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  • Filme

    Sam Raimi confirma produção de um novo filme da franquia Evil Dead

    6 de outubro de 2019 /

    O diretor Sam Raimi anunciou que está desenvolvendo um novo filme da franquia “Evil Dead”. Durante participação na New York Comic Con, o cineasta ainda afirmou que não vai dirigir o filme nem Bruce Campbell será o protagonista, embora ambos façam parte da equipe criativa. “Um novo Evil Dead está a caminho!”, limitou-se a dizer. Isto indica que o novo filme será continuação do reboot dirigido por Fede Alvarez em 2013 e não da trilogia dos anos 1980, originalmente comandada por Raimi. Os primeiros “Evil Dead” tiveram seus títulos traduzidos no Brasil alternadamente como “A Morte do Demônio” e “Uma Noite Alucinante” e ganharam uma sequência tardia na série “Ash vs. Evil Dead”, que trouxe Bruce Campbell de volta ao papel do matador de demônios Ash por três temporadas, entre 2015 e 2018. Raimi já começou a busca por um diretor para a nova encarnação da franquia, sem dar detalhes adicionais.

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  • Série

    She-Ra e as Princesas do Poder: A luta continua em trailer e pôsteres da 4ª temporada

    6 de outubro de 2019 /

    A Netflix divulgou o trailer e os pôsteres da 4ª temporada (já!) da série animada “She-Ra e as Princesas do Poder”. Sem legendas, a prévia foi produzida para a New York Comic Con e revela que a luta por Etheria continua, mas tudo vai mudar para a heroína do título. A nova versão da personagem, desenvolvida por Noelle Stevenson (roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”), chamou atenção por compartilhar o protagonismo entre várias “Princesas do Poder” e por incluir personagens LGBTQs entre as heroínas. A série também mudou o visual da personagem clássica dos anos 1980, que ganhou aparência de anime, deixando-a menos sexualizada e mais adolescente. Exibida na Netflix, a série já teve duas temporadas exibidas em 2019. O segundo ano de produção foi lançado em abril e o terceiro em agosto. A 4ª temporada tem estreia marcada para o dia 5 de novembro.

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  • Etc,  Filme

    Robert Garrison (1960 – 2019)

    28 de setembro de 2019 /

    O ator Robert Garrison, mais conhecido por seu trabalho em “Karate Kid” (1984), morreu na sexta-feira (27/9). Ele tinha 59 anos e nenhuma causa de morte foi divulgada, mas reportagens sugerem que ele estava doente já há algum tempo. Garrison interpretou Tommy, o membro mais sádico do dojo Cobra Kai, que morria de rir ao ver Daniel (Ralph Macchio) se dar mal dentro e fora do ringue. Ele reprisou o papel em “Karate Kid: Part II” (1986) e também na série “Cobra Kai” (2019), seu último trabalho, lançado em abril passado. Garrison começou a carreira aos 17 anos, estreando no cinema em “Invasão dos Extra-Terrestres” (1977), uma sci-fi barata com Robert Vaughn e Christopher Lee. Depois disso, fez pequenas participações no drama clássico “Brubaker” (1980), estrelado por Robert Redford, e no terror “Baile de Formatura” (1980), com Jamie Lee Curtis. Depois de conseguir seu papel de destaque em “Karate Kid”, ele ainda apareceu em “Águia de Aço” (1986) e séries como “St. Elsewhere”, “MacGyver – Profissão Perigo” e “Combate no Vietnã” (Tour of Duty), interrompendo suas atividades após o telefilme “Kung Fu: A Lenda Continua”, em 1995. O convite para participar da série “Cobra Kai” tinha resgatado sua carreira, além de lhe recompensar por participar de convenções de fãs de “Karate Kid” pelos últimos anos. O roteirista-produtor Jon Hurwitz revelou no Twitter que tinha planos para Garrison voltar a viver Tommy na 3ª temporada da série, que vai estrear em 2020. “Estávamos ansiosos para ver seu rosto sorridente novamente, pois tínhamos planos para Tommy voltar. Mas ele permanecerá em nossos pensamentos todos os dias enquanto nos esforçamos para deixá-lo orgulhoso”, escreveu.

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  • Série

    GLOW vai acabar na próxima temporada

    20 de setembro de 2019 /

    A Netflix anunciou mais um cancelamento disfarçado de renovação, e novamente é uma série bastante identificada com a marca da plataforma. Desta vez é “GLOW”. A atração recebeu o tratamento aprimorado pela Netflix para dispensar séries com público fidelizado. O cancelamento programado com antecedência foi inaugurado com “Lucifer” e neutralizou campanha dos fãs por renovação. Na prática, virou uma vacina contra a repetição da polêmica de “Sense8”, cujo final abrupto colocou assinantes contra o serviço numa campanha ruidosa, pressionando até conseguir um telefilme para encerrar a trama. Assim, “GLOW” vai retornar para a sua 4ª temporada em 2020. Mas ela será a última da comédia. Não deixa de ser melhor que um cancelamento puro e simples. Afinal, a 3ª temporada acabou num cliffhanger, que será resolvido nos próximos episódios. Inspirado em fatos reais, a série acompanha as aventuras de um grupo de mulheres reunido pelo produtor Sam Sylvia (Marc Maron) para estrelar um pioneiro programa de TV de luta livre feminina nos anos 1980. No final do terceiro ano, a estrela das lutas, Debbie (Betty Gilpin), resolveu criar sua própria produtora e profissionalizar o negócio, causando um racha. “GLOW” já foi indicada a 15 Emmys e venceu três estatuetas. Este número pode aumentar no domingo (22/9), caso Betty Gilpin vença o Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia. Mas a Netflix não conta com isso, já que optou por cancelar em vez de aguardar o resultado da premiação. O cancelamento faz parte de uma estratégia ousada: a aposta de que séries novas geram mais interesse que novas temporadas. Entretanto, lançar novidades o tempo inteiro, sem se preocupar com continuidade, impede a Netflix de construir IPs (propriedades intelectuais) próprias. Fidelizar o público pode se tornar um problema, diante da guerra dos streamings que se ensaia com a chegada da Disney+ (Disney Plus), HBO Max, Peacock, Apple TV+ e outras plataformas, que acenam para os assinantes com a promessa de IPs consagrados – super-heróis da Marvel, da DC Comics, “Star Wars”, “Star Trek”, “Battlestar Galactica”, “Snoopy”, etc. #Glow has been renewed for a fourth and final season! pic.twitter.com/nI0OjJNjR1 — See What's Next (@seewhatsnext) September 20, 2019

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  • Filme

    Arnold Schwarzenegger é o presidente dos EUA em foto de Kung Fury 2

    17 de setembro de 2019 /

    A produção do filme indie “Kung Fury 2” divulgou uma foto da participação de Arnold Schwarzenegger como o presidente dos Estados Unidos. O filme é uma sequência em longa-metragem de um divertido curta feito por David Sandberg em 2015, uma homenagem aos filmes trash de ação de 35 anos atrás. No curta, Miami é mantida em segurança graças ao trabalho de Kung Fury, o melhor policial dos anos 1980. Seus Thundercops são uma força policial formada para derrotar o vilão Kung Fuhrer, Adolf Hitler. Mas a morte trágica de um de seus membros faz com que o grupo se dissipe, ao mesmo tempo que um vilão misterioso nasce das sombras para auxiliar o Fuhrer na busca da arma definitiva. Assim, Kung Fury deve viajar pelo espaço e pelo tempo para salvar seus amigos, defender a prestigiada Academia de Kung Fu de Miami e derrotar o mal de uma vez por todas. O longa também é dirigido por Sandberg, que ainda interpreta Kung Fury. E o elenco também inclui Michael Fassbender e Alexandra Shipp (ambos de “X-Men: Fênix Negra”), além de Jorma Taccone (“Popstar: Sem Parar, Sem Limites”) como Hitler e dublagem do veterano David Hasselhoff (“Supermáquina”). Schwarzenegger comentou a produção em seu Twitter. “Conheci David há mais de quatro anos quando ele me mostrou o curta de ‘Kung Fury’. Eu morri de rir e disse que se ele fosse fazer um longa disso, eu participaria. Agora nós estamos nos divertindo bastante durante a gravação do longa. A visão e persistência dele me inspiram, e espero que inspire vocês também”. Ainda não há previsão de estreia para a sequência de “Kung Fury”.

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  • Filme

    Dan Aykroyd e Ernie Hudson confirmam participação no novo Caça-Fantasmas

    15 de setembro de 2019 /

    Os atores Dan Aykroyd e Ernie Hudson revelaram que voltarão a viver Caça-Fantasmas na continuação da franquia que será comandada por Jason Reitman, filho do diretor do filme original. Eles se juntam a Sigourney Weaver, outra integrante da comédia dos anos 1980, que já tinha vazado sua participação. Com isso, só falta Bill Murray confirmar sua presença no reencontro do elenco clássico, que ainda incluía o ator Harold Ramis, falecido em 2014. Aykroyd confirmou sua presença para o canal do YouTube Joe Rogan Experience. “Será todo ou quase todo o elenco original. E também jovens estrelas. Será ótimo. Estou muito animado com isso, e é realmente incrível poder voltar e revisitar tudo”, declarou o ator, durante entrevista. Já Ernie gravou um vídeo falando que está filmando o novo projeto. “Espero que vocês aproveitem este filme assim com os outros que fizemos”. Filho de Ivan Reitman, diretor dos primeiros “Caça-Fantasmas” – e que atuou, ainda criança, em “Os Caça-Fantasmas II”, de 1989 – , Jason Reitman já tinha afirmado que sua versão “seguirá a trajetória do filme original”. Ou seja, será uma continuação de “Os Caça-Fantasmas II”. Além do elenco clássico, a trama vai acompanhar uma família formada por Carrie Coon (“The Leftovers”), Finn Wolfhard (“Stranger Things”) e Mckenna Grace (“Annabelle 3: De Volta para Casa”). A estreia está marcada para 10 de julho de 2020.

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  • Filme

    Joaquin Phoenix se emociona ao lembrar de seu irmão River Phoenix

    10 de setembro de 2019 /

    Celebrado pela crítica internacional por sua interpretação como o vilão Coringa nos cinemas, o ator Joaquin Phoenix afirmou na noite de segunda (9/9), durante o Festival de Toronto, que interpretar o personagem dos quadrinhos foi uma das melhores experiências de sua carreira. Mas que jamais teria carreira se não fosse por seu irmão. “Honestamente, não foi uma decisão fácil [aceitar o papel] no começo. Mas algo estava me puxando para essa direção. (…) Isso começou a se tornar algo maior do que eu havia antecipado. Foi uma das melhores experiências da minha carreira”, disse Phoenix para a imprensa internacional. Durante sua fala, o ator parou para lembrar o que o levou até aquele ponto, agradecendo especialmente seu falecido irmão River Phoenix, a quem ele atribui seu sucesso. O astro contou que quando tinha 15 ou 16 anos seu irmão trouxe um vídeo do filme “Touro Indomável” (1980), estrelado por Robert De Niro, com quem contracenou pela primeira vez em “Coringa”, e o fez assistir duas vezes. Depois disso, River mandou que ele fosse atuar. “Ele não me pediu, ele me mandou. Eu sou grato a ele por isso, porque atuar tem me proporcionado uma vida incrível”, declarou emocionado. Considerado um dos melhores atores de sua geração, River Phoenix morreu de overdose em 1993 com apenas 23 anos de idade. Precoce, ele estrelou um punhado de clássicos, como “Conta Comigo” (1986), “O Preço de um Passado” (1988) e “Garotos de Programa” (1991).

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  • Filme

    Doutor Sono: Continuação de O Iluminado ganha novo trailer legendado

    8 de setembro de 2019 /

    A Warner divulgou um novo trailer legendado de “Doutor Sono”, aguardada continuação de “O Iluminado”, que traz Ewan McGregor (“Trainspotting”) como a versão adulta de Danny Torrence, filho do personagem de Jack Nicholson no clássico de terror de 1980. A prévia chega a recriar cenas do longa dirigido por Stanley Kubrick, mas se dedica principalmente a explicar a nova trama e seus personagens. O filme é baseado em outro livro de Stephen King, sequência oficial da obra original e premiada com o Bram Stoker Award (o “Oscar” das publicações de terror) de Melhor Romance de 2013. Na trama, Danny cresceu traumatizado após seu pai enlouquecer e tentar matar a família no Overlook Hotel. Já adulto, o rapaz enfrenta problemas com álcool, até que volta a manifestar poderes mediúnicos e entra em contato com uma garota (Kyliegh Curran) perseguida por um perigoso grupo de paranormais. A direção do filme está a cargo de Mike Flanagan (“Ouija: Origem do Mal”), que recentemente filmou outro livro de Stephen King, “Jogo Perigoso”, e a elogiada série “A Maldição da Residência Hill”. Ele também reescreveu o roteiro – originalmente encomendado para Akiva Goldsman (responsável por destruir “A Torre Negra”, mais uma obra de Stephen King). O elenco ainda inclui Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) como a vilã da história – Rose, a Cartola (no original, Rose the Hat) – , além de Emily Alyn Lind (“A Babá”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Cliff Curtis (“Fear the Walking Dead”), Bruce Greenwood (“Star Trek”), Zahn McClarnon (“Westworld”), Carel Struycken (“Twin Peaks”) e Carl Lumbly (“Supergirl”). A estreia está marcada para 7 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Novo Halloween vai resgatar as crianças do filme de 1978

    5 de setembro de 2019 /

    Quem viu o “Halloween” original, escrito e dirigido por John Carpenter em 1978, deve recordar que Laurie Strode (papel consagrado por Jamie Lee Curtis) trabalhava como babá quando foi atacada por Michael Myers. O que poucos lembram são as crianças da história. Pois os personagens mirins do filme original vão reaparecer na próxima continuação da franquia. Lindsay Wallace e Tommy Doyle, as crianças que estavam sob os cuidados de Laurie durante o ataque do psicopata mascarado, fazem parte da nova história. Doyle será interpretado, em sua versão adulta, por Anthony Michael Hall (“O Vidente”). Mas a menina terá a mesma intérprete do filme original: Kyle Richards, que deu continuidade à carreira de atriz e foi até uma das enfermeiras da série “Plantão Médico” (E.R.). Intitulado “Halloween Kills”, o próximo filme será o segundo de uma nova trilogia, iniciada no ano passado por “Halloween” e que se encerrará com “Halloween Ends”. “Halloween Kills” vai estrear em 15 de outubro de 2020 e “Halloween Ends”, de nome bastante sugestivo, chega aos cinemas brasileiros em 16 de outubro de 2021, sempre um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Ambos serão novamente escritos por Danny McBride e David Gordon Green, com o último assumindo a direção. Os dois também trabalharão com John Carpenter, criador da franquia, que mais uma vez assinará a trilha sonora da produção.

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  • Filme

    Luta por Justiça: Trailer legendado de drama jurídico junta astros e diretor da Marvel

    4 de setembro de 2019 /

    A Warner divulgou o trailer legendado de “Luta por Justiça” (Just Mercy), drama jurídico que reúne estrelas da Marvel. A trama traz Michael B. Jordan (“Pantera Negra”) e Brie Larson (“Capitã Marvel”) lutando para tirar Jamie Foxx (“O Espetacular Homem-Aranha 2”) da prisão. O longa adapta o livro de memórias de Bryan Stevenson, um jovem advogado que luta por igualdade judicial em um sistema legal racista, e que se envolve num caso famoso do final dos anos 1980. Jordan interpreta Stevenson e Foxx dá vida a Walter McMillian, um homem falsamente acusado e condenado por assassinado, que passou seis anos no corredor da morte por um crime que não cometeu. O papel de Brie Larson é Eva Ansley, jovem assistente de Stevenson, que se junta ao advogado em sua causa, para rever casos de prisioneiros negros condenados à morte pelo sistema judiciário racista do sul dos Estados Unidos. Além de protagonizar o longa, Jordan é coprodutor de “Luta por Justiça”. O filme tem direção do cineasta indie Destin Daniel Cretton (“O Castelo de Vidro”), que também entrou recentemente na Marvel. Ele vai dirigir “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings”. “Luta por Justiça” vai ter sua première mundial na sexta-feira (6/9), no Festival de Toronto, e chegará aos cinemas americanos no dia 25 de dezembro, de olho no Oscar. A estreia no Brasil está marcada apenas para 23 de janeiro.

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  • Filme

    Novo Brinquedo Assassino é o melhor filme de Chucky desde o original

    1 de setembro de 2019 /

    Chucky é um exemplo de ícone pop do cinema que conquistou esse status sem a ajuda de filmes de qualidade. Ok, o original de 1988 é legal, mas suas duas sequências são fracas e despertam mais curiosidade pelos elementos trash, como “A Noiva de Chucky”, “O Filho de Chucky” e por aí vai. Mas Chucky ressurge com tudo no novo “Brinquedo Assassino”, o primeiro filme decente desde o original. O reboot de “Brinquedo Assassino” – o roteiro do filme de 1988 não foi refilmado – é uma história inédita, que atualiza o boneco para os dias de hoje, praticamente como um robô com acesso à internet e capaz de se conectar a outros dispositivos. Uma boa ideia, vai. Mas com um pequeno erro conceitual. “Brinquedo Assassino” tem uma premissa ridícula e, ao mesmo tempo, de fácil comunicação com o público. Chucky representa o lado sombrio da criança. A materialização de seus pesadelos e pensamentos impuros. Só que o Chucky raiz com voz de Brad Dourif, apesar de ser completamente de plástico, tinha uma origem sobrenatural, típica de filme de terror. Por mais que o reboot também possa ser visto como um exemplar do gênero – e apesar de facas, sangue e mortes (bem violentas por sinal) – , o novo “Brinquedo Assassino” está mais para uma ficção científica de viés apocalíptico, que bebe na fonte das histórias de máquinas que querem dominar a humanidade. Mas é um bom filme, inesperadamente bem-humorado e divertido. Esteticamente, um longa muito mais requintado que original, o que combina com a roupagem atual de Chucky, um robô como outros de sua linha à venda nas melhores lojas. Só que ele vem zoado de fábrica graças às consequências de mão de obra escrava (legal citar isso) e assédio moral contra um funcionário, que decide se vingar da empresa. Imagine se isso vira moda! O Chucky defeituoso vai parar na casa de uma mãe solteira, vivida pela magnífica Aubrey Plaza. Seu filho, Andy (Gabriel Bateman), não parece ter mais idade para querer um boneco, mas Chucky tem wi-fi, então OK. O mais curioso do roteiro (e o que torna o filme tão divertido) é acompanhar todo o aprendizado de Chucky. Como um bebê, ele observa, repete palavras, arrisca pôr em prática os ensinamentos da vida e evolui cenas após cena. Bem mais rápido que um bebê, claro. Por exemplo, Chucky descobre que matar pode ser divertido após ver “O Massacre da Serra Elétrica 2” e Andy rindo do filme com seus amigos. Ou seja, a inteligência artificial de Chucky entende que isso pode deixar Andy feliz. Da mesma forma que eliminar aqueles que o deixam infeliz, ameaçam seu bem-estar (como faz o zelador voyeur) ou, mais tarde, por puro ciúme. Enfim, devemos proteger e buscar o melhor para nossos amigos, não? Mesmo que a vítima seja um gatinho que arranhou o menino num momento tradicional de stress felino. Mas vai explicar isso para o Chucky. A sacada de testemunhar a “educação” de Chucky pode fazer o espectador sentir pena do brinquedo em algumas cenas e, talvez, compreender suas reações (mesmo que muitas delas sejam completamente discutíveis do ponto de vista ético, digamos assim). O boneco tem um trabalho de dublagem diabólico de Mark Hamill (o Luke Skywalker), que repete algumas técnicas que ele usou para compor a voz do Coringa nos desenhos do Batman. Mas não podemos negar que funciona também para Chucky. Sua participação ainda rende ótimas menções a Luke e Han Solo. Roteiro e direção estão a cargo de dois novatos nos cinemas: o roteirista Tyler Burton Smith, que escreve videogames, e o diretor norueguês Lars Klevberg, cujo primeiro longa – “Morte Instantânea”, uma versão ampliada do curta “Polaroid” – ainda não tem previsão de estreia nos Estados Unidos. Fizeram um bom trabalho e o novo “Brinquedo Assassino” recuperou o respeito da franquia. Mas podem apostar que, depois de resgatar Chucky do lixo (trash), o estúdio vai querer continuação, noiva, filho, etc.

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  • Série

    Série baseada em O Cristal Encantado ganha novo vídeo legendado de bastidores

    20 de agosto de 2019 /

    A Netflix divulgou mais um vídeo de bastidores da série baseada no clássico infantil “O Cristal Encantado” (1982), de Jim Henson. A prévia traz depoimentos e cenas inéditas da atração. Intitulada “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” (Dark Crystal: Age of Resistance), a série é um prólogo do longa lançado em 1982, que foi o primeiro filme de fantasia feito inteiramente com bonecos. Além disso, os bichos não eram fantoches, como os Muppets, mas animatronics, que se movimentavam por meio de comandos eletrônicos, e isso está mantido na série, aliado a efeitos visuais modernos. A trama original se passava no planeta Thra, habitada pelos pacíficos Místicos e os agressivos Skeksis, que usavam um “cristal negro” para se reproduzir para sempre. Uma profecia dizia que se um Gelfling (criaturas humanoides com orelhas pontudas) manipulasse o cristal, a paz seria restaurada e as duas raças se tornariam uma só. Para evitar isso, os Skeksis decidem caçar todos os Gelflings. A série vai mostrar o mundo de Thra morrendo. O Cristal da Verdade, uma fonte de poder incalculável no coração de Thra, está danificado, corrompido pelos malvados Skeksis, e uma doença se espalha pela terra. Quando três Gelflings descobrem a terrível verdade por trás do poder dos Skeksis, os fogos da rebelião são acesos e começa uma batalha épica pelo planeta. O comando da série está nas mãos do cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”), que vai produzir e dirigir os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix, com roteiros de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). Já o elenco de dubladores reúne uma constelação de estrelas, como Taron Egerton (“Robin Hood: A Origem”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) e Nathalie Emmanuel (“Game of Thrones”), na pele dos heróis Rian, Brea e Deet, que protagonizam a série. O elenco coadjuvante é ainda mais impressionante, incluindo Mark Hamill (“Star Wars”), Helena Bonham-Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”), Alicia Vikander (“Tomb Raider”), Lena Headey (“Game of Thrones”), Natalie Dormer (também de “Game of Thrones”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Caitriona Balfe (“Outlander”), Theo James (“Divergente”), Shazad Latif (“Star Trek: Discovery”), Gugu Mbatha-Raw (“O Paradoxo Cloverfield”), Mark Strong (“Kingsman”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Keegan-Michael Key (“Key and Peele”), Eddie Izzard (“Powers”) e Harris Dickinson (“Malévola 2”). “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” estreia em 30 de agosto.

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  • Série

    He-Man vai ganhar nova série animada produzida por Kevin Smith

    18 de agosto de 2019 /

    A Netflix anunciou que vai produzir uma nova série animada do He-Man, intitulada “Masters of the Universe: Revelation”. E ela não será muito diferente da produção dos anos 1980, ao contrário de She-Ra, que passou por uma reimaginação total. A trama, por sinal, é descrita como uma continuação, que abordará “histórias não resolvidas dos anos 1980, ao retomar a jornada dos personagens de onde a história parou décadas atrás”. O responsável pela produção será ninguém menos que o cineasta Kevin Smith (“O Balconista”), que se disse “grato” pela oportunidade. “Sou eternamente grato à Mattel TV e Netflix por me confiar não apenas os segredos do Grayskull, mas também todo o seu universo”, disse Smith, em comunicado. “Em ‘Revelation’, nós escolhemos retomar a trama exatamente onde a era clássica se encerrou para contar uma história épica daquela que pode ser a batalha final entre He-Man e Esqueleto! Essa vai ser a história de ‘Mestres do Universo’ que você sempre quis ver quando era criança!” Ainda não há previsão para a estreia da série. “He-Man” também deve ganhar um filme em breve, que será estrelado pelo astro adolescente Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”).

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