Netflix anuncia filmes de Maisa Silva, Larissa Manoela, Wagner Moura e 30 projetos nacionais
A Netflix anunciou nesta quarta-feira (24/4), durante o evento Rio2C, que passará a investir mais na produção de filmes brasileiros e que firmou contratos com Larissa Manoela e Maisa Silva, estrelas do SBT cobiçadas pela Globo, além do comediante Fábio Porchat, para estrelar algumas das obras. Mais popular do trio, Maisa será a protagonista de três longas nos próximos três anos. Porchat também fará três filmes e o mesmo deve valer para Larissa, que já tem o primeiro definido. Será “Modo Avião”, escrito e dirigido por César Rodrigues (“Vai que Cola – O Filme”), em que uma jovem influenciadora digital vai precisar ficar numa fazenda sem poder usar o celular – sim, lembra um reality da Record. A plataforma de streaming também anunciou que está atualmente investindo em nada menos que 30 projetos no Brasil, um de seus maiores mercados globais, entre séries, longas e documentários. Ted Sarandos, chefe de Conteúdo da Netflix, revelou no Rio de Janeiro que fechou parcerias também com a escritora Thalita Rebouças, com o diretor Fernando Meirelles e com o ator Wagner Moura, que vai estrear como produtor com “Sérgio”, cinebiografia do diplomata Sérgio Vieira de Mello (1948-2003). Thalita Rebouças, por sua vez, assina “Quem Nunca?”, seu primeiro roteiro original após seus livros best-sellers virarem filmes de sucesso. O projeto será sobre três adolescentes que vão a um acampamento escolar depois de fazer um pacto de permanecerem solteiras, mas as coisas se complicam quando ex-namorados aparecem – sim, lembra um reality da MTV. A maioria dos projetos são comédias e ainda incluem “Ricos de Amor”, de Bruno Garotti (“Cinderela Pop”), estrelado pela dupla Giovanna Lancellotti e Danilo Mesquita (da novela “Segundo Sol”), e “Carnaval, dirigido por Leandro Neri (“A Padroeira”). A empresa de streaming também trará de volta “O Menino Maluquinho”, do cartunista brasileiro Ziraldo, num desenho animado produzido pela Chatrone e previsto para 2021. Entre as séries, além das já anunciadas “Sintonia”, criada por Kondzilla, “Ninguém Tá Olhando”, de Daniel Rezende, “Irmandade”, com Seu Jorge, o terror “O Escolhido”, a 2ª temporada de “O Mecanismo” e a 3ª de “3%”, vem aí “Futebol”, um drama de Elena Soares que conta a história por trás da relação intensa entre dois jogadores, Toró e Pantera, dois meninos pobres de 15 anos que são escolhidos entre uma multidão para integrar a categoria júnior do maior time brasileiro. “O Brasil tem talentos extraordinários e uma longa tradição em contar grandes histórias. É por este motivo que estamos animados em aumentar nosso investimento na comunidade criativa brasileira. Esses 30 projetos, em vários estágios de produção em diferentes locais espalhados pelo país, serão feitos no Brasil e consumidos pelo mundo”, disse Sarandos em comunicado à imprensa. A investida da Netflix acontece no momento em que todos os novos projetos de filmes e séries estão paralisados no Brasil por conta da “política cultural” do governo Bolsonaro, fato que inclusive ganhou reportagem da revista americana Variety.
Disney barra A Canção do Sul e vai cortar cenas de Dumbo para lançamento em streaming
A Disney pretende liberar quase todas as suas animações clássicas no serviço de streaming Disney+ (Disney Plus). Quase todas, porque “A Canção do Sul” não vai entrar no catálogo. Mistura de animação e live-action, o polêmico longa-metragem foi lançado originalmente em 1946 e faz um retrato caricatural dos escravos libertados após a Guerra Civil, encarnados como figuras pacificamente submissas aos donos de plantação. Graças à polêmica, o filme nunca foi lançado em vídeo nos EUA. Em 2011, o CEO da Disney, Bob Iger, disse que reviu o filme e decidiu que “muitas cenas não cairiam bem para o público atual, e não seria do nosso interesse relançar este longa em nenhum formato”. Pelo mesmo motivo, uma cena polêmica do desenho original de “Dumbo”, de 1941, será cortada na versão disponibilizada no Disney+ (Disney Plus). Trata-se da sequência em que Dumbo se encontra com um grupo de corvos (em inglês, “crows”), liderado por um personagem chamado Jim. O nome Jim Crow é emprestado de um personagem popular no século 19, usado para fazer piadas e reforçar estereótipos negativos sobre pessoas negras. Mais tarde, o nome “Jim Crow” também foi usado nos EUA para definir um conjunto de leis de segregação, que só foram revogadas décadas depois do lançamento de “Dumbo”, com o avanço da luta pelos direitos civis nos EUA. Para completar, os corvos ainda se comportam de forma caricatural no desenho. Sem alarde, o remake live-action de “Dumbo”, lançado neste ano e dirigido por Tim Burton, eliminou totalmente os corvos da história.
A Maldição da Chorona estreia em 1º lugar na América do Norte
Em plena Páscoa, uma praga fez sucesso nos cinemas norte-americanos. “A Maldição da Chorona” estreou em 1º lugar neste fim de semana nos Estados Unidos e Canadá. Com US$ 26,5M (milhões), liderou as bilheterias, mas não virou uma praga bíblica, já que teve um dos faturamentos mais fracos do chamado “universo Invocação do Mal”. A produção não contou com aval da crítica. Na verdade, só não teve a pior avaliação entre os filmes produzidos por James Wan porque “A Freira” o precedeu. Mesmo assim, foi considerado podre com 32% de aprovação no site Rotten Tomatoes – “A Freira” é podríssima, com 26%. O mercado internacional adicionou mais US$ 30M ao lançamento, gerando ao todo US$ 56,5M para os cofres da Warner. Isto significa que o filme, orçado em US$ 9 milhões, deu lucro na estreia. A Warner comemorou dobradinha no ranking, com “Shazam!” no 2º lugar em sua terceira semana em cartaz. Orçado em US$ 100M, o filme do super-herói da DC Comics atingiu US$ 121,3M no mercado doméstico e já tem US$ 322,8M em todo o mundo. O 3º lugar ficou com a segunda estreia da semana, o drama evangélico “Superação: O Milagre da Fé”, que no Brasil ficou conhecido como “o filme do Bolsonaro”. Fez US$ 11,1M em sua estreia, mais do que costumam render as produções que botam “fé” no título. O fato de ser o principal lançamento religioso da Páscoa na América do Norte, somado à presença da atriz Chrissy Metz, da série-fenômeno “This Is Us”, ajudou sua decolagem. A semana só teve dois lançamentos amplos, nenhum deles superprodução, diante da expectativa causada pelo calendário da semana que vem – a estreia de “Vingadores: Ultimato”, que deve bater todos os recordes. De resto, vale registrar uma façanha rara no ranking: dois títulos subiram posições em relação à semana passada. Na espera por “Vingadores”, “Capitã Marvel” escalou do 6º para o 4º lugar e atingiu número redondo nas bilheterias norte-americanas: US$ 400M – já são mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo. E a animação “O Elo Perdido”, que estreou em 9º na semana passada, atingiu o 8º. Como consolo, ela superou o candidato frustrado a blockbuster “Hellboy”, que despencou para o 10º lugar em sua segunda semana, consagrando-se como um dos maiores fiascos de 2019. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. A Maldição da Chorona Fim de semana: US$ 26,5M Total EUA e Canadá: US$ 26,5M Total Mundo: US$ 56,5M 2. Shazam! Fim de semana: US$ 17,3M Total EUA e Canadá: US$ 121,3M Total Mundo: US$ 322,8M 3. Superação: O Milagre da Fé Fim de semana: US$ 11,1M Total EUA e Canadá: US$ 11,1M Total Mundo: US$ 20,5M 4. Capitã Marvel Fim de semana: US$ 9,1M Total EUA e Canadá: US$ 400M Total Mundo: US$ 1B 5. A Chefinha Fim de semana: US$ 8,4M Total EUA e Canadá: US$ 29,3M Total Mundo: US$ 34,1M 6. Dumbo Fim de semana: US$ 6,8M Total EUA e Canadá: US$ 101,2M Total Mundo: US$ 307,8M 7. Cemitério Maldito Fim de semana: US$ 4,8M Total EUA e Canadá: US$ 49,5M Total Mundo: US$ 95,6M 8. O Elo Perdido Fim de semana: US$ 4,3M Total EUA e Canadá: US$ 12,9M Total Mundo: US$ 12,9M 9. Nós Fim de semana: US$ 4,2M Total EUA e Canadá: US$ 170,4M Total Mundo: US$ 245,7M 10. Hellboy Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA e Canadá: US$ 19,6M Total Mundo: US$ US$ 19,6M
Criador de Game of Thrones desafiou Jason Momoa e foi parar no hospital
A HBO divulgou um divertido vídeo de bastidores de “Game of Thrones”, que revela como David Benioff foi parar no hospital após desafiar Jason Momoa num bar. A história é apresentada como animação, narrada por Benioff e demais envolvidos. Nela, o showrunner lembra como todos foram comemorar com cervejas a volta de Momoa para uma participação especial na 2ª temporada, e ele acabou entrando num “jogo de tapa” com o intérprete de Khal Drogo. O jogo consiste em bater na mão do adversário até o outro desistir. A brincadeira fez com que a mão de Benioff ficasse deformada. Ao chegar em casa, sua mulher o mandou direto para o hospital. A moral da história? Não se desafia o Khal. A reconstituição animada faz parte da “HBO Backstories”, uma série animada com histórias de bastidores das atrações do canal pago.
Novos pôster e teaser de Toy Story 4 destacam a volta de Betty
A Disney divulgou um novo pôster internacional e mais um teaser de “Toy Story 4”, que destaca novos personagens e a volta de Betty. Na trama, Woody (Tom Hanks) parte em missão de resgate de Garfinho (Forky, dublado em inglês por Tony Hale, da série “Veep”), que foge ao ter uma crise existencial, e acaba reencontrando a boneca-pastorinha Betty (Bo Beep no original, dublada por Ann Potts), sua antiga namorada que não apareceu no filme anterior. Ela tinha se perdido, mas encontrou um novo lar em meio a inúmeras crianças num parque de diversões. O reencontro faz Woody se ver dividido entre Betty e seu dever como brinquedo da menina Bonnie, vivendo sua própria crise existencial, enquanto Buzz Lightyear (Tim Allen) lidera os demais brinquedos em outra missão para encontrá-lo. A prévia também apresenta outros dois personagens novos, que ainda não tiveram as traduções de seus nomes reveladas: Ducky (patinho) e Bunny (coelhinho), que aparecem numa estande de prêmios de parque de diversões. Eles são dublados pela dupla Keegan-Michael Key e Jordan Peele (famosos pela série de comédia “Key and Peele”, antes do último virar o celebrado diretor do terror “Corra!”). Há ainda Duke Caboom, um dublê motociclista que tem a voz de Keanu Reeves (“John Wick”), a Policial Giggle McDimples (dublada pela atriz Ally Maki, de “Wrecked”), que é a nova melhor amiga de Betty, e a vilã da história, Gabby Gabby (voz de Christina Hendricks, de “Good Girls”), uma boneca dos anos 1950 que vive em uma loja de antiguidades e nunca teve uma criança para brincar. Ela comanda um exército maligno de antigos bonecos de ventríloquos – cujo visual é inspirado no terror “Na Solidão da Noite” (1945). A Disney ainda não anunciou os dubladores nacionais do desenho. Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” tem estreia marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.
Série baseada no filme Operação Big Hero é renovada para a 3ª temporada
O Disney Channel renovou a série animada “Operação Big Hero”, baseada no filme de mesmo nome, para sua 3ª temporada. O detalhe é que o desenho, que continua o filme de 2014, foi renovado para o terceiro ano antes mesmo da estreia da 2ª temporada, que será exibida nos EUA apenas a partir de maio. Com produção de Mark McCorkle e Bob Schooley, os criadores de “Kim Possible”, a série se passa imediatamente após os eventos vistos no cinema e continua as aventuras de Hiro, o gênio tecnológico de 14 anos, ao lado de seu companheiro inflável Baymax e demais personagens, que formam o primeiro grupo de super-heróis da Marvel desenvolvidos para uma animação da Disney. Os dubladores americanos são praticamente os mesmos do filme: Jamie Chung como Go Go Tamago, Genesis Rodriguez como Honey Lemon, Scott Adsit como robô Baymax, Maya Rudolph como a tia Cass, Alan Tudyk como guru da tecnologia Alistair Krei, Ryan Potter como o protagonista Hiro e até Stan Lee como o pai de Fred. As mudanças ficam por conta das vozes de Brooks Wheelan (do humorístico “Saturday Night Live”) como Fred (dublado por T.J. Miller no filme) e Khary Payton (o Ezekiel de “The Walking Dead”) como Wasabi (Damon Wayans Jr. no cinema).
Uglydolls terá cantores brasileiros em sua dublagem nacional
A Diamond Films anunciou os dubladores da versão nacional da animação “Uglydolls”. E ela contará com alguns cantores brasileiros: Aline Wirley (ex-Rouge), Paula Lima e o rapper Rincon Sapiência dublarão os personagens Moxy, Mandy e Ugly Dog, respectivamente. Além deles, o elenco vocal também contará com o ator João Côrtes (“O Negócio”), que ficou em 2º lugar na competição musical de calouros da Globo “Popstar” no ano passado. Ele dublará Lou. Os personagens são originalmente dublados em inglês pelos cantores Kelly Clarkson (Moxy), Nick Jonas (Lou), Janelle Monáe (Mandy) e Pittbull (Ugly Dog). Curiosamente, a trilha sonora do filme destaca a participação da brasileira Anitta, que não vai participar da dublagem nacional. Baseada nas bonecas homônimas, “Uglydolls” acompanha a história de Moxy e seus amigos da colorida cidade de Uglyville, onde são celebrados por suas diferenças, já que lá ninguém é perfeito. Até que vão parar no Instituto da Perfeição, onde sentem a tentação de tentar “consertar” suas aparências. Com direção de Kelly Asbury (“Gnomeu e Julieta”), o desenho tem estreia marcada para 16 de maio no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos. Veja abaixo o trailer dublado em português.
Filme animado da Família Addams ganha trailer dublado em português
A Universal divulgou a versão dublada em português do trailer da animação “A Família Addams”. A prévia revela a mudança da família para sua famosa mansão assombrada e apresenta uma coleção de cenas que funcionam como esquetes, sem dar noção de uma trama central. Primeiro desenho da franquia produzido para o cinema, o filme reuniu um elenco famoso para dar vozes aos personagens clássicos. Todos substituídos por pessoas não identificadas no Brasil. Você não ouvirá abaixo Charlize Theron (“Tully”) dar voz à Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) dublar seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) como seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) dublando o Tio Chico e nem Bette Midler (“Abracadabra”) como a Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação também terá uma nova vilã, Margaux Needler, uma apresentadora de reality show que você não ouvirá ser dublada por Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”). Caso queira ouvir esse elenco, siga o link para o trailer original, divulgado há uma semana. A animação tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro escrito em parceria por Matt Lieberman (que também escreve o novo filme do “Scooby-Doo”) e Pamela Pettler (de “A Noiva Cadáver” e “A Casa Monstro”). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família típica formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes que fizeram enorme sucesso na década de 1990. A estreia da nova produção está marcada para 24 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Shazam mantém 1º lugar enquanto Hellboy implode nos EUA
“Shazam!” enfrentou quatro estreias neste fim de semana, mas não teve dificuldades para se manter no topo da bilheteria dos Estados Unidos e Canadá. A adaptação da DC Comics fez mais US$ 25M (milhões) em seu segundo fim de semana, atingindo US$ 94,9M em dez dias em cartaz na América do Norte. No mundo inteiro, já são US$ 258,8M. A surpresa ficou com a disputa do 2º lugar, em que “A Chefinha” (Little) superou “Hellboy”. A comédia com premissa fantasiosa, um “De Repente 30” às avessas e com elenco negro, faturou US$ 15,4M, quantia bastante comemorada, já que a produção custou apenas US$ 20M. Além disso, a crítica achou medíocre, com 49% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes. Para se ter noção do quanto “A Chefinha” é “prioridade”, o filme só vai chegar no Brasil em agosto. “Hellboy”, por outro lado, custou US$ 50M – sem considerar as despesas de marketing. E implodiu com US$ 12M. O desempenho muito abaixo das expectativas – e das aberturas dos dois filmes anteriores do personagem, em 2004 e 2008 – foi salgado por críticas extremamente negativas da imprensa americana, que renderam média de 15% de aprovação no Rotten Tomatoes. A Millennium segurou os números do mercado internacional, mas as projeções apontam um início ainda pior no exterior. Esta combinação de sinais apocalípticos representa o fim da franquia. Os outros dois lançamentos da semana foram o drama teen “After” e a animação “O Elo Perdido”, que ficaram em 8º e 9º lugares, respectivamente. Considerado o pior lançamento da semana, “After” teve apenas 13% de aprovação e rendeu US$ 6,2M. Já “O Elo Perdido” agradou à crítica, com 89%, mas teve a pior abertura de uma produção do estúdio Laika, especializado em animação em stop motion, com US$ 5,8M. Até então, a pior abertura da Laika tinha sido seu filme anterior, “Kubo e as Cordas Mágicas” (2016), com US$ 12,6M. Mas este longa, adorado pela crítica, ganhou indicação ao Oscar, o que não deve ocorrer com “O Elo Perdido”, levando em conta sua avaliação abaixo do padrão elevadíssimo do estúdio. “After” já estreou no Brasil e “O Elo Perdido” não tem previsão de lançamento no país. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Shazam! Fim de semana: US$ 25,1M Total EUA e Canadá: US$ 94,9M Total Mundo: US$ 258,8M 2. A Chefinha Fim de semana: US$ 15,4M Total EUA e Canadá: US$ 15,4M Total Mundo: US$ 17,3M 3. Hellboy Fim de semana: US$ 12M Total EUA e Canadá: US$ 12M Total Mundo: US$ 22M 4. Cemitério Maldito Fim de semana: US$ 10M Total EUA e Canadá: US$ 41,1M Total Mundo: US$ 76,8M 5. Dumbo Fim de semana: US$ 9,1M Total EUA e Canadá: US$ 89,9M Total Mundo: US$ 266,9M 6. Capitã Marvel Fim de semana: US$ 8,6M Total EUA e Canadá: US$ 386,5M Total Mundo: US$ 1B 7. Nós Fim de semana: US$ 6,9M Total EUA e Canadá: US$ 163,4M Total Mundo: US$ 235,9M 8. After Fim de semana: US$ 6,2M Total EUA e Canadá: US$ 6,2M Total Mundo: US$ 18,4M 9. O Elo Perdido Fim de semana: US$ 5,8M Total EUA e Canadá: US$ 5,8M Total Mundo: US$ 5,8M 10. The Best of Enemies Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 8,1M Total Mundo: US$ US$ 8,1M
Ouça três versões da música de Anitta na trilha da animação UglyDolls
A gravadora Atlantic Records divulgou a íntegra das versões da música “Ugly”, cantada por Anitta na trilha da animação “UglyDolls”, filme baseado na linha de bonecas de mesmo nome. A brasileira gravou a música três vezes, com vocais em português, espanhol e inglês. Confira abaixo. Trilhas de filmes animados tendem a ficar presos ao tema da produção. E “Ugly” não é exceção. A letra tenta passar uma mensagem de autoestima. “Mesmo quando estou mal/ Tenho que lembrar, não é real/ Porque eu não sou feia, sei que não sou feia/ Eu sou linda como sou”, canta Anitta no refrão em português. Os versos são justamente a moral da história de Moxy e seus amigos Ox, Ugly Dog, Wage, Babo e Lucky Bat, que moram na colorida cidade de Uglyville, onde são celebrados por suas diferenças, já que lá ninguém é perfeito. Até que vão parar no Instituto da Perfeição, onde sentem a tentação de tentar “consertar” suas aparências. A música de Anitta foi composta por ninguém menos que o célebre DJ Fatboy Slim em parceria com Max Martin, fabricante de hits em série de Britney Spears, Katy Perry e Selena Gomez. Mas o resultado não distingue nenhuma característica particular da brasileira, que canta a melodia de forma chorosa-melosa, ao estilo genérico das calouras de reality musical americano. A trilha sonora de “UglyDolls” também vai incluir faixas cantadas por Kelly Clarkson, Nick Jonas, Janelle Monáe, Bebe Rexha e Blake Shelton, todos dubladores de personagens do desenho. Com direção de Kelly Asbury (“Gnomeu e Julieta”), o desenho das bonecas tem estreia marcada para 16 de maio no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Os Simpsons vestem o chapéu do Mickey em vídeo da Disney+ (Disney Plus)
O evento da Disney que anunciou detalhes da seu projeto de streaming, realizado na noite de quinta (sexta, 12/4, no fuso horário brasileiro) para investidores e imprensa norte-americanos, incluiu o primeiro vídeo de “Os Simpsons” feito para o estúdio. Concebido para divulgar a disponibilização dos 660 episódios da série animada com exclusividade na Disney+ (Disney Plus), o vídeo mostra Homer mandando toda a família usar o chapéu do Mickey, com resultados hilários. A sinergia com a Disney aparece estampada literalmente num cartaz ao fundo, mas também se manifesta por meio de uma participação muito especial. Vale reparar também que, aos pés da estátua de Bob Iger, CEO da Disney, há uma cesta de lixo com um retrato de Rupert Murdoch, CEO da Fox, que vendeu seu estúdio de cinema e TV para a Disney. A série “Os Simpsons” será um dos destaques da Disney+ (Disney Plus), que ganhou data de lançamento nos Estados Unidos: 12 de novembro. A expectativa é que o serviço seja disponibilizado em outros países a partir de 2020.
Novo trailer legendado de O Rei Leão impressiona com realismo dos animais
A Disney divulgou um novo pôster e o segundo trailer legendado de “O Rei Leão”. E embora esta não seja, claramente, uma versão “live-action”, com atores interpretando os personagens, a prévia impressiona por seu realismo. Trata-se de uma evolução enorme em relação a “Mogli, o Menino Lobo”, com uma animação digital tão convincente que, por um breve momento, é possível jurar que se trata de um documentário do Animal Planet. Impressão que dura até a reconstituição de cenas clássicas da animação – e que é contrastada pelo fato de os animais serem falantes… e cantores! As vozes que ressoam no vídeo são de James Earl Jones (“O Campo dos Sonhos”), que volta a dublar Mufasa, o pai de Simba, como no desenho clássico de 25 anos atrás, e Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”) como o vilão Scar, que bane o pequeno Simba para o exílio na floresta. De forma simbólica, todos os leões africanos são dublados por atores negros. Simba ganhou dublagem de Donald Glover (série “Atlanta”), Alfre Woodard (série “Luke Cage”) dá voz à Sarabi, a mãe de Simba, e a cantora Beyoncé (“Dreamgirls”) encarna Nala. Já os dois personagens mais divertidos, Timão e Pumba, têm as vozes dos comediantes Billy Eichner (série “Parks and Recreation”) e Seth Rogen (“Os Vizinhos”), respectivamente como o suricato e o javali. O novo “O Rei Leão” tem direção de Jon Favreau, responsável justamente por “Mogli, o Menino Lobo”, e a previsão de estreia é para 18 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Filme animado da Família Addams ganha primeiro trailer
A MGM divulgou o primeiro trailer do longa animado de “A Família Addams”. A prévia revela uma coleção de esquetes com os personagens, mas não dá ideia da trama. Uma das cenas, porém, sugere uma mudança recente da família para sua famosa mansão assombrada. Primeiro desenho da franquia produzido para o cinema, o filme reuniu um elenco famoso para dar vozes aos personagens clássicos. Charlize Theron (“Tully”) dá voz à Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) dubla seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) vive seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) dubla o Tio Chico e Bette Midler (“Abracadabra”) encarna a Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação também terá uma nova vilã, Margaux Needler, uma apresentadora de reality show que será dublada por Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”). A animação tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro escrito em parceria por Matt Lieberman (que também escreve o novo filme do “Scooby-Doo”) e Pamela Pettler (de “A Noiva Cadáver” e “A Casa Monstro”). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família típica formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes que fizeram enorme sucesso na década de 1990. A estreia da nova produção está marcada para 24 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.











