéis até o fim da vida. Só no ano passado estrelou três filmes (“Ithaca”, “Destino Especial” e “Batalha Incerta”). Mas depois de tanto viver namorado e amante, no fim da carreira especializou-se em encarnar o pai de família. Eles fez vários filmes recentes nesta função, como “Entre Irmãos” (2009), de Jim Sheridan, como o pai de Jake Gyllenhaal e Tobey Maguire, e “Álbum de Família” (2013), de John Wells, cuja morte volta a reunir a família disfuncional, formada por Julia Roberts, Meryl Streep e muitos astros famosos. A sua última e marcante aparição foi na série “Bloodline”, da Netflix, como o patriarca da família Rayburn, sobre a qual girava a trama de suspense. A atração completou sua trama na 3ª temporada, lançada em maio deste ano. Sam Shepard deixa três filhos — Jesse, Hannah e Walker.

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  • Filme

    Richard Linklater volta aos anos 1980 com o divertido Jovens, Loucos e Mais Rebeldes

    29 de julho de 2017 /

    A filmografia de Richard Linklater é bem irregular. O homem que dirigiu obras tão intensas quanto a trilogia “Antes do Amanhecer” (1995), “Antes do Pôr-do-Sol” (2004) e “Antes da Meia-Noite” (2013) tem em seu currículo alguns filmes inexpressivos e que muitas vezes passam batido. Porém, não dá pra dizer que ele seja um diretor sem uma marca autoral. Uma das características de seus filmes, como dá para perceber pela citada trilogia, é a preocupação com a passagem do tempo, em pensar sobre o tempo como algo fugaz e por isso mesmo tão valioso. “Jovens, Loucos e Mais Rebeldes” (Everybody Wants Some, 2016) é uma continuação espiritual de “Jovens, Loucos e Rebeldes” (Dazed and Confused, 1993), que mostrava as aventuras de um grupo de estudantes do ensino médio no último dia de aula em 1976, com todo aquele espírito dos anos 1970 impresso. O novo filme traz outro grupo de jovens, desta vez em seu primeiro dia no ambiente universitário, antes de as aulas começarem no ano de 1980. A virada da década está presente nos figurinos, no comportamento, na bem selecionada trilha musical, na direção de arte, na fotografia colorida e no espírito festivo do filme. O que pode incomodar um pouco, especialmente aos fãs do cineasta que gostam de conversas de cunho mais aprofundado, é o quanto é rasa a filosofia de vida dos vários personagens que passeiam pela tela, especialmente se pensarmos que estamos diante de um filme do mesmo diretor de “Acordar para a Vida” (2001). Mas Linklater também é o cara que dirigiu “Escola de Rock” (2003) e que também gosta de pura diversão, sem muitas pretensões intelectuais. O olhar principal do filme é o de Jake Bradford (Blake Jenner, da série “Glee”). Sua perspectiva apresenta e filtra os demais membros da turma que farão parte dessa importante etapa de sua vida. Cada um deles tem a sua importância em um filme que não se preocupa com o enredo, mas que prefere deixar fluir um fluxo narrativo com naturalidade e leveza, como se estivéssemos testemunhando aquele momento e olhando com carinho para aquelas pessoas, sem nenhuma preocupação com uma conclusão. Afinal, a vida deles está mal começando. São jovens que estão mais interessados em jogar beisebol, namorar e brincar do que exatamente estudar. E é muito bom testemunhar o otimismo de quem que está acabando de chegar àquele ambiente e se enturmando. Para aqueles jovens, estar ali era uma questão de autoafirmação. Por isso, em muitos momentos, o grupo fica parecendo um clube do Bolinha com pouca sensibilidade, quase machista, embora haja algumas personagens femininas bem marcantes e encantadoras – principalmente a personagem de Zoey Deutch (“Tinha Que Ser Ele?”). A alegria contagia pela liberdade que os jovens finalmente encontram, depois de superar tudo o que lhes é proibido durante o colegial. E uma vez que o público consiga embarcar nessa atmosfera, “Jovens, Loucos e Mais Rebeldes” (título brasileiro tosco e nada a ver) pode ser uma experiência muito divertida.

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  • Filme

    Charlize Theron diz que o estúdio já abriu conversas sobre a continuação de Atômica

    28 de julho de 2017 /

    O desempenho inicial de “Atômica” (Atomic Blonde), thriller de ação ultraviolento estrelado por Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”), que estreou nesta sexta (28/7) nos Estados Unidos, está fazendo a Universal considerar a possibilidade de transformá-lo numa franquia. Em entrevista para o site The Hollywood Reporter, a atriz confidenciou que as conversas sobre uma continuação tiveram início nesta semana. “Estamos começando essa conversa agora. Estamos definitivamente falando”, ela afirmou. Tudo, claro, vai depender da bilheteria final. Extra-oficialmente, projeções estimam que o longa possa abrir com US$ 20 milhões neste fim de semana. Como a produção custou apenas US$ 30 milhões, a quantia está dentro do que o estúdio considera razoável. O filme é uma adaptação da graphic novel “The Coldest Day”, de Antony Johnston (roteirista do game “Dead Space”) e Sam Hart, que não tem sequência. Mas o filme termina com um gancho para novas aventuras, incluído pelo roteirista Kurt Johnstad (“300”), que também foi responsável por mudar o sexo da personagem vivida por Sofia Boutella (“A Múmia”), dando origem a cenas lésbicas de alta voltagem. Na trama, Charlize vive a “loira atômica” do título original durante a época da Guerra Fria, nos anos 1980. Sua personagem é uma espiã britânica enviada para Berlim Ocidental numa missão extremamente perigosa: investigar a morte de um colega e recuperar uma lista perdida de agentes duplos. Caso o filme ganhe sequência, será o segundo trabalho do diretor David Leitch a virar franquia. O detalhe é que ele dirigiu apenas dois longas na carreira. O primeiro foi “De Volta ao Jogo”, em que Keanu Reeves viveu pela primeira vez o matador John Wick. O próximo filme de Leitch, porém, já será uma continuação de franquia, “Deadpool 2”, que estreia em 31 de maio no Brasil. “Atômica”, por sua vez, estreia em 3 de agosto no país.

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  • Série

    Channing Tatum se emociona com o primeiro trailer da série Comrade Detective

    27 de julho de 2017 /

    A Amazon divulgou o trailer de sua série pseudo-romena “Comrade Detective”. A prévia mostra o ator Channing Tatum recebendo uma fita de vídeo com um episódio raro de sua série policial romena favorita. As cenas da produção começam quando ele aperta o play num velho VCR, e o deixam chorando de emoção. A ideia por trás de “Comrade Detective” é fazer de conta que se trata mesmo de uma série policial romena dos anos 1980. Até os intérpretes principais são romenos, interpretados por Florin Piersic Jr. e Corneliu Ulici (ambos vistos em “Conquistas Perigosas”). Mas a produção é (mal) dublada em inglês, como se fosse um antigo produto de exportação para o mercado americano, e tem as vozes do próprio Chaning Tatum (“Magic Mike”) e Joseph Gordon-Levitt (“A Travessia”). Criada pelos roteiristas de “O Baba(ca)”, Brian Gatewood e Alex Tanaka, a trama trash acompanha os protagonistas atrás do assassino de um herói do povo, um atirador que usa uma máscara de Ronald Reagan. Por conta disso, os detetives vão até a Embaixada americana investigar a origem do mal, onde conferem a decadência do povo americano. Vários outros astros famosos contribuirão na dublagem dos personagens secundários. Entre eles, Mahershala Ali (“Moonlight”), Chloë Sevigny (série “Bloodline”), Jake Johnson (série “The New Girl”), Jason Mantzoukas (série “Enlightened”), Nick Offerman (série “Parks and Recreation”), Fred Armisen (série “Unbreakable Kimmy Schmidt”), Kim Basinger (“Dois Caras Legais”), Jenny Slate (série “Married”), Tracy Letts (série “Homeland”), Bobby Cannavale (série Vinyl”), Richard Jenkins (“Kong: A Ilha da Caveira”), Debra Winger (série “The Ranch”), Mark Duplass (série “Togetherness”) e Jerrod Carmichael (série “The Carmichael Show”), entre outros. Channing Tatum também é um dos muitos produtores do projeto, que estreia em 4 de agosto no serviço de streaming.

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  • Filme

    Ron Howard confirma Warwick Davis no filme de Han Solo

    26 de julho de 2017 /

    O ator Warwick Davis foi confirmado no filme de Han Solo pelo diretor Ron Howard. Ao comentar no Twitter a pergunta de um fã sobre “Willow”, fantasia estrelada por Davis, que Howard dirigiu em 1988, o cineasta revelou que tinha dirigido o ator naquele dia pela primeira vez em 30 anos. Warwick Davis tem uma ligação profunda com a franquia “Star Wars”. Ainda criança, ele viveu o famoso ewok Wicket em “O Returno de Jedi” (1983) e voltou para interpretar personagens diferentes na era da computação gráfica, em “A Ameaça Fantasma” (1999), “O Despertar da Força” (2015), “Rogue One” (2016) e no vindouro “Os Últimos Jedi” (2017). Ron Howard assumiu a direção do filme de Han Solo há um mês, após a demissão da dupla Christopher Miller e Phil Lord (“Anjos da Lei”) pela Lucasfilm. Ainda sem título oficial, o filme tem previsão de estreia para maio de 2018. Glad you are asking for one! I directed @WarwickADavis for the 1st time in 30 years today. It made me happy https://t.co/yW8E19MPCn — Ron Howard (@RealRonHoward) July 26, 2017

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  • Etc,  Filme,  Série

    John Heard (1945 – 2017)

    23 de julho de 2017 /

    O ator americano John Heard foi encontrado morto em um quarto de hotel na cidade de Palo Alto, na Califórnia, aos 72 anos. Segundo autoridades locais, Heard estava hospedado para se recuperar de uma cirurgia de coluna feita recentemente. A causa da morte ainda não foi confirmada. Nascido em Washington, capital dos EUA, em 1945, Heard iniciou sua carreira em espetáculos off-Broadway, em Nova York. Sua estreia no cinema ocorreu em 1977, na comédia “Between the lines”, de Joan Micklin Silver. Na década seguinte, começou a se destacar no papel do escritor Jack Kerouac em “Os Beatniks” (1980) e ao estrelar o cultuado remake do terror “A Marca da Pantera” (1982), ao lado de Nastassja Kinski e Malcolm McDowell. Ele virou protagonista com outro terror, “C.H.U.D. – A Cidade das Sombras” (1984), co-estrelado por Daniel Stern, com quem voltaria a trabalhar na franquia “Esqueceram de Mim”. Com a carreira em ascensão, apareceu em “Depois das Horas” (1985), de Martin Scorsese, “Rebelião em Milagro” (1988), ao lado de Sonia Braga e com direção de Robert Redford, “Atraiçoados” (1988), de Costa-Gavras, “Quero Ser Grande” (1988), com Tom Hanks, e “Tempo de Despertar” (1990), ambos de Penny Marshall. Mas seu principal sucesso só veio nos anos 1990, e como coadjuvante, no papel do pai de Macaulay Culkin nos dois primeiros filmes da franquia “Esqueceram de Mim”, de 1990 e 1992. Nos anos seguintes, manteve-se ocupado com thrillers como “Na Linha de Fogo” (1993), estrelado por Clint Eastwood, “O Dossiê Pelicano” (1993), com Julia Roberts e Denzel Washignton, e “Olhos de Serpente” (1998), com Nicolas Cage, mas também produções indies, como “Berço Silencioso” (1997), no qual contracenou com sua ex-esposa Margot Kidder (a Lois Lane, de “Superman – O Filme”) e “Pollock” (2000), estrelado e dirigido por Ed Harris. Entre seus filmes mais recentes estão a comédia “As Branquelas” (2004), o thriller de ação “Anjos da Vida – Mais Bravos que o Mar” (2006), com Kevin Costner, e o drama criminal “Aposta Máxima” (2013), com Ben Affleck. Nos últimos anos, Heard vinha se dedicando mais à TV. Ele fez aparições em séries como “Família Soprano”, “Lei e Ordem”, “CSI: Miami”, “Prison Break”, “Southland”, “NCIS: Los Angeles”, “Modern Family”, “Person of Interest”, “Elementary”, “Outsiders” e o remake de “MacGyver.

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  • Série

    Trailer legendado da 2ª temporada de Stranger Things mostra o Mundo Invertido

    22 de julho de 2017 /

    A Neflix divulgou o trailer da 2ª temporada de “Stranger Things” na Comic-Con. A prévia já legendada mostra que Will (Noah Schnapp) continua ligado e vendo o Mundo Invertido, enquanto monstros e até mesmo Eleven (Millie Bobby Brown) buscam encontrar um caminho de volta para nossa dimensão. Repleto de referências aos anos 1980, o vídeo é embalado por uma trilha inspirada em “Thriller”, de Michael Jackson, e confirma que os episódios vão se passar na época do Halloween. Também foram divulgadas mais quatro fotos da série. Confira abaixo. A 2ª temporada estreia em 27 de outubro, no fim de semana que antecede o Halloween.

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  • Filme

    Kevin Spacey vai estrelar cinebiografia de Gore Vidal

    22 de julho de 2017 /

    O ator Kevin Spacey (série “House of Cards”) vai viver o romancista Gore Vidal numa cinebiografia com produção da Netflix. Intitulado “Gore”, o longa será ambientado nos anos 1980 e já começou a ser filmado na Itália, onde o escritor morava, com direção de Michael Hoffman (“O Melhor de Mim”, “Um Golpe Perfeito”). Vidal é tido como um dos maiores nomes da literatura norte-americana, ao lado de Ernest Hemingway e Truman Capote. Entre suas obras mais famosas estão seu romance “A Cidade e o Pilar” (1948), que retratou sem ambiguidades a homossexualidade numa época em que o tema era tabu, e “Myra Breckinridge” (1968), uma sátira transexual, transformada no filme “Homem e Mulher Até Certo Ponto” (1970), com Raquel Welch. Ele também escreveu ensaios, peças célebres e roteiros de filmes, inclusive do escandaloso “Calígula”, que juntou pornografia e cinema de arte em 1979. Além disso, sempre foi um grande ativista político de convicções liberais, tendo inclusive se candidatado duas vezes a cargos políticos pelo Partido Democrático, sem conseguir ser eleito. Ele morreu em 2012 após uma pneumonia, em Hollywood. “Gore” ainda não tem previsão de estreia.

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    Ben Stiller e Dev Patel negociam estrelar filme sobre a história real dos strippers Chippendales

    19 de julho de 2017 /

    Os atores Ben Stiller (“Zoolander”) e Dev Patel (“Lion”) estão em negociações para estrelar “Chippendales”, baseada na história real do grupo de strippers homônimos. Patel deve interpretar Somen Banerjee, um imigrante de Bombai que transformou seu bar numa sensação cultural de Los Angeles nos anos 1980, ao apostar na ideia do produtor Nick De Noia, papel de Ben Stiller, para dar espaço a um grupo de strippers masculino. A aliança dos dois rendeu um negócio milionário, mas também foi muitas traições empresariais e violência. O projeto está sendo anunciado como uma mistura de “Magic Mike” (2012), “Boogie Nights” (1997) e “Scarface” (1983), e não deve ser uma comédia, pelos detalhes sinistros da história real, que terminou em prisão, assassinato e suicídio. A produção está sendo desenvolvida pela Bold Films, a partir de um roteiro de Isaac Adamson (do vindouro “Bubbles”). O diretor deve ser anunciado em breve e as filmagens estão previstas apenas para 2018.

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  • Filme

    Quem realmente dirigiu Poltergeist? Integrante do filme diz que foi Steven Spielberg

    18 de julho de 2017 /

    Uma velha teoria da conspiração dos cinéfilos teria sido confirmada, após anos de contestação. Os rumores de que “Poltergeist: O Fenômeno” teve o diretor Tobe Hooper substituído por Steven Spielberg, produtor e roteirista do clássico de terror de 1982, foram confirmados por um integrante da equipe técnica do filme. John Leonetti, diretor de “Annabelle” (2014), que trabalhou como primeiro assistente de câmera em “Poltergeist”, resolveu contar “a verdade” em entrevista ao podcast Shock Waves. “Foi um filme muito intenso, muito divertido e muito técnico para se trabalhar. Tinha muita coisa acontecendo. E, francamente… Steven Spielberg dirigiu aquele filme. Não há dúvidas”, garantiu Leonetti. “No entanto, eu adoro Tobe Hooper. Eu amo aquele homem demais”. “Hooper era muito simpático e estava apenas feliz por participar daquilo. Criativamente, ele também fez diferença”, continuou o cineasta. “Steven desenvolveu o filme, e era ele quem deveria dirigir, mas havia a possibilidade de o sindicato reclamar. Então, ele foi ‘o produtor’, mas, na realidade, Steven dirigiu o filme sem usar seu nome, e Tobe estava tranquilo quanto a isso”. “Não foi nada contra Tobe. De vez em quando, Steven realmente saía do set e deixava Tobe fazer algumas coisas. Mas, na realidade, Steven foi o diretor”, concluiu. Ou seja, Leonetti confirmou aquilo que os fãs sempre alegaram: que “Poltergeist” tem visual de filme de Spielberg e pouco a ver com a filmografia de Tobe Hooper, que antes tinha feito um terror sangrento – e igualmente clássico – , “O Massacre da Serra Elétrica” (1974). Vale observar, porém, que Hooper enveredou pela sci-fi logo depois de “Poltergeist”, fazendo o também cultuado “Força Sinistra” (1985) e o “spilberguiano” “Invasores de Marte” (1986).

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  • Filme

    Harrison Ford tem mais destaque no novo trailer de Blade Runner 2049

    17 de julho de 2017 /

    A Warner divulgou um longo trailer de “Blade Runner 2049”, que dá mais ênfase ao retorno de Harrison Ford ao papel de Rick Deckard. No Brasil, o filme é distribuído pela Sony, que ainda não disponibilizou versão legendada da prévia. Com sets grandiosos e muitos efeitos visuais, o filme acompanha uma investigação de um novo caçador de androides (blade runner), o oficial K (Ryan Gosling), que descobre um segredo há muito tempo enterrado com o potencial para mergulhar o que resta da sociedade no caos. A descoberta o leva a uma busca por Rick Deckard (Harrison Ford), um ex-blade runner que está desaparecido há 30 anos. O elenco também inclui Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), Robin Wright (série “House of Cards”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), a cubana Ana de Armas (“Bata Antes de Entrar”), o inglês Lennie James (série “The Walking Dead”), o somali Barkhad Abdi (“Capitão Phillips”), a holandesa Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”), a suíça Carla Juri (“Zonas Úmidas”) e Edward James Olmos, que retoma o papel de Gaff, visto no primeiro filme. “Blade Runner 2049” tem roteiro de Hampton Fancher (do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Logan”), direção de Denis Villeneuve (“A Chegada”) e produção de Ridley Scott, o diretor do longa original. A estreia acontece em 5 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Diretor de Esquadrão Suicida abandona remake de Scarface

    14 de julho de 2017 /

    O diretor de “Esquadrão Suicida” (2016), David Ayer, não vai mais comandar o novo remake de “Scarface”. Segundo a revista Variety, o estúdio Universal pretendia apressar o começo das filmagens, o que causou conflito com a agenda do cineasta. Ayer está atualmente trabalhando na pós-produção da sci-fi “Bright”, primeiro filme com orçamento de blockbuster da Netflix, estrelado por Will Smith, e está contratado pela Warner para filmar “Sereias de Gotham”, spin-off de “Esquadrão Suicida” centrado na personagem Arlequina. Ele foi o segundo diretor a abandonar o projeto do novo “Scarface”. Ayer tinha assumido o lugar do diretor Antoine Fuqua (“Sete Homens e um Destino”), que também abandonou o filme por conflito de agenda – no caso, com as filmagens da sequência de “O Protetor” (2014). Com a saída de Ayer, o estúdio está à procura de um novo diretor que possa filmar a produção até o fim do ano. O ator mexicano Diego Luna (“Rogue One — Uma História Star Wars”) continua com o papel principal, como o novo Tony Montana. Inspirada na ascensão de Al Capone, a história de “Scarface” já rendeu dois filmes cultuados: o original de 1931, dirigido por Howard Hawks e, segundo a lenda, aprovado pelo próprio Capone, e o remake de 1982, uma versão latina do gângster levada à extremos pelo diretor Brian De Palma. O enredo de ambas as versões centra-se num imigrante, que procura ascender na sociedade por meio do submundo do crime. No primeiro filme, o personagem principal era um italiano (interpretado por Paul Muni), enquanto na versão dos anos 1980 era um cubano (Al Pacino). Ambos buscavam concretizar seu “sonho americano” através da violência. Nesse contexto, a escalação de Luna, um ator mexicano, deve ter repercussão direta na trama, ao ecoar a política de Donald Trump em relação às fronteiras dos Estados Unidos. A produção está a cargo de Martin Bregman, responsável pela versão lançada nos anos 1980. Vale lembrar que os planos do remake têm uma década, desde que a Universal contratou o próprio David Ayer para escrever o primeiro roteiro. Desde então, a história foi revisada por Paul Attanasio (“Donnie Brasco”), reescrita por Jonathan Herman (“Straight Outta Compton: A História do NWA”), novamente revisada por Terence Winter (criador da série “Boardwalk Empire”) e, há apenas seis meses, mais uma vez reescrita pelos irmãos Coen (de “Fargo” e “Onde os Fracos não Tem Vez”).

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  • Série

    Série animada Castlevania é renovada no dia de sua estreia

    7 de julho de 2017 /

    A Netflix fez a renovação mais rápida de sua história. A série animada “Castlevania” teve sua 2ª temporada confirmada nesta sexta-feira (7/6), mesmo dia de sua estreia. A confirmação aconteceu no Twitter oficial do serviço de streaming, em resposta a um usuário que reclamou do fato de a temporada ser muito curta – só foram produzidos quatro episódios. “Boas coisas levam mais tempo. Mas oito novos episódios vão vir em breve”, explicou o texto oficial, que ainda linkou o post do site Deadline que deu o “furo”. Escrito pela autor de quadrinhos Warren Ellis (“Red – Aposentados e Perigosos”) e inspirado pela clássica série de videogames do Konami do Japão, a série animada é uma fantasia medieval adulta, que acompanha os esforços do último membro do clã Belmont para salvar a Europa Oriental de Vlad Tepes, o Drácula. O elenco de vozes inclui Graham McTavish (trilogia “O Hobbit”) como Drácula, Richard Armitage (também da trilogia “O Hobbit”) como Trevor Belmont, James Callis (série “Battlestar Galactica”) como Alucard, Emily Swallow (série “Supernatural”) como Lisa, Matt Frewer (série “Orphan Black”) como o Bispo, Tony Amendola (“Annabelle”) como o Ancião e Alejandra Reynoso (série animada “Winx Club”) como Sypha Belnades. A série é uma parceria entre a produtora texana Powerhouse Animation e o produtor Adi Shankar, que tem alternado filmes de prestígio, como “Dredd” (2012) e “O Grande Herói” (2013), com curtas não oficiais de franquias famosas – “Justiceiro”, “Venom”, “Power Rangers”, etc. A 2ª temporada de “Castlevania” só deve estrear em 2018.

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