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    Robert Downey (1936–2021)

    7 de julho de 2021 /

    O cineasta Robert Downey, pai do ator Robert Downey Jr, morreu enquanto dormia na manhã desta quarta (7/7) em sua casa em Nova York. O diretor tinha 85 anos e sofria do Mal de Parkinson há pelo menos 5 anos. O intérprete do Homem de Ferro escreveu sobre seu pai no Instagram: “Na noite passada, meu pai passou em paz enquanto dormia após anos suportando a devastação do Parkinson… ele era um verdadeiro cineasta independente”. Downey ficou conhecido nos anos 1960 por ser um dos cineastas mais identificados com o movimento contracultural dos EUA, responsável por pelo menos um filme cultuadíssimo, “Putney Swope”, de 1969, além de ter se tornado um autor importante da história do cinema independente americano. Curiosamente, Robert Downey também era Jr. Seu nome verdadeiro era Robert John Elias Jr. Ele era filho da modelo conhecida apenas como Elizabeth (McLoughlin) e Robert Elias, que trabalhava na gestão de hotéis e restaurantes. Mas ao se tornar maior de idade adotou o sobrenome de seu padrasto, James Downey. Seus primeiros filmes foram iniciativas rodadas praticamente sem orçamento, filmes realmente independentes, que mesmo em condições mínimas se destacaram por situações cômicas e absurdas, e redefiniram o cinema underground. O curta “Balls Bluff” (1961), o média “Babo 73” (1964) e os longas “Chafed Elbows” (1966) e “No More Excuses” (1968) impactaram muitos jovens cineastas da época, entre eles Martin Scorsese, que teve a iniciativa de restaurar todas essas obras por sua Film Foundation. “No More Excuses” tornou-se influentíssimo por trazer Downey encarnando situações fictícias e malucas, registradas nas ruas de Nova York, no Yankee Stadium e num vagão de metrô lotado, em meio a reações de pessoas reais. Neste filme, ele foi Borat 40 anos antes de Sacha Baron Cohen. Não foi à toa que foi definido como “anarquicamente caprichoso e contracultural com C maiúsculo” pelo Village Voice, a publicação mais alternativa de Nova York na época. A repercussão o deixou famoso o suficiente para conseguir seu primeiro orçamento e contrato de distribuição, permitindo que o filme seguinte tivesse maior alcance. Em 1969, “Putney Swope” expôs seu estilo a um público mais amplo, que ficou chocado – alguns diriam horrorizado. O filme era uma sátira devastadora da Madison Avenue, o centro publicitário dos EUA, e mostrava o que acontecia quando um ativista afro-americano recebia carta branca para fazer o que quisesse numa agência de publicidade. A ousadia do filme foi revolucionária. “Putney Swope” entrou na lista dos 10 melhores filmes do ano da New York Magazine, mas também foi execrado pela imprensa conservadora. Com o passar dos anos, sua reputação só aumentou, tornando-o um dos filmes mais cultuados da história do cinema americano. Downey entrou nos anos 1970 com novas provocações, como “Pound”, em que atores fingiam ser cachorros esperando para serem adotados – entre eles, o estreante Robert Downey Jr. de cinco anos de idade – , e “Greaser’s Palace” (1972), uma encenação ultrajante da vida de Cristo no contexto de um faroeste espaguete. Desta vez, foi a revista Time que colocou o filme em sua lista dos dez melhores do ano. Apesar da repercussão, os lançamentos não davam dinheiro, o que levou o diretor para o teatro e polêmicas diferentes. Downey dirigiu a peça “Sticks and Bones” de David Rabe, que a rede CBS decidiu exibir ao vivo em seu projeto de teleteatro em 1973. O tema anti-guerra da montagem enfrentou grande resistência do mercado e boicote dos anunciantes, fazendo com que a transmissão da peça se tornasse a única do projeto sem interrupções comerciais. Ele também antecipou “Seinfeld” ao fazer o primeiro filme sobre nada, “Moment to Moment” de 1975. Downey disse ao Village Voice que “foi difícil arrecadar dinheiro para um filme que não tinha realmente um enredo. Lembro-me de dizer a um cara uma vez, ‘Há uma cena em que teremos 18 caras jogando beisebol a cavalo’, que está lá. Ele olhou para mim como se pensasse: ‘Você enlouqueceu?’. Jack Nicholson colocou dinheiro para a produção, Hal Ashby e Norman Lear, esses meus amigos daquela época. É o filme favorito dos meus filhos dentre todos que fiz.” A partir dos anos 1980, Downey acreditou que seu humor besteirol finalmente poderia ser entendido pelo mercado, o que resultou em tentativas de produções mais comerciais. “Rebeldes da Academia” não escondia o desejo de replicar o sucesso de “Clube dos Cafajestes” (1978), mas com situações muito mais suaves do que as do filme de John Belushi. Ele também dirigiu as comédias “America” (1986) e “Rented Lips” (1988), mas só conseguiu atrair a atenção com “Os loucos Casais da Califórnia”, já em 1990 e graças a um elenco que incluía seu filho Robert Downey Jr. e o jovem amigo dele Ralph Macchio (o “Karatê Kid”), ao lado de Allan Arbus e o Monty Python Eric Idle. O filme juntava os quatro em despedidas emocionantes de seus cachorros superprotegidos, todos poodles, que saíam de férias em uma van. Seus últimos filmes foram mais sérios. “Hugo Pool” foi inspirado pela morte de sua segunda esposa, Laura, que faleceu de ALS em 1994. O longa, que estreou mundialmente no Festival de Sundance em 1997, promovia a conscientização sobre ALS. E ele encerrou a carreira com o documentário “Rittenhouse Square”, sobre o principal centro cultural e social da Filadélfia, lançado em 2005. Robert Downey também foi ator e participou de filmes como “Boogie Nights” (1997) e “Magnolia” (1999), ambos de Paul Thomas Anderson. Sua última aparição nas telas foi como convidado do humorístico “Saturday Night Live” em 2015. Como suas obras foram realmente independentes, nunca receberam muita atenção do mercado e jamais saíram do circuito dos iniciados – seus principais títulos são inéditos no Brasil e em vários países do mundo. Por conta disso, sua ousadia acabou esquecida. É até desconhecida entre as novas gerações, que se referiam a ele apenas como o pai de Robert Downey Jr. Veja abaixo o trailer ultrajante de “Putney Swope” (“Você não pode comer um ar condicionado”!).

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  • Filme

    Trailer da continuação de “Rua do Medo” homenageia terror dos anos 1970

    5 de julho de 2021 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado do segundo filme da trilogia “Rua do Medo”. A prévia reforça a conexão entre os dois primeiros longas ao apresentar a nova história como um grande flashback passado nos anos 1970, que homenageia “Sexta-Feira 13” e outros terrores de acampamentos de verão, e é estrelado por Sadie Sink, de “Stranger Things” A trama é inspirada na famosa coleção literária de mesmo nome escrita por R.L. Stine, o “Stephen King da literatura infanto-juvenil”. Com livros publicados desde 1989, “Rua do Medo” é a segunda maior franquia do escritor, perdendo apenas para a mais popular de todas, “Goosebumps”, que já virou série de TV e filmes. Outra informação importante sobre o projeto é que os filmes têm classificação etária mais elevada que os livros, originalmente feitos para pré-adolescentes. Dirigidos por Leigh Janiak (do terror “Honeymoon” e de episódios da série “Pânico”/Scream), os filmes estão sendo lançados semanalmente às sextas. “Rua do Medo: 1994” saiu no dia 2 e o próximo, “Rua do Medo: 1978”, chega no dia 9.

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  • Série

    Nova versão de “Ilha da Fantasia” ganha primeiro trailer

    29 de junho de 2021 /

    A Fox divulgou o pôster e o primeiro trailer do reboot de “A Ilha da Fantasia”, que apresenta a história de quatro hóspedes do resort paradisíaco. São dois casais que passam por transformações. Um deles rejuvenesce magicamente, enquanto o outro experimenta uma troca de corpos, ao estilo da comédia brasileira “Se eu Fosse Você” (2006). Curiosamente, a prévia sugere que o elegante Sr. Roarke também passou pela mesma transformação. Agora é uma mulher, mas continua usando terninhos brancos. A nova anfitriã, chamada de Elena Roarke, seria parente do Sr. Roarke original – mas a filiação ainda não foi oficializada. Ela é vivida por Roselyn Sanchez (“Devious Maids”). Já Tattoo foi totalmente esquecido. Exibida originalmente entre 1977 e 1984, “Ilha da Fantasia” marcou época em suas sete temporadas, estreladas por Ricardo Montalbán (1920-2009) como o misterioso Sr. Roarke e Hervé Villechaize (1943-1993), que interpretava Tattoo, seu assistente anão. No Brasil, a série foi exibida na Globo e na extinta TV Manchete. Na versão original, Roarke e Tattoo eram os únicos personagens fixos, mas o reboot mostrará Elena com dois assistentes. Um deles é Ruby Okoro (Kiara Barnes, da interminável novela “The Bold and the Beautiful”), uma jovem com uma alma velha que chega à Ilha com uma doença terminal, ganha nova vida e acaba ficando para ajudar outros a realizarem seus sonhos. Ela é a idosa que rejuvenesce no trailer. O segundo assistente é o piloto Javier (John Gabriel Rodriquez, “Jovem e Gourmet”), que ainda trabalha como chefe do transporte da Ilha e pau para toda obra. Eles contracenarão com atores convidados, que terão rotatividade em todos os episódios, interpretando pessoas do mundo inteiro que buscam realizar suas fantasias no resort isolado. O problema é que, apesar do preço elevado, nem sempre os clientes recebem o que pagam, uma vez que a estadia embute uma lição de vida para cada hóspede. O reboot da série clássica foi concebida pelas produtoras-roteiristas Liz Craft e Sarah Fain (ambas de “The 100”) para a Sony Pictures TV e a Gemstone Studios. A nova atração será a terceira série da franquia, após uma tentativa fracassada de reviver “A Ilha da Fantasia” em 1998 com Malcolm McDowell (“Laranja Mecânica”) no papel do Sr. Roarke – durou apenas 13 episódios. No ano passado, a série também foi transformada num filme de terror de baixíssima qualidade, com Michael Peña (“Homem-Formiga”) no papel principal – e novamente sem Tattoo. Disponível em VOD, o filme teve uma das piores avaliações do ano passado, com apenas 7% de aprovação no Rotten Tomatoes. A série da Fox vai estrear em 10 de agosto nos EUA.

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  • Filme,  Música

    Warner filmará vida de Marvin Gaye com produção de Dr. Dre

    18 de junho de 2021 /

    A Warner vai realizar uma cinebiografia do cantor Marvin Gaye, que conta com produção do rapper Dr. Dre e será dirigida por Allen Hughes (“O Livro de Eli”). Vale lembrar que inúmeros projetos anteriores, com os diretores F. Gary Gray, Cameron Crowe, os atores James Gandolfini e Jamie Foxx, o produtor Scott Rudin e até o cantor Lenny Kravitz já tentaram levar a história de Marvin Gaye para as telas, mas até então nenhum tinha conseguido a autorização da família ou o financiamento necessário para cobrir os custos. Ao contrário de tentativas anteriores, desta vez a família deu a benção e não faltou verba para bancar os direitos das músicas do cantor, da Motown às suas gravações finais, garantindo a utilização dos maiores sucessos de sua carreira na produção – entre eles clássicos como “What’s Going On”, “Get It On” e “Sexual Healing”. Para conseguir deixar todo mundo satisfeito, o estúdio estaria bancando um orçamento acima de US$ 80 milhões. Dr. Dre e seu sócio na Beats Electronics (fábrica de fones vendida para a Apple), Jimmy Iovine, iniciaram o projeto e contataram todas as partes, incluindo Andrew Lazar (produtor de “Sniper Americano”), proprietário da Mad Chance Productions, que é afiliada da Warner Bros. “Você já ouviu falar de todos esses diretores de renome que tentaram por 35 anos consolidar esses direitos”, comentou Allen Hughes para o site Deadline. “Mas esse filme começou com Dre dizendo, ‘Vamos fazer isso juntos’, e então Jimmy apareceu, e Andrew Lazar, e nós trabalhamos com a Motown e algumas outras coisas que precisavam ser amarradas, e conseguimos”. O roteiro foi escrito pelo poeta-dramaturgo Marcus Gardley, produtor da série “The Chi”, que também assina a versão musical de “A Cor Púpura” (prevista para 2023) para a Warner. Hughes e os produtores estão agora em busca do intérprete de Gaye para agendar o começo das filmagens, que ainda não têm previsão de lançamento.

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  • Filme

    Cynthia Erivo vai estrelar remake do musical “A Rosa”

    18 de junho de 2021 /

    A atriz e cantora Cynthia Erivo, que viveu Aretha Franklin na 3ª temporada da série “Genius”, está à frente de um remake do musical “A Rosa”, que projetou Bette Midler nos anos 1970. Ela vai produzir e estrelar uma nova versão do filme de 1979 para o estúdio Searchlight Pictures. Em sua versão original, “A Rosa” girava em torno de uma roqueira autodestrutiva, que lutava contra as pressões da carreira e exigências das pessoas à sua volta. A inspiração da história de Michael Cimino (“O Franco Atirador”), dirigida por Mark Rydell (“Num Lago Dourado”) e considerada por muitos a obra definitiva sobre o vício e a fama, era a vida da cantora Janis Joplin. Segundo Erivo, a nova versão vai “colocar uma lente contemporânea sobre o alto preço da fama”. A ideia de atualizar a história, somada à presença da estrela, praticamente aponta uma adaptação em ritmo de R&B, no lugar do pastiche de rock da obra original O projeto será a primeira produção da empresa recém-lançada de Erivo, batizada de Edith’s Daugher. Mas apesar do acordo de desenvolvimento já estar firmado com o Searchlight, a produção ainda não tem roteirista nem diretor determinado. Veja abaixo o trailer do filme original.

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  • Filme

    Blacula vive! Vampiro negro dos anos 1970 voltará ao cinema

    18 de junho de 2021 /

    A MGM está desenvolvendo um novo filme de “Blacula”, franquia cult que combinava terror e o gênero blaxploitation nos anos 1970. A trama gira em torno de um príncipe africano transformado em vampiro pelo Conde Drácula. A continuação será continuação do segundo filme do personagem, “Scream Blacula Scream” (1973), passando-se nos dias atuais, após a pandemia da covid-19. O filme ganhou uma sinopse que apenas reforça a trama original. Segundo a apresentação, “Blacula é um antigo príncipe africano que é amaldiçoado por Drácula após enfrentá-lo para tentar pôr fim ao tráfico de escravos do continente. Colocado em uma tumba e acordado após 200 anos, ele parte para vingar a morte de seus ancestrais e enfrentar os responsáveis pelo roubo do trabalho, da cultura e da herança do seu povo, se apropriando de tudo isso por lucro”. O novo “Blacula” será dirigido por Deon Taylor (“O Intruso”), com um roteiro assinado por Micah Ranum e ainda não há previsão de lançamento. Veja abaixo o trailer dos dois filmes originais da franquia, lançados no começo dos anos 1970.

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  • Etc,  Filme

    Ned Beatty (1937-2021)

    13 de junho de 2021 /

    O ator Ned Beatty, que marcou gerações de cinéfilos com sua aflição em “Amargo Pesadelo”, morreu neste domingo (13/6) de causas naturais aos 83 anos. A angustiante saga de sobrevivência, dirigida por John Boorman em 1972, trazia Beatty, Burt Reynolds, Jon Voight e Ronnie Cox como um grupo de amigos da cidade grande que resolvem fazer um passeio de canoa por um rio interiorano, apenas para acabar aterrorizados por caipiras das florestas ao redor. A sequência de 10 longos minutos, em que Beatty é forçado a grunir como um porco, enquanto era estuprado por seus captores, traumatizou gerações, fazendo jus ao título nacional da produção – “Amargo Pesadelo”, muito mais impactante que o nome original, “Deliverance” (libertação) em inglês. Foi o primeiro filme da carreira de Beatty. E embora tenha causado grande impacto, não projetou o ator à condição de protagonista. Ele foi um dos eternos coadjuvantes de Hollywood, o que nunca lhe incomodou. “Sinto pena das pessoas que viram estrelas”, ele chegou a dizer à revista People. “O estrelato causa mais problemas do que vale”. Ele coadjuvou vários filmes de Burt Reynolds, após os dois se tornarem amigos nas filmagens de “Amargo Pesadelo”. Trabalharam juntos no thriller “Sob o Signo da Vingança” (1973) e sua continuação “Gator, O Implacável” (1976), nas comédias “W.W. and the Dixie Dancekings” (1975), “O Imbatível” (1983) e “Troca de Maridos” (1988), e num episódio da série “BL Stryker”, estrelada por Reynolds em 1989. Muitos dos filmes de Beatty exploravam seu sotaque natural de Louisville, Kentucky, o que lhe rendeu diversos papéis de caipiras sulistas em sua carreira, fosse como um gordinho bonachão ou como um criminoso malvado. Sua filmografia incluiu alguns dos maiores clássicos de Hollywood dos anos 1970, como “Nashville” (1975), de Robert Altman, “Todos os Homens do Presidente” (1976), de Alan J. Pakula, “Rede de Intrigas” (1976), de Sidney Lumet, e até “Superman – O Filme” (1978), de Richard Donner, em que viveu Otis, o capanga atrapalhado do vilão Lex Luthor (Gene Hackman). Beatty retomou o papel de Otis em “Superman II: A Aventura Continua” (1980), que foi ainda mais bem-sucedido que o primeiro longa. A partir daí, emplacou várias comédias de grandes bilheterias, como “O Espião Trapalhão” (1980), “De Volta às Aulas” (1986) e principalmente “Escute Minha Canção” (1991), onde interpretou o tenor irlandês Josef Locke, um dos seus maiores papéis. Ao mesmo tempo, também demonstrou talento dramático como o pai de uma criança com doença terminal em “Promessa ao Amanhecer” (1979), de John Huston, e o pai de um improvável herói do futebol em “Rudy” (1993). Ele ainda se destacou na televisão durante os anos 1990, como o pai de John Goodman na série “Roseanne” e o Detetive Stanley “The Big Man” Bolander na série policial “Homicídio”. Seus últimos trabalhos incluem mais sucessos e filmes premiados, como o thriller de ação “Atirador” (2007), de John Fucqua, a comédia política “Jogos do Poder” (2007), de Mike Nichols, “O Assassino em Mim” (2010), de Michael Winterbottom, “Um Tira Acima da Lei” (2011), de Oren Overman, e “Toy Story 3” (2010), em que dublou o urso de pelúcia maligno Lotso. Apesar da longa carreira, Beatty recebeu pouco reconhecido da indústria audiovisual. Teve apenas uma indicação ao Oscar, como Melhor Ator Coadjuvante por “Rede de Intrigas”, e outra para o Globo de Ouro, por “Ouça a Minha Canção”. Sua última lembrança foi na disputa do MTV Movie Awards de 2011, como Melhor Vilão por “Toy Story 3”.

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  • Série

    Dan Fogler será Francis Ford Coppola na série sobre “O Poderoso Chefão”

    12 de junho de 2021 /

    O ator Dan Fogler, conhecido pelo papel de Jacob Kowalski na franquia “Animais Fantásticos”, foi escalado para viver o diretor Francis Ford Coppola em “The Offer”, minissérie da Paramount+ sobre os bastidores das filmagens do clássico de cinema “O Poderoso Chefão” (1972). A minissérie de 10 episódios foi escrita por Michael Tolkin, do também clássico “O Jogador” (1992) e da recente minissérie premiada “Escape from Dannemora”, e é baseada nas experiências nunca antes reveladas de Al Ruddy, o produtor do filme de 1972 – e também criador da cultuada série “Guerra, Sombra e Água Fresca” (Hogan’s Heroes). Sempre festejada como um marco do cinema, um dos maiores sucessos de bilheteria de todos os tempos e um consenso da crítica, a produção vencedora de três Oscars na verdade teve um desenvolvimento turbulento, com muitas reviravoltas e bastidores conturbados. O elenco também conta com Miles Teller (“Wiplash”) como Al Ruddy, além de Matthew Goode (“A Descoberta das Bruxas”), Colin Hanks (“Jumanji: Próxima Fase”) e Giovanni Ribisi (“Sneaky Peak”). Os roteiros são de Nikki Toscano (“Hunters”) e a direção está a cargo de Dexter Fletcher, que assinou “Rocketman” e finalizou “Bohemian Rhapsody”. Vale lembrar que “The Offer” não é o único projeto sobre os bastidores de “O Poderoso Chefão” em desenvolvimento. O veterano cineasta Barry Levinson (“Rainman”) está à frente de uma versão cinematográfica da história, “Francis and The Godfather”, que está mais adiantada na escalação de seu elenco.

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  • Etc,  Série

    Gavin MacLeod (1931–2021)

    29 de maio de 2021 /

    O ator Gavin MacLeod, que estrelou as séries clássicas “Mary Tyler Moore” e “O Barco do Amor”, morreu na manhã deste sábado (29/5) aos 90 anos. A causa da morte não foi informada, mas sua saúde vinha deteriorando nos últimos meses. Nascido Allan George See, ele adotou o nome artístico ao estrear no cinema em 1958, como um policial no drama criminal “Quero Viver!”. No ano seguinte, teve pequenos papéis nos clássicos “Estranha Obsessão” e “Os Bravos Morrem de Pé”, e acabou se destacando como coadjuvante na comédia de guerra “Anáguas a Bordo”, de Blake Edwards. “Anáguas a Bordo” foi uma prévia do tipo de papel que ele faria alguns anos depois na série “Marinha de McHale”, na qual viveu o marinheiro “Happy” Haines. Exibida de 1962 a 1966, a série sobre a tripulação de um torpedeiro americano durante a 2ª Guerra Mundial fez tanto sucesso que originou dois filmes, “Marujos do Barulho” (1964) e “Os Marujos… na Força Aérea” (1966), ambos com MacLeod em seu elenco. Ele continuou na Marinha na aventura clássica “O Canhoneiro do Yang-Tsé” (1966), estrelada por Steve McQueen, e voltou a trabalhar com Blake Edwards na comédia mais engraçada do diretor, “Um Convidado Bem Trapalhão” (1968), com Peter Sellers. Depois de estrelar outra famosa comédia de guerra, “Os Guerreiros Pilantras” (1970), ao lado de Clint Eastwood, entrou no elenco fixo de “Mary Tyler Moore” como Murray Slaughter, redator do telejornal em que a protagonista trabalhava, atuando em cada um dos 168 episódios das sete temporadas da atração. “Mary Tyler Moore” marcou época, influenciou costumes, especialmente os direitos femininos, rendeu três séries derivadas e até um telefilme de reencontro no ano 2000. Mas poucos integrantes do elenco tiveram a sorte de trocar o sucesso daquela série por outro programa de grande audiência. MacLeod foi um deles. O ator emendou “Moore” com “O Barco do Amor”, ficando fora do ar apenas dois meses entre as duas séries, em 1977. O novo trabalho foi ainda mais duradouro. Em “O Barco do Amor”, ele interpretou o capitão Stubing, responsável por comandar o navio de cruzeiros românticos por nada menos que 249 episódios em 10 anos. E mesmo após o fim da viagem televisiva, em 1987, ainda voltou para um telefilme de reencontro, “O Barco do Amor: O Dia dos Namorados”, em 1990, e num episódio do reboot “Love Boat: The Next Wave”, em 1998. Apesar de não ter emplacado outros papéis fixos, o ator continuou no ar por vários anos, aparecendo em episódios de “Oz”, “The King of Queens”, “JAG: Ases Invencíveis”, “O Toque de um Anjo”, “That ’70s Show” e “Zack & Cody: Gêmeos à Bordo”. Além disso, o sucesso de “O Barco do Amor” lhe garantiu outro emprego duradouro, como porta-voz da empresa de cruzeiros marítimos Princess Cruises. Nos últimos anos, MacLeod e sua esposa Patti Kendig se tornaram evangélicos, o que resultou numa reconciliação – e segundo casamento – após o divórcio, além de levar o casal a estrelar juntos a sci-fi cristã “A Jornada: Uma Viagem pelo Tempo”, em 2002. Sua despedida do cinema foi com outro filme evangélico, “As Histórias de Jonathan Sperry”, em 2008. Cinco anos depois, ele publicou seu livro de memórias, “This Is Your Captain Speaking: My Fantastic Voyage Through Hollywood, Faith & Life”. Ed Asner, que interpretou o chefe de MacLeod em “Mary Tyler Moore” – e que os mais jovens conhecem como a voz do velhinho ranzinza de “Up – Altas Aventuras” – prestou homenagem ao amigo no Twitter, escrevendo: “Meu coração está partido. Gavin era meu irmão, meu parceiro no crime (e na comida) e meu conspirador cômico. Te vejo daqui a pouco, Gavin. Diga à turma que os verei em breve. Betty! Agora somos só você e eu”, completou, citando Betty White (“Super Gatas”). Os dois são os últimos astros remanescentes da série dos anos 1970.

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  • Série

    Miles Teller substitui Armie Hammer em série sobre “O Poderoso Chefão”

    28 de maio de 2021 /

    O ator Miles Teller, conhecido por filmes como “Whiplash” e a saga “Divergente”, assumiu o papel principal na minissérie “The Offer”, sobre os bastidores do filme “O Poderoso Chefão”. Ele vai substituir Armie Hammer na produção, após o ator de “Me Chame pelo Seu Nome” ser afastado em meio a um escândalo sexual, que envolve vazamento de supostas conversas em que diz ser canibal e, mais recentemente, o processo de uma ex-namorada por estupro e agressão. A série de 10 episódios foi escrita por Michael Tolkin, do clássico “O Jogador” (1992) e da recente minissérie premiada “Escape from Dannemora”, e é baseada nas experiências nunca antes reveladas de Al Ruddy, o produtor do filme de 1972 – e também criador da cultuada série “Guerra, Sombra e Água Fresca” (Hogan’s Heroes). Sempre festejada como um marco do cinema, um dos maiores sucessos de bilheteria de todos os tempos e um consenso da crítica, a produção vencedora de três Oscars na verdade teve um desenvolvimento turbulento, com muitas reviravoltas e bastidores conturbados. A direção da minissérie está a cargo de Dexter Fletcher, que assinou “Rocketman” e finalizou “Bohemian Rhapsody”. Fletcher e Teller também serão produtores-executivos, ao lado do próprio Al Ruddy, da showrunner Nikki Toscano (“Hunters”) e do produtor Leslie Greif (“Hatfields & McCoys”). Antes da demissão de Hammer, a expectativa era realizar as gravações durante o verão em Los Angeles (já em junho) para um lançamento em 2022 na plataforma Paramount+. Vale lembrar que “The Offer” não é o único projeto sobre os bastidores de “O Poderoso Chefão” em desenvolvimento. O veterano cineasta Barry Levinson (“Rainman”) está à frente de uma versão cinematográfica da história, “Francis and The Godfather”, que está mais adiantada na escalação de seu elenco.

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    Ilha da Fantasia: Veja o teaser da nova versão da série

    28 de maio de 2021 /

    A Fox divulgou o primeiro teaser do reboot de “A Ilha da Fantasia”, que apresenta rapidamente o visual da atração. A prévia exibe as praias estonteantes e até o pequeno hidroavião retrô que marcava o começo de todos os capítulos da série clássica, mas não há nem sinal de Tattoo. Já o elegante Sr. Roarke agora é uma mulher. O mais curioso é que o personagem mudou de sexo, mas não de guarda-roupa: continua usando terninhos brancos. A nova anfitriã, chamada de Elena Roarke, é parente do Sr. Roarke original – a filiação não foi oficializada. Ela é vivida por Roselyn Sanchez (“Devious Maids”). Na versão dos anos 1970, Roarke e Tattoo eram os únicos personagens fixos, mas o reboot mostrará Elena com dois assistentes. Um deles é Ruby Okoro (Kiara Barnes, da interminável novela “The Bold and the Beautiful”), uma jovem com uma alma velha que chega à Ilha com uma doença terminal, ganha nova vida e acaba ficando para ajudar outros a realizarem seus sonhos. O segundo é o piloto Javier (John Gabriel Rodriquez, “Jovem e Gourmet”), que também é o chefe do transporte da Ilha e pau para toda obra. Eles contracenarão com atores convidados, que terão rotatividade em todos os episódios. Na trama, pessoas do mundo inteiro buscam abrigo na famosa Ilha da Fantasia, um caríssimo resort em que é possível realizar as mais profundas fantasias, mas nem sempre os clientes recebem o que pagam, uma vez que o preço embute uma lição de vida em cada pacote de estadia. A reimaginação foi concebida pelas produtoras-roteiristas Liz Craft e Sarah Fain (ambas de “The 100”) para a Sony Pictures TV e a Gemstone Studios. Exibida originalmente entre 1977 e 1984, “Ilha da Fantasia” marcou época em suas sete temporadas, estreladas por Ricardo Montalbán (1920-2009) como o misterioso Sr. Roarke e Hervé Villechaize (1943-1993), que interpretava Tattoo, seu assistente anão. No Brasil, a série foi exibida na Globo e na extinta TV Manchete. A nova atração será a terceira série da franquia, após uma primeira tentativa de revival ter fracassado em 1998 pela rede ABC. O reboot estrelado por Malcolm McDowell (como o Sr. Roarke) durou apenas 13 episódios. Mais recentemente, a franquia chegou ao cinema, num filme de terror de baixíssima qualidade, com Michael Peña (“Homem-Formiga”) no papel do Sr. Roarke – e também sem Tattoo. Disponível em VOD, o filme tem uma das piores avaliações do ano passado, com apenas 7% de aprovação no site agregador de críticas Rotten Tomatoes.

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    Série clássica “Os Waltons” vai ganhar remake televisivo

    25 de maio de 2021 /

    A rede The CW anunciou que vai produzir três especiais de fim de ano em 2021. Um deles prestará homenagem a uma das séries mais famosas dos anos 1970: “Os Waltons”. Intitulado “The Waltons: Homecoming”, o especial marcará os 50 anos do telefilme “The Homecoming: A Christmas Story”, que estreou em dezembro de 1971 e apresentou a família Walton ao público da TV. A produção original era para ser apenas um telefilme de Natal, mas fez tanto sucesso que a rede CBS decidiu continuar a história daquela família numa série, batizada de “Os Waltons”, que durou nove temporadas e gerou vários filmes subsequentes nas décadas de 1980 e 1990. O novo especial será narrado por Richard Thomas, que marcou época ao interpretar o protagonista John Boy na série original. Longe de se aposentar, ele continua a trabalhar em séries de prestígio, como “The Americans”, “Billions”, “The Comey Rule” e, neste ano, “Tell Me Your Secrets”. Já o novo John Boy, filho mais velho da família, será vivido por Logan Shroyer (“This Is Us”). O elenco também contará com Bellamy Young (“Prodigal Son”) como a matriarca Olivia Walton, mas os demais nomes ainda não foram confirmados. A história repetirá a premissa do telefilme original. A família se reúne em 1933 à espera da volta do patriarca John Walton, que se viu forçado pela depressão econômica a procurar trabalho em outro estado e talvez não consiga encontrá-los no Natal. Inconformada com a carta que traz essa notícia, Olivia envia o filho mais velho em busca do pai, numa jornada que mudará a vida de John Boy para sempre. O novo telefilme está sendo sendo produzido pela Magnolia Hill Productions em associação com a Warner Bros. Television, e conta com roteiro de Jim Strain, direção de Lev L. Spiro e produção executiva de Sam Haskell, que trabalharam juntos na série “Dolly Parton: Tocando o Coração”, na Netflix. Caso o especial atraia um grande público, o presidente do canal, Mark Pedowitz, disse à imprensa norte-americana nesta terça-feira (25/5) que consideraria repetir o fenômeno original e aprovar uma série, retomando a atração criada por Earl Hammer Jr há 50 anos.

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    Primeira foto de série sobre Watergate reúne Justin Theroux e Woody Harrelson

    23 de maio de 2021 /

    A HBO revelou a primeira foto da produção de “The White House Plumbers”, minissérie sobre os bastidores do escândalo Watergate, que derrubou o ex-presidente dos EUA Richard Nixon. A imagem destaca Woody Harrelson (“Zumbilândia”) e Justin Theroux (“The Leftovers”) respectivamente como E. Howard Hunt e G. Gordon Liddy, os “encanadores” da Casa Branca do título, responsáveis por evitar vazamentos, pagar subornos e se antecipar a rivais. Na prática, porém, eles acabaram funcionando às avessas, ao cometerem vários erros estratégicos relacionados à invasão clandestina de um importante escritório do Partido Democrata em 1972. A missão, realizada na calada da noite no edifício Watergate, visava plantar escutas nos adversários e acabou virando um dos maiores escândalos políticos da história americana. Além dos dois protagonistas, a atração destaca Kiernan Shipka, a Sabrina da Netflix, que segue a carreira após o final triste de “O Mundo Sombrio de Sabrina” como Kevan Hunt, a filha de Howard Hunt e líder da juventude republicana, que escondeu provas dos crimes de seu pai no dormitório da sua universidade – desobedecendo suas ordens de queimar tudo. Lena Headey, a Cersei de “Game of Thrones”, também faz parte da produção como Dorothy Hunt, a mãe da personagem de Shipka, que teve destino trágico na vida real, enquanto Liam James (“O Verão da Minha Vida”) vive seu outro filho, Saint John, um roqueiro que se vê envolvido numa conspiração sombria do dia para a noite, quando toda a família descobre que o pacato pai trabalhador era na verdade um perigoso agente da CIA. A trama é baseada no livro “Integrity”, co-escrito por Egil “Bud” Krogh, assessor júnior de Nixon responsável por juntar os dois “encanadores”. Ele também aparece na adaptação, vivido por Rich Sommer (“O Diabo Veste Prada”). O elenco grandioso ainda inclui Domhnall Gleeson (“Ex Machina”), Ike Barinholtz (“Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta”), Yul Vazquez (“Boneca Russa”), David Krumholtz (“É o Fim”) e Kim Coates (“Sons of Anarchy”). Criada por Alex Gregory e Peter Huyck, e dirigida por David Mandel (que trabalharam juntos na série “Veep”), a produção ainda não tem previsão de estreia.

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