Chris Hemsworth vai estrelar cinebiografia do lutador Hulk Hogan
Chris Hemsworth vai trocar o martelo de Thor pelos músculos do Hulk em seu próximo trabalho no cinema. Mas não é o Hulk que você está pensando. O astro dos Vingadores vai estrelar uma cinebiografia do lutador Hulk Hogan. Um dos astros mais populares da luta-livre dos Estados Unidos, Hogan foi estrela de diversos programas de TV, games, brinquedos e quadrinhos nos anos 1980 e 1990. Chegou até a aparecer em “Rocky III”, virar desenho animado (“Hulk Hogan’s Rock ‘n’ Wrestling”) e protagonizar sua própria série de ação, “Thunder in Paradise” (dos criadores de “S.O.S. Malibu”). Ainda sem título, o longa deve se concentrar em sua ascensão, funcionando mais como um “filme de origem”, segundo apurou o site The Hollywood Reporter. O filme tem roteiro de Scott Silver e direção de Todd Phillips, dupla que está por trás do vindouro filme do Coringa, da DC Comics. O ator Bradley Cooper (“Nasce uma Estrela”) é um dos produtores e a Netflix já está fazendo ofertas para assumir a distribuição. Vale lembrar que ainda existe outro projeto em desenvolvimento sobre o lutador. Mas esse filme tem foco bem diferente, acompanhando o escândalo da sex tape que abalou o final de sua carreira – e lhe rendeu uma fortuna – , com roteiro de Charles Randolph (vencedor do Oscar por “A Grande Aposta”) e direção de Francis Lawrence (“Jogos Vorazes: A Esperança” e “Operação Red Sparrow”). Saiba mais aqui.
Trailer da série de Manto e Adaga traz nova vigilante da Marvel em ação
O canal pago americano Freeform divulgou o trailer da 2ª temporada de “Cloak & Dagger”, a série dos heróis Manto e Adaga. E a grande novidade da prévia é a chegada da nova vigilante conhecida como Mayhem (caos ou desordem, em tradução literal). Como nos quadrinhos da Marvel, Mayhem é o codinome adotado pela detetive Brigid O’Reilly (Emma Lahana), após voltar da morte. Ela ganhou poderes inesperados ao sobreviver a um atentado no final da temporada passada, e passa a querer fazer justiça com as próprias mãos – ou garras. Já os heróis do título são vividos por Aubrey Joseph (da minissérie “The Night Of”) e Olivia Holt (da série “Os Guerreiros Wasabi”), respectivamente como Manto e Adaga. A prévia também revela a data de estreia dos novos episódios: 4 de abril nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago Sony no Brasil.
Manto e Adaga: Pôsteres e teaser da 2ª temporada introduzem nova super-heroína da Marvel
O canal pago americano Freeform divulgou dois pôsteres e um teaser da 2ª temporada de “Cloak & Dagger”, a série dos heróis Manto e Adaga, que fazem referência à participação de Mayhem (caos ou desordem, em tradução literal). Por sinal, quem cita a nova personagem no vídeo é sua própria intérprete. Como nos quadrinhos da Marvel, Mayhem é a identidade secreta adotada pela detetive Brigid O’Reilly (Emma Lahana), após voltar da morte no final da temporada passada. Já os heróis do título são vividos por Aubrey Joseph (da minissérie “The Night Of”) e Olivia Holt (da série “Os Guerreiros Wasabi”), respectivamente como Manto e Adaga. A prévia também revela a data de estreia dos novos episódios: 4 de abril nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago Sony no Brasil.
Intérpretes de Aquaman e Thanos vão se encontrar no remake de Duna
A refilmagem de “Duna” deixou seu elenco superpoderosos com a escalação de Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”) e Jason Momoa (o “Aquaman”). Eles se juntam a uma constelação de estrelas de Hollywood, que já inclui e Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”). Brolin vai viver Gurney Halleck, treinador e mentor de Paul Artreides (papel de Chalamet). O personagem foi interpretado por Patrick Stewart no filme de 1984. E Momoa será Duncan Idaho, um especialista em espadas que é o braço direito do Duque Leto Atreides (papel de Oscar Isaac), pai do jovem protagonista. Adaptação do clássico literário de Frank Herbert, a trama se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local sofra um atentado. Apenas seu filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Considerado um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, a obra de 1965 já foi transformado em filme em 1984 pelo cineasta David Lynch e também originou uma minissérie do canal Syfy em 2000. A nova versão tem roteiro de Eric Roth (“Forrest Gump”) e Jon Spaiths (“Doutor Estranho”), e será dirigida por Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”). As filmagens devem começar nas próximas semanas, mas ainda não há previsão de estreia.
Banda do Mike de Stranger Things estrela o novo clipe do Weezer
A banda Weezer divulgou o clipe de um novo cover de seu disco-karaokê “The Teal Album”. O primeiro foi “Africa”, versão da música do Toto, e agora é a vez de “Take on Me”, do A-ha. Mas no lugar do Weezer, quem estrela o vídeo é Finn Wolfhard, o Mike de “Stranger Things”, acompanhado de sua própria banda, a Calpurnia. Assim como na série da Netflix, o clipe se passa nos anos 1980 e é cheio de referências da época. Nele, Wolfhard encarna uma versão adolescente de Rivers Cuomo, vocalista do Weezer, que se reúne com os amigos para tocar na sala de sua casa, enquanto brincam de gravar a performance numa câmera de VHS. É interessante observar que a conversa dos garotos inclui referências à “Curtindo à Vida Adoidado” (1986) e a uma manobra de skate inventada por Rodney Mullen em 1986 (o Ollie Airwalk). Além disso, o clipe remete explicitamente ao vídeo original do A-ha, ao transformar os garotos em versões animadas durante a performance musical. Em 1985, época de “Take on Me”, o efeito da “animação à lápis” foi considerado revolucionário, em sua referência à arte dos quadrinhos. A escolha da banda Calpurnia para participar da produção aconteceu após o grupo musical de Wolfhard tocar o clássico do Weezer “Say It Ain’t So” no programa “Under Cover” do Spotify. A direção do clipe é de Carrick Moore Gerety, que também é músico – ex-integrante da banda Everybody Else – e participou do filme “Lovelace” (2013).
Anne Hathaway e Rebel Wilson viram As Trapaceiras em trailer legendado de comédia
A Universal divulgou o pôster internacional e o primeiro trailer legendado da comédia “As Trapaceiras” (The Hustle), estrelada por Anne Hathaway (“Oito Mulheres e um Segredo”) e Rebel Wilson (“A Escolha Perfeita”). O filme é uma versão feminina da comédia “Os Safados”, de 1988, que reunia Steve Martin e Michael Caine como dois trambiqueiros na Riviera Francesa. Enquanto o inglês Caine era sofisticado e seduzia milionárias de classe para seus golpes, o americano Martin era um vigarista folgado e sem sofisticação, que usava a lábia para se dar bem. No remake, Hathaway ensina Wilson a se tornar mais refinada, após um encontro casual. E vão competir para roubar a fortuna de um ingênuo milionário do Vale do Silício. Curiosamente, Anne Hathaway vem de outra versão feminina de sucesso de Hollywood: “Oito Mulheres e um Segredo”, a adaptação com mulheres de “Onze Homens e um Segredo” (2001), lançada em junho de 2018. “As Trapaceiras” tem direção do galês Chris Addison, que faz sua estreia como diretor de cinema após comandar episódios da série “Veep”, atuar em “Doctor Who” e criar a série britânica “Trying Again”. O roteiro é de Jac Schaeffer, que está escrevendo o futuro filme solo da “Viúva Negra”. A estreia está marcada para 10 de maio nos Estados Unidos e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Bohemian Rhapsody é novelão hollywoodiano sem compromisso com os fatos
Vencedor do Globo de Ouro na categoria Melhor Filme Dramático e com cinco indicações ao Oscar (incluindo Melhor Filme e Melhor Ator, para Rami Malek), “Bohemian Rhapsody” cativou uma grande audiência ao mesmo tempo em que frustrou fãs do Queen por sua narrativa “descuidada”. Com custo de US$ 52 milhões e receita de mais de US$ 800 milhões, o filme pode ser visto por dois prismas: no primeiro, ele é um dramalhão hollywoodiano que não tem compromisso com a realidade e com a documentação dos fatos, embaralhando datas e causos para fins emocionais do roteiro. Neste caso, o filme alcança seu intento de novelão musicado, e tem seu lugar garantido numa futura “Tela Quente”. No segundo prisma, “Bohemian Rhapsody” é totalmente refém da incompetência de seus roteiristas, que não conseguiram criar momentos de clímax a contento com a narrativa temporal extensa de 15 anos (um recorte ajudaria tanto), precisando embolar os fatos, maquiar a realidade e criar tensões que não existiram para fisgar o espectador. A lista de incorreções é enorme e incomoda tanto colocar o Rock in Rio de janeiro de 1985 em 1978 quanto vaticinar que Fred Mercury revelou sua doença aos músicos antes do Live Aid em junho de 1985, sendo esse o decantado “show de retorno” da banda após uma não existente separação – só para lembrar: em 1984 a banda fez 36 shows e em 1985, antes do Live Aid, foram 16 datas, duas delas no Rio de Janeiro. Dito isso, “Bohemian Rhapsody” é uma produção pipoca de bom coração (e de grandes canções), que diverte, emociona e se fortalece com a grande atuação de Rami Malek (ao mesmo tempo em que se enfraquece com as polêmicas do diretor Bryan Singer). Só não deveria estar sendo cotado a prêmios como o Oscar. É para assistir sem analisar, porque, se for para analisar, a decepção vence.
Primeiro trailer do remake de Brinquedo Assassino apresenta matança de Chucky
A Orion Pictures divulgou o primeiro trailer do remake de “Brinquedo Assassino”. O vídeo abre como um comercial do boneco que vira Chucky, até que ele chega na casa da família do menino protagonista e o terror se instala. Também há cenas no que parece ser uma loja de brinquedos. E muita matança. Uma chacina como não se viu no filme original. Como se trata de um remake, o visual do boneco assassino está sendo escondido. Não há closes em Chucky, que surge apenas de costas e tem seu ataque descrito por meio de detalhes, como a faca em sua mão. Isto porque ele vai ter nova história de origem e aparecer novinho em folha – e não mais deformado pelo tempo – , com os cabelos ruivos e sardas na bochecha que enganam quem gosta. Roteiro e direção estão a cargo de dois novatos nos cinemas: o roteirista Tyler Burton Smith, que escreve videogames, e o diretor norueguês Lars Klevberg, cujo primeiro longa – “Morte Instantânea”, uma versão ampliada do curta “Polaroid” – ainda não tem previsão de estreia. A trama traz Aubrey Plaza (“Legion”) como a mãe que resolve dar o boneco de presente para o filho, vivido por Gabriel Bateman (“Quando as Luzes se Apagam”), sem saber de sua natureza sinistra. E o elenco também inclui Brian Tyree Henry (“Atlanta”). Apesar desse filme, a história do Chucky original vai continuar a ser contada, agora numa série escrita e produzida por seu criador, o roteirista e diretor Don Mancini. A estreia do remake de “Brinquedo Assassino” está marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Albert Finney (1936 – 2019)
O ator britânico Albert Finney, indicado cinco vezes ao Oscar, morreu nesta sexta-feira (8/2), aos 82 anos, após enfrentar “uma breve doença” e “cercado por seus entes queridos”, segundo comunicado de sua família. Lenda do cinema e do teatro britânico, Finney nasceu em 9 de maio de 1936, estudou na tradicional escola de Royal Academy of Dramatic Art, onde iniciou sua carreira interpretando principalmente personagens de William Shakespeare, chamando atenção do diretor Tony Richardson para integrar o filme “Vida de Solteiro”, em 1960. Ele se tornou um dos novos rostos da new wave britânica, ao representar outro jovem da classe trabalhadora em “Tudo Começou num Sábado” (1960), que lhe rendeu o prêmio BAFTA (da Academia Britânica) de Revelação do ano. Mas sua trajetória sofreu uma mudança abrupta quando trocou o realismo social dos dramas em preto e branco pela exuberância de “As Aventuras de Tom Jones” (1963). Dirigido pelo mesmo Tony Richardson que o tinha revelado em “Vida de Solteiro”, Finney levou seu protótipo de jovem independente ao cinema de época, tornando-se um Tom Jones irresistível. Filho bastardo de um aristocrata e incapaz de resistir aos impulsos sexuais, lutou por seus direitos e pelo amor na tela, levando as revoluções sociais e sexuais para o século 18. O resultado encantou o mundo, lotou cinemas e rendeu a primeira indicação do ator ao Oscar. O sucesso de “As Aventuras de Tom Jones” tornou Finney tão popular quanto os Beatles. E ele foi se arriscar em novos gêneros, como o drama de guerra de “Os Vitoriosos” (1963) e até viver um vilão, o psicopata de “A Noite Tudo Encobre” (1964), ao mesmo tempo em que decidiu fazer mais teatro, criando hiatos em sua filmografia. Quando ressurgiu, após três anos, foi como par romântico de Audrey Hepburn em “Um Caminho para Dois” (1967), de Stanley Donen, que abriu uma lista de dramas sobre relacionamentos em crise, como “Charlie Bubbles” (1968), “The Picasso Summer” (1969) e “Alpha Beta” (1974), entrecortadas pelas comédias “O Adorável Avarento” (1970), que lhe rendeu o Globo de Ouro, e “Gumshoe, Detetive Particular’ (1971), primeiro longa do diretor Stephen Frears. Em 1974, ele deu vida a outro papel marcante, o detetive Hercule Poirot na versão cinematográfica original de “Assassinato no Expresso Oriente”, dirigida por Sidney Lumet, e foi novamente indicado ao Oscar. E também aproveitou a exposição da indicação para retornar aos palcos, fazendo apenas mais um filme na década: “Os Duelistas” (1977), estreia do diretor Ridley Scott. “Quando trabalhei naqueles anos no National Theatre”, disse Finney ao The New York Times em 1983, “as pessoas sempre diziam que eu poderia estar em Hollywood ganhando essa ou aquela quantia de dinheiro. Mas você deve manter a capacidade de fazer o que quer. Eu não queria ser vítima da necessidade de viver um estilo de vida que exige salários enormes para ser bancado”. Ele voltou ao cinema como coadjuvante em filmes inesperados, como o terror social “Lobos” (1981), o thriller sic-fi “O Domínio do Olhar” (1981) e o musical infantil “Annie” (1982), antes de tomar seu devido lugar no centro das atenções em “O Fiel Camareiro” (1984). O papel de Sir, um tirânico e decadente ator shakespeareano, que só tem momentos felizes no contato com seu camareiro, responsável por prepará-lo para subir no palco, rendeu a terceira indicação de Finney ao Oscar. Mas, após o novo reconhecimento, ele não sumiu das telas. Foi viver o papa João Paulo II num telefilme e emendou outro papel impactante, o cônsul alcoólico Geoffrey Firmin em “A Sombra do Vulcão”, um dos últimos filmes do diretor John Huston (que também o dirigiu em “Annie”), resultando em sua quarta indicação ao prêmio da Academia. Sua capacidade intuitiva de detectar talentos emergentes atrás das câmeras o levou a continuar trabalhando em filmes de futuros mestres, como os irmãos Coen, no excelente filme de gângster “Ajuste Final” (1990), Mike Figgis no drama “Nunca Te Amei” (1994), e principalmente Steven Soderbergh, que o escalou como o chefe de Julia Roberts em “Erin Brockovich” (2000), rendendo-lhe sua quinta e última nomeação ao Oscar, desta vez como Coadjuvante. Julia Roberts, vencedora do Oscar pelo mesmo filme, dedicou o prêmio ao britânico. E embora nunca tenha conquistado o Oscar, Finney ganhou o Emmy por sua interpretação de Winston Churchill no telefilme “O Homem que Mudou o Mundo”, de 2002, onde atuou ao lado de Vanessa Redgrave. O ator e Soderbergh repetiram a parceria em “Traffic” (2000) e “Doze Homens e Outro Segredo” (2004). Finney também trabalhou em dois filmes de Tim Burton, “Peixe Grande e suas Histórias Maravilhosas” (2003) e “A Noiva Cadáver” (2005), retomou a parceria com Ridley Scott em “Um Bom Ano” (2006) e fez o último longa do velho parceiro e grande mestre Sidney Lumet, “Antes que o Diabo Saiba que Você Está Morto” (2007), entre muitas outras produções. Nos últimos anos, curiosamente, vinha se especializando em thrillers de ação e espionagem, novidades em sua vasta carreira. Mas, como não poderia deixar de ser, filmou justamente os melhores, “O Ultimato Bourne” (2007) e “O Legado Bourne” (2011), ambos dirigidos por Paul Greengrass, e “007 – Operação Skyfall” (2012), de Sam Mendes, com o qual encerrou sua filmografia. Em maio de 2011, o agente de Finney revelou que o ator estava enfrentando um câncer no rim.
Trailer legendado do novo Cemitério Maldito revela mudanças em relação ao filme original
A Paramount divulgou novos pôsteres e o segundo trailer do remake de “Cemitério Maldito”, em versões dublada e legendada. E a prévia surpreende por incluir muitas mudanças em relação ao filme dos anos 1980, culminando num clima tenso que valoriza a produção. As alterações vão desde uma troca simples, de um filho morto-vivo por uma filha morta-viva, até a evolução do terror, que toma maiores proporções. Assim como no livro de Stephen King de 1983 e no filme de Mary Lambert de 1989, o novo “Cemitério Maldito” conta a história da família Creed, que se muda para um casarão no campo. O local fica ao lado de uma rodovia, onde muitos acidentes acontecem, e próximo de um antigo cemitério indígena, que tem o poder de ressuscitar quem nele for enterrado. Entretanto, os que voltam à vida agem de modo estranho e violento. Mas diversos detalhes são apresentados de forma inesperada, como demonstra o trailer. O roteiro final é de David Kajganich e Jeff Buhler, criadores, respectivamente, das séries “The Terror” e “Nightflyers”, e a direção está a cargo da dupla Dennis Widmyer e Kevin Kölsch, responsáveis pelo terror indie “Starry Eyes” (2014) – com 75% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O elenco inclui Jason Clarke (“Exterminador do Futuro: Gênesis”), John Lithgow (“The Crown”), Amy Seimetz (“Alien: Covenant”), Jeté Laurence (“Sneaky Pete”) e os gêmeos Hugo e Lucas Lavoie revendo-se no papel do filho caçula da família. A estreia está marcada para 4 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Remake de Brinquedo Assassino ganha primeiro teaser
A Orion Pictures divulgou o primeiro teaser do remake de “Brinquedo Assassino”. O vídeo é uma espécie de comercial da empresa de brinquedos Kaslan, com uma declaração de seu próprio fundador, Henry Kaslan (na verdade, o ator Tim Matheson), declarando-se “comprometido em criar novas tecnologias que tenham um impacto positivo” no mundo. Para isso, desenvolve “o melhor e mais interativo brinquedo do mercado”. Trata-se do boneco Buddi, que o fundador da empresa apresenta com a sinistra frase: “Ele é mais que um brinquedo, ele é seu melhor amigo”. Sim, é Chucky. E, ao final, o vídeo anuncia o lançamento para sexta-feira (8/2). Nesta data, será divulgado o primeiro trailer do filme. Como se trata de um remake, o boneco assassino vai ter nova história de origem – diferente, segundo entrevistas – e aparecer novinho em folha – e não mais deformado pelo tempo – , com os cabelos ruivos e sardas na bochecha que enganam quem gosta. Roteiro e direção estão a cargo de dois novatos nos cinemas: o roteirista Tyler Burton Smith, que escreve videogames, e o diretor norueguês Lars Klevberg, cujo primeiro longa – “Morte Instantânea”, uma versão ampliada do curta “Polaroid” – ainda não tem previsão de estreia. A trama vai trazer Aubrey Plaza (“Legion”) como a mãe que resolve dar o boneco de presente para o filho, vivido por Gabriel Bateman (“Quando as Luzes se Apagam”), sem saber de sua natureza sinistra. E o elenco também inclui Brian Tyree Henry (“Atlanta”). Apesar desse filme, a história do Chucky original vai continuar a ser contada, agora numa série escrita e produzida por seu criador, o roteirista e diretor Don Mancini. A estreia do remake de “Brinquedo Assassino” está marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Javier Bardem entra no elenco do remake de Duna
A elenco do remake de “Duna” segue crescendo. A novidade do dia é o ator espanhol Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”), que abriu negociações para participar do filme. O contrato é para o papel de Stilgar, o líder rebelde de uma tribo que ajuda Paul Artreides, o personagem de Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”). O elenco grandioso da produção também inclui Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) e Stellan Skarsgard (“Thor”). Adaptação do clássico literário de Frank Herbert, a trama se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local sofra um atentado. Apenas seu filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Considerado um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, a obra de 1965 já foi transformado em filme em 1984 pelo cineasta David Lynch e também originou uma minissérie do canal Syfy em 2000. A nova versão tem roteiro de Eric Roth (“Forrest Gump”) e Jon Spaiths (“Doutor Estranho”), e será dirigida por Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”). As filmagens devem começar nas próximas semanas, mas ainda não há previsão de estreia.
Roteirista de Sobrenatural vai escrever remake da sci-fi Fuga de Nova York
Após o sucesso de “Halloween”, outro clássico do diretor John Carpenter vai voltar aos cinemas em nova versão. A Fox pretende lançar um remake de “Fuga de Nova York”, sci-fi de 1981 dirigida por Carpenter e protagonizada por Kurt Russell. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, o remake terá roteiro de Leigh Whannell (do terror “Sobrenatural”), que nesta semana também foi anunciado como diretor de “O Homem Invisível”. Fontes ainda informaram ao site que o próprio Whannell pode dirigir o longa. O projeto do remake é antigo. Anteriormente, a Fox chegou a encondar um roteiro a Neil Cross, o criador da série britânica “Luther”, que seria dirigido por Robert Rodriguez – nos cinemas em 14 de fevereiro com outra sci-fi, “Alita: Anjo de Combate”. Diretor e roteirista do filme original, Carpenter está envolvido na nova versão como produtor executivo, assim como aconteceu com “Halloween”. O longa de 1981 mostrava a transformação da ilha de Manhattan numa enorme prisão de segurança máxima, cercada por muros gigantescos, onde os criminosos mais perigosos dos EUA eram deixados à própria sorte. A trama começa após um atentado derrubar o avião presidencial em Nova York, levando o governo a buscar ajuda de Snake Plissken, um dos mais perigosos terroristas do planeta, que precisa encontrar e salvar o presidente na prisão quilométrica em troca de sua liberdade e da própria vida, já que foi injetado com um explosivo que será detonado em 22 horas – o tempo que tem para completar a missão. Considerada uma das ficções científicas mais influentes dos anos 1980, a produção ganhou sequência, “Fuga de Los Angeles”, em 1996, e inspirou diversas cópias. Por sinal, há dois anos Carpenter venceu um processo por plágio contra o produtor Luc Besson, após a produção francesa “Sequestro no Espaço” (2012) copiar diversos conceitos de “Fuga de Nova York”, apenas trocando a ilha de Manhattan por uma prisão espacial.










