Charlize Theron diz que o estúdio já abriu conversas sobre a continuação de Atômica

 

O desempenho inicial de “Atômica” (Atomic Blonde), thriller de ação ultraviolento estrelado por Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”), que estreou nesta sexta (28/7) nos Estados Unidos, está fazendo a Universal considerar a possibilidade de transformá-lo numa franquia.

Em entrevista para o site The Hollywood Reporter, a atriz confidenciou que as conversas sobre uma continuação tiveram início nesta semana. “Estamos começando essa conversa agora. Estamos definitivamente falando”, ela afirmou.

Tudo, claro, vai depender da bilheteria final.

Extra-oficialmente, projeções estimam que o longa possa abrir com US$ 20 milhões neste fim de semana. Como a produção custou apenas US$ 30 milhões, a quantia está dentro do que o estúdio considera razoável.

O filme é uma adaptação da graphic novel “The Coldest Day”, de Antony Johnston (roteirista do game “Dead Space”) e Sam Hart, que não tem sequência. Mas o filme termina com um gancho para novas aventuras, incluído pelo roteirista Kurt Johnstad (“300”), que também foi responsável por mudar o sexo da personagem vivida por Sofia Boutella (“A Múmia”), dando origem a cenas lésbicas de alta voltagem.

Na trama, Charlize vive a “loira atômica” do título original durante a época da Guerra Fria, nos anos 1980. Sua personagem é uma espiã britânica enviada para Berlim Ocidental numa missão extremamente perigosa: investigar a morte de um colega e recuperar uma lista perdida de agentes duplos.

Caso o filme ganhe sequência, será o segundo trabalho do diretor David Leitch a virar franquia. O detalhe é que ele dirigiu apenas dois longas na carreira. O primeiro foi “De Volta ao Jogo”, em que Keanu Reeves viveu pela primeira vez o matador John Wick. O próximo filme de Leitch, porém, já será uma continuação de franquia, “Deadpool 2”, que estreia em 31 de maio no Brasil.

“Atômica”, por sua vez, estreia em 3 de agosto no país.

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Marcel Plasse é jornalista, participou da geração histórica da revista de música Bizz, editou as primeiras graphic novels lançadas no Brasil, criou a revista Set de cinema, foi crítico na Folha, Estadão e Valor Econômico, escreveu na Playboy, assinou colunas na Superinteressante e DVD News, produziu discos indies e é criador e editor do site Pipoca Moderna

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