Dan Fogler será Francis Ford Coppola na série sobre “O Poderoso Chefão”
O ator Dan Fogler, conhecido pelo papel de Jacob Kowalski na franquia “Animais Fantásticos”, foi escalado para viver o diretor Francis Ford Coppola em “The Offer”, minissérie da Paramount+ sobre os bastidores das filmagens do clássico de cinema “O Poderoso Chefão” (1972). A minissérie de 10 episódios foi escrita por Michael Tolkin, do também clássico “O Jogador” (1992) e da recente minissérie premiada “Escape from Dannemora”, e é baseada nas experiências nunca antes reveladas de Al Ruddy, o produtor do filme de 1972 – e também criador da cultuada série “Guerra, Sombra e Água Fresca” (Hogan’s Heroes). Sempre festejada como um marco do cinema, um dos maiores sucessos de bilheteria de todos os tempos e um consenso da crítica, a produção vencedora de três Oscars na verdade teve um desenvolvimento turbulento, com muitas reviravoltas e bastidores conturbados. O elenco também conta com Miles Teller (“Wiplash”) como Al Ruddy, além de Matthew Goode (“A Descoberta das Bruxas”), Colin Hanks (“Jumanji: Próxima Fase”) e Giovanni Ribisi (“Sneaky Peak”). Os roteiros são de Nikki Toscano (“Hunters”) e a direção está a cargo de Dexter Fletcher, que assinou “Rocketman” e finalizou “Bohemian Rhapsody”. Vale lembrar que “The Offer” não é o único projeto sobre os bastidores de “O Poderoso Chefão” em desenvolvimento. O veterano cineasta Barry Levinson (“Rainman”) está à frente de uma versão cinematográfica da história, “Francis and The Godfather”, que está mais adiantada na escalação de seu elenco.
Gavin MacLeod (1931–2021)
O ator Gavin MacLeod, que estrelou as séries clássicas “Mary Tyler Moore” e “O Barco do Amor”, morreu na manhã deste sábado (29/5) aos 90 anos. A causa da morte não foi informada, mas sua saúde vinha deteriorando nos últimos meses. Nascido Allan George See, ele adotou o nome artístico ao estrear no cinema em 1958, como um policial no drama criminal “Quero Viver!”. No ano seguinte, teve pequenos papéis nos clássicos “Estranha Obsessão” e “Os Bravos Morrem de Pé”, e acabou se destacando como coadjuvante na comédia de guerra “Anáguas a Bordo”, de Blake Edwards. “Anáguas a Bordo” foi uma prévia do tipo de papel que ele faria alguns anos depois na série “Marinha de McHale”, na qual viveu o marinheiro “Happy” Haines. Exibida de 1962 a 1966, a série sobre a tripulação de um torpedeiro americano durante a 2ª Guerra Mundial fez tanto sucesso que originou dois filmes, “Marujos do Barulho” (1964) e “Os Marujos… na Força Aérea” (1966), ambos com MacLeod em seu elenco. Ele continuou na Marinha na aventura clássica “O Canhoneiro do Yang-Tsé” (1966), estrelada por Steve McQueen, e voltou a trabalhar com Blake Edwards na comédia mais engraçada do diretor, “Um Convidado Bem Trapalhão” (1968), com Peter Sellers. Depois de estrelar outra famosa comédia de guerra, “Os Guerreiros Pilantras” (1970), ao lado de Clint Eastwood, entrou no elenco fixo de “Mary Tyler Moore” como Murray Slaughter, redator do telejornal em que a protagonista trabalhava, atuando em cada um dos 168 episódios das sete temporadas da atração. “Mary Tyler Moore” marcou época, influenciou costumes, especialmente os direitos femininos, rendeu três séries derivadas e até um telefilme de reencontro no ano 2000. Mas poucos integrantes do elenco tiveram a sorte de trocar o sucesso daquela série por outro programa de grande audiência. MacLeod foi um deles. O ator emendou “Moore” com “O Barco do Amor”, ficando fora do ar apenas dois meses entre as duas séries, em 1977. O novo trabalho foi ainda mais duradouro. Em “O Barco do Amor”, ele interpretou o capitão Stubing, responsável por comandar o navio de cruzeiros românticos por nada menos que 249 episódios em 10 anos. E mesmo após o fim da viagem televisiva, em 1987, ainda voltou para um telefilme de reencontro, “O Barco do Amor: O Dia dos Namorados”, em 1990, e num episódio do reboot “Love Boat: The Next Wave”, em 1998. Apesar de não ter emplacado outros papéis fixos, o ator continuou no ar por vários anos, aparecendo em episódios de “Oz”, “The King of Queens”, “JAG: Ases Invencíveis”, “O Toque de um Anjo”, “That ’70s Show” e “Zack & Cody: Gêmeos à Bordo”. Além disso, o sucesso de “O Barco do Amor” lhe garantiu outro emprego duradouro, como porta-voz da empresa de cruzeiros marítimos Princess Cruises. Nos últimos anos, MacLeod e sua esposa Patti Kendig se tornaram evangélicos, o que resultou numa reconciliação – e segundo casamento – após o divórcio, além de levar o casal a estrelar juntos a sci-fi cristã “A Jornada: Uma Viagem pelo Tempo”, em 2002. Sua despedida do cinema foi com outro filme evangélico, “As Histórias de Jonathan Sperry”, em 2008. Cinco anos depois, ele publicou seu livro de memórias, “This Is Your Captain Speaking: My Fantastic Voyage Through Hollywood, Faith & Life”. Ed Asner, que interpretou o chefe de MacLeod em “Mary Tyler Moore” – e que os mais jovens conhecem como a voz do velhinho ranzinza de “Up – Altas Aventuras” – prestou homenagem ao amigo no Twitter, escrevendo: “Meu coração está partido. Gavin era meu irmão, meu parceiro no crime (e na comida) e meu conspirador cômico. Te vejo daqui a pouco, Gavin. Diga à turma que os verei em breve. Betty! Agora somos só você e eu”, completou, citando Betty White (“Super Gatas”). Os dois são os últimos astros remanescentes da série dos anos 1970.
Miles Teller substitui Armie Hammer em série sobre “O Poderoso Chefão”
O ator Miles Teller, conhecido por filmes como “Whiplash” e a saga “Divergente”, assumiu o papel principal na minissérie “The Offer”, sobre os bastidores do filme “O Poderoso Chefão”. Ele vai substituir Armie Hammer na produção, após o ator de “Me Chame pelo Seu Nome” ser afastado em meio a um escândalo sexual, que envolve vazamento de supostas conversas em que diz ser canibal e, mais recentemente, o processo de uma ex-namorada por estupro e agressão. A série de 10 episódios foi escrita por Michael Tolkin, do clássico “O Jogador” (1992) e da recente minissérie premiada “Escape from Dannemora”, e é baseada nas experiências nunca antes reveladas de Al Ruddy, o produtor do filme de 1972 – e também criador da cultuada série “Guerra, Sombra e Água Fresca” (Hogan’s Heroes). Sempre festejada como um marco do cinema, um dos maiores sucessos de bilheteria de todos os tempos e um consenso da crítica, a produção vencedora de três Oscars na verdade teve um desenvolvimento turbulento, com muitas reviravoltas e bastidores conturbados. A direção da minissérie está a cargo de Dexter Fletcher, que assinou “Rocketman” e finalizou “Bohemian Rhapsody”. Fletcher e Teller também serão produtores-executivos, ao lado do próprio Al Ruddy, da showrunner Nikki Toscano (“Hunters”) e do produtor Leslie Greif (“Hatfields & McCoys”). Antes da demissão de Hammer, a expectativa era realizar as gravações durante o verão em Los Angeles (já em junho) para um lançamento em 2022 na plataforma Paramount+. Vale lembrar que “The Offer” não é o único projeto sobre os bastidores de “O Poderoso Chefão” em desenvolvimento. O veterano cineasta Barry Levinson (“Rainman”) está à frente de uma versão cinematográfica da história, “Francis and The Godfather”, que está mais adiantada na escalação de seu elenco.
Ilha da Fantasia: Veja o teaser da nova versão da série
A Fox divulgou o primeiro teaser do reboot de “A Ilha da Fantasia”, que apresenta rapidamente o visual da atração. A prévia exibe as praias estonteantes e até o pequeno hidroavião retrô que marcava o começo de todos os capítulos da série clássica, mas não há nem sinal de Tattoo. Já o elegante Sr. Roarke agora é uma mulher. O mais curioso é que o personagem mudou de sexo, mas não de guarda-roupa: continua usando terninhos brancos. A nova anfitriã, chamada de Elena Roarke, é parente do Sr. Roarke original – a filiação não foi oficializada. Ela é vivida por Roselyn Sanchez (“Devious Maids”). Na versão dos anos 1970, Roarke e Tattoo eram os únicos personagens fixos, mas o reboot mostrará Elena com dois assistentes. Um deles é Ruby Okoro (Kiara Barnes, da interminável novela “The Bold and the Beautiful”), uma jovem com uma alma velha que chega à Ilha com uma doença terminal, ganha nova vida e acaba ficando para ajudar outros a realizarem seus sonhos. O segundo é o piloto Javier (John Gabriel Rodriquez, “Jovem e Gourmet”), que também é o chefe do transporte da Ilha e pau para toda obra. Eles contracenarão com atores convidados, que terão rotatividade em todos os episódios. Na trama, pessoas do mundo inteiro buscam abrigo na famosa Ilha da Fantasia, um caríssimo resort em que é possível realizar as mais profundas fantasias, mas nem sempre os clientes recebem o que pagam, uma vez que o preço embute uma lição de vida em cada pacote de estadia. A reimaginação foi concebida pelas produtoras-roteiristas Liz Craft e Sarah Fain (ambas de “The 100”) para a Sony Pictures TV e a Gemstone Studios. Exibida originalmente entre 1977 e 1984, “Ilha da Fantasia” marcou época em suas sete temporadas, estreladas por Ricardo Montalbán (1920-2009) como o misterioso Sr. Roarke e Hervé Villechaize (1943-1993), que interpretava Tattoo, seu assistente anão. No Brasil, a série foi exibida na Globo e na extinta TV Manchete. A nova atração será a terceira série da franquia, após uma primeira tentativa de revival ter fracassado em 1998 pela rede ABC. O reboot estrelado por Malcolm McDowell (como o Sr. Roarke) durou apenas 13 episódios. Mais recentemente, a franquia chegou ao cinema, num filme de terror de baixíssima qualidade, com Michael Peña (“Homem-Formiga”) no papel do Sr. Roarke – e também sem Tattoo. Disponível em VOD, o filme tem uma das piores avaliações do ano passado, com apenas 7% de aprovação no site agregador de críticas Rotten Tomatoes.
Série clássica “Os Waltons” vai ganhar remake televisivo
A rede The CW anunciou que vai produzir três especiais de fim de ano em 2021. Um deles prestará homenagem a uma das séries mais famosas dos anos 1970: “Os Waltons”. Intitulado “The Waltons: Homecoming”, o especial marcará os 50 anos do telefilme “The Homecoming: A Christmas Story”, que estreou em dezembro de 1971 e apresentou a família Walton ao público da TV. A produção original era para ser apenas um telefilme de Natal, mas fez tanto sucesso que a rede CBS decidiu continuar a história daquela família numa série, batizada de “Os Waltons”, que durou nove temporadas e gerou vários filmes subsequentes nas décadas de 1980 e 1990. O novo especial será narrado por Richard Thomas, que marcou época ao interpretar o protagonista John Boy na série original. Longe de se aposentar, ele continua a trabalhar em séries de prestígio, como “The Americans”, “Billions”, “The Comey Rule” e, neste ano, “Tell Me Your Secrets”. Já o novo John Boy, filho mais velho da família, será vivido por Logan Shroyer (“This Is Us”). O elenco também contará com Bellamy Young (“Prodigal Son”) como a matriarca Olivia Walton, mas os demais nomes ainda não foram confirmados. A história repetirá a premissa do telefilme original. A família se reúne em 1933 à espera da volta do patriarca John Walton, que se viu forçado pela depressão econômica a procurar trabalho em outro estado e talvez não consiga encontrá-los no Natal. Inconformada com a carta que traz essa notícia, Olivia envia o filho mais velho em busca do pai, numa jornada que mudará a vida de John Boy para sempre. O novo telefilme está sendo sendo produzido pela Magnolia Hill Productions em associação com a Warner Bros. Television, e conta com roteiro de Jim Strain, direção de Lev L. Spiro e produção executiva de Sam Haskell, que trabalharam juntos na série “Dolly Parton: Tocando o Coração”, na Netflix. Caso o especial atraia um grande público, o presidente do canal, Mark Pedowitz, disse à imprensa norte-americana nesta terça-feira (25/5) que consideraria repetir o fenômeno original e aprovar uma série, retomando a atração criada por Earl Hammer Jr há 50 anos.
Primeira foto de série sobre Watergate reúne Justin Theroux e Woody Harrelson
A HBO revelou a primeira foto da produção de “The White House Plumbers”, minissérie sobre os bastidores do escândalo Watergate, que derrubou o ex-presidente dos EUA Richard Nixon. A imagem destaca Woody Harrelson (“Zumbilândia”) e Justin Theroux (“The Leftovers”) respectivamente como E. Howard Hunt e G. Gordon Liddy, os “encanadores” da Casa Branca do título, responsáveis por evitar vazamentos, pagar subornos e se antecipar a rivais. Na prática, porém, eles acabaram funcionando às avessas, ao cometerem vários erros estratégicos relacionados à invasão clandestina de um importante escritório do Partido Democrata em 1972. A missão, realizada na calada da noite no edifício Watergate, visava plantar escutas nos adversários e acabou virando um dos maiores escândalos políticos da história americana. Além dos dois protagonistas, a atração destaca Kiernan Shipka, a Sabrina da Netflix, que segue a carreira após o final triste de “O Mundo Sombrio de Sabrina” como Kevan Hunt, a filha de Howard Hunt e líder da juventude republicana, que escondeu provas dos crimes de seu pai no dormitório da sua universidade – desobedecendo suas ordens de queimar tudo. Lena Headey, a Cersei de “Game of Thrones”, também faz parte da produção como Dorothy Hunt, a mãe da personagem de Shipka, que teve destino trágico na vida real, enquanto Liam James (“O Verão da Minha Vida”) vive seu outro filho, Saint John, um roqueiro que se vê envolvido numa conspiração sombria do dia para a noite, quando toda a família descobre que o pacato pai trabalhador era na verdade um perigoso agente da CIA. A trama é baseada no livro “Integrity”, co-escrito por Egil “Bud” Krogh, assessor júnior de Nixon responsável por juntar os dois “encanadores”. Ele também aparece na adaptação, vivido por Rich Sommer (“O Diabo Veste Prada”). O elenco grandioso ainda inclui Domhnall Gleeson (“Ex Machina”), Ike Barinholtz (“Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta”), Yul Vazquez (“Boneca Russa”), David Krumholtz (“É o Fim”) e Kim Coates (“Sons of Anarchy”). Criada por Alex Gregory e Peter Huyck, e dirigida por David Mandel (que trabalharam juntos na série “Veep”), a produção ainda não tem previsão de estreia.
Respect: Jennifer Hudson é Aretha Franklin no trailer da cinebiografia
A MGM divulgou novos pôsteres, imagens inéditas e o trailer completo de “Respect – A História de Aretha Franklin”. A prévia abrange vários anos da vida da lendária cantora, da infância na Igreja até sua consagração como Rainha do Soul, cantando clássicos imortais como “Think”, “(You Make Me Feel Like) A Natural Woman” e a faixa-título, além do conturbado relacionamento com seu marido Ted White. A equipe criativa é estreante no cinema. O roteiro foi escrito por Tracey Scott Wilson, da série “The Americans” e da recente telebiografia “Fosse/Verdon”, enquanto a direção está a cargo de Liesl Tommy, que anteriormente comandou episódios de “The Walking Dead”, “Jessica Jones” e “Mrs. Fletcher”. Por outro lado, a produção é comandada por Scott Bernstein, que recentemente fez outra cinebiografia musical de sucesso, “Straight Outta Compton” (2015), e pelo produtor musical Harvey Mason Jr., que trabalhou com Franklin e também no filme “Dreamgirls”, que consagrou Jennifer Hudson, a intérprete de Aretha no cinema, com um Oscar. Além de Hudson, o elenco também destaca Forest Whitaker (“Pantera Negra”), Tate Donovan (“Rocketman”), Leroy McClain (“A Maravilhosa Sra. Meisel”), Marlon Wayans (“Seis Vezes Confusão”), Marc Maron (“GLOW”), Tituss Burgess (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Audra McDonald (“The Good Fight”) e a cantora Mary J. Blige (“Mudbound”). Depois de muitos adiamentos, a estreia está marcada para 9 de setembro no Brasil, quase um mês após o lançamento nos EUA (em 13 de agosto).
Woody Harrelson e Justin Theroux vão estrelar série sobre Watergate
A HBO anunciou um grande elenco para a produção de “The White House Plumbers”, minissérie sobre os bastidores do escândalo Watergate, que derrubou o ex-presidente dos EUA Richard Nixon. A produção cheia de estrelas destaca Woody Harrelson (“Zumbilândia”) e Justin Theroux (“The Leftovers”) como E. Howard Hunt (Woody Harrelson) e G. Gordon Liddy (Justin Theroux), os “encanadores” da Casa Branca do título, responsáveis por evitar vazamentos, pagar subornos e se antecipar a rivais. Só que eles acabaram funcionando às avessas, afogando o governo, graças à invasão clandestina do escritório do Partido Democrata no edifício Watergate em 1972, visando plantar escutas, que virou um dos maiores escândalos políticos da história americana. Além deles, a atração destaca Kiernan Shipka, a Sabrina da Netflix, que segue a carreira após o final triste de “O Mundo Sombrio de Sabrina” como Kevan Hunt, a filha de Howard Hunt e líder da juventude republicana, que escondeu provas dos crimes de seu pai no dormitório da sua universidade – desobedecendo suas ordens de queimar tudo. Lena Headey, a Cersei de “Game of Thrones”, também faz parte da produção como Dorothy Hunt, a mãe da personagem de Shipka, que teve destino trágico na vida real, enquanto Liam James (“O Verão da Minha Vida”) vive seu outro filho, Saint John, um roqueiro que se vê envolvido numa conspiração sombria do dia para a noite, quando toda a família descobre que o pacato pai da família Hunt era na verdade um perigoso agente da CIA. A trama é baseada no livro “Integrity”, co-escrito por Egil “Bud” Krogh, assessor júnior de Nixon responsável por juntar os dois “encanadores”, que na adaptação é vivido por Rich Sommer (“O Diabo Veste Prada”). E ainda inclui Domhnall Gleeson (“Ex Machina”), Ike Barinholtz (“Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta”), Yul Vazquez (“Boneca Russa”), David Krumholtz (“É o Fim”) e Kim Coates (“Sons of Anarchy”) em seu superelenco. Criada por Alex Gregory e Peter Huyck, e dirigida por David Mandel (que trabalharam juntos na série “Veep”), a produção já começou a ser rodada, mas ainda não tem previsão de estreia.
Disco clássico de Belchior vai ganhar documentário
Renato Terra, codiretor de “Uma Noite em 67” (2010), “Eu Sou Carlos Imperial” (2016) e “Narciso em Férias” (2020), encontrou outro tema musical para seu próximo documentário. Ele planeja abordar o disco “Alucinação”, de Belchior (1946-2017). O documentário terá o mesmo nome do álbum lançado em 1976, que registrou um repertório absolutamente clássico, como “Apenas um Rapaz Latino-Americano”, “Velha Roupa Colorida”, “Como Nossos Pais”, “Sujeito de Sorte” e “Como o Diabo Gosta”. E este é só o lado A. O outro lado tem a faixa-título, “Não Leve Flores”, “À Palo Seco”, “Fotografia 3×4” e “Antes do Fim”. Todas as faixas marcaram época. A ideia é explorar as canções como um mergulho na geração que viveu intensamente os anos 1970. As imagens serão costuradas com as canções de Belchior para potencializar lembranças, sensações e sonhos de uma geração que desejou “amar e mudar as coisas”, na definição do comunicado sobre a iniciativa. Terra vai escrever e dirigir o longa, que contará com codireção de Marcos Caetano e Leo Caetano, numa produção da Globo Filmes, GloboNews, Canal Brasil e Inquietude. Relembre abaixo a música que abre o disco.
Novo trailer de “Cruella” revela música inédita de Florence + the Machine
A Disney divulgou um novo trailer de “Cruella”, o filme sobre a origem da vilã de “101 Dálmatas”, que se diferencia por incluir pela primeira vez a faixa “Call me Cruella”, criada especialmente para a produção pela banda Florence + the Machine. Em seu Instagram oficial, o estúdio também revelou a lista das músicas que serão ouvidas no filme – uma relação eclética, que inclui hits de The Doors, Nina Simone, Queen, Supertramp, Ohio Players, Ike & Tina Turner, Blondie e The Clash A trilha sonora será lançada uma semana antes do longa, em 21 de maio. Concebido como um prólogo de “101 Dálmatas”, o longa se passa nos anos 1970, em Londres, e apresenta Cruella como uma estilista punk em ascensão (pense em Vivienne Westwood), que planeja se vingar de sua antiga chefe interpretada por Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), enquanto começa a desenvolver uma fascinação por peles de animais — especialmente de, é claro, dálmatas. O elenco também conta com Paul Walter Hauser (“Eu, Tonya”), Joel Fry (“Yesterday”), Kirby Howell-Baptiste (“The Good Place”), Emily Beecham (“Into the Badlands”) e Mark Strong (“Shazam!”). A história foi concebida por Kelly Marcel (“Cinquenta Tons de Cinza”), que retorna ao universo das fábulas da Disney após assinar “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013), e Aline Brosh McKenna, responsável por “O Diabo Veste Prada” (2006), de onde vêm as referências fashion. Mas o roteiro final foi assinado por Dana Fox (“Megarromântico”) e Tony McNamara (“A Favorita”). A direção é de Graig Gillespie (“Eu, Tonya”) e, por curiosidade, a atriz Glenn Close, que viveu a vilã em dois filmes live-action dos “101 Dálmatas” nos anos 1990, também está na equipe como produtora executiva do projeto. A estreia vai acontecer simultaneamente nos cinemas e na Disney+ (por um custo adicional, além da mensalidade da plataforma) em 28 de maio. This soundtrack is going to be quite fabulous, darling. 💋🖤 The soundtrack to #Cruella is coming Friday, May 21. See Disney’s #Cruella in theaters or order it on Disney+ with Premier Access May 28, 2021. Additional fee required. pic.twitter.com/3k68CTlGbw — Walt Disney Studios (@DisneyStudios) May 10, 2021
Terror revoltante “Faces da Morte” vai ganhar remake
O lendário vídeo “Faces da Morte”, um documentário falso que se tornou um sucesso cult na era do VHS, e que muitos acreditaram se tratar de um “snuff” legítimo, vai ganhar remake. Para quem não lembra, o filme revoltante de 1978 apresentava imagens de mortes supostamente reais, vindas de “diversas fontes”, e tinha o objetivo claro de chocar. Mas era apenas ficção, com cenas criadas pelo diretor e roteirista John Alan Schwartz, que também apareceu num dos segmentos como líder de um culto canibal, mescladas a mortes por acidentes de tráfico. As cenas eram apresentadas como “pesquisa” de um certo Dr. Francis B. Gröss, que na verdade era o ator Michael Carr, responsável pela apresentação e narração de vários curtas mórbidos que encenavam execuções, assassinatos e todo tipo de cena sanguinária. Recebido com críticas extremamente negativas, “Faces da Morte” acabou virando um fenômeno nas locadoras, graças à crença do público de que as mortes eram reais e a um marketing que enfatizava a proibição de seu lançamento em 46 países – um exagero, embora as cenas violentas e (possível simulação de) mortes de animais tenham feito o filme ser censurado no Reino Unido, na Austrália e mais um punhado de países, e rendido processos de pais de adolescentes traumatizados. Considerado escandaloso, o filme virou tabu, ganhou popularidade e rendeu várias sequências – até “Faces da Morte VI”, sem contar “The Worst of Faces of Death” (1987) – e um documentário sobre como foi feito, “Faces of Death: Fact or Fiction?” (de 1999). Com o lançamento em Blu-ray do original, os efeitos toscos na gravação de algumas das “mortes” acabaram se tornando evidentes, mas isso só criou outro atrativo para a produção, como exemplo de terror trash. A Legendary adquiriu os direitos do título e pretende usar sua premissa para lançar uma nova franquia de terror. A adaptação está a cargo da dupla Isa Mazzei e Daniel Goldhaber, responsáveis pelo thriller psicológico “Cam”, de 2018, um terror passado no mundo das “cam girls” (de sites adultos). Não há previsão para o lançamento.
Frank McRae (1944–2021)
Frank McRae, o ex-jogador de futebol americano que virou ator de filmes como “007 – Permissão Para Matar” e “O Último Grande Herói”, morreu no último dia 29 de abril, aos 80 anos, em decorrência de um infarto. McRae teve passagem breve pela NFL, a principal liga de futebol americano dos EUA, jogando pelo Chicago Bears e pelo Los Angeles Rams, mas sempre quis atuar, tanto que se forçou em artes cênicas. Em mais de 30 anos de carreira como ator, ele apareceu em cerca de 40 filmes, geralmente em papéis que se aproveitavam de sua grande estatura física. Os primeiros trabalhos surgiram nos anos 1970, com participações em filmes de ação como “Shaft na África” (1973) e “Lutador de Rua” (1975). Amigo de Sylvester Stallone, ele também apareceu em três longas de ação do astro: “F.I.S.T.” (1978), “A Taberna do Inferno” (1978) e “Rocky 2: A Revanche” (1979). Mas McRae também fez comédias e dramas, contracenando com Sally Field em dois exemplos bastante distintos destes gêneros, “Se Não Me Mato, Morro!” (1978) e “Norma Rae” (1979). Ele também foi dirigido três vezes por John Millius, nos cultuados “Amargo Reencontro” (1978), “Amanhecer Violento” (1984) e “Uma Vida de Rei” (1989). E cansou de aparecer em várias comédias famosas, como “1941: Uma Guerra Muito Louca” (1979), de Steven Spielberg, “Carros Usados” (1980), de Robert Zemeckis, “48 Horas” (1982), que lançou a carreira cinematográfica de Eddie Murphy, e “Férias Frustradas” (1983), que deu início a uma franquia com Chevy Chase. Ainda participou da cultuada sci-fi da Terceira Idade “O Milagre Veio do Espaço” (1987), produzida por Spielberg, e encerrou sua melhor década como amigo de James Bond (na versão de Timothy Dalton) em “007 – Permissão Para Matar” (1989). Nos anos 1990, preferiu zoar seus papéis em filmes de ação com participações em paródias como “Máquina Quase Mortífera” (1993), “Rapidinho no Gatilho” (1994) e a popular comédia “O Último Grande Herói” (1993), ao lado de Arnold Schwarzenegger. A última aparição de McRae nas telas foi no drama “O Amor Permanece na Alegria”, lançado em 2006.
Emma Stone fala de Cruella em novo vídeo legendado
A Disney continua a divulgação de “Cruella” com o lançamento de um novo vídeo legendado com cenas do filme, que traz depoimentos da atriz Emma Stone (“La La Land”) sobre a personagem-título, além de uma coleção de pôsteres com os principais personagens da produção. Concebido como um prólogo, o longa se passa nos anos 1970, em Londres, e apresenta Cruella como uma estilista punk em ascensão (pense em Vivienne Westwood), que planeja se vingar de sua antiga chefe interpretada por Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), enquanto começa a desenvolver uma fascinação por peles de animais — especialmente de, é claro, dálmatas. O elenco também conta com Paul Walter Hauser (“Eu, Tonya”), Joel Fry (“Yesterday”) e Kirby Howell-Baptiste (“The Good Place”), estampados nos pôsteres, sem esquecer de Emily Beecham (“Into the Badlands”) e Mark Strong (“Shazam!”). A história foi concebida por Kelly Marcel (“Cinquenta Tons de Cinza”), que retorna ao universo das fábulas da Disney após assinar “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013), e Aline Brosh McKenna, responsável por “O Diabo Veste Prada” (2006), de onde vêm as referências fashion. Mas o roteiro final foi assinado por Dana Fox (“Megarromântico”) e Tony McNamara (“A Favorita”). A direção é de Graig Gillespie (“Eu, Tonya”) e, por curiosidade, a atriz Glenn Close, que viveu a vilã em dois filmes live-action dos “101 Dálmatas” nos anos 1990, também está na equipe como produtora executiva do projeto. A estreia vai acontecer nos cinemas e na Disney+ (por um custo adicional, além da mensalidade da plataforma) em 28 de maio.












