Moana, nova animação da Disney, estreia em 1º lugar nos EUA
Não durou mais que uma semana a liderança de “Animais Fantásticos e Onde Habitam” nas bilheterias da América do Norte. A estreia da nova animação da Disney, “Moana – Um Mar de Aventuras”, conquistou o 1º lugar no fim de semana, faturando US$ 55,5 milhões nos últimos três dias. Mas o valor já está em US$ 81,1 milhões, graças ao lançamento antecipado na quarta (23/11), aproveitando o feriadão de Ação de Graças. A quantia é a segunda maior arrecadação contabilizada por um desenho animado na semana de Ação de Graças, atrás apenas de “Frozen – Uma Aventura Congelante” (2013), que abriu com US$ 93,6 milhões, antes de se tornar a animação mais bem-sucedida de todos os tempos. O êxito não é apenas de público. A crítica também amou o trabalho feito em parceria pelo veterano diretor de “A Pequena Sereia” (1989) e Aladdin” (1992) e pelo jovem responsável por “Operação Big Hero” (2014), Ron Clements e Don Hall. Com 98% de aprovação, apurada no site Rotten Tomatoes, nem parece mais que a produção foi cercada de polêmicas durante o período que antecedeu sua estreia. Estreia que, por sinal, os fãs brasileiros ainda vão demorar muito para ver, pois o desenho só chega por aqui em janeiro. “Animais Fantásticos e Onde Habitam” desceu um degrau, com US$ 45,1 milhões nos últimos três dias – mas US$ 65 milhões no acumulado do feriadão. Em seus primeiros 10 dias em cartaz nos EUA, o derivado de “Harry Potter” já rendeu US$ 156,2 milhões. O sucesso da fantasia da Warner, na verdade, está sendo maior no mercado internacional. Sua estreia foi uma das maiores contabilizadas pelo estúdio na China, por exemplo. Por conta disso, o faturamento já chegou a US$ 473,7 milhões em todo o mundo. A Disney ainda mantém o 3º lugar com o filme de super-herói “Doutor Estranho”, que, após quatro fins de semana, acaba de cruzar a marca de US$ 200 milhões de arrecadação doméstica. O longa, que é outro grande sucesso internacional, também deixou para trás a marca de US$ 600 milhões em todo o mundo, batendo “Homem de Ferro” (US$ 585,1 milhões) como o filme inaugural de herói da Marvel mais bem-sucedido de todos os tempos. Com tantos blockbusters, as demais estreias da semana tiveram dificuldades para se encaixar no ranking. Bastante comentado em colunas de fofoca, o thriller romântico “Aliados”, que junta Brad Pitt e Marion Cotillard, acabou abrindo apenas em 4º lugar, com US$ 13 milhões. Com 67% de aprovação da crítica americana, o longa também só vai estrear no Brasil em janeiro. Pior foi o desempenho de “Papai Noel às Avessas 2”. A continuação da comédia cultuada do Papai Noel mau-humorado implodiu com US$ 6,1 milhões em 8º lugar. Ficou abaixo até de outra comédia natalina, “Almost Christmas”, que está em cartaz há três semanas. O mais curioso em relação a estes lançamentos é que Hollywood parece imaginar que o público já esteja em clima natalino nos EUA. Mas, ho-ho-ho-ho, ainda é novembro. Para completar, um improvável candidato ao Oscar abandonou sua pretensão abaixo da linha do Top 10. Primeiro filme dirigido por Warren Beatty em 18 anos, “Rules Don’t Apply” abriu em 12º lugar e teve só 57% de aprovação no Rotten Tomatoes. O romance que usa uma cinebiografia de Howard Hughes (interpretado pelo próprio Beatty) como pano de fundo não tem previsão de lançamento no Brasil. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Moana – Um Mar de Aventuras Fim de semana: US$ 55,5 milhões Total EUA: US$ 81,1 milhões Total Mundo: US$ 97,4 milhões 2. Animais Fantásticos e Onde Habitam Fim de semana: US$ 45,1 milhões Total EUA: US$ 156,2 milhões Total Mundo: US$ 473,7 milhões 3. Doutor Estranho Fim de semana: US$ 13,3 milhões Total EUA: US$ 205 milhões Total Mundo: US$ 615,9 milhões 4. Aliados Fim de semana: US$ 13 milhões Total EUA: US$ 18 milhões Total Mundo: US$ 27,4 milhões 5. A Chegada Fim de semana: US$ 11,2 milhões Total EUA: US$ 62,3 milhões Total Mundo: US$ 84,3 milhões 6. Trolls Fim de semana: US$ 10,3 milhões Total EUA: US$ 135,1 milhões Total Mundo: US$ 291 milhões 7. Almost Christmas Fim de semana: US$ 7,6 milhões Total EUA: US$ 36,6 milhões Total Mundo: US$ 36,7 milhões 8. Papai Noel às Avessas 2 Fim de semana: US$ 6,1 milhões Total EUA: US$ 9 milhões Total Mundo: US$ 9 milhões 9. Até o Último Homem Fim de semana: US$ 5,4 milhões Total EUA: US$ 52,2 milhões Total Mundo: US$ 52,2 milhões 10. The Edge of Seventeen Fim de semana: US$ 2,9 milhões Total EUA: US$ 10,2 milhões Total Mundo: US$ 10,2 milhões
Eddie Redmayne volta ao figurino de Newt Scamander para especial beneficente britânico
A BBC divulgou o vídeo de sua campanha beneficente anual, a tradicional “Children in Need”, que é o “Criança Esperança” do Reino Unido. E este ano ela é estrelada por ninguém menos que Newt Scamander. Ou melhor, o ator Eddie Redmayne, vestido como seu personagem de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. Ele passa os quase 10 minutos do vídeo tentando entrar em contato com Pudsey, o ursinho de pelúcia mascote da campanha, para fazer uma doação. Mas, graças às incompetentes telefonistas Mel e Sue (estrelas do talk show “Mel & Sue”), acaba, em vez disso, falando com diversos astros da TV britânica, do Doctor Who (Peter Capaldi) ao jurado Simon Cowell – e até a cantora americana Britney Spears, por algum motivo. No final, Pudsey estava o tempo inteiro na mala de animais fantásticos de Scamander… Confira abaixo.
Zoe Kravitz terá destaque na continuação de Animais Fantásticos e Onde Habitam
Além da ampliação da presença de Johnny Depp como o vilão Gellert Grindelwald (ou Gerardo Grindelwald, na tradução dos livros), a continuação de “Animais Fantásticos e Onde Habitam” também contará com maior destaque para Zoe Kravitz (“Divergente”), que vive a ex-namorada de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Ela apareceu brevemente no primeiro filme como alguém que partiu o coração do mago atrapalhado, mas ganhará importância maior no novo longa, permitindo ao público conhecer sua história. “Vamos apresentar Leta Lestrange no segundo filme. Ela é uma mulher complexa e confusa, e Newt ainda é completamente apaixonado por ela. Ela exerce um grande poder sobre ele. Veremos muito sobre sua personagem no segundo filme, e será trágico”, revelou o diretor David Yates, durante uma entrevista com o site CinemaBlend. Vale prestar atenção no sobrenome da personagem, que é o mesmo de Bellatrix Lestrange, braço direito do vilão Valdemort na franquia “Harry Potter”. O diretor também confirmou que Newt (Eddie Redmayne), Tina (Katherine Waterston), Queenie (Alison Sudol), Jacob (Dan Fogler) e até Credence (Ezra Miller) voltarão no próximo filme, embora não estejam garantidos em toda a franquia, que terá mais quatro filmes e estenderá sua história por duas décadas. Atualmente, a produção procura encontrar um intérprete para outro personagem importante: o jovem Alvo Dumbledore. As filmagens devem começar após o primeiro trimestre de 2017, para um lançamento em 2018.
Colin Farrell não participará da sequência de Animais Fantásticos e Onde Habitam
O ator Colin Farrell não voltará a aparecer na franquia iniciada por “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. Devido aos acontecimentos finais do primeiro filme, uma reviravolta surpreendente definiu o fim do desenvolvimento de seu personagem. Mesmo assim, muitos espectadores consideraram que ainda poderiam ver mais de Percival Graves, um dos líderes da MACUSA (Ministério de Magia dos EUA). Sem revelar um grande spoiler sobre o enredo, basta dizer que o produtor David Heyman ficou espantado por ter restado alguma dúvida. “Fiquei espantado pelo fato das pessoas não terem entendido”, ele disse, em entrevista ao site SnitchSeeker, confirmando que “não existem planos de trazer Colin Farrell de volta para a sequência”. E, não, não há maiores explicações sobre o que, de fato, aconteceu com Graves. “Não mostramos como tal coisa aconteceu, apenas inserimos na trama. E eu não sei o que houve com Graves, que realmente existiu, nem onde ele está no fim da história…”, contou, revelando mais detalhes que não podemos reproduzir sem estragar a graça de quem ainda não viu o filme, em cartaz há menos de uma semana. A continuação de “Animais Fantásticos e Onde Habitam” já iniciou sua produção, ainda que as filmagens só comecem após o primeiro trimestre de 2017, para um lançamento em 2018.
Continuações de Animais Fantásticos e Onde Habitam vão cobrir duas décadas de aventuras
A escritora J.K. Rowling divulgou uma informação importante sobre a franquia iniciada por “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. Durante uma sessão de perguntas e respostas no Twitter, a autora e roteirista do filme contou que a trama vai se estender por duas décadas. “A nossa história começa em 1926 e termina em 1945. É apenas muito grande para caber em somente um filme!”, ela contou. Os fãs de “Harry Potter” já fizeram as contas. Caso você não se lembre, o ano de 1945 marca exatamente a data em que o vilão Grindelwald (que será interprado por Johnny Depp) é capturado por Dumbledore, conforme relatam os livros de Potter. “Animais Fantásticos e Onde Habitam” estreou em 1º lugar nos cinemas dos EUA, Brasil e basicamente do mundo inteiro, e a Warner pretende realizar mais quatro sequências da produção.
Animais Fantásticos e Onde Habitam estreia em 1º lugar no Brasil
“Animais Fantásticos e Onde Habitam”, primeiro filme derivado da saga “Harry Potter”, repetiu no Brasil seu bom desempenho mundial, abrindo em 1º lugar em seu fim de semana de estreia. O longa levou mais de 1,27 milhão de pessoas aos cinemas em todo país, rendendo R$ 21,5 milhões. Com isso, o longa do “Doutor Estranho” caiu para o 2º lugar, levando 365 mil espectadores aos cinemas nacionais, em sua terceira semana em cartaz, com rendimentos de R$ 6 milhões. Em 3º vem a animação “Troll”, com 113 mil espectadores e bilheteria de R$ 1,6 milhão. Curiosamente, são os mesmos títulos e na mesma ordem do Top 3 atual da América do Norte. A quinta-feira (17/11) também teve a estreia de quatro filmes brasileiros de ficção, mas apenas um deles entrou no Top 10, “Sob Pressão”, que ficou com a nona colocação, com 16 mil espectadores e renda de R$ 280 mil. “O Pequeno Segredo” e “O Shaolin do Sertão” também se mantém na lista, respectivamente em 6º e 8º lugares.
Animais Fantásticos e Onde Habitam é o melhor prelúdio já feito por Hollywood
As sagas mais adoradas do cinema, mais cedo ou mais tarde, decidem explorar o passado de seus universos, ricos em detalhes e cheios de potencial. Um dos maiores problemas é que não sobra muito espaço para surpresas e sabemos onde tudo vai parar, nem que isso leve três filmes, como “Star Wars” fez para mostrar a transformação de Anakin Skywalker em Darth Vader. Outro ponto que costuma atrapalhar é a necessidade de conectar a trama do prelúdio quase o tempo todo com os filmes originais. Felizmente, quem assina o roteiro de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, que serve de prólogo para a franquia “Harry Potter”, é J.K. Rowling, a própria criadora de Harry e a pessoa mais indicada para contar o que de mais relevante aconteceu antes do menino bruxo descobrir seus poderes. Tendo como ponto de partida um guia fictício sobre criaturas mágicas, Rowling consegue ser sutil ao fazer uma ou outra ligação direta com os filmes, que começam em “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, e mostrar novidades de sobra para iniciar uma franquia inédita e envolvente. É verdade que seu roteiro sugere alguns mistérios que podem ligar os fatos de “Animais Fantásticos” a “Harry Potter”, mas isso deve ficar mais claro em novos filmes. Por enquanto, ainda é mais especulação – mas quanto menos você souber, melhor. A trama central acompanha a chegada do protagonista a ora belíssima, ora depressiva Nova York pós-1ª Guerra Mundial (cortesia de um mix de CGI, fotografia, direção de arte e figurinos impecáveis). Trata-se do magizoologista inglês Newt Scamander (Eddie Redmayne, finalmente em um filme que todos irão assistir), que carrega em sua mala os animais fantásticos do título. A princípio, as tramas paralelas à busca de Scamander, pelos bichos que escapam da mala, podem parecer deslocadas do filme. Mas, não se preocupe, porque você gostará de ser surpreendido: Rowling costura tudo muito bem até o ato final e ainda deixa o espectador querendo ver mais desse universo. Embora o cineasta David Yates, que dirigiu os últimos quatro “Harry Potter”, esteja à frente das câmeras, o show é verdadeiramente comandado por ela. Desta vez, com a vantagem de escrever diretamente para as telas, evitando quaisquer equívocos de adaptação e os tradicionais buracos na narrativa, que surgem na transposição de livros para o cinema. Yates segue com cacoetes de Peter Jackson, mas é o homem de confiança da escritora – e da Warner – , para traduzir em imagens a imaginação de Rowling. A escritora, por sinal, confia bastante em sua imaginação para não encher a trama com cenas de ação, lutas, correrias e explosões a cada cinco ou dez minutos. E, em vez de se repetir com outra saga de um escolhido, vai na contramão dos blockbusters atuais ao oferecer uma história de muitas camadas, até lenta para os padrões de hoje. Rowling não tem a mínima pressa para situar e envolver o espectador, que não sentirá a menor falta de Harry, Rony e Hermione na nova trama. Por vezes, seu enredo até abusa do silêncio, em influências que remetem à fase de ouro do cinema. O que leva à atuação de Eddie Redmayne, indicado duas vezes seguidas ao Oscar de Melhor Ator (vencendo por “A Teoria de Tudo”). Numa primeira impressão, é fácil acusá-lo de exagero, mas Newt é um cara solitário que cria e estuda animais do mundo bruxo. Ou seja, ele é no mínimo excêntrico. Dentro da proposta do filme, sua estranheza também reflete a forma como os americanos veem os imigrantes e os julgam sem conhecê-los de perto. Sim, Rowling tem coragem de tocar num tema polêmico: a aversão americana aos imigrantes, bem na hora em que Donald Trump vence as eleições para se tornar presidente dos EUA, com uma plataforma anti-imigração. Aliás, vale a pena reparar no diálogo sobre a melhor escola de bruxaria, numa cutucada à prepotência americana. Além de materializar esse conceito, Redmayne é o ator em cena que melhor aproveita os truques corporais do cinema mudo. Ainda assim, as atuações mais cativantes pertencem a Dan Fogler, como Jacob, o improvável amigo “trouxa” (ops, “no-maj”) e Queenie (Alison Sudol), a doçura em pessoa, que lê os pensamentos de todos ao redor. Tente não se apaixonar pelos dois. Por falar em apaixonante, a cena final é lindíssima, além de servir para J.K. Rowling ilustrar uma nova espécie de magia, a magia do cinema. Com um filme tão envolvente e uma premissa tão promissora para iniciar uma nova franquia, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” não é apenas bom entretenimento. É possivelmente o melhor prelúdio já feito por Hollywood.
Animais Fantásticos e Onde Habitam estreia em 1º lugar nos EUA
“Animais Fantástico e Onde Habitam” cumpriu a profecia da Warner e se tornou um grande sucesso. O spin-off da franquia “Harry Potter” abriu em 1º lugar com um faturamento de US$ 75 milhões em seu primeiro fim de semana na América do Norte. Em todo o mundo, o valor quase triplicou, atingindo US$ 218,3 milhões. Os valores oficializam o começo de uma nova franquia milionária, já prevista pelo estúdio para se estender por cinco filmes. Na disputa pelo encantamento do público, os novos personagens mágicos da Warner tiraram o super-herói mágico da Marvel do topo, fazendo “Doutor Estranho” diminuir seus rendimentos. Após liderar o ranking por duas semanas, o super-herói caiu para o 2º lugar com US$ 17,6 milhões. Mas já são US$ 181,5 milhões de faturamento acumulado nos EUA – e impressionantes US$ 571,5 milhões em todo o mundo. A animação musical “Trolls” fecha o Top 3 com mais magia e lucro. Os US$ 17,5 milhões da semana ajudam a totalizar US$ 116,2 milhões nos EUA e US$ 261,3 milhão na soma mundial. Apesar da fanfarra sobre “Animais Fantástico e Onde Habitam”, a estreia mais incensada pela crítica foi outra: a dramédia teen “The Edge of Seventeen”. Com 95% de aprovação da crítica, a produção indie, estrelada por Hailee Steinfeld (“A Escolha Perfeita 2”) e Woody Harrelson (“Jogos Vorazes”), estreou com US$ 4,8 milhões em 7º lugar. Detalhe: o filme custou só US$ 9 milhões, enquanto “Animais Fantástico e Onde Habitam” consumiu US$ 180 milhões para ser filmado. Infelizmente, não há previsão de lançamento deste longa no Brasil. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Animais Fantásticos e Onde Habitam Fim de semana: US$ 75 milhões Total EUA: US$ 75 milhões Total Mundo: US$ 218,3 milhões 2. Doutor Estranho Fim de semana: US$ 17,6 milhões Total EUA: US$ 181,5 milhões Total Mundo: US$ 571,5 milhões 3. Trolls Fim de semana: US$ 17,5 milhões Total EUA: US$ 116,2 milhões Total Mundo: US$ 261,3 milhão 4. A Chegada Fim de semana: US$ 11,8 milhões Total EUA: US$ 43,3 milhões Total Mundo: US$ 54,2 milhões 5. Almost Christmas Fim de semana: US$ 10,7 milhões Total EUA: US$ 25,4 milhões Total Mundo: US$ 25,4 milhões 6. Até o Último Homem Fim de semana: US$ 4,5 milhões Total EUA: US$ 77,7 milhões Total Mundo: US$ 128,6 milhões 7. The Edge of Seventeen Fim de semana: US$ 4,8 milhões Total EUA: US$ 4,8 milhões Total Mundo: US$ 4,8 milhões 8. Sangue pela Glória Fim de semana: US$ 2,3 milhões Total EUA: US$ 2,3 milhões Total Mundo: US$ 2,3 milhões 9. O Contador Fim de semana: US$ 2,1 milhões Total EUA: US$ 81,2 milhões Total Mundo: US$ 138,5 milhões 10. Refém do Medo Fim de semana: US$ 1,6 milhão Total EUA: US$ 6 milhões Total Mundo: US$ 6 milhões
Animais Fantásticos e Onde Habitam: Eddie Redmayne revela como serão os próximos títulos da franquia
Os próximos filmes da franquia “Animais Fantásticos e Onde Habitam” não deverão se chamar “Animais Fantásticos e Onde Habitam 2”, “3”, etc. Segundo o ator Eddie Redmayne, intérprete do protagonista Newt Scamander, os títulos serão mais elaborados. “Fiz essa pergunta a David Yates [o diretor] e David Heyman [o produtor] ontem mesmo e eles disseram que ‘Animais Fantásticos e’ será mantido, mas mudará sempre a parte final”, ele revelou, durante uma rodada de entrevistas coletivas. Sendo assim, a franquia seguirá o mesmo padrão da franquia “Harry Potter”. A roteirista J.K. Rowling anunciou que pretende transformar “Animais Fantásticos e Onde Habitam” numa franquia de cinco filmes. Ela já entregou o roteiro da segunda aventura, que levará os personagens para o Reino Unido e Paris, mostrará o jovem Dumbledore em guerra contra Grindelwald (Johnny Depp) e será novamente comandado por David Yates, que planeja filmar todos os cinco longa-metragens. A estreia do segundo filme está marcada para 2018.
Animais Fantásticos e Onde Habitam domina os cinemas em semana com muitas opções
A programação desta quinta-feira (17/11) registra nada menos que 13 estreias nos cinemas. Mas parece que há só uma, “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, que monopoliza as salas dos shopping centers. A Warner já tinha definido que a produção seria um sucesso antes do lançamento, planejando nada menos que cinco filmes na franquia, e para confirmar tratou de colocá-la no maior número possível de cinemas, de modo a garantir uma grande bilheteria. Nos EUA, chega em mais de 4 mil salas. O Brasil mal possui 3 mil salas em todo seu território. Com a estreia, é possível ver porque o estúdio estava tão confiante. “Animais Fantásticos e Onde Habitam” é belíssimo, com efeitos visuais de encher os olhos, e possui uma trama mais sombria que as prévias permitiam ver. Trata-se de entretenimento de qualidade, capaz de agradar até aos críticos mais exigentes – 83% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas o que não faltam são boas alternativas. O circuito limitado até parece uma mostra de cinema nesta semana, com diversas produções do circuito dos festivais, algumas inclusive “adiantadas” na Mostra de São Paulo e no Festival do Rio. O principal destaque é “Elle”, volta do holandês Paul Verhoeven ao suspense sexual, 24 anos após o icônico “Instinto Selvagem” (1992). Exibido no Festival de Cannes, o filme chocou sensibilidades com cenas fortes do estupro de Isabelle Huppert, mas também superou expectativas com sua narrativa complexa. O fato de ser uma porrada não impediu a França de escolhê-lo como seu representante na busca por uma indicação no Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Também exibido em Cannes, “Depois da Tempestade” é o novo melodrama do japonês Hirokazu Koreeda. Assim como o premiado “Pais e Filhos” (2013), o filme lida com problemas de relacionamento entre, bem, pais e filhos. Desta vez, porém, a família já surge separada pelo divórcio e a desilusão. O título alude ao evento capaz de permitir uma espécie de reconciliação, além de evidenciar uma metáfora. Outro lançamento japonês, “Creepy” marca a volta de Kiyoshi Kurosawa aos temas sombrios, especialmente ao clima de seu clássico de terror “A Cura” (1997). Mas, ainda que tenha rendido o prêmio de Melhor Direção no festival canadense Fantasia, a história muito lenta do vizinho estranho, que pode ou não ser um psicopata, tem poucas novidades (veja-se “Paranóia”). Mais intrigante, “As Confissões”, do italiano Roberto Andò, gira em torno da morte misteriosa do representante de uma potência econômica durante um encontro do G8 (os oito países mais ricos do mundo), e o monge que, horas antes, ouviu sua última confissão. Com excelente elenco internacional, liderado por Toni Servillo (“A Grande Beleza”), Daniel Auteuil (“Caché”), Connie Nielsen (“Ninfomaníaca”), Lambert Wilson (“Homens e Deuses”) e Togo Igawa (“47 Ronins”), foi premiado no Festival de Karlovy Vary. A produção internacional mais fraca da semana vem, claro, de Hollywood. O western “Um Estado de Liberdade” foi um dos maiores fracassos do ano nos EUA. Custou US$ 50 milhões e rendeu apenas US$ 20,8 milhões, apesar de estrelado por Matthew McConaughey (vencedor do Oscar por “Clube de Compra Dallas”). A história do fazendeiro branco bonzinho que luta para libertar escravos negros simplesmente não desceu bem com o público que, em 2016, também teve acesso a “O Nascimento de uma Nação”. Os demais lançamentos, nada menos que sete longa-metragens, são produções nacionais. Mais impressionante ainda é o fato de nenhum deles ser comédia. “BR 716” foi o grande vencedor do Festival de Gramado. Dirigido pelo veterano Domingos de Oliveira em preto e branco, o drama resgata memórias de juventude, na véspera do golpe militar de 1964. O título se refere ao endereço do prédio na rua Barata Ribeiro, em que Oliveira morava no Rio, enquanto sonhava em virar escritor ou cineasta, e de onde se despediu com uma grande festa, no dia em que o Brasil virou uma ditadura. O bom elenco inclui Caio Blat (“Califórnia”) como alter-ego do cineasta, Sophie Charlotte (“Reza a Lenda”), Pedro Cardoso (série “Grande Família”) e Maria Ribeiro (“Tropa de Elite”) “Sob Pressão” lembra mais o piloto de uma série. Por sinal, o diretor Andrucha Waddington tem feito muita TV, entre um e outro “O Penetras”. A trama de episódio de série médica acompanha o fim de um plantão num hospital público, em que chegam ao mesmo tempo e gravemente feridos um bandido, um policial e uma criança, e a equipe precisa decidir quem salvar primeiro, nas condições precárias da unidade hospitalar de periferia. O elenco destaca Julio Andrade (“Gonzaga: De Pai pra Filho”), premiado como Melhor Ator no Festival do Rio. Por coincidência, ele ainda estrela outro lançamento, “Maresia”, pelo qual também foi premiado em 2016, desta vez no Festival Cine Ceará. No longa de Marcos Guttmann (Melhor Diretor no Cine Ceará), Julio vive dois personagens, tanto um expert em pinturas quanto o alvo de sua obsessão, um pintor que morreu afogado há 50 anos. O surgimento de uma pintura desconhecida e um antigo amigo do morto fazem com que o especialista questione tudo o que sabia sobre o artista. Com o menor orçamento da semana (R$ 180 mil), “O Amor de Catarina” tem como chamariz a popularidade da humorista youtuber Kéfera Buchmann (“É Fada”), que estreia em tom dramático, entre muitas lágrimas e caretas infelizes. No filme metalinguístico de Gil Baroni (“Cantoras do Rádio – O Filme”), ela vive a estrela de uma novela, que sofre de amores diante do olhar de Rose (Greice Barros, mais conhecida do teatro), uma mulher que parece não fazer mais nada na vida além de ver TV e que, claro, está sendo traída pelo marido. A programação ainda inclui, em circuito limitadíssimo, três documentários: “Coragem”, sobre um músico brasileiro que sai da favela para o mundo erudito internacional, “Marias”, sobre a adoração à Santa Maria em diferentes culturas latinas, e “O Mestre e o Divino”, sobre um padre e um índio que se tornaram cineastas para registrar o cotidiano de uma aldeia xavante. Este último foi premiado como Melhor Documentário no Festival de Brasília em 2013. Clique nos títulos de cada filme para ver seus trailers.
Animais Fantásticos e Onde Habitam: David Yates vai dirigir todos os cinco filmes da franquia
Depois de dirigir quatro filmes da franquia “Harry Potter”, o cineasta David Yates confirmou que fechou contrato para dirigir os cinco longas que estendem a saga a partir de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. “Eu amo fazer os filmes e tenho uma grande equipe. É igual a uma família”, declarou Yates, ao dar a notícia à revista Variety. Segundo o diretor, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” possui uma atmosfera diferente de “Harry Potter”, muito mais assustadora, semelhante a um sonho. Os méritos seriam da escritora J.K Rowling, criadora de “Harry Potter”, que estreia como roteirista de cinema na nova produção. “O que ela faz é muito interessante: ela nunca se repete”, elogiou o diretor. Embora “Animais Fantásticos e Onde Habitam” ainda não tenha estreado, ele já está trabalhando na pré-produção de sua continuação, que será ambientada em Paris, na França, e Watford, na Inglaterra. A produção vai incluir uma versão jovem de Albus Dumbledore e abordar o fato de o personagem ser gay, num provável envolvimento com o personagem de Johnny Depp, o vilão Gellert Grindelwald (ou Gerardo Grindelwald, na tradução dos livros). “Animais Fantásticos e Onde Habitam” estreia nesta quinta-feira (17/11). E a Warner deve ter projeções espetaculares – ou muita confiança – para garantir a franquia antes de ver os resultados da bilheteria.
Animais Fantásticos e Onde Habitam: Continuação abordará homossexualidade de Dumbledore
“Animais Fantásticos e Onde Habitam”, novo filme do universo de “Harry Potter”, ainda não estreou, mas sua equipe criativa não para de falar da sequência. Depois de adiantar que a versão jovem de Dumbledore estará no próximo filme, J.K. Rowling, autora dos livros, insinuou que pretende explorar a sexualidade do futuro diretor de Hogwarts. Embora sua homossexualidade não fosse discutida nos livros e filmes, Rowling revelou, num evento de fãs em 2007, que Dumbledore era gay. E ao ser questionada se isso seria abordado em “Animais Fantásticos 2”, a escritora saiu pela tangente. “É uma história com cinco partes, então obviamente há muito para desenvolver”, ela afirmou, segundo o site da revista Variety, referindo-se a seu plano de lançar uma franquia de cinco filmes. “Vocês vão ver um Dumbledore mais jovem, e um jovem bem problemático, porque ele sempre foi muito inteligente, mas nem sempre foi o bruxo que conhecemos. Vamos ver o que acho que foi um período crucial de formação na vida dele”, explicou. “Em relação à sexualidade dele, esperem e verão”, concluiu. Quando a autora revelou a homossexualidade de Dumbledore, foi bem mais direta, contando na ocasião que ele havia sido apaixonado por Gellert Grindelwald, um bruxo das trevas que foi seu amigo na juventude. Infelizmente, os dois tomaram caminhos opostos e Dumbledore precisou enfrentar Grindewald em um duelo lendário. Na nova franquia, o bruxo das trevas será interpretado por Johnny Depp. “Animais Fantásticos e Onde Habitam” é a estreia de Rowling como roteirista e acompanha Newt Scamander (Eddie Redmayne), um especialista inglês em criaturas mágicas que chega a Nova York depois de uma exploração pelo mundo, mas a fuga de alguns de seus animais causa o caos na cidade. A direção é de David Yates, que comandou os quatro últimos filmes de Harry Potter, e a estreia está marcada para quinta-feira (17/11).
Animais Fantásticos e Onde Habitam: Veja sete cenas do filme com os bichos do título
A Warner divulgou mais sete cenas inéditas de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, que apresentam algumas das criaturas do título. O bicho mais interessante é o Niffler, uma espécie de mistura de toupeira com pato, que assalta joalherias e bancos em busca de coisas brilhantes, e rende as duas cenas mais engraçadas da seleção. O novo filme é uma espécie de prólogo de “Harry Potter” e marca a estreia da escritora J.K. Rowling, que criou o menino bruxo, como roteirista de cinema. A história gira em torno de Newt Scamander (vivido por Eddie Redmayne, de “A Garota Dinamarquesa”), um mago britânico de Hogwarts que chega a Nova York em 1928 com uma mala repleta de criaturas mágicas. O elenco também inclui Katherine Waterston (“Vício Inerente”), Dan Fogler (série “Secrets and Lies”), Alison Sudol (série “Dig”), Colin Farrell (série “True Detective”), Ezra Miller (o Flash da “Liga da Justiça”) e uma participação especial de Johnny Depp (“Alice Através do Espelho”). Com direção de David Yates, responsável pelos quatro últimos filmes de “Harry Potter”, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” estreia em 17 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.











