Roteirista de Austin Powers vai escrever Shrek 5
O quinto filme de Shrek vai realmente acontecer. Em entrevista ao site The Hollywood News, os diretores de “Trolls” Walt Dohrn e Mike Mitchell, revelaram que a DreamWorks Animation contratou Michael McCullers (“Austin Powers”) para escrever o roteiro. “Eles têm uma história realmente boa. O roteiro está sendo escrito por Michael McCullers, que fez os filmes de ‘Austin Powers’. Ele teve uma ideia realmente muito boa e eles estão explorando isso”, afirmou Mitchell. “Há muito mais história para contar ali e estamos prontos para ajudar, com certeza”, completou Dohrn. Perguntados se estão envolvidos no filme, Dohrn respondeu: “Ainda não, mas estaremos, nós amamos aquilo”. As últimas notícias sobre o novo Shrek são de junho deste ano, quando o produtor executivo Steve Burke deu a entender que o novo filme poderia ser um reboot. O último filme da franquia, “Shrek Para Sempre” foi lançado em 2010 e arrecadou mais de US$ 750 milhões nas bilheterias mundiais. Na ocasião, o lançamento foi chamado de “capítulo final” nos cartazes originais em inglês. Ao todo, os quatro filmes de “Shrek” renderam à DreamWorks mais de US$ 2,9 bilhões e um spin-off, “Gato de Botas” (2011), que faturou US$ 554 milhões. Michael McCullers já tem um relacionamento com a DreamWorks. Ele é o responsável pelo roteiro um tanto bizarro de “O Poderoso Chefinho”, a próxima animação do estúdio, sobre um bebê mafioso, que estreia em 6 de abril no Brasil (veja o trailer aqui).
Mulan: Versão com atores contrata diretor de Game of Thrones
A versão da Sony para a fábula de “Mulan” já definiu diretor. Segundo o site Deadline, o filme será dirigido por Alex Graves, que já comandou seis episódios de “Game of Thrones”. Uma boa notícia para quem imagina um longa épico e cheio de batalhas. Com isso, a produção saiu na frente da versão da Disney, que ainda não definiu um cineasta. Disney e Sony concorrem para ser o primeiro estúdio a tirar o projeto do papel. Mas o império do Mickey teria batido na porta errada, ao procurar o cineasta taiwanês Ang Lee (“As Aventuras de Pi”), que recusou o convite. A fábula de “Mulan” conta a história de uma guerreira chinesa que resolve se fingir de homem para ir à guerra no lugar do pai, um senhor de idade doente que provavelmente morreria em batalha, mas que precisa ir por ser o único homem da família. Sua versão animada dos anos 1990 chamou muita atenção por mostrar a primeira Princesa da Disney realmente independente, que dispensava ajuda do Príncipe Encantado para vencer seus desafios. Já a Sony vê o projeto como forma de fortalecer sua presença na China. Isto significa escalar apenas atores chineses, de olho no segundo maior mercado cinematográfico do mundo. O filme da Sony tem roteiro de Jason Keller (“Espelho, Espelho Meu”) e ainda não definiu uma data de estreia, mas a Disney ambiciona lançar sua versão, escrita por quatro roteiristas diferentes, em novembro de 2018.
O Poderoso Chefinho: Animação de bebê mafioso ganha trailer legendado e dublado
A Fox divulgou os pôsteres e o trailer da nova animação “O Poderoso Chefinho”, em versões dublada e legendada. Produção da DreamWorks Animation, o longa parte da ideia comum entre pais de recém-nascidos de que bebês podem ser tiranos e dominar as atenções de uma família. No filme, isto não é apenas uma metáfora. O bebê da trama se revela um verdadeiro mafioso, que usa terno, estala dedos, dá ordens e atira dinheiro sobre subalternos. Mas só quem acha isso esquisito é seu irmão mais velho, enquanto os pais ficam simplesmente gugu dada pelo pequenino mandão. A história original é do livro infantil homônimo de Marla Frazee, adaptada pelo roteirista Michael McCullers (“Austin Powers”) e dirigida por Tom McGrath (“Madagascar”). Na versão legendada, as vozes são de Alec Baldwin (“Blue Jasmin”) como o bebê, Lisa Kudrow (série “Friends”) como a mãe e Jimmy Kimmel (do programa “Jimmy Kimmel Live!”) como o pai. A estreia acontece em 6 de abril no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.
Kubo e as Cordas Mágicas ousa sair do lugar comum das animações de bichos falantes
Entre as bilheterias mundiais de 2016, as animações marcam presença com três fortes arrecadações: “Zootopia – Essa Cidade é o Bicho”, “Procurando Dory” e “Pets – A Vida Secreta dos Bichos”. Mesmo que pertençam a estúdios concorrentes, todas elas têm algo em comum: são protagonizados por animais. Trata-se de uma repetição de um ciclo recente no cinema, em que as animações trocam histórias mais palpáveis em favor de algo mais amigável para também alavancar todas as estratégias de marketing referente à venda de produtos licenciados. Remando contra a maré, “Kubo e as Cordas Mágicas” vem como a alternativa para pais e filhos um tanto exaustos desse filão, apostando em uma tradição da animação oriental madura, sem necessariamente afastar os pequenos ou entediar os adultos. É um risco que resultou em fracasso comercial – nos Estados Unidos, “Kubo e as Cordas Mágicas” não deve igualar nas bilheterias o seu custo de produção – , porém, é certo que essa realização do estreante Travis Knight terá um impacto mais prolongado para aqueles que o assistirem. Uma indicação ao Oscar de Melhor Animação no próximo ano também é uma aposta quase certa. Kubo (voz de Art Parkinson na dublagem em inglês) é um garotinho que vive isolado com a sua mãe (voz de Charlize Theron) em uma montanha à beira do mar. Ela está em uma condição instável e, para garantir o sustento básico, Kubo vai à vila próxima para receber algum dinheiro das crianças e idosos encantados com as suas histórias, que dão vida a personagens de origami, graças à magica de seu shamisen, tradicional instrumento de cordas japonês. Mesmo com essa independência precoce, Kubo tem claro uma regra estabelecida pela sua mãe que jamais deve desobedecer: a de nunca vagar longe do lar durante a madrugada. Eis que a norma é infringida, o que desencadeia uma série de ataques mal intencionados capitaneados por suas tias gêmeas (Rooney Mara). Para protegê-lo, a mãe de Kubo faz um encanto para que Macaca (também na voz de Charlize Theron) seja despertada de um amuleto e lute em sua defesa. Para auxiliá-los, entra em cena ainda Besouro (Matthew McConaughey), criatura atrapalhada com grande domínio de arco e flecha. Antes de aceitar o desafio de dirigir “Kubo e as Cordas Mágicas”, Travis Knight já tinha uma vasta experiência como animador, sendo o principal responsável por dar movimento às criações de “Coraline e o Mundo Secreto” (2009), “ParaNorman” (2012) e “Os Boxtrolls” (2014), as animações em estilo stop-motion anteriores do estúdio Laika. Essa bagagem só vem a somar para “Kubo e as Cordas Mágicas”, pois Knight e a sua equipe são muito imaginativos na arquitetura de personagens, ambientes e até mesmo dos climas tempestuosos que os rondam. Mas é o texto da dupla Chris Butler e Marc Haimes que realmente faz “Kubo e as Cordas Mágicas” sair da mesmice, inovando até o fim em temas consagrados como família, sacrifício e misticismo, a partir de vieses um tanto rígidos, mas recompensadores.
Roteirista de Piratas do Caribe 5 vai escrever versão “com atores” de Rei Leão
A versão “com atores” de “Rei Leão”, que na verdade será uma animação realista ao estilo de “Mogli, o Menino Lobo”, com captura de movimentos, já definiu seu roteirista. Segundo o site da revista Variety, a Disney contratou Jeff Nathanson para escrever a adaptação de seu desenho clássico. O estúdio deve ter gostado muito de seu roteiro para o ainda inédito “Piratas do Caribe 5”, aquele que virou “A Vingança de Salazar” no Brasil. Além deste filme, ele escreveu três longas dirigidos por Steven Spielberg, “Prenda-me Se For Capaz” (2002), “O Terminal” (2004) e “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2009), mas também três coisas de Brett Ratner, “A Hora do Rush 2” (2001), “A Hora do Rush 3” (2007) e “Roubo nas Alturas” (2011). A direção está a cargo de Jon Favreau, que dominou a técnica de dar vida a animais selvagens em “Mogli”. O filme original de “Rei Leão” foi lançado em 1994 e, na época, tornou-se o longa animado com maior arrecadação mundial de todos os tempos, com US$ 968,8 milhões. Além disso, venceu Oscars e Grammys por conta de sua trilha sonora. A nova versão vai preservar as características musicais da obra original. Ainda não há data prevista para o início das filmagens.
Estreia de Inferno ocupa a maior parte dos cinemas na semana
Os oito lançamentos desta quinta (13/10) vão do céu ao inferno. “Inferno – O Filme”, claro, é para mais gente, com a distribuição mais ampla da semana – 816 salas. Terceiro longa da franquia iniciada por “O Código Da Vinci”, volta a trazer Tom Hanks no papel do simbologista Robert Langdon, às voltas com novas mensagens secretas em obras de arte renascentistas. Parte quebra-cabeças, parte filme de ação, é mais um longa mediano da carreira do diretor Ron Howard, que assinou as duas adaptações anteriores dos best-sellers de Dan Brown. Nenhum filme da trilogia agradou a crítica americana e o novo mantém a média, com 27% de aprovação no Rotten Tomatoes. Para o pós-Dia das Crianças, o destaque é a animação “Kubo e as Cordas Mágicas” em 267 salas (100 em 3D). Mas até os adultos poderão se divertir com a produção, influenciada pela cultura dos animes japoneses. A nova animação do estúdio Laika preserva a técnica stop-motion que marca sua impecável filmografia – “Coraline e o Mundo Secreto” (2009), “ParaNorman” (2012) e “Os Boxtrolls” (2014) – , além de manter sua característica de apostar numa temática mais sombria que a média da animação americana. Ambientada no Japão feudal, a animação acompanha o personagem-título Kubo, um menino que vive em um pacato vilarejo com sua mãe, até que um espírito vingativo o encontra, trazendo à tona sua herança sobrenatural. Sua única chance de sobrevivência é encontrar uma armadura que pertenceu a seu pai samurai, com a ajuda de um macaco falante e um besouro guerreiro. Todas as cópias são dubladas por brasileiros, portanto de nada adiantar ler nos créditos que as vozes foram originalmente feitas por um superelenco que inclui até Charlize Theron (“Mad Max: A Estrada da Fúria”) e Matthew McConaughey (“Interestellar”). Ah, sim: tem 97% de aprovação no Rotten Tomatoes! Um das surpresas da semana é “O Shaolin do Sertão”, uma comédia brasileira que se diferencia radicalmente do sotaques e palavrões que dominam o gênero no país. A produção tem lançamento primeiro no Ceará para expandir para o resto do Brasil no dia 20. Com a mesma paixão pelo cinema demonstrada em “Cine Holliúdy” (2012), o “Cinema Paraíso do Ceará”, o diretor cearense Halder Gomes homenageia os filmes de artes marciais com humor popular, repleto de ação e acabamento profissional, evocando os melhores filmes dos Trapalhões. Por sinal, Dedé Santana faz uma participação na história, que acompanha o personagem de Edmilson Filho, um jovem sertanejo que se imagina num universo paralelo, onde é campeão de kung fu e salva a amada (Bruna Hamú) de inúmeros inimigos. A homenagem aos filmes de Hong Kong dos anos 1970 chega até a algumas preferências estéticas, mas tudo é feito sem muita seriedade, visando a mais pura e completa diversão. Nem sempre as piadas fazem rir e algumas são preconceituosas. Afinal, o kung fu brasileiro é mais Renato Aragão que Quentin Tarantino. O suspense argentino “Kóblic” também não compromete, ao voltar a reunir Ricardo Darín com o diretor Sebastián Borensztein após a boa comédia “Um Conto Chinês” (2011). O tom é outro, sinistro como a época da ditadura em que se passa. Buscando um lugar para se esconder, após desobedecer uma ordem que lhe trouxe conflito moral, o piloto da marinha vivido por Darín vai parar numa cidadezinha de faroeste, chamando atenção do delegado corrupto e do chefete do crime local. Chega em 54 salas. Com elenco liderado por Nicole Kidman, “Terra Estranha” gira em torno do desaparecimento dos filhos da personagem da atriz, mas, apesar de bela fotografia, não vai além do melodrama, esgotando o suspense ao sugerir muitas direções para a trama. Produção australiana, agradou só 37% no Rotten Tomatoes e não teve o circuito revelado. O último filme estrangeiro da programação é o espanhol “Noite de Verão em Barcelona”, uma coleção antológica de histórias românticas que chega em nove salas, apropriando-se do mote dos filmes das “Cidades do Amor” – “Paris, Eu Te Amo”, “Rio, Eu Te Amo”, etc – , inclusive na arte em forma de coração. O longa é de 2013 e já teve até continuação lançada há dois anos. Dois filmes brasileiros completam o circuito limitado. Em dez salas, o documentário “Do Pó da Terra” retrata os artesãos e moradores do Vale do Jequitinhonha, que criam arte a partir do barro. Por fim, “Deixe-me Viver” é um primo pobre do “Nosso Lar”, com efeitos especiais que tornam o céu parecido com a São Paulo futurista das antigas campanhas de Paulo Maluf, e onde espíritos levitam com auxílio de chroma key, um truque visual que datou nos anos 1980. O filme é baseado em livro psicografado anti-aborto e leva sua doutrinação com exclusividade à rede Cinépolis, em 44 salas.
Skylanders Academy: Série animada baseada em videogame ganha primeiro trailer dublado
A Netflix divulgou o trailer dublado da sua nova série animada “Skylanders Academy”. Baseada na franquia de jogos desenvolvida pela Activision Blizzard, a série acompanha as aventuras heroicas de Spyro, Eruptor, Stealth, Elf, Jet-Vac e Pop Fizz, que protegem o vasto universo de Skylands do mal. “Skylanders Academy” é a primeira série animada desenvolvida pela Activision Blizzard Studios. Escrita e dirigida por Eric Rogers (série “Futurama”), a série conta com as vozes originais de Justin Long (“Amor à Distância”) como Spyro, Ashley Tisdale (“High School Musical”) como Stealth Elf, Jonathan Banks (série “Better Call Saul”) como Eruptor e Norm MacDonald (programa “Saturday Night Live”) como Glumshanks. Mas a prévia traz vozes brasileiras. Portanto, o público nacional também não notará que a animação ainda inclui participações de Susan Sarandon (“A Intrometida”), Daniel Wu (série “Into the Badlands”), Parker Posey (“O Homem Irracional”), e o roqueiro James Hetfield, do Metallica, entre outros. A 1ª temporada tem 12 episódios e estreia no dia 28 de outubro.
Guy Ritchie negocia dirigir versão com atores de Aladdin para a Disney
O cineasta britânico Guy Ritchie (“O Agente da UNCLE”) abriu negociações com a Disney para dirigir a versão com atores reais de “Aladdin”. Segundo o site The Hollywood Reporter, o estúdio pretende transformar a história por completo, realizando uma versão “ambiciosa e nada convencional”. Se isso acontecer, será uma novidade, já que a Disney tem feito o possível para recriar seus desenhos clássicos de forma mais fiel possível, ainda que inclua efeitos visuais de última geração, como aconteceu em “Mogli, o Menino-Lobo”. O roteirista John August, parceiro do diretor Tim Burton em cinco filmes, de “Peixe Grande” (2003) a “Frankenweenie” (2012), assina a adaptação, que deverá manter o aspecto musical da animação. Não há informações sobre como o Gênio entrará na trama, já que a performance do falecido Robin Williams foi determinante para o sucesso do personagem – e do filme. Lançada em 1992, a animação da Disney foi líder de bilheteria naquele ano e levou dois Oscar por sua trilha sonora. A versão com atores reais de “Aladdin” ainda não tem data para ser lançada e nem elenco definido.
Emojimovie: Filme dos emojis ganha primeira imagem
Sim, o “filme do emoji” não é uma brincadeira da internet. A Sony Pictures divulgou nesta segunda-feira (10/10) a primeira imagem de divulgação de “The Emoji Movie”. Trata-se de uma animação infantil, que terá personagens baseados nos ícones de aplicativos de conversa. E a foto os mostra emoldurados por uma tela de celular. O filme tem direção de Anthony Leondis (“Igor”), que também assina o roteiro em parceria com Eric Siegel (produtor da série “Men at Work”). Entre os dubladores, estão confirmados o apresentador e ator James Corden (“The Late Late Show”), T.J Miller (“Deadpool”) e Ilana Glazer (série “Broad City”). A trama vai girar em torno de Gene (T.J. Miller), um emoji que vive no app de mensagens Textópolis e terá uma “app-ventura” junto com amigos ícones como Hi-5 (James Corden). Os nomes e trocadilhos não fazem muito sentido em português e precisarão de uma boa ad-app-tação. A estreia está marcada para 11 de agosto de 2017 nos EUA, mas ainda não há data nem título confirmados para o Brasil.
Procurando Dory ultrapassa US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.
A animação “Procurando Dory” atingiu neste fim de semana a arrecadação de US$ 1 bilhão nas bilheterias de todo o mundo, tornando-se a quinta animação a superar a marca na história do cinema. “Procurando Dory” é a segunda produção da Pixar a comemorar o feito. A primeira foi “Toy Story 3” em 2010. O filme também é a terceira maior bilheteria de 2016, atrás apenas de “Capitão América: Gerra Civil” e outra animação de bichos falantes, “Zootopia”. Detalhe: todos os três filmes são lançamentos da Disney. A continuação de “Procurando Nemo” (2003) estreou em junho e continua em cartaz em alguns países. Mas seu principal desempenho aconteceu no mercado doméstico, onde faturou 484,7 milhões. Por conta disso, é a maior bilheteria do ano nos EUA – com bastante folga sobre os US$ 408 milhões de “Capitão América”, o 2º lugar.
Caçadores de Trolls: Primeira série animada de Guillermo Del Toro ganha trailer dublado
A Netflix divulgou o pôster e o trailer dublado de “Caçadores de Trolls”, primeira série animada do cineasta Guillermo Del Toro (“A Colina Escarlate”). Criada, escrita e produzida pelo diretor mexicano, “Caçadores de Trolls” registra o último trabalho do ator Anton Yelchin (“Star Trek”), que faleceu tragicamente em junho. Yelchin finalizou quase toda a 1ª temporada, dublando o protagonista, o adolescente Jim Lake Jr. Apesar do título similar, a trama não tem nenhuma relação com o terror norueguês de vídeos encontrados “O Caçador de Troll” (2010), e gira em torno do jovem escolhido por trolls bonzinhos para virar o defensor da humanidade contra uma invasão de trolls malignos. O elenco de vozes também inclui Ron Perlman (série “Sons of Anarchy”) e Kelsey Grammer (“Transformers: A Era da Extinção”). Del Toro assina a série em parceria com o roteirista Tom Wheeler (“O Gato de Botas”) e com coprodução da DreamWorks Animation. A estreia está marcada para 23 de dezembro. Veja abaixo o trailer dublado e o original, em inglês e sem legendas, com a voz de Yelchin.
Dennis the Menace terá nova série animada com visual computadorizado
A rede britânica BBC está produzindo uma nova série animada de “Dennis the Menace”, personagem clássico dos quadrinhos britânicos, que não tem nada ver com seu homônimo americano, batizado como “Dennis, o Pimentinha” no Brasil. Mas os produtores mexeram muito no visual do personagem, ao utilizar computação gráfica em vez da tradicional animação em 2D. O Dennis “à la Pixar” acabou revoltando os fãs do personagem. Confira a diferença visual acima. A “versão” britânica de Dennis surgiu no mesmo ano e quase simultaneamente ao Dennis americano, publicado em 1951 na revista de quadrinhos “The Beano”. Concebido por David Law, ele é um típico menino “levado”, mas seu comportamento hoje poderia ser mais bem descrito como “bullying”, já que Dennis apronta sempre com os meninos comportados de sua classe, a quem chama de “softies”. Para atormentar as outras crianças, ainda conta com a ajuda de um cachorro feioso, chamado Gnasher. O personagem ganhou sua primeira série animada apenas em 1990, com trilha sonora punk rock, seguidas por mais duas, em 1996 e 2006, na faixa infantil da BBC. Atualmente, a Warner desenvolve uma nova versão do Dennis americano para o cinema, com roteiro de Stacey Menear, do terror “Boneco do Mal” (2016).
Roteirista de Divertida Mente vai estrear na direção em animação sobre João e o Pé de Feijão
A Disney começou a produzir sua nova animação baseada em fábula encantada. A roteirista de “Divertida Mente”, Meg LeFauve vai estrear na direção com “Gigantic”, em parceria com Nathan Greno, diretor de “Enrolados”. O filme será uma versão animada da história de “João e o Pé de Feijão”. “Esperamos que seja a versão definitiva de “João e o Pé de Feijão”… com comédia e muita emoção”, disse Nathan Greno, no comunicado que anunciou o projeto. Ambientado na Espanha na época das Grandes Navegações, “Gigantic” trará o adolescente Jack descobrindo um mundo de gigantes escondido entre as nuvens. Ao chegar lá, ele logo faz amizade com a menina gigante Inma, que tem 11 anos, 60 metros de altura e é completamente mal-humorada. Além dos diretores, também foram confirmados os compositores da trilha sonora, Robert Lopez e Kristen Anderson-Lopez, que trabalharam no sucesso de “Frozen – Uma Aventura Congelante” (2013). Curiosamente, ao contrário das versões live action que usam como base clássicos da animação, desta vez a Disney vai animar um filme que teve recentemente uma versão com atores: “Jack, O Caçador de Gigantes” (2013), de Bryan Singer. A previsão de estreia de “Gigantic” é para 21 de novembro de 2018.












