He-Man vai ganhar nova série animada produzida por Kevin Smith
A Netflix anunciou que vai produzir uma nova série animada do He-Man, intitulada “Masters of the Universe: Revelation”. E ela não será muito diferente da produção dos anos 1980, ao contrário de She-Ra, que passou por uma reimaginação total. A trama, por sinal, é descrita como uma continuação, que abordará “histórias não resolvidas dos anos 1980, ao retomar a jornada dos personagens de onde a história parou décadas atrás”. O responsável pela produção será ninguém menos que o cineasta Kevin Smith (“O Balconista”), que se disse “grato” pela oportunidade. “Sou eternamente grato à Mattel TV e Netflix por me confiar não apenas os segredos do Grayskull, mas também todo o seu universo”, disse Smith, em comunicado. “Em ‘Revelation’, nós escolhemos retomar a trama exatamente onde a era clássica se encerrou para contar uma história épica daquela que pode ser a batalha final entre He-Man e Esqueleto! Essa vai ser a história de ‘Mestres do Universo’ que você sempre quis ver quando era criança!” Ainda não há previsão para a estreia da série. “He-Man” também deve ganhar um filme em breve, que será estrelado pelo astro adolescente Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”).
O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas: Clássico dos anos 1980 pode virar série
A rede NBC encomendou para a Sony Television o projeto de uma série baseada no filme clássico filme “O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas” (St. Elmo’s Fire, no original). Lançado em 1985, o filme era centrado em um grupo de amigos recém-formados, que precisam reajustar suas expectativas em relação à carreira, relacionamentos e as responsabilidades da vida adulta. O filme marcou época por reunir grande parte da brat pack, nome dado pela imprensa à geração de jovens atores da década de 1980 que fazia muitos filmes juntos. O elenco incluía Demi Moore, Rob Lowe, Emilio Estevez, Andrew McCarthy, Judd Nelson, Ally Sheedy, Mary Winningham e Andie MacDowell. Não é a primeira vez que a Sony tenta emplacar uma série derivada do longa. Em 2009, a rede ABC chegou a fechar um projeto que teria produção do cineasta Joel Schumacher, diretor do filme de 1985. Mas a produção nunca passou da fase de desenvolvimento. Agora, a adaptação está a cargo de Josh Berman (“Drop Dead Diva”), que pretende fazer uma releitura moderna do longa, mantendo a premissa básica dos amigos recém-formados da faculdade, que tentam se ajustar à vida adulta. A produção ainda está em estágios iniciais e, por enquanto, apenas o roteiro de um piloto foi encomendado. Caso agrade, o piloto será produzido para ser avaliado pela emissora.
Neill Blomkamp anuncia ter desistido da continuação de RoboCop
O cineasta sul-africano Neill Blomkamp (“Elysium”) anunciou pelo Twitter que não está mais envolvido em “RoboCop Returns”, continuação do clássico de 1987 dirigido por Paul Verhoeven. “Estou fora de ‘RoboCop’. Vou fazer um novo terror/thriller e o [estúdio] MGM não pode esperar, precisam filmar RoboCop agora”, escreveu no tuíte. Sem mais explicações sobre o que vai ser esse novo longa no qual está envolvido, o cineasta completou dizendo, sobre “RoboCop Returns”, que estaria “animado para assistir no cinema com outros fãs”. Veja abaixo. A produção do filme, divulgado inicialmente como uma continuação direta do clássico dos anos 1980, foi revelada há um ano, e na época, Blomkamp deixou todos os fãs eufóricos ao contar que a sequência contaria com a icônica armadura original do personagem e seria estrelada pelo ator dos primeiros filmes, Peter Weller – que continua na ativa. Para completar, o roteiro é assinado pela dupla que também trabalhou no original: Ed Neumeier e Michael Miner. A trama foi originalmente concebida para ser o segundo filme da franquia, em 1990, mas acabou abandonada em prol de uma história tosca do autor de quadrinhos Frank Miller. O roteiro preterido, porém, previa que um astro de reality show se tornaria presidente dos Estados Unidos. E como a ficção se tornou realidade, a MGM achou que a coincidência valia uma revisitação, recuperando o roteiro antigo. O roteirista Justin Rhodes, que também escreveu a vindoura continuação de “O Exterminador do Futuro”, reescreveu e atualizou o conceito original. O filme vai ignorar o remake de 2014, dirigido pelo brasileiro José Padilha (de “Tropa de Elite”), que não se saiu bem no mercado norte-americano, mas arrecadou US$ 240 milhões em todo o mundo e teve desempenho particularmente forte na China. Apesar de Blomkamp mencionar urgência da MGM em seu tuíte, o filme ainda não tem cronograma de produção conhecido nem previsão de estreia. Off Robocop. I am shooting new horror/thriller and MGM can’t wait/ need to shoot Robocop now. Excited to watch it in theaters with other fans. N — Neill Blomkamp (@NeillBlomkamp) August 15, 2019
Série baseada no clássico O Cristal Encantado ganha trailer dublado em português
A Netflix divulgou o trailer dublado em português da série baseada no clássico infantil “O Cristal Encantado” (1982), de Jim Henson. Intitulada “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” (Dark Cystal: Age of Resistance), a série é um prólogo do longa lançado em 1982, que foi o primeiro filme de fantasia feito inteiramente com bonecos. Os bichos não eram fantoches, como os Muppets, mas animatronics, que se movimentavam por meio de comandos eletrônicos, e isso está mantido na série, aliado a efeitos visuais modernos. Assim como na trama original, a série se passa no planeta Thra, habitada pelos pacíficos Místicos e os agressivos Skeksis, que usavam um “cristal negro” para se reproduzir para sempre. A trama vai mostrar Thra morrendo. O Cristal da Verdade, uma fonte de poder incalculável no coração de Thra, está danificado, corrompido pelos malvados Skeksis, e uma doença se espalha pela terra. Quando três Gelflings descobrem a terrível verdade por trás do poder dos Skeksis, os fogos da rebelião são acesos e começa uma batalha épica pelo planeta. O comando da série está nas mãos do cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”), que vai produzir e dirigir os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix, com roteiros de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). Já o elenco de dubladores reúne uma constelação de estrelas que o vídeo nacional esconde. A Netflix pagou uma verdadeira fortuna só para contar com as vozes da produção, como Taron Egerton (“Robin Hood: A Origem”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) e Nathalie Emmanuel (“Game of Thrones”), na pele dos heróis Rian, Brea e Deet, que protagonizam a série. O elenco coadjuvante é ainda mais impressionante, incluindo Mark Hamill (“Star Wars”), Helena Bonham-Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”), Alicia Vikander (“Tomb Raider”), Lena Headey (“Game of Thrones”), Natalie Dormer (também de “Game of Thrones”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Caitriona Balfe (“Outlander”), Theo James (“Divergente”), Shazad Latif (“Star Trek: Discovery”), Gugu Mbatha-Raw (“O Paradoxo Cloverfield”), Mark Strong (“Kingsman”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Keegan-Michael Key (“Key and Peele”), Eddie Izzard (“Powers”) e Harris Dickinson (“Malévola 2”). Nada disso é valorizado na divulgação nacional. “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” estreia em 30 de agosto, e quem quiser ouvir as vozes originais precisa encarar o vídeo original da Netflix americana (sem legendas), disponível abaixo.
Keanu Reeves aparece irreconhecível nos bastidores de Bill & Ted 3
Os paparazzi flagraram Keanu Reeves nos bastidores das filmagens “Bill & Ted 3”. E as imagens revelam uma grande transformação. O astro aparece irreconhecível, com uma barba longa e um estranho corte de cabelo moicano. De acordo com o programa canadense “Entertainment Tonight”, Reeves e Alex Winter estavam gravando uma cena em uma prisão com diversos outros personagens prisioneiros e um robô. Intitulada “Bill & Ted – Face the Music”, a sequência vai finalizar a história clássica dos dois primeiros filmes, mostrando como a dupla se esforça para cumprir uma profecia sobre seu futuro. No longa original, “Bill & Ted – Uma Aventura Fantástica” (1989), os protagonistas eram dois estudantes extremamente estúpidos de uma high school americana, que repetirão de ano se não fizerem um bom trabalho de História. Para impedir que isso aconteça, um homem de futuro lhes convida para uma viagem no tempo (a máquina do tempo é uma cabine telefônica!), pois, por mais incrível que possa parecer, o destino da humanidade um dia dependerá da inteligência dos dois retardados, que criarão a música capaz de inspirar uma utopia perfeita. O longa virou cult, ganhou sequência, série animada, videogame e até revista em quadrinhos, antes de sumir da lembrança da humanidade – obviamente, por uma artimanha do cientista maligno De Nomolos. 30 anos depois, Reeves e Winter voltarão a enfrentar a Morte, novamente encarnada por Will Sadler, como em “Bill & Ted – Dois Loucos no Tempo” (1991), em nova aventura escrita pelos criadores originais dos personagens, Chris Matheson (“Pateta: O Filme”) e Ed Solomon (“Homens de Preto”). Já a direção está por conta de Dean Parisot (“Heróis Fora de Órbita”). Segundo a sinopse divulgada, “Bill & Ted – Face The Music” verá a dupla longe dos seus dias de adolescentes viajantes do tempo, agora sobrecarregados com a meia-idade e as responsabilidades de cuidar de suas famílias. Desde que competiram num show de rock com suas versões robôs em 1991, eles criaram milhares de músicas, mas nenhum boa, muito menos a melhor música já escrita. No entanto, um visitante do futuro volta a aparecer para lembrar aos nossos heróis que somente sua música poderá salvar a humanidade. Sem sorte e sem inspiração, Bill e Ted partem em nova aventura no tempo para buscar a música que irá acertar seu mundo e trazer harmonia no universo como o conhecemos. Agora contando com a ajuda de suas filhas, uma nova safra de figuras históricas e algumas simpáticas lendas do rock, eles encontrarão muito, muito mais do que apenas uma música. A estreia está marcada para agosto de 2020.
Wesley Snipes vai se juntar a Eddie Murphy na continuação de Um Príncipe em Nova York
O ator Wesley Snipes (“Blade”) foi confirmado na sequência do filme “Um Príncipe em Nova York”. Ele vai interpretar um general africano no longa, que será novamente estrelada por Eddie Murphy. No original, Murphy vivia Akeem, príncipe do reino fictício de Zamunda, que decide ir a Nova York para buscar possíveis esposas. Na nova história, mais de 30 anos depois, ele tem de retornar à cidade para encontrar um filho que não conhecia. Além de Murphy, a continuação também contará com o retorno do ator Arsenio Hall, que viveu Semmi, melhor amigo do protagonista no longa original, de James Earl Jones como o Rei Jaffe Joffer, e Paul Bates como Oha, o guarda-costas do Príncipe Akeem. Além disso, ainda terá como novidades Leslie Jones (“Caça-Fantasmas”), Kiki Layne (“Se a Rua Beale Falasse”) e o rapper Rick Ross. “Um Príncipe em Nova York 2” será dirigido por Craig Brewer (da série “Empire” e do remake de “Footloose”), com roteiro de Kenya Barris (criador da série “Black-ish”). A continuação da antiga Sessão da Tarde será o segundo filme seguido de Craig Brewer estrelado por Eddie Murphy. Os dois trabalharam juntos no filme “Dolemite Is My Name”, que será lançado ainda neste ano na Netflix. A estreia está marcada para agosto de 2020.
Snowfall é renovada para sua 4ª temporada
O canal pago FX renovou a série dramática “Snowfall”, que conta a origem da explosão do consumo de crack, para sua 4ª temporada. O anúncio foi feito durante a participação do presidente do canal, John Landgraf, no evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). “Snowfall” foi criada por dois cineastas: Eric Amadio (“Acompanhados”) e John Singleton (“+Velozes +Furiosos”), que infelizmente faleceu em abril passado aos 51 anos, devido a um derrame. Passada em Los Angeles no começo dos anos 1980, a trama conta como os traficantes passaram da cocaína para o crack, traçando um paralelo com a política da guerra às drogas e o escândalo Irã-Contras, que revelou como os EUA se associaram aos cartéis de drogas para financiar uma revolução no Irã. Contada por meio de tramas paralelas, a série segue numerosos personagens em curso de violenta colisão, destacando Franklin Saint (Damson Idris), jovem traficante de rua em uma busca de poder e dinheiro, Gustavo “El Oso” Zapata (Sergio Peris-Mencheta), um lutador mexicano metido numa luta de poder dentro de uma família do crime, Teddy McDonald (Carter Hudson), um funcionário da CIA envolvido na operação Irã-Contras, e Lucia Villanueva (Emily Rios), a filha de um poderoso chefão do crime mexicano. O FX está atualmente exibindo a 3ª temporada da atração, que só vai se encerrar em 11 de setembro.
Rutger Hauer (1944 – 2019)
O ator holandês Rutger Hauer, que ficou mundialmente conhecido como o líder dos replicantes no filme “Blade Runner” (1982), morreu na sexta-feira (19/7) após um curto período de doença, aos 75 anos. Um dos mais famosos atores europeus de sua geração, Hauer era fluente em várias línguas e se projetou em parceria com o cineasta holandês Paul Verhoeven em diversos projetos, a começar pela série medieval “Floris”, em 1969. Sua estreia no cinema foi no segundo longa de Verhoeven, o cultuadíssimo “Louca Paixão” (1973), em que viveu um romance de alta voltagem erótica com a atriz Monique van de Ven. E de cara chamou atenção de Hollywood, graças à indicação do filme ao Oscar. Ele ainda protagonizou mais três filmes de Verhoeven – “O Amante de Kathy Tippel” (1975), “Soldado de Laranja” (1977) e “Sem Controle” (1980) – e outros longas europeus antes de estrear numa produção americana, enfrentando Sylvester Stallone como o vilão terrorista de “Falcões da Noite” (1981). Mas foi ao desempenhar um outro tipo de vilão, o replicante Roy Beatty em “Blade Runner”, que se estabeleceu como astro de grandes produções. Androide que buscava respostas para perguntas existenciais, enquanto lutava por mais tempo para viver, o personagem caçado por Harrison Ford no longa de Ridley Scott tinha uma profundidade incomum para o gênero sci-fi de ação. Era, ao mesmo tempo, um assassino frio e robótico, mas também capaz de amar e filosofar sobre o sentido da vida, apresentando-se mais humano que seu perseguidor. A performance encantou gerações – e cineastas. Ele foi trabalhar com Nicolas Roeg em “Eureka” (1983) e ninguém menos que Sam Peckinpah em “O Casal Osterman” (1983), antes de protagonizar outro blockbuster, vivendo um amor amaldiçoado na fantasia medieval “Ladyhawke – O Feitiço de Áquila” (1985), de Richard Donner. No mesmo ano, fez sua última parceria com Verhoeven em outra produção medieval grandiosa, “Conquista Sangrenta” (1985), em que subverteu expectativas como anti-herói marginal. Hauer também traumatizou o público de cinema como o psicopata de “A Morte Pede Carona” (1986), um dos filmes mais subestimados de sua carreira e um dos mais copiados por imitadores do mundo inteiro. E até caçou o líder da banda Kiss, Gene Simmons, transformado em terrorista em “Procurado Vivo ou Morto” (1986), adaptação de uma série televisa dos anos 1950. O reconhecimento da crítica veio finalmente com o telefilme “Fuga de Sobibor” (1987), no qual liderou uma fuga em massa de um campo de concentração nazista. Ele venceu o Globo de Ouro de Melhor Ator, enquanto a produção levou o prêmio de Melhor Telefilme. A consagração continuou com o drama italiano “A Lenda do Santo Beberrão” (1988), de Ermanno Olmi. Sua interpretação como um bêbado sem-teto que encontra redenção levou o filme a vencer o Leão de Ouro no Festival de Veneza. Foi um de seus melhores desempenhos, mas não conseguiu chamar atenção do grande público, graças ao lançamento limitado em circuito de arte. Ele ainda contracenou com Madonna na comédia “Doce Inocência” (1989), mas a busca por novo sucesso de bilheterias o levou ao thriller convencional de ação “Fúria Cega” (1989), de Phillip Noyce, que iniciou um padrão negativo em sua carreira. A partir dos anos 1990, Hauer foi de produção B a produção C, D e Z. Seu rosto continuou por um bom tempo nas capas dos títulos mais alugados em VHS, mas a qualidade dos papéis despencou. Para citar um exemplo, o menos pior foi “Buffy: A Caça-Vampiros” (1992), no qual viveu um lorde dos vampiros. Os papéis televisivos passaram a se alternar com os de cinema/vídeo, e Hauer até recebeu outra indicação ao Globo de Ouro por “A Nação do Medo” (1994). Mas isso foi exceção. Ele chegou a gravar até sete produções só no ano de 2001, e nenhuma delas relevante. No anos 2000, começou a aparecer cada vez mais em séries, como “Alias”, “Smallville”, “True Blood”, “The Last Kingdom” e “Channel Zero”. Mas depois de figurar em duas adaptações de quadrinhos de 2005, “Sin City” e “Batman Begins”, voltou ao cinema europeu, estrelando vários filmes que repercutiram em 2011: “O Sequestro de Heineken”, no papel de Alfred Heineken, o dono da cervejaria holandesa, “Borboletas Negras”, “O Ritual”, “A Aldeia de Cartão”, em que retomou a parceria com Olmi, e principalmente “O Moinho e a Cruz”, uma pintura cinematográfica do polonês Lech Majewski, premiada em diversos festivais internacionais. Bastante ativo na fase final de sua carreira, Hauer ainda viveu o caçador de vampiros Van Helsing em “Dracula 3D” (2012), de Dario Argento, o Presidente da Federação Mundial em “Valerian e a Cidade dos Mil Mundos” (2017), de Luc Besson, e o Comodoro do premiado western “Os Irmãos Sisters” (2018), de Jacques Audiard. E deixou vários trabalhos inéditos, entre eles o drama “Tonight at Noon”, novo longa de Michael Almereyda (“Experimentos”), a aventura épica “Emperor”, de Lee Tamahori (“007 – Um Novo Dia Para Morrer”) e a minissérie “Um Conto de Natal”, do cineasta Steven Knight (“Calmaria”), na qual encarna o Fantasma do Natal Futuro. Sua atuação, porém, não se restringia às telas. Hauer foi ativista de causas sociais, como fundador da Starfish Association, organização sem fins lucrativos dedicada à conscientização sobre a AIDS, e patrocinador da organização ambientalista Greenpeace. Todos esses momentos não devem se perder no tempo, como lágrimas na chuva.
O Diretor Nu: Série da Netflix sobre indústria pornô japonesa ganha trailer legendado
A Netflix divulgou um novo trailer legendado de “O Diretor Nu” (The Naked Director), série japonesa sobre a explosão da indústria pornográfica no país durante os anos 1980. Com dez episódios, a produção é inspirada na história real de Toru Muranishi, um vendedor de Tóquio que se depara com a indústria pornô japonesa quando o negócio está prestes a decolar devido à rápida ascensão do mercado de vídeo doméstico, e acaba se tornando um dos diretores de filmes adultos mais notórios da história do Japão. Conhecido como o “Imperador da Pornografia” por seus vídeos de estilo gonzo, quase documentais e exploradores de perversões, Toru Muranishi assinou mais de 3 mil vídeos adultos, apesar de ter enfrentado uma série de restrições ao longo de sua carreira, sofrendo forte repressão do governo. O título da série faz referência ao seu costume de gravar suas obras apenas de cueca. Dirigido por Masaharu Take (“Eden”), a série destaca Takayuki Yamada (“13 Assassinos”) no papel de Muranishi e também conta com Shinnosuke Mitsushima (“O Habitante do Infinito”), Misato Morita (“Sacrifice Dilemma”), Koyuki (“O Último Samurai”), Jun Kunimura (“Kill Bill: Vol. 1”), Tetsuji Tamayama (“Norwegian Wood”), Lily Franky (“Assunto de Família”) e Ryo Ishibashi (“Audition”). A estreia está marcada para o dia 8 de agosto na Netflix.
Vídeo legendado revela bastidores da série baseada em O Cristal Encantado
A Netflix divulgou o pôster e um vídeo de bastidores da série baseada no clássico infantil “O Cristal Encantado” (1982), de Jim Henson. A prévia mostra como os marionetes são movimentados e a escala dos sets da produção, em meio a depoimentos e cenas inéditas da atração. Intitulada “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” (Dark Crystal: Age of Resistance), a série é um prólogo do longa lançado em 1982, que foi o primeiro filme de fantasia feito inteiramente com bonecos. Além disso, os bichos não eram fantoches, como os Muppets, mas animatronics, que se movimentavam por meio de comandos eletrônicos, e isso está mantido na série, aliado a efeitos visuais modernos. A trama original se passava no planeta Thra, habitada pelos pacíficos Místicos e os agressivos Skeksis, que usavam um “cristal negro” para se reproduzir para sempre. Uma profecia dizia que se um Gelfling (criaturas humanoides com orelhas pontudas) manipulasse o cristal, a paz seria restaurada e as duas raças se tornariam uma só. Para evitar isso, os Skeksis decidem caçar todos os Gelflings. A série vai mostrar o mundo de Thra morrendo. O Cristal da Verdade, uma fonte de poder incalculável no coração de Thra, está danificado, corrompido pelos malvados Skeksis, e uma doença se espalha pela terra. Quando três Gelflings descobrem a terrível verdade por trás do poder dos Skeksis, os fogos da rebelião são acesos e começa uma batalha épica pelo planeta. O comando da série está nas mãos do cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”), que vai produzir e dirigir os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix, com roteiros de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). Já o elenco de dubladores reúne uma constelação de estrelas, como Taron Egerton (“Robin Hood: A Origem”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) e Nathalie Emmanuel (“Game of Thrones”), na pele dos heróis Rian, Brea e Deet, que protagonizam a série. O elenco coadjuvante é ainda mais impressionante, incluindo Mark Hamill (“Star Wars”), Helena Bonham-Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”), Alicia Vikander (“Tomb Raider”), Lena Headey (“Game of Thrones”), Natalie Dormer (também de “Game of Thrones”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Caitriona Balfe (“Outlander”), Theo James (“Divergente”), Shazad Latif (“Star Trek: Discovery”), Gugu Mbatha-Raw (“O Paradoxo Cloverfield”), Mark Strong (“Kingsman”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Keegan-Michael Key (“Key and Peele”), Eddie Izzard (“Powers”) e Harris Dickinson (“Malévola 2”). “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” estreia em 30 de agosto.
Arsenio Hall vai voltar a se juntar a Eddie Murphy na sequência de Um Príncipe em Nova York
O comediante Arsenio Hall fechou contrato para estrelar “Um Príncipe em Nova York 2”. Ele retornará como Semmi, melhor amigo do príncipe vivido por Eddie Murphy, na continuação da comédia de 1988. Murphy também deve participar do filme. No original, ele vivia Akeem, príncipe do reino fictício de Zamunda, que decide ir a Nova York para buscar possíveis esposas. Na nova história, mais de 30 anos depois, ele tem de retornar à cidade para encontrar um filho que não conhecia. “Um Príncipe em Nova York 2” será dirigido por Craig Brewer (da série “Empire” e do remake de “Footloose”), com roteiro de Kenya Barris (criador da série “Black-ish”). A continuação da antiga Sessão da Tarde será o segundo filme seguido de Craig Brewer estrelado por Eddie Murphy. Os dois trabalharam juntos no filme “Dolemite Is My Name”, que será lançado ainda neste ano na Netflix. A estreia está marcada para agosto de 2020.
Universal anuncia mais duas continuações do terror Halloween
O psicopata Michael Myers nunca morre. E nem, aparentemente, sua inimiga Laurie Strode. Graças a isso, a franquia de terror “Halloween” terá mais duas continuações escritas por Danny McBride e dirigidas por David Gordon Green, que assinaram o revival de sucesso de 2018. As continuações foram anunciadas por meio de um vídeo do estúdio Universal, que revela os títulos e suas datas de estreia nos Estados Unidos. “Halloween Kills” vai estrear em 16 de outubro de 2020 e “Halloween Ends”, de nome bastante sugestivo, chega aos cinemas americanos em 15 de outubro de 2021. Os filmes ainda não têm previsão de lançamento no Brasil. Jamie Lee Curtis, estrela do longa original de 1978 e do revival, vai repetir o papel de Laurie Strode nos dois filmes. Ela repercutiu a notícia das produções no Twitter, avisando: “Bem, meus amigos… estou apenas me aquecendo. Feliz Halloween!”. O diretor John Carpenter, que concebeu os personagens nos anos 1970, também continua a bordo como produtor, ao lado de Jason Blum, da Blumhouse.
Karatê Kid vai ao Japão na 3ª temporada de Cobra Kai
O ator Ralph Macchio revelou, durante entrevista para a revista Entertainment Weekly, que irá ao Japão na 3ª temporada de “Cobra Kai” para abordar uma parte importante do legado da franquia “Karatê Kid”: as origens do Sr. Miyagi. O personagem de Macchio, Daniel LaRusso, o Karatê Kid, vai ao Japão para relembrar o seu antigo mestre. “Nós vamos mergulhar nas origens do Miyagi-Do Karate, e do Cobra Kai”, explicou. “Isso inclui LaRusso indo para Okinawa [no Japão], o que vai acontecer na 3ª temporada”. “Sempre foi importante, para mim, que o Sr. Miyagi fizesse parte da história da série, e da vida de LaRusso”, continuou o ator. “Quando ele precisa se apoiar em algo para se equilibrar, ele volta às lições que aprendeu com Miyagi”. “Na 2ª temporada, filmamos no Miyagi-Do Karate, na casa [em que o primeiro filme foi feito]. Foi muito emocionante, porque muita magia aconteceu nas cenas que gravamos lá, com aquele personagem. Queria manter isso vivo na série”, completou. O ator Pat Morita viveu o Sr. Miyagi em quatro filmes de “Karatê Kid”, entre 1984 e 1994, e foi indicado ao Oscar por sua performance no primeiro deles. Ele morreu em 2005, aos 73 anos.










