Ewan McGregor vai estrelar minissérie sobre o estilista Halston
O produtor Ryan Murphy anunciou vários projetos que está desenvolvendo para sua nova parceria com a Netflix. E um deles já definiu seu protagonista. O astro Ewan McGregor (“Christopher Robin”) vai estrelar uma minissérie sobre o estilista Halston. Roy Halston Frowick, conhecido simplesmente como Halston, foi um estilista americano que alcançou fama internacional nos anos 1970. Seus designs minimalistas e limpos, muitas vezes feitos de cashmere ou ultrasuede, tornaram-se um fenômeno na era das discotecas e redefiniram a moda americana. Ele perdeu sua fortuna com problemas financeiros na década seguinte e morreu de Aids nos anos 1990, aos 57 anos de idade. Murphy assinou em fevereiro de 2018 um contrato milionário para criar, por meio de sua produtora, novas séries, filmes e documentários exclusivamente na Netflix. O primeiro projeto dessa parceria comercial vai estrear em 27 de setembro. Trata-se da série “The Politician” (veja o trailer aqui). Ele também trabalha em duas séries documentais, que contarão a história de um casal lésbico que assumiu a homossexualidade aos 80 anos e outra sobre a vida do artista Andy Warhol. Não bastasse, o produtor também prepara duas adaptações de musicais da Broadway: “A Chorus Line” e “The Prom”, além das séries “Hollywood”, uma homenagem à “velha Hollywood”, e “Hatched”, focada na juventude da enfermeira do clássico “Um Estranho no Ninho” (1975). Entre as séries mais conhecidas de Murphy estão “American Horror Story”, “American Crime Story”, “9-1-1” e “Glee”, todas produzidas quando ele tinha contrato com o estúdio Fox.
Valerie Harper (1939 – 2019)
Valerie Harper, uma das atrizes mais queridas da TV americana, que estrelou a série clássica “Mary Tyler Moore” e o derivado “Rhoda”, morreu após uma longa batalha contra o câncer, aos 80 anos de idade. Assim como sua personagem clássica, que ajudou a divulgar o feminismo na telinha, ela também foi um símbolo do empoderamento na vida real, tendo processado produtores e uma rede de TV por reagirem com demissão a um pedido de aumento, além de ter lutado, ao lado de feministas históricas como Gloria Steinem e Bella Abzug, pela aprovação da Emenda dos Direitos Iguais nos Estados Unidos. Ela nasceu em 22 de agosto de 1939, em Suffren, Nova York, mas morou boa parte da infância e da adolescência em Nova Jersey. Estudou balé na juventude e aos 16 anos conseguiu um emprego como dançarina do Corps de Ballet, que se apresentava quatro ou cinco vezes por dia entre as exibições de filmes no Radio City Music Hall. A experiência como dançarina a levou à Broadway em 1956, no elenco da comédia musical “Li’l Abner”, baseada nos quadrinhos do personagem do título (Ferdinando, no Brasil), e ela logo se tornou uma das dançarinas favoritas do diretor-produtor-coreógrafo Michael Kidd, que a escalou em várias montagens consecutivas. Sua colega de quarto, a atriz Arlene Golonka, sugeriu que Harper tentasse atuar, convencendo-a a fazer um teste para participar do teatro de revista “Second City”, que acabara de se mudar de Chicago para Nova York. Ela se juntou ao elenco, que incluía o ator Dick Schaal, e os dois se casaram alguns meses depois em 1964 (eles se divorciaram em 1978). “Ele era meu mentor”, Harper disse à revista People em 1975, sobre seu marido. “Ele me ajudava a me preparar, lendo roteiros comigo por anos e absolutamente construiu a personagem de Rhoda comigo”. O casal se mudou para Los Angeles em 1968 e começou a trabalhar na TV. Ele assinava roteiros para “Love, American Style”, enquanto ela deslanchava em participações em diversas séries, incluindo “Columbo”, e seguia carreira no teatro. A diretora de elenco e vice-presidente da CBS Ethel Winant a “descobriu” durante uma peça em Los Angeles e a convidou a fazer um teste para uma nova série, que chegaria à televisão em 1970. Era “Mary Tyler Moore” e Harper foi escalada para viver a vizinha e melhor amiga da protagonista, Rhoda Morgenstern, recém-chegada a Minneapolis, onde a trama se passava. A interação entre Moore e Harper marcou época. Enquanto Mary Richards (Mary Tyler Moore era o nome da intérprete e não da personagem) era uma presbiteriana conservadora, Rhoda era uma judia moderna, que se vestia de forma extravagante. As duas eram completamente opostas, mas as diferenças iniciais logo cederam lugar para as semelhanças. As duas eram mulheres solteiras independentes e lutavam por reconhecimento numa época em que o feminismo engatinhava. Em 2000, a revista Time chamou a interação de Mary e Rhoda de “uma das amizades mais famosas da TV”. Mas após três vitórias seguidas no Emmy como Melhor Atriz Coadjuvante, Harper se tornou popular o suficiente para ter sua própria série, e em 1974 a CBS lançou “Rhoda”, com produção assinada por ninguém menos que Mary Tyler Moore – num testemunho da parceria entre as atrizes, que jamais se viram como rivais. Na atração derivada, Rhoda retornava a Nova York para reencontrar a família, e finalmente descobria o amor, ao conhecer um executivo divorciado (David Groh). O spin-off foi um sucesso instantâneo, tornando-se a primeira série a assumir o 1ª lugar da audiência em seu ano inaugural de produção. Além disso, o episódio do casamento de Rhoda quase bateu um recorde histórico, com 52 milhões de telespectadores, a segunda maior audiência da TV até então, perdendo apenas para outro evento televisivo, o nascimento de Little Ricky em “I Love Lucy”, exibido em janeiro de 1953. Vale lembrar que esse episódio especial foi um crossover com “Mary Tyler Moore”, em que os personagens da série original apareceram como convidados na cerimônia íntima, realizada no apartamento dos pais de Rhoda. E rendeu tantos comentários que até um famoso locutor esportivo reclamou, durante uma transmissão de futebol americano, não ter sido convidado para aparecer na festa. Harper culminou esse período de sucesso com o Emmy de Melhor Atriz em Série de Comédia por seu trabalho em “Rhoda”. Mas, apesar desse fenômeno de popularidade, os produtores decidiram que a série precisava de outra direção na 3ª temporada, já que a personagem tinha se tornado feliz e acomodada. Assim, os roteiristas passaram a incluir problemas no relacionamento, que levou a um divórcio na 4ª temporada. O público não gostou e a audiência desabou, fazendo a série ser cancelada antes do final de sua 5ª temporada, em dezembro de 1978, deixando quatro episódios inéditos. “Meu maior arrependimento foi não termos tido a oportunidade de mostrar um episódio final de ‘Rhoda'”, Harper desabafou em sua autobiografia. “A série de ‘Mary Tyler Moore’ terminou com um final perfeito, agridoce e divertido, em que me senti emocionada por poder aparecer. Eu queria que ‘Rhoda’ tivesse a mesma oportunidade”. A atriz voltou a protagonizar uma série em 1986 com “Valerie”, interpretando uma mãe suburbana de Chicago, que precisava trabalhar e criar três filhos (o mais velho tinha 17 anos de idade e era ninguém menos que o ator Jason Bateman, futuro astro de “Arrested Development”), enquanto o marido, um piloto (Josh Taylor), estava frequentemente ausente. Um episódio da 2ª temporada de “Valerie” também entrou para a História da TV, ao usar pela primeira vez a palavra “preservativo”, relacionada a sexo seguro, no horário nobre norte-americano. A NBC chegou a emitir um aviso de aconselhamento aos pais, na abertura do capítulo. O sucesso de “Valerie” fez Harper buscar aumento salarial e participação nos lucros da produção, que afinal tinha seu nome. Os produtores negaram e ela se recusou a gravar novos episódios. O impasse causou sua demissão da própria série. Os roteiristas simplesmente mataram sua personagem num acidente de carro e a atração seguiu com Sandy Duncan no papel principal, como uma tia que assumia a criação dos filhos de Valerie. Harper processou a rede NBC e os produtores por quebra de contrato e difamação, após entrevistas em que foi chamada de “atriz difícil”. E venceu. Recebeu US$ 1,4 milhão por perdas e danos, além de uma parcela dos lucros do programa, como queria em sua negociação inicial. Os anos dedicados à televisão não lhe permitiram fazer muitos filmes. As exceções foram participações em “O Último Casal Casado” (1980) e “Feitiço do Rio” (1984). Mas ela protagonizou muitos telefilmes, incluindo “Quero Apenas meus Direitos” (1980), produção pioneira sobre o assédio sexual no local de trabalho, e “A Caixa de Surpresas” (1980), dirigido pelo astro Paul Newman. Após “Valerie”, ela teve um papel de destaque na sitcom “A Família Hogan” (1986–1991) e apareceu de forma recorrente em “The Office” (durante 1995). Também cruzou as telas em episódios de “O Toque de um Anjo”, “Sex and the City”, “That ’70s Show”, “Desperate Housewives”, “Drop Dead Diva”, “Duas Garotas em Apuros” (2 Broke Girls) e “Calor em Cleveland” (Hot in Cleveland). Em 2000, voltou a reviver sua personagem mais famosa num telefilme da rede ABC, “Mary e Rhoda”, em que contracenou com sua velha amiga Mary Tyler Moore. E foi um sucesso de audiência como nos velhos tempos. Enquanto lutava com doenças, a atriz ainda foi indicada ao Tony (o Oscar teatral) por interpretar a atrevida estrela dos anos 1940 Tallulah Bankhead na comédia “Looped”. Seus últimos trabalhos foram um curta-metragem de 2017, “My Mom and the Girl”, em que interpretou uma mãe com doença de Alzheimer, e diversas dublagens nas séries “Os Simpsons” e “American Dad!” Em 2009, os médicos removeram um tumor de seu pulmão direito e, em janeiro de 2013, ela foi diagnosticada com um tumor cerebral incurável, ocasião em que recebeu a informação que só teria mais três meses de vida. Sem se entregar, ela sobreviveu por mais seis anos. Nesse tempo “extra”, permitiu à NBC News gravá-la para um documentário e aceitou um convite para aparecer no programa de danças “Dancing With the Stars”. “Os médicos querem que eu me exercite!”, disse, sobre a participação. Discutindo sua doença na TV, ela afirmou: “Quero que todos nós tenhamos menos medo da morte, saibam que é uma passagem. Mas não vá ao seu funeral antes do dia do funeral. Enquanto estiver vivendo, viva.”
Novos donos da casa de Invocação do Mal afirmam que ela ainda é assombrada
Enquanto a maioria das pessoas corre para se livrar de casa ligadas a eventos trágicos, o casal Cory e Jennifer Heinzen correram para adquirir a casa mal-assombrada que lançou a franquia “Invocação do Mal” no cinema. Assim que viram o anúncio na internet e reconheceram a residência, eles imediatamente se dispuseram a cobrir ofertas, mudando-se para a casa de Harrisville, onde o casal Warren supostamente encontrou fenômenos paranormais. Vale observar que a casa apresentada no filme é um cenário e não é a mesma residência em que os eventos sobrenaturais foram realmente verificados. A construção original é, por sinal, bem diferente do set cinematográfico, por isso a foto da fachada não lembra o filme. A casa comprada foi a do “terror” real. Na década de 1970, a família Perron, com cinco filhas, morava na casa de Harrisville, construída em 1736. O que quer que vivesse lá com eles “era brincalhão no começo, mas depois começou a ficar mais sinistro, mais sombrou”, lembrou Heinzen. “Ataques físicos, doenças misteriosas”, acrescentou. Isso atraiu a atenção de Ed e Lorraine Warren, famosos investigadores paranormais de Connecticut, cujas experiências inspiraram o filme de terror de 2013. Cory Heizen diz que se inspirou nos Warren para se tornar, ele próprio, um investigador paranormal, atividade que exerce há dez anos. “Sou fascinado pelos Warren”, ele assumiu, descrevendo a residência como “uma peça da história paranormal”. Uma história que, aparentemente, ainda não terminou. “Nós temos portas que abrem, ouvimos passos e batidas. Eu tive uma certa dificuldade de ficar lá sozinho. Eu não tenho o sentimento de que há algo maligno, mas ela está possuída. Você pode sentir que há muitas coisas estranhas acontecendo lá”, garantiu o novo proprietário da residência. Apesar da história da casa, os dois decidiram viver lá por conta do tamanho e por ter um enorme pátio. Além disso, pretendem reformá-la e abri-la para visitas, explorando o “turismo de terror”. “Toda essa jornada tem sido assustadora, mas é também empolgante. Estou ansiosa por compartilhar a energia dessa casa com outras pessoas”, disse Jennifer Heizen. Relembre o trailer de “Invocação do Mal”.
Filme sobre a juventude de David Bowie ganha primeira foto
A produtora Salon Pictures divulgou primeira foto do ator Johnny Flynn (o jovem Einstein de “Genius”) caracterizado como David Bowie em “Stardust”, filme sobre a juventude do cantor lendário. Flynn não é só ator. Ele também é músico e cantor – e compôs a trilha da série “Detectorists”, da BBC. Produção independente, “Stardust” não tem a bênção da família de Bowie nem autorização para usar nenhuma das músicas do cantor. A trama se concentra numa viagem de Bowie aos EUA em 1971, ocasião em que ele conheceu Lou Reed. O projeto foi desenvolvido pelo obscuro roteirista Christopher Bell (“Os Últimos Czares”) e o diretor indie Gabriel Range (“A Morte de George W. Bush”). Ainda não há previsão para a estreia.
Zeroville: Trailer de filme “quase perdido” é Era uma Vez em Hollywood de James Franco
Considerado quase um filme perdido, “Zeroville”, estrelado e dirigido por James Franco (“Artista do Desastre”), ganhou pôster e seu primeiro trailer. A filmagem aconteceu em 2014, mas a produção caiu no limbo desde então, em parte porque o próprio Franco entrou em ostracismo após ser denunciado por assédio sexual em 2017. A prévia dá outra razão para o sumiço do filme: é puro trash. O vídeo traz Franco em clima de “Era uma Vez em Hollywood”, como um recém-chegado na capital do cinema americano em 1969, que é interrogado sobre o assassinato de Sharon Tate. Mas as cenas misturam períodos diferentes, numa falta de coesão narrativa que tem punks, Spielberg e momentos que parecem contemporâneos, num tom assumidamente amador, apesar do elenco reunido. Para completar, o personagem de Franco tem uma tatuagem de seu filme favorito, “Um Lugar ao Sol” (1951), em sua cabeça careca. Ele começa como construtor de sets e acaba virando diretor assistente, obcecado por uma estrela trágica de cinema, vivida por Megan Fox (“As Tartarugas Ninja”). O elenco também inclui Seth Rogen (“Vizinhos”), Jacki Weaver (“As Rainhas da Torcida”), Joey King (“A Barraca do Beijo”), Craig Robinson (“Ghosted”), Danny McBride (“Alien: Covenant”), Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”) e Dave Franco (“Artista do Desastre”). O resgate de “Zeroville” pode ser o primeiro de muitos. James Franco filmou vários filmes nesta década que nunca foram exibidos em circuito comercial. Alguns chegaram a passar em festivais. Outros nem sequer foram terminados.
Mrs. America: Fotos destacam elenco grandioso liderado por Cate Blanchett
O canal pago americano FX divulgou as primeiras fotos de “Mrs. America”, que destacam o elenco grandioso da minissérie. As imagens apresentam as caracterizações de Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), Rose Byrne (“X-Men: Apocalipse”), Uzo Aduba (“Orange Is the New Black”), James Marsden (“Westworld”), Margo Martindale (“The Americans”), Sarah Paulson (“American Horror Story”), John Slattery (“Madman”) e Tracey Ullman (“Caminhos da Floresta”). Mas o elenco também conta com Kayli Carter (“Godless”), Ari Graynor (“Artista do Desastre”), Melanie Lynskey (“Castle Rock”) e Jeanne Tripplehorn (“Criminal Minds”). “Mrs. America” vai narrar a história da pela igualdade de gêneros nos Estados Unidos, mas em vez de narrar a história pelo olhar feminista, vai girar em torno de Phyllis Schlafly (papel de Blanchett), uma ativista conservadora, conhecida por sua postura anti-feminista e seu papel crucial na derrota da Emenda de Igualdade de Direitos na década de 1970. Por conta do tema, a produção vai apresentar várias feministas famosas, como Gloria Steinem (Byrne), Betty Friedan (Ullman), Shirley Chisholm (Aduba) e até a republicana Jill Ruckelshaus (Banks), entre outras. Criada por Dahvi Waller, produtora-roteirista de “Mad Men” e “Halt and Catch Fire”, a minissérie terá nove episódios, mas ainda não ganhou previsão de estreia.
Eddie Murphy estrela trailer da biografia do astro de Dolemite, clássico da era blaxploitation
A Netflix divulgou o pôster, dez fotos e o primeiro trailer legendado de “Meu Nome É Dolemite” (Dolemite Is My Name). A prévia mostra Eddie Murphy no papel do comediante Rudy Ray Moore, criador do personagem Dolemite, ícone do cinema blaxploitation. Moore trabalhava em uma loja de discos de Los Angeles nos anos 1970 quando começou a ouvir histórias obscenas de um cafetão e traficante chamado Dolemite. Ele decidiu transformar essas anedotas numa apresentação de stand-up, cujo sucesso o inspirou a gravar discos em que assumia o papel do personagem, contando histórias fantasiosas do anti-herói do gueto, repletas de palavrões, que viraram influência para diversos astros do rap. Os discos renderam o suficiente para Moore financiar seu próprio filme, lançando “Dolemite” em 1975. Extremamente amador e repleto de defeitos de encenação, virou um fenômeno do humor. Cultuadíssimo, o longa original ganhou mais três sequências e até hoje é referenciado. O longa foi escrito por Scott Alexander e Larry Karaszewski, dupla especializada em filmes biográficos, como “Grandes Olhos” e “Ed Wood”, dirigidos por Tim Burton, e “O Povo Contra Larry Flint” e “O Mundo de Andy”, ambos do falecido Milos Forman. A direção é de Craig Brewer (de “Ritmo de um Sonho” e do remake de “Footloose”) e o elenco inclui Wesley Snipes (“Blade”), Keegan-Michael Key (“O Predador”), Mike Epps (“Viagem das Garotas”), Craig Robinson (“Ghosted”), Tituss Burgess (“The Unbreakable Kimmy Schmidt”), Da’Vine Joy Randolph (“Empire”), Kodi Smit-McPhee (“X-Men: Fênix Negra”), Snoop Dogg (“Todo Mundo em Pânico 5”), Ron Cephas Jones (“This Is Us”), Chris Rock (“Lá Vêm os Pais”) e Tip “TI” Harris (“Homem-Formiga e a Vespa”). Vale lembrar que Murphy não filmava há três anos. Seu último filme tinha sido a comédia “Mr. Church”, de 2016, que nem teve lançamento no Brasil. “Meu Nome É Dolemite” ainda não tem previsão de estreia.
Universal anuncia mais duas continuações do terror Halloween
O psicopata Michael Myers nunca morre. E nem, aparentemente, sua inimiga Laurie Strode. Graças a isso, a franquia de terror “Halloween” terá mais duas continuações escritas por Danny McBride e dirigidas por David Gordon Green, que assinaram o revival de sucesso de 2018. As continuações foram anunciadas por meio de um vídeo do estúdio Universal, que revela os títulos e suas datas de estreia nos Estados Unidos. “Halloween Kills” vai estrear em 16 de outubro de 2020 e “Halloween Ends”, de nome bastante sugestivo, chega aos cinemas americanos em 15 de outubro de 2021. Os filmes ainda não têm previsão de lançamento no Brasil. Jamie Lee Curtis, estrela do longa original de 1978 e do revival, vai repetir o papel de Laurie Strode nos dois filmes. Ela repercutiu a notícia das produções no Twitter, avisando: “Bem, meus amigos… estou apenas me aquecendo. Feliz Halloween!”. O diretor John Carpenter, que concebeu os personagens nos anos 1970, também continua a bordo como produtor, ao lado de Jason Blum, da Blumhouse.
Astro de O Profeta viverá famoso serial killer de hippies em série da Netflix
O ator francês Tahar Rahim, astro de filmes como “O Profeta” (2009), “O Passado” (2013) e “Maria Madalena” (2018), vai estrelar “The Serpent”, nova série criminal desenvolvida em parceria entre a plataforma Netflix e a rede britânica BBC. Na trama, ele vai viver o serial killer Charles Sobhraj, que foi responsável por pelo menos uma dúzia de mortes de turistas hippies na região sudoeste da Ásia, durante os anos 1970. Sobhraj foi descoberto e perseguido por um jovem diplomata, e acabou sendo preso em 1976, na Índia. O assassino foi solto em 1997 e voltou a viajar pelo mundo, sendo preso novamente em 2003, no Nepal, onde está até hoje. A série baseada na história real está sendo desenvolvida pelo produtor-roteirista Richard Warlow, criador de “Ripper Street”, e terá direção de Tom Shankland, responsável pela recente minissérie “Les Misérables” e pela premiada “The Missing”. “The Serpent” será a segunda série de Rahim na Netflix. Ele também estrela a vindoura “The Eddie”, criada pelo cineasta Damien Chazelle (“La La Land”). Nenhuma das duas tem previsão de estreia.
Ted Bundy: Zac Efron é serial killer “irresistível” e “de família” em trailer legendado
A Paris Filmes divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “Ted Bundy – A Irresistível Face do Mal” (Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile), que traz o ator Zac Efron (“Baywatch”) como um dos serial killers mais famosos dos Estados Unidos. A prévia subverte expectativas ao mostrar Ted Bundy como um bom marido e pai de família, que jura inocência, exala charme e é capaz de criar dúvidas mesmo diante dos fatos, enquanto se vangloria de ter ficado mais popular que o parque Disney World. A recriação dos anos 1970 é assinada pelo diretor Joe Berlinger, que ficou conhecido por realizar a trilogia de documentários “Paradise Lost”, responsável por ajudar a libertar três jovens presos injustamente após um assassinato ritual de crianças em West Memphis. O roteiro é de Michael Werwie (do vindouro suspense “Lost Girls”, com Sarah Paulson) e o elenco também inclui Kaya Scodelario (“Maze Runner: A Cura Mortal”), Lily Collins (“O Mínimo para Viver”), John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Jim Parsons (série “Big Bang Theory”), Angela Sarafyan (“Westworld”), Grace Victoria Cox (“Under the Dome”), Terry Kinney (série “Billions”), Haley Joel Osment (o menino agora crescido de “O Sexto Sentido”), Dylan Baker (série “The Good Wife”) e o cantor do Metallica James Hetfield, em sua estreia como ator. Mas o mais curioso é que o filme foi adquirido pela Netflix após sua estreia no Festival de Sundance 2019. Ele está disponível desde maio em streaming nos Estados Unidos e em diversos outros países. Entretanto, será um lançamento de cinema no Brasil, com estreia marcada para 25 de julho.
Nova versão de As Panteras ganha seus primeiros cartazes
A Sony divulgou dois pôsteres do novo “As Panteras”, que reúne as três novas agentes do misterioso Charlie Townsend. Desta vez, porém, elas não são detetives tentando solucionar crimes, mas integrantes de uma agência de espionagem internacional com a missão de salvar o mundo. O filme mostra a formação do novo trio feminino. Apenas Kristen Stewart (“Crepúsculo”) e Ella Balinska (“The Athena”) são agentes treinadas, com Naomi Scott (“Aladdin”) recrutada durante a missão. Charlie, porém, tem muitas outras equipes, cada uma delas com seu próprio Bosley. O nome do assistente do trio na série clássica seria, na verdade, um “cargo”. Por isso, atores diferentes interpretam o papel, como Patrick Stewart (“Logan”), Djimon Hounsou (“Capitã Marvel”) e Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), que também assina a direção do longa. O elenco se completa com Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Sam Claflin (“Vidas à Deriva”), Chris Pang (“Podres de Ricos”), Luis Gerardo Méndez (“Mistério no Mediterrâneo”) e Jonathan Tucker (“Westworld”). A estreia está marcada para 14 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Cancelada pela Netflix, One Day at a Time é salva pela TV paga americana
A série “One Day at a Time”, cancelada pela Netflix em março, foi resgatada pelo canal pago americano Pop. A 4ª temporada vai estrear em 2020, com mais 13 episódios. Com esse salvamento, a Netflix experimentou o reverso de uma tendência que parece ter mão única. Acostumada a salvar séries canceladas da TV, a plataforma viu pela primeira vez uma série que cancelou ganhar sobrevida na televisão. E tem mais. Após a temporada ser exibida no Pop, um canal de poucos assinantes, os episódios da série começarão a ser transmitidos pela primeira vez na TV aberta, via rede CBS, cujo conglomerado é dono do Pop. Com o negócio, a Sony, que produz “One Day at a Time”, também assume os direitos de distribuição internacional da atração, que até então pertenciam à Netflix. O canal Pop ainda vai exibir as três primeiras temporadas de “One Day at a Time”, que, apesar disso, continuarão a fazer parte do acervo da Netflix. Elogiadíssima pela crítica, a série é um reboot latino da atração homônima, um marco da TV americana, exibido ao longo de nove temporadas entre 1975 e 1984, com produção de Norman Lear, um dos principais roteiristas-produtores de sitcoms de famílias americanas dos anos 1970 – também criou “Os Jefferson”, “Maude”, “Tudo em Família” e “Good Times”. A versão original acompanhava uma mãe divorciada (Bonnie Franklin), após ela se mudar com suas duas filhas (Mackenzie Phillips e Valerie Bertinelli) para um prédio de apartamentos em Indianápolis, onde a família conta com a ajuda do zelador Schneider (Pat Harrington) para lidar com os problemas do dia-a-dia. Já o remake gira em torno de três gerações de uma família de origem cubana que vive sob um mesmo teto. A mãe e veterana militar Penélope (Justina Machado) alista a “ajuda” de sua mãe cubana Lydia (a lendária Rita Moreno, de “Amor, Sublime Amor”) e do rico proprietário do imóvel Schneider (Todd Grinnell), enquanto cria dois adolescentes: sua filha radical Elena (Isabella Gomez) e o filho introvertido Alex (Marcel Ruiz). Sim, a produção mudou diversos detalhes, incluindo o sexo de um dos filhos. Com isso, além de fazer graça com situações do cotidiano familiar, a série também discutiu raça e imigração. Mais que isso, como a filha assumiu uma namorada, também pautou homofobia, sem esquecer de alcoolismo, drogas, ansiedade e estresse pós-traumático, em seu – por incrível que pareça – bom humor. “One Day at a Time” tem média de 98% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Mas o terceiro ano, disponibilizado em fevereiro em streaming, atingiu nota máxima: 100%.
As Panteras vira 007 adolescente no primeiro trailer legendado
A Sony divulgou o primeiro trailer legendado do novo “As Panteras”, que mostra a transformação da antiga agência de detetives de Charlie Townsend numa agência de espionagem internacional, com direito a espiã do MI6, gadgets que explodem, um inventor de armas secretas e a missão de salvar o mundo. Mas como as agentes se comportam como adolescentes, com direito a crush em ídolo teen da Netflix, risinhos e olhos arregalados, o contexto acaba sendo menos 007 e mais D.E.B.S. Para completar, a música-tema que embala o vídeo vai ser um sucesso entre as crianças e adolescentes, cantada por Miley Cyrus, Ariana Grande e Lana Del Rey. O filme mostra a formação de um novo trio feminino. Desta vez, apenas Kristen Stewart (“Crepúsculo”) e Ella Balinska (“The Athena”) são agentes treinadas, com Naomi Scott (“Aladdin”) recrutada durante a missão, assumindo o papel de ingênua da história. Mas elas formam apenas uma das muitas equipes comandadas pelo misterioso Charlie. E cada equipe tem o seu próprio Bosley. O nome do assistente de Charlie na série clássica seria, na verdade, um “cargo”. Por isso, atores diferentes interpretam o papel. O trailer mostrou três deles, Patrick Stewart (“Logan”), Djimon Hounsou (“Capitã Marvel”) e Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), que também assina a direção do longa. O elenco se completa com Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Sam Claflin (“Vidas à Deriva”), Chris Pang (“Podres de Ricos”), Luis Gerardo Méndez (“Mistério no Mediterrâneo”) e Jonathan Tucker (“Westworld”). A estreia está marcada para 14 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.









