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    Sigourney Weaver confirma participação no novo Caça-Fantasmas

    7 de junho de 2019 /

    A atriz Sigourney Weaver confirmou que vai voltar para a franquia “Os Caça-Fantasmas” como sua personagem do primeiro filme, Dana Barrett. Em entrevista para a revista Parade, ela revelou que já assinou contrato para participar do próximo capítulo da saga e ainda acrescentou: “Vai ser uma loucura trabalhar com esses caras novamente!” Até o momento, não há palavra oficial sobre os retornos de Dan Aykroyd, Bill Murray e Ernie Hudson, mas a declaração da atriz indica que é exatamente isso que vai acontecer. Embora não tenha confirmado o elenco original, a produção oficializou a contratação de Carrie Coon (“The Leftovers”), Finn Wolfhard (“Stranger Things”) e Mckenna Grace (“Annabelle 3: De Volta para Casa”). Mas tudo o que vazou desse elenco é que Coon viverá uma mãe solteira. Não há maiores detalhes da trama, mas o filme está a cargo do cineasta Jason Reitman (“Tully”), filho de Ivan Reitman, diretor dos dois primeiros “Caça-Fantasmas” – e que atuou, ainda criança, em “Os Caça-Fantasmas II”, de 1989. Ao anunciar a produção, ele disse que tinha “muito respeito” pelo reboot recente do diretor Paul Feig, realizado com novo elenco feminino, mas a sua versão “seguirá a trajetória do filme original”. Ou seja, será uma continuação de “Os Caça-Fantasmas II”. Reitman também coescreveu o roteiro, ao lado de Gil Kenan (“A Casa Monstro”). A estreia está marcada para 10 de julho de 2020.

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    Chucky mata Buzz Lightyear em novo pôster de Brinquedo Assassino

    6 de junho de 2019 /

    A Orion Pictures segue provocando a Disney com os pôsteres do remake de “Brinquedo Assassino”. Depois de matar Woody à facadas e fazer churrasquinho do cachorrinho salsicha de mola Slinky, Chucky despachou outro brinquedo famoso de “Toy Story” em novo cartaz: ninguém menos que Buzz Lightyear, assassinado por sua própria arma laser. Mais que um crossover não autorizado, a coleção de pôsteres é uma bravata. “Brinquedo Assassino” e “Toy Story 4” vão estrear no mesmo dia nos cinemas dos Estados Unidos. A concorrência também ia acontecer no Brasil. Mas, por aqui, foi “Toy Story” quem assustou Chucky, que fugiu da disputa direta com um adiamento providencial. A maior curiosidade é que, nos Estados Unidos, a expectativa de confronto está mesmo assumindo proporções de massacre, mas contra “Brinquedo Assassino”. A estreia de “Brinquedo Assassino” está marcada para 25 de julho no Brasil, mais de um mês após o lançamento norte-americano – e de “Toy Story 4”.

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  • Série

    2ª temporada de Deadly Class teria episódio gravado no Brasil

    6 de junho de 2019 /

    O cancelamento de “Deadly Class” pelo canal pago SyFy deixou fãs inconsoláveis em todo o mundo, mas os fãs brasileiros têm um motivo a mais para lamentar. Ao comentar o destino na série no Twitter, a atriz María Gabriela de Faría (intérprete de Maria Salazar) revelou que havia planos para filmar um episódio no Brasil na 2ª temporada. Ela completou a informação dizendo que, se a série conseguir ser resgatada em outro local, os planos serão seguidos e os brasileiros poderão ver o elenco de perto. “Quer conhecer uma coisinha? Planos para ir ao Brasil estavam sendo feitos antes do cancelamento, então, se conseguirmos uma 2ª temporada, é muito provável que vocês nos veja lá em breve!”, ela postou, junto da hashtag #SaveDeadlyClass “Deadly Class” foi cancelada pelo canal pago Syfy na noite de quarta (5/6), junto de “Happy!”, e fãs já se mobilizaram criando campanhas para salvar a série. A Sony, que produz a atração, pretende levá-la para outra plataforma, aproveitando que a hashtag #deadlyclass entre no Top 10 das mais usadas do Twitter logo após a notícia chegar na mídia. Baseada nos quadrinhos homônimos de Rick Remender, a série girava em torno de alunos de uma escola de Ensino Médio para assassinos. Passada em 1987, era repleta de tribos urbanos marcantes, como punks e góticos, e sua trilha sonora (sensacional!) se destacava por incluir muitas músicas do underground da época. Também tinha algumas das melhores coreografias de lutas já vistas na TV. E entre os destaques do elenco, estavam Lana Condor (a estrela de “Para Todos os Garotos que Já Amei”) e Benedict Wong (o Wong de “Vingadores: Ultimato”). Os roteiros eram do próprio autor dos quadrinhos. E, para completar, a produção estava a cargo de ninguém menos que os irmãos Russo (os diretores de “Vingadores: Ultimato”), que contavam com uma equipe de apoio invejável nos episódios disponibilizados, como os cineastas Lee Toland Krieger (de “A Incrível História de Adaline”) e Ami Canaan Mann (“Em Busca de um Assassino”). No Brasil, todos os episódios da 1ª e única temporada entraram na plataforma Globosat no final de abril. Wanna know a little something? Plans on going to Brazil were being made before the cancellation so, if we get a season 2 is very very likely you’ll see us there soon! #SaveDeadlyClass — Maria Gabriela (@mgabrieladfc) June 5, 2019

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  • Série

    SyFy cancela as séries Deadly Class e Happy!

    6 de junho de 2019 /

    O canal pago Syfy anunciou o cancelamento das séries “Deadly Class” e “Happy!”, ambas baseadas em quadrinhos. A reação dos fãs já congestiona as redes sociais após a notícia. A hashtag #deadlyclass entrou no Top 10 das mais usadas nos Estados Unidos. Além de campanhas de resgate das séries, centenas resolveram anunciar outro cancelamento: do Syfy em suas casas. As duas séries não eram apenas adaptações de quadrinhos. Eram adaptações feitas pelos próprios autores das publicações originais. E isso carrega um fandom pesado em sua esteira. “Deadly Class”, de Rick Remender, encerrou sua 1ª e agora única temporada em março e precisou esperar três meses pela definição do canal, enquanto “Happy!”, de Grant Morrison, ganhou mais consideração, recebendo o aviso apenas uma semana após o final de sua 2ª temporada. Ambas eram melhores que a média das atrações do canal. Mas “Deadly Class” estava num patamar acima. Era excepcional, uma das séries mais brilhantes da atualidade. A trama de Rick Remender girava em torno de alunos de uma escola de Ensino Médio para assassinos. Passada em 1987, era repleta de tribos urbanos marcantes, como punks e góticos, e sua trilha sonora (sensacional!) se destacava por incluir muitas músicas do underground da época. Também tinha algumas das melhores coreografias de lutas recentes. E entre os destaques do elenco, estavam Lana Condor (a estrela de “Para Todos os Garotos que Já Amei”) e Benedict Wong (o Wong de “Vingadores: Ultimato”). Para completar, a produção era de ninguém menos que os irmãos Russo (os diretores de “Vingadores: Ultimato”), que contaram com uma equipe de apoio invejável nos episódios disponibilizados, como os cineastas Lee Toland Krieger (de “A Incrível História de Adaline”) e Ami Canaan Mann (“Em Busca de um Assassino”). Por sua vez, “Happy!” apostava no surrealismo ultraviolento. A série seguia Nick Sax (Chris Meloni, de “Law & Order: SVU”), um ex-policial corrupto transformado em matador, que passava os dias enchendo a cara até ter uma experiência de quase morte e começar a ver um unicórnio azulado voador chamado Happy (voz de Patton Oswalt, de “Agents of SHIELD”). O bicho é o amigo imaginário da filha que Sax não sabia que tinha, e o contata em busca de ajuda para salvá-la. Além de Grant Morrison, a série tinha produção e direção do cineasta Brian Taylor (de “Adrenalina” e “Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança”). As produtoras das duas atrações, respectivamente Sony e Universal, pretendem oferecê-las para outras emissoras e plataformas. A Globosat disponibilizou recentemente os episódios de “Deadly Class” no Brasil. Já “Happy!” chega por aqui via Netflix.

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    Foto de produtor de Halloween com Jamie Lee Curtis sugere nova continuação da franquia

    5 de junho de 2019 /

    O produtor Jason Blum, dono da Blumhouse Pictures, compartilhou uma foto ao lado da atriz Jamie Lee Curtis, sugerindo uma nova continuação da franquia. “Estamos discutindo algumas coisas…”, ele escreveu ao lado da imagem, em que Jamie aparece segurando uma embalagem de boneca de sua personagem no filme, Laurie Strode. Na verdade, a surpresa é a demora nessas “discussões”. O retorno de “Halloween” aos cinemas foi um dos maiores sucessos do ano passado. Elogiado pela crítica, o filme arrecadou mais de US$ 255 milhões nas bilheterias mundiais. E só custou US$ 10 milhões para ser filmado. Desde fevereiro, circulam rumores de que a Blumhouse contratou o roteirista Scott Teems, criador da série “Rectify” – e que também assina o vindouro remake de “Chamas da Vingança”, baseado em livro de Stephen King – para escrever uma nova continuação. O “Halloween” de 2018 foi escrito pelo comediante Danny McBride e o cineasta David Gordon Green, que trabalharam juntos na série de comédia “Eastbound & Down” da HBO. O filme mostrava um novo confronto entre Laurie Strode (Curtis) e o assassino Michael Myers, que a atormentou no filme original de John Carpenter, de 1978, e em várias outras sequências, desconsideradas pelo longa. Curiosamente, já houve dois “Halloween 2”. O terceiro ainda não tem previsão de estreia. We’re discussing stuff. @jamieleecurtis pic.twitter.com/gs3gw5r95k — Jason Blum (@jason_blum) June 5, 2019

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    Mulher-Maravilha aparece com uniforme dourado em pôsteres de seu novo filme

    5 de junho de 2019 /

    A Warner divulgou três artes de “Mulher-Maravilha 1984”. Os pôsteres mostram a heroína com um novo uniforme dourado, mais brilhante que o traje da Rainha Hipólita no primeiro filme – e que remete a vestes alternativas dos quadrinhos. Não bastasse o visual ser pouco tradicional, as três variações ainda escondem o título do longa, que aparece apenas numa pequena hashtag, ao lado da data de estreia. Poucos detalhes sobre enredo da sequência foram revelados, fora o fato evidente de que a trama se passa em 1984. A direção é novamente de Patty Jenkins e o elenco volta a reunir Gal Gadot como a heroína e Chris Pine como Steve Trevor, além de incluir a atriz Kristen Wiig como a vilã Mulher-Leopardo. A estreia está marcada apenas para junho de 2020.

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    Série Chernobyl aumenta turismo na região afetada pelo desastre nuclear

    4 de junho de 2019 /

    O sucesso da minissérie “Chernobyl” na HBO disparou o interesse mundial pela região afetada pelo pior acidente nuclear da história, quase dobrando o número de turistas que querem ver a usina e a cidade abandonada ao seu redor. Segundo a Reuters, uma agência de turismo que faz viagens para Chernobyl relatou um aumento de 40% nas reservas desde que a série estreou em maio com ótimas críticas. As excursões com guias em inglês normalmente custam cerca de US$ 100 por pessoa. Abril marcou o 33º aniversário do desastre, causado por um teste de segurança mal-sucedido no quarto reator da usina atômica, que lançou nuvens de material nuclear sobre boa parte da Europa em 1986. A área ao redor da usina preserva até hoje o clima de terra arrasada pós-apocalíptica, na qual a vegetação brota em edifícios sem janelas, abandonados e repletos de lixo. Na cidade de Pripyat, que já abrigou 50 mil pessoas, a maioria funcionários da usina, um parque de diversões traz a imagem mais emblemática da devastação: uma roda gigante que nunca chegou a funcionar – ela deveria ter sido inaugurada no feriado de 1º de maio. Considerada uma das piores catástrofes causadas pelo homem na História, a tragédia poderia ter sido muito pior, se não fosse pelo sacrifício de alguns homens e mulheres valentes, que deram as próprias vidas para salvar a Europa de um desastre inimaginável. Com 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a minissérie foi uma criação do roteirista Craig Mazin (“O Caçador e a Rainha do Gelo”) e trouxe em seu elenco Jared Harris (série “The Crown”), Emily Watson (“Cavalo de Guerra”), Stellan Skarsgard (“Thor”), Jessie Buckley (“Guerra e Paz”), Ralph Ineson (“A Bruxa”), Fares Fares (“Westworld”), Billy Postlethwaite (“Tomb Raider: A Origem”), Caoilfhionn Dunne (“Britannia”), Robert Emms (“Jurassic World: Reino Ameaçado”) e Michael Socha (“Papillon”). Todos os cinco episódios da minissérie foram dirigidos pelo sueco Johan Renck, que assinou os últimos clipes de David Bowie, além de séries como “The Last Panthers”, “Bloodline”, “Vikings” e “Breaking Bad”. O último episódio foi ao ar na noite de segunda-feira (3/5) nos Estados Unidos e será exibido na próxima sexta (7/5), às 21h, na HBO Brasil.

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    Cena de Brinquedo Assassino destaca nova voz de Chucky, dublado por Mark Hamill

    4 de junho de 2019 /

    A Orion Pictures divulgou uma cena do remake de “Brinquedo Assassino”, que destaca a voz do novo Chucky, assombrando sua principal vítima mirim. A prévia se concentra no tom adotado pelo ator Mark Hamill (o Luke Skywalker de “Star Wars”) para dublar o psicopata de plástico. E ainda revela que Chucky ganhou a capacidade de “possuir” aparelhos eletrônicos, que transmitem sua voz e obedecem a seus comandos. Desta forma, o novo “Brinquedo Assassino” se mostra bem diferente do filme dos anos 1980, já que Chucky agora é basicamente um robô, com um sistema de inteligência artificial conectado à chamada “internet das coisas”. O elenco ainda traz Aubrey Plaza (“Legion”) como a mãe que resolve dar o boneco de presente para o filho, vivido por Gabriel Bateman (“Quando as Luzes se Apagam”), e Brian Tyree Henry (“Atlanta”) como um policial. Roteiro e direção estão a cargo de dois novatos nos cinemas: o roteirista Tyler Burton Smith, que escreve videogames, e o diretor norueguês Lars Klevberg, cujo primeiro longa – “Morte Instantânea”, uma versão ampliada do curta “Polaroid” – ainda não tem previsão de estreia nos Estados Unidos. A estreia de “Brinquedo Assassino” está marcada para 25 de julho no Brasil, mais de um mês após o lançamento norte-americano.

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    Punky, a Levada da Breca vai ganhar continuação com a mesma atriz

    4 de junho de 2019 /

    A série clássica dos anos 1980 “Punky, a Levada da Breca” (Punky Brewster, em inglês) vai ganhar revival. E com a mesma atriz que interpretava a menina original, Soleil Moon Frye. Concebida como continuação da trama original, a nova série vai mostrar a protagonista Punky (Frye) como uma atrapalhada mãe solteira de três crianças, que conhece uma jovem que a lembra muito de sua própria infância. A premissa também lembra outras produções em que crianças de séries clássicas retornam adultas para estrelar continuações, como “Fuller House” e “A Casa da Raven” (Raven’s Home). “Punky, a Levada da Breca” foi exibida originalmente entre 1984 e 1988 e girava em torno de uma garota abandonada pela mãe em um shopping. Sem se deixar abater, ela começa a morar num apartamento vago de um prédio administrado pelo viúvo Henry (George Gaynes), que depois a adota. No Brasil, a sitcom foi transmitida com grande sucesso pelo SBT, e depois de cansar de reprisar passou ainda pela Rede Bandeirantes. Além disso, uma versão em desenho animado da série, batizada de “Punky” (também Punky Brewster no original), foi produzida entre 1985 e 1987. A série acabou quando Soleil Moon Frye tinha 12 anos. Mas ela não parou de atuar, aparecendo em várias outras atrações televisivas, inclusive em “Friends”, “Galera do Barulho” (Saved by the Bell) e “Anos Incríveis” (The Wonder Years), até se destacar num papel fixo em “Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira” (1996–2003) e como dubladora da franquia animada baseada nas bonecas “Bratz” (2004-2013). O revival de “Punky” está sendo desenvolvido pelos irmãos Steve e Jim Armogida (criadores da série “School of Rock”) para os estúdios Universal, visando um lançamento na rede NBC, lar da série original. Por enquanto, o projeto ainda está em etapa de roteiro, mas Soleil Moon Frye já está comemorando nas redes sociais. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram I have a big giant secret to finally share with you! She is back and I am back too! #PUNKYPOWER ❤️??????? Uma publicação compartilhada por Soleil Moonfrye (@moonfrye) em 4 de Jun, 2019 às 10:25 PDT

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    Pôster de Stranger Things destaca o novo monstro da série

    4 de junho de 2019 /

    A Netflix divulgou um novo pôster da 3ª temporada de “Stranger Things”, para marcar que falta um mês para a estreia dos novos episódios. A imagem reúne os personagens da série e já inclui Maya Hawke (minissérie “Little Women”), filha dos atores Uma Thurman (“Kill Bill”) e Ethan Hawke (“Boyhood”), que viverá Robin, colega de trabalho de Steve (Joe Keery) no primeiro shopping center da cidade. Mas o principal destaque da ilustração é o novo monstro da trama, que aparece em primeiro plano, projetando sombras e deixando um rastro de morte na cidadezinha de Hawkins. A 3ª temporada vai se passar no verão de 1985 e estará disponível em streaming a partir do dia 4 de julho.

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    História Secreta do Pop Brasileiro: Minissérie ganha trailer com histórias deliciosas de Xuxa e Gretchen

    1 de junho de 2019 /

    A minissérie documental “História Secreta do Pop Brasileiro”, sobre os segredos de bastidores e gravações de hits dos anos 1970 e 1980, ganhou seu primeiro trailer. E a prévia é deliciosa, repleta de histórias sensacionais. Concebida pelo jornalista André Barcinski, a produção de oito episódios mostra como a indústria de discos nacionais criou artistas fictícios e transformou músicos brasileiros em gringos, além de revelar o processo de criação de hits de Gretchen, Xuxa e até do tema de abertura de “Chaves”. Com mais de 4 minutos de duração, a prévia mostra, por exemplo, como o compositor Paulo Massadas conseguiu fazer Xuxa cantar pela primeira vez para gravar um disco. “Eu não sabia bem quem era a Xuxa”, conta Massadas. “De fato, ela não cantava. Ela falou: ‘Eu não canto’. Ela botava o fone. E o que ela estava ouvindo no fone? Minha voz. Ela tenta sair atrás da minha voz.” O método também incluía segurar as mãos da modelo-apresentadora. “Ao mesmo tempo, eu segurava nas mãos dela e pressionava para dar o ritmo”, o produtor explica, demonstrando como fez para ela manter o tom. Outra história divertida é sobre o início da carreira de Gretchen. Ela revela que, no início, foi orientada para não cantar, apenas fazer “gritinhos” e “sussurros”. “O [produtor] Mister Sam disse: ‘Não quero que você cante. Quero que você esqueça que é uma cantora. Você vai só fazer o que eu mando. Quero que você dê uns gritinhos. Que você faça uns sussurros”. Os gemidos viraram marca registrada da cantora. A onda de cantores românticos dos anos 1970 que gravavam músicas em inglês também ganha destaque, revelando como Maurício Alberto se transformou em Morris Albert, Jessé virou Tony Stevens e até Fabio Jr teve seu período de Mark Davis. A série vai ter première no Festival In-Edit, em São Paulo, em 17 de junho, onde seus três primeiros episódios serão exibidos, seguidos de um debate. A estreia televisiva deve acontecer em julho no canal pago Music Box Brasil.

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    Fotos e teaser confirmam que GLOW vai para Las Vegas na 3ª temporada

    31 de maio de 2019 /

    A Netflix anunciou que a 3ª temporada de “GLOW” vai chegar em 9 de agosto e se passar em Las Vegas. Além de um teaser com a data de estreia, a plataforma divulgou as primeiras fotos das protagonistas na nova locação da série. “GLOW” acompanha as aventuras de um grupo de mulheres reunido pelo produtor Sam Sylvia (Marc Maron) para estrelar um pioneiro programa de TV de luta livre feminina nos anos 1980. No final do segundo ano da série, elas foram chamadas para se apresentar ao vivo em Las Vegas. Segundo a sinopse dos novos episódios, a paixão de Ruth (Alison Brie) pela produção do programa vai perder espaço para sua “vida pessoal cada vez mais complicada”. Enquanto isso, Debbie (Betty Gilpin) se tornará cada vez mais confiante em sua posição como produtora. “Enquanto os dias se passam em Las Vegas, as linhas entre performance e realidade começam a desaparecer, e o elenco se vê lutando com suas próprias identidades, dentro e fora do ringue”, completa o texto. Criada por Liz Flahive e Carly Mensch (produtoras-roteiristas de “Nurse Jackie”) e produzida por Jenji Kohan (a criadora de “Orange Is the New Black”), a série também inclui no elenco Sunita Mani (“Mr. Robot”), Ellen Wong (“The Carrie Diaries”), Sydelle Noel (“De Repente um Bebê”), Britt Baron (“Criminal Minds: Beyond Borders”), Jackie Tohn (“CHiPS”), Chris Lowell (“Veronica Mars”) e a cantora irlandesa Kate Nash, entre outros. Os novos episódios estreiam em 9 de agosto.

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    Série baseada no clássico infantil O Cristal Encantado ganha trailer dublado

    30 de maio de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer da série baseada no clássico infantil “O Cristal Encantado” (1982), de Jim Henson. Intitulada “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” (Dark Cystal: Age of Resistance), a série é um prólogo da trama do filme lançado em 1982. “O Cristal Encantado” se tornou um marco do cinema porque foi o primeiro filme de fantasia feito inteiramente com bonecos. Além disso, os bichos não eram fantoches, como os Muppets. Na verdade, eram animatronics, que se movimentavam por meio de comandos eletrônicos, e isso será mantido na série, aliado a efeitos visuais modernos. A trama original se passava no planeta Thra, habitada pelos pacíficos Místicos e os agressivos Skeksis, que usavam um “cristal negro” para se reproduzir para sempre. Uma profecia dizia que se um Gelfling (criaturas humanoides com orelhas pontudas) manipulasse o cristal, a paz seria restaurada e as duas raças se tornariam uma só. Para evitar isso, os Skeksis decidem caçar todos os Gelflings. A série vai mostrar o mundo de Thra morrendo. O Cristal da Verdade, uma fonte de poder incalculável no coração de Thra, está danificado, corrompido pelos malvados Skeksis, e uma doença se espalha pela terra. Quando três Gelflings descobrem a terrível verdade por trás do poder dos Skeksis, os fogos da rebelião são acesos e começa uma batalha épica pelo planeta. O comando da série está nas mãos do cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”), que vai produzir e dirigir os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix, com roteiros de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). Já o elenco de dubladores reúne uma constelação de estrelas, como Taron Egerton (“Robin Hood: A Origem”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) e Nathalie Emmanuel (“Game of Thrones”), na pele dos heróis Rian, Brea e Deet, que protagonizam a série. O elenco coadjuvante é ainda mais impressionante, incluindo Mark Hamill (“Star Wars”), Helena Bonham-Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”), Alicia Vikander (“Tomb Raider”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Caitriona Balfe (“Outlander”), Natalie Dormer (“Game of Thrones”), Theo James (“Divergente”), Shazad Latif (“Star Trek: Discovery”), Gugu Mbatha-Raw (“O Paradoxo Cloverfield”), Mark Strong (“Kingsman”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Keegan-Michael Key (“Key and Peele”), Eddie Izzard (“Powers”) e Harris Dickinson (“Malévola 2”). Nenhum desses atores famosos pode ser ouvido no vídeo disponibilizado pela Netflix no Brasil, já que ele é dublado em português. Para saber como a série soa originalmente, veja o segundo vídeo abaixo, em inglês e sem legendas. “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” estreia em 30 de agosto.

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