Brad Pitt e Leonardo DiCaprio querem repetir parceria após Era uma Vez em Hollywood
Apesar de serem da mesma geração, Brad Pitt e Leonardo DiCaprio só foram trabalharam juntos pela primeira vez no novo longa de Quentin Tarantino, “Era uma Vez em Hollywood”. E contaram, durante a entrevista coletiva do filme no Festival de Cannes, que foi tão fácil e divertido conviver nas filmagens que gostariam de repetir a experiência em breve. “Somos da mesma geração, começamos a nossa carreira na mesma época. Por isso, foi muito fácil trabalhar com o Brad. Espero que tenhamos conseguido construir conexões cinematográficas extremamente próximas”, disse Leonardo DiCaprio. “Trabalhamos muito facilmente”, reiterou Brad Pitt. “Foi muito divertido também, nós demos boas risadas. Espero que possamos fazer isso de novo”, acrescentou. No filme, que se passa em Hollywood no ano de 1969, DiCaprio e Pitt interpretam respectivamente Rick Dalton, ator de séries de faroeste, e Cliff Booth, seu dublê. Ambos tentam sobreviver em um mundo marcado por mudanças. “Era uma Vez em Hollywood” teve sua première mundial na terça-feira (21/5), na competição do Festival de Cannes, e foi recebido com entusiasmo pela crítica internacional, especialmente de língua inglesa – os latinos não gostaram tanto. Trata-se de uma homenagem de Tarantino à época retratada. “Há poucas pessoas neste mundo com tamanho conhecimento do cinema, da televisão e da música. Conversar com Quentin é como conversar com um banco de dados… Este filme é o seu caso de amor com o lado B do cinema”, elogiou Leonardo DiCaprio.
Críticas em inglês chamam novo filme de Tarantino de “ultrajante e brilhante”
Os aplausos de sete minutos para “Era uma Vez em Hollywood” no Festival de Cannes foram ecoados por críticas elogiosíssimas na imprensa internacional. As resenhas, que atenderam ao pedido de Quentin Tarantino para não revelarem spoilers, consideram o filme “um resumo da carreira” do diretor e cobrem o ator Leonardo DiCaprio de elogios por sua interpretação. Os elogios rasgados em inglês garantiram 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes, que compila críticas das principais publicações na América do Norte e Reino Unido. Esta nota caiu para 94% com as primeiras publicações em espanhol. E desabariam se também incluísse os críticos brasileiros. O UOL e a Folha de S. Paulo contrariaram radicalmente a opinião mundial sobre o filme, considerando-o uma “decepção monumental”. Exibido em première mundial nesta terça (21/5), o filme disputa a Palma de Ouro de Cannes, mas ainda vai demorar a chegar ao circuito comercial. A estreia está marcada para 26 de julho nos Estados Unidos e apenas em 15 de agosto no Brasil. Veja abaixo alguns dos comentários da imprensa internacional publicados sobre o filme. “Se não for o melhor da carreira de Tarantino, é um extraordinário resumo de sua carreira”, elogiou o jornal London Evening Standard. “É inteiramente ultrajante, desorientador, irresponsável e também brilhante”, estampou o jornal inglês The Guardian. “Tarantino tem prazer em trazer o passado glorioso de volta e o efeito é pura intoxicação cinematográfica, repleta de referências e uma recriação eficiente e doce dos detalhes da época”, descreveu o também inglês The Telegraph. “Todas as marcas registradas de Tarantino estão aqui – o humor negro relâmpago, os diálogos afiados, a trilha de jukebox e, sim, pés descalços”, listou a revista Total Film, que considerou que “às vezes ‘Hollywood’ pode parecer como um Tarantino mais indulgente e fora de foco. Mas é um filme salpicado de cenas tão magníficas que o tornam poderoso”. “Este é claramente o trabalho de um autor ciente de que ele está na fase final de sua carreira, com uma missão elegíaca para refletir o passado com lamento e fúria. Ele deixa apenas terra devastada e o cheiro de propano em seu rastro”, filosofou o site Birth.Movies.Death. “É um grandioso playground para o diretor transformar a cultura pop antiga em fetiche, quebrar coisas e machucar pessoas, e trazer uma alegria de olhos arregalados e um senso robusto de perversidade à criação cinematográfica”, apontou o site The Wrap. “É uma colegam nostálgica, cabeçuda, caleidoscópica, envolvente e espetacularmente detalhada em forma de filme”, resumiu a revista Variety, acrescentando: “O filme captura como Hollywood, em 1969, era um lugar de enlouquecer”. “‘Era uma Vez em Hollywood’ é lidamente feito. Além de todos os toques ‘tarantinescos’ de ação, conversas, violência e referências constantes, há um grande demonstração de talento”, definiu a revista Screen Internacional. Em contraste com o tom elogiosíssimo das críticas em inglês, o jornal espanhol El País chamou o filme de “fiasco”, numa linha bastante similar ao UOL. “De fato, é surpreendente. Mas não pela exibição de talento que tem tantas vezes demonstrou seu diretor, mas por sua falta lamentável de graça, para uma trama que não sabe realmente onde pretende chegar, falta de substância e falta de diálogos sagazes (algo inédito na carreira do melhor dialogista original do cinema moderno)… e os excelentes atores, como Leonardo DiCaprio, Brad Pitt e Al Pacino, parecem tão perdidos quanto seu diretor”, atacou o texto.
Novo filme de Tarantino é aplaudido por 7 minutos no Festival de Cannes
Vinte e cinco anos depois de vencer a Palma de Ouro por “Pulp Fiction”, Quentin Tarantino exibiu seu novo filme com uma recepção consagradora no Festival de Cannes. Ao final de sua première mundial, “Era uma Vez em Hollywood” foi aplaudido por sete minutos pelo público, que considerou o filme um dos melhores do evento. Tarantino e as estrelas do filme – Leonardo DiCaprio, Brad Pitt e Margot Robbie – estavam presentes para receber os aplausos ensurdecedores. E Tarantino surpreendentemente mostrou modéstia, sentindo-se humilde pela excelente recepção. “Obrigado por ser um público tão fantástico nesta primeira vez que exibidos o filme”, ele agradeceu. Se o filme tinha chegado a Cannes com um hype digno da Beatlemania, agora ninguém vai segurar sua badalação. A crítica internacional já se juntou aos aplausos. No site Rotten Tomatoes, o filme atingiu 100% de aprovação após sua sessão para a imprensa no festival. Impressionante. Mesmo assim, críticos brasileiros de um mesmo grupo de comunicação resolveram alinhar seus discurso para falar mal do filme nesta terça (21/5). Patético ou só eles estão certos? O primeiro filme estrelado por Leonardo DiCaprio em quatro anos, desde que venceu o Oscar por “O Regresso”, é repleto de astros em papéis de destaque. Mas sua première atraiu ainda mais estrelas de cinema do mundo todo, incluindo Zhang Ziyi, Gael Garcia Bernal, Diego Luna, Lea Seydoux, Tilda Swinton, Guillaume Canet e Gilles Lellouche, além do diretor Xavier Dolan, tornando o tapete vermelho de “Era uma Vez em Hollywood” o mais estrelado de Cannes neste ano. A sessão também foi precedida por pedidos de Tarantino e do diretor de Cannes, Thierry Fremaux, para que nenhum dos presentes divulgasse spoilers da trama. É que o filme só chegará comercialmente aos cinemas em 26 de julho nos Estados Unidos. No caso do Brasil, o espaçamento é ainda maior, já que a obra só terá lançamento nacional em 15 de agosto. O diretor teme que o público fique sabendo dos segredos, reviravoltas e até o final de sua história antes de poder ver o filme. E ele tem motivos para recear o pior. Enquanto preparava seu filme anterior, “Os Oito Odiados”, um site divulgou o roteiro ainda inédito na íntegra, fazendo-o quase desistir da filmagem. Na ocasião, ele contornou o vazamento com mais trabalho para reescrever parte da trama. A resposta positiva à estréia mundial do filme ofereceu o tipo de sacudida que Cannes precisava, já que os filmes anteriores foram recebidos de forma tímida, com a exceção de uma exibição eletrizante de “Rocketman”, a cinebiografia de Elton John, fora da competição. O festival vai até sábado, dia 25 de maio. Cinco vezes vencedor do Oscar, o diretor mexicano Alejandro G. Inarritu, que dirigiu DiCaprio em “O Regresso”, preside o júri de competição da Palma de Ouro, que pode premiar “Era uma Vez em Hollywood”.
Novo trailer de Era uma Vez em Hollywood introduz terror de Charles Mason
A Sony divulgou um novo trailer legendado de “Era uma Vez em Hollywood”, próximo filme de Quentin Tarantino, em versões dublada e legendada. A prévia destaca os principais protagonistas, Leonardo DiCaprio (“Django Livre”) e Brad Pitt (“Bastardos Inglórios”), com destaque para a exibição de um filme dentro do filme, em que DiCaprio mata nazistas. Os dois vivem respectivamente um ator em decadência e seu dublê de longa data. Frustrado por virar um “cowboy de televisão”, o antigo astro não se conforma em ver a carreira da vizinha do lado em ascensão. Ela é a atriz Sharon Tate, casada com o cineasta Roman Polanski – e vivida por Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”). Mas a felicidade da atriz não vai durar muito, pois é 1969 e Charles Manson começou a aparecer em sua vizinhança. Damon Herriman (da série “Justified”) aparece sorridente como o psicopata americano. E uma das cenas finais da prévia sai direto de um filme de terror, com seus seguidores subindo uma rua escura com facas na mão. Além dos citados, há muitos outros astros famosos no elenco, como Al Pacino (“O Poderoso Chefão”), James Marsden (“Westworld”), Dakota Fanning (“The Alienist”), Damian Lewis (“Billions”), Timothy Olyphant (série “Santa Clarita Diet”), Emile Hirsch (“O Grande Herói”), Clifton Collins Jr (série “Westworld”), Nicholas Hammond (ele mesmo, o Homem-Aranha dos anos 1970), Keith Jefferson, Kurt Russell, Michael Marsden, Tim Roth, Bruce Dern (quinteto de “Os Oito Odiados”), a menina Julia Butters (Anna-Kat Otto em “American Housewife”), Lena Dunham (criadora e protagonista da série “Girls”), Austin Butler (“The Shannara Chronicles”), a chilena Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”), Maya Hawke (“Stranger Things”), filha de Uma Thurman e Ethan Hawke, e até o recém-falecido Luke Perry (série “Riverdale”). A estreia está marcada para 26 de julho nos Estados Unidos e apenas em 15 de agosto no Brasil.
Quentin Tarantino tenta barrar spoilers de seu filme no Festival de Cannes
Quentin Tarantino, quem diria, imitou os diretores de “Vingadores: Ultimato”. Assim como Joe e Anthony Russo, ele divulgou uma carta aberta em que pediu para o público e a imprensa não compartilharem spoilers de seu novo filme, “Era uma Vez em Hollywood”. O apelo de Tarantino é ainda mais urgente, porque seu longa será exibido nesta terça (21/5) no Festival de Cannes, em disputa pela Palma de Ouro, mas só chegará comercialmente aos cinemas em 26 de julho nos Estados Unidos. No caso do Brasil, o espaçamento é ainda maior, já que a obra só terá lançamento nacional em 15 de agosto. O diretor teme que o público fique sabendo dos segredos, reviravoltas e até o final de sua história antes de poder ver o filme. E ele tem motivos para recear o pior. Quando preparava seu filme anterior, “Os Oito Odiados”, um site divulgou o roteiro ainda inédito na íntegra, fazendo-o quase desistir da filmagem. Na ocasião, ele contornou o vazamento com mais trabalho para reescrever parte da trama. “Eu amo cinema. Você ama cinema. É a jornada de se descobrir uma história pela primeira vez”, apontou Tarantino no texto de sua carta, postada nas redes sociais. “O elenco e a produção trabalham muito duro para criar algo original, e eu só peço a todos que evitem revelar qualquer coisa que impeça a audiência de ter esse mesmo tipo de experiência”, completou o diretor. Passado em 1969, o longa tem como pano de fundo as atrocidades cometidas pelos seguidores de Charles Manson, entre elas o assassinato da atriz Sharon Tate, que na época era casada e esperava um filho do diretor Roman Polanski. Os dois personagens principais são Rick Dalton (Leonardo DiCaprio), ex-estrela de uma série de western, e seu dublê de longa data Cliff Booth (Brad Pitt). Ambos estão lutando para manter as carreiras numa Hollywood que não reconhecem mais. Mas Rick tem uma vizinha muito famosa ao lado de sua casa… Sharon Tate (Margot Robbie). Além dos citados, o elenco grandioso inclui Al Pacino (“O Poderoso Chefão”), James Marsden (“Westworld”), Dakota Fanning (“The Alienist”), Damian Lewis (“Billions”), Timothy Olyphant (série “Santa Clarita Diet”), Emile Hirsch (“O Grande Herói”), Clifton Collins Jr (série “Westworld”), Nicholas Hammond (ele mesmo, o Homem-Aranha dos anos 1970), Keith Jefferson, Kurt Russell, Michael Marsden, Tim Roth, Bruce Dern (quinteto de “Os Oito Odiados”), a menina Julia Butters (Anna-Kat Otto em “American Housewife”), Lena Dunham (criadora e protagonista da série “Girls”), Austin Butler (“The Shannara Chronicles”), a chilena Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”), Damon Herriman (“Justified”), Maya Hawke (“Stranger Things”), filha de Uma Thurman e Ethan Hawke, além do recém-falecido Luke Perry (série “Riverdale”). Ver essa foto no Instagram #NoSpoilersInHollywood Uma publicação compartilhada por Once Upon A Time In Hollywood (@onceinhollywood) em 20 de Mai, 2019 às 3:01 PDT
Leonardo DiCaprio estrela filmes dos anos 1960 em pôsteres de Era uma Vez em Hollywood
Leonardo DiCaprio nasceu em 1974. Mas já era um astro consumado uma década antes. Para comprovar, a Sony divulgou os cartazes de dois longas estrelados por ele nos anos 1960, um thriller de ação e um spaghetti western produzido na Itália. O material faz parte da campanha de divulgação de “Era uma Vez em Hollywood”, em que DiCaprio vive um ator de cinema chamado Rick Dalton. Os cartazes são filmes fictícios do personagem. Dirigido por Quentin Tarantino, “Era uma Vez em Hollywood” vai encontrar Dalton já em decadência em 1969, como ator de série western televisiva, onde ainda trabalha ao lado de seu dublê de longa data, vivido por Brad Pitt. O filme faz uma reconstituição da época e mistura, ao lado dos personagens fictícios, figuras reais como o ator Bruce Lee (Mike Moh, o Triton da série “Inhumans”), a atriz Sharon Tate (Margot Robbie) e o psicopata Charles Manson (Damon Herriman, da série “Justified”). Além destes, há muitos outros astros famosos no elenco, como Al Pacino (“O Poderoso Chefão”), James Marsden (“Westworld”), Dakota Fanning (“The Alienist”), Damian Lewis (“Billions”), Timothy Olyphant (série “Santa Clarita Diet”), Emile Hirsch (“O Grande Herói”), Clifton Collins Jr (série “Westworld”), Nicholas Hammond (ele mesmo, o Homem-Aranha dos anos 1970), Keith Jefferson, Kurt Russell, Michael Marsden, Tim Roth, Bruce Dern (quinteto de “Os Oito Odiados”), a menina Julia Butters (Anna-Kat Otto em “American Housewife”), Lena Dunham (criadora e protagonista da série “Girls”), Austin Butler (“The Shannara Chronicles”), a chilena Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”), Maya Hawke (“Stranger Things”), filha de Uma Thurman e Ethan Hawke, além do recém-falecido Luke Perry (série “Riverdale”). “Era uma Vez em Hollywood” vai ser exibido pela primeira vez no Festival de Cannes na terça-feira (21/5). Já a estreia comercial está marcada para 26 de julho nos Estados Unidos e apenas em 15 de agosto no Brasil. Straight from Italy comes “Kill Me Now Ringo, Said The Gringo,” now showing in a multiplex near you. pic.twitter.com/8DDxcgJvuw — Once Upon a Time in Hollywood (@OnceInHollywood) May 19, 2019 Witness Rick Dalton and Margaret Lee together in Columbia-Euro’s latest motion picture, “Operazione Dyn-o-mite!”. pic.twitter.com/eNhYEz94HV — Once Upon a Time in Hollywood (@OnceInHollywood) May 17, 2019
Remake de Meu Ódio Será Sua Herança escala Michael Fassbender, Jamie Foxx e Peter Dinklage
Mel Gibson começou a montar o elenco do seu próximo projeto na direção, o remake do western “Meu Ódio Será Sua Herança” (The Wild Bunch), clássico dirigido por Sam Peckinpah em 1969, que é considerado pioneiro do chamado cinema ultraviolento. A imprensa americana informa que a produção está negociando com os atores Michael Fassbender (“X-Men: Fênix Negra”), Jamie Foxx (“Django Livre”) e Peter Dinklage (“Game of Thrones”). Mas vale lembrar que não há personagem negro ou anão no filme original. A trama filmada por Peckinpah se passava em 1913 e girava em torno de uma quadrilha de foras da lei envelhecidos, que planejam um último assalto para se aposentarem, mas acabavam caindo numa armadilha, vítimas dos novos tempos do século 20. Após o massacre da maioria de seus integrantes, os remanescentes fogem pela fronteira, apenas para se verem em meio a outro conflito, durante a revolução mexicana. Indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original, o longa tinha no elenco nomes como William Holden, Ernest Borgnine, Robert Ryan, Edmond O’Brien, Warren Oates e Ben Johnson. O próprio Gibson escreveu o roteiro da adaptação ao lado de Bryan Bagby (“L.I.N.X.”). Com financiamento da Warner Bros., o longa-metragem deve começar filmagens perto do fim do ano e ganhar data de lançamento em 2020. A refilmagem será o primeiro projeto de Gibson como diretor desde “Até o Último Homem”. Lançado em 2016, o épico de guerra venceu dois Oscar e rendeu outras quatro indicações, incluindo Melhor Filme e Direção, recuperando o prestígio de Gibson, arranhado por surtos públicos. Divulgação
Netflix renova Coisa Mais Linda para a 2ª temporada
A Netflix anunciou a renovação da série brasileira “Coisa Mais Linda” para sua 2ª temporada. O anúncio veio acompanhado por um vídeo, que pode ser visto abaixo. A série é estrelada por Maria Casadevall (novela “Os Dias Eram Assim”) como Maria Luiza (Malu), que, após o marido desaparecer com seu dinheiro, resolve se mudar de São Paulo para o Rio, onde ele ia abrir um restaurante, e decide transformar aquela propriedade numa casa noturna dedicada à Bossa Nova. Nesta transformação impulsionada pela paixão, ela será inspirada por novas amigas liberais e feministas, interpretadas por Pathy Dejesus (série “Rua Augusta”), Fernanda Vasconcellos (série “3%”) e Mel Lisboa (“Os Dez Mandamentos – O Filme”). A trama também destaca Leandro Lima (novela “Belaventura”) como Chico, um talentoso músico carioca que compartilha a paixão de Malu pelos sons e estilo de vida de um Rio de Janeiro efervescente. O elenco da atração ainda conta com Thaila Ayala (“Pica-Pau: O Filme”) e Ícaro Silva (“Sob Pressão”) em papéis de destaque. Criada por Heather Roth e Giuliano Cedroni (roteirista de “Estação Liberdade” e produtor da série “(fdp)”), a temporada inaugural contou com sete episódios disponibilizados em 22 de março. Já a 2ª temporada terá 6 episódios, com gravações previstas para o segundo semestre de 2019, no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Doris Day (1922 – 2019)
A lendária atriz Doris Day, que estrelou dezenas de comédias clássicas, morreu nesta segunda (13/5) em sua casa, em Carmel Valley, na Califórnia, cercada por amigos. No último dia 3 de abril, ela havia completado 97 anos. “Ela estava com saúde física excelente para sua idade, até recentemente contrair um caso sério de pneumonia”, informou um comunicado da fundação Doris Days, que a atriz criou para defender animais. Uma das estrelas de cinema mais adoradas de todos os tempos, Doris Day ficou marcada por papéis sempre otimistas e pelo charme inocente. Daí, veio seu apelido de “A Rainha Virgem”, pela pureza de seus papéis. Mas ela também era referida como “A Garota da Vizinhança”, por representar mulheres trabalhadoras nas telas, e não beldades glamourosas. Nascida Mary Ann Von Kappelhoff, Doris era filha de um músico talentoso e professor de canto, mas sonhava em seguir carreira como dançarina. O destino lhe reservou outro caminho. Aos 12 anos, ela se envolveu em um acidente de carro quase fatal e passou muitos meses entrando e saindo de hospitais, interrompendo sua vontade de dançar. Durante sua convalescença, ela começou a cantar, logo se apresentando no rádio e em clubes com um nome artístico emprestado de sua música favorita, “Day by Day”. Doris não demorou a se destacar como cantora, atraindo a atenção dos músicos Bob Crosby (irmão de Bing) e Les Brown. Ela excursionou o país por cerca de oito anos com cantora de big bang e, aos 23 anos, gravou seu primeiro grande hit com Brown, “Sentimental Journey”. A canção se tornou uma das favoritas dos soldados americanos durante a 2ª Guerra Mundial e atingiu o 1º lugar nas paradas de sucesso em 1945. Sua carreira musical acabaria ofuscada pela cinematográfica, mas ela recebeu reconhecimento com um Grammy especial por sua discografia em 2008. A transição para o cinema aconteceu em 1948, quando foi convidada a fazer um teste para a Warner Bros. O diretor Michael Curtiz ficou tão impressionado que a escolheu como substituta de última hora de Betty Hutton no musical “Romance em Alto-Mar” (1948). O sucesso da produção a transformou em estrela de Hollywood, levando-o a filmar em média três títulos por ano. Já em seu quinto filme, “No, No, Nanette” (1950), seu nome passou a ter o maior destaque nos cartazes. Além disso, seu par romântico naquele longa, Gordon McRae, se tornou seu primeiro grande parceiro nas telas. Os dois contracenaram em mais quatro produções. Ela era uma artista completa, capaz de interpretar e cantar. E sua interpretação de “Secret Love” no musical “Ardida como Pimenta” (1953), em que viveuu a pistoleira Jane Calamidade, rendeu seu primeiro Oscar de Melhor Canção – um prêmio destinado apenas aos compositores, embora o maior atrativo fosse sua voz na gravação. Após contracenar com Frank Sinatra em “Corações Enamorados” (1954), Doris partiu para a MGM, onde estrelou “Ama-me ou Esquece-me” (1955), uma versão romanceada da vida da cantora de jazz Ruth Etting. Cheio de canções memoráveis, o filme se tornou o favorito da atriz. Mas ela não se acomodou como estrela de musicais. Também viveu personagens dramáticas, com destaque para sua participação em “Dilema de uma Consciência” (1951), que denunciava a violência racial da Ku Klux Klan. Isso chamou a atenção de ninguém menos que Alfred Hitchcock, que cinco anos depois a escalou como esposa de James Stewart no famoso suspense “O Homem que Sabia Demais” (1956). Ironicamente, o filme de Hitchcock rendeu à Doris sua música mais conhecida, “Que Sera, Sera”, que venceu o Oscar. Em 1957, ela retomou seu antigo prazer de dançar, ao trabalhar com o renomado coreógrafo Bob Fosse em “Um Pijama para Dois” (1957), adaptação de um sucesso da Broadway, em que interpretava a líder sindical de uma fábrica de pijamas. A obra virou um de seus maiores sucessos, repletos de hits musicais e coreografias inesquecíveis. E também serviu de padrão para os filmes seguintes, em que Doris sempre vencia, com doçura, as artimanhas masculinas. A partir daí, a atriz se especializou em comédias românticas, contracenando com Clark Gable em “Um Amor de Professora” (1958), Richard Widmark em “O Túnel do Amor” (1958), Jack Lemmon em “A Viuvinha Indomável” (1959) e David Niven em “Já Fomos tão Felizes” (1960). Mas foi em “Confidências à Meia-Noite” (1959) que ela encontrou seu principal par. A comédia em que se apaixona por um mulherengo, vivido por Rock Hudson, forjou um dos mais célebres casais românticos de Hollywood. Doris Day acabou recebendo sua única indicação ao Oscar como atriz por esse filme. Os dois voltaram a contracenar em “Volta Meu Amor” (1961). Mas os produtores de Hollywood sabiam de um segredo que o público desconhecia. Hudson era gay. E, assim, Cary Grant apareceu como o mulherengo da vez em “Carícias de Luxo” (1962), sucedido por James Garner em “Tempero do Amor” (1963) e “Eu, Ela e a Outra” (1963). O público, porém, queria mais Doris e Rock Hudson. Tanto que a volta da parceria em “Não me Mandem Flores” (1964) estourou as bilheterias da época. Doris Day já tinha mais de 40 anos e ainda mantinha sua distinção como protagonista de comédias românticas, num período em que Hollywood supervalorizava juventude e beleza. Por isso, ela se esforçava em acompanhar os modismos da época, das sátiras de 007 em “A Espiã de Calcinhas de Renda” (1966) às paródias de Hitchcock em “Capricho” (1967). Ela até voltou a seus dias de pistoleira no western “A Indomável” (1967). Contudo, depois de aparecer como mãe de filhos bem crescidos em “Tem um Homem na Cama da Mamãe” (1968), sua carreira cinematográfica acabou. Em 1968, ela fez sua transição para a TV, estrelando “The Doris Day Show”, sitcom que a trazia como uma viúva de cidade grande decidida a viver no campo com os filhos. A série foi muito importante para a atriz, pois, após anos interpretando uma viuvinha alegre, seu marido Marty Melchen morrera de verdade. Ela também descobriu que estava falida, abrindo – e vencendo – um processo contra seu ex-advogado e empresário por negligência. A produção televisiva lhe deu um objetivo e ajudou-a a recuperar suas finanças. “The Doris Day Show” durou cinco temporadas, até 1973. Depois disso, ela ainda apresentou “Doris Day’s Best Friends” num canal evangélico, em 1985. Mas queria fazer mais. Em seu discurso de agradecimento ao prêmio Cecil B. DeMille por sua carreira, no Globo de Ouro de 1989, ela disse: “Eu estive longe por muito tempo” e “o melhor ainda está por vir, eu quero fazer mais”. Ela só fez mais um disco, em 2011. Longe da mídia, Doris passou seus últimos anos como ativista dos direitos dos animais, à frente de sua fundação.
Peggy Lipton (1946 – 2019)
Atriz Peggy Lipton, que estrelou as séries clássicas “Mod Squad” e “Twin Peaks”, morreu de câncer no sábado (11/5), em sua casa, aos 72 anos. “Ela fez sua jornada pacificamente com suas filhas e sobrinhas a seu lado”, disseram as filhas, a modelo Kakida e a também atriz Rashida Jones em comunicado. Uma das atrizes mais belas da televisão, Peggy Lipton começou a carreira como modelo. Ela resolveu tentar a atuação em 1965 com uma aparição em “A Feiticeira”. Mas apesar da beleza e esforço, só conseguiu pequenas participações antes de emplacar seu primeiro papel fixo em 1968. E que papel! Peggy foi escalada como a principal personagem feminina de “Mod Squad”, a hippie Julie Barnes. A série marcou época por trazer temas da juventude contemporânea para as tramas policiais. Os episódios acompanhavam três jovens rebeldes – “um branco, um negro e uma loira” – , que, após fazer um acordo com a polícia para evitar a prisão, viram informantes e passam a se infiltrar em escolas e movimentos sociais. “Mod Squad” foi a primeira abordagem televisiva da contracultura – um ano antes do filme “Easy Rider” – e apesar de defender “o Sistema”, tinha como regra nunca mostrar nenhum adolescente ser preso. Os vilões eram os adultos que se aproveitam dos jovens. E graças à temática, acabou sendo também pioneira na dramatização de problemas sociais como aborto, violência doméstica, abuso infantil, analfabetismo, manifestações estudantis, imigração ilegal, brutalidade policial, racismo, traumas psicológicos de guerra, tráfico e consumo de drogas. O produtor era ninguém menos que Aaron Spelling, o mesmo de “Barrados no Baile”. O sucesso foi tanto que, durante as cinco temporadas da série, entre 1968 e 1973, Peggy Lipton virou uma das estrelas mais populares da TV. Ela chegou a lançar discos como cantora e até namorou Elvis Presley. E também foi reconhecida por seu desempenho, indicada a quatro prêmios Emmy. Acabou vencendo um Globo de Ouro de Melhor Atriz Dramática em 1971. Em 1974, após o fim da produção, a atriz se casou com o jazzista Quincy Jones, um casamento interracial que chegou a causar controvérsia na época. Ela teve suas filhas logo em seguida, o que acabou interrompendo sua carreira. Só voltou a atuar num telefilme de reunião de “Mod Squad” em 1979, exceção durante sua pausa prolongada, que se estendeu por quase duas décadas. A segunda fase da sua carreira começou apenas durante seu processo de divórcio, quando ela decidiu retornar à TV, entrando no elenco de outra série que se tornou parte da História da TV: “Twin Peaks”, em 1989. Seu papel era Norma Jennings, dona da lanchonete Double R Diner, um dos principais cenários da produção. Ela ainda repetiu essa interpretação no filme “Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer” (1992) e no recente revival da série, “Twin Peaks: O Retorno”, lançado em 2017. Novamente em evidência, desta vez Peggy deu sequência à carreira, aparecendo em filmes como “O Mensageiro” (1997), “Quando em Roma” (2010) e “Quatro Vidas de um Cachorro” (2017). Atuou ainda em séries tão diferentes quanto “Popular” (quatro episódios em 2000), “Alias” (três episódios em 2004), “Psych” (um episódio temático dos anos 1960, em 2014), “Claws” (como ela mesma em 2017), além de “Angie Tribeca”, em que contracenou com sua filha Rashida Jones na pele de Peggy Tribeca, justamente a mãe da personagem-título (Rashina), em dois episódios de 2016 e 2017.
Renee Zellweger é Judy Garland em trailer de cinebiografia
A Roadside Attractions divulgou o pôster, novas fotos e o primeiro trailer de “Judy”, cinebiografia da lendária atriz Judy Garland. A prévia mostra diversas cenas da vida da estrela, com ênfase em seus últimos anos, quando é encarnada por Renee Zellweger. E a interpretação é tão convincente que os letreiros chegam a afirmar que “Renee Zellweger é Judy Garland”. Situado em 1968, o filme mostrará a chegada da atriz em Londres para uma série de apresentações. 30 anos depois de dar a vida a Dorothy, em “O Mágico de Oz”, ela enfrenta problemas de uma grande estrela: brigas com empresários, relacionamentos com músicos, fãs e amigos, além do romance com seu quinto marido, Mickey Dean. Judy Garland faleceu poucos meses depois, ainda em Londres, de overdose aos 47 anos de idade. O filme tem roteiro de Tom Edge (da série “The Crown”), direção do inglês Rupert Goold (“A História Verdadeira”) e seu elenco ainda inclui Rufus Sewell (“The Man in the High Castle”), Bella Ramsey (“Game of Thrones”), Michael Gambon (“Harry Potter e as Relíquias da Morte”), Finn Wittrock (“American Horror Story”), Jessie Buckley (“Chernobyl”), Gemma-Leah Devereux (“The Tudors”) como Lisa Minnelli e Darci Shaw (“The Bay”) como a versão jovem de Judy. A estreia está marcada para 27 de setembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Tripulação original de Star Trek pode ganhar série própria
O final da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” pode servir de gancho para o lançamento de um spin-off da série. A mensagem a seguir é do planeta spoiler. O desfecho mostrou a nave Discovery indo 950 anos para o futuro, mas a narrativa continuou focando os personagens que ficaram na linha temporal original, encerrando o episódio com a tripulação da Enterprise. Isto é, a tripulação do piloto de “Jornada nas Estrelas” recusado de 1964, que acabou se tornando conhecida quando um episódio de flashback de 1966 mostrou que Kirk não tinha sido o primeiro capitão da famosa nave espacial. A tripulação original teve grande importância na 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” e, apesar do medo dos produtores ao incluir esses personagens, a estratégia acabou agradando aos fãs. Demais até, pois eles têm feito campanhas para que suas aventures continuem. A revista The Hollywood Reporter perguntou a Alex Kurtzman, criador e showrunner de “Discovery”, se haveria chance disso acontecer. “Os fãs foram ouvidos. Tudo é possível no mundo de ‘Star Trek'”, disse Kurtzman, revelando, ao comentar o final da temporada, que os espectadores têm grandes chances de voltar a ver a ponte de comando da Enterprise preenchida pelo Capitão Pike (Anson Mount), Spock (Ethan Peck) e a Número Um (Rebecca Romijn). “Eu adoraria trazer de volta essa tripulação, mais do que tudo. Foi um enorme risco para nós. Uma das coisas mais gratificantes foi ver quão profundamente os fãs abraçaram Pike, Spock, Número Um e a Enterprise. A ideia de contar mais histórias com eles seria uma delícia para todos nós”, concluiu. Oficialmente, ainda não há uma série focada no Capitão Pike. Isto pode mudar após a repercussão de sua participação e a forma como o novo intérprete de Spock agradou aos fãs – a ponto de tornar difícil a vida de Zachary Quinto, caso volte a viver Spock no cinema. Entretanto, já existe um projeto passado nesse linha temporal, que poderia trazer de volta a tripulação da Enterprise. Trata-se de uma atração sobre a Seção 31, a organização semi-secreta e autônoma da Federação que faz parte da tradição da franquia desde que foi introduzida nos anos 1990 num episódio da série “Star Trek: Deep Space Nine”. Este spin-off está confirmado e será estrelado por Michelle Yeoh, retomando a personagem da Imperatriz Georgiou, e Shazad Latif como Ash Tyler. Saiba mais aqui. “Star Trek: Discovery” é disponibilizada no Brasil pela Netflix.
Robert Zemeckis vai dirigir piloto da série live-action dos Jetsons
Robert Zemeckis sabe como será o futuro, tendo ido e voltado de lá na célebre trilogia “De Volta ao Futuro”. E agora usará esta experiência para comandar a série live-action dos Jetsons. Ele foi confirmado como responsável pela direção do piloto, que vai transformar os Jetsons numa família de carne e osso, além de estar envolvido no projeto como produtor. “Os Jetsons” foram criados pelo estúdio Hanna-Barbera como contrapartida para “Os Flintstones”. Enquanto a animação mais antiga mostrava uma família da Idade da Pedra, “Os Jetsons” levou à televisão uma família do futuro, formada pelo patriarca George, sua esposa Jane, os filhos Elroy e Judy, o cachorro Astro e a empregada-robô Rose. Seu cotidiano futurista incluía carros voadores, cidades suspensas, trabalho automatizado e robôs obedientes. Apesar de ter marcado época, a série original, que surgiu em 1962, durou apenas uma temporada com 24 episódios. Mas eles foram tão reprisados que pareciam muito mais. A curta duração não impediu que a produção se tornasse cultuada e resistisse ao tempo, chegando a ganhar um revival em 1985, com mais 41 capítulos. A versão com atores está sendo desenvolvida por Gary Janetti, roteirista-produtor de outra série animada, “Uma Família da Pesada” (Family Guy), e criador da sitcom britânica “Vicious”. Recentemente, a Variety apurou que a Warner cogitava lançar um novo longa animado da família futirista, a cargo do diretor Conrad Vernon, responsável pela animação “Festa da Salsicha” (2016). Com a produção da série, não está claro se este projeto continua em pé. A produção ainda está em estágio inicial e nem sequer definiu elenco. Mas, para virar série, o piloto precisará ser aprovado pelos executivos da rede americana ABC.








