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    Procurando Dory estreia no Brasil em mais de mil salas

    30 de junho de 2016 /

    “Procurando Dory” é o blockbuster da semana. A animação da Disney/Pixar estreia nesta quinta (30/6) em 1.106 telas, sendo 692 em 3D e 12 do circuito IMAX. Após ajudar no reencontro entre Nemo e seu pai em “Procurando Nemo” (2003), Dory decide buscar sua própria família e, em sua jornada, acaba nas perigosas mãos de humanos. No meio do caminho, já bateu recordes, tornando-se a maior estreia de uma produção animada nos EUA, com nada menos que 94% de aprovação da crítica, no levantamento do site Rotten Tomatoes. A comédia brasileira “Porta dos Fundos – Contrato Vitalício” é a segunda maior estreia da semana, chegando a 515 salas para mostrar que as distribuidoras nacionais ainda acreditam na viabilidade comercial do besteirol. Com direção de Ian SBF (“Entre Abelhas”) e roteiro de Fábio Porchat e Gabriel Esteves (série “O Grande Gonzalez”), o primeiro longa com o nome do canal do YouTube Porta dos Fundos tem premissa mais intrigante que sua realização. A trama gira em torno de um ator (Porchat) que, entusiasmado com a vitória de um amigo diretor (Gregório Duvivier) num festival internacional de cinema, assina um contrato vitalício para participar de todos os seus filmes. Mas o diretor some naquela mesma noite e, ao voltar dez anos depois dizendo que foi abduzido por “alienígenas do centro da Terra”, quer transformar a saga de seu sumiço num longa. A esta altura, o ator já é famoso e busca saídas para evitar cumprir o contrato que pode acabar com sua carreira. Com metade das salas de cinema de todo o país ocupada por esses dois lançamentos, sobraram uma dúzia telas para as demais estreias. A maior delas abrange 7 salas, espalhadas por quatro capitais, enquanto as demais lutam por salas em São Paulo e no Rio. O maior entre os pequenos é o italiano “Incompreendida”, terceiro longa dirigido pela atriz Asia Argento (“Triplo X”), filha do lendário cineasta Dario Argento (“Suspiria”), que se baseou em memórias de sua juventude para contar a história de uma adolescente que se rebela contra a família no ambiente boêmio dos anos 1980. Sua amiga Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”) interpreta a mãe. E, além de dirigir, Asia ainda escreveu o roteiro com Barbara Alberti (“Um Sonho de Amor”) e compôs a trilha sonora (tocada por integrantes da banda Locust). Completam a programação de estreias dois documentários brasileiros, “A Morte de J.P. Cuenca”, que investiga o roubo da identidade do escritor João Paulo Cuenca, com direção do próprio, e “Futuro Junho”, que acompanha as manifestações na véspera da Copa do Mundo de 2014 em São Paulo e rendeu à cineasta Maria Augusta Ramos (“Juízo”) o troféu de Melhor Direção no Festival do Rio. Além destes filmes, dois lançamentos da semana passada ampliam seu circuito: a coprodução Brasil-Portugal “Estive em Lisboa e Lembrei de Você” chega a oito telas em sete cidades diferentes, e o francês “Nós ou Nada em Paris” alcança 15 salas no país.

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  • Música

    Trolls: Animação dos bonecos de cabelo arrepiado ganha primeiro trailer

    29 de junho de 2016 /

    A Fox divulgou o primeiro trailer completo da animação “Trolls”, em versão dublada e legendada, após um teaser inicial que só mostrava os personagens dançando. A nova prévia apresenta os dois protagonistas, o mau-humorado Tronco (Branch, em inglês) e a insanamente feliz Poppy, líder dos trolls, que é cor-de-rosa e nunca enfrentou um problema de verdade, até a vila das criaturinhas ser atacada por um gigante e feioso Berguen. O filme deve explicar melhor, mas a premissa básica é que os dois personagens opostos precisam se unir para derrotar o inimigo e salvar o resto dos trolls. O vídeo também destaca uma música de Justin Timberlake, que produz a trilha e dubla o protagonista Tronco. Produção da DreamWorks Animation, o filme leva para os cinemas aqueles bonecos de cabelos arrepiados que viraram febre nos anos 1960 e tiveram um grande revival há 20 anos. Seu criador, o lenhador dinamarquês Thomas Dam, concebeu os bichos feios como presente para sua filhinha em 1959, batizando-os de Trolls. Concebido como uma animação musical, “Trolls” ainda traz as vozes originais de Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”), Zooey Deschanel (série “New Girl”), Gwen Stefani (“O Aviador”), James Corden (“Caminhos da Floresta”), Russell Brand (“Rock of Ages”), Kunal Nayyar (série “The Big Bang Theory”), Ron Funches (“O Durão”) e da dupla Icona Pop. Com roteiro de Erica Rivinoja (“Tá Chovendo Hambúrguer 2”) e direção da dupla Mike Mitchell (“Alvin e os Esquilos 3”) e Walt Dohrn (roteirista de “Shrek 2”), a animação estreia em 27 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos cinemas americanos.

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  • Filme

    Moana: Forma roliça de personagem animado cria polêmica na Polinésia

    27 de junho de 2016 /

    A animação “Moana”, próximo lançamento do gênero da Disney, está rendendo polêmica na Polinésia. Tudo graças às forças roliças de um de seus personagens centrais, o semideus Maui. “Esse estereótipo de Maui é inaceitável”, escreveu um deputada de Tonga em seu Facebook, descrevendo o Maui da Disney como metade porco e metade hipopótamo. Eliota Fuimaono Sapolu, um jogador de rugby samoano, também manifestou seu desagrado dizendo que essa é a maneira como homens brancos veem os polinésios. E Will Llolahia, da Associação de Mísoca das Ilhas do Pacífico, acusa a versão da Disney de contrariar os esforços de criação dos mitos do Pacífico. “Nas histórias proferidas, Maui tem sido criado como uma pessoa de força, de magnitude e natureza divinas”. No entanto, há quem discorde de que a imagem de Maui seja estereotipada. Isoa Kavakimoto, da Nova Zelândia, define-se como um cara grande e fez um vídeo para o YouTube para dizer que discorda das críticas. “Ele não parece gordo para mim, ele parece um homem com grande potência capaz de fazer trabalhos extraordinários”. Segundo os dados da Organização Mundial da Saúde de 2014, as ilhas dos Pacífico estão entre as nações com mais obesos do mundo, o que poderia ter influenciado a criação do personagem. No filme, Maui será dublado pelo astro Dwayne Johnson (franquia “Velozes e Furiosos”), que é descendente de samoanos. “Moana” tem direção de John Musker e Ron Clements (responsáveis por “A Pequena Sereia”, “Aladdin”, “Hércules” e “A Princesa e o Sapo”). E entre os roteiristas creditados, está Taika Waititi, que se prepara para dirigir “Thor 3: Ragnarok”. A estreia está marcada para 5 de janeiro no Brasil, mais de 40 dias após o lançamento nos EUA, previsto para 22 de novembro.

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  • Filme

    Brasileira Thaila Ayala vai estrelar filme do Pica-Pau

    27 de junho de 2016 /

    A modelo e atriz brasileira Thaila Ayala (novela “Malhação”) vai participar do filme “Woody Woodpecker”, baseado na famosa animação “Pica-Pau”. Ela anunciou a novidade ao compartilhar a capa do roteiro com seus seguidores no Instagram. Thaila tem publicado registros em que aparece no Lynn Canyon Park, no Canadá, provavelmente para as filmagens. Após protagonizar “Malhação” em 2007, ela voltou a ter algum destaque na novela “Caminho das Índias” (2009) e na 3ª temporada da série “As Canalhas”, exibida no ano passado no GNT. Desde então, ela se mudou para Nova York e vem investindo na carreira internacional, onde já filmou dois longas ainda inéditos: “Zeroville” ao lado de James Franco e Seth Rogen (ambos de “A Entrevista”), e “The Long Home”, com Josh Hutcherson (“Jogos Vorazes”). Produzido pela Universal, “Woody Woodpecker” vai misturar atores e animação. Apenas o Pica-Pau será animado. Sem maiores informações, a produção está sendo desenvolvido por uma equipe especializada em continuações de baixo orçamento para o mercado de home video (lançamentos direto em DVD), o que pode indicar o rumo do projeto. O diretor Alex Zamm e o roteirista William Robertson trabalharam juntos em três vídeos do gênero: “Inspetor Bugiganga 2” (2003), “Um Herói de Brinquedo 2” (2014) e “Os Batutinhas: Uma Nova Aventura” (2014). A capa do roteiro também indica que o texto foi reescrito por Paul A. Kaplan e Mark Torgove, que trabalharam juntos em séries de comédia dos anos 2000, como “Spin City”, “Just Shoot Me” e “George Lopez”. Ainda não há data de lançamento confirmada. Day 2 WOODY WOODPECKER ?? #movie #newJob #picaPau #univeral #cinema Uma foto publicada por Thaila Ayala (@thailaayala) em Jun 21, 2016 às 7:19 PDT

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    Bilheterias: Procurando Dory nem nota Independence Day nos EUA

    26 de junho de 2016 /

    A animação “Procurando Dory” não teve dificuldades em manter sua liderança nas bilheterias, em seu segundo fim de semana em cartaz nos cinemas dos Estados Unidos. A produção da Disney/Pixar arrecadou US$ 73,2 milhões, ficando muito à frente do 2º lugar, ocupado pela estreia de “Independence Day: O Ressurgimento”, que fez US$ 41,6 milhões. A sequência de “Procurando Nemo” (2003) teve uma queda de apenas 46% em relação à bilheteria de sua estreia, garantindo assim o segundo melhor fim de semana de uma animação nos EUA em todos os tempos. Nos dez dias em que está em exibição, o filme já somou US$ 285,6 milhões no mercado doméstico. Em todo o mundo, o valor alcança US$ 396,8 milhões. A continuação de “Independence Day” (1996), por sua vez, fez menos que o esperado. As estimativas apontavam que renderia ao menos US$ 50 milhões em seu primeiro fim de semana, igualando-se ao desempenho do filme original, mas o resultado acabou frustrando o estúdio 20th Century Fox. Para completar, as críticas foram, em sua grande maioria, negativas, resultando em apenas 33% de aprovação na média tabulada pelo site Rotten Tomatoes. Novamente dirigido por Roland Emmerich, o longa custou US$ 165 milhões, por isso necessita de uma boa performance nas bilheterias internacionais para se pagar. Por enquanto, o rendimento mundial está em US$ 143 milhões. Seu consolo é que faturou em três dias quase tudo o que “Warcraft” conseguiu somar em três semanas nos EUA. O fracasso do estúdio Universal já até saiu do Top 10, em 16 dias. As outras duas estreias da semana tiveram desempenhos diferentes. O suspense “Águas Rasas”, em que Blake Lively enfrenta um tubarão, arrecadou acima do esperado: US$ 16 milhões. Filmado por US$ 17 milhões, a produção ocupou o 4º lugar e deve dar lucro rapidamente, apenas com o faturamento doméstico. Para ajudar, a crítica adorou (74% de aprovação). Já “Free State of Jones” não se deu bem. O drama escravagista estrelado por Matthew McConaughey, como líder de uma rebelião contra os Estados Confederados no século 19, fez somente US$ 7,8 milhões. É valor de produção indie modesta. Entretanto, custou US$ 50 milhões de produção e, tudo indica, dará prejuízo sem conseguir nem mesmo prestígio, com 40% de aprovação no site Rotten Tomatoes. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Procurando Dory Fim de semana: US$ 73,2 milhões Total EUA: US$ 286,5 milhões Total Mundo: US$ 396,8 milhões 2. Independence Day: O Ressurgimento Fim de semana: US$ 41,6 milhões Total EUA: US$ 41,6 milhões Total Mundo: US$ 143 milhões 3. Um Espião e Meio Fim de semana: US$ 18,3 milhões Total EUA: US$ 69,3 milhões Total Mundo: US$ 83,6 milhões 4. Águas Rasas Fim de semana: US$ 16,7 milhões Total EUA: US$ 16,7 milhões Total Mundo: US$ 16,7 milhões 5. Free State of Jones Fim de semana: US$ 7,7 milhões Total EUA: US$ 7,7 milhões Total Mundo: US$ 7,7 milhões 6. Invocação do Mal 2 Fim de semana: US$ 7,7 milhões Total EUA: US$ 86,9 milhões Total Mundo: US$ 242,9 milhões 7. Truque de Mestre: O 2º Ato Fim de semana: US$ 5,6 milhões Total EUA: US$ 52 milhões Total Mundo: US$ 159,7 milhões 8. X-Men: Apocalipse Fim de semana: US$ 2,5 milhões Total EUA: US$ 151,1 milhões Total Mundo: US$ 523,8 milhões 9. As Tartarugas Ninja – Fora das Sombras Fim de semana: US$ 2,4 milhões Total EUA: US$ 77,1 milhões Total Mundo: US$ 153,9 milhões 10. Alice Através do Espelho Fim de semana: US$ 2,1 milhões Total EUA: US$ 74,5 milhões Total Mundo: US$ 249 milhões

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  • Série

    Série animada Archer é renovada por mais três temporadas

    26 de junho de 2016 /

    O canal pago americano FX renovou a série animada de comédia “Archer” para mais três temporadas. Isto garante a atração no ar até seu décimo ano de produção, previsto para 2019. É a segunda vez que o FX encomenda episódios da produção por atacado. Em 2014, a série foi renovada por duas temporadas de uma vez. A 7ª e última temporada do pacote se encerrou em 2 de junho. Paródia hilária de séries e filmes clássicos de espionagem, “Archer” é uma criação de Adam Reed, que ficou conhecido pela paródia animada “Laboratório Submarino 2021”, sátira de um desenho clássico de 1972. A série acompanha o espião Sterling Archer, que atende pelo codinome nada másculo de Duquesa e trabalha para sua dominadora mãe e chefe, Malory, numa agência de espionagem internacional. O elenco de dublagem original destaca H. Jon Benjamin (série “Master of None”) como a voz de Archer, Jessica Walter (série “Arrested Development”) como Malory, Aisha Tyler (série “Criminal Minds”) como a sexy espiã negra Lana Kane e Judy Greer (“Homem-Formiga”) como a sexy secretária da agência secreta Cheryl Tunt.

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  • Filme

    Frozen: Animação vai ganhar derivado em formato Lego

    23 de junho de 2016 /

    A Disney divulgou as duas primeiras fotos de “Frozen Northern Lights”, uma nova produção derivada da animação “Frozen – Uma Aventura Congelante” (2013), com os personagens em formato LEGO. A obra deve virar um especial de TV, que será exibido ainda neste ano no Disney Channel norte-americano. A atração acompanha o grupo de amigos visto no desenho original em uma épica jornada ao lado de um novo personagem: Little Rock. O objetivo desta vez será restaurar o brilho da aurora boreal, um belo fenômeno natural que ocorre nos locais mais frios do planeta. A produção voltará a contar com Kristen Bell, Idina Menzel, Josh Gad e Jonathan Groff como as vozes originais de Anna, Elsa, Olaf e Kristoff. Além da animação, o projeto inclui um livro, “Frozen Northern Lights: Journey to the Lights”, que será publicado em julho nos Estados Unidos. “Frozen” também vai ganhar em breve uma continuação oficial nos cinemas, além de um musical de teatro na Broadway.

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  • Filme

    Cegonhas: Trailer dublado da animação abusa da fofurice

    19 de junho de 2016 /

    A Warner divulgou o trailer dublado e uma coleção de pôsteres com os personagens da animação “Cegonhas: A História que Não Te Contam”, que acompanha uma aventura dos tempos em que as cegonhas entregavam bebês. Como a prévia explica, elas agora estão no negócio de entregas de celular de última geração. Mas um bebê misterioso acaba chegando no ninho, quer dizer, no depósito das mercadorias, e uma jovem órfã ruiva, que nenhuma cegonha entregou, convence o herdeiro do negócio cegonhez a retomar o hábito perdido e encontrar uma família para o pequeno pacote babão. Um detalhe que deve agradar as crianças e irritar os adultos é que a maioria das piadas exalta como o bebê é fofo. Em todo o vídeo, ele tampouco chora nem suja as fraldas – “cheira à flores”, diz um lobo. Por ironia, esta singela premissa veio da mente de um adulto especialista em piadas sexuais, Nicholas Stoller, roteirista de “Sex Tape: Perdido na Nuvem” e diretor de “Vizinhos” (ambos de 2014), que acumula as duas funções no novo trabalho. Claro, Stoller também escreveu os recentes filmes dos “Muppets”, provando sua versatilidade. Em sua primeira animação, ele divide a direção com Doug Sweetland, animador experiente da Pixar – trabalhou em “Toy Story” (1999), “Procurando Nemo” (2003) e “Os Incríveis” (2004). A produção, por sua vez, está a cargo de uma dupla especialista em bom-humor animado, Phil Lord e Christopher Miller, os diretores de “Tá Chovendo Hambúrguer” (2009) e “Uma Aventura Lego” (2014). Ainda que não sejam ouvidas no Brasil, as dublagens originais são de Andy Samberg (série “Brooklyn Nine-Nine”), Kelsey Grammer (“Transformers: A Era da Extinção”), Katie Crown (“Dakota”), Ty Burrel (série “Modern Family”) e Jennifer Aniston (“Família do Bagulho”), que pode ter se entusiasmado e encomendado seu próprio bebê para a cegonha. A estreia está marcada para 22 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Procurando Dory tem maior estreia da história da animação nos EUA

    19 de junho de 2016 /

    A estreia de “Procurando Dory” fez história. Com US$ 136,1 milhões arrecadados em seu primeiro fim de semana, a produção da Disney/Pixar se tornou a maior estreia da história da animação nos EUA. Este já é o terceiro recorde da produção, que foi lançada com as maiores arrecadações de pré-estreia e primeiro dia de exibição de um filme animado no país. O sucesso de “Procurando Dory” representa a maior estreia da Pixar (a frente de “Toy Story 3”, que abriu com US$ 110,3 milhões em 2010) e o maior lançamento da história da animação, ultrapassando os US$ 121,6 milhões conquistados por “Shrek Terceiro” em 2007. O filme ainda arrancou críticas extremamente favoráveis (95% de aprovação no site Rotten Tomatoes) e agradou ao público em cheio, com nota A na pesquisa de satisfação do CinemaScore, provando que não teve sua popularidade afetada pela pseudo polêmica de apresentar um casal lésbico como figurantes. Se chegaram a organizar boicote, como ameaçaram, os grupos conservadores foram desarmados pela tolerância democrática do século 21. Nunca é demais lembrar que a dubladora original de Dory é a apresentadora Ellen DeGeneres, assumidamente lésbica e uma das personalidades mais populares dos EUA. A estreia no Brasil acontece em duas semanas, no dia 30 de junho. Com mais de US$ 100 milhões de diferença, o 2º lugar foi ocupado por outra estreia do fim de semana, a comédia “Um Espião e Meio”, que junta o astro de ação Dwayne Johnson (franquia “Velozes e Furiosos”) e o comediante Kevin Hart (“Policial em Apuros”). Rendeu US$ 34,5 milhões, valor similar ao que rendeu o 1º lugar às “Tartarugas Ninja” há duas semanas, e superior ao melhor desempenho da superprodução “Alice Através do Espelho”. A crítica achou graça (66% de aprovação), o público deu nota A-, mas os brasileiros vão demorar para poder conferir. A estreia nacional está marcada apenas para 1 de setembro, quando o Blu-ray importado já estará disseminado na internet. Duas marcas importantes também foram registradas por produções que estão há mais tempo em cartaz: “X-Men: Apocalipse” superou os US$ 500 milhões de arrecadação mundial e “Capitão América: Guerra Civil” atingiu US$ 400 milhões de arrecadação doméstica. Para dar dimensão ao feito de “Capitão América”, vale observar que em 2011 e 2014, para citar períodos da presente década, nenhum filme se aproximou dessa meta nas bilheterias dos EUA. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Procurando Dory Fim de semana: US$ 136,1 milhões Total EUA: US$ 136,1 milhões Total Mundo: US$ 186,1 milhões 2. Um Espião e Meio Fim de semana: US$ 34,5 milhões Total EUA: US$ 34,5 milhões Total Mundo: US$ 41,3 milhão 3. Invocação do Mal 2 Fim de semana: US$ 15,5 milhões Total EUA: US$ 71,7 milhões Total Mundo: US$ 187,9 milhões 4. Truque de Mestre: O 2º Ato Fim de semana: US$ 9,6 milhões Total EUA: US$ 41,3 milhão Total Mundo: US$ 91 milhões 5. Warcraft Fim de semana: US$ 6,5 milhões Total EUA: US$ 37,7 milhões Total Mundo: US$ 377,6 milhões 6. X-Men: Apocalipse Fim de semana: US$ 5,2 milhões Total EUA: US$ 146 milhões Total Mundo: US$ 510,1 milhões 7. As Tartarugas Ninja – Fora das Sombras Fim de semana: US$ 5,2 milhões Total EUA: US$ 71,9 milhões Total Mundo: US$ 142,7 milhões 8. Como Eu Era Antes de Você Fim de semana: US$ 4,1 milhões Total EUA: US$ 46,3 milhões Total Mundo: US$ 82,3 milhões 9. Alice Através do Espelho Fim de semana: US$ 3,6 milhões Total EUA: US$ 69,3 milhões Total Mundo: US$ 236 milhões 10. Capitão América: Guerra Civil Fim de semana: US$ 2,2 milhões Total EUA: US$ 401,2 milhões Total Mundo: US$ 1,1 bilhão

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    Procurando Dory bate novo recorde nos EUA

    18 de junho de 2016 /

    “Procurando Dory”, que estreou oficialmente na sexta-feira (17/6) nos Estados Unidos, já estabeleceu seu segundo recorde de faturamento. Um dia após registrar a maior pré-estreia de uma animação, colocou nos livros de recordes outra marca histórica. Ao faturar US$ 54,95 milhões com as exibições de sexta-feira em 4.305 cinemas, a produção da Disney/Pixar celebrou a maior abertura de um longa animado em todos os tempos, além da maior arrecadação do gênero num único dia de exibição nos EUA. O valor deixa bem para trás o antigo recordista, “Shrek Terceiro”, que fez US$ 47 milhões em seu dia de estreia em 2007. Segundo o site Deadline, a expectativa agora é de novo recorde com a soma dos três dias do primeiro fim de semana, que deve consagrar o lançamento não apenas como a maior estreia da Pixar (a frente de “Toy Story 3”, que abriu com US$ 110,3 milhões em 2010) como da história da animação, caso ultrapasse os US$ 121,6 milhões de “Shrek Terceiro”. Enquanto isso, o público brasileiro ainda terá que esperar duas semanas para ver o filme, que só chega por aqui no dia 30 de junho.

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    Procurando Dory bate recorde de faturamento em pré-estreia nos EUA

    17 de junho de 2016 /

    “Procurando Dory” arrecadou US$ 9,2 milhões na quinta-feira (16/6) e bateu o recorde de maior faturamento numa pré-estreia americana de animação, apurou o site Box Office Mojo. A marca anterior pertencia a “Minions”, que faturou US$ 6,2 milhões no ano passado. O recorde, porém, tem uma ressalva. Até recentemente, as pré-estreias ocorriam apenas com sessões à meia-noite nos EUA, mas, com o aumento de lançamentos para menores, as exibições têm acontecido mais cedo para possibilitar a ida das crianças às salas de exibição. Isto também rende um número maior de ingressos vendidos. Assim como aconteceu com “Minions”, a expectativa é que a nova animação da Pixar ultrapasse os US$ 100 milhões no seu fim de semana de estreia. A dúvida é se irá bater o recorde de bilheteria do próprio estúdio, fixado por “Toy Story 3”, que abriu com US$ 110,3 milhões em 2010.

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    Festival de Annecy exibe quatro curtas animados brasileiros

    15 de junho de 2016 /

    Considerado o “Cannes da animação”, o Festival de Annecy iniciou nesta semana sua edição 2016 com quatro curtas-metragens brasileiros na programação. O maior destaque pertence a “Caminho dos Gigantes”, de Alois Di Leo, que participa da competição oficial. O filme acompanha as descobertas de uma índia durante um passeio pela selva e marca a volta do país à principal seleção. “O Mundo do Autismo”, de Guilherme Marcondes, aparece na categoria de filmes encomendados, com uma história sobre um menino que só começa a falar aos quatro anos. Na categoria de melhor telefilme, “Puerto Papel – Amor de Papel”, de Alvaro Ceppi e Hugo Covarrubias, conta a história de Matilda, que acorda com poderes novos a cada dia e passa por aventuras na fictícia cidade de Puerto Papel. Por último, na categoria dedicada a filmes de conclusão de curso, “A Man Called Man”, de Guy Gomes Charnaux Rocha, coproduzido no Canadá, conta uma história familiar por meio de referências a filmes de faroestes. O cinema brasileiro esteve ausente do festival na edição do ano passado, após vencer a competição de Melhor Filme de Animação por dois anos consecutivos, com os longas “Uma História de Amor e Fúria” (2013), de Luiz Bolognesi, e “O Menino e o Mundo” (2014), de Alê Abreu. Os premiados deste ano no evento francês serão conhecidos no sábado (18/6). Segundo os organizadores, questões políticas e sociais compõem os principais temas das produções da programação, mas também houve aumento no número de filmes para crianças. Entre os curtas-metragens, observou-se que 34% dos filmes foram dirigidos por mulheres. Além das mostras oficiais, estão previstos eventos especiais com lançamentos de Hollywood, como a pré-estreia mundial de “Pets – A Vida Secreta dos Bichos”, a exibição de sequências de “Moana” e de “Era do Gelo 5 – Rota de Colisão”, produções dos estúdios Illumination, Disney e Blu Sky, respectivamente.

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    Piper: Veja a primeira cena do novo curta de animação da Pixar

    14 de junho de 2016 /

    O estúdio Pixar divulgou um pequeno trecho de “Piper”, curta de animação de seis minutos, que será projetado antes de “Procurando Dory” nos cinemas mundiais. A cena de apenas 24 segundos impressiona pelo realismo, acompanhando um fofo filhote de maçarico-rasteirinho. No vídeo, ele saltita aos pés de aves adultas, enquanto tenta aprender a caçar mariscos, entre bolhas na areia de uma praia. Segundo explica a sinopse, o jovem passarinho logo descobre que é difícil encontrar comida sem a ajuda de sua mãe. O curta é o primeiro trabalho dirigido por Alan Barillaro, que tem uma longa história na Pixar, como animador de clássicos como “Monstros S.A.” (2001), “Procurando Nemo” (2003)”, “Os Incríveis” (2004), “Ratatouille” (2007), “Wall-E” (2008), “Valente” (2012) e “Universidade Monstros” (2013). “Procurando Dory” estreia no dia 30 de junho no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.

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