Top Gun: Tom Cruise voa em caças de verdade em vídeo dos bastidores da continuação
A Paramount divulgou um vídeo legendado dos bastidores de “Top Gun: Maverick”, continuação do clássico dos anos 1980 que traz Tom Cruise de volta ao papel do piloto Maverick. A prévia confirma que ele realmente fez diversas cenas sem truques ou dublês, inclusive aquelas em que aparece voando em aviões de caça. “Não se pode criar esse tipo de experiência sem filmá-la ao vivo”, justifica Cruise. “Para realizarmos isto, temos os melhores pilotos de caça do mundo com a gente”. Apesar dos voos de Cruise, o elenco “apenas” interpreta pilotos, filmando as cenas nos assentos de “passageiros”, enquanto a verdadeira pilotagem é feita por profissionais. “Nos colocar naqueles jatos era muito sério. Todos achavam impossível. E quando Tom ouve que algo não pode ser feito, é aí que ele começa a trabalhar”, comentou o ator Miles Teller (“Whiplash”), que faz parte do grupo de jovens aviadores da continuação. Tom Cruise convenceu o elenco a atuar sob o impacto gravitacional dos voos. O vídeo até mostra alguns dos atores passando mal nos cockpits. Mas não dá para discutir que o resultado é absolutamente convincente. Os demais atores da produção são Jennifer Connelly (“Noé”), Glen Powell (“Estrelas Além do Tempo”), Ed Harris (“Westworld”), Jon Hamm (“Mad Men”), Charles Parnell (“Transformers: A Era da Extinção”), Jay Ellis (“Insecure”), Bashir Salahuddin (“GLOW”), Danny Ramirez (“The Gifted”), Monica Barbaro (“Chicago Justice”), Lewis Pullman (filho de Bill Pullman, visto em “A Guerra dos Sexos”) e até Val Kilmer, que reprisa seu papel como Iceman. O diretor é Joseph Kosinski, que já dirigiu Cruise em “Oblivion” (2013), e a estreia está marcada para 25 junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Keanu Reeves volta aos anos 1980 nas primeiras fotos de Bill & Ted 3
A Orion Pictures divulgou as primeiras fotos de “Bill & Ted: Encare a Música” (Bill & Ted: Face the Music), em que Keanu Reeves retoma um dos personagens mais populares de sua filmografia. As fotos mostram que o terceiro filme voltará a juntar o Ted de Keanu e o Bill vivido por Alex Winter numa cabine telefônica, e os dois terão novo encontro com a Morte, interpretada por Will Sadler. Mas há novidades. Depois de 30 anos, eles já são pais de filhas crescidas, que podem ser vistas na terceira foto, interpretadas por Brigette Lundy-Paine (de “Atypical”) e Samara Weaving (de “SMILF”), ao lado de Scott Mescudi (“Need for Speed: O Filme”), mais conhecido como o rapper Kid Cudi. No longa original, “Bill & Ted – Uma Aventura Fantástica” (1989), Reeves e Winter eram dois estudantes extremamente estúpidos de uma high school americana, que repetiriam de ano se não fizessem um bom trabalho de História. Sua sorte muda quando um homem de futuro resolve ajudá-los, convidando-os para uma viagem no tempo (a máquina do tempo é a cabine telefônica!), pois, por mais incrível que possa parecer, o destino da humanidade um dia dependerá da inteligência dos dois retardados, que criarão a música capaz de inspirar uma utopia perfeita. A comédia virou cult, ganhou sequência, “Bill & Ted – Dois Loucos no Tempo” (1991), além de série animada, videogame e até revista em quadrinhos, antes de sumir da lembrança da humanidade – obviamente, por uma artimanha do cientista maligno De Nomolos. Mas chegou finalmente a hora da aventura final, em que Bill e Ted precisarão cumprir a profecia – e criar a música perfeita. Escrito pelos criadores originais dos personagens, Chris Matheson (“Pateta: O Filme”) e Ed Solomon (“Homens de Preto”), o filme tem direção de Dean Parisot (“Heróis Fora de Órbita”) e estreia marcada para agosto de 2020.
Continuação de Top Gun ganha novo trailer legendado
A Paramount divulgou um novo pôster e o segundo trailer de “Top Gun: Maverick”, em versões legendada e dublada. Por sinal, a prévia repete muitas das imagens vista no trailer anterior para estabelecer o retorno de Maverick e sua nova função, além de incluir diversas cenas de manobras aéreas à jato. De volta ao papel que o consagrou como astro de ação em 1986, Tom Cruise garante que fez todas as cenas sem truques ou dublês, inclusive aquelas em que aparece pilotando aviões de caça. E ninguém duvida, sabendo como ele é. A continuação vai reencontrar seu personagem Maverick como um instrutor na escola de pilotos da Marinha, que tem como novo aprendiz o filho de Goose (Anthony Edwards), que morreu em 1986. O personagem é interpretado por Miles Teller (“Whiplash”). Não foram divulgadas descrições dos demais personagens, mas o elenco é grande. Os atores da produção incluem Jennifer Connelly (“Noé”), que aparece numa relação com Maverick, Glen Powell (“Estrelas Além do Tempo”), Ed Harris (“Westworld”), Jon Hamm (“Mad Men”), Charles Parnell (“Transformers: A Era da Extinção”), Jay Ellis (“Insecure”), Bashir Salahuddin (“GLOW”), Danny Ramirez (“The Gifted”), Monica Barbaro (“Chicago Justice”), Lewis Pullman (filho de Bill Pullman, visto em “A Guerra dos Sexos”) e até Val Kilmer, que reprisa seu papel como Iceman. A direção está a cargo de Joseph Kosinski, que já dirigiu Cruise em “Oblivion” (2013). O filme tem estreia marcada para 25 junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Danny Aiello (1933 – 2019)
O ator Danny Aiello morreu na noite de quinta (13/12), aos 86 anos. O astro veterano, que foi indicado ao Oscar por “Faça a Coisa Certa” (1989), estava passando por tratamento médico depois de sofrer um mal súbito, quando contraiu uma infecção e acabou não resistindo. Nascido Daniel Louis Aiello Jr. em uma família de origem italiana em Nova York, Danny serviu no exército e teve diversos empregos, de segurança de boate a carregador de malas de ônibus, antes de virar ator aos 35 anos. Quando acumulava os trabalhos de leão de chácara e apresentador de atrações numa boate, chamou atenção do jovem dramaturgo Louis La Russo II, que decidiu incluí-lo numa peça. Não foi num papel pequeno. Aiello interpretou Biggie, um cantor de Hoboken, New Jersey, na peça “Lampost Reunion”, e acabou indicado ao Tony (o Oscar do teatro). Ele seguiu para o cinema, aparecendo como jogador de beisebol em “A Última Batalha de um Jogador” (1973), em que contracenou com Robert De Niro, e acabou se destacando no clássico “O Poderoso Chefão II” (1974), no papel do mafioso Tony Rosato. O filme de Francis Ford Coppola lhe deu reconhecimento em Hollywood graças à frase famosa de seu personagem: “Michael Corleone mandou um olá”, dita enquanto tentava estrangular o traidor Frankie Pentangeli (Michael V. Gazzo). Detalhe: a frase não estava no roteiro e foi improvisada. Em “Testa-de-ferro Por Acaso” (1976), Aiello iniciou uma parceria com Woody Allen, que voltaria a escalá-lo nos sucessos “Rosa Púrpura do Cairo” (1985) e “A Era do Rádio” (1987). Tentando compensar a demora para começar sua carreira, ele acumulou inúmeros papéis em poucos anos, contracenando com astros famosos como Richard Gere em “Irmãos de Sangue” (1978) e Paul Newman em “41ª DP: Inferno no Bronx” (1981), além de voltar ao mundo da máfia em outro clássico do cinema, “Era uma Vez na América” (1984), de Sergio Leone, desta vez como o chefe da polícia. Aiello ainda estrelou o cultuado terrir “A Coisa” (1985), contracenou com Jackie Chan em “O Protetor” (1985), viveu o pai de Madonna no clipe de “Papa Don’t Preach” (1986) e até ficou noivo de Cher em “Feitiço da Lua” (1987), filme que rendeu o Oscar para a cantora, antes de ser escalado por Spike Lee em seu papel mais memorável. Em “Faça a Coisa Certa” (1989), ele vive Sal, o dono da pizzaria em que a maior parte da história se passa. Em uma entrevista para o canal PBS em 2016, Aiello contou que Spike Lee insistiu muito para que fizesse o papel, mas ele relutava por ser estereotipado – um italiano dono de pizzaria. Só topou quando o diretor-roteirista aceitou que ele improvisasse para dar maior autenticidade ao personagem – como a frase em que diz sobre as crianças negras do bairro: “Eles cresceram com a minha comida”. Sem nunca ter feito uma aula sequer de atuação, Aielo foi indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, mas acabou perdendo para Denzel Washington, por “Tempo de Glória”. Sua filmografia, que já era grande, disparou nos anos 1990 com o prestígio da indicação. Vieram “Alucinações do Passado” (1990), de Adrian Lynne, “Meu Querido Intruso” (1991), de Lasse Hallstrom, “Hudson Hawk, o Falcão Está à Solta” (1991), de Michael Lehmann, e finalmente seu primeiro papel de protagonista, “Caso Kennedy, uma Conspiração” (1992), em que viveu Jack Ruby, o mafioso que matou Lee Harvey Oswald, o assassino do presidente Kennedy. Teve seu segundo protagonismo em “Uma Estréia Divertida” (1993), de Paul Mazursky, como um diretor de cinema fracassado, e completou a boa fase com papéis em “O Clube das Viúvas” (1993), de Bill Duke, “Prêt-à-Porter” (1994), de Robert Altman, e no cultuadíssimo “O Profissional” (1994), de Luc Besson. Mas a partir daí vieram uma série de filmes que, se na teoria pareciam irrecusáveis, provaram-se equívocos que acabaram erodindo sua carreira. Como poderia dar errado um filme com Antonio Banderas, sua esposa Melanie Griffith e Daryl Hannah? Pois “Quero Dizer que te Amo” (1995) foi um fracasso. E um thriller com Al Pacino e John Cusack? “City Hall: Conspiração no Alto Escalão” (1996) teve desempenho ainda pior. Seus filmes seguintes como protagonista, “Mojave: Sob o Luar do Deserto” (1996) e “Homens de Honra” (1998), foram rapidamente esquecidos. Em pouco tempo, Aiello se viu restrito a clichês de mafiosos ou donos de restaurantes italianos – “Mambo Café: Servindo à Máfia” (2000), “Uma Receita Para a Máfia” (2000), “Uma História do Brooklyn” (2005), etc. Seus últimos filmes foram parcerias com o diretor-produtor-roteirista Frank D’Angelo, especialista em produções baratas de gângsteres, geralmente lançadas direto em VOD, que não tiveram distribuição no Brasil. Ao saber da morte do ator, Spike Lee se disse “quebrado” num post no Instagram e lembrou “Nós fizemos História no Cinema juntos”, enquanto Cher acrescentou no Twitter que “fazer ‘Feitiço da Lua’ foi um dos momentos mais felizes da minha vida” e Aiello “foi um dos motivos”. Ver essa foto no Instagram I’m 💜 Broken. Just Found Out My Brother DANNY AIELLO Made His Transition Last Night. Danny,We Made Cinema History Together With DO THE RIGHT THING. May You Rest In PARADISE.🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿 Uma publicação compartilhada por Spike Lee (@officialspikelee) em 13 de Dez, 2019 às 7:02 PST
Versão live-action de Akira volta a cair no limbo
A adaptação dos quadrinhos de “Akira” voltou a cair no limbo. A Warner divulgou seu calendário de futuros lançamentos sem a presença da produção, que teria sido – novamente – adiada. O novo adiamento foi ocasionado pelo diretor Taika Waititi, que pediu tempo para concluir as filmagens de “Thor: Love and Thunder”. Em entrevista de outubro, Waititi confirmou que a produção da Warner seria seu próximo trabalho após o longa da Marvel e explicou que, por isso, as filmagens precisariam ser adiadas. “Infelizmente, tudo aconteceu pelo timing envolvendo ‘Akira’. Nós estávamos trabalhando duro no roteiro, e a data para o início das filmagens precisou ser adiada várias vezes. Chegou um momento que colidiu com a produção de ‘Thor 4’. Ficaram muito próximas. Não seria possível fazer daquele jeito, e eu já estava comprometido com a Marvel naquela altura. Então, a melhor decisão foi adiar a estreia de ‘Akira’, pois vamos começar após ‘Thor 4’ ser concluído”, explicou. Assim, a data reservada para o lançamento de “Akira”, 21 de maio de 2021, vai agora abrigar outra produção da Warner, “Matrix 4” – que terá o retorno de Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss aos papéis de Neo e Trinity. O projeto de “Akira” está em desenvolvimento há 17 anos na Warner, e é curioso que o estúdio insista em sua produção num momento em que aumenta a pressão para que filmes sobre personagens japoneses sejam estrelados por atores asiáticos, e após adaptações americanas recentes de mangás terem dado enormes prejuízos – de “Ghost in the Shell” em 2017 a “Alita: Anjo de Combate” no começo do ano. Até o momento, todas as versões do projeto, sugeridas pela Warner, preveem um “Akira” totalmente americanizado, ao mesmo tempo em que preservariam a trama central que opõe Kaneda, o líder de uma gangue de motoqueiros, a seu melhor amigo Tetuso, um jovem poderoso que enlouquece com suas habilidades psíquicas. Tudo isso se passaria após a reconstrução de Nova York, destruída na 3ª Guerra Mundial, e enquanto o governo tenta manter o segredo sobre os poderes incontroláveis de uma criança chamada Akira, com capacidade de desencadear o apocalipse. A troca da ambientação de Neo-Tóquio para Neo-York foram originalmente, na década passada, justificativa para abrir negociações com nomes do calibre de Leonardo DiCaprio (“O Regresso”) e Joseph Gordon-Lewitt (“A Travessia”) para os papéis principais. DiCaprio está até hoje envolvido no projeto, como produtor. Entre os diversos atores cotados para os papéis principais, também foram sugeridos Keanu Reeves (de “Matrix”), Garrett Hedlund (“Tron: O Legado”) e até o ex-casal de “Crepúsculo”, Kristen Stewart e Robert Pattinson, além de Gary Oldman (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) e Ken Watanabe (“A Origem”) como o Coronel e Helena Bonham Carter (“Os Miseráveis”) para o papel de Lady Miyako. Nos primórdios do projeto, em 2002, o filme seria dirigido por Stephen Norrington (“A Liga Extraordinária”). Também quase virou dois filmes, cada um condensando três dos seis volumes da obra original, que seriam dirigidos pelos irmãos Allen e Albert Hughes (“O Livro de Eli”). Mas o orçamento de US$ 230 milhões assustou a Warner. A produção foi retomada novamente como um único filme ao custo de US$ 90 milhões, sob o comando do irlandês Ruairí Robinson (“O Planeta Vermelho”), que até divulgou artes conceituais com Joseph Gordon-Levitt no papel do vilão Tetsuo. Finalmente, com orçamento ainda mais enxuto, US$ 65 milhões, chegou perto de sair do papel com direção de Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”). Embora “Akira” tenha se tornado conhecido devido a seu famoso anime de 1988, que chamou atenção mundial para a animação adulta japonesa, o projeto tem sido apresentado como uma adaptação mais fiel dos mangás de Katsuhiro Otomo, publicados entre 1982 e 1990, cujo final é bastante diferente do filme. Os quadrinhos também são muito mais complexos, motivo pelo qual a Warner realmente chegou a considerar dividir o filme em duas partes. O roteirista mais recente a tentar simplificar a história foi Marco Ramirez, em seu primeiro trabalho no cinema, após se destacar roteirizando episódios das séries “Sons of Anarchy”, “Orange Is the New Black” e “Da Vinci’s Demons”, além de “Demolidor”, na qual foi promovido a showrunner da 2ª temporada. Sua versão foi encomendada após o estúdio recusar adaptações escritas por Dante Harper (“No Limite do Amanhã”), Steve Kloves (roteirista de quase todos os filmes da franquia “Harry Potter”, exceto “A Ordem da Fénix”), Mark Fergus e Hawk Ostby (dupla de “Homem de Ferro” e “Filhos da Esperança”). Taika Waititi disse que estava mexendo na história, portanto um novo roteiro ainda deve estar produção. Embora não haja a menor previsão para o início das filmagens, os movimentos de bastidores sugerem que elas realmente irão acontecer.
Philip McKeon (1964 – 2019)
O ex-ator mirim Philip McKeon, que vivu o papel de Tommy Hyatt na série de comédia “Alice” (1976-1985), morreu na terça (10/12) no Texas (EUA), após longa batalha contra uma doença não especificada. Ele tinha 55 anos. Em comunicado à revista People, o porta-voz da família de McKeon disse: “Estamos de coração partido, devastados. O senso de humor maravilhoso de Phil, assim como sua gentileza e lealdade, serão lembradas por todos que cruzaram caminhos com ele”. Ele iniciou a carreira com 12 anos na série “Alice”, inspirada no filme “Alice Não Mora Mais Aqui” (1974), de Martin Scorsese. Na produção de 1976, vivia o filho da Alice do título, interpretada por Linda Lavin. Aspirante à fama como cantora, ela trabalhava como garçonete em uma lanchonete de beira de estrada enquanto esperava sua grande chance. A atração foi um grande sucesso e durou nove temporadas, até 1985, permitindo ao público ver McKeon crescer diante de seus olhos, até virar um jovem adulto de 21 anos. Apesar da popularidade, o ator teve poucos papéis após o fim da sitcom. Participou de um episódio de “Histórias Maravilhosas” (em 1986), antologia de terror de Stephen Spielberg, da minissérie “Favorite Son” (1988) e de alguns terrores independentes, como “De Volta à Escola de Horrores” (1987), “Perseguição Demoníaca” (1991), “Sandman – O Mestre dos Sonhos” (1993) e “Ghoulies IV: Eles Estão Próximos” (1994), seu último trabalho nas telas, que foi lançado direto em vídeo. Depois disso, McKeon seguiu carreira como locutor de rádio, trabalhando em emissoras locais de Los Angeles e Wimberly, no Texas.
Caça-Fantasmas: Trailer legendado revela relação com o filme original
A Sony divulgou os primeiros trailers de “Caça-Fantasmas: Mais Além” (Ghostbusters: Afterlife). A prévia nacional, em versões dublada e legendada, revela a relação do filme com a franquia original. Ela é estabelecida em três momentos: na apresentação de cenas da comédia de 1984 como fatos documentais, na descoberta das tralhas dos Caça-Fantasmas entre os móveis de uma casa em ruínas e na indicação de parentesco dos novos personagens. Recém-chegados numa nova cidadezinha, para morar na casa herdada de seu avô, os personagens dos jovens Mckenna Grace (“Annabelle 3: De Volta para Casa”) e Finn Wolfhard (“Stranger Things”) seriam netos do Dr. Egon Spengler, interpretado pelo falecido Harold Ramis nos dois “Caça-Fantasmas” dos anos 1980. Assim, Carrie Coon (“The Leftovers”), mãe solteira das duas crianças, interpreta a filha de Spengler. Mas algo aconteceu para ela não falar sobre o passado com os filhos. Por isso, quem ajuda as crianças a entender o legado da família é o professor da sua escola, vivido por Paul Rudd (“Homem-Formiga”). A prévia nacional é econômica na apresentação de fantasmas ameaçadores, preferindo centrar-se em cenas em que as crianças se divertem horrores com os apetrechos vistos nos filmes clássicos. Já o trailer americano, sem legendas, vai “mais além”. Completamente diferente, ele é todo centrado em manifestações sobrenaturais. Confirmada como uma continuação direta das comédias originais, “Caça-Fantasmas: Mais Além” deverá contar também com participações do elenco original – Dan Aykroyd disse que até o relutante Bill Murray está na história. Ambos os trailers, por sinal, já mostraram um integrante clássico, num breve relance do fantasma favorito da franquia. A direção é de Jason Reitman (“Juno”, “Tully”), filho do diretor dos dois primeiros Caça-Fantasmas, Ivan Reitman. A estreia está prevista para 20 de agosto no Brasil, 40 dias após o lançamento nos Estados Unidos. Confira abaixo as diferentes versões dos trailers disponibilizados.
Mulher-Maravilha 1984: Volta de Steve Trevor e anos 1980 são importantes para a trama
A participação da diretora Patty Jenkins e da atriz Gal Gadot na CCXP 2019 ajudou a esclarecer alguns pontos de “Mulher-Maravilha 1984”, que ainda estão envoltos em mistério. O principal deles foi a participação de Steve Trevor, o personagem de Chris Pine, que morreu no final do primeiro filme. Como mostrou o trailer recém-liberado, sua volta acontece por mágica. Literalmente. Mas embora Jenkins não queira aprofundar como isso se dá na trama, ela afirmou que a presença de Trevor não é gratuita. “Eu não posso dizer [como ele voltou], mas não colocamos Steve Trevor nesse filme apenas porque queríamos colocar Steve Trevor nesse filme”, explicou a cineasta. “Quando pensamos na história, enquanto ainda estávamos fazendo o primeiro filme, tivemos um momento “eureka” que não poderia ter sido contado sem que Chris Pine interpretasse Steve Trevor. Então, eu prometo a vocês que não é um truque, é uma parte integral da história. Foi incrivelmente importante que tivéssemos o personagem e gostamos muito do resultado, porque foi ótimo ter Chris de volta, mas também porque é importante para a história, que mal posso esperar que vocês vejam.” Jenkins também adiantou alguns detalhes sobre Barbara Minerva, a Mulher-Leopardo, que é vivida no filme por Kristen Wiig. Um vídeo exclusivo do evento mostrou a personagem lutando contra Mulher-Maravilha, mas o trailer a apresentou como uma amiga de Diana. Segundo a cineasta, a personagem se encaixa no “espectro de amiga meiga e doce de Diana”, mas vai ao extremo oposto quando se torna uma vilã. Falando sobre o visual de Wiig no filme, Jenkins afirmou que a Mulher-Leopardo foi criada com a ajuda de computação gráfica. Talvez por isso, ela não tenha aparecido com o traje da vilã no trailer divulgado. O filme ainda está em fase de pós-produção. A diretora ainda abordou a escolha dos anos 1980 como época em que se passa trama. “Por que 1984? Queríamos trazer Diana para o mundo moderno. Mas os anos 1980 são um período com o qual a Mulher Maravilha é bastante identificada. Então foi ótimo vê-la lá. Mas o mais importante é que a época representa o auge da civilização ocidental e da cultura de consumo. Então, eu estava curiosa para colidir nossa Mulher Maravilha com o sistema de crenças desse mundo moderno e ver que tipo de vilões poderia sair disso, ver o que acontece. A partir disso, tudo veio naturalmente.” Vale lembrar que a metade dos anos 1980 representou uma grande bolha de consumo, com a chegada e multiplicação dos shopping centers, os vídeos em VHS, a moda e os modismos extravagantes e a geração yuppie, que fez fortuna no mercado de ações, antes que tudo isso implodisse em 1987, com uma grande crise financeira e um quebra-quebra generalizado em Wall Street. 1984 também foi, claro, título de um famoso livro de George Orwell sobre o futuro distópico da civilização, forçada a fazer sacrifícios, abrir mão de sua liberdade e se submeter à opressão estatal, em nome da luta contra um inimigo imaginário. Já a relação da Mulher-Maravilha com o período se deve à telessérie estrelada por Lynda Carter, que na verdade foi exibida entre 1975 e 1979, mas permaneceu no ar por muitos anos depois disso no esquema de reprises. As referências ficarão mais claras quando “Mulher-Maravilha 1984” chegar aos cinemas. A estreia está marcada para 4 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Personagens de Mulher-Maravilha 1984 ganham pôsteres individuais
A Warner divulgou uma coleção de pôsteres de “Mulher-Maravilha 1984”, que destacam individualmente os quatro personagens principais da produção. Além da Mulher-Maravilha, vivida por Gal Gadot, as imagens registram a volta de Steve Trevor (Chris Pine) e as participações de Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) como Barbara Minerva, antes de virar a Mulher-Leopardo, e Pedro Pascal (“Narcos”) como o milionário Maxwell “Max” Lord. Apesar de poucos detalhes sobre enredo de “Mulher-Maravilha 1984” terem sido revelados até o momento, o primeiro trailer, lançado neste domingo (8/12), ajuda a preencher várias lacunas. Confira aqui. Novamente dirigido por Patty Jenkins, o filme tem estreia marcada para 4 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Mulher-Maravilha 1984 ganha primeiro trailer empolgante ao som de New Order
A Warner divulgou o eletrizante trailer legendado de “Mulher-Maravilha 1984”. A prévia faz várias revelações, desde a sugestão mágica para a volta de Steve Trevor (Chris Pine) até o aguardado visual com armadura dourada da heroína (Gal Gadot), mas é a escolha da trilha sonora que torna o trailer verdadeiramente empolgante. Todo o vídeo é editado em torno de “Blue Monday”, clássico dançante do New Order, o que ajuda a reforçar a época em que a trama se passa e também confere um ritmo fantástico às cenas. Ver a heroína rebater balas com seus braceletes, de forma sincronizada com as batidas eletrônicas, e disparar em correria quando a música acelera é um grande feito de edição sonora e de imagens. Apesar de poucos detalhes sobre enredo de “Mulher-Maravilha 1984” terem sido revelados até o momento, o trailer ajuda a preencher várias lacunas, ao mostrar os personagens de Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”), antes de virar a Mulher-Leopardo, e Pedro Pascal (“Narcos”) como o milionário Maxwell “Max” Lord, além de várias cenas de ação intensas e um momento de humor com Steve Trevor, numa inversão da situação do primeiro filme. Se antes o mundo dos homens era novidade para Diana/Mulher-Maravilha, agora é o aviador, que volta à vida após a 1ª Guerra Mundial, quem se surpreende com o mundo moderno dos anos 1980. Novamente dirigido por Patty Jenkins, o filme tem estreia marcada para 4 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Animação A Princesa e o Robô vai ganhar remake com tecnologia digital
Um dos filmes mais famosos da Turma da Mônica, “A Princesa e o Robô”, vai ganhar remake. A novidade foi contada pelo próprio Mauricio de Sousa, criador dos personagens, durante a CCXP 2019. Ele disse que os têm muito saudosismo do filme e pretende produzir uma versão com tecnologia digital moderna. “Em uma técnica muito mais desenvolvida, talvez até em 3D e tudo mais”, afirmou ele. Produzido em 1983, “A Princesa e o Robô” foi o segundo filme da Turma da Mônica. E não se baseava em nenhuma história prévia. Vagamente inspirado na franquia “Star Wars”, mostrava a Turma da Mônica viajando pelo espaço em busca de um coração para uma criatura robótica chamada Robôzinho, com objetivo de possibilitar um casamento entre ele e a coelhinha Mimi, que era uma princesa de seu planeta de origem. Mas para isso Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali precisam enfrentar o vilão Lorde Coelhão, que faz de tudo para impedir que as crianças consigam realizar seu objetivo.
Novo Caça-Fantasmas ganha pôster, fotos e título oficial
A Sony divulgou o primeiro pôster, quatro fotos e ainda confirmou o título nacional de “Caça-Fantasmas: Mais Além” (Ghostbusters: Afterlife). O cartaz e uma das imagens destacam o Ecto-1, o carro clássico usado pelos Caça-Fantasmas do filme original de 1984. Ele aparece no campo, acelerando onde não há estrada. Também é possível ver o personagem de Finn Wolfhard (“Stranger Things”) abrindo a porta de um galpão, revelando um veículo (adivinhem qual) guardado sob um lençol, e os amiguinhos Mckenna Grace (“Annabelle 3: De Volta para Casa”) e Sydney Mae Diaz (“Punho de Ferro”) caminhando para casa numa via de terra batida. Para completar, Paul Rudd (“Homem-Formiga”) é visto segurando um dispositivo usado para prender fantasmas. Diferente do filme com elenco feminino de 2016, o novo “Caça-Fantasmas” será uma continuação direta das comédias originais e deverá contar com participações do elenco original – Dan Aykroyd diz que até o relutante Bill Murray está na história. Apesar disso, a trama focará uma nova família encabeçada por Carrie Coon (“The Leftovers”), como mãe solteira dos personagens de Finn Wolfhard e Mckenna Grace. Já o papel de Paul Rudd é descrito como um professor de cidade pequena. A direção é de Jason Reitman (“Juno”, “Tully”), filho do diretor dos dois primeiros Caça-Fantasmas, Ivan Reitman. A estreia está prevista para 20 de agosto no Brasil, 40 dias após o lançamento nos Estados Unidos.
Querida, Encolhi as Crianças vai ganhar reboot com Josh Gad e o diretor original
Um das comédias mais bem-sucedidas do final dos anos 1980, “Querida, Encolhi as Crianças” (1989) vai ganhar uma continuação/reboot da Disney. O mais curioso é que Joe Johnston, o diretor responsável pelo filme que lançou a franquia, está em negociações para comandar a nova versão, que desta vez contará com Josh Gad (“A Bela e a Fera”) como protagonista. “Querida, Encolhi as Crianças” foi o primeiro filme dirigido por Johnston, que depois assinou os cultuados “Rocketeer” (1991) e “Jumanji” (1995), sem esquecer de “Capitão América: O Primeiro Vingador” (2011). O longa original fez tanto sucesso que ganhou duas continuações, “Querida, Estiquei o Bebê” (1992) e “Querida, Encolhi a Gente” (1997), ambas sem Johnston e tendo sempre como ponto de partida as invenções de Wayne Szalinski, cientista amador e atrapalhado vivido por Rick Moranis nos três filmes. A produção também virou série, que durou três temporadas, entre 1997 e 2000. A nova versão vai trazer Gad como o filho de Wayne, que foi encolhido durante a infância e segue os passos do pai. Ele também se torna um cientista e, obcecado em repetir a experiência fatídica, acaba encolhendo os próprios filhos. Não está claro se Moranis fará participação como seu personagem original, o que tornaria o filme uma sequência oficial. Intitulado apenas “Shrunk” (Encolhido, em português), a produção aposta no prestígio de Gad entre o público da Disney. Além de ter vivido LeFou na bem-sucedida versão live-action de “A Bela e a Fera”, ele é o dublador original do boneco de neve Olaf nas animações da franquia “Frozen”. Ainda não há previsão de estreia para a produção.








