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    Mulheres do Século 20 mostra surgimento da família moderna

    14 de abril de 2017 /

    O americano Mike Mills estava prestes a completar 40 anos quando finalmente decidiu se lançar como diretor de um longa de ficção com “Impulsividade” (2005), após produzir curtas e documentários. De lá, foi dirigir Christopher Plummer na interpretação que lhe valeu um Oscar em “Toda Forma de Amor” (2010). E agora retorna entregando aquele que é o seu melhor trabalho até aqui. Em “Mulheres do Século 20”, a própria adolescência do diretor serve de base para a narrativa, que enaltece a sua mãe, renomeada como Dorothea, numa interpretação magistral de Annette Bening (“Minhas Mães e Meu Pai”). No Sul da Califórnia do final dos anos 1970, era do punk/new wave, essa mãe solteira cuida do filho Jamie (Lucas Jade Zumann, de “A Entidade 2”) e divide a sua casa com Abbie (Greta Gerwig, finalmente num papel que não a obriga a repetir os cacoetes de “Frances Ha”), uma fotógrafa acometida por um câncer cervical, e William (Billy Crudup, de “Spotlight”), um carpinteiro que desconhece a importância de medidas estáveis. Embora não viva nesse mesmo teto, Julie (Elle Fanning, de “Demônio de Neon”) é uma das vizinhas que está a maior parte de seu tempo livre na residência, inclusive dormindo todas as noites com o jovem Jamie sem que esteja em jogo algo além da amizade. Desenha-se assim com esse quinteto uma espécie de panorama daquele período, especialmente importante para os modelos de novas famílias que se formavam com o boom dos divórcios e para a multiplicação de mulheres que vislumbraram um destino além daquele de meras donas de casa. Por se tratar de um projeto tão íntimo para Mike Mills, acaba havendo em “Mulheres do Século 20” certa superficialidade nos atritos entre mãe e filho, talvez por serem tão ratificados no curso do filme. Em contrapartida, existe um cuidado e carinho na construção de indivíduos que se atraem justamente por terem poucas coisas em comum. Paulatinamente, Jamie, um garoto em progresso, vai constituindo a sua própria personalidade com o processo de troca sempre enriquecedor com pessoas mais maduras, ainda que não seja o único a experimentá-lo, como se testemunha quando outros laços se estreitam, como o de Dorothea com William ou deste com Abbie. Por essas interações, as inevitáveis rupturas do desfecho, acompanhadas bela música de Roger Neill, tornam-se tão comoventes quanto uma última despedida.

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  • Série

    Série sobre stand-up dos anos 1970 produzida por Jim Carrey ganha novo trailer

    11 de abril de 2017 /

    O canal pago americano Showtime divulgou um novo trailer da série de época “I’m Dying Up Here”, produção do comediante Jim Carrey (“Sim Senhor”) sobre a cena da comédia stand-up dos anos 1970. A prévia concentra a ação num bar de Los Angeles e sugere uma reconstituição de época primorosa, além de um equilíbrio entre drama e comédia, numa história repleta de personagens, que recria as condições que permitiram o surgimento da geração mais inovadora da comédia americana. O elenco é um caso à parte. Inclui Melissa Leo (“A Grande Aposta”), Michael Angarano (“O Reino Proibido”), Clark Duke (“A Ressaca”), RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota que Vai Morrer”), Sebastian Stan (“Capitão América: O Soldado Invernal”), Ari Graynor (“Celeste e Jesse para Sempre”), Andrew Santino (série “Mixology”), Erik Griffin (série “Workholics”), Ginger Gonzaga (“Ted”), Al Madrigal (série “About a Boy”), Stephen Guarino (“Os Delírios de Consumo de Becky Bloom”), Jake Lacy (série “Girls”), Dylan Baker (“Selma”) e Alfred Molina (“O Amor É Estranho”). Carrey envolveu-se como produtor após se apaixonar pela premissa, que adapta o livro homônimo de William Knoedelseder. Na obra jornalística, os “personagens” são Jay Leno, David Letterman, Andy Kaufman, Richard Lewis, Robin Williams, Elayne Boosler e Tom Dreesen. Na série, porém, os nomes foram substituídos por criações fictícias. A criação propriamente dita ficou a cargo de Dave Flebotte, um ex-comediante stand-up que virou roteirista e produtor de séries como “Desperate Housewives” e “Masters of Sex”. Para completar, a atração teve seu piloto dirigido pelo cineasta Jonathan Levine (“Meu Namorado é um Zumbi”). O que explica o visual cinematográfico do trailer. A estreia está marcada para 4 de junho nos EUA.

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  • Filme

    História real do lutador que inspirou o filme Rocky ganha fotos e primeiro trailer

    9 de abril de 2017 /

    A IFC divulgou as fotos e o trailer de “Chuck”, que vai virar “Punhos de Sangue” em “tradução” brasileira. Com direção do canadense Philippe Falardeau (“O que Traz Boas Novas”), o drama indie traz Liev Schreiber (série “Ray Donovan”) como Chuck Wepner, boxeador de Nova Jersey que aguentou 15 assaltos em uma luta de pesos-pesados contra Muhammad Ali em 1975, derrubando o campeão uma vez antes de ser derrotado. A luta inspirou Sylvester Stallone a criar Rocky. A história é real e Stallone admitiu a inspiração, mas precisou entrar em um acordo judicial com o lutador, que o processou por não ter cumprido as promessas de pagamento feitas antes do lançamento de “Rocky”. O Chuck do título original, entretanto, acabou esquecido, vivendo à sombra do lutador da ficção. A história é melancólica, mas a prévia também inclui momentos doces e engraçados. Além de Schreiber, que inclusive escreveu o roteiro, o elenco inclui Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”), Ron Perlman (“Círculo de Fogo”), Elisabeth Moss (série “Mad Men”) e Morgan Spector (série “Pessoa de Interesse”) como Stallone. O filme terá première no Festival de Tribeca, em 28 de abril, e estreia na semana seguinte nos EUA. No Brasil, o lançamento está marcado para 25 de maio.

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  • Música

    Filme da tragédia da banda Lynyrd Skynyrd terá título de disco clássico de rock

    5 de abril de 2017 /

    A cinebiografia da banda Lynyrd Skynyrd ganhou título oficial e data para começar suas filmagens. Intitulado “Street Survivors: The True Story of the Lynyrd Skynyrd Plane Crash”, a produção começa a ser rodada no final de maio. “Street Survivors” é, claro, o nome do álbum que a banda tinha lançado três dias antes do acidente, que trazia os músicos em meio à chamas (imagem acima). Anteriormente, o filme estava sendo divulgado como “Free Bird”, título de um de seus sucessos mais conhecidos. Como aponta o subtítulo enorme e detalhista, a produção vai se concentrar no acidente de avião que causou a morte de três integrantes da banda. Mas não será apenas isso, garante o baterista Artimus Pyle, um dos sobreviventes da tragédia de 1977, em cujas memórias a trama é baseada. “A história deste filme – a minha história – não é só sobre o acidente de avião, mas também a minha relação pessoal com o gênio que foi Ronnie Van Zant, a quem eu amava como irmão e de quem tenho saudades até hoje”, ele declarou, em comunicado divulgado em junho do ano passado, quando o projeto foi anunciado. Lynyrd Skynyrd surgiu em 1973 e emplacou diversos clássicos do rock. Em outubro de 1977, no auge da carreira, a banda embarcou num pequeno avião modelo Convair 240, fabricado em 1947, que acabou caindo. O acidente matou o cantor Ronnie Van Zant e o guitarrista Steve Gaines, além da backing vocal Cassie Gaines (irmã de Steve), o road manager Dean Kilpatrick, o piloto Walter MacCreary e o co-piloto William Gray. 20 pessoas sobreviveram ao acidente, incluindo Pyle. O filme será uma produção independente, dirigido por Jared Cohn (“A Vizinhança Assombrada”), especialista em filmes de terror de baixíssimo orçamento para o mercado de DVDs, que também vai assinar o roteiro em parceria com o baterista.

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  • Série

    Sophie Charlote surge provocadora e rebelde na primeira prévia de Os Dias Eram Assim

    5 de abril de 2017 /

    A Globo divulgou uma bela primeira prévia de sua próxima série, intitulado “Os Dias Eram Assim”. O vídeo traz a atriz Sophie Charlotte provocadora, de minissaia e atitude rebelde, ao som de “Amor”, dos Secos e Molhados. Na trama, a atriz dará vida a Alice, uma jovem que não aceita a vontade dos pais para se casar com Vítor (Daniel de Oliveira, seu marido na vida real), preferindo o romance à beira-mar com Renato (Renato Góes). O vídeo também localiza a trama em 1970, durante a ditadura militar, a comemoração do tricampeonato mundial de futebol e a era hippie. É nessa época em que Renato e Alice se conhecem e iniciam uma história de amor que vai atravessar quase duas décadas e cruzar com eventos históricos importantes do país. Chamada de supersérie, por nenhum outro motivo além de seu tamanho – mais para novela que minissérie – , a produção também conta com Antonio Calloni, Leticia Spiller, Cássia Kis, Susana Vieira, Marcos Palmeira, Maria Casadevall, Julia Dalavia, Carla Salle, Felipe Simas e Gabriel Leone, entre outros. Escrita por Ângela Chaves e Alessandra Poggi, com colaboração de Guilherme Vasconcelos e Mariana Torres, e direção geral de Carlos Araújo, “Os Dias Eram Assim” estreia em 17 de abril.

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  • Série

    Vida do criador da revista masculina Penthouse vai virar série

    4 de abril de 2017 /

    A vida de Bob Guccione, fundador da revista masculina Penthouse, vai virar série de TV. O projeto está a cargo das produtoras Jerrick Media e Maven Pictures, e a intenção é mostrar que Guccione, morto aos 79 anos em 2010, era “muito mais que um pornógrafo”. “Ele era um intelectual”, resumiu o produtor Rick Schwartz, responsável pela atração, para a revista Variety. Veterano do cinema, Schwartz produziu os premiados “O Aviador” (2004), “Os Infiltrados” (2006) e “Cisne Negro” (2010). Ele também é o produtor executivo do sucesso da TV americana “Batalha de Lip Sync”, em que competidores e astros famosos dublam canções de sucesso. A série de Guccione ainda não tem roteirista definido, mas deverá ser contada pelos olhos das mulheres que passaram pela vida do empresário, desde o começo de sua carreira como artista e cartunista em Londres até a criação da Penthouse, que se tornou a principal rival da Playboy, passando por sua investida no cinema com “Calígula” (1979), até chegar aos seus anos finais, quando seu império ruiu e ele foi à falência. Os envolvidos no projeto esperam conseguir um acordo para exibir a série na Amazon ou Netflix.

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  • Série

    Vida de Pelé no New York Cosmos vai virar série americana

    3 de abril de 2017 /

    A vida de Pelé vai inspirar uma série na TV americana. A trama, porém, não se focará em seu auge na Seleção Brasileira de Futebol, mas nos anos seguintes, quando comandou outro esquadrão lendário, o time americano de futebol New York Cosmos na metade dos anos 1970. Pelé será o personagem principal da série sobre o Cosmos, que está sendo desenvolvida por Jeff Jenkins e Gil Goldschein, produtores responsáveis pelo reality Show “Keeping Up with the Kardashians”. Além disso, o próprio Rei do Futebol fará parte da produção executiva. Após o sucesso de Pelé, o Cosmos também contratou outras lendas do esporte, como o italiano Giorgio Chinaglia, o alemão Franz Beckenbauer e o brasileiro Carlos Alberto, capitão do Tri, que formaram um time considerado por muitos como o melhor do futebol de todos os tempos. Entretanto, a aposentadoria de Pelé em 1977 acabou com a hegemonia do Cosmos e o futebol nunca mais foi o mesmo nos EUA. Ainda em estágio de desenvolvimento, a série não tem canal definido nem previsão de estreia, mas o produtor Gil Goldschein disse, em comunicado, que a expectativa é de uma produção que homenageie a paixão pelo futebol e a ebulição cultural da cidade de Nova York da década de 1970. Ou seja, “Vinyl”, mas com futebol.

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  • Filme

    Sophie Charlotte aparecerá nua nos três primeiros capítulos da nova minissérie da Globo

    27 de março de 2017 /

    A atriz Sophie Charlotte vai aparecer nua nos três primeiros capítulos da próxima minissérie da Globo, intitulado “Os Dias Eram Assim”. Na trama, a atriz dará vida a Alice, par de Vítor (Daniel de Oliveira, seu marido na vida real), e os atores já gravaram cenas românticas em praia do Rio. Mesmo assim, as cenas de nudez e sexo não serão tão frequentes na comparação com outras produções exibidas na mesma faixa horário. Segundo a coluna Telinha, do jornal Extra, já na estreia ela tentará seduzir o namorado e, para isso, tira a roupa. No segundo capítulo, Sophie vai surgir pelada ao tomar banho. E no capítulo seguinte, aparecerá mais uma vez sem roupa quando o personagem Vítor tentar lhe estuprar. O elenco da minissérie, que está sendo chamada de supersérie pela Globo sem muita justificativa, terá ainda Renato Goes, Leticia Spiller, Cássia Kis, Susana Vieira, Marcos Palmeira, Maria Casadevall, Julia Dalavia, Carla Salle, Felipe Simas e Gabriel Leone, entre outros. A minissérie começa em de 1970, no Rio de Janeiro, no dia em que o Brasil venceu a Copa do Mundo e se tornou tricampeão, mas o clima de euforia das ruas contrasta com o peso do momento: repressão, ditadura, violência… É nesse cenário em que Renato (Renato Góes) e Alice (Sophie Charlotte) se conhecem e iniciam uma história de amor que vai atravessar quase duas décadas e cruzar com eventos históricos importantes do país nestes períodos. Escrita por Ângela Chaves e Alessandra Poggi, com colaboração de Guilherme Vasconcelos e Mariana Torres, e direção geral de Carlos Araújo, “Os Dias Eram Assim” estreia em 17 de abril.

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  • Filme,  Série

    Danny Boyle anuncia série sobre mesma história do próximo filme de Ridley Scott

    19 de março de 2017 /

    Os diretores ingleses Danny Boyle e Ridley Scott vão competir com projetos similares, um na TV e outro no cinema. Scott anunciou primeiro seu plano, mas Boyle já trabalhava em segredo numa série idêntica, que chegará primeiro nas telas. Boyle se juntou ao roteirista Simon Beaufoy, seu parceiro em “Quem Quer Ser um Milionário?” (vencedor do Oscar 2009) e “127 Horas” (indicado ao prêmio em 2011), para desenvolver a série “Trust” no canal pago americano FX. A atração contará a história da famosa família Getty, bilionários do petróleo envolvidos em diversos escândalos, como overdoses, sequestros e vidas duplas. A 1ª temporada será centrada no herdeiro John Paul Getty III. Ambientada em 1973, a trama inicia quando o jovem Getty é sequestrado em Roma e um resgate de milhões de dólares é exigido. O problema é que a família não demonstra tanto interesse em conseguir o rapaz de volta: John Paul, avô do jovem, se recusa a liberar a quantia e argumenta que se pagasse um centavo para os sequestradores, em breve teria os outros 14 netos sequestrados. O pai do sequestrado, envolvido em drogas, não responde aos telefonemas dos sequestradores e sobra para mãe do rapaz, quebrada financeiramente, negociar. “Os roteiros de Simon Beaufoy são fantásticos, surpreendentes, cheio de nuances e engraçados. Eles dão muita coisa para Danny Boyle trabalhar em cima”, disse John Landgraf, CEO da FX Networks, em comunicado, concluindo que “Trust” “acrescentará ainda mais a esse momento histórico da televisão”. Beaufoy escreveu todos os roteiros e Boyle dirigirá todos os episódios. Embora o elenco ainda não tenha sido anunciado, as gravações já estão marcadas para junho em Londres e Roma para uma estreia em janeiro de 2018. A produção foi acelerada após virem à tona os planos de Ridley Scott para realizar um filme sobre o mesmo tema, centrado no sequestro de John Paul Getty III, possivelmente estrelado por Natalie Portman no papel da mãe sofredora. Intitulado “All The Money In The World”, este projeto tem filmagens previstas para maio, com financiamento da Imperative Entertainment e distribuição mundial a cargo da Sony Pictures. Mas isto foi antes do anúncio da série, que chegará antes na TV com a mesma história.

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  • Filme

    Documentário de Leandra Leal é premiado no festival americano SXSW

    18 de março de 2017 /

    O documentário “Divinas Divas”, que marca a estreia da atriz Leandra Leal na direção, foi premiado pelo júri popular do festival americano SXSW (South by Southwest), um dos mais importantes do cinema indie, que se encerrou na noite deste sábado (18/3) em Austin, no Texas. O filme brasileiro venceu a seção Global, dedicada à narrativas inovadoras de todo o mundo. Leandra comemorou em seu Twitter: “Estávamos concorrendo com o mundo inteiro, com filmes de ficção e levamos essa. Nós, o único filme brasileiro, dirigido por uma mulher. Muito obrigado a todas as minhas divas por doarem seus talentos, suas histórias e suas vidas, e a toda galera que faz parte desse projeto sonho”. “Divinas Divas” aborda a primeira geração de artistas travestis no Brasil na década de 1970, como Rogéria, Valéria e Jane Di Castro. O filme acompanha o reencontro das atrizes para a montagem de um espetáculo, trazendo histórias e memórias de uma geração. Importante observar que a produção – agora reconhecido internacionalmente – teve dificuldades para conseguir patrocínio devido ao preconceito com seu tema, o que levou Leandra a apelar para o crowdfunding para conseguir finalizá-lo. Além do troféu texano, o filme já tinha sido premiado pelo público dos festivais do Rio e de Aruanda, no ano passado, e tem previsão de lançamento no Brasil em 22 de junho. Para completar a informação, o público do SXSW também premiou “The Light of the Moon”, de Jessica M. Thompson, como o melhor filme da mostra competitiva, e o muito elogiado “Em Ritmo de Fuga” (Baby Driver), de Edgar Wright, como o melhor filme da sessão Headliner, dedicada a filmes de maior apelo comercial. Na nova seção Episodic, voltada a séries, o vencedor foi “Dear White People”, da Netflix. Já os prêmios do júri para a mostra competitiva foram para a ficção “Most Beautiful Island”, um thriller centrado em mulheres imigrantes ilegais em Nova York, dirigido pela espanhola Ana Asensio, e o documentário “The Work”, sobre as sessões de terapia da prisão estadual de Folsom, com direção de Gethin Aldous e Jairus McLeary.

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  • Série

    Vídeos da minissérie Guerrilla destacam o movimento black power britânico dos anos 1970

    16 de março de 2017 /

    O canal pago americano Showtime divulgou o pôster, um novo comercial e um vídeo de bastidores de “Guerrilla”, minissérie sobre o movimento black power britânico dos anos 1970, realizada em parceria com o canal pago inglês Sky. Estrelada pela atriz indiana Freida Pinto (“Quem Quer Ser um Milionário?”) e os ingleses Babou Ceesay (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Idris Elba (“Beasts of No Nation”) e Rory Kinnear (série “Penny Dreadful”), a atração é uma minissérie de seis episódios, que narra como a intolerância racial levou ao radicalismo dos ativistas negros no Reino Unido, culminando numa guerrilha urbana contra a polícia. A minissérie é uma criação de John Ridley, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro por “12 Anos de Escravidão” (2013) e também criou a premiada série “American Crime”. Além de escrever, Ridley vai dirigir metade dos episódios. A outra metade é dirigida por Sam Miller (série “Luther”). O roteirista também assim a produção, ao lado de Idris Elba. “Guerrilla” estreia em 13 de abril no Reino Unido e três dias depois nos EUA.

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    Spielberg acelera produção de seu filme com Tom Hanks e Meryl Streep para tentar o Oscar 2018

    11 de março de 2017 /

    Envolvido em várias produções, o cineasta Steven Spielberg decidiu priorizar “The Post”, drama político de época que será estrelado por Tom Hanks (“Ponte de Espiões”) e Meryl Streep (“A Dama de Ferro”). As filmagens foram adiantadas e marcadas para começar em maio. Com isso, o diretor pretende realizar um lançamento em dezembro, visando qualificar o longa para o Oscar 2018. “The Post” vai dramatizar o escândalo dos “Papéis do Pentágono”, um documento ultra-secreto de 14 mil páginas do governo dos Estados Unidos sobre o envolvimento americano na Guerra Vietnã. O título é uma referência ao jornal The Washington Post. Hanks, que voltará a ser dirigido por Spielberg após quatro filmes, viverá o editor do jornal, Ben Bradlee, enquanto Streep, que trabalhou anteriormente com o cineasta em “A.I. – Inteligência Artificial” (2001), terá o papel da publisher Kay Graham. Os dois desafiaram o governo federal sobre o direito de publicar os documentos secretos em 1971. Os papéis trouxeram à tona revelações embaraçosas sobre a ofensiva americana no Vietnã, que tinham sido omitidas pelo governo, desmascarando mentiras deslavadas e afetando a opinião publica. Graças às denúncias, o então Presidente Nixon desistiu dos planos de ampliar a participação dos EUA no conflito. Três anos depois, Nixon renunciou, envolvido em outro escândalo: Watergate, também revelado pelo Washington Post. Até que, em 1975, as tropas americanas foram retiradas do Vietnã, numa derrota humilhante. O projeto foi trazido à Spielberg pela produtora Amy Pascal (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), que recebeu o roteiro original especulativo de Liz Hannah, uma estagiária e assistente de produção da série “Ugly Betty” e de filmes como “Encontro às Cegas” (2007) e “Reine Sobre Mim” (2007). A prioridade dada à “The Post” fará com que a produção de “The Kidnapping of Edgardo Mortara”, que seria o próximo longa-metragem do diretor, seja adiada. Ele está atualmente dando retoques na pós-produção da sci-fi “Ready Player One”, que estreia em 5 de abril de 2018, e se prepara para filmar.

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  • Série

    Atores de Bates Motel já definiram suas próximas séries

    11 de março de 2017 /

    O elenco central da série “Bates Motel” vai sofrer um êxodo com o final da produção. A série se encerra na atual 5ª temporada, que tem seu último episódio marcado para ir ao ar em 24 de abril. Freddie Highmore, intérprete do psicopata Norman Bates, foi o primeiro a encaixar um novo trabalho. Ele viverá um jovem médico prodígio com autismo no piloto de “The Good Doctor”, projeto de série médica desenvolvido por David Shore, criador de “House”. A produção está em desenvolvimento para a rede ABC. Max Thieriot, que interpreta seu irmão em “Bates Motel”, vai estrelar um piloto, ainda sem título, sobre os Navy Seals, os soldados mais mortais dos EUA. Criado por Benjamin Cavell (roteirista de “Justified”), o projeto segue uma equipe de Navy Seals, que planejam e realizam missões perigosíssimas em todo o mundo. O projeto está na mira da rede CBS. Nestor Carbonell, que vive o xerife Romero, foi escalado no piloto de “Behind Enemy Lines”, adaptação do filme “Atrás das Linhas Inimigas”. A versão de Nikki Toscano (roteirista da série “Revenge”) terá uma narrativa multi-perspectiva, que seguirá de perto um grupo de soldados isolados em território inimigo, mas também os militares de um porta-aviões próximo e os oficiais de inteligência em Washington, que juntam seus esforços para trazer os soldados para casa com segurança. O piloto terá direção do cineasta McG (“3 Dias Para Matar”) e está sendo desenvolvido para a rede Fox. Kenny Johnson, intérprete do tio de Norman, entrou no piloto de “SWAT”, sobre a tropa de elite do combate ao crime de Los Angeles, desenvolvido por Aaron Rahsaan Thomas (roteirista de “CSI: New York” e “Sleepy Hollow”) com produção executiva de Shawn Ryan (criador da igualmente clássica série policial “The Shield”) e do cineasta Justin Lin (diretor da franquia “Velozes e Furiosos” e de “Star Trek: Sem Fronteiras”). Vera Farmiga, por sua vez, não pretende retornar à TV. A intérprete de Norma Bates vai estrelar o blockbuster “Godzilla: King of Monsters” em 2019, entre diversos projetos dramáticos. E influenciou a jovem Olivia Cooke, que pretende investir na carreira cinematográfica. Ela está na nova sci-fi de Steven Spielberg, “Ready Player One”, que estreia em marco de 2018.

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