GLOW vai acabar na próxima temporada
A Netflix anunciou mais um cancelamento disfarçado de renovação, e novamente é uma série bastante identificada com a marca da plataforma. Desta vez é “GLOW”. A atração recebeu o tratamento aprimorado pela Netflix para dispensar séries com público fidelizado. O cancelamento programado com antecedência foi inaugurado com “Lucifer” e neutralizou campanha dos fãs por renovação. Na prática, virou uma vacina contra a repetição da polêmica de “Sense8”, cujo final abrupto colocou assinantes contra o serviço numa campanha ruidosa, pressionando até conseguir um telefilme para encerrar a trama. Assim, “GLOW” vai retornar para a sua 4ª temporada em 2020. Mas ela será a última da comédia. Não deixa de ser melhor que um cancelamento puro e simples. Afinal, a 3ª temporada acabou num cliffhanger, que será resolvido nos próximos episódios. Inspirado em fatos reais, a série acompanha as aventuras de um grupo de mulheres reunido pelo produtor Sam Sylvia (Marc Maron) para estrelar um pioneiro programa de TV de luta livre feminina nos anos 1980. No final do terceiro ano, a estrela das lutas, Debbie (Betty Gilpin), resolveu criar sua própria produtora e profissionalizar o negócio, causando um racha. “GLOW” já foi indicada a 15 Emmys e venceu três estatuetas. Este número pode aumentar no domingo (22/9), caso Betty Gilpin vença o Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia. Mas a Netflix não conta com isso, já que optou por cancelar em vez de aguardar o resultado da premiação. O cancelamento faz parte de uma estratégia ousada: a aposta de que séries novas geram mais interesse que novas temporadas. Entretanto, lançar novidades o tempo inteiro, sem se preocupar com continuidade, impede a Netflix de construir IPs (propriedades intelectuais) próprias. Fidelizar o público pode se tornar um problema, diante da guerra dos streamings que se ensaia com a chegada da Disney+ (Disney Plus), HBO Max, Peacock, Apple TV+ e outras plataformas, que acenam para os assinantes com a promessa de IPs consagrados – super-heróis da Marvel, da DC Comics, “Star Wars”, “Star Trek”, “Battlestar Galactica”, “Snoopy”, etc. #Glow has been renewed for a fourth and final season! pic.twitter.com/nI0OjJNjR1 — See What's Next (@seewhatsnext) September 20, 2019
Arnold Schwarzenegger é o presidente dos EUA em foto de Kung Fury 2
A produção do filme indie “Kung Fury 2” divulgou uma foto da participação de Arnold Schwarzenegger como o presidente dos Estados Unidos. O filme é uma sequência em longa-metragem de um divertido curta feito por David Sandberg em 2015, uma homenagem aos filmes trash de ação de 35 anos atrás. No curta, Miami é mantida em segurança graças ao trabalho de Kung Fury, o melhor policial dos anos 1980. Seus Thundercops são uma força policial formada para derrotar o vilão Kung Fuhrer, Adolf Hitler. Mas a morte trágica de um de seus membros faz com que o grupo se dissipe, ao mesmo tempo que um vilão misterioso nasce das sombras para auxiliar o Fuhrer na busca da arma definitiva. Assim, Kung Fury deve viajar pelo espaço e pelo tempo para salvar seus amigos, defender a prestigiada Academia de Kung Fu de Miami e derrotar o mal de uma vez por todas. O longa também é dirigido por Sandberg, que ainda interpreta Kung Fury. E o elenco também inclui Michael Fassbender e Alexandra Shipp (ambos de “X-Men: Fênix Negra”), além de Jorma Taccone (“Popstar: Sem Parar, Sem Limites”) como Hitler e dublagem do veterano David Hasselhoff (“Supermáquina”). Schwarzenegger comentou a produção em seu Twitter. “Conheci David há mais de quatro anos quando ele me mostrou o curta de ‘Kung Fury’. Eu morri de rir e disse que se ele fosse fazer um longa disso, eu participaria. Agora nós estamos nos divertindo bastante durante a gravação do longa. A visão e persistência dele me inspiram, e espero que inspire vocês também”. Ainda não há previsão de estreia para a sequência de “Kung Fury”.
Dan Aykroyd e Ernie Hudson confirmam participação no novo Caça-Fantasmas
Os atores Dan Aykroyd e Ernie Hudson revelaram que voltarão a viver Caça-Fantasmas na continuação da franquia que será comandada por Jason Reitman, filho do diretor do filme original. Eles se juntam a Sigourney Weaver, outra integrante da comédia dos anos 1980, que já tinha vazado sua participação. Com isso, só falta Bill Murray confirmar sua presença no reencontro do elenco clássico, que ainda incluía o ator Harold Ramis, falecido em 2014. Aykroyd confirmou sua presença para o canal do YouTube Joe Rogan Experience. “Será todo ou quase todo o elenco original. E também jovens estrelas. Será ótimo. Estou muito animado com isso, e é realmente incrível poder voltar e revisitar tudo”, declarou o ator, durante entrevista. Já Ernie gravou um vídeo falando que está filmando o novo projeto. “Espero que vocês aproveitem este filme assim com os outros que fizemos”. Filho de Ivan Reitman, diretor dos primeiros “Caça-Fantasmas” – e que atuou, ainda criança, em “Os Caça-Fantasmas II”, de 1989 – , Jason Reitman já tinha afirmado que sua versão “seguirá a trajetória do filme original”. Ou seja, será uma continuação de “Os Caça-Fantasmas II”. Além do elenco clássico, a trama vai acompanhar uma família formada por Carrie Coon (“The Leftovers”), Finn Wolfhard (“Stranger Things”) e Mckenna Grace (“Annabelle 3: De Volta para Casa”). A estreia está marcada para 10 de julho de 2020.
Joaquin Phoenix se emociona ao lembrar de seu irmão River Phoenix
Celebrado pela crítica internacional por sua interpretação como o vilão Coringa nos cinemas, o ator Joaquin Phoenix afirmou na noite de segunda (9/9), durante o Festival de Toronto, que interpretar o personagem dos quadrinhos foi uma das melhores experiências de sua carreira. Mas que jamais teria carreira se não fosse por seu irmão. “Honestamente, não foi uma decisão fácil [aceitar o papel] no começo. Mas algo estava me puxando para essa direção. (…) Isso começou a se tornar algo maior do que eu havia antecipado. Foi uma das melhores experiências da minha carreira”, disse Phoenix para a imprensa internacional. Durante sua fala, o ator parou para lembrar o que o levou até aquele ponto, agradecendo especialmente seu falecido irmão River Phoenix, a quem ele atribui seu sucesso. O astro contou que quando tinha 15 ou 16 anos seu irmão trouxe um vídeo do filme “Touro Indomável” (1980), estrelado por Robert De Niro, com quem contracenou pela primeira vez em “Coringa”, e o fez assistir duas vezes. Depois disso, River mandou que ele fosse atuar. “Ele não me pediu, ele me mandou. Eu sou grato a ele por isso, porque atuar tem me proporcionado uma vida incrível”, declarou emocionado. Considerado um dos melhores atores de sua geração, River Phoenix morreu de overdose em 1993 com apenas 23 anos de idade. Precoce, ele estrelou um punhado de clássicos, como “Conta Comigo” (1986), “O Preço de um Passado” (1988) e “Garotos de Programa” (1991).
Doutor Sono: Continuação de O Iluminado ganha novo trailer legendado
A Warner divulgou um novo trailer legendado de “Doutor Sono”, aguardada continuação de “O Iluminado”, que traz Ewan McGregor (“Trainspotting”) como a versão adulta de Danny Torrence, filho do personagem de Jack Nicholson no clássico de terror de 1980. A prévia chega a recriar cenas do longa dirigido por Stanley Kubrick, mas se dedica principalmente a explicar a nova trama e seus personagens. O filme é baseado em outro livro de Stephen King, sequência oficial da obra original e premiada com o Bram Stoker Award (o “Oscar” das publicações de terror) de Melhor Romance de 2013. Na trama, Danny cresceu traumatizado após seu pai enlouquecer e tentar matar a família no Overlook Hotel. Já adulto, o rapaz enfrenta problemas com álcool, até que volta a manifestar poderes mediúnicos e entra em contato com uma garota (Kyliegh Curran) perseguida por um perigoso grupo de paranormais. A direção do filme está a cargo de Mike Flanagan (“Ouija: Origem do Mal”), que recentemente filmou outro livro de Stephen King, “Jogo Perigoso”, e a elogiada série “A Maldição da Residência Hill”. Ele também reescreveu o roteiro – originalmente encomendado para Akiva Goldsman (responsável por destruir “A Torre Negra”, mais uma obra de Stephen King). O elenco ainda inclui Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) como a vilã da história – Rose, a Cartola (no original, Rose the Hat) – , além de Emily Alyn Lind (“A Babá”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Cliff Curtis (“Fear the Walking Dead”), Bruce Greenwood (“Star Trek”), Zahn McClarnon (“Westworld”), Carel Struycken (“Twin Peaks”) e Carl Lumbly (“Supergirl”). A estreia está marcada para 7 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Novo Halloween vai resgatar as crianças do filme de 1978
Quem viu o “Halloween” original, escrito e dirigido por John Carpenter em 1978, deve recordar que Laurie Strode (papel consagrado por Jamie Lee Curtis) trabalhava como babá quando foi atacada por Michael Myers. O que poucos lembram são as crianças da história. Pois os personagens mirins do filme original vão reaparecer na próxima continuação da franquia. Lindsay Wallace e Tommy Doyle, as crianças que estavam sob os cuidados de Laurie durante o ataque do psicopata mascarado, fazem parte da nova história. Doyle será interpretado, em sua versão adulta, por Anthony Michael Hall (“O Vidente”). Mas a menina terá a mesma intérprete do filme original: Kyle Richards, que deu continuidade à carreira de atriz e foi até uma das enfermeiras da série “Plantão Médico” (E.R.). Intitulado “Halloween Kills”, o próximo filme será o segundo de uma nova trilogia, iniciada no ano passado por “Halloween” e que se encerrará com “Halloween Ends”. “Halloween Kills” vai estrear em 15 de outubro de 2020 e “Halloween Ends”, de nome bastante sugestivo, chega aos cinemas brasileiros em 16 de outubro de 2021, sempre um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Ambos serão novamente escritos por Danny McBride e David Gordon Green, com o último assumindo a direção. Os dois também trabalharão com John Carpenter, criador da franquia, que mais uma vez assinará a trilha sonora da produção.
Luta por Justiça: Trailer legendado de drama jurídico junta astros e diretor da Marvel
A Warner divulgou o trailer legendado de “Luta por Justiça” (Just Mercy), drama jurídico que reúne estrelas da Marvel. A trama traz Michael B. Jordan (“Pantera Negra”) e Brie Larson (“Capitã Marvel”) lutando para tirar Jamie Foxx (“O Espetacular Homem-Aranha 2”) da prisão. O longa adapta o livro de memórias de Bryan Stevenson, um jovem advogado que luta por igualdade judicial em um sistema legal racista, e que se envolve num caso famoso do final dos anos 1980. Jordan interpreta Stevenson e Foxx dá vida a Walter McMillian, um homem falsamente acusado e condenado por assassinado, que passou seis anos no corredor da morte por um crime que não cometeu. O papel de Brie Larson é Eva Ansley, jovem assistente de Stevenson, que se junta ao advogado em sua causa, para rever casos de prisioneiros negros condenados à morte pelo sistema judiciário racista do sul dos Estados Unidos. Além de protagonizar o longa, Jordan é coprodutor de “Luta por Justiça”. O filme tem direção do cineasta indie Destin Daniel Cretton (“O Castelo de Vidro”), que também entrou recentemente na Marvel. Ele vai dirigir “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings”. “Luta por Justiça” vai ter sua première mundial na sexta-feira (6/9), no Festival de Toronto, e chegará aos cinemas americanos no dia 25 de dezembro, de olho no Oscar. A estreia no Brasil está marcada apenas para 23 de janeiro.
Novo Brinquedo Assassino é o melhor filme de Chucky desde o original
Chucky é um exemplo de ícone pop do cinema que conquistou esse status sem a ajuda de filmes de qualidade. Ok, o original de 1988 é legal, mas suas duas sequências são fracas e despertam mais curiosidade pelos elementos trash, como “A Noiva de Chucky”, “O Filho de Chucky” e por aí vai. Mas Chucky ressurge com tudo no novo “Brinquedo Assassino”, o primeiro filme decente desde o original. O reboot de “Brinquedo Assassino” – o roteiro do filme de 1988 não foi refilmado – é uma história inédita, que atualiza o boneco para os dias de hoje, praticamente como um robô com acesso à internet e capaz de se conectar a outros dispositivos. Uma boa ideia, vai. Mas com um pequeno erro conceitual. “Brinquedo Assassino” tem uma premissa ridícula e, ao mesmo tempo, de fácil comunicação com o público. Chucky representa o lado sombrio da criança. A materialização de seus pesadelos e pensamentos impuros. Só que o Chucky raiz com voz de Brad Dourif, apesar de ser completamente de plástico, tinha uma origem sobrenatural, típica de filme de terror. Por mais que o reboot também possa ser visto como um exemplar do gênero – e apesar de facas, sangue e mortes (bem violentas por sinal) – , o novo “Brinquedo Assassino” está mais para uma ficção científica de viés apocalíptico, que bebe na fonte das histórias de máquinas que querem dominar a humanidade. Mas é um bom filme, inesperadamente bem-humorado e divertido. Esteticamente, um longa muito mais requintado que original, o que combina com a roupagem atual de Chucky, um robô como outros de sua linha à venda nas melhores lojas. Só que ele vem zoado de fábrica graças às consequências de mão de obra escrava (legal citar isso) e assédio moral contra um funcionário, que decide se vingar da empresa. Imagine se isso vira moda! O Chucky defeituoso vai parar na casa de uma mãe solteira, vivida pela magnífica Aubrey Plaza. Seu filho, Andy (Gabriel Bateman), não parece ter mais idade para querer um boneco, mas Chucky tem wi-fi, então OK. O mais curioso do roteiro (e o que torna o filme tão divertido) é acompanhar todo o aprendizado de Chucky. Como um bebê, ele observa, repete palavras, arrisca pôr em prática os ensinamentos da vida e evolui cenas após cena. Bem mais rápido que um bebê, claro. Por exemplo, Chucky descobre que matar pode ser divertido após ver “O Massacre da Serra Elétrica 2” e Andy rindo do filme com seus amigos. Ou seja, a inteligência artificial de Chucky entende que isso pode deixar Andy feliz. Da mesma forma que eliminar aqueles que o deixam infeliz, ameaçam seu bem-estar (como faz o zelador voyeur) ou, mais tarde, por puro ciúme. Enfim, devemos proteger e buscar o melhor para nossos amigos, não? Mesmo que a vítima seja um gatinho que arranhou o menino num momento tradicional de stress felino. Mas vai explicar isso para o Chucky. A sacada de testemunhar a “educação” de Chucky pode fazer o espectador sentir pena do brinquedo em algumas cenas e, talvez, compreender suas reações (mesmo que muitas delas sejam completamente discutíveis do ponto de vista ético, digamos assim). O boneco tem um trabalho de dublagem diabólico de Mark Hamill (o Luke Skywalker), que repete algumas técnicas que ele usou para compor a voz do Coringa nos desenhos do Batman. Mas não podemos negar que funciona também para Chucky. Sua participação ainda rende ótimas menções a Luke e Han Solo. Roteiro e direção estão a cargo de dois novatos nos cinemas: o roteirista Tyler Burton Smith, que escreve videogames, e o diretor norueguês Lars Klevberg, cujo primeiro longa – “Morte Instantânea”, uma versão ampliada do curta “Polaroid” – ainda não tem previsão de estreia nos Estados Unidos. Fizeram um bom trabalho e o novo “Brinquedo Assassino” recuperou o respeito da franquia. Mas podem apostar que, depois de resgatar Chucky do lixo (trash), o estúdio vai querer continuação, noiva, filho, etc.
Série baseada em O Cristal Encantado ganha novo vídeo legendado de bastidores
A Netflix divulgou mais um vídeo de bastidores da série baseada no clássico infantil “O Cristal Encantado” (1982), de Jim Henson. A prévia traz depoimentos e cenas inéditas da atração. Intitulada “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” (Dark Crystal: Age of Resistance), a série é um prólogo do longa lançado em 1982, que foi o primeiro filme de fantasia feito inteiramente com bonecos. Além disso, os bichos não eram fantoches, como os Muppets, mas animatronics, que se movimentavam por meio de comandos eletrônicos, e isso está mantido na série, aliado a efeitos visuais modernos. A trama original se passava no planeta Thra, habitada pelos pacíficos Místicos e os agressivos Skeksis, que usavam um “cristal negro” para se reproduzir para sempre. Uma profecia dizia que se um Gelfling (criaturas humanoides com orelhas pontudas) manipulasse o cristal, a paz seria restaurada e as duas raças se tornariam uma só. Para evitar isso, os Skeksis decidem caçar todos os Gelflings. A série vai mostrar o mundo de Thra morrendo. O Cristal da Verdade, uma fonte de poder incalculável no coração de Thra, está danificado, corrompido pelos malvados Skeksis, e uma doença se espalha pela terra. Quando três Gelflings descobrem a terrível verdade por trás do poder dos Skeksis, os fogos da rebelião são acesos e começa uma batalha épica pelo planeta. O comando da série está nas mãos do cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”), que vai produzir e dirigir os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix, com roteiros de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). Já o elenco de dubladores reúne uma constelação de estrelas, como Taron Egerton (“Robin Hood: A Origem”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) e Nathalie Emmanuel (“Game of Thrones”), na pele dos heróis Rian, Brea e Deet, que protagonizam a série. O elenco coadjuvante é ainda mais impressionante, incluindo Mark Hamill (“Star Wars”), Helena Bonham-Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”), Alicia Vikander (“Tomb Raider”), Lena Headey (“Game of Thrones”), Natalie Dormer (também de “Game of Thrones”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Caitriona Balfe (“Outlander”), Theo James (“Divergente”), Shazad Latif (“Star Trek: Discovery”), Gugu Mbatha-Raw (“O Paradoxo Cloverfield”), Mark Strong (“Kingsman”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Keegan-Michael Key (“Key and Peele”), Eddie Izzard (“Powers”) e Harris Dickinson (“Malévola 2”). “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” estreia em 30 de agosto.
He-Man vai ganhar nova série animada produzida por Kevin Smith
A Netflix anunciou que vai produzir uma nova série animada do He-Man, intitulada “Masters of the Universe: Revelation”. E ela não será muito diferente da produção dos anos 1980, ao contrário de She-Ra, que passou por uma reimaginação total. A trama, por sinal, é descrita como uma continuação, que abordará “histórias não resolvidas dos anos 1980, ao retomar a jornada dos personagens de onde a história parou décadas atrás”. O responsável pela produção será ninguém menos que o cineasta Kevin Smith (“O Balconista”), que se disse “grato” pela oportunidade. “Sou eternamente grato à Mattel TV e Netflix por me confiar não apenas os segredos do Grayskull, mas também todo o seu universo”, disse Smith, em comunicado. “Em ‘Revelation’, nós escolhemos retomar a trama exatamente onde a era clássica se encerrou para contar uma história épica daquela que pode ser a batalha final entre He-Man e Esqueleto! Essa vai ser a história de ‘Mestres do Universo’ que você sempre quis ver quando era criança!” Ainda não há previsão para a estreia da série. “He-Man” também deve ganhar um filme em breve, que será estrelado pelo astro adolescente Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”).
O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas: Clássico dos anos 1980 pode virar série
A rede NBC encomendou para a Sony Television o projeto de uma série baseada no filme clássico filme “O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas” (St. Elmo’s Fire, no original). Lançado em 1985, o filme era centrado em um grupo de amigos recém-formados, que precisam reajustar suas expectativas em relação à carreira, relacionamentos e as responsabilidades da vida adulta. O filme marcou época por reunir grande parte da brat pack, nome dado pela imprensa à geração de jovens atores da década de 1980 que fazia muitos filmes juntos. O elenco incluía Demi Moore, Rob Lowe, Emilio Estevez, Andrew McCarthy, Judd Nelson, Ally Sheedy, Mary Winningham e Andie MacDowell. Não é a primeira vez que a Sony tenta emplacar uma série derivada do longa. Em 2009, a rede ABC chegou a fechar um projeto que teria produção do cineasta Joel Schumacher, diretor do filme de 1985. Mas a produção nunca passou da fase de desenvolvimento. Agora, a adaptação está a cargo de Josh Berman (“Drop Dead Diva”), que pretende fazer uma releitura moderna do longa, mantendo a premissa básica dos amigos recém-formados da faculdade, que tentam se ajustar à vida adulta. A produção ainda está em estágios iniciais e, por enquanto, apenas o roteiro de um piloto foi encomendado. Caso agrade, o piloto será produzido para ser avaliado pela emissora.
Neill Blomkamp anuncia ter desistido da continuação de RoboCop
O cineasta sul-africano Neill Blomkamp (“Elysium”) anunciou pelo Twitter que não está mais envolvido em “RoboCop Returns”, continuação do clássico de 1987 dirigido por Paul Verhoeven. “Estou fora de ‘RoboCop’. Vou fazer um novo terror/thriller e o [estúdio] MGM não pode esperar, precisam filmar RoboCop agora”, escreveu no tuíte. Sem mais explicações sobre o que vai ser esse novo longa no qual está envolvido, o cineasta completou dizendo, sobre “RoboCop Returns”, que estaria “animado para assistir no cinema com outros fãs”. Veja abaixo. A produção do filme, divulgado inicialmente como uma continuação direta do clássico dos anos 1980, foi revelada há um ano, e na época, Blomkamp deixou todos os fãs eufóricos ao contar que a sequência contaria com a icônica armadura original do personagem e seria estrelada pelo ator dos primeiros filmes, Peter Weller – que continua na ativa. Para completar, o roteiro é assinado pela dupla que também trabalhou no original: Ed Neumeier e Michael Miner. A trama foi originalmente concebida para ser o segundo filme da franquia, em 1990, mas acabou abandonada em prol de uma história tosca do autor de quadrinhos Frank Miller. O roteiro preterido, porém, previa que um astro de reality show se tornaria presidente dos Estados Unidos. E como a ficção se tornou realidade, a MGM achou que a coincidência valia uma revisitação, recuperando o roteiro antigo. O roteirista Justin Rhodes, que também escreveu a vindoura continuação de “O Exterminador do Futuro”, reescreveu e atualizou o conceito original. O filme vai ignorar o remake de 2014, dirigido pelo brasileiro José Padilha (de “Tropa de Elite”), que não se saiu bem no mercado norte-americano, mas arrecadou US$ 240 milhões em todo o mundo e teve desempenho particularmente forte na China. Apesar de Blomkamp mencionar urgência da MGM em seu tuíte, o filme ainda não tem cronograma de produção conhecido nem previsão de estreia. Off Robocop. I am shooting new horror/thriller and MGM can’t wait/ need to shoot Robocop now. Excited to watch it in theaters with other fans. N — Neill Blomkamp (@NeillBlomkamp) August 15, 2019
Série baseada no clássico O Cristal Encantado ganha trailer dublado em português
A Netflix divulgou o trailer dublado em português da série baseada no clássico infantil “O Cristal Encantado” (1982), de Jim Henson. Intitulada “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” (Dark Cystal: Age of Resistance), a série é um prólogo do longa lançado em 1982, que foi o primeiro filme de fantasia feito inteiramente com bonecos. Os bichos não eram fantoches, como os Muppets, mas animatronics, que se movimentavam por meio de comandos eletrônicos, e isso está mantido na série, aliado a efeitos visuais modernos. Assim como na trama original, a série se passa no planeta Thra, habitada pelos pacíficos Místicos e os agressivos Skeksis, que usavam um “cristal negro” para se reproduzir para sempre. A trama vai mostrar Thra morrendo. O Cristal da Verdade, uma fonte de poder incalculável no coração de Thra, está danificado, corrompido pelos malvados Skeksis, e uma doença se espalha pela terra. Quando três Gelflings descobrem a terrível verdade por trás do poder dos Skeksis, os fogos da rebelião são acesos e começa uma batalha épica pelo planeta. O comando da série está nas mãos do cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”), que vai produzir e dirigir os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix, com roteiros de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). Já o elenco de dubladores reúne uma constelação de estrelas que o vídeo nacional esconde. A Netflix pagou uma verdadeira fortuna só para contar com as vozes da produção, como Taron Egerton (“Robin Hood: A Origem”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) e Nathalie Emmanuel (“Game of Thrones”), na pele dos heróis Rian, Brea e Deet, que protagonizam a série. O elenco coadjuvante é ainda mais impressionante, incluindo Mark Hamill (“Star Wars”), Helena Bonham-Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”), Alicia Vikander (“Tomb Raider”), Lena Headey (“Game of Thrones”), Natalie Dormer (também de “Game of Thrones”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Caitriona Balfe (“Outlander”), Theo James (“Divergente”), Shazad Latif (“Star Trek: Discovery”), Gugu Mbatha-Raw (“O Paradoxo Cloverfield”), Mark Strong (“Kingsman”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Keegan-Michael Key (“Key and Peele”), Eddie Izzard (“Powers”) e Harris Dickinson (“Malévola 2”). Nada disso é valorizado na divulgação nacional. “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” estreia em 30 de agosto, e quem quiser ouvir as vozes originais precisa encarar o vídeo original da Netflix americana (sem legendas), disponível abaixo.











