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  • Filme,  Música

    Respect: Jennifer Hudson é Aretha Franklin no trailer da cinebiografia

    20 de maio de 2021 /

    A MGM divulgou novos pôsteres, imagens inéditas e o trailer completo de “Respect – A História de Aretha Franklin”. A prévia abrange vários anos da vida da lendária cantora, da infância na Igreja até sua consagração como Rainha do Soul, cantando clássicos imortais como “Think”, “(You Make Me Feel Like) A Natural Woman” e a faixa-título, além do conturbado relacionamento com seu marido Ted White. A equipe criativa é estreante no cinema. O roteiro foi escrito por Tracey Scott Wilson, da série “The Americans” e da recente telebiografia “Fosse/Verdon”, enquanto a direção está a cargo de Liesl Tommy, que anteriormente comandou episódios de “The Walking Dead”, “Jessica Jones” e “Mrs. Fletcher”. Por outro lado, a produção é comandada por Scott Bernstein, que recentemente fez outra cinebiografia musical de sucesso, “Straight Outta Compton” (2015), e pelo produtor musical Harvey Mason Jr., que trabalhou com Franklin e também no filme “Dreamgirls”, que consagrou Jennifer Hudson, a intérprete de Aretha no cinema, com um Oscar. Além de Hudson, o elenco também destaca Forest Whitaker (“Pantera Negra”), Tate Donovan (“Rocketman”), Leroy McClain (“A Maravilhosa Sra. Meisel”), Marlon Wayans (“Seis Vezes Confusão”), Marc Maron (“GLOW”), Tituss Burgess (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Audra McDonald (“The Good Fight”) e a cantora Mary J. Blige (“Mudbound”). Depois de muitos adiamentos, a estreia está marcada para 9 de setembro no Brasil, quase um mês após o lançamento nos EUA (em 13 de agosto).

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  • Série

    Woody Harrelson e Justin Theroux vão estrelar série sobre Watergate

    14 de maio de 2021 /

    A HBO anunciou um grande elenco para a produção de “The White House Plumbers”, minissérie sobre os bastidores do escândalo Watergate, que derrubou o ex-presidente dos EUA Richard Nixon. A produção cheia de estrelas destaca Woody Harrelson (“Zumbilândia”) e Justin Theroux (“The Leftovers”) como E. Howard Hunt (Woody Harrelson) e G. Gordon Liddy (Justin Theroux), os “encanadores” da Casa Branca do título, responsáveis por evitar vazamentos, pagar subornos e se antecipar a rivais. Só que eles acabaram funcionando às avessas, afogando o governo, graças à invasão clandestina do escritório do Partido Democrata no edifício Watergate em 1972, visando plantar escutas, que virou um dos maiores escândalos políticos da história americana. Além deles, a atração destaca Kiernan Shipka, a Sabrina da Netflix, que segue a carreira após o final triste de “O Mundo Sombrio de Sabrina” como Kevan Hunt, a filha de Howard Hunt e líder da juventude republicana, que escondeu provas dos crimes de seu pai no dormitório da sua universidade – desobedecendo suas ordens de queimar tudo. Lena Headey, a Cersei de “Game of Thrones”, também faz parte da produção como Dorothy Hunt, a mãe da personagem de Shipka, que teve destino trágico na vida real, enquanto Liam James (“O Verão da Minha Vida”) vive seu outro filho, Saint John, um roqueiro que se vê envolvido numa conspiração sombria do dia para a noite, quando toda a família descobre que o pacato pai da família Hunt era na verdade um perigoso agente da CIA. A trama é baseada no livro “Integrity”, co-escrito por Egil “Bud” Krogh, assessor júnior de Nixon responsável por juntar os dois “encanadores”, que na adaptação é vivido por Rich Sommer (“O Diabo Veste Prada”). E ainda inclui Domhnall Gleeson (“Ex Machina”), Ike Barinholtz (“Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta”), Yul Vazquez (“Boneca Russa”), David Krumholtz (“É o Fim”) e Kim Coates (“Sons of Anarchy”) em seu superelenco. Criada por Alex Gregory e Peter Huyck, e dirigida por David Mandel (que trabalharam juntos na série “Veep”), a produção já começou a ser rodada, mas ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme,  Música

    Disco clássico de Belchior vai ganhar documentário

    12 de maio de 2021 /

    Renato Terra, codiretor de “Uma Noite em 67” (2010), “Eu Sou Carlos Imperial” (2016) e “Narciso em Férias” (2020), encontrou outro tema musical para seu próximo documentário. Ele planeja abordar o disco “Alucinação”, de Belchior (1946-2017). O documentário terá o mesmo nome do álbum lançado em 1976, que registrou um repertório absolutamente clássico, como “Apenas um Rapaz Latino-Americano”, “Velha Roupa Colorida”, “Como Nossos Pais”, “Sujeito de Sorte” e “Como o Diabo Gosta”. E este é só o lado A. O outro lado tem a faixa-título, “Não Leve Flores”, “À Palo Seco”, “Fotografia 3×4” e “Antes do Fim”. Todas as faixas marcaram época. A ideia é explorar as canções como um mergulho na geração que viveu intensamente os anos 1970. As imagens serão costuradas com as canções de Belchior para potencializar lembranças, sensações e sonhos de uma geração que desejou “amar e mudar as coisas”, na definição do comunicado sobre a iniciativa. Terra vai escrever e dirigir o longa, que contará com codireção de Marcos Caetano e Leo Caetano, numa produção da Globo Filmes, GloboNews, Canal Brasil e Inquietude. Relembre abaixo a música que abre o disco.

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  • Filme

    Novo trailer de “Cruella” revela música inédita de Florence + the Machine

    10 de maio de 2021 /

    A Disney divulgou um novo trailer de “Cruella”, o filme sobre a origem da vilã de “101 Dálmatas”, que se diferencia por incluir pela primeira vez a faixa “Call me Cruella”, criada especialmente para a produção pela banda Florence + the Machine. Em seu Instagram oficial, o estúdio também revelou a lista das músicas que serão ouvidas no filme – uma relação eclética, que inclui hits de The Doors, Nina Simone, Queen, Supertramp, Ohio Players, Ike & Tina Turner, Blondie e The Clash A trilha sonora será lançada uma semana antes do longa, em 21 de maio. Concebido como um prólogo de “101 Dálmatas”, o longa se passa nos anos 1970, em Londres, e apresenta Cruella como uma estilista punk em ascensão (pense em Vivienne Westwood), que planeja se vingar de sua antiga chefe interpretada por Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), enquanto começa a desenvolver uma fascinação por peles de animais — especialmente de, é claro, dálmatas. O elenco também conta com Paul Walter Hauser (“Eu, Tonya”), Joel Fry (“Yesterday”), Kirby Howell-Baptiste (“The Good Place”), Emily Beecham (“Into the Badlands”) e Mark Strong (“Shazam!”). A história foi concebida por Kelly Marcel (“Cinquenta Tons de Cinza”), que retorna ao universo das fábulas da Disney após assinar “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013), e Aline Brosh McKenna, responsável por “O Diabo Veste Prada” (2006), de onde vêm as referências fashion. Mas o roteiro final foi assinado por Dana Fox (“Megarromântico”) e Tony McNamara (“A Favorita”). A direção é de Graig Gillespie (“Eu, Tonya”) e, por curiosidade, a atriz Glenn Close, que viveu a vilã em dois filmes live-action dos “101 Dálmatas” nos anos 1990, também está na equipe como produtora executiva do projeto. A estreia vai acontecer simultaneamente nos cinemas e na Disney+ (por um custo adicional, além da mensalidade da plataforma) em 28 de maio. This soundtrack is going to be quite fabulous, darling. 💋🖤 The soundtrack to #Cruella is coming Friday, May 21. See Disney’s #Cruella in theaters or order it on Disney+ with Premier Access May 28, 2021. Additional fee required. pic.twitter.com/3k68CTlGbw — Walt Disney Studios (@DisneyStudios) May 10, 2021

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  • Filme

    Terror revoltante “Faces da Morte” vai ganhar remake

    9 de maio de 2021 /

    O lendário vídeo “Faces da Morte”, um documentário falso que se tornou um sucesso cult na era do VHS, e que muitos acreditaram se tratar de um “snuff” legítimo, vai ganhar remake. Para quem não lembra, o filme revoltante de 1978 apresentava imagens de mortes supostamente reais, vindas de “diversas fontes”, e tinha o objetivo claro de chocar. Mas era apenas ficção, com cenas criadas pelo diretor e roteirista John Alan Schwartz, que também apareceu num dos segmentos como líder de um culto canibal, mescladas a mortes por acidentes de tráfico. As cenas eram apresentadas como “pesquisa” de um certo Dr. Francis B. Gröss, que na verdade era o ator Michael Carr, responsável pela apresentação e narração de vários curtas mórbidos que encenavam execuções, assassinatos e todo tipo de cena sanguinária. Recebido com críticas extremamente negativas, “Faces da Morte” acabou virando um fenômeno nas locadoras, graças à crença do público de que as mortes eram reais e a um marketing que enfatizava a proibição de seu lançamento em 46 países – um exagero, embora as cenas violentas e (possível simulação de) mortes de animais tenham feito o filme ser censurado no Reino Unido, na Austrália e mais um punhado de países, e rendido processos de pais de adolescentes traumatizados. Considerado escandaloso, o filme virou tabu, ganhou popularidade e rendeu várias sequências – até “Faces da Morte VI”, sem contar “The Worst of Faces of Death” (1987) – e um documentário sobre como foi feito, “Faces of Death: Fact or Fiction?” (de 1999). Com o lançamento em Blu-ray do original, os efeitos toscos na gravação de algumas das “mortes” acabaram se tornando evidentes, mas isso só criou outro atrativo para a produção, como exemplo de terror trash. A Legendary adquiriu os direitos do título e pretende usar sua premissa para lançar uma nova franquia de terror. A adaptação está a cargo da dupla Isa Mazzei e Daniel Goldhaber, responsáveis pelo thriller psicológico “Cam”, de 2018, um terror passado no mundo das “cam girls” (de sites adultos). Não há previsão para o lançamento.

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  • Etc,  Filme

    Frank McRae (1944–2021)

    6 de maio de 2021 /

    Frank McRae, o ex-jogador de futebol americano que virou ator de filmes como “007 – Permissão Para Matar” e “O Último Grande Herói”, morreu no último dia 29 de abril, aos 80 anos, em decorrência de um infarto. McRae teve passagem breve pela NFL, a principal liga de futebol americano dos EUA, jogando pelo Chicago Bears e pelo Los Angeles Rams, mas sempre quis atuar, tanto que se forçou em artes cênicas. Em mais de 30 anos de carreira como ator, ele apareceu em cerca de 40 filmes, geralmente em papéis que se aproveitavam de sua grande estatura física. Os primeiros trabalhos surgiram nos anos 1970, com participações em filmes de ação como “Shaft na África” (1973) e “Lutador de Rua” (1975). Amigo de Sylvester Stallone, ele também apareceu em três longas de ação do astro: “F.I.S.T.” (1978), “A Taberna do Inferno” (1978) e “Rocky 2: A Revanche” (1979). Mas McRae também fez comédias e dramas, contracenando com Sally Field em dois exemplos bastante distintos destes gêneros, “Se Não Me Mato, Morro!” (1978) e “Norma Rae” (1979). Ele também foi dirigido três vezes por John Millius, nos cultuados “Amargo Reencontro” (1978), “Amanhecer Violento” (1984) e “Uma Vida de Rei” (1989). E cansou de aparecer em várias comédias famosas, como “1941: Uma Guerra Muito Louca” (1979), de Steven Spielberg, “Carros Usados” (1980), de Robert Zemeckis, “48 Horas” (1982), que lançou a carreira cinematográfica de Eddie Murphy, e “Férias Frustradas” (1983), que deu início a uma franquia com Chevy Chase. Ainda participou da cultuada sci-fi da Terceira Idade “O Milagre Veio do Espaço” (1987), produzida por Spielberg, e encerrou sua melhor década como amigo de James Bond (na versão de Timothy Dalton) em “007 – Permissão Para Matar” (1989). Nos anos 1990, preferiu zoar seus papéis em filmes de ação com participações em paródias como “Máquina Quase Mortífera” (1993), “Rapidinho no Gatilho” (1994) e a popular comédia “O Último Grande Herói” (1993), ao lado de Arnold Schwarzenegger. A última aparição de McRae nas telas foi no drama “O Amor Permanece na Alegria”, lançado em 2006.

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  • Filme

    Emma Stone fala de Cruella em novo vídeo legendado

    5 de maio de 2021 /

    A Disney continua a divulgação de “Cruella” com o lançamento de um novo vídeo legendado com cenas do filme, que traz depoimentos da atriz Emma Stone (“La La Land”) sobre a personagem-título, além de uma coleção de pôsteres com os principais personagens da produção. Concebido como um prólogo, o longa se passa nos anos 1970, em Londres, e apresenta Cruella como uma estilista punk em ascensão (pense em Vivienne Westwood), que planeja se vingar de sua antiga chefe interpretada por Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), enquanto começa a desenvolver uma fascinação por peles de animais — especialmente de, é claro, dálmatas. O elenco também conta com Paul Walter Hauser (“Eu, Tonya”), Joel Fry (“Yesterday”) e Kirby Howell-Baptiste (“The Good Place”), estampados nos pôsteres, sem esquecer de Emily Beecham (“Into the Badlands”) e Mark Strong (“Shazam!”). A história foi concebida por Kelly Marcel (“Cinquenta Tons de Cinza”), que retorna ao universo das fábulas da Disney após assinar “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013), e Aline Brosh McKenna, responsável por “O Diabo Veste Prada” (2006), de onde vêm as referências fashion. Mas o roteiro final foi assinado por Dana Fox (“Megarromântico”) e Tony McNamara (“A Favorita”). A direção é de Graig Gillespie (“Eu, Tonya”) e, por curiosidade, a atriz Glenn Close, que viveu a vilã em dois filmes live-action dos “101 Dálmatas” nos anos 1990, também está na equipe como produtora executiva do projeto. A estreia vai acontecer nos cinemas e na Disney+ (por um custo adicional, além da mensalidade da plataforma) em 28 de maio.

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  • Etc,  Série

    Billie Hayes (1924-2021)

    4 de maio de 2021 /

    A atriz Billie Hayes, que interpretou a bruxa maléfica Wilhelmina W. Witchiepoo na série clássica infantil “A Flauta Mágica”, morreu na quinta-feira (29/4) de causas naturais no Cedars-Sinai Medical Center em Los Angeles. Ela tinha 96 anos. Hayes foi cantora de big band, excursionando com a orquestra de Vince Genovese durante sua época de faculdade, nos anos 1940. Depois de se mudar para Nova York, fez um teste para a lenda do teatro JJ Shubert e acabou conquistando os papéis principais em três operetas modernas: “O Príncipe Estudante”, “A Viúva Alegre” e “Blossom Time”. Aos poucos, começou a se destacar no teatro musical. Sua estreia no cinema foi uma reprise de um desempenho teatral. Ela viveu Mammy Yokum, a mãe caipira e enfezada de “As Aventuras de Ferdinando”, de 1959. Hayes tinha interpretado o papel nos palcos da Broadway. Apesar do filme ser baseado nos quadrinhos originais de Ferdinando (chamado de Li’l Abner nos EUA), criados por Al Capp e publicado em tiras diárias de jornais desde 1934, a adaptação era realmente inspirada pelo sucesso do espetáculo, com apenas duas integrantes do elenco teatral ausentes da versão cinematográfica. A atriz acabou identificada com o papel e ainda voltou a viver a mãe de Ferdinando num telefilme da rede ABC de 1971. Preferindo continuar nos palcos, ela não deu sequência à carreira nas telas, reaparecendo apenas em 1967 num episódio de “Os Monkees”, dois anos antes de assumir seu papel mais conhecido. Hayes foi a grande antagonista dos heróis da série psicodélica infantil “A Flauta Mágica” (HR Pufnstuf), criada por Sid e Marty Krofft em 1969. A trama acompanhava um menino náufrago chamado Jimmy (Jack Wild), que era convencido a viajar com uma flauta falante chamada Freddy em um misterioso barco, com a promessa de viver aventuras na maluca Ilha Viva, lar de árvores falantes e sapos cantantes. Só que o barco era possuído e controlado pela bruxa malvada Wilhelmina W. Witchiepoo, que pretendia aprisionar Jimmy e usar Freddy para seus propósitos malignos. A série durou apenas 17 episódios, mas foi reprisada à exaustão e até ganhou um filme em 1971. As reprises se tornaram tão populares que a atriz ainda apareceu como Witchiepoo num especial de TV da banda The Bay City Rollers em 1978. Sua parceria com os irmãos Krofft continuou em outros projetos, principalmente com um papel em “Lidsville” (1971), mais um programa infantil psicodélico, sobre um garoto que vai parar num mundo mágico de chapéus falantes. Desta vez, ela viveu uma aliada do protagonista, Weenie, uma gênia incompetente. Para completar, ainda apareceu num episódio de “Se meu Buggy Falasse” (Wonderbug) em 1976. Mas a fama de bruxa nunca a abandonou. Seu sucesso como Witchiepoo rendeu convites para interpretar outras feiticeiras malvadas, a começar pela vilã da fábula de João e Maria (Hansel e Gretel) num capítulo da série “A Feiticeira”, exibido em 1971. A Disney também a convocou para dublar a gananciosa bruxa Orgoch em “O Caldeirão Mágico”, e a participação no desenho de 1986 lhe abriu as portas para uma carreira bem-sucedida na animação. Ela também dublou bruxas no cultuado “O Estranho Mundo de Jack” (1993) e no sucesso “Shrek para Sempre” (2010), além de inúmeros personagens em séries animadas da Disney, Nickelodeon, Discovery Kids e DC/Warner. As quatro temporadas de “Transformers: Rescue Bots” (2011–2016) foram seus últimos trabalhos.

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  • Filme

    Vídeo apresenta versão mirim de Cruella

    3 de maio de 2021 /

    A Disney divulgou um novo comercial de “Cruella”, filme de origem da vilã de “101 Dálmatas” estrelado por Emma Stone (“A Favorita”). A prévia apresenta pela primeira vez a versão mirim da personagem, vivida pela menina Tipper Seifert-Cleveland (“Krypton”) com visual estiloso, mas sofrendo bullying na escola. Concebido como um prólogo, o longa se passa nos anos 1970, em Londres, e apresenta Cruella como uma estilista punk em ascensão (pense em Vivienne Westwood), que planeja se vingar de sua antiga chefe interpretada por Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), enquanto começa a desenvolver uma fascinação por peles de animais — especialmente de, é claro, dálmatas. A história foi concebida por Kelly Marcel (“Cinquenta Tons de Cinza”), que retorna ao universo das fábulas da Disney após assinar “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013), e Aline Brosh McKenna, responsável por “O Diabo Veste Prada” (2006), de onde vêm as referências fashion. Mas o roteiro final foi assinado por Dana Fox (“Megarromântico”) e Tony McNamara (“A Favorita”). A direção é de Graig Gillespie (“Eu, Tonya”) e o elenco também conta com Paul Walter Hauser (“Eu, Tonya”), Emily Beecham (“Into the Badlands”), Joel Fry (“Yesterday”) e Mark Strong (“Shazam!”). Por curiosidade, a atriz Glenn Close, que viveu a vilã em dois filmes live-action dos “101 Dálmatas” nos anos 1990, também faz parte da equipe, como produtora executiva do projeto. A estreia vai acontecer nos cinemas e na Disney+ (por um custo adicional, além da mensalidade da plataforma) em 28 de maio.

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  • Série

    Halston: Minissérie sobre o mundo da moda dos anos 1970 ganha trailer

    3 de maio de 2021 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado de “Halston”, nova produção de Ryan Murphy (“Pose”, “American Horror Story”), que aborda o mundo da moda dos anos 1970 e 1980. A minissérie dramática é baseada na vida badalada do estilista Roy Halston Frowick, ícone da era das discotheques em Nova York. A prévia, inclusive, recria a famosa casa noturna Studio 54 (1977-1986). Halston foi um dos maiores nomes da moda americana do período. Seus designs minimalistas e limpos, muitas vezes feitos de cashmere ou ultrasuede, tornaram-se um fenômeno nas passarelas e pistas de dança, redefinindo a moda americana. Mas ele perdeu toda a sua fortuna com problemas financeiros na década seguinte e morreu de Aids logo em seguida, nos anos 1990, aos 57 anos de idade. O protagonista é vivido por Ewan McGregor (“Aves de Rapina”) e o elenco ainda inclui Krysta Rodriguez (“Daybreak”), que viverá Liza Minnelli, Rebecca Dayan (“Noviciado”) como Elsa Peretti, Bill Pullman (“The Sinner”) como David Mahoney, o venezuelano Gian Franco Rodriguez (“Simón”) como Victor Hugo, David Pittu (“A História Verdadeira”) com Joe Eula, Sullivan Jones (“The Looming Tower”) como Ed Austin, Rory Culkin (“Waco”) como o cineasta Joel Schumacher, Kelly Bishop (“Gilmore Girls”) como Eleanor Lambert, e Vera Farmiga (“Invocação do Mal”) como Adele. Escrita por Ian Brennan (co-criador de “The Politician” com Murphy) e dirigida por Daniel Minahan (“Game of Thrones”), a minissérie de cinco episódios estreia em 14 de maio.

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  • Série

    Séries “Kung Fu” e “Stargirl” são renovadas

    3 de maio de 2021 /

    A rede americana The CW anunciou as renovações de mais duas séries de sua programação. A estreante “Kung Fu”, que teve uma das melhores estreias do canal, foi renovada para a 2ª temporada, enquanto “Stargirl”, que só lança seu segundo ano de produção daqui a três meses, teve assegurada a produção de sua 3ª temporada. As duas séries são produzidas por Greg Berlanti, o criador do “Arrowverso” e produtor com a maior quantidade de atrações exibidas simultaneamente na TV americana em todos os tempos. Só na rede The CW, Berlanti assina oito séries, praticamente metade da grade da emissora. “Estamos muito orgulhosos de continuar compartilhando as histórias de Nicky Shen e Courtney Whitmore, duas jovens fortes e poderosas no centro desta nova geração de programas de sucesso da CW em ‘Kung Fu’ e ‘Stargirl'”, disse o presidente da CW, Mark Pedowitz, em comunicado. “As duas possuem talentos notáveis em ambos os lados da câmera e ofereceram aos fãs não só uma ação visualmente deslumbrante e atos heroicos extremos, mas também tocaram acordes emocionais muito poderosos ao mergulhar na dinâmica familiar e relacionamentos pessoais em sua essência, e estamos muito animados para ver o que acontece com elas a seguir”. As duas renovações elevam a contagem de retornos confirmados na CW para 15 séries, incluindo todos os três programas que estrearam até agora nesta temporada: “Kung Fu”, “Walker” e “Superman & Lois”. O único estreante que ainda não teve seu futuro definido é “The Republic of Sarah”, que só estreia em junho. “Kung Fu” teve um bom desempenho ao acumular 3,5 milhões de espectadores em todas as plataformas. Nas avaliações de sete dias da consultoria Nielsen, a série aparece com uma média de 2,11 milhões de espectadores em seus dois primeiros episódios. Por sinal, o segundo (2,17 milhões) teve mais público que a estreia (2,05 milhões), o que é um feito raro e extremamente positivo. A série também agradou a crítica, recebendo 89% de aprovação no site Rotten Tomatoes. É a maior nota dentre as três estreias, ligeiramente superior aos 87% de “Superman & Lois” e muito acima dos 33% de “Walker”. A trama é um reboot completo da série clássica que marcou a década de 1970. A “Kung Fu” original trazia David Carradine (o Bill de “Kill Bill”) como o “gafanhoto” Kwai Chang Kane, filho órfão de um americano e de uma chinesa que, após ser criado num mosteiro Shaolin, acabava vagando pelo Velho Oeste americano do século 19 – enquanto procurava o assassino que matou seu mentor Shaolin e que agora está em seu encalço. Em contraste com a a atração desenvolvida por Ed Spielman em 1972, o reboot criado por Christina M. Kim (produtora-roteirista de “Blindspot” e “Hawaii Five-0”) se passa no século 21 e acompanha Nicky, uma jovem de descendência asiática que deixa a faculdade após uma crise e embarca numa jornada que muda sua vida, num mosteiro isolado na China. Quando ela volta aos EUA, encontra sua cidade natal mergulhada em crimes e corrupção, e passa a usar suas habilidades em artes marciais para proteger a comunidade e levar criminosos à justiça – enquanto procura a assassina que matou sua mentora Shaolin e que agora está em seu encalço. O papel principal é desempenhado por Olivia Liang, intérprete da malvadinha Alyssa Chang em “Legacies” (também do CW), e o elenco também inclui Shannon Dang (“The Romanoffs”), Bradley Gibson (“Power: Book II – Ghost”), Tony Chung (o Sub-Zero do game “Mortal Kombat 11”), Jon Prasida (“Tomorrow, When the War Began”), Gavin Stenhouse (“Allegiance”), Eddie Liu (“Eu Nunca…”), Kheng Hua Tan (“Marco Polo”) e o (hilário) veterano Tzi Ma (“Mulan”). Já “Stargirl” é uma série transplantada da DC Universe, plataforma de streaming pioneira que exibia só atrações da editora DC Comics, antes de ser enterrada para o lançamento da HBO Max. Com 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes, uma das melhores avaliações já obtidas por uma produção televisiva de super-heróis, a série criada por Geoff Johns (roteirista de “Aquaman” e “Mulher-Maravilha 1984”) mistura o clima das tramas adolescentes de John Hughes com as fantasias de Steven Spielberg dos anos 1980. A trama se passa nos dias atuais, mas numa cidadezinha tão interiorana que é como se fosse daquela época. “Stargirl” conta a origem da personagem-título, uma adolescente que encontra um cetro mágico nas caixas de mudança de sua nova casa e descobre que seu padrasto esconde um segredo. No passado, ele foi assistente de um famoso super-herói: o Starman, integrante da Sociedade da Justiça da América – o primeiro grupo de super-heróis da DC Comics, que foi criado nos quadrinhos durante os anos 1940. Como o cetro passa a obedecê-la, ela passa a acreditar que é filha de Starman – seu pai saiu de casa quando ela era muito pequena – , resolve virar a Stargirl em sua homenagem e decide vingar sua morte ao enfrentar os responsáveis pelo fim dos heróis clássicos: os supervilões da Sociedade da Injustiça. Um dos motivos do sucesso da série é a química do elenco, principalmente entre a jovem Brec Bassinger (“Medo Profundo: O Segundo Ataque”) como Courtney Whitmore/Stargirl e o veterano Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como seu padrasto Pat Dugan/Listrado/F.A.I.X.A. O casting jovem, por sinal, é um achado, com Yvette Monreal (“Faking It”), Anjelika Washington (“Crush à Altura”) e Cameron Gellman (“Heathers”) roubando cenas como os relutantes integrantes de uma versão teen da Sociedade da Justiça. Mas não fica nisso. O ótimo elenco ainda inclui Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman e Neil Jackson (“Absentia”) como o vilão Geada – ao lado de Christopher James Baker (“True Detective”), Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”), Neil Hopkins (“Matador”), Nelson Lee (“Blade: The Series”) e Joe Knezevich (“A Mula”) como Onda Mental, Tigresa, Mestre dos Esportes, Rei Dragão e O Mago, integrantes da Sociedade da Injustiça. A 2ª temporada deve estrear em 10 de agosto nos EUA. Como as duas séries são produções da WB Television, elas devem chegar ao Brasil com o lançamento da HBO Max no final de junho. Veja abaixo os trailers em inglês das duas atrações.

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  • Filme

    David Cronenberg volta ao futuro com Kristen Stewart

    29 de abril de 2021 /

    Sete anos depois de “Mapas para as Estrelas”, David Cronenberg finalmente vai voltar a dirigir mais um filme. Intitulado “Crimes of the Future”, o projeto também representará uma volta do diretor aos temas de terror biológico que o tornaram famoso. Não por acaso, o filme tem o mesmo título de seu primeiro longa-metragem, lançado em 1970. A história também sugere um remake – ou melhor, um redesenvolvimento da trama original com maior foco. “Crimes of the Future” se passa num futuro próximo em que os humanos evoluíram para se adaptar aos elementos sintéticos que os cercam. Essa adaptação leva um artista a ganhar órgãos a mais e ficar famoso com performances de remoção dessas partes extras. Ao atrair olhares do governo e do público, ele começa a planejar sua apresentação mais ambiciosa. O elenco foi anunciado com Viggo Mortensen (que volta a trabalhar com o diretor uma década após viver Freud em “Um Método Perigoso”), Léa Seydoux (“007 Contra Spectre”) e Kristen Stewart (“As Panteras”) nos papéis principais, além de Scott Speedman (“Anjos da Noite”), Welket Bungué (“Berlin Alexanderplatz”), Don McKellar (“Saving Hope”) e Lihi Kornowski (“Losing Alice”) como coadjuvantes. As filmagens começarão entre junho e agosto em Atenas, na Grécia, e ainda não há previsão de estreia.

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  • Reality,  TV

    Neville de Almeida quer filmar Fiuk em adaptação de Nelson Rodrigues

    27 de abril de 2021 /

    Mania nacional, o “BBB 21” também chamou a atenção do veterano cineasta Neville de Almeida. Em entrevista à coluna de Ancelmo Gois no jornal O Globo, o diretor contou que, após assistir o reality show, decidiu convidar Fiuk para encerrar a sua trilogia sobre Nelson Rodrigues. Se aceitar, o ator e cantor interpretará o personagem Osvaldinho, playboy canalha de “Anti-Nelson Rodrigues”, penúltima obra do dramaturgo, lançada em 1971 no teatro — e que Neville adaptará para o cinema. Mimado pela mãe e desprezado pelo pai, ele tenta seduzir pelo dinheiro uma funcionária de sua empresa, mas a moça não se deixa levar e faz o rapaz reavaliar a postura. “Fiquei observando o Fiuk no ‘BBB’ e acho ele a cara do Osvaldinho. Estou esperando o ator sair do programa para entregar o roteiro. Com esse espetáculo, encerro a trilogia de Nelson Rodrigues”, contou o cineasta. A trilogia de Neville de Almeida começou em 1978 com o fenômeno “A Dama do Lotação”, com Sonia Braga, uma das maiores bilheterias do cinema brasileiro até hoje, e teve sequência dois anos depois com “Os 7 Gatinhos, com Regina Casé e Antônio Fagundes. Desde então, o diretor fez só mais quatro longas de ficção. O mais recente foi “A Frente Fria que a Chuva Traz”, com Bruna Linzmeyer e Chay Suede, lançado há seis anos.

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