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  • Filme

    Esquadrão Suicida caça Vandal Savage em trailer de novo filme animado

    18 de janeiro de 2018 /

    A DC Animation divulgou o trailer de seu mais novo longa para o mercado de home vídeo. “Suicide Squad: Hell to Pay” é a primeira animação do Esquadrão Suicida, e mostra a missão que juntou Pistoleiro, Arlequina, Capitão Bumerangue e companhia: enfrentar o supervilão imortal Vandal Savage – o antagonista da 1ª temporada da série “Legends of Tomorrow”. A formação do desenho é ligeiramente diferença da equipe vista no cinema, incluindo a participação de Nevasca, vilã/heroína que aparece atualmente na série “The Flash”. O elenco de vozes inclui algumas escalações curiosas, como Christian Slater (o Mr. Robot de “Mr. Robot”) como a voz do Pistoleiro, Liam McIntyre (o Spartacus de “Spartacus”) como Bumerangue, Vanessa Williams (“The Librarians”) como Amanda Waller, Kristin Bauer van Straten (“True Blood”) como Nevasca, além de Tara Strong, que é atual dubladora de Arlequina em games e séries animadas da DC. Com direção de Sam Liu (“Batman: A Piada Mortal”), o desenho ainda não tem data de lançamento em Blu-ray.

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  • Etc,  Filme

    Animações infantis são primeiros filmes exibidos na Arábia Saudita após 35 anos de censura

    16 de janeiro de 2018 /

    A Arábia Saudita escolheu animações infantis para retomar as exibições de filmes, após os cinemas serem proibidos no país por 35 anos. A decisão do governo saudita foi anunciado em dezembro e, para surpresa geral, os filmes começaram a ser exibidos no fim de semana passado. Tudo aconteceu de forma improvisada, com projeção em teatros, porque não existem salas de cinema no país. Após três décadas de censura total, o público árabe foi saudado com a exibição de “Emoji: O Filme”, animação que tem cocôs falantes e apenas 9% de críticas positivas no site Rotten tomatoes, e “As Aventuras do Capitão Cueca: O Filme”, que possui 86% de avaliações positivas. Segundo apurou a Reuters, os primeiros cinemas de verdade começarão a ser abertos a partir de março. As salas de exibição foram banidas no início da década de 1980, sob pressão dos líderes islâmicos que, baseados numa interpretação fundamentalista do islã, desaprovavam entretenimento público, além da mistura entre homens e mulheres no mesmo espaço público. A volta dos cinemas é parte de uma campanha de reforma liberalizadora, que tenta trazer a Arábia Saudita para o século… 20. No ano passado, o país também passou a permitir shows musicais e de comédia, além da carteira de motorista para mulheres. As mudanças estão acontecendo sob o comando do príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, um jovem de 32 anos, que resolveu acabar com muitas restrições que atrasam o país. Um mês antes de anunciar as mudanças, ele mandou prender cerca de 40 príncipes, militares, ministros e empresários sob a acusação de corrupção, tirando do poder lideranças conservadoras com apoio do pai, o rei Salman bin Abdulaziz Al Saud, de 81 anos. Curiosamente, apesar da proibição, a Arábia Saudita possui uma pequena indústria audiovisual na capital Riad, que lança longas-metragens e documentários para o mercado internacional. E a ironia suprema é que o nome mais conhecido da produção cinematográfica saudita é uma mulher: Haifaa Al-Mansour, diretora e roteirista do premiado “O Sonho de Wadjda” (2012), sobre uma menina que quer uma bicicleta. O filme fez tanto sucesso que lhe permitiu iniciar carreira em Hollywood com “Mary Shelley”, previsto para julho, em que Elle Fanning vive a escritora de “Frankenstein”.

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  • Filme

    Jumanji mantém a liderança das bilheterias brasileiras pela segunda semana

    15 de janeiro de 2018 /

    Assim como aconteceu na América do Norte, a comédia de aventura “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” liderou as bilheterias brasileiras pelo segundo fim de semana consecutivo. A produção da Sony faturou em torno de R$ 11 milhões entre quinta-feira (11/1) e domingo (15/1) no país, segundo dados do Filme B, e já foi vista por mais de 2 milhões de espectadores. Em 2º lugar, ficou “O Touro Ferdinando”, com R$ 7,4 milhões. Como esperado, o novo desenho animado do brasileiro Carlos Saldanha rendeu quase o dobro de “Viva: A Vida É uma Festa”, novo filme da Disney-Pixar, que sofreu boicote de alguns exibidores brasileiros. Apesar disso, fez R$ 4,4 milhões e ocupou o 4º lugar no ranking, em sua segunda semana em cartaz, atrás do drama infantil “Extraordinário” (R$ 6,2 milhões).

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  • Filme

    Jumanji lidera bilheterias norte-americanas pela segunda semana

    14 de janeiro de 2018 /

    “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” se consolidou como o primeiro grande sucesso de 2018, mantendo-se por dois fins de semana consecutivos no topo das bilheterias norte-americanas. Curiosamente, o reboot da aventura juvenil dos anos 1990 também levou duas semanas para tomar o 1º lugar de “Star Wars: Os Últimos Jedi”. Mas após conquistar a liderança, viu a sci-fi espacial se distanciar muito, numa queda vertiginosa no ranking. Com um dos elencos mais carismáticos em cartaz, o filme estrelado por Dwayne Johnson, Kevin Hart, Jack Black e Karen Gillan não tomou conhecimento da concorrência de três estreias amplas e faturou mais 27M (milhões) no fim de semana. A produção da Sony já soma US$ 283,1M na América do Norte e US$ 666,1M em todo o mundo, num bom começo de 2018 para o grande estúdio com menos hits dos últimos anos. O 2º lugar reservou uma surpresa, ao ser conquistado por um drama político, que teve seu alcance ampliado. Lançado apenas em Los Angeles e Nova York no fim de dezembro, visando qualificação para o Oscar, “The Post – A Guerra Secreta” chegou em mais 2,7 mil cinemas e faturou US$ 18,6M em seu primeiro teste comercial. O novo filme de Steven Spielberg não tem um tema popular – a manipulação de dados da Guerra do Vietnã, denunciada pela imprensa nos anos 1970 – , mas também conta com o apelo de um elenco de peso, encabeçado por Tom Hanks e Meryl Streep. Dentre as estreias do fim de semana, “The Commuter”, quarto thriller de ação do diretor Jaume Collet-Serra estrelado por Liam Neeson, foi a mais bem-sucedida. Abriu em 3º lugar com US$ 13,4M, mas, como tem sido praxe nos filmes da parceria, não empolgou a crítica, ficando com 56% de aprovação. O resultado foi, de todo modo, bem melhor que a outra estreia de ação da semana. “Proud Mary” decepcionou público, crítica e a própria Sony, que, se acertou com “Jumanji”, parece ter errado tudo com este filme, em que Taraji P. Henson vive uma assassina profissional. A produção abriu em 8º lugar e teve apenas 22% de aprovação. Nenhum dos dois thrillers tem previsão de lançamento no Brasil. Para completar, “Paddington 2” foi a surpresa negativa da semana, com desempenho muito abaixo do esperado. O longa infantil, que abriu com grande sucesso no Reino Unido em novembro, implodiu no lançamento americano, fazendo apenas US$ 10,7M em 7º lugar. Em compensação, estabeleceu-se como um fenômeno de aprovação crítica, com 100% no Rotten Tomatoes. A estreia no Brasil está marcada para 1 de fevereiro. Veja abaixo o desempenho das dez filmes mais vistos durante o fim de semana nos cinemas dos Estados Unidos e Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 27M Total EUA: US$ 283,1M Total Mundo: US$ 666,1M 2. The Post – A Guerra Secreta Fim de semana: US$ 18,6M Total EUA: US$ 23M Total Mundo: US$ 23M 3. The Commuter Fim de semana: US$ 13,4M Total EUA: US$ 13,4M Total Mundo: US$ 13,4M 4. Sobrenatural: A Última Chave Fim de semana: US$ 12,1M Total EUA: US$ 48,3M Total Mundo: US$ 92,5M 5. O Rei do Show Fim de semana: US$ 11,8M Total EUA: US$ 94,5M Total Mundo: US$ 194,6M 6. Star Wars: Os Últimos Jedi Fim de semana: US$ 11,2M Total EUA: US$ 591,5M Total Mundo: US$ 1,2B 7. Paddington 2 Fim de semana: US$ 10,6M Total EUA: US$ 10,6M Total Mundo: US$ 135,8M 8. Proud Mary Fim de semana: US$ 10M Total EUA: US$ 10M Total Mundo: US$ 10M 9. A Escolha Perfeita 3 Fim de semana: US$ 5,6M Total EUA: US$ 94,6M Total Mundo: US$ 162,3M 10. O Destino de uma Nação Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA: US$ 35,7M Total Mundo: US$ 54,7M

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  • Série

    Série animada American Dad! é renovada para mais duas temporadas

    13 de janeiro de 2018 /

    O canal americano TBS anunciou a renovação da série animada “American Dad!” para mais duas temporadas. Criação de Seth MacFarlane (“Uma Família da Pesada/Family Guy”), a animação sobre a família do agente secreto Stan Smith e seu impagável amigo alienígena Roger estreou em 2005 pelo canal FOX, mas foi para o TBS em 2014, onde se tornou uma das atrações mais assistidas do canal. A série retorna com sua 15ª temporada no dia 12 de fevereiro nos Estados Unidos.

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  • Filme

    O Touro Ferdinando é a principal estreia da semana, com lançamento em quase mil salas

    11 de janeiro de 2018 /

    Símbolo do pacifismo, “O Touro Ferdinando” desembarca em 958 salas nesta quinta (11/1), que também oferece violência e guerra a quem for aos cinemas, além de inaugurar a temporada dos “filmes de Oscar” com um candidato a estatuetas e manter a dieta semanal de lançamentos limitados e documentários. Clique nos títulos de cada produção para ver os trailers de toda a programação. O lançamento amplo de “O Touro Ferdinando” no Brasil é um curioso contraponto à estratégia original da Fox, que despejou o filme na pior data de 2017 nos Estados Unidos – junto da estreia de “Star Wars: Os Últimos Jedi”. A animação acabou registrando a estreia mais fraca da carreira do brasileiro Carlos Saldanha na América do Norte. Mas aqui chega em situação oposta, aproveitando o boicote a “Viva – A Vida É uma Festa” para se impor com maior visibilidade no circuito. Como “Rio” e “A Era do Gelo”, dirigidos por Saldanha, a nova produção também é um desenho de bichos falantes. A diferença é que Ferdinando não é uma criação original. A história é inspirada no personagem homônimo criado em 1936 pelo escritor americano Munro Leaf e ilustrado por Robert Lawson, que já rendeu até produção da Disney: um curta clássico que venceu o Oscar de sua categoria em 1939. Graças ao sucesso da versão da Disney, reprisada várias vezes na TV, o touro sensível, que gosta de ficar no campo cheirando flores e não leva jeito para touradas, acabou virando ícone pacifista. Mas nunca tinha ganhado um longa-metragem antes. Para esticar a história original, a animação incluiu diversos bichos coadjuvantes. Mas a premissa permanece. Depois de ser confundido com uma perigosa criatura, Ferdinando, que é um touro grande de tamanho e de coração, é capturado para competir nas touradas. Só que ele não quer tourear e, determinado a voltar para a menininha que é sua dona, lidera uma equipe de bichos desajustados em uma grande fuga. A animação tem sido indicada aos prêmios da temporada, como o Globo de Ouro 2018, Annie Awards e o PGA Awards, e tem 70% de aprovação no Rotten Tomatoes. Para quem prefere pancadaria, “O Estrangeiro” traz Jackie Chan num dos papéis mais sombrios de sua carreira. Longe do tom cômico que marca suas produções faladas em inglês, o filme mostra o ator mais famoso da China com o semblante fechado e desejo de matar, após uma explosão terrorista custar a vida de sua filha. Em busca dos responsáveis pelo atentado, ele pressiona um funcionário do governo britânico, vivido pelo ex-007 Pierce Brosnan, a revelar a identidade dos criminosos. Recusando-se a aceitar sua palavra de que não tem conhecimento da tragédia, Chan o transforma no alvo de sua vingança. Coprodução entre a China e o Reino Unido, o filme tem roteiro de David Marconi (“Duro de Matar 4.0”) e direção de Martin Campbell (“007 – Cassino Royale”), que opta por uma linha de ação mais realista e violenta que os fãs de Chan estão acostumados. Apesar disso, não foge muito da fórmula do gênero, com 62% no Rotten Tomatoes. “O Destino de uma Nação” rendeu o Globo de Ouro 2018 para Gary Oldman. Mas o favoritismo do ator ao Oscar começou a ser questionado após a reação pública à sua vitória – as redes sociais se encheram de protestos pelo passado de agressor do britânico. Vale considerar que, em seu agradecimento pelo prêmio de domingo (7/1), Oldman fez questão de elogiar o trabalho de seus maquiadores. E, de fato, metade da interpretação se deve à transformação física do ator em Winston Churchill, o político que liderou o Reino Unido durante a 2ª Guerra Mundial. O filme acompanha Churchill em 1940, no início de seu mandato como Primeiro Ministro britânico. Diante do avanço do nazismo pela Europa, com Hitler expandindo territórios e colecionando vitórias, ele se vê diante de um dilema: aceitar a pressão de seus colegas por um vergonhoso acordo de paz com a Alemanha ou se jogar numa guerra com a perspectiva de uma derrota iminente. O roteiro foi escrito por Anthony McCarten, responsável por “A Teoria de Tudo” (2014), indicado ao Oscar e vencedor do BAFTA, e a direção é de Joe Wright, em seu trabalho mais sóbrio após os espetáculos visuais de “Orgulho e Preconceito” (2005), “Desejo e Reparação” (2007), “Anna Karenina” (2012) e “Peter Pan” (2015). Entre os lançamentos limitados, os destaques são outros dois dramas baseados em histórias reais. “Lou” também é uma cinebiografia, de Lou Andreas-Salomé, uma das mulheres mais interessantes do século 19, filósofa, poeta, feminista e pioneira da psicanálise. Sua trajetória reforça que a inteligência pode ser um poderoso afrodisíaco, pois ela apaixonou homens como Sigmundo Freud, Friedrich Nietzsche e Rainer Maria Rilke, entre outros. A personagem é interessantíssima, mas o mesmo não pode ser dito do primeiro filme de ficção da alemã Cordula Kablitz-Post, produzido há dois anos e sem repercussão internacional. Em contraste gritante, “O Motorista de Táxi” foi aclamado pela crítica mundial. Tem 95% de aprovação no Rotten Tomatoes e uma coleção impressionante de prêmios no circuito asiático. Apesar de ser o primeiro filme do sul-coreano Jang Hoon a chegar ao Brasil, o ainda jovem cineasta acumula sucessos de bilheteria doméstica, usando elementos de filmes de ação para contar a história política do seu país. Assim como seu longa anterior, “The Frontline” (2011), “O Motorista de Táxi” foi escolhido para representar a Coreia do Sul no Oscar, mas não conseguiu a qualificação. O filme se passa em 1980 e acompanha um taxista comum (Song Kang-ho, de “Expresso do Amanhã”), que ao pegar um passeiro estrangeiro interessado em viajar até outra cidade, acredita ter conseguido a melhor corrida do mês. Entretanto, a viagem se torna a corrida da sua vida, pois o jornalista alemão (Thomas Kretschmann, de “Os Vingadores: A Era de Ultron”) o conduz para o meio de uma guerra civil, na qual estudantes que protestavam contra a ditadura são massacrados pelos militares. As imagens do conflito real, com centenas de mortes, chocaram o mundo, e só foram conseguidas graças ao taxista anônimo. A repercussão do filme acabou revelando a identidade de Kim Sa-bok, transformando-o em herói nacional. Infelizmente, ele morreu de câncer quatro anos após conduzir o jornalista Jürgen Hinzpeter (1937–2016) para o epicentro da crise, mas “O Motorista de Táxi” resgatou sua importância para a divulgação do massacre de Gwangju, cuja denúncia desestabilizou a ditadura e ajudou a transformar a Coreia do Sul numa democracia. Dois documentários completam a programação. O chileno “O Pacto de Adriana” investiga uma tia querida de sua jovem diretora, que trabalhou para a ditadura de Pinochet, e o brasileiro “Sailing Band” era para ser um documentário sobre banda velejadora no Caribe, que implode, mas rende uma viagem. Como curiosidade, o diretor estreante em longas Denis Nielsen é roteirista da série “3%”.

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  • Filme

    Filme dos Jovens Titãs em Ação! ganha primeiro trailer

    10 de janeiro de 2018 /

    A Warner divulgou o primeiro trailer da animação “Os Jovens Titãs em Ação! nos Cinemas”. O filme leva para a tela grande o desenho do Cartoon Network, inspirado no grupo de heróis adolescentes da DC Comics. A prévia revela que o tom é infantil como o público original da produção, com direito à indefectível piada de peido que as crianças adoram – e que a maioria dos lançamentos infantis incorpora. Além dos dubladores originais da série animada – entre eles Khary Payton (o Ezekiel da série “The Walking Dead”) como Ciborgue – , a animação contará com as vozes de Kristen Bell (série “The Good Place”) e Will Arnett (“Arrested Development”). O filme foi escrito e dirigido por Aaron Horvath, criador da série dos Jovens Titãs, e estreia em 26 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Scooby-Doo se junta a Batman em trailer de nova animação

    9 de janeiro de 2018 /

    A DC Animation divulgou o trailer de “Scooby-Doo! & Batman: The Brave and the Bold”. A prévia mostra Batman pedindo ajuda de Scooby e seus amigos para resolver um problema em Gotham City, com direito à participação de diversos vilões clássicos dos quadrinhos, monstros e até da Liga da Justiça. Os mais velhos devem se lembrar que esta não é a primeira vez que Batman e Scooby-Doo se encontram. Eles já combateram o crime em outras animações, como num episódio de sete anos atrás da série “Batman: Bravos e Destemidos” (Batman: The Brave and the Bold) e na série clássica do Scooby-Doo dos anos 1970. O roteiro é de Paul Giacoppo (que trabalhou nos efeitos visuais de “Rogue One”) e James Tucker (“Batman: O Retorno da Dupla Dinâmica”) e a direção é de Jake Castorena (responsável pela série “Justice League Action”) “Scooby-Doo! & Batman: The Brave and the Bold” faz parte da linha de lançamentos animados da DC Comics produzidos pela Warner para o mercado de home video, e chega às lojas do Brasil nesta quarta (10/1), um dia após a distribuição nos EUA.

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  • Filme

    Jumanji estreia em 1º lugar no Brasil

    9 de janeiro de 2018 /

    Reforçando o consenso: disponibilidade é tudo. O filme com maior distribuição na semana, “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”, estreou em 1º nas bilheterias do Brasil, com renda de R$ 23 milhões, e público de 900 mil espectadores entre quinta (4/1) e domingo (7/1). O filme também assumiu a liderança das bilheterias norte-americanas no último fim de semana. Sofrendo boicote de parte do parque exibidor, devido a uma exigência de maior participação na bilheteria, a estreia da animação “Viva – A Vida É Uma Festa” precisou se contentar com o 2º lugar e uma arrecadação R$ 6,5 milhões, sendo visto por 359 mil espectadores. Em 3º lugar em faturamento, o campeão anterior, o drama infantil “Extraordinário”, rendeu R$ 4,5 milhões, mas teve muito mais público que o desenho animado: 489 mil pagantes. A diferença se deve ao preço dos ingressos para as sessões em 3D. Maior sucesso brasileiro no ranking, a comédia “Fala Sério, Mãe!” aparece em 4º lugar. O filme protagonizado por Ingrid Guimarães e Larissa Manoela foi assistido por 1,3 milhão de espectadores no último fim de semana, mas já acumula renda de R$ 18,7 milhões em duas semanas de exibição.

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  • Filme

    Jumanji tira Star Wars do topo das bilheterias da América do Norte

    7 de janeiro de 2018 /

    Após três semana no topo, “Star Wars: Os Últimos Jedi” perdeu a liderança das bilheterias norte-americanas para “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”. Curiosamente, o reboot da aventura juvenil dos anos 1990 foi lançado há duas semanas e se aproximou vagarosamente, dia a dia, da produção espacial. “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” chegou em seu terceiro fim-de-semana a US$ 36M (milhões). Mundialmente, o filme também atingiu uma marca importante, ultrapassando US$ 500M na arrecadação. A única estreia ampla da semana ocupou o 2º lugar. O terror “Sobrenatural: A Última Chave” manteve o sucesso da franquia inaugurada em 2010, com US$ 29,2M em seu lançamento – o suficiente para cobrir as despesas de seu orçamento de apenas US$ 10M. Com isso, “Star Wars: Os Últimos Jedi” despencou para o 3º lugar, somando 23,6M. Não é nada mal para um filme que está em sua quarta semana em cartaz. Ruim, na verdade, foi sua estreia na China. Lançado neste fim de semana no mercado chinês, o novo “Star Wars” não empolgou o público local, abrindo em 2º lugar com US$ 28,7M. Mesmo assim, avançou para US$ 1,2 bilhão em seu faturamento mundial, virando a 13ª maior bilheteria de todos os tempos. Veja abaixo o desempenho das dez filmes mais vistos durante o fim de semana nos cinemas dos Estados Unidos e Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 36M Total EUA: US$ 244,3M Total Mundo: US$ 519,3M 2. Sobrenatural: A Última Chave Fim de semana: US$ 29,2M Total EUA: US$ 29,2M Total Mundo: US$ 49,3M 3. Star Wars: Os Últimos Jedi Fim de semana: US$ 23,5M Total EUA: US$ 572,5M Total Mundo: US$ 1,2B 4. O Rei do Show Fim de semana: US$ 13,8M Total EUA: US$ 75,9M Total Mundo: US$ 150,3M 5. A Escolha Perfeita 3 Fim de semana: US$ 10,2M Total EUA: US$ 85,9M Total Mundo: US$ 140,9M 6. O Touro Ferdinando Fim de semana: US$ 7,7M Total EUA: US$ 70,4M Total Mundo: US$ 183,3M 7. A Grande Jogada Fim de semana: US$ 7M Total EUA: US$ 14,2M Total Mundo: US$ 14,2M 8. O Destino de uma Nação Fim de semana: US$ 6,3M Total EUA: US$ 28,3M Total Mundo: US$ 35,7M 9. Viva – A Vida É uma Festa Fim de semana: US$ 5,5M Total EUA: US$ 192M Total Mundo: US$ 589M 10. Todo o Dinheiro do Mundo Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA: US$ 20,1M Total Mundo: US$ 27,6M

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  • Série

    Donald Trump vira desenho animado no primeiro trailer da série Our Cartoon President

    7 de janeiro de 2018 /

    O canal pago americano Showtime divulgou o trailer da série animada de Donald Trump. Intitulada “Our Cartoon President”, a série oferece uma sátira mordaz da política americana, mas não leva em conta o público internacional, para quem diversos políticos e referências tendem a ficar sem contexto. A série é inspirada por uma animação de Trump usada em esquetes do programa de variedades “Late Show” de Stephen Colbert. O criador dos esquetes, Tim Luecke, assina a animação e a produção, e os roteiros estão a cargo de R.J. Fried (do programa “Late Show with David Letterman”). A 1ª temporada terá 10 episódios de meia-hora e a estreia está marcada na TV para 11 de fevereiro, mas o primeiro capítulo já poderá ser visto a partir de 28 de janeiro na plataforma online do canal.

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  • Série

    Produtores da Fox revelam ter recebido ligações da Disney sobre futuro de seus programas

    5 de janeiro de 2018 /

    Os criadores de série de terror “American Horror Story” e da animação adulta “Uma Família da Pesada” (Family Guy) revelaram ter recebido ligações do CEO da Disney, Bob Iger, para tranquilizá-los à respeito da aquisição da Fox e os planos da companhia para seus conteúdos. A informação foi compartilhada durante o evento de imprensa semestral da TCA (Television Critics Association). Ryan Murphy, produtor de vários sucessos da Fox e da FX, incluindo “American Horror Story”, “American Crime Story”, “Feud” e o recente “9-1-1”, disse ter aproveitado a ligação para questionar Iger sobre como seus produtos se encaixaram na Disney. “As coisas que faço não são especificamente Disney. Estou preocupado com isso. Será que terei que colocar o Mickey Mouse em ‘American Horror Story?'”, ele contou ter perguntado ao novo patrão. Segundo Murphy, Iger respondeu que a Disney comprou a Fox por acreditar em seus produtos, executivos e criadores. O produtor lembrou o sucesso de Iger ao integrar a Pixar e a Marvel “mantendo suas comunidades intactas”. “Quero ver como essa empresa vai ficar antes de decidir para onde ir”, disse Murphy. Já Seth MacFarlane, criador de “Family Guy” e “The Orville”, também disse que Iger o tranquilizou. “Esse tipo de coisa acontece o tempo todo. Não acho que teremos grandes mudanças”, ele afirmou. Presente no evento, o co-presidente da rede Fox e da produtora 20th Century Fox Television, Gary Newman, confirmou que o negócio tem gerado ansiedade entre os produtores da empresa. Ele disse ter se reunido com muitos colegas para assegurá-los que o negócio continuará normalmente durante as avaliações regulatórias, que devem durar de 12 a 18 meses. “Quando os gerentes da Disney falaram conosco, fizeram questão de dizer o quanto admiram nossa marca, o quando admiram nossa programação”, compartilhou Newman. “Nossa expectativa não é que eles estejam comprando a Fox para transformá-la numa empresa para menores. Acho que eles vão encorajar nosso conteúdo”. Séries originalmente exibidas na Fox, porém, pode não continuar na rede, que não foi comprada pela Disney. Já o canal pago FX foi adquirido no negócio. Assim como a parte da Fox no serviço de streaming Hulu. Em entrevistas após a aquisição, Iger deu a entender que usará o Hulu para veicular as produções mais adultas do pacote de conteúdo da Fox. A Disney, que já detinha 30% de ações do serviço, comprou os 30% da Fox e passou a ser majoritária no negócio – originalmente, uma joint venture formada também pela Comcast (do estúdio Universal, que ainda detém 30%) e Warner (10%).

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    Viva – A Vida É uma Festa continua tradição revolucionária dos desenhos da Pixar

    5 de janeiro de 2018 /

    Os desenhos anteriores da Pixar giravam em torno de brinquedos falantes, animais adoráveis, monstros cômicos ou super-heróis. Eram personagens perfeitos para conquistar as crianças, e as piadas eram suficientemente mordazes para provocar risos entre seus pais. “Viva – A Vida é Uma Festa” subverte o jogo. Apresenta Miguel, um garoto sufocado por uma família terrível, que o cerca de trabalhos e obrigações e não admite seu gosto por cantar e tocar instrumentos musicais. As privações ao menino chegam a tal ponto, que a severa avó Abuelita destrói uma viola para que o neto não participe de um show de talentos. É um ato cruel, esse momento, talvez uns dos mais terríveis mostrados num desenho infantil, mas a crueldade, claro, tem um motivo. Acredita-se que o tataravô músico de Miguel abandonou a mulher e a filha pelo sonho de ser artista e quase arruinou a família. Falar do velho, portanto, virou um tabu, e admirar a arte tornou-se uma bobagem, uma besteira levada a frente apenas por vagabundos. É uma ousadia da Pixar conduzir uma história tão surpreendentemente dramática como essa. E, olha, que ainda nem chegamos ao tema central do desenho, que é a questão da vida no Além Túmulo. Sim, todo esse melodrama passa-se durante o feriado de celebração do Dia dos Mortos numa vila no México. Miguel fica profundamente magoada quando avariam seu instrumento e se dirige até o cemitério, no mausoléu de um músico famoso, para roubar um violão e assim participar do show de talentos que tanto almejava. Acontece que quando o menino pega o instrumento, ele automaticamente acaba sendo transportado para o Além, onde grande parte da ação se desenrola. É a partir daqui que “Vida” ganha o senso hipnótico de um voo no tapete mágico. O filme vira uma aventura delirante, um desbunde conduzido em alta velocidade pelos diretores Lee Unkrich (de “Procurando Nemo”) e Adrian Molina, cheio de surpresas e maravilhosos prazeres. A Cidade dos Mortos é como uma explosão da cultura mexicana. Os cidadãos são esqueletos, figurinhas frágeis, vestidas de trapos com desenhos filigranados e ossos desconjuntados. Seus animais de estimação e espíritos são fantasias berrantes no estilo das esculturas de madeira de Oaxaca. Enquanto Miguel atravessa este país das maravilhas fluorescente, onde a burocracia administrativa é tão ruim quanto do nosso lado, mas todos parecem felizes, “Vida” tece algumas considerações interessantes sobre nosso comportamento humano e social. O desenho brinca com a maneira como a morte é encarada – e a negação e a repressão com que grande parte cultura ocidental trata desse aspecto essencial da vida. Pra começar, não há nada de mórbido no Além mostrado no desenho e o Dia dos Mortos é uma festa. Um carnaval alegre e multicolorido, que propõe uma noção de vida e morte como uma dádiva, uma espécie de cola comunal que nos liga uns ao outros e àqueles que viveram antes de nós. A única parte da animação que é realmente assustadora é a noção de que, quando você finalmente é esquecido pelos vivos, você se dissolve e expulso em uma “morte final”. Coisas pesadas, sem dúvida, mas não esqueça que esta é a empresa que transformou em comédia a história de um velhinho, o senhor Fredricksen, que se recusa a ir para o asilo em “Up”, e nos deu a morte de Bing-Bong em “Divertida Mente”. Quando os super-gênios de Pixar estão cozinhando, eles forçam uma fusão de diversão e metafísica que é única na cultura pop. É difícil manter esse nível de originalidade a longo prazo, e nos 22 anos desde o primeiro “Toy Story”, a Pixar teve seus altos e baixos. (A empresa é de propriedade da Disney desde 2006, e talvez não nos surpreenda sempre, veja os dois próximos projetos: um segundo “Incríveis” e um quarto “Toy Story”). Mas “Vida” é uma das obras mais maduras já saídas da mesa de desenho desses artistas. É brincalhão, criativo, provocante, um motim absoluto de cor e som alimentados pelo amor e pela paixão – amor à música, amor à família, amor à tradição, amor a si mesmo e até mesmo o amor a um bom cachorro, que por sinal, tem um ótimo nome: Dante. O ano realmente começa bem com essa nova aventura da Pixar.

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