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  • Música

    Série mais cara da Netflix, The Get Down é cancelada após uma temporada

    25 de maio de 2017 /

    A Netflix cancelou a série “The Get Down”, criada pelo cineasta Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”), após a disponibilização da segunda metade de sua temporada inaugural sem muita fanfarra. Considerada a mais cara produção do serviço de streaming, a série despertou grande expectativa, mas se revelou bem diferente do que se esperava. Prometida como um relato da origem do hip-hop, a atração se revelou fantasiosa e coreografada como um grande musical. Mesmo acompanhando personagens fictícios, a produção incorporou fatos e personagens históricos, como Grandmaster Flash, pioneiro do hip-hop e lenda-viva da discotecagem mundial. Por sinal, Flash era um dos produtores, ao lado do rapper Nas e do crítico e escritor Nelson George, que trabalharam junto com Luhrmann para garantir a autenticidade da recriação da época. Passada no berço do hip-hop em meados dos anos 1970, a trama girava em torno de um grupo de adolescentes maltrapilhos de South Bronx, em Nova York, que começam a se destacar com ritmo, poesia, passos de dança e latas de spray, indo dos cortiços para a cena artística de Manhattan. A história também tinha uma trama paralela, envolvendo uma cantora de discoteca filha de um pastor evangélico. O elenco incluía uma nova geração de atores negros e latinos, mas também nomes conhecidos como Jimmy Smits (“Sons of Anarchy”), Giancarlo Esposito (série “Breaking Bad”), Jaden Smith (“Depois da Terra”), Skylan Brooks (“The Inevitable Defeat of Mister & Pete”), Shameik Moore (“Dope”) e Justice Smith (“Cidades de Papel”). Segundo o instituto de pesquisa Symphony Advanced Media, a primeira parte da temporada de estreia, lançada em agosto do ano passado, foi vista por 3,2 milhões de pessoas nos Estados Unidos em seus primeiros 31 dias no ar — menos de um quinto do registrado por “Orange is the New Black” em sua 4ª temporada. O fracasso é ainda maior considerando os altos custos de produção — um total de US$ 120 milhões, sendo US$ 7,5 milhões por episódio, maior orçamento de uma série da plataforma — e as várias paralisações na produção, que atrapalharam o andamento do projeto, criando a necessidade de dividir a temporada em duas partes – a segunda metade foi disponibilizada em abril. De acordo com a revista Variety, “The Get Down” teve a produção interrompida e reiniciada tantas vezes que a equipe passou a apelidá-la de “The Shut Down” (“Desligada”, em inglês). Relatos falam em bastidores tumultuados pelo perfeccionismo de Luhrman, que não teria se adaptado ao formato de produção em série. Durante as gravações, Luhrman chegou a se declarar sobrecarregado e considerou abandonar o projeto, mas decidiu ao menos terminar uma temporada completa.

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  • Filme

    Sofia Coppola conquista Cannes com western gótico sobre empoderamento feminino

    24 de maio de 2017 /

    O novo filme de Sofia Coppola, “O Estranho que Nós Amamos” (The Beguiled), foi o primeiro a entusiasmar crítica e público no Festival de Cannes. Remake de um western dirigido por Don Siegel e estrelado por Clint Eastwood em 1971, com mais suspense e até terror que o original, o longa subverte as expectativas por mudar o ponto de vista, contando a história pela perspectiva das mulheres da trama. Na entrevista coletiva do festival, a diretora disse que descobriu o filme por indicação da amiga e designer de produção Anne Ross. “O filme ficou na minha cabeça. O original é sob o ponto de vista do homem. Achei que podia contar a história sob o ponto de vista das mulheres”, explicou. Sofia nunca tinha feito um remake, por isso foi buscar mais informações na fonte original, o livro de 1966, escrito por Thomas Cullinan. Ela tampouco tinha realizado um thriller com clima gótico, filmado à luz de velas – a fotografia de Philippe Le Sourd é deslumbrante. Mas o que chama mais atenção é o elenco estelar da produção, liderado por Nicole Kidman (“Lion”), como a diretora de um internato para moças no Sul rural dos Estados Unidos durante a Guerra Civil do século 19. Neste local, Kirsten Dunst (“As Duas Faces de Janeiro”) vive uma professora, enquanto Elle Fanning (“Demônio de Neon”) e Angourie Rice (“Dois Caras Legais”) são estudantes. Este universo feminino é invadido pela chegada de um soldado do exército da União ferido, interpretado por Colin Farrell (“O Lagosta”), que as mulheres decidem abrigar e tratar. Mas, cercado de beleza, ele logo começa a abusar da hospitalidade daqueles mulheres, que estão sozinhas, mas não desamparadas. “Toda vez que um grupo de mulheres é isolado do mundo exterior, uma nova dinâmica se estabelece entre elas. O que fiz foi me afastar da memória do filme de Don Siegel e pensar em como eu poderia contar aquela história de novo, sob um ponto de vista diferente”, contou a cineasta. Há um cuidado em evitar transformar o homem em vítima de mulheres vingativas. Ele é claramente um predador, invadindo um ninho. “Para mim, ele chega e arruína tudo. Nós estávamos bem só nós mesmas, apenas não podíamos ter filhos”, apontou Nicole Kidman. Vale lembrar que as mulheres do filme estão numa escola não para aprenderem uma profissão, mas sendo educadas para atrair bons maridos. Entretanto, a guerra levou os homens embora. O único que aparece faz parte do exército inimigo. O instinto feminino natural é ajudá-lo. Mas se ele mostrar sua verdadeira face, as mulheres ainda serão maioria. As mulheres já são maioria em muitas áreas, mas curiosamente não no cinema. Kidman aproveitou a discussão sobre empoderamento feminino para reclamar da pouca quantidade de diretoras contratadas pela indústria ou selecionadas para festivais. Neste ano, entre as duas dezenas de filmes na mostra competitiva de Cannes, apenas três são assinados por mulheres. “Temos de apoiar as cineastas. Muita gente diz que as coisas estão diferentes, mas não é o que mostram as estatísticas”, disse ela. “Apenas 2% dos filmes lançados no ano passado foram dirigido por mulheres. É uma estatística que diz tudo, e acho que é importante que continuemos repetindo”, acrescentou. “Para nossa sorte, temos Sofia e Jane aqui neste ano”, referindo-se também à australiana Jane Campion, que dirige Kidman na continuação da minissérie “Top of the Lake”, exibida fora de competição em Cannes. “Nós, mulheres, precisamos dar apoio a outras realizadoras mulheres”, concluiu. Esta não foi a única discussão levantada durante a entrevista coletiva de “O Estranho que Nós Amamos”. Sofia também defendeu que filmes devem ser vistos em salas de cinema, entrando na polêmica da participação de produções da Netflix no festival. “Fiquei feliz por filmar em película de 35mm, pensando em enquadramentos e fotografia para uma tela grande. Espero que as pessoas assistam ao filme em uma sala de cinema. É uma atmosfera totalmente diferente, uma experiência única em nossas vidas modernas”, ela declarou. Colin Farrell, único homem do elenco, não conseguiu se conter, emendando: “Já viram o vídeo na internet no qual David Lynch fala sobre assistir a filmes em celulares? É um lindo poema de 45 segundos. E diz: ‘Você acha que está vendo um filme de verdade numa p…a de telefone?’. Chequem no YouTube. É realmente lindo!”, provocou o ator. Nunca é demais lembrar a Farrell e aos leitores que David Lynch também está no Festival de Cannes. Ele foi acompanhar a projeção de seu novo trabalho, o revival da série “Twin Peaks”, que não será lançado nos cinemas, mas já está disponível no Brasil pela Netflix, para ser visto “numa p… de telefone”.

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  • Filme

    Daniel Radcliffe vai viver revolucionário anti-apartheid em thriller de prisão

    22 de maio de 2017 /

    Daniel Radcliffe vai estrelar “Escape from Pretoria”. Baseado em fatos reais, a produção é baseada no livro de memórias de Tim Jenkin, que conta sua fuga espetacular da prisão, após ser condenado como subversivo durante o regime do apartheid na África do Sul. Jenkin foi dos dois rebeldes brancos anti-apartheid presos em 1978 por estar envolvido em atividades consideradas terroristas pelo governo racista da África do Sul. Declarando-se culpado de lutar pela liberdade no país, distribuir panfletos de organizações clandestinas e pichar mensagens subversivas, ele foi condenado a 12 anos na prisão de segurança máxima de Pretoria, mas escapou após um ano com mais dois prisioneiros, numa fuga considerada espetacular. Exilado em Londres, ele continuou auxiliando os rebeldes sul-africanos, inclusive criando um sistema de comunicação clandestino, que permitia enviar mensagens de fora do país para as lideranças anti-apartheid, entre elas Nelson Mandela, então preso pelo governo sul-africano. Radcliffe viverá Tim Jenkin na trama, que será adaptada e dirigida por Francis Annan (“Woyzeck”). “Político sem ser polêmico, ‘Escape From Pretoria’ é uma rara combinação de drama e suspense. Estou orgulhoso de combinar o potencial de talentos como Daniel Radcliffe e Francis Annan neste incrível história real”, declarou o produtor David Barron, no comunicado de anúncio da produção. A previsão é que as filmagens comecem em 2018 na África do Sul.

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  • Série

    Trailer de cinco minutos da nova série SWAT explora polêmica racial e muita ação

    18 de maio de 2017 /

    A rede CBS divulgou as fotos e o trailer de cinco minutos do reboot da série “SWAT”, sucesso dos anos 1970, que retorna totalmente repaginada. O contexto da atualização se estabelece a partir de uma tragédia, quando um adolescente negro se torna vítima de um tiroteio entre a polícia e criminosos. O caso evoca polêmicas raciais do noticiário norte-americano e leva à decisão de promover um oficial negro ao comando da SWAT, após o antigo comandante ser responsabilizado pelo tiro no jovem inocente. O contraponto desse drama são cenas intensas de ação, com direito a capotagens espetaculares de carros, uma especialidade do diretor do piloto: ninguém menos que Justin Lin, responsável pela maioria dos filmes da franquia “Velozes e Furiosos”. A série é estrelada por Shemar Moore (ex-“Criminal Minds”) no papel de Daniel ‘Hondo’ Harrelson, dividido entre a comunidade em que cresceu e seu dever como policial. Mas em vez de considerar isso um problema, o vídeo demonstra que será sua inspiração, ao ser encarregado de comandar a unidade altamente treinada da SWAT de Los Angeles, considerada a tropa de elite do combate ao crime. O elenco também conta com Stephanie Sigman (“007 Contra Spectre”), Alex Russell (“Poder sem Limites”), Jay Harrington (série “Better Off Ted”), Lina Esco (série “Kingdom”), Kenny Johnson (série “Bates Motel”) e David Lim (série “Quantico”). Desenvolvida por Aaron Rahsaan Thomas (roteirista de “CSI: New York” e “Sleepy Hollow”) e produzida por Shawn Ryan (criador da igualmente clássica série policial “The Shield”) e Justin Lin, “SWAT” será exibida às quintas-feiras, a partir de novembro nos Estados Unidos. Shemar Moore returns to @CBS in #SWAT. Take your first look at this intense police drama, coming this fall. pic.twitter.com/wbbAB9zeHs — S.W.A.T. (@swatcbs) May 17, 2017

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  • Filme

    25 fotos de Assassinato no Expresso do Oriente apresentam o elenco grandioso da superprodução

    5 de maio de 2017 /

    A revista Entertainment Weekly divulgou as primeiras fotos do grandioso elenco do “Assassinato no Expresso do Oriente”. Todos, à exceção do diretor Kenneth Branagh (“Operação Sombra: Jack Ryan”), são suspeitos de um assassinato cometido a bordo do tem que dá nome à superprodução da 20th Century Fox. As imagens trazem cenas do filme e também retratos de cada integrante do elenco. Além de dirigir, Branagh interpreta o icônico detetive Hercule Poirot, que no romance clássico de Agatha Christie, publicado em 1934, tenta descobrir quem é o assassino antes do trem chegar a seu destino. A longa de lista de suspeitos inclui Johnny Depp (“Alice Através do Espelho”), Michelle Pfeiffer (“Sombras da Noite”), Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”), Penelope Cruz (“O Conselheiro do Crime”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Derek Jacobi (“Cinderela”), Olivia Colman (série “Broadchurch”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Miranda Raison (minissérie “24 Horas: Viva um Novo Dia”), Leslie Odom Jr. (série “Pessoa de Interesse”), Tom Bateman (série “Da Vinci’s Demons”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sete Homens e um Destino”), Marwan Kenzari (“Ben-Hur”) e Sergei Polunin (do vindouro “Red Sparrow”). O estúdio sempre pretendeu reunir um grande elenco para fazer justiça à obra, que já teve uma primeira adaptação cinematográfica dirigida por Sidney Lumet em 1974. O filme clássico, inclusive, rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Ingrid Bergman. Além da lendária atriz sueca, o impressionante elenco original incluía Albert Finney no papel do detetive Poirot, e os suspeitos Lauren Bacall, Jacqueline Bisset, Sean Connery, John Gielgud, Anthony Perkins, Vanessa Redgrave e Michael York. A nova adaptação foi escrita por Michael Green (“Logan”) e tem produção a cargo de Ridley Scott (diretor de “Perdido em Marte”) e Simon Kinberg (roteirista de “X-Men: Apocalipse”). A estreia está marcada para 23 de novembro no Brasil, um dia após o lançamento nos EUA.

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  • Série

    Hilary Swank vai estrelar série de Danny Boyle sobre rapto de John Paul Getty III

    28 de abril de 2017 /

    A atriz Hilary Swank entrou no elenco de “Trust”, série baseada num crime real, desenvolvida pelo cineasta Danny Boyle (“Trainspotting”). Segundo o TV Guide, a atriz interpretará Gail Getty, mãe devotada de John Paul Getty III que estará disposta a fazer tudo para salvar o filho, após ele ser raptado. Ela vai se juntar a Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”), que viverá o bilionário John Paul Getty, avô de seu filho. Ambientada em 1973, a trama inicia quando o jovem Getty é sequestrado em Roma e um resgate de milhões de dólares é exigido. O problema é que a família não demonstra tanto interesse em conseguir o rapaz de volta: John Paul, avô do jovem, se recusa a liberar a quantia e argumenta que se pagasse um centavo para os sequestradores, em breve teria outros parentes sequestrados. Como o pai do sequestrado, envolvido em drogas, também não responde aos telefonemas dos sequestradores, sobra para mãe do rapaz, quebrada financeiramente, negociar sua vida. “Trust” é uma criação de Boyle e do roteirista Simon Beaufoy, parceiros no filme “Quem Quer Ser um Milionário?” (vencedor do Oscar 2009) e “127 Horas” (indicado ao prêmio em 2011). A série de dez episódios começará a ser gravada em junho, em Londres e Roma, visando uma estreia em janeiro de 2018. O avanço da produção deve jogar água nos planos de Ridley Scott para realizar um filme sobre a mesma história. Intitulado “All The Money In The World”, este projeto teria filmagens previstas para maio, mas ainda não fechou elenco. Scott negocia com Michelle Williams, Mark Wahlberg e Kevin Spacey para os papéis centrais de seu filme, que não deverá chegar tão rápido quanto a série às telas.

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  • Filme

    História real do lutador que inspirou o filme Rocky ganha trailer legendado

    26 de abril de 2017 /

    A California Filmes divulgou o trailer legendado de “Punhos de Sangue” (Chuck). Com direção do canadense Philippe Falardeau (“O que Traz Boas Novas”), o drama indie traz Liev Schreiber (série “Ray Donovan”) como Chuck Wepner, boxeador amador de Nova Jersey que aguentou 15 assaltos em uma luta de pesos-pesados contra Muhammad Ali em 1975, derrubando o campeão uma vez antes de ser derrotado. A luta inspirou Sylvester Stallone a escrever “Rocky” (1976). “Rocky” se tornou icônico, ganhou continuações e foi entronizado na cultura pop, mas a vida de Chuck não teve direito a revanche vitoriosa. Sua façanha acabou esquecida. Apesar do tom melancólico, a prévia também inclui momentos doces e engraçados. A história é real e Stallone admitiu a inspiração, inclusive precisou entrar em um acordo judicial com o lutador, que o processou por não ter cumprido as promessas de pagamento feitas pelos direitos de sua trajetória. Além de estrelar o filme, Schreiber escreveu o roteiro. O elenco também inclui Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”), Ron Perlman (“Círculo de Fogo”), Elisabeth Moss (série “Mad Men”) e Morgan Spector (série “Pessoa de Interesse”) como Stallone. “Punhos de Sangue” terá première mundial na sexta (28/4), no Festival de Tribeca, e estreia comercialmente na próxima semana nos EUA. No Brasil, o lançamento está marcado para 25 de maio.

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  • Etc

    Vítima de estupro de Polanski ataca promotores que ainda exploram o caso de 1977

    25 de abril de 2017 /

    A vítima de abuso sexual de Roman Polanski em 1977, Samantha Geimer, voltou a se pronunciar sobre o julgamento do cineasta, que está foragido e vivendo na França desde aquela época. Geimer contatou as autoridades através de seu advogado para reclamar da procrastinação dos promotores americanos, que estariam de posse de evidências que corroboram o acordo firmado por Polanski com o promotor original do caso. Em carta enviada também para os meios de comunicação, ela pede que a transcrição do julgamento de 1977 seja tornada pública. Os promotores tornaram secreto o depoimento do responsável pelo acordo, que teria rendido 48 dias de prisão ao cineasta francês. Caso isso venha à tona, comprovaria a tese do diretor de que ele teria sido sentenciado e cumprido a pena. O documento é um ataque ácido aos responsáveis atuais pelo processo. “Vocês e aqueles que vieram antes de vocês nunca me protegeram, vocês me trataram com desprezo, usando um crime cometido contra mim para promover suas próprias carreiras”, ela escreveu. Ela quer deixar todo esse escândalo para trás. Pessoalmente, considera que o cineasta de 83 anos já foi punido o suficiente por seu crime ao ficar longe de Hollywood por quatro décadas, e que ele deveria voltar aos Estados Unidos no fim da vida, sem temer morrer na prisão. Samantha tinha 13 anos quando Polanski foi acusado de drogá-la, durante uma sessão de fotos na casa de um amigo em Los Angeles, e posteriormente violentá-la. Ele confessou ter tido “relações sexuais ilegais” com a menor, mas negou o estupro em seu acordo com a promotoria, quando passou 48 dias preso em uma penitenciária do estado da Califórnia. Após o escândalo arrefecer, a vítima foi procurada por emissários do diretor, chegando a um acordo financeiro nos anos 1990. Ela teria recebido US$ 500 mil de indenização. Em 2013, publicou um livro contando sua história, intitulado “A Menina”. O depoimento do promotor do caso, que foi tornado secreto, é a peça-chave na ação do advogado de Polanski para encerrar o processo judicial. O advogado alega que o diretor só fugiu dos Estados Unidos após receber informação de que o já falecido juiz Laurence Rittenband teria renegado o acordo e dito aos promotores que tinha decidido prender Polanski por até 50 anos. Foi apenas após esse desdobramento que Polanski fugiu para a França, de onde não poderia ser extraditado por ser cidadão francês. E lá continuou filmando e conquistando reconhecimentos da indústria cinematográfica. Chegou até a vencer o Oscar nos EUA, por seu trabalho em “O Pianista” (2002). Só que o caso de quatro décadas não foi esquecido pela justiça americana, que, em 2009, conseguiu convencer a Suíça a prender o cineasta, quando ele desembarcou no país a caminho do Festival de Zurique. Polanski passou mais 334 dias sob custódia na Suíça, enquanto as autoridades dos EUA tentavam extraditá-lo. Entretanto, o caso repercutiu negativamente e, com o apoio da comunidade artística, Polanski lutou contra a extradição e ganhou, voltando para sua casa na França. Logo em seguida, foi premiado como Melhor Diretor no Festival de Berlim por “O Escritor Fantasma” (2010). Há quase dois anos, os Estados Unidos voltaram a solicitar a extradição de Polanski da justiça polonesa, depois de ele ter aparecido em Varsóvia, em 2014, planejando rodar um longa no país. Um tribunal distrital da cidade de Cracóvia, onde Polanski tem um apartamento, rejeitou o pedido em novembro de 2015. E, após o procurador-geral da Polônia pedir a anulação desse julgamento, argumentando que ser uma celebridade ajudou Polanski a escapar da justiça, a Suprema Corte do país encerrou definitivamente o caso, dando reconhecimento aos argumentos do diretor. O juiz observou que Polanski “já tinha cumprido sua sentença”. E é este argumento que o advogado de Polanski está usando para tentar dar um fim no caso nos EUA, incluindo no processo o acordo original do diretor com a promotoria do estado. O caso voltará a ser analisado em junho pela justiça da Califórnia.

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  • Etc,  Série

    Erin Moran (1960 – 2017)

    23 de abril de 2017 /

    Morreu a atriz americana Erin Moran, que ficou conhecida pelo papel de Joanie na série clássica “Happy Days”. Ela foi encontrada morta, aos 56 anos, em um parque de trailers na pequena cidade de Corydon, em Indiana. Uma autopsia vai ser realizada para estabelecer as causas da morte. Sumida nos últimos anos, Erin foi uma atriz-mirim bem-sucedida. Após aparecer em comerciais, chamou a atenção de Hollywood, estreando no cinema na comédia “Lua de Mel com Papai” (1968) com apenas oito anos de idade. No mesmo ano, foi contratada para integrar o elenco de sua primeira série, “Daktari”, na qual apareceu em 15 episódios entre 1968 e 1969. Sua filmografia inclui até o clássico “A Noite em que o Sol Brilhou” (1970), de Melvin Van Peebles, comédia fantástica sobre a transformação de um racista num homem negro, na qual interpretou a filha do protagonista. A atriz ainda era pré-adolescente quando entrou para “Happy Days”. Tinha 14 anos em 1974, quando foi escalada para viver a irmã mais nova de Ron Howard (ele mesmo, o futuro diretor de “O Código Da Vinci”). A atração foi um fenômeno de audiência e pioneira do boom de nostalgia que tomou conta da TV. Até então, não existiam séries de comédia de época. “Happy Days” mudou tudo ao se passar nos anos 1950, resgatando músicas, hábitos e a cultura juvenil dos anos de ouro do rock’n’roll, com direito até a um rebelde sem causa de jaqueta de couro, o icônico Fonzie, vivido por Henry Winkler. Os anos 1950 duraram mais em “Happy Days” do que na vida real. Quando a série saiu do ar, em 1984, Erin já tinha 24 anos. Os produtores até tentaram estender o apelo da trama com um spin-off centrado na personagem da jovem, acompanhando sua vida de casada com Cachi (Scott Baio), primo de Fonzie. Mas a série “Joanie Loves Chachi” não emplacou, cancelada em sua 1ª temporada. Erin não conseguiu nenhum outro papel de destaque, vivendo de participações ocasionais em outras séries. Ela ainda foi lembrada no clipe de “Buddy Holly” (1994) da banda Weezer, que recriava um episódio de “Happy Days”, e em “Dickie Roberts – O Pestinha Cresceu” (2003), comédia sobre um ex-ator mirim complexado de 30 e poucos anos, em que interpretou a si mesma. Mas a falta de trabalho a deixou cheia de problemas financeiros, a ponto de acabar sua vida morando num trailer. “Que notícia triste, triste. Descansa em paz Erin. Sempre vou lembrar de você em nossa série tornando as cenas melhores, recebendo risadas e iluminando as telas de TV”, escreveu Ron Howard, seu irmão televisivo, no Twitter.

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  • Filme

    Trailer do remake de O Estranho que Nós Amamos com Nicole Kidman e Colin Farrell é terror à luz de velas

    22 de abril de 2017 /

    A Focus Features divulgou o segundo trailer do remake de “O Estranho que Nós Amamos” (The Beguiled). Como a maioria dos trailers recentes, a prévia entrega demais, inclusive a reviravolta e os detalhes mórbidos da trama, que sob a direção de Sofia Coppola (“Bling Ring”) assume clima de terror de época. Uma história gótica, passada numa antiga mansão rural, à luz de velas. A prévia traz o ator Colin Farrell (“Animais Fantásticos e Onde Vivem”) no papel interpretado por Clint Eastwood em 1971, como um soldado ianque ferido, que é socorrido e tratado numa escola sulista para meninas. Sua presença desperta interesse tanto no corpo docente quanto no discente, e não demora a render relações indecentes. Mas a tensão sexual gera ciúmes e marca uma guinada trágica. O remake é a segunda parceria da diretora com a atriz Elle Fanning (as duas trabalharam juntas em “Um Lugar Qualquer”) e a terceira com Kirsten Dunst (após “As Virgens Suicidas” e “Maria Antonieta”). Além delas, as atrizes Nicole Kidman (“Olhos da Justiça”) e Angourie Rice (“Dois Caras Legais”) também fazem parte da seleção de loiras da produção. Selecionado para o Festival de Cannes, o novo “O Estranho que Nós Amamos” estreia em 30 de junho nos EUA e apenas dois meses depois, em 24 de agosto, no Brasil.

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  • Etc,  Série

    Nudez de Sophie Charlote em Os Dias Eram Assim vira trend topic

    20 de abril de 2017 /

    A nudez da atriz Sophie Charlotte, que mostrou os seios nos três primeiros capítulos da nova série da Globo, “Os Dias Eram Assim”, virou trend topic no Twitter. Na atração, a atriz já tirou a roupa para seduzir o personagem vivido por Daniel de Oliveira, seu marido na vida real, e também em cenas de topless na praia. Com tamanho de novela, a série começa em 1970, no Rio de Janeiro, no dia em que o Brasil venceu a Copa do Mundo e se tornou tricampeão. Por conta do período, Alice, a personagem de Sophie, é meio hippie e libertária, representando as mudanças trazidas pela juventude na época, marcada pela repressão e a censura da ditadura militar. Em entrevista para diversos veículos na véspera das cenas irem ao ar, a atriz se disse à vontade com as cenas de nudez. “O sexo faz parte da vida e a paixão, principalmente na juventude, está muito ligada a isso. Essas cenas estão contando histórias e, se está dentro do contexto da cena, faz sentido para mim”. Veja abaixo algumas das impressões do público registradas em tuítes.

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  • Filme

    Versão jovem de Ellen Ripley pode aparecer nos próximos filmes da franquia Alien

    17 de abril de 2017 /

    Os próximos filmes da franquia “Alien” podem reencontrar a personagem Ellen Ripley, vivida por Sigourney Weaver. Mas numa versão digitalizada. Em entrevista para a revista Empire, o diretor Ridley Scott confirmou que estaria considerando apresentar uma versão jovem da personagem. Mas em vez de escalar uma nova atriz, trabalharia com rejuvenescimento por computação gráfica – o que provavelmente contaria com participação de Sigourney Weaver. “É possível fazer isso”, respondeu o diretor ao ser questionado. Hoje com 67 anos, Weaver tinha 29 quando interpretou a tenente em 1979, em “Alien, O Oitavo Passageiro”. Ela ainda retornou ao papel mais três vezes, em “Aliens, o Regate” (1986), “Alien³” (1992) e “Alien – A Ressurreição” (1997). Anteriormente, Ridley Scott havia confirmado que a sequência de “Alien: Covenant”, o próximo filme da franquia, já estava sendo escrita. A aparição de Ripley também encontra respaldo em outra afirmação do diretor, que revelou pretender explorar o passado da personagem. Além disso, há muitos rumores sobre o possível parentesco entre a heroína original e Daniels, a personagem de Katherine Waterston em “Alien: Covenant”. Rejuvenescimento digital está cada vez mais em voga em Hollywood. Mas a tecnologia tem dado resultados bem variados, desde que Brad Pitt inverteu o relógio biológico em “O Curioso Caso de Benjamin Button” (2008). Recentemente, Carrie Fisher foi vista como a jovem Princesa Leia em “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016). “Alien: Covenant”, que é tanto continuação de “Prometheus” (2012) quanto prólogo de “Alien”, estreia em 11 de maio no Brasil.

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  • Série

    Vídeo de Os Dias Eram Assim registra elenco gravando a música-tema da série

    17 de abril de 2017 /

    A Globo divulgou um vídeo da gravação do tema de sua nova série, “Os Dias Eram Assim”, que mostra o elenco cantando em estúdio, entre cenas da produção. Os astros que mostram desenvoltura vocal são Sophie Charlotte, Renato Góes, Daniel de Oiveira, Maria Casadevall e Gabriel Leone. Mas a música que dá título à produção na verdade tem outro nome. É “Aos Nossos Filhos”, clássico de Ivan Lins lançado no álbum “Nos Dias de Hoje”, de 1978. Um dos versos da música fala o título da série. Curiosamente, é a segunda vez que a Globo usa esta música numa minissérie. Na voz de Elis Regina, ela foi tema de “Queridos Amigos”, exibida em 2008, que também propunha um painel das gerações dos anos 1970 e 1980. “Os Dias Eram Assim” estreia nesta segunda (17/4).

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