A Família Addams ganha dois novos trailers bem diferentes
O longa animado “A Família Addams” ganhou dois trailers e duas coleções de pôsteres. A Universal divulgou uma prévia dublada em português para o Brasil, enquanto a MGM lançou outra completamente diferente nos Estados Unidos, com as vozes dos intérpretes famosos que só os americanos vão ouvir nos cinemas. Veja abaixo. Os vídeos acompanham a mudança dos Addams para sua famosa mansão assombrada e revelam como a amizade de Wandinha com uma menina de sua nova escola enfurece a mãe da garota, uma perua conservadora de extrema direita, que organiza um movimento para expulsar a família monstruosa da vizinhança – trata-se de uma analogia nada sutil com o comportamento de racistas e homofóbicos. Os estúdios pagaram uma fortuna para os brasileiros não ouvirem Charlize Theron (“Tully”) dar voz à Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) dublar seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) virarem seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) tornar-se o Tio Chico e Bette Midler (“Abracadabra”) encarnar a Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação destaca a vilã Margaux Needler, que não será ouvida no Brasil com a voz de Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família típica formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes que fizeram enorme sucesso na década de 1990. O atual lançamento é o primeiro longa animado da franquia. Tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro escrito em parceria por Matt Lieberman (que também escreve o novo filme do “Scooby-Doo”) e Pamela Pettler (de “A Noiva Cadáver” e “A Casa Monstro”). A estreia está marcada para 24 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
O Rei Leão mantém liderança e já é segunda maior bilheteria do Brasil em 2019
Faltou combustível para “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw” superar “O Rei Leão” no Brasil. A animação computadorizada da Disney continuou reinando nas bilheterias brasileiras pela terceira semana seguida, como o filme com maior público e arrecadação nos cinemas nacionais. De quinta (1/8) a domingo (4/8), foram 1,3 milhão de espectadores e R$ 23,7 milhões de arrecadação. Fenômeno de popularidade desde o lançamento em 18 de julho, “O Rei Leão” já foi visto por mais de 12,2 milhões de brasileiros e acumula mais de R$ 205 milhões em bilheteria, segundo dados divulgados pela Comscore. Estes números só perdem para “Vingadores: Ultimato” no país. O derivado de “Velozes e Furiosos” estrelado por Dwayne Johnson e Jason Statham precisou se contentar com o 2º lugar. O longa estreou na última quinta em mais de 1,5 mil telas (metade do circuito nacional), mas rendeu R$ 10 milhões a menos que a animação, arrecadando R$ 13,7 milhões para um público estimado de 747 mil pessoas. “Homem-Aranha: Longe de Casa” completou o Top 3 nacional, com grande distância – R$ 2,2 milhões. Veja abaixo a lista das 10 maiores bilheterias do fim de semana no Brasil, de acordo com a Comscore. TOP 10 #bilheteria Finde 1 a 4/08:1. O Rei Leão2. Velozes e Furiosos3. Homem Aranha Long De Casa4. Toy Story 45. Turmada Monica 6. Pets Vida Secreta dos Bichos 27. Ted Bundy 8. As Trapaceiras9. Ultima Loucura de Claire Darlinghttps://t.co/xbS0paEmMW Rainhas da Torcida — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) August 5, 2019
Aggretsuko é renovada para 3ª temporada
A Netflix anunciou a renovação da série animada japonesa “Aggretsuko” para sua 3ª temporada. A produção de novos episódios foi comunicada exclusivamente pelas redes sociais da divisão japonesa da plataforma. Veja abaixo. O anime é estrelado por uma simpática panda vermelha de 25 anos chamada Retsuko, que tem um trabalho burocrático de estagiária durante o dia, mas à noite se transforma numa estrela de karaokê, soltando vômito pelas entranhas como cantora endemoniada de death metal – é quando vira Aggretsuko, a versão agressiva de Retsuko. “Aggretsuko” foi concebida pela empresa Sanrio, especializada em produtos voltados para a subcultura kawaii (fofa), para representar uma parcela da população japonesa que sofre com o excesso de trabalho. Para quem não sabe o que é kawaii, basta mencionar que Hello Kitty é seu maior representante. Por sinal, a criadora da personagem, conhecida apenas como Yeti, descreveu Aggretsuko para a rede CNN justamente como a “irmã metaleira, cervejeira e raivosa da Hello Kitty”. A 2ª temporada foi lançada em junho em streaming. ⚡速報⚡『#アグレッシブ烈子』シーズン3制作決定? 初めて台湾を訪れ、台湾漫画博覧会のステージに登場した烈子✨スペシャルゲストのへヴィメタル・バンド「ソニック」のボーカル、フレディ・リムと絶叫バトルを繰り広げ、ファンからの大きな拍手に大歓喜!続報をお楽しみに?#ネトフリアニメ — Netflix Japan Anime (@NetflixJP_Anime) 4 de agosto de 2019
Animação Mundo Bita ganha clipe com música de Pitty
A animação “Mundo Bita” ganhou um clipe exclusivo. Com imagens ambientadas no mundo circense da atração, que surgiu em aplicativos e DVDs, antes de fazer sucesso no YouTube, na Netflix e no Discovery Kids, o clipe destaca a música “Coragem”, cantada por Pitty especialmente para a série. “Coragem” foi composta por Chaps Melo, criador dos personagens e responsável pelas músicas de “Mundo Bita”. Desenvolvida pela produtora pernambucana Mr. Plot, a série é uma animação essencialmente musical, ensinando as crianças a lidarem com o mundo por meio de canções que abordam desde a preservação da natureza e criação dos filhos até questões atualíssimas, como igualdade de direitos para meninos e meninas e inclusão de deficientes físicos. A músicas também são lançadas em discos. E um desses discos, “Bita e a Natureza”, foi indicado ao Grammy Latino como Melhor Álbum Infantil no ano passado.
Russi Taylor (1944 – 2019)
Russi Taylor, que foi dubladora da ratinha Minnie Mouse por mais de três décadas nas animações da Disney, morreu aos 75 anos na Califórnia. A informação foi confirmada no sábado (27/7) em comunicado do estúdio. A causa da morte não foi divulgada. “Minnie Mouse perdeu a voz com a morte de Russi Taylor”, disse Bob Iger, presidente e diretor-executivo da companhia, no comunicado. “Por mais de 30 anos, Minnie e Russi trabalharam juntas para entreter milhões em todo o mundo – uma parceria que fez de Minnie um ícone global e de Russi uma lenda da Disney amada por fãs em todos os lugares”, completou. Ela começou a dublar Minnie em 1987 e, no ano seguinte, deu voz à personagem no filme clássico “Uma Cilada para Roger Rabbit”. Desde então, sempre que Minnie apareceu num desenho, fosse uma participação na série de Tico e Teco ou um vídeo como “Mickey, Donald e Pateta: Os Três Mosqueteiros”, foi Russi quem lhe deu voz. E ela permanecia ativa na função na atual série do “Mickey Mouse”, produzida desde 2013 pelo estúdio. A ligação com o Mickey também se estendeu aos bastidores. Russi conheceu o seu marido, Wayne Allwine, no microfone ao lado. Ele era, curiosamente, o dublador do Mickey desde 1977. As vozes de Mickey e Minnie se casaram na vida real em 1991 e ficaram juntos até a morte dele, em 2009. A dubladora também deu voz ao menino Martin Prince por quase 30 anos em “Os Simpsons”. O colega de aula de Bart, introduzido em 1990, foi seu segundo personagem mais longevo, e deverá ser aposentado da série animada após sua morte. Seu timbre vocal também animou a versão bebê de Gonzo em “Muppet Babies”, a versão adolescente de Pedrita, a filha dos Flintstones, em várias séries e games, a pata Margarida no longa “Fantasia 2000”, os sobrinhos do Pato Donald, Huguinho, Zezinho e Luisinho, no primeiro “DuckTales”, entre muitos outros personagens clássicos dos desenhos americanos.
Remake de O Rei Leão é tão realista que se torna sério demais
A obsessão da Disney em realizar remakes live-actions de suas animações chega ao maior clássico do estúdio nos últimos 25 anos, “O Rei Leão”. A escolha de Jon Favreau para dirigir o longa é óbvia, afinal ele fez um milagre com “Mogli, O Menino Lobo”. Não somente elevando a qualidade dos efeitos visuais com um realismo impressionante na renderização de seus animais, mas por atualizar o desenho de meio século sem se render à nostalgia. Os efeitos estão ainda melhores em “O Rei Leão”. Entretanto, o original ainda é relativamente atual e perfeito em sua forma original. Isto rendeu um remake mais reverente que “Mogli”, praticamente seguindo o roteiro do filme de 1994, numa recriação das cenas quadro a quadro. Sem nada para acrescentar à história, restou a Favreau concentrar toda sua energia na tecnologia. Ele é bom no que faz, tanto que a diferença entre “Mogli” e “O Rei Leão” é vista em cada frame. O nível alcançado pelo fotorrealismo faz cair o queixo com locações que parecem existir de verdade, embora inspiradas na animação clássica. Mas é tudo – menos uma cena – computação gráfica. Isso quer dizer que “O Rei Leão” atingiu o topo e, agora, o desafio é superar a qualidade de seus efeitos. Por outro lado, como os animais são realistas demais, essa versão se torna mais séria, o que prejudica um pouco o resultado. Nem é o caso de observar que os animais não apresentam expressões humanas como no desenho. Não é que falta alma, porque animais têm suas expressões e elas estão lá. O problema é outro. Em “Babe”, por exemplo, os animais falam, porém ninguém esperneou. Em “O Rei Leão”, eles ainda cantam. A diferença é que “Babe” era apresentado como uma fábula. “O Rei Leão” não. É para ser “real”. E aí entra um equívoco de premissa, porque animais não falam e, muito menos, cantam. Favreau foi ao limite de limar as coreografias do desenho, que não combinariam com o objetivo de tornar seu filme o mais realista possível. Então, não há elefantes e avestruzes em cima uns dos outros, para que Simba possa cantar lá no alto. Os bichinhos apenas andam e… cantam. As diferenças entre as histórias são mínimas. Ambas têm como base a jornada do herói, além de “Hamlet”, de William Shakespeare, e o evidente “Kimba, o Leão Branco”, de Osamu Tezuka. A versão CGI inclui leoas mais valentes e alguns detalhes escatológicos que não constam do original, mas a verdade é que só agrada porque o filme de 1994 tem uma uma história extraordinária. “O Rei Leão” clássico tornou-se uma influência tão grande que seu impacto pode ser traçado até “Pantera Negra”. Já a versão de Jon Favreu não deixará qualquer outro legado que não seja a evolução dos efeitos digitais. Não é pouca coisa. Mas também não é muita coisa.
Diretor revela no Instagram única cena real de O Rei Leão
O diretor Jon Favreau compartilhou no Instagram a única cena real que apareceu em “O Rei Leão”. O trecho surge logo na abertura do filme, quando a música “Circle of Life” começa a tocar e a savana africana é apresentada. No texto, ele explicou que inseriu a imagem – um registro da savana africana – para ver se as pessoas seriam capazes de notar a diferença entre uma foto da realidade e o fotorrealismo digital da produção. “Esse é a única cena real de ‘O Rei Leão’. Existem 1490 planos renderizados criados por animadores e artistas de efeitos visuais [no filme]. Eu usei como base um único momento que captamos na África para ver se alguém iria notar”, disse o cineasta. Sucesso de público, “O Rei Leão” já faturou US$ 728 milhões nas bilheterias mundiais desde seu lançamento na semana passada, e deve chegar facilmente ao US$ 1 bilhão em menos de um mês. Neste fim de semana, a Disney vai comemorar outro lançamento bilionário: “Aladdin”, que atingiu US$ 999 milhões nesta sexta-feira (27/7). Ver essa foto no Instagram This is the only real shot in #TheLionKing. There are 1490 rendered shots created by animators and CG artists. I slipped in one single shot that we actually photographed in Africa to see if anyone would notice. It is the first shot of the movie that begins The Circle of Life. Uma publicação compartilhada por Jon Favreau (@jonfavreau) em 26 de Jul, 2019 às 12:31 PDT
Netflix renova Big Mouth para mais três temporadas
A Netflix renovou “Big Mouth” para mais 3 temporadas. Isto garante que a série de animação adulta chegará, ao menos, até sua 6ª temporada prevista para 2023. A amplitude da renovação interrompe a tendência de cancelamentos de séries após três temporadas na plataforma, o que vinha chamando a atenção de forma negativa, refletindo falta de foco e desinteresse da empresa em emplacar conteúdo duradouro. O anúncio ainda faz parte de um grande acordo firmado entre a Netflix e a produtora Brutus Pink, formada pelos criadores de “Big Mouth”, para desenvolver novos projetos. A renovação foi anunciada meses antes da estreia do terceiro ano da série animada, previsto para o final de 2019. Criada pelos roteiristas Nick Kroll (criador do “Kroll Show”), Andrew Goldberg (“Uma Família da Pesada/Family Guy”), Mark Levin e Jennifer Flackett (ambos de “Viagem ao Centro da Terra – O Filme”), “Big Mouth” é uma série protagonizada por adolescentes e monstros. Mas são monstros simbólicos, hormonais, que se manifestam como vozes da consciência dos personagens centrais, jovens passando pelas mudanças físicas e biológicas da puberdade. O elenco de dubladores originais inclui John Mulaney (série “Mulaney”), Maya Rudolph (série “Up All Night”), Jason Mantzoukas (“Como Ser Solteira”), Jordan Peele (humorístico “Key and Peele”), Fred Armisen (humorístico “Portlandia”) e Jenny Slate (a voz da Arlequina em “Lego Batman: O Filme”).
Um Espião Animal: Animação ganha trailer dublado em português
A Fox divulgou a versão dublada em português do trailer de “Um Espião Animal” (Spies in Disguise). Com isso, o público nacional perde um dos maiores atrativos da produção, que é dublada em inglês por Will Smith (“Esquadrão Suicida”) e Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”). A aposta é que crianças não se importam com as vozes – embora o estúdio americano tenha pago uma fortuna por esse detalhe descartável. A prévia acompanha uma versão animada de Will Smith como um superespião, explodindo tudo e encenando saltos impossíveis. Até que, lá pelo final do vídeo, ele é transformado num pombo por um inventor adolescente (papel original de Holland). “Um Espião Animal” é baseado em um curta de 2009, feito por Lucas Martell, que não tem nada dessa premissa, mas inclui um agente secreto e um pombo. Ao transformar Will Smith no pombo, o estúdio Blue Sky – de “A Era do Gelo”, “Rio” e “Ferdinando” – mantém sua tradição de lançar animações de animais falantes. O elenco de dubladores originais ainda inclui Rashida Jones (“Te Peguei!”), Karen Gillan (“Guardiões da Galáxia”), Ben Mendelsohn (“O Destino de uma Nação”), Masi Oka (“Hawaii Five-0”) e DJ Khaled (“A Escolha Perfeita 3”). A direção do longa está a cargo de Nick Bruno e Troy Quane, respectivamente animador e artista de storyboard da franquia “A Era do Gelo”, que fazem suas estreias na função. A estreia mudou recentemente de data, adiada para 23 de janeiro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.
Vídeo legendado revela bastidores da série baseada em O Cristal Encantado
A Netflix divulgou o pôster e um vídeo de bastidores da série baseada no clássico infantil “O Cristal Encantado” (1982), de Jim Henson. A prévia mostra como os marionetes são movimentados e a escala dos sets da produção, em meio a depoimentos e cenas inéditas da atração. Intitulada “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” (Dark Crystal: Age of Resistance), a série é um prólogo do longa lançado em 1982, que foi o primeiro filme de fantasia feito inteiramente com bonecos. Além disso, os bichos não eram fantoches, como os Muppets, mas animatronics, que se movimentavam por meio de comandos eletrônicos, e isso está mantido na série, aliado a efeitos visuais modernos. A trama original se passava no planeta Thra, habitada pelos pacíficos Místicos e os agressivos Skeksis, que usavam um “cristal negro” para se reproduzir para sempre. Uma profecia dizia que se um Gelfling (criaturas humanoides com orelhas pontudas) manipulasse o cristal, a paz seria restaurada e as duas raças se tornariam uma só. Para evitar isso, os Skeksis decidem caçar todos os Gelflings. A série vai mostrar o mundo de Thra morrendo. O Cristal da Verdade, uma fonte de poder incalculável no coração de Thra, está danificado, corrompido pelos malvados Skeksis, e uma doença se espalha pela terra. Quando três Gelflings descobrem a terrível verdade por trás do poder dos Skeksis, os fogos da rebelião são acesos e começa uma batalha épica pelo planeta. O comando da série está nas mãos do cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”), que vai produzir e dirigir os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix, com roteiros de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). Já o elenco de dubladores reúne uma constelação de estrelas, como Taron Egerton (“Robin Hood: A Origem”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) e Nathalie Emmanuel (“Game of Thrones”), na pele dos heróis Rian, Brea e Deet, que protagonizam a série. O elenco coadjuvante é ainda mais impressionante, incluindo Mark Hamill (“Star Wars”), Helena Bonham-Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”), Alicia Vikander (“Tomb Raider”), Lena Headey (“Game of Thrones”), Natalie Dormer (também de “Game of Thrones”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Caitriona Balfe (“Outlander”), Theo James (“Divergente”), Shazad Latif (“Star Trek: Discovery”), Gugu Mbatha-Raw (“O Paradoxo Cloverfield”), Mark Strong (“Kingsman”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Keegan-Michael Key (“Key and Peele”), Eddie Izzard (“Powers”) e Harris Dickinson (“Malévola 2”). “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” estreia em 30 de agosto.
Estúdio japonês de animação sofre ataque incendiário com mais de 30 mortos
Mais de 30 pessoas morreram num incêndio criminoso provocado num estúdio de animação de Kioto, no Japão, nesta quinta-feira (18/7), e outras dezenas ficaram feridas de acordo com informações da rede de TV estatal NHK. A Kyoto Animation, com cerca de 160 funcionários, foi atacada por um homem não identificado, que teria jogado gasolina nas instalações por razões ainda desconhecidas. Ele gritou “morram” quando o incêndio se espalhou às 10h (horário local), segundo a emissora pública NHK, que exibiu um vídeo do momento em que ele foi preso pela polícia. O estúdio de três andares é um dos mais tradicionais da animação japonesa. Foi criado em 1981 e produz animações de cinema e televisão. Entre suas produções, estão o clássico “Robotech”, “A Voz do Silêncio”, “Full Metal Panic”, “K-On”, “Violet Evergarden”, “Clannad” e “A Melancolia de Haruhi Suzumiya”. O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, classificou o atentado como “assombroso demais para as palavras”, e expressou condolências pelas vítimas. No momento, fala-se em pelo menos 33 vítimas fatais e mais de duas dezenas de pessoas feridas.
Diretor de Viagem das Garotas vai filmar Space Jam 2
A Warner contratou o cineasta Malcolm D Lee, da comédia de sucesso “Viagem das Garotas” (Girls Trip, 2017), para comandar a continuação de “Space Jam”, o blockbuster animado de 1996 em que Michael Jordan entrou no time do Pernalonga para jogar basquete no espaço. Ele é o terceiro diretor ligado ao projeto desde 2016, quando LeBron James foi anunciado como o “novo Michael Jordan” da produção – isto é, o novo astro de basquete do time do Pernalonga. Justin Lin saiu para fazer “Velozes e Furiosos 9” e “10”. Já Terence Nance (“Uma Super-Simplificação de Sua Beleza”) estava à frente do projeto até a semana passada e o motivo de sua substituição não foi divulgado. O longa contará também com Anthony Davis, Damian Lillard, Klay Thompson e as jogadoras da WNBA Diana Taurasi, Nneka Ogwimike e Chiney Ogwumike. A expectativa é que mais jogadores da NBA e da WNBA sejam confirmados em breve. Para completar, a atriz Sonequa Martin-Green (“Star Trek: Discovery”) viverá a esposa de Lebron, e Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”) também está no longa. O roteiro foi escrito por Ryan Coogler (“Pantera Negra”) e Sev Ohanian (“Buscando…”), e a estreia está marcada para julho de 2021.
Beyoncé lança clipe de O Rei Leão com a filha Blue Ivy
Beyoncé lançou o clipe de “Spirit”, canção do novo “O Rei Leão”. O vídeo, que conta com a participação de Blue Ivy, filha da cantora, traz coreografias elaboradas, com a inclusão de dançarinos em cenários que lembram a savana africana do filme da Disney. Mas ao menos a cena da cachoeira foi gravada numa reserva indígena nos Estados Unidos. Há também muitas cenas estáticas, que evocam fotos temáticas de revistas de moda. O visual deslumbrante, criado especialmente para o clipe, é entrecortado por inserções do filme, que mostram desde o nascimento de Simba até o confronto com Scar, além de destacar aparições da personagem de Beyoncé, a leoa Nala. “Spirit” faz parte do disco “The Lion King: The Gift”, uma espécie de “complemento” para a trilha sonora oficial da produção com curadoria de Beyoncé. O álbum conta com músicas de Kendrick Lamar, Jay-Z, Pharrell Williams, Tierra Whack e Childish Gambino (o ator Donald Glover, intérprete de Simba), mas o maior destaque é da própria Beyoncé, que canta em 9 das 14 faixas. O disco tem lançamento marcado para sexta (19/7), um dia depois da estreia do filme no Brasil.










