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  • Filme

    Spielberg vai dirigir Tom Hanks e Meryl Streep em filme sobre escândalos da Guerra do Vietnã

    6 de março de 2017 /

    Steven Spielberg reuniu uma dupla de peso para estrelar seu próximo filme: os atores Tom Hanks e Meryl Streep. Intitulado “The Post”, o filme vai dramatizar o escândalo dos “Papéis do Pentágono”, um documento ultra-secreto de 14 mil páginas do governo dos Estados Unidos sobre o envolvimento americano na Guerra Vietnã. O título “The Post” é uma referência ao jornal The Washington Post. Hanks, que voltará a ser dirigido por Spielberg após quatro filmes, viverá o editor do jornal, Ben Bradlee, enquanto Streep, que trabalhou anteriormente com o cineasta em “A.I. – Inteligência Artificial” (2001), terá o papel da publisher Kay Graham. Os dois desafiaram o governo federal sobre o direito de publicar os documentos secretos no jornal em 1971. Os papéis trouxeram à tona revelações embaraçosas sobre a ofensiva americana no Vietnã, que tinham sido omitidas pelos governo, inclusive mentiras deslavadas, e acabaram afetando a opinião publica, pressionando o então Presidente Nixon a desistir de ampliar a participação dos EUA no conflito. Três anos depois, Nixon renunciou, envolvido em outro escândalo: Watergate, também revelado pelo Washington Post. E em 1975 as tropas americanas foram retiradas do Vietnã, numa derrota humilhante. O projeto foi trazido à Spielberg pela produtora Amy Pascal (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), que recebeu o roteiro original especulativo de Liz Hannah, uma estagiária e assistente de produção da série “Ugly Betty” e de filmes como “Encontro às Cegas” (2007) e “Reine Sobre Mim” (2007). Spielberg está atualmente dando retoques na pós-produção da sci-fi “Ready Player One”, que estreia em 5 de abril de 2018, e se prepara para filmar “The Kidnapping of Edgardo Mortara”.

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  • Filme

    King Kong destrói helicópteros em vídeo de 360 graus

    4 de março de 2017 /

    A Warner Bros. divulgou um vídeo de realidade virtual de “Kong: A Ilha da Caveira”, que registra o ataque de King Kong aos helicópteros do filme em imagens de 360 graus. A experiência lembra um videogame de pouca interatividade, já que não é possível atacar o macaco gigante, apenas observar o massacre. O filme vai se passar nos anos 1970, época do primeiro remake de “King Kong” e também da Guerra do Vietnã, que será usada como pano de fundo da trama. Encabeçando o elenco estão Tom Hiddleston (“Thor”), Brie Larson (“O Quarto de Jack”), Samuel L. Jackson (“Capitão América: O Soldado Invernal”), John Goodman (“Argo”) e John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”). O roteiro foi escrito por John Gatins (“O Voo”), Max Borenstein (“Godzilla”) e Derek Connolly (“Jurassic World: O Mundo Dos Dinossauros”), e a direção está a cargo de Jordan Vogt-Roberts (“The Kings of Summer”), que fará sua transição de cineasta indie para uma grande produção de Hollywood. A estreia está marcada para quinta-feira (9/3) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Diretor adianta Pesadelo, Irmão Vodu e Clea na continuação de Doutor Estranho

    3 de março de 2017 /

    Embora ainda não tenha sido oficializada pela Marvel, a continuação de “Doutor Estranho” é praticamente inevitável, tendo em vista o sucesso do filme, que arrecadou mais de US$ 670 milhões em todo o mundo. Por conta disso, e também para se garantir na vaga, o diretor Scott Derrickson tem adiantado algumas ideias sobre a sequência nas redes sociais. Em uma sessão recente de perguntas e respostas no Twitter, ele revelou que Pesadelo deve ser o próximo vilão e adiantou as participações do Irmão Vodu e Clea, namorada de Stephen Strange nos quadrinhos. “Possivelmente teremos Pesadelo, mas ele é um personagem complicado, precisa estar atendo para representá-lo da melhor forma. E também não é possível continuar contando a história de Stephen sem o envolvimento de Clea”, ele respondeu aos fãs. Sobre o Irmão Vodu, ele disse o seguinte: “Seu irmão Daniel foi morto por Kaecilius [o personagem de Mads Mikkelsen], então o que você acha?” Nas publicações da Marvel, Pesadelo é um demônio, vindo da “Dimensão dos Sonhos”, que atormenta os seres humanos enquanto dormem. Ele normalmente aparece como um homem maltrapilho de cabelos verdes, colante e capa rasgada, cavalgando um unicórnio negro. A imagem é puro delírio de Steve Ditko, que criou Pesadelo com Stan Lee em 1963, além de ser responsável pela psicodelia dos quadrinhos de Doutor Estranho. Irmão Vodu foi criado em 1973 por Len Wein (criador também do Monstro do Pântano e de Wolverine) e o artista Gene Colan, como um haitiano com poderes mágicos, capaz de se comunicar com o espírito do irmão morto e possuir os vivos. Desde que substituiu Doutor Estranho no posto de Mago Supremo do Universo Marvel em 2009, o personagem passou a ser chamado de Doutor Vodu. Para completar, Clea é uma das personagens mais importantes dos quadrinhos de Doutor Estranho, criada em 1964 por Stan Lee e Steve Ditko no mesmo arco que introduziu o demônio Dormammu. Ela é uma habitante da mesma dimensão maligna do vilão, onde era mantida prisioneira, e ao fugir para a Terra se torna discípula e depois amante de Strange.

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  • Série

    Shemar Moore vai estrelar o remake da série clássica SWAT

    28 de fevereiro de 2017 /

    O ator Shemar Moore, que saiu de “Criminal Minds” há um ano, depois de 11 temporadas, vai estrelar o piloto do remake da série “SWAT”. Ele terá o mesmo papel que foi vivido por Samuel L. Jackson no filme de 2003. Isto porque a nova versão será mais próxima do filme do que da série original de 1975, produzida por Aaron Spelling e Leonard Goldberg. A trama vai girar em torno de seu personagem, Daniel ‘Hondo’ Harrelson, dividido entre lealdade às ruas e o dever para com seus colegas da polícia, que é encarregado de comandar uma unidade altamente treinada, considerada a tropa de elite do combate ao crime em Los Angeles. O projeto está sendo desenvolvido por Aaron Rahsaan Thomas (roteirista de “CSI: New York” e “Sleepy Hollow”) e tem produção executiva de Shawn Ryan (criador da igualmente clássica série policial “The Shield”) e do cineasta Justin Lin (diretor da franquia “Velozes e Furiosos” e de “Star Trek: Sem Fronteiras”). Justin Lin vai dirigir o piloto, assim como ele fez com a primeira série de sucesso que produziu, “Scorpion”, em 2014. Os executivos da CBS terão que gostar do resultado para aprovar a produção da 1ª temporada. E, apesar dos nomes envolvidos, a concorrência é alta. “SWAT” foi o oitavo piloto encomendado pelo canal para a próxima temporada.

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  • Filme

    Novo trailer legendado de Kong: A Ilha da Caveira impressiona com ação, efeitos e monstros

    27 de fevereiro de 2017 /

    A Warner Bros. divulgou um novo trailer legendado de “Kong: A Ilha da Caveira”, repleto de cenas inéditas. Com mais ação, efeitos visuais e monstros que os anteriores, o vídeo impressiona por seu ritmo frenético e a fúria de King Kong. A sequência da destruição dos helicópteros é simplesmente espetacular. E para os fãs de rock, ainda há o bônus da trilha sonora: a gravação clássica de “We Gotta Get Out of This Place” (1965), dos Animals, tratada digitalmente. O filme se passa nos anos 1970, época do primeiro remake de “King Kong” e também da Guerra do Vietnã, que serve de pano de fundo da trama. O elenco inclui Tom Hiddleston (“Thor”), Brie Larson (“O Quarto de Jack”), Samuel L. Jackson (“Capitão América: O Soldado Invernal”), Thomas Mann (“Dezesseis Luas”), John Goodman (“Argo”), Corey Hawkins (“Straight Outta Compton”), Jason Mitchell (também de “Straight Outta Compton”), Shea Whigham (série “Agent Carter”), Tom Wilkinson (“Batman Begins”), John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”) e Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”). O roteiro foi escrito por John Gatins (“O Voo”), Max Borenstein (“Godzilla”) e Derek Connolly (“Jurassic World: O Mundo Dos Dinossauros”), e a direção está a cargo de Jordan Vogt-Roberts (“The Kings of Summer”), que fará sua transição de cineasta indie para uma grande produção de Hollywood. A estreia está marcada para daqui a duas semanas, em 9 de março no Brasil – um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Música

    Vídeo anuncia volta de The Get Down, a série mais cara da Netflix

    24 de fevereiro de 2017 /

    Série mais cara da Netflix, “The Get Down” já tem data para retornar. A plataforma de streaming divulgou um vídeo para anunciar a segunda metade da 1ª temporada, que custou US$ 120 milhões para ser gravada. A primeira parte dividiu opiniões, ao se mostrar fantasiosa, como um grande musical, quando muitos esperavam um relato mais factual das origens do hip-hop. Apesar de acompanhar personagens fictícios, a produção incorpora fatos e personagens históricos, como Grandmaster Flash, pioneiro do hip-hop e lenda-viva da discotecagem mundial. Por sinal, Flash é um dos produtores, ao lado do rapper Nas e do crítico e escritor Nelson George, que trabalharam junto com o criador da atração, o cineasta Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”), para garantir a autenticidade da recriação da época. A série se passa no berço do hip-hop, no bairro negro do South Bronx, em Nova York, em meados dos anos 1970, girando em torno de um grupo de adolescentes maltrapilhos que são “nadas e ninguéns”, mas que começam a se destacar com ritmo, poesia, passos de dança e latas de spray, indo dos cortiços do Bronx para a cena artística do SoHo, ao palco do CBGB e às pistas de dança do Studio 54, mas também tem uma trama paralela, envolvendo uma cantora de gospel, fã de discoteca e filha de pai evangélico (vivido por Giancarlo Esposito, da série “Breaking Bad”). O elenco destaca uma nova geração de atores negros e latinos, mas há alguns rostos mais conhecidos como o veterano Jimmy Smits (“Sons of Anarchy”), Jaden Smith (“Depois da Terra”), Skylan Brooks (“The Inevitable Defeat of Mister & Pete”), Shameik Moore (“Dope”) e Justice Smith (“Cidades de Papel”). Os últimos seis episódios da 1ª temporada serão disponibilizados no dia 7 de abril na plataforma de streaming.

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  • Etc

    David Cassidy, da série clássica Família Dó Ré Mi, está com demência

    22 de fevereiro de 2017 /

    O ex-ídolo adolescente David Cassidy, que se tornou conhecido pela série “Família Dó Ré Mi”, revelou que está sofrendo de demência. Ele assumiu a doença um dia após apresentações na Califórnia durante as quais esqueceu letras e pareceu cair do palco, preocupando os fãs. Atualmente com 66 anos, ele disse à revista People que está lutando contra a doença, que também afetou sua mãe. “Eu estava em negação, mas parte de mim sempre soube que isso iria acontecer”, contou ele à publicação. Cassidy disse à People que a partir de agora deixaria de excursionar como músico para se dedicar à sua saúde. “Quero me concentrar no que sou, em quem eu sou e como tenho sido, sem quaisquer distrações”, afirmou. “Quero amar. Quero aproveitar a vida.” O agente do artista confirmou a doença, mas não deu maiores detalhes. Na época da série, nos anos 1970, Cassidy chegou a emplacar hits nas paradas de sucessos, como “Cherish” e “I Think I Love You”, e fez meninas suspirarem como as fãs de Harry Styles hoje em dia. Mas nos últimos anos precisou lutar contra a bebida e problemas financeiros. Ele foi preso três vezes por dirigir alcoolizado entre 2010 e 2014 e foi obrigado a passar por uma desintoxicação, devido a uma sentença. Há dois anos, também precisou leiloar sua casa na Flórida depois de pedir falência. Relembre abaixo um dos maiores hits de David Cassidy, da época da série clássica.

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  • Filme

    Angelina Jolie fala pela primeira vez do divórcio com Brad Pitt

    20 de fevereiro de 2017 /

    A atriz Angelina Jolie falou pela primeira vez sobre seu divórcio de Brad Pitt. Em entrevista à rede BBC, por ocasião da première de seu novo filme como diretora, “First they Killed My Father”, lançado no sábado (18/2) no Camboja, ela classificou a separação como “difícil”, mas disse que Pitt sempre será parte da “família”. “Muitas pessoas estão nessa situação também. Minha família inteira tem enfrentado esse momento complicado. Meu foco está nas minhas crianças, nossas crianças”, afirmou a artista. “Nós somos e sempre seremos uma família. Estou tentando achar o caminho para que isso nos torne mais fortes e próximos.” A première de “First they Killed My Father”, que é o terceiro longa de ficção dirigido por Jolie, foi a primeira aparição pública da estrela desde o anúncio de seu processo de divórcio. Coproduzido pelo diretor cambojano indicado ao Oscar Ritthy Panh (“A Imagem que Falta”) e distribuído pela Netflix, o filme é uma adaptação das memórias da ativista cambojana Loung Ung durante os anos de governo do Khmer Vermelho (1975-1979). A trama narra, na perspectiva da então menina Loung Ung, de cinco anos, o horror da evacuação em massa de Phnom Penh e sua luta para sobreviver durante os anos do genocídio cometido pelo partido comunista, em que morreu um quarto da população do Camboja (cerca de 1,7 milhão de pessoas), vítimas de fome, exaustão devido a trabalhos forçados e de execuções em massa. Jolie pediu o divórcio de Pitt em 15 de setembro, citando diferenças irreconciliáveis com o ex-marido, segundo documentos judiciais divulgados por agências internacionais. O casal estava junto desde 2004, mas só se casou em agosto de 2014. O rompimento foi repentino, seguindo um incidente no qual Pitt teria perdido a paciência na frente de pelo menos um de seus seis filhos. Jolie busca a custódia integral das crianças, com direito de visita de pai. Ela, porém, não quer o apoio dele na criação dos filhos. Em novembro, o ator foi inocentado de alegações de conduta abusiva e pediu a custódia compartilhada. O processo está em andamento.

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  • Etc,  Filme

    Angelina Jolie faz primeira aparição pública após divórcio na première de seu novo filme no Camboja

    19 de fevereiro de 2017 /

    A atriz Angelina Jolie fez no sábado (18/2) a primeira aparição pública após seu divórcio de Brad Pitt. Assim como o ator, que ressurgiu na première de “Aliados”, Angelina reapareceu para divulgar a estreia de um filme. Com três diferenças: ela é a diretora do longa, compareceu acompanhada por todos os filhos e o evento aconteceu bem longe de Los Angeles, onde o casal mora. E põe longe nisso. A première de “First They Killed My Father” foi realizada na cidade de Siem Reap, no Camboja Angelina escolheu o Camboja porque “First They Killed My Father” é sobre o país. O longa, produzido pela Netflix, é uma adaptação do livro de memórias da escritora Loung Ung sobre a loucura genocida do Khmer Vermelho, partido comunista que, ao assumir o poder, massacrou milhões de habitantes no Cambodja nos anos 1970. A trama conta seu relato de sobrevivência durante uma infância cercada pela violência, após testemunhar a morte de toda sua família. A própria autora escreveu o roteiro ao lado de Angelina, que assim continua, em seu terceiro longa como diretora, a abordar a brutalidade da guerra, seu rastro de morte e as sequelas que deixa nos sobreviventes. Ao falar com a imprensa no Camboja, Angelina confessou que o desejo de contar esta história foi inspirado por seu filho mais velho, Madoxx, que nasceu no país e foi adotado pela estrela em 2002, com 1 ano de idade. “Queria compreender o que os pais do meu filho podem ter passado, e queria conhecer essa história melhor, este país melhor, e espero ter honrado os que sobreviveram”, disse, durante entrevista coletiva. Angelina agradeceu a boa vontade da escritora, dos produtores (entre eles, o cineasta Rithy Pahn, diretor do premiadíssimo documentário “A Imagem que Falta”, sobre o mesmo assunto), equipe e povo cambojano durante as filmagens. “Não consigo encontrar palavras para expressar o que significa para mim receber a confiança de vocês para contar parte da história deste país”, disse ela. “Este filme não foi feito para se concentrar nos horrores do passado, mas para comemorar a resistência, a bondade e o talento do povo cambojano. Acima de tudo, este filme é a minha maneira de dizer obrigado ao Camboja”, ela continuou. “Sem o Camboja talvez nunca tivesse me tornado mãe, parte do meu coração está e sempre estará neste país e parte deste país está sempre comigo: Maddox”. Entre os lugares onde o filme foi rodado, inclui-se justamente a cidade de Battambang, um dos redutos do Khmer Vermelho e onde nasceu Maddox Chivan Jolie-Pitt. Maddox, inclusive, esteve presente durante as filmagens, para conhecer melhor suas origens. Após o encontro com a imprensa, a atriz e seus seis filhos foram recepcionados pelo Rei do Camboja, Norodom Sihamoni. Com um elenco composto inteiramente de atores cambojanos, “First They Killed My Father” é a produção de maior orçamento já realizada no país. O filme ainda não tem previsão de estreia. Confira abaixo as fotos da entrevista coletiva, da recepção real e da première mundial da produção. Aproveite e veja também o vídeo de bastidores da produção neste link.

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  • Filme

    Veja 5 cenas, 4 pôsteres e 72 fotos inéditas com o elenco e os monstros de Kong: A Ilha da Caveira

    19 de fevereiro de 2017 /

    A Warner Bros. divulgou cinco cenas, quatro pôsteres e 72 fotos de “Kong: A Ilha da Caveira”, que destacam o tamanho gigantesco de King Kong e outras criaturas, além de mostrar o pânico dos personagens ao perceberem que estão numa ilha de monstros. “Kong: A Ilha da Caveira” se passa nos anos 1970 e mostra uma expedição militar à ilha do título. O elenco inclui Tom Hiddleston (“Thor”), Brie Larson (“O Quarto de Jack”), Samuel L. Jackson (“Capitão América: O Soldado Invernal”) e John Goodman (“Argo”), John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”), Corey Hawkins (“Straight Outta Compton”), Thomas Mann (“Dezesseis Luas”), Jason Mitchell (também de “Straight Outta Compton”), Shea Whigham (série “Agent Carter”), Tom Wilkinson (“Batman Begins”) e Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”). O roteiro foi escrito por John Gatins (“O Voo”), Max Borenstein (“Godzilla”) e Derek Connolly (“Jurassic World: O Mundo Dos Dinossauros”), e a direção está a cargo de Jordan Vogt-Roberts (“The Kings of Summer”), que fará sua transição de cineasta indie para uma grande produção de Hollywood. A estreia está marcada para 9 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Kong: A Ilha da Caveira tem cena pós-créditos “sensacional sensacional”

    18 de fevereiro de 2017 /

    “Kong: A Ilha da Caveira” já teve suas primeiras sessões para a imprensa nos EUA. E embora as críticas permaneçam embargadas, uma revelação foi adiantada: o filme tem uma cena extra após os créditos. E, segundo Kellvin Chavez, do blog Latino Review, é “sensacional sensacional”. Duplamente sensacional com exclamação. O estúdio Lionsgate vem planejando realizar um encontro entre King Kong e Godzilla, e a cena pós-créditos pode ir nesta direção. Pistas de que os dois monstros habitam o mesmo universo já foram plantadas nos trailers divulgados. “Kong: A Ilha da Caveira” se passa nos anos 1970 e mostra uma expedição militar à ilha do título. O elenco inclui Tom Hiddleston (“Thor”), Brie Larson (“O Quarto de Jack”), Samuel L. Jackson (“Capitão América: O Soldado Invernal”), John Goodman (“Argo”), John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”), Corey Hawkins (“Straight Outta Compton”), Thomas Mann (“Dezesseis Luas”), Jason Mitchell (também de “Straight Outta Compton”), Shea Whigham (série “Agent Carter”), Tom Wilkinson (“Batman Begins”) e Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”). O roteiro foi escrito por John Gatins (“O Voo”), Max Borenstein (“Godzilla”) e Derek Connolly (“Jurassic World: O Mundo Dos Dinossauros”), e a direção está a cargo de Jordan Vogt-Roberts (“The Kings of Summer”), que fará sua transição de cineasta indie para uma grande produção de Hollywood. A estreia de “Kong: A Ilha da Caveira” está marcada para 9 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. E a briga dos gigantes “Godzilla vs. King Kong” chegará aos cinemas em 29 de maio de 2020. Sim, já há uma data para este confronto.

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  • Jared Leto
    Filme

    Jared Leto vai estrear na direção com suspense do escritor de Los Angeles: Cidade Proibida

    17 de fevereiro de 2017 /

    O ator Jared Leto (“Esquadrão Suicida” vai fazer a sua estreia na direção de cinema. Segundo a Variety, ele vai comandar o suspense “77”. O roteiro foi originalmente desenvolvido pelo escritor James Ellroy (“Los Angeles: Cidade Proibida” e “Dália Negra”) e retrabalhado por David Matthews (série “Boardwalk Empire”). A trama se passa em Los Angeles, durante o ano de 1974, e acompanha dois policiais que tentam salvar uma garota sequestrada, enquanto investigam o assassinato brutal de um colega da polícia. Assim como nos livros de Ellroy, a investigação acaba por revelar um mar de corrupção e crime, além de uma sinistra conspiração. Leto já dirigiu clipes da sua banda 30 Seconds to Mars, curtas e episódios de séries de documentários. Com produção da Paramount Pictures, o longa ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Eu, Olga Hepnarová dispensa cores para retratar uma tragédia anunciada

    16 de fevereiro de 2017 /

    É difícil abordar “Eu, Olga Hepnarová” sem antecipar o dado que veio a transformar uma mulher comum em agente de um ato bárbaro. Portanto, recomenda-se que nada se leia sobre a verdadeira Olga Hepnarová se a intenção for se surpreender com sua medida radical, que a tirou do anonimato para virar uma personagem obscura da história da Tchecoslováquia durante os anos 1970. Presente na programação da última Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, a realização da dupla estreante em longas Petr Kazda e Tomás Weinreb segue a estética do oscarizado “Ida” (2013), ao ignorar a fotografia em cores e enclausurar a sua protagonista em um formato de tela que é quase um comentário sobre o seu perfil individualista. Sem revelar demais, pode-se dizer que Olga (a excelente Michalina Olszanska, muito parecida com uma jovem Natalie Portman) se vê desprezada por todos, da família aos colegas da escola e de trabalho. O sentimento de rejeição é ampliado principalmente por assumir-se lésbica, transformando-se de uma mulher de boa família, graças ao sobrenome que herdou, em alguém marginalizada. Em sua primeira hora, a protagonista de “Eu, Olga Hepnarová” não passa de um saco de pancadas para as pessoas que a cercam. Todos a tratam com grosserias, começando por sua mãe (interpretada por Klára Melísková) até a funcionária do caixa que diz não ter dinheiro para o pagamento do seu salário. Mas o exagero do roteiro, também assinado por Kazda e Weinreb, em enfatizar Olga como uma injustiçada pelas circunstâncias, acaba fazendo a ação pender mais para a tragédia anunciada, estilhaçando qualquer vestígio de sutileza da interpretação. Vale pela curiosidade em conhecer o percurso de alguém que não teve qualquer escrúpulo para pregar a sua lição torta.

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