PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • TV

    Andrea Beltrão e programa do Gugu são indicados ao prêmio Emmy Internacional

    24 de setembro de 2020 /

    Os organizadores do Emmy Internacional divulgaram nesta quinta (24/9) os indicados nas 11 categorias de sua premiação em 2020. E há brasileiros em 7 das categorias em disputa. Andréa Beltrão puxa a lista na vaga de Melhor Atriz por sua interpretação de Hebe Camargo. Originalmente um filme, “Hebe – A Estrela do Brasil” foi transformado em minissérie pela Globo. Ela vai competir pelo prêmio com a veterana atriz britânica Glenda Jackson, a alemã Emma Bading e a malaia Yeo Yann Yann. Na seleção masculina, Raphael Logam voltou a aparecer como Melhor Ator por seu papel em “Impuros”, da Disney (Fox), esperando ter maior sorte que no ano passado, quando também foi indicado pela série. Outro filme que a Globo transformou em minissérie, “Elis – Viver é Melhor que Sonhar”, originalmente uma cinebiografia da cantora Elis Regina, foi selecionado como Melhor Minissérie (ou Filme feito para a TV). Já na categoria de Melhor Comédia apareceu “Ninguém Tá Olhando”, uma produção do cineasta Daniel Rezende (“Turma da Mônica – Laços”) sobre anjos ruivos, que foi rapidamente cancelada pela Netflix. As demais produções brasileiras da lista são “Órfãos da Terra”, da Globo, como Melhor Telenovela, “Cante Comigo”, competição da Record apresentada por Gugu Liberato até sua morte, como Melhor Programa de Entretenimento Sem Roteiro, e “Refavela 40”, da HBO, sobre o impacto cultural do disco “Refavela”, de Gilberto Gil, como Melhor Programa Artístico. A premiação, que reúne produções de diversos países, terá seus vencedores anunciados em 23 de novembro, numa cerimônia em Nova York, nos Estados Unidos. Veja abaixo a lista completa dos indicados. Melhor Drama Charité 2 – Alemanha Criminal UK – Reino Unido Delhi Crime – Índia O Jardim de Bronze – Argentina Melhor Comédia Back to Life – Reino Unido Fifty – Israel Four More Shots Please – India Ninguém Tá Olhando – Brasil Melhor Minissérie ou Filme para TV L’Effondrement (The Collapse) – França Elis – Viver é Melhor que Sonhar – Brasil The Festival of the Little Gods – Japão Responsible Child – Reino Unido Melhor Ator Billy Barratt (Responsible Child) – Reino Unido Guido Caprino (1994) – Itália Raphael Logam (Impuros) – Brasil Arjun Mathur (Made in Heaven) – Índia Melhor Atriz Emma Bading (Play) – Alemanha Andrea Beltrão (Hebe) – Brasil Glenda Jackson (Elizabeth is Missing) – Reino Unido Yeo Yann Yann (Invisible Stories) – Singapura Melhor Novela Chen Xi Yuan (Love And Destiny) – China Na Corda Bamba – Portugal Órfãos da Terra – Brasil Pequeña Victoria – Argentina Melhor Programa de Arte Jake and Charice – Japão Refavela 40 – Brasil Vertige de la Chute (Ressaca) – França Why do We Dance? – Reino Unido Melhor Documentário El Testigo – Colômbia For Sama – Reino Unido Granni-E-minem – Coreia do Sul Terug naar Rwanda – Bélgica Melhor Programa de Entretenimento Não Roteirizado Canta Comigo – Brasil Folkeopplysningen – Noruega MasterChef Tailândia – Tailândia Old People’s Home for 4 Year Olds – Austrália Melhor Série Curta Content – Australia #martyisdead – República Tcheca Mil Manos por Argentina – Argentina People Like Us – Singapura Programa de Língua Estrangeira exibido nos Estados Unidos 20th Annual Latin GRAMMY®? Awards A Rainha do Tráfico No te Puedes Esconder Preso No.1

    Leia mais
  • Filme

    Hebe Camargo ressurge empoderada no trailer de sua cinebiografia

    8 de março de 2019 /

    A Warner divulgou o trailer de “Hebe – A Estrela do Brasil”, cinebiografia da apresentadora Hebe Camargo. Bastante politizada, a prévia mostra a estrela da TV brasileira enfrentando preconceitos e fazendo revoluções comportamentais, da introdução de Roberta Close como “a mulher mais bonita do Brasil” à famosa “bicota” em Roberto Carlos. O detalhe é que isso acontece não numa suposta juventude rebelde, mas no apogeu de sua carreira, em plena meia-idade, sob o olhar fulminante de produtores, marido e representantes da censura federal. Além disso, chama muito atenção a interpretação de Andrea Beltrão, convincente no papel. A trama se passa na década de 1980, no final da ditadura militar, quando Hebe completa 40 anos de profissão, está madura e já não aceita ser apenas um produto televisivo para o que se acredita ser a família brasileira. Mais do que isso, já não suporta ser uma mulher submissa ao marido, ao salário baixo, ao governo de direita e aos costumes vigentes. A trama pretende mostrar a apresentadora lidando com o marido ciumento e preconceituoso, e abraçando comportamentos avançados para se transformar em uma das personalidades mais amadas do Brasil. O elenco ainda conta com Marco Ricca, Caio Horowicz, Danton Mello, Gabriel Braga Nunes, Danilo Grangheia, Otávio Augusto, Claudia Missura, Karine Teles e Daniel Boaventura – que vai viver outra personalidade famosa da TV brasileira, ninguém menos que Silvio Santos. Com roteiro de Carolina Kotscho (“2 Filhos de Francisco”) e direção de Maurício Farias (“Vai que Dá certo”), o filme tem estreia prevista para 26 de setembro.

    Leia mais
  • Filme

    Atriz transexual viverá Roberta Close no filme de Hebe Camargo

    23 de agosto de 2018 /

    A atriz Renata Bastos, de 36 anos, foi escalada para viver a famosa transexual Roberta Close, que foi símbolo sexual dos anos 1980, no filme “Hebe”, cinebiografia da apresentadora Hebe Camargo. Com 1,77m de altura, Renata também é transexual, modelo e trabalha há cinco anos como produtora de moda em uma agência em São Paulo, onde vive. Mas já tem alguns filmes importantes em seu currículo, com participações em “Carandiru’, Bruna Surfistinha” e “Nina”. Ela foi escolhida para o longa de Maurício Farias (“Vai que Dá certo”) por conta da semelhança física com Roberta Close. “Tive ela como ícone de beleza na minha adolescência”, contou a atriz, ao jornal Extra. No filme, ela aparecerá como entrevistada de Hebe. “Entro num momento muito especial da transição da Hebe, quando ela muda de emissora. A Roberta é uma das entrevistadas do novo programa dela”, contou Renata. O papel da personagem-título é interpretado por Andréa Beltrão (série “A Grande Família”) e a trama vai se passar na década de 1980, quando a apresentadora se transformou em uma das personalidades mais amadas do Brasil. O elenco ainda conta com Marco Ricca, Caio Horowicz, Danton Mello, Gabriel Braga Nunes, Danilo Grangheia, Otávio Augusto, Claudia Missura, Karine Teles e Daniel Boaventura, que vai viver outra personalidade famosa da TV brasileira, ninguém menos que Silvio Santos. Ainda não há previsão para a estreia.

    Leia mais
  • Filme

    Filme com Andréa Beltrão e Marco Ricca é premiado no Festival de Karlovy Vary

    8 de julho de 2018 /

    O filme “Sueño Florianópolis”, coprodução do Brasil e da Argentina, venceu o Prêmio Especial do Júri do Festival de Karlovy Vary, na República Checa, principal evento cinematográfico do Leste Europeu e um dos mais importantes do antigo continente – atrás dos tradicionais festivais de Cannes, Veneza e Berlim. Filmado em Santa Catarina, com atores brasileiros e direção da argentina Ana Katz (de “Minha Amiga do Parque”), “Sueño Florianópolis” é uma comédia que questiona convenções sociais sobre família. A trama acompanha um casal argentino em crise que, na década de 1990, viaja com seus dois filhos adolescentes até Florianópolis de férias. O casal é vivido por Gustavo Garzón (“O Cidadão Ilustre”) e Mercedes Morán (“Neruda”), mas o elenco também destaca Andréa Beltrão (“Sob Pressão”) e Marco Ricca (“Canastra Suja”). “Sueño Florianópolis” também ganhou o Prêmio da Crítica (Fipresci) e o Globo de Cristal de Melhor Atriz, que coube a Mercedes Morán. O vencedor do prêmio de Melhor Filme, porém, foi a co-produção romeno-checa “I Do Not Care If We Go Down In History As Barbarians”, do cineasta romeno Radu Jude. O drama é uma reflexão carregada de ironia e sarcasmo sobre a negação da participação romena no Holocausto, durante uma reconstituição da Batalha de Odessa. Dezenas de milhares de judeus foram mortos durante aquela batalha, travada em 1941 entre a União Soviética e a Romênia, que recebeu apoio da Alemanha nazista. Radu Jude explora a responsabilidade das tropas romenas no massacre, algo que tem sido negado ou minimizado na história do país por décadas. Veja abaixo a lista completa dos premiados e homenagenageados do festival. GRANDE PRÊMIO – GLOBO DE CRISTAL “I Do Not Care If We Go Down in History as Barbarians”, de Radu Jude (Romênia, República Checa). PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI “Sueño Florianópolis”, de Ana Katz (Argentina, Brasil) MELHOR DIREÇÃO Olmo Omerzu, por “Winter Flies” (República Checa, Eslovênia, Eslováquia) MELHOR ATRIZ Mercedes Morán, de “Sueño Florianópolis” (Argentina, Brasil) MELHOR ATOR Moshe Folkenflik, de “Redemption” (Israel) MENÇÕES HONROSAS ESPECIAIS “Jumpman”, de Ivan I. Tverdovskiy (Rússia, Lituânia) “History of Love”, de Sonja Prosenc (Eslovênia, Itália, Noruega) GRANDE PRÊMIO – LESTE DO OESTE (dedicado a filmes do leste europeu) “Suleiman Mountain”, de Elizaveta Stishova (Quirguistão, Rússia) Kyrgyzstan, Russia, 2017 PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI – LESTE DO OESTE “Blossom Valley”, de László Csuja (Hungria) GRANDE PRÊMIO – MELHOR DOCUMENTÁRIO “Putin’s Witnesses”, de Vitaly Mansky (Letônia, Suiça, República Checa) PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI – DOCUMENTÁRIO “Walden”, de Daniel Zimmermann (Suiça, Áustria) GLOBO DE CRISTAL POR CONTRIBUIÇÃO AO CINEMA MUNDIAL Tim Robbins (EUA) GLOBO DE CRISTAL POR CONTRIBUIÇÃO ARTÍSTICA AO CINEMA MUNDIAL Barry Levinson (EUA) PRÊMIO DO PRESIDENTE DO FESTIVAL Robert Pattinson (Reino Unido) PRÊMIO DO PRESIDENTE DO FESTIVAL POR CONTRIBUIÇÃO À FILMOGRAFIA CHECA Jaromír Hanzlík (República Checa)

    Leia mais
  • Filme

    Andréa Beltrão vira Hebe Camargo na primeira foto oficial do filme da apresentadora

    5 de julho de 2018 /

    A produção da cinebiografia da apresentadora Hebe Camargo (1929-2012) ganhou sinopse e sua primeira foto oficial, que mostra a atriz Andréa Beltrão (série “A Grande Família”) caracterizada como a famosa apresentadora de TV. O filme será dirigido por Maurício Farias (“Vai que Dá certo”), que trabalhou com Beltrão na série “Tapas & Beijos”. A trama vai se passar na década de 1980 e mostrará a apresentadora lidando com o marido ciumento e preconceituoso para se transformar em uma das personalidades mais amadas do Brasil. Leia abaixo a sinopse oficial: “São Paulo, anos 1980. O Brasil vive uma de suas piores crises e Hebe aparece na tela exuberante: é a imagem perfeita do poder e do sucesso. Ao completar 40 anos de profissão, perto de chegar aos 60 anos de vida, está madura e já não aceita ser apenas um produto que vende bem na tela da TV. Mais do que isso, já não suporta ser uma mulher submissa ao marido, ao salário, ao governo e aos costumes vigentes. Durante o período de abertura política do país, na transição da ditadura militar para a democracia, Hebe aceita correr o risco de perder tudo que conquistou na vida e dá um basta: quer o direito de ser ela mesma na frente das câmeras, dona de sua voz e única autora de sua própria história. Entre o brilho da vida pública e a escuridão da dor privada, Hebe enfrenta o preconceito, o machismo, o marido ciumento, os chefes poderosos e a ditadura militar para se tornar a mais autêntica e mais querida celebridade da história da nossa TV: uma personagem extraordinária, com dramas comuns a qualquer um de seus milhões de fãs”. O elenco ainda conta com Marco Ricca, Caio Horowicz, Danton Mello, Gabriel Braga Nunes, Danilo Grangheia, Otávio Augusto, Claudia Missura, Karine Teles e Daniel Boaventura, que vai viver outra personalidade famosa da TV brasileira, ninguém menos que Silvio Santos.

    Leia mais
  • Filme

    Andréa Beltrão e Daniel Boaventura viram Hebe Camargo e Sílvio Santos em foto de filme

    26 de junho de 2018 /

    As filmagens do filme sobre a vida de Hebe Camargo (1929-2012) já começaram. E a primeira imagem da atriz Andréa Beltrão (série “A Grande Família”) caracterizada como a apresentadora chegou nas redes sociais, revelada pelo colega Daniel Boaventura (“Odeio o Dia dos Namorados”), que participa do longa no papel de Silvio Santos. “Ontem filmei minha participação no filme ‘Hebe’ com a talentosíssima Andréa Beltrão interpretando nossa eterna ‘gracinha’ e com a direção do querido Maurício Farias (‘A Grande Família’, ‘Tapas & Beijos’). Obrigado, equipe, pela experiência, foi especial fazer parte da trajetória de sucesso da querida, irreverente e sincera Hebe Camargo. Além de ser uma honra interpretar o Silvio Santos, um ícone da nossa TV e um exemplo de garra, determinação e criatividade”, escreveu Boaventura no Instagram. A foto, porém, dividiu opiniões. Enquanto alguns fãs elogiaram o visual e parabenizaram o ator pelo novo trabalho, outros repararam que ele parecia Clark Kent, o alter-ego de Superman. Só ficou faltando os óculos. Também teve quem achasse “assustadora” a aparência da Andréa Beltrão. A produção é um combo de filme e minissérie, que após passar nos cinemas ganhará cenas inéditas e outra montagem para se desdobrar em episódios televisivos. Silvio Santos também será tema de dois outros filmes, um com Rodrigo Faro (novela “Chamas da Vida”) e produção da Paris Filmes e outro que ainda não tem intérprete definido, mas já tem roteiro escrito por Paulo Cursino (“De Pernas pro Ar”, “Até que a Sorte nos Separe”). Ontem filmei minha participação no filme “Hebe” com a talentosíssima Andrea Beltrão interpretando nossa eterna ‘gracinha’ e com a direção do querido Maurício Farias (A Grande Família, Tapas & Beijos). Obrigado equipe pela experiência, foi especial fazer parte da trajetória de sucesso da querida, irreverente e sincera Hebe Camargo. Além de ser uma honra interpretar o Silvio Santos, um ícone da nossa TV e um exemplo de garra, determinação e criatividade. Uma publicação compartilhada por Daniel Boaventura (@danielboaventura) em 25 de Jun, 2018 às 8:30 PDT

    Leia mais
  • Filme

    Andréa Beltrão vai estrelar filme sobre Hebe Camargo

    20 de fevereiro de 2018 /

    A atriz Andréa Beltrão (“Sob Pressão”) vai viver Hebe Camargo no cinema. Ela será a protagonista da cinebiografia da apresentadora, de acordo com a coluna de Mônica Bergamo no jornal Folha de S. Paulo. O longa terá roteiro de Carolina Kotscho (“Flores Raras”) e será dirigido pelo marido da atriz, Maurício Farias (“Vai que dá Certo”). Os dois trabalharam juntos na série “Tapas & Beijos” (2011-2015). A produção ainda não divulgou maiores detalhes, como data para o início das filmagens e previsão de estreia. Mas um longa chamado “Hebe – O Filme” recebeu autorização há 13 meses para captar até R$ 7,5 milhões de patrocínio pela Lei do Audiovisual. Vale lembrar que o projeto de um filme sobre Hebe vem sendo discutido desde 2013, originalmente com Cacá Diegues (“O Maior Amor do Mundo”) na direção e a atriz Mariana Ximenes (“Os Penetras 2”) cotada para viver a protagonista.

    Leia mais
  • Série

    Sonia Braga vai participar de nova série de comédia da Globo

    2 de julho de 2017 /

    A próxima série cômica da Globo, “Cidade Proibida”, contará com participações especiais de um elenco feminino de peso. Segundo a coluna Outro Canal da Folha de S. Paulo, Sonia Braga, Claudia Abreu, Andrea Beltrão, Tais Araújo, Giovanna Antonelli, Mariana Ximenes, Letícia Colin e Débora Nascimento já são nomes confirmados. “Cidade Proibida” se passa no Rio de Janeiro dos anos 1950 e toda semana contará uma investigação diferente do detetive particular Zózimo Barbosa, vivido por Vladimir Brichta. Ex-policial, ele vira detetive especializado em investigar casos extraconjugais. Os personagens fixos incluem a prostituta Marli (Regiane Alves), o violento delegado Paranhos (Ailton Graça) e o malandro e sedutor profissional Bonitão (José Loreto). Criada por Mauro Wilson e Maurício Farias, que também assina a direção, a série terá 12 episódios que começam a ser gravados nesta semana, com estreia prevista para setembro.

    Leia mais
  • Filme

    Suspense Albatroz, com Alexandre Nero, ganha primeiras fotos

    14 de junho de 2017 /

    O suspense “Albatroz” ganhou suas primeiras imagens oficiais. Estrelada por Alexandre Nero (novela “Império”), a produção da Globo Filmes começou a ser filmado na semana passada, em São Paulo. No longa, o ator interpreta Simão, um fotógrafo que, em viagem à Jerusalém, presencia um atentado frustrado e acaba fazendo as fotos em vez de tentar evitar uma tragédia maior. Abalado pela repercussão negativa do ocorrido e em crise no casamento, Simão se volta para as artes plásticas e mergulha em uma trama que explora as fronteiras entre a realidade, o sonho e o delírio. Além de Nero, fazem parte do elenco Andrea Beltrão, Maria Flor, Camila Morgado, Andréia Horta, Gustavo Machado, Roney Facchini, Bel Kowarick, Paula Picarelli e Martha Nowill. O filme marca a volta do roteirista Bráulio Mantovani às tramas cinematográficas. Ele estava ausente das telas de cinema desde “Tropa de Elite 2”, e escreveu a “Albatroz” em parceria com Fernando Garrido e Stephanie Degreas, seus colaboradores na rede Globo. Com direção de Daniel Augusto (“Não Pare na Pista – A Melhor História de Paulo Coelho”), o longa tem estreia prevista para 2018.

    Leia mais
  • Filme,  Série

    Série cult dos anos 1980 Armação Ilimitada pode ganhar filme com elenco original

    8 de janeiro de 2017 /

    A cultuada série dos anos 1980 “Armação Ilimitada” pode ganhar um filme. André de Biase, um dos protagonistas da série, revelou que já tem metade dos recursos captados para rodar “A Última Aventura”, sobre Juba e Lula nos dias de hoje. “Tenho o roteiro pronto, com ação, aventura e humor de situação. É como se [o filme] fechasse um ciclo, parece que não se fechou ainda. É a história de dois amigos que não se veem há 30 anos, e um deles, em grande dificuldade, procura o outro, que está bem-sucedido”, revelou o ator no programa “Os Anos 80 Estão de Volta”, do canal Viva, neste domingo (8/1). Exibida na rede Globo entre 1985 e 1988, “Armação Ilimitada” foi uma série inovadora, que destacava esportes radicais e usava linguagem de quadrinhos para contar as aventuras dos melhores amigos Juba e Lula, que tinham uma pequena empresa de prestação de serviços e namoravam a mesma mulher, a arrojada jornalista investigativa Zelda Scott, interpretada por Andréa Beltrão. A série foi criada pelo próprio André de Biase e seu parceiro Kadu Moliterno, que se conheceram fazendo surfe e tiveram a ideia de levar o universo jovem e radical da época para a televisão. O diretor Guel Arraes complementou a produção com linguagem moderna e o resto é história.

    Leia mais
  • Filme

    Sob Pressão: Trailer de drama brasileiro foca o caos da saúde pública

    5 de outubro de 2016 /

    A H2O Filmes divulgou fotos, o pôster e o trailer de “Sob Pressão”, de Andrucha Waddington. O filme marca a volta do diretor ao drama, entre um e outro “O Penetras”, e acompanha um dia de caos num hospital público. No fim de um plantão, chegam ao mesmo tempo e gravemente feridos um bandido, um policial e uma criança, e a equipe médica precisa decidir quem salvar primeiro, nas condições precárias da unidade hospitalar de periferia. A trama é livremente inspirada no livro homônimo do médico carioca Marcio Maranhão, mas esse dilema não é novidade para os fãs de séries médicas americanas. Curiosamente, a prévia mostra um hospital limpinho como os americanos, embora o longa tenha sido filmado em locação, no hospital Santa Casa de Misericórdia, em Cascadura, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Outro detalhe é a falta de dinamismo nos diálogos mostrados, cheios de pausas dramáticas de televisão, no caso da TV brasileira – imagina-se que o trailer reflita o filme. O elenco inclui Julio Andrade (“Serra Pelada”), Marjorie Estiano (“Beatriz”), Andrea Beltrão (“Pequeno Dicionário Amoroso 2”), Ícaro Silva (“Totalmente Inocentes”), Stepan Nercessian (“O Roubo da Taça”) e Thelmo Fernandes (“Disparos”), entre outros. A première vai acontecer no Festival do Rio e a estreia comercial está marcada para 17 de novembro.

    Leia mais
  • Etc

    Artistas brasileiros lançam manifesto em vídeo contra o governo

    24 de maio de 2016 /

    Artistas que apoiam as ocupações nas sedes do Ministério da Cultura (MinC) divulgaram na segunda-feira (23/5) um manifesto em vídeo contra o presidente em exercício Michel Temer. Mesmo após a posse do novo Ministro da Cultura, eles anunciaram que continuarão com as manifestações, que já não se restringe mais a um protesto contra a extinção do órgão. Atrizes como Marieta Severo, Patrícia Pillar e Andréa Beltrão aparecem no vídeo e afirmam que não reconhecem o atual governo. “Qualquer tipo de negociação com o planalto é uma forma de legitimar o golpe. Golpe de Estado! Faremos a governança real e simbólica na luta por nossos direitos. Ocupando de forma pacifica, mas contundente, sedes do MinC em todo o Brasil”, diz o texto, lido pelos artistas. Além do Rio, as imagens mostraram ocupações em Belo Horizonte, Brasília e Recife. Eles citaram retrocessos em áreas como direitos humanos e políticas para povos indígenas, mulheres e igualdade racial. “Não se trata só de garantir a sobrevivência de um setor. As ocupações nas sedes do MinC no Brasil são sobretudo contra o fim do governo ilegítimo”, diz o texto. No fim, Marieta Severo afirma: “A luta pela democracia não tem data para terminar”. O tom solene, ao som de Carl Orff, capricha no clima tenebroso.

    Leia mais
  • Filme

    Quase uma lenda, Chatô sobrevive a polêmicas e se prova atual

    19 de novembro de 2015 /

    Não é sempre que se tem a oportunidade de assistir a um filme mítico, quase uma lenda do cinema brasileiro, como “Chatô – O Rei do Brasil”. O lançamento, que finalmente estreia em circuito comercial, comprova que assombrações existem. Pois enquanto permaneceu invisível para o público, “Chatô” assombrou a carreira de Guilherme Fontes de forma tortuosa. Adaptação do livro homônimo de Fernando Morais sobre o empresário das comunicações Assis Chateaubriand, responsável pela inauguração do primeiro canal de TV do Brasil e um dos brasileiros mais poderosos do século 20, a produção se estendeu por duas décadas completas, consumiu milhões e rendeu diversos processos por má gestão financeira. Numa das contas recentes do Ministério Público, Fontes foi apontado como devedor de cerca de R$ 72 milhões em verbas incentivas sem comprovação, somadas a multas e juros. Primeiro e único longa-metragem dirigido por Fontes, “Chatô” teve a filmagem mais tumultuada já registrada no país, com cenas rodadas conforme o então ator de novelas conseguia negociar verbas, desde 1995, recebendo retoques até à véspera do lançamento, com a inclusão de uma narração de Marco Ricca (intérprete de Chateaubriand) para amarrar a trama. O mais impressionante nessa epopeia toda é o filme ter coesão. Não virou um desastre épico, consegue entreter e tem marca autoral. Um filme sobre seus bastidores não teria dificuldades em mostrar Fontes como um Howard Hughes brasileiro, rodando infinitamente o mesmo projeto, muito além do limite aceitável, em busca da perfeição ilusória – megalomania que vai além das filmagens, na criação de uma distribuidora própria para levar o longa às telas. Mas Fontes pode preferir se ver como um Orson Welles nacional, apostando que seu primeiro longa viraria a obra-prima que definiria toda a sua carreira. E, de certa forma, definiu mesmo. São claros os paralelos entre o Chateaubriand do cinema e “Cidadão Kane” (1941), tanto pelo tema quanto pela estrutura do filme, que começa com os suspiros finais do protagonista. A diferença é que, em seu delírio de morte, Chatô se vê em uma espécie de julgamento televisivo, comandado por um apresentador feérico (o próprio Fontes, emulando Chacrinha), que desfila todas as pessoas que passaram por sua vida, tendo Getúlio Vargas como seu advogado e Carlos Rosemberg como promotor. A narrativa picotada, que mergulha em flashbacks e delírios, é ousada, demonstrando outra semelhança com “Cidadão Kane”, mas também destaca a principal diferença entre os dois longas. Fontes não é Welles, e o vai e vem de imagens se mostra desconexo, cansativo, levando à dispersão. Num filme assumidamente alegórico, isto pode ser um problema grave. Entretanto, há um fio condutor que, bem ou mal, consegue amarrar as pontas. A estrutura também permite romper com o padrão de realismo e interpretação naturalista que se espera de uma cinebiografia. Graças à dramatização exótica, centrada num programa onírico de auditório, o exagero cênico se torna aceitável. Os personagens caricatos não causam mais estranhamento que o contexto. Assim, Marco Ricca pode aparecer afetadíssimo, exagerando em tudo – no sexo, no cinismo e na ganância. Do mesmo modo, os coadjuvantes que o cercam viram projeções arquetípicas: Getúlio Vargas (Paulo Betti) surge como uma caricatura populista, Lola Abranches (Leandra Leal) como a esposa histérica, etc. Até a única personagem fictícia da história, Dona Vivi (Andréa Beltrão), manifesta-se em registro extremo, como femme fatale. Isto não tira o mérito dos intérpretes. Ao contrário, Marco Ricca dá sangue e pulsação a seu Chatô, numa performance febril, adequada à opção narrativa. Outra qualidade encontra-se na reconstituição de época, que é realista quando precisa, mas também embarca na proposta surreal, como na cena de avião em meio a uma tempestade, realizada como num filme dos anos 1940. Ironicamente, graças a estes maneirismos, “Chatô – O Rei do Brasil” resistiu melhor à passagem de tempo de sua produção, chegando as telas sem o desgaste esperado de um filme supostamente datado. O longo processo de gestação, porém, criou um apego maior que o recomendável entre o diretor e seu material. A projeção se beneficiaria muito de uma montagem mais enxuta, eliminando sobras de roteiro e cenas que parecem supérfluas. O corte já é irregular o suficiente, levando a duração a parecer muito maior que seus 102 minutos. Embora os bastidores conturbados e eventuais defeitos de execução jamais se dissociem da obra final, também se deve reconhecer o esforço e o resultado total. “Chatô” consegue cobrir os momentos mais polêmicos da história do Brasil, da revolução de 1930 ao golpe militar de 1964, contando ao mesmo tempo a história das comunicações no país, com ênfase na corrupção com que foram conduzidos a política e os negócios do período. A produção pinta Chateaubriand como uma espécie de jagunço da mídia, um visionário chantagista, capaz de usar jornais, rádios e TV para manipular e dobrar poderosos, impondo sempre a sua vontade. Ao mesmo tempo, foi quem deixou, como legado, a TV brasileira e o MASP, um dos museus mais importantes do país. Não era mesmo fácil contar sua história num único filme. Nem que este filme durasse 20 anos para ganhar forma. Ao final, é até possível encontrar um lado positivo na demorada gestação. Tropicalista tardio, “Chatô” destoa do convencionalismo das últimas cinebiografias brasileiras, concebidas como minisséries televisivas, com começo, desenvolvimento e conclusão lineares, além de extirpadas de qualquer indício de polêmica. “Chatô” nasceu polêmico e assume ainda mais polêmicas na tela, servindo de analogia para situações que ainda existem, perpetuando-se no país em pleno século 21. Neste sentido, quem diria, “Chatô” acaba se revelando um filme bem atual.

    Leia mais
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie