WiFi Ralph: Vanellope foge de stormtroopers e encontra princesas da Disney no novo trailer dublado
A Disney divulgou um novo pôster e o trailer dublado de “WiFi Ralph”, continuação de “Detona Ralph” (2012), que mostra Vanellope em meio às princesas das animações da Disney após ser perseguida por stormtroopers de “Star Wars”. Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (voz de Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet – graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama vai servir para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Destaque do trailer, 11 das princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Ming-Na Wen (Mulan), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). As dubladoras dos desenhos mais antigos foram substituídas, porque Adriana Caselotti (Branca de Neve) e Ilene Woods (Cinderela) já são falecidas e Mary Costa (Aurora) está aposentada. Vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Outro detalhe do trailer mostra os personagens discutindo o título da produção. Nos Estados Unidos, assim como quase aconteceu no Brasil, o filme vai se chamar “Detona Ralph 2: Ralph Quebra a Internet”, repetindo duas vezes o nome do protagonista, o que torna o título maior do que o necessário. O mercado internacional não gostou. Assim, a animação virou “WiFi Ralph” no Brasil. Mais curto, o nome definitivo inverte a (i)lógica da titulagem nacional, que costuma batizar lançamentos com títulos duas, três até quatro vezes maiores que os originais – “Little Fockers” (2010) virou “Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família”, por exemplo. O detalhe é que o Brasil não foi o único país a adotar “WiFi Ralph”. Além disso, na França a continuação virou “Ralph 2.0”. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil. Confira também abaixo o trailer em inglês com as vozes das princesas originais, que não foi disponibilizado com legendas.
Novo clipe do Gorillaz inclui Jack Black e vilão das Meninas Superpoderosas na banda
Gorillaz divulgou o clipe de “Humility”, o primeiro desde a “prisão” de seu baixista. Por isso mesmo, a banda apresenta uma nova formação. O comediante Jack Black (“Escola do Rock”) aparece tocando guitarra e há um novo integrante animado no grupo, que é simplesmente Ace, o ex-líder da Gangue Gangrena da série animada de “As Meninas Superpoderosas”. E não se trata de um rápido crossover. Ace vai substituir Murdock, enquanto ele estiver preso. Por curiosidade, a banda e a série do Cartoon Network já se referenciaram algumas vezes no passado. 2-D, o vocalista, apareceu com uma camiseta estampada com o rosto do supervilão Macaco Louco no CD “G-Sides”. E o longa-metragem das Meninas Superpoderosas mostrou a propaganda de um show da banda no jornal de Townsville. Ace continua fazendo maldades no clipe, enquanto 2-D desliza de skate, Noodle joga damas, Russel Hobbs surge mal-humorado e Jack Black saltita de alegria. Diferente dos clipes anteriores da banda, “Humility” se passa no mundo real. Mais exatamente em Venice Beach, na grande Los Angeles. Mas a direção permanece a cargo de Jamie Hewlett, o artista inglês que é responsável pelo visual da banda e co-criou os Gorillaz com o cantor Damon Albarn (o alter-ego de 2D). “Humility” faz parte do próximo álbum do grupo, “The Now Now”, que chega às lojas e serviços de streaming em 29 de junho.
Veja a estreia da primeira série animada de Miguel Falabella
O ator, diretor e roteirista Miguel Falabella (“Sai de Baixo”) se juntou à escritora e ilustradora Vivian Suppa para lançar sua primeira animação. Trata-se da série animada de Charlotte Lunete, uma menina comum, que um dia ganha de presente óculos mágicos que lhe permitem ver o mundo de forma diferente: como ele deveria ser. A personagem foi criada por Suppa inspirada em sua filha, que se chama Charlotte. Indignada com situações de preconceito que presenciava no dia-a-dia, a garota questionava a mãe sobre a atitude das pessoas e se perguntava sobre como poderia agir para mudar a realidade. Primeiro, esse questionamento virou livro “Os Óculos Mágicos de Charlotte”, publicado em 2016 e, agora, ganha movimento e vida animada. Voltados para o público infantil, os desenhos da menina são uma lição de otimismo, engajamento e imaginação, e o primeiro vídeo já foi disponibilizado no “Canal da Charlotte” no YouTube, com direção de Filipe Fratino. Os episódios foram roteirizados por Falabella, que também dubla o cachorrinho Pelusso, inspirado em seu cachorro Bruno, um Cavalier King Charles Spaniel, que morreu no ano passado. Pelusso é um cão filósofo que ajuda a Charlotte a entender melhor o mundo. Juntos, lidarão com temas bastante adultos, mas que infelizmente fazem parte do universo infantil, como bullying, preconceito e ameaça ao meio ambiente. A série animada terá ao todo 13 episódios, que serão disponibilizados aos poucos na plataforma. O orçamento foi integrado com ajuda de patrocínio, como se pode ver abaixo na abertura do simpático primeiro vídeo.
Vanellope encontra princesas da Disney em imagem da continuação de Detona Ralph
A Disney divulgou uma nova imagem de “WiFi Ralph”, continuação de “Detona Ralph”, que mostra Vanellope em meio às princesas das animações da Disney. Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (voz de Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet – graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama vai servir para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Como mostra a foto, Vanellope encontrará princesas encantadas num site que é uma Disneylândia virtual. O detalhe, para os fãs americanos, é que 11 das princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Ming-Na Wen (Mulan), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). As dubladoras dos desenhos mais antigos foram substituídas, porque Adriana Caselotti (Branca de Neve) e Ilene Woods (Cinderela) já são falecidas e Mary Costa (Aurora) está aposentada. Vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil.
Super Drags: Primeira série animada brasileira da Netflix revela super-heróis LGBT em teaser
A Netflix divulgou o teaser de “Super Drags” sua primeira série animada brasileira. A série vai acompanhar três funcionários de uma loja de departamentos que à noite se tornam os super-heróis drag queens Lemon Chiffon, Safira Cian e Scarlet Carmesim, que têm a missão de reunir a comunidade LGBT e espalhar purpurina pelo mundo. Criada por Anderson Mahanski, Fernando Mendonça e Paulo Lescaut, do Combo Estúdio (que lançou a primeira youtuber animada brasileira, a Any Malu), a nova série terá cinco episódios com estreia prevista para o segundo semestre de 2018. “Estamos entusiasmados que a nossa primeira animação brasileira vai apresentar aos nossos espectadores o mundo ousado, escandaloso e fabuloso de ‘Super Drags’! A Netflix tem a sorte de investir em grandes talentos de animação do Brasil, trazendo a traço vibrante da Combo e o humor ácido de nossos produtores para as belas e as telas de todos os cantos” destacou Chris Sanagustin, diretora de Conteúdo Original Internacional da Netflix, em comunicado.
Personagens de Os Incríveis 2 ganham novos pôsteres individuais
A Disney-Pixar divulgou um coleção de pôsteres internacionais de “Os Incríveis 2”, que destacam individualmente os personagens da animação. A produção repete o elenco de dubladores originais, com os atores Craig T. Nelson (série “Parenthood”), Holly Hunter (“Batman vs. Superman”) e Sarah Vowell (“Filhos do Divórcio”) dublando a família incrível. Só o menino Flecha/Dash tem nova voz, o novato Huck Milner. Além deles, Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”) também retorna como Frozone e o diretor Brad Bird continua a fazer a voz de Edna Moda. Novamente escrito e dirigido por Bird, a continuação do clássico de 2004 da Pixar tem estreia marcada para o dia 28 de junho no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.
Han Solo “decepciona” com estreia em 1º lugar na América Norte
A expectativa do mercado em relação à franquia “Star Wars” é tão elevada, que “somente” estrear em 1º lugar com uma das bilheterias mais altas do ano foi considerado decepcionante para “Han Solo: Uma História Star Wars”. Isto porque o filme não ultrapassou os US$ 100m (milhões) nos primeiros três dias, como os recentes blockbusters “Vingadores: Guerra Infinita” e “Deadpool 2”. E foi o primeiro “Star Wars”, desde que a Disney adquiriu a franquia, a ficar abaixo desse patamar. Em comparação ao primeiro spin-off da saga espacial, “Rogue One”, lançado há dois anos, o desempenho caiu praticamente pela metade. “Han Solo” fez US$ 84,7m, enquanto “Rogue One” faturou US$ 155m em seu fim de semana inaugural nos Estados Unidos e Canadá. Os outros dois filmes da saga principal abriram acima dos US$ 200m. Analistas apontam como principal causa do “fracasso” (muito relativo) o saturamento. Há excesso de blockbusters em cartaz – “Deadpool 2” estreou na semana passada e ainda demonstra grande fôlego, com US$ 43,4m em 2º lugar. E também excesso de filmes de “Star Wars” – “Os Últimos Jedi” foi lançado há apenas cinco meses. Preocupada, a Disney declarou, por meio de seu chefe de distribuição, que irá analisar as razões do desempenho abaixo do esperado. “Tivemos tanto sucesso no passado. Os três filmes anteriores de ‘Star Wars’ renderam US$ 4 bilhões em bilheteria, então não parece que a saturação seja necessariamente um problema, mas ainda estamos respondendo a todas as perguntas”, disse Dave Hollis. É possível que a consequência das bilheterias de “Han Solo” seja a decisão de não produzir uma continuação do filme, que foi plantada na trama. O mais provável é que a Disney decida, simplesmente, não lançar mais produtos de “Star Wars” na temporada do verão americano. Até então, todos os “Star Wars” estavam sendo despejados em dezembro. “Han Solo” foi o primeiro a sair do cronograma, direto para o abismo. O que causa preocupação de verdade, porém, não é a relativa decepção norte-americana, mas o problema real do mercado internacional, onde a soma total foi de US$ 65m. O filme fracassou na China, atualmente maior mercado cinematográfico do mundo, ao fazer US$ 10,1m e abrir somente em 3º lugar. E, apesar disso, a China representou seu segundo maior faturamento mundial, seguida por Austrália (US$ 5m), Alemanha (US$ 4,3m), França (US$ 3,9m), Rússia (US$ 3,6m), Espanha (US$ 2,6m) e México (US$ 2,5m). No Brasil, “Han Solo” ficou com US$ 1,3m, o equivalente a R$ 4,7m, o que não lhe assegura uma estreia em 1º lugar. Assim, a soma mundial, com os valores dos Estados Unidos, China, Brasil, etc. atingiu US$ 149,7m, o que é menos do que “Rogue One” fez apenas nos Estados Unidos em seus primeiros três dias. Para piorar, trata-se do filme mais caro já feito na franquia, em consequência da demissão da dupla de diretores originais, formada por Phil Lord e Chris Miller (de “Anjos da Lei”), após cinco meses de filmagens. Segundo informações da revista Variety, refilmagens de cenas já finalizadas, mais o salário extra de Ron Howard, chamado para substituir os demitidos, além da extensão do cronograma por conta dessas mudanças, levaram a produção a custar por volta de US$ 250 milhões. A estratégia do lançamento em maio, porém, tem um elemento conveniente. Segunda-feira (28/5) é feriado nos Estados Unidos – Memorial Day – , o que permitirá um faturamento mais elástico. As projeções, inclusive, sugerem que o feriadão ajudará “Han Solo” a atingir US$ 100m em quatro dias. Além disso, apesar da competição acirrada com “Deadpool 2”, o filme terá praticamente um mês inteiro sem maiores concorrentes nas bilheterias, já que o próximo blockbuster só chega em 22 de junho nos cinemas norte-americanos – data de estreia de “Jurassic World: Reino Ameaçado”. Claro que “Oito Mulheres e um Segredo” pode surpreender, já na próxima semana, e dificultar estes planos. De todo modo, este calendário também ajuda “Deadpool 2” a continuar sua farra. A produção da Fox está justamente comemorando a ultrapassagem dos US$ 200m após 10 dias de exibição na América do Norte. E já se aproxima dos US$ 500m mundiais, valor que deve ser atingido na metade desta semana. Como “Deadpool 2” foi orçado em US$ 110m, a Fox deverá zerar as despesas principais de produção até o próximo domingo – enquanto “Han Solo” precisaria chegar a uns US$ 800m para atingir o break even. Fechando o Top 3, “Vingadores: Guerra Infinita” segue cada vez mais bilionário. A soma de sua bilheteria já atingiu US$ 1,9 bilhão mundial, aproximando-se da marca mítica dos US$ 2b que apenas três filmes conseguiram cruzar – “Star Wars: O Despertar da Força”, “Titanic” e “Avatar”. Todas as demais estreias da semana foram destinadas ao circuito limitado. Por coincidência, duas novidades contaram com a mesma atriz: Elle Fanning. “How to Talk to Girls at Parties” e “Mary Shelley” também foram lançados na mesma quantidade de salas: apenas duas, com faturamento, respectivamente, de US$ 6,5 e 6 mil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique nos títulos para saber mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Han Solo: Uma História Star Wars Fim de semana: US$ 84,7m Total EUA e Canadá: US$ 84,7m Total Mundo: US$ 149,7m 2. Deadpool 2 Fim de semana: US$ 43,4m Total EUA e Canadá: US$ 209,1m Total Mundo: US$ 488,8m 3. Vingadores: Guerra Infinita Fim de semana: US$ 17,3m Total EUA e Canadá: 623,5m Total Mundo: 1,9b 4. Do Jeito que Elas Querem Fim de semana: US$ 9,4m Total EUA e Canadá: US$ 31,8m Total Mundo: US$ 31,8m 5. Alma da Festa Fim de semana: US$ 5,1m Total EUA e Canadá: US$ 39,1m Total Mundo: US$ 45m 6. Breaking In Fim de semana: US$ 4m Total EUA e Canadá: US$ 35,6m Total Mundo: US$ 37,6m 7. Show Dogs Fim de semana: US$ 3m Total EUA e Canadá: US$ 10,6m Total Mundo: US$ 11,8m 8. Overboard Fim de semana: US$ 3m Total EUA e Canadá: US$ 41,4m Total Mundo: US$ 53,5m 9. Um Lugar Silencioso Fim de semana: US$ 2,2m Total EUA e Canadá: US$ 179,9m Total Mundo: US$ 311,6m 10. RBG Fim de semana: US$ 1,1m Total EUA e Canadá: US$ 5,6m Total Mundo: US$ 5,6m
História de dragões do autor de Game of Thrones vai virar longa animado
O escritor George R.R. Martin, cujos livros inspiraram a série “Game of Thrones”, vai trocar as cenas de sexo e violência por uma produção infantil. Trata-se de uma animação baseado no seu conto “The Ice Dragon”. Curiosamente, a história foi lançada originalmente para adultos, em 1980, na antologia “Dragons of Light”. Mas sete anos depois ganhou uma nova versão do autor para o público infantil, na coleção “Portraits of His Children”. A história acompanha Adara, uma garota que secretamente faz amizade com um raro dragão de gelo. Quando o exército invasor de dragões invade sua cidade, somente o Dragão de Gelo pode ajudá-la a salvar seu mundo da destruição total. Apesar de incluir dragões, a história não se passa num dos famosos Sete Reinos criados por George R.R. Martin para as “Crônicas de Gelo e Fogo”, que viraram a série “Game of Thrones”, mas em um mundo muito parecido de fantasia medieval onde reinos em guerra manipulam o poder de dragões. O diretor do filme ainda não foi confirmado, mas a produção será um lançamento da Warner Bros.
Nova série animada do criador dos Simpsons ganha primeiras imagens
A Netflix divulgou as quatro primeiras imagens e a data de estreia de “Disenchantment” (desencantamento), nova série animada de Matt Groening, o criador de “Os Simpsons”. Esta é a primeira produção de Groening em quase duas décadas, desde o lançamento de “Futurama” em 1999. A história é uma fantasia animada para adultos, que se passa em um lugar mágico chamado Dreamland, descrito como “um reino medieval em ruínas”. A trama acompanhará a vida de uma princesa alcoólatra chamada Bean, ao lado do amigo Elfo e de um demônio chamado Luci. Ao longo de sua jornada épica, o trio vai se deparar com ogros, trolls, e humanos. O personagens serão dublados em inglês por Abbi Jacobson (série “Broad City”), Nat Faxon (“Friends from College”) e Eric Andre (série “2 Broke Girls”). Em recente declaração, Groening descreveu “Disenchantment” como um show “sobre vida e morte, amor e sexo, e como continuar rindo em um mundo cheio de sofrimento e idiotas, apesar do que os anciãos, magos e outros idiotas lhe dizem”. A estreia está marcada para 17 de agosto.
Deadpool 2 acaba com reinado dos Vingadores nas bilheterias
Após três fins de semana como o filme mais visto da América do Norte – e do mundo – , “Vingadores: Guerra Infinita” perdeu o topo do ranking para um novo filme de super-herói. “Deadpool 2” abriu com US$ 125M (milhões) nos cinemas dos Estados Unidos e Canadá, a segunda maior estreia de um filme com classificação etária “R” em todos os tempos – atrás apenas do primeiro “Deadpool”, que fez US$ 132,4M há dois anos. Mas não ficou nisso. O filme do herói tagarela quebrou o recorde da Fox no mercado internacional, com estimados US$ 176,3M de arrecadação, superando os US$ 174M de “X-Men: Dias de um Futuro Passado”. A diferença é que, ao contrário do filme do grupo mutante, “Deadpool 2” não estreou na China. O valor também representa recorde internacional de lançamento classificado como “R” nos Estados Unidos, superando outra produção da Fox, “Logan” (abriu com US$ 160M em 2017). As maiores bilheterias vieram do Reino Unido (US$ 18M), Coreia do Sul (US$ 17M), Rússia (US$ 11,8M), Austrália (US$ 11,7M) e México (US$ 10,1M). Graças a este desempenho, a soma de “Deadpool 2” atingiu impressionantes US$ 301,3M em todo o mundo. Apesar de perder a liderança, “Vingadores: Guerra Infinita” continua aumentando sua fortuna. Foram mais US$ 28,7M nos últimos três dias na América do Norte, o que lhe rendeu o 2º lugar no ranking semanal. Com a soma das bilheterias deste fim de semana, o terceiro “Vingadores” também atingiu US$ 1,8B (bilhão) de arrecadação mundial, aproximando-se da marca mítica dos US$ 2B que apenas três filmes conseguiram cruzar – “Star Wars: O Despertar da Força”, “Titanic” e “Avatar”. O 3º lugar doméstico ficou com outra estreia do fim de semana na América do Norte, a comédia “Do Jeito que Elas Querem” (Book Club), com Jane Fonda, Diane Keaton, Candice Bergen e humor sexual da Terceira Idade. Fez US$ 12,5M, mas não eletrizou a crítica, com 58% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para 16 de junho no Brasil. De todo modo, foi o dobro do conquistado pela outra estreia, “Show Dogs”, mais uma comédia sem graça da temporada, que abriu em 6º lugar com US$ 6M e apenas 26% de aprovação da crítica. O humor canino não tem previsão de lançamento no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique nos títulos para saber mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Deadpool 2 Fim de semana: US$ 125M Total EUA e Canadá: US$ 125M Total Mundo: US$ 301,3M 2. Vingadores: Guerra Infinita Fim de semana: US$ 28,6M Total EUA e Canadá: US$ 595M Total Mundo: US$ 1,8B 3. Do Jeito que Elas Querem Fim de semana: US$ 12,5M Total EUA e Canadá: 12,5M Total Mundo: 12,5M 4. Alma da Festa Fim de semana: US$ 7,7M Total EUA e Canadá: US$ 31M Total Mundo: US$ 36,8M 5. Breaking In Fim de semana: US$ 6,4M Total EUA e Canadá: US$ 28,7M Total Mundo: US$ 30,4M 6. Show Dogs Fim de semana: US$ 6M Total EUA e Canadá: US$ 6M Total Mundo: US$ 6,7M 7. Overboard Fim de semana: US$ 4,7M Total EUA e Canadá: US$ 36,9M Total Mundo: US$ 49M 8. Um Lugar Silencioso Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 176,1M Total Mundo: US$ 296,4M 9. Rampage Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA e Canadá: US$ 92,4M Total Mundo: US$ 406,9M 10. RBG Fim de semana: US$ 1,2M Total EUA e Canadá: US$ 3,8M Total Mundo: US$ 3,8M
Vingadores: Guerra Infinita lidera bilheterias pela terceira semana na América do Norte
“Vingadores: Guerra Infinita” manteve a liderança pela terceira semana consecutiva nas bilheterias da América do Norte. O filme de super-heróis da Marvel segue aumentando sua pilha de dinheiro com mais US$ 61,8M (milhões) arrecadados no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá. Já são US$ 547,8M somados no mercado doméstico, acumulados de forma rápida e relativamente fácil, graças não apenas ao marketing agressivo da produção, mas também a sua localização estratégica no calendário de lançamentos cinematográficos. Durante suas primeiras três semanas em cartaz, não enfrentou praticamente resistência, diante de estreias menores que preencheram poucos cinemas. No mercado internacional, o valor é ainda mais impressionante (veja no próximo post). Nesta semana, foram apenas duas estreias norte-americanas, que renderam muito pouco. “Alma da Festa”, a nova comédia da atriz Melissa McCarthy, abriu em 2º lugar com US$ 18,5M. E este desempenho já sugere que a atriz precisa de um divórcio para salvar sua carreira. Afinal, seu marido insiste em ser roteirista e diretor, tendo como cobaia apenas filmes dela. Este é o terceiro filme dirigido por Ben Falcone. A boa notícia é que a crítica o considerou apenas medíocre (41%), em vez de podre como “Tammy” (24%) e “A Chefa” (22%). A má notícia é que teve a pior abertura dentre os três, mostrando que o público já sabe o que a parceria do casal tem para oferecer. Estreia no Brasil em 30 de agosto, após a janela de vídeo e streaming dos Estados Unidos. A outra estreia, “Breaking In”, abriu em 3º lugar com US$ 16,5M. Suspense genérico que traz Gabrielle Union lutando pela vida numa casa nova, foi recebido com somente 27% de aprovação da crítica e ilustra o que virou a carreira de outro diretor ambicioso: James McTeigue, que abriu sua filmografia com nada menos que “V de Vingança” (2005). A produção é tão ruim que não deve ser exibida nos cinemas brasileiros. Como curiosidade, o Top 10 inclui, pela primeira vez no ano, um documentário. Exibido em apenas 180 salas, “RBG” conseguiu faturar US$ 1,1M e aparecer em 10º lugar. O filme conta a vida, as lutas e as realizações da juíza Ruth Bader Ginsburg, segunda mulher a participar da Suprema Corte dos Estados Unidos – o STF americano. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Vingadores: Guerra Infinita Fim de semana: US$ 61,8M Total EUA e Canadá: US$ 547,8M Total Mundo: US$ 1,6B 2. Alma da Festa Fim de semana: US$ 18,5M Total EUA e Canadá: US$ 18,5M Total Mundo: US$ 21,4M 3. Breaking In Fim de semana: US$ 16,5M Total EUA e Canadá: 16,5M Total Mundo: 17,5M 4. Overboard Fim de semana: US$ 10,1M Total EUA e Canadá: US$ 29,5M Total Mundo: US$ 29,5M 5. Um Lugar Silencioso Fim de semana: US$ 6,4M Total EUA e Canadá: US$ 169,5M Total Mundo: US$ 269,9M 6. Sexy por Acidente Fim de semana: US$ 3,7M Total EUA e Canadá: US$ 43,8M Total Mundo: US$ 43,8M 7. Rampage Fim de semana: US$ 3,3M Total EUA e Canadá: US$ 89,7M Total Mundo: US$ 397,1M 8. Tully Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA e Canadá: US$ 6,9M Total Mundo: US$ 7,1M 9. Pantera Negra Fim de semana: US$ 1,9M Total EUA e Canadá: US$ 696,1M Total Mundo: US$ 1,3B 10. RBG Fim de semana: US$ 1,1M Total EUA e Canadá: US$ 2M Total Mundo: US$ 2M
Séries animadas Uma Família da Pesada e Bob’s Burgers são renovadas
A Fox confirmou a renovação das longevas séries animadas “Uma Família da Pesada” (Family Guy) e “Bob’s Burgers”. A comédia da família Griffin, criada por Seth MacFarlane, foi renovada para sua 17ª temporada, enquanto a mais recente “Bob’s Burgers”, de Loren Bouchard e Jim Dauterive, chegará a seu 9º ano de produção. Elas formam um bloco sólido de comédias animadas com “Os Simpsons”, exibido aos domingos na Fox, mantendo média de 2,5 milhões de telespectadores e registrando 1,1 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen.
Novos pôsteres e comerciais de Os Incríveis 2 destacam personagens e cenas inéditas
A Disney/Pixar divulgou um coleção de pôsteres para o mercado latino e novos comerciais de “Os Incríveis 2”, que mostram os desafios da família Parr (ou Pêra, na versão dublada em português). As prévias condensam a trama, mostrando como o Sr. Incrível vira dono de casa para que sua esposa, a Mulher-Elástico, possa combater o crime e mudar a imagem dos super-heróis, que foram banidos pelo governo. Mas não é fácil ser pai de uma adolescente em crise, um menino literalmente hiperativo e um bebê que começa a manifestar super-poderes perigosos. Para completar, ainda há o surgimento de um novo supervilão: o Hipnotizador. E os comerciais mostram que ele não chega sozinho! A versão original da animação repete o elenco de dubladores originais, com os atores Craig T. Nelson (série “Parenthood”), Holly Hunter (“Batman vs. Superman”) e Sarah Vowell (“Filhos do Divórcio”) dublando a família incrível. Só o menino Flecha/Dash tem nova voz, o novato Huck Milner. Além deles, Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”) também retorna como Frozone e o diretor Brad Bird continua a fazer a voz de Edna Moda. Novamente escrito e dirigido por Bird, a continuação do clássico de 2004 da Pixar tem estreia marcada para o dia 28 de junho no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.












