“Lov3”: Nova série do criador de “Samantha!” apresenta protagonistas
A Amazon divulgou a primeira foto dos protagonistas de “Lov3”, série de comédia nacional estrelada por Elen Clarice (“Sob Pressão”), Bella Camero (“Onde Está Meu Coração”) e João Vithor Oliveira (“Os Dias Eram Assim”). Criada por Felipe Braga (criador de “Samantha!”) e Rita Moraes (produtora de “Sintonia”), a série gira em torno de três irmãos que fogem de relacionamentos convencionais. A decisão tem como impulso uma separação na família. A mãe (Cris Couto) decide encerrar seu casamento depois de 30 anos. A trama tratará de poliamor, trisal, relações abertas e sexo virtual, além de abordar questões de gênero. Na história, Ana (Elen) tem 33 anos e reata com o ex-marido Artur (Drayson Menezes, de “5X Comedia”) sem abrir mão de ficar com quem quer. Sofia (Bella), de 24, acabou de ser demitida e precisa dividir o teto com dois parceiros. E Beto é um rapaz gay que só sente atração por homens heterossexuais. Produzida pela LB Entertainment, a série tem direção da curta-metragista Mariana Youssef (“B-flat”), Gustavo Bonafé (“O Doutrinador”) e do próprio Felipe Braga. E no elenco ainda estão Donizete Mazonas, Caio Horowicz, Ingrid Gaigher, Jorge Neto, Samuel de Assis e Tatsu Carvalho. A 1ª temporada terá seis episódios. As gravações acabaram de começar em Montevidéu, no Uruguai, e não há previsão para a estreia.
Amazon estaria negociando a compra da MGM
Enquanto o mercado tenta entender a fusão entre WarnerMedia e Discovery, notícias de um novo negócio começam a sacudir a indústria do entretenimento. A possibilidade de a Amazon estar em vias de comprar o estúdio MGM vazou no final de segunda (17/5). A novidade está alinhada com informações de dezembro passado, de que a empresa estava em busca de um comprador. O Wall Street Journal afirmou na época que a MGM tinha contratado os bancos Morgan Stanley e LionTree para avaliar e oferecer seu portfólio à venda. Além da Amazon, a Apple também teria aberto conversas com o estúdio, mas o preço da aquisição foi considerado muito elevado para o prosseguimento das negociações. De fato, a venda da MGM tem sido cogitada há vários anos, mas nunca foi formalizada porque nunca houve consenso sobre o preço de seu acervo. Os acionistas acreditam que sua biblioteca de títulos está especialmente valorizada na atual era de streaming, em que uma multidão de plataformas compete por conteúdo e espectadores. Aparentemente, a MGM quer US$ 10 bilhões por todos os seus ativos, que incluem o catálogo de um dos estúdios mais antigos de Hollywood (fundado em 1924), repleto de clássicos (“O Mágico de Oz”, “E o Vento Levou”, “Rocky”, “O Silêncio dos Inocentes”), franquias cobiçadas no mundo do streaming (como os filmes de 007 e três séries longevas de um mesmo universo, “Stargate”), além de atrações modernas como os filmes “Creed”, “A Família Addams”, “Nasce uma Estrela”, as séries “The Handmaid’s Tale”, “Vikings”, “Fargo”, reality shows como “The Voice”, “Survivor”, “Shark Tank” e até um canal de TV paga, o Epix. O negócio também daria inclui os direitos criativos de todas as produções – menos 007, que é propriedade da EON Productions – , que poderiam render novas continuações, remakes e séries derivadas. A Amazon acaba de atingir 200 milhões de assinantes Prime em todo o mundo e estaria considerando a aquisição da MGM como estratégia para aumentar seu catálogo rapidamente, visando atrair ainda mais clientes em todo o mundo. A ideia é tirar a pressão de eventual perda de conteúdo por parte dos estúdios que estão lançando suas próprias plataformas, e da falta de novas produções inéditas devido às paralisações durante a pandemia, buscando um reforço de títulos para avançar no mercado e preocupar a Netflix. Segundo as notícias que circulam, a plataforma chegou num número que não desagrada completamente a MGM. Seria uma oferta na casa dos US$ 9 bilhões, em vias de ser finalizada. A negociação está sendo conduzida por Mike Hopkins, vice-presidente sênior da Amazon Studios e Prime Video, em contato direto com o presidente do conselho da MGM, Kevin Ulrich, que também é representante da Anchorage Capital, maior acionista do estúdio. Vale lembrar que a Amazon já oferece atualmente o catálogo da MGM num combo que inclui a plataforma do estúdio e o Amazon Prime Video. O combo está disponível para assinatura inclusive no Brasil.
Karl Urban tira foto com Jensen Ackles nos bastidores de “The Boys”
O ator Karl Urban divulgou uma novo foto dos bastidores de “The Boys”, atualmente em produção no Canadá. Na imagem, ele aparece com cerveja na mão, ao lado de Jack Quaid e Jensen Ackles, que vai interpretar um novo personagem, chamado Soldier Boy, na 3ª temporada. Ackles, que marcou época como o Dean em “Supernatural”, chama atenção pelo visual bem diferente do habitual, principalmente pela longa barba. Seu personagem nos quadrinhos adultos de Garth Ennis (autor de “Preacher”), em que a série da Amazon é baseada, lutou na 2ª Guerra Mundial e, após o conflito, tornou-se a primeira supercelebridade, permanecendo uma referência da cultura americana por décadas. A participação do ator em “The Boys” marcará um reencontro de velhos conhecidos de “Supernatural”. Afinal, o criador e showrunner de “The Boys” é Erik Kripke, que também criou a série anterior de Ackles. As gravações para a 3ª temporada da série já passaram por Houston, no Texas, e atualmente estão acontecendo em Toronto. Os novos episódios ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Karl Urban (@karlurban)
Panic: Trailer mostra adolescentes competindo em jogos mortais
A Amazon divulgou o pôster e o trailer legendado de “Panic”, nova série de suspense adolescente que acompanha jogos mortais. Na linha de “Nerve: Um Jogo Sem Regras” e “Jogos Vorazes” (sem a distopia sci-fi), a prévia mostra uma competição entre formandos do Ensino Médio com desafios arriscados no interior dos EUA, valendo um prêmio em dinheiro para o vencedor – e um destino trágico para os derrotados. Muitos acreditam que vencer o jogo é a única chance para conseguirem ter uma vida melhor e escapar das limitações da cidadezinha texana onde moram. Mas eles não sabem que as regras da competição desse ano mudaram: a quantidade de dinheiro do prêmio é maior e os desafios se tornaram ainda mais perigosos. “Panic” é criação de Lauren Oliver, escritora de “Antes que Eu Vá” e que também assina o best-seller em que a trama da série se baseia. O elenco reúne vários jovens ainda pouco conhecidos, como Olivia Welch (da minissérie “Inacreditável”), Mike Faist (“Selvagem”), Jessica Sula (“Fragmentado”), Camron Jones (“The Purge”), Ray Nicholson (“Bela Vingança”) e Jordan Elsass (“Superman and Lois”), além de Enrique Murciano (“Bloodline”) como o xerife da cidade. Com dez episódios, a estreia está marcada para 28 de maio.
Eduardo Moscovis troca Netflix pela Amazon em série internacional
Eduardo Moscovis trocou a Netflix pela Amazon. Depois de viver o vilão da 1ª temporada de “Bom dia, Verônica”, sucesso nacional da Netflix, ele está no Uruguai gravando a 2ª temporada de “El Presidente”, da plataforma rival. O ator vem investindo em aulas de espanhol para a coprodução chilena, argentina e americana, que trata de escândalos de corrupção no futebol. A temporada inaugural abordou o começo do escândalo de 2015, conhecido como “FIFA Gate”, a partir do envolvimento da Federação Argentina. Já os novos episódios focarão nos desdobramentos da corrução no Brasil. Moscovis não é o único brasileiro do elenco. A produção também inclui Leo Cidade (“Cinderela Pop”) e Polliana Aleixo (“Em Família”). A 2ª temporada terá mais oito episódios comandados pelo criador da série, Armando Bó, roteirista argentino que já venceu um Oscar pelo filme “Birdman” (2014).
Me Sinto Bem com Você: Comédia com Manu Gavassi e Thati Lopes ganha trailer
A Amazon divulgou o trailer de “Me Sinto Bem com Você”, comédia dramática brasileira sobre finais de relacionamentos durante a pandemia. A produção reúne grande elenco jovem num formato de antologia para ilustrar histórias de rompimentos entre pessoas já socialmente distantes, que se comunicam por laptops, celulares e até telefones convencionais. O filme tem direção de Matheus Souza (“Ana e Vitória”), que também participa do elenco ao lado de, entre outros, três integrantes de “Socorro, Virei uma Garota!”: a ex-BBB Manu Gavassi, Victor Lamoglia e Thati Lopes, responsável por roubar as cenas da prévia. A estreia está marcada para a próxima quinta-feira (20/5) na plataforma Amazon Prime Video.
Top 10: “The Underground Railroad”, “Halston” e as melhores séries pra maratonar
As estreias desta semana destacam minisséries completas. Uma delas já está sendo aclamada pela crítica norte-americana como um dos melhores lançamentos do ano, com elogios que gastam a expressão “obra-prima”. Trata-se de “The Underground Railroad”, que atingiu 100% de aprovação entre os críticos “top” (imprensa tradicional), segundo levantamento do Rotten Tomatoes. “The Underground Railroad” é um obra de realismo mágico sobre um casal de uma plantação de algodão na Geórgia, no sul dos EUA, que busca encontrar a rota de fuga utilizada por escravos foragidos para escapar de seus captores. O detalhe é que essa rota, que tem nome figurativo de “trilhos subterrâneos”, revela-se na trama da Amazon um inesperado metrô de verdade, funcionando com funcionários e clientes exclusivamente negros em pleno século 19. A premissa fantasiosa leva a heroína da história e o espectador por várias “estações” de diferentes experiências negras, funcionando como uma guia da História dos pretos nos EUA, que pode ser excruciante, mas também repleta de realizações e esperança – e sempre lindamente fotografada. Baseada no livro homônimo de Colson Whitehead, a série é uma criação do diretor Barry Jenkins, que venceu o Oscar de Melhor Filme com “Moonlight” (2016). Ele escreveu o piloto e dirigiu todos os 10 episódios da atração, que parecem pinturas de tanta plasticidade visual. E vai arrebatar todos os prêmios do Emmy 2021. A nova aposta da Netflix é “Halston”, nova produção de Ryan Murphy (“Pose”, “American Horror Story”), que aborda o mundo da moda dos anos 1970 e 1980. A atração dramatiza a vida badalada do estilista Roy Halston Frowick, ícone da era das discotheques em Nova York e um dos maiores nomes da moda americana do período. Seus designs minimalistas e limpos, muitas vezes feitos de cashmere ou ultrasuede, tornaram-se um fenômeno nas passarelas e pistas de dança, redefinindo a moda americana. Mas ele perdeu toda a sua fortuna com problemas financeiros na década seguinte e morreu de Aids logo em seguida, aos 57 anos de idade. Estrelada por Ewan McGregor (“Aves de Rapina”), a minissérie toma várias liberdades com a história real para enfatizar a recriação da época mais hedonista do século 20. A lista também incluem duas minisséries documentais: “O Caso Evandro”, do cineasta Aly Muritiba (“Ferrugem”), sobre um assassinato que chocou o Brasil, e “O Crime do Século”, do vencedor do Oscar Alex Gibney (“Um Táxi para a Escuridão”), que denuncia a conspiração da indústria farmacêutica (“Big Farma”) para viciar a população em remédios perigosos. Ainda há o refil de novas temporadas de atrações contínuas, entre elas duas produções animadas para adultos da Netflix: a antologia sci-fi “Love, Death & Robots”, vencedora de cinco Emmys e quatro Annies (o Oscar da animação), e a adaptação do game de terror “Catlevania”, que chega ao fim em sua 4ª temporada. Além disso, carentes das séries da Marvel no Disney+ podem rever/descobrir as duas temporadas completas de “The Gifted”, baseada nos quadrinhos dos X-Men. Confira abaixo a curadoria (com os trailers) das 10 melhores séries disponibilizados em streaming nesta semana. The Underground Railroad | EUA | Minissérie (Amazon Prime Video) Halston | EUA | Minissérie (Netflix) O Caso Evandro | Brasil | Minissérie (Globoplay) O Crime do Século | EUA | Minissérie (HBO Go) City on a Hill | EUA | 2ª Temporada (Paramount+) High School Musical: A Série: O Musical | EUA | 2ª Temporada (Disney+) Love, Death & Robots | EUA | 2ª Temporada (Netflix) Castlevania | EUA | 4ª Temporada (Netflix) The Gifted | EUA | 2 Temporadas (Disney+) The Bold Type | EUA | 4 Temporadas (Disney+)
Amazon divulga fotos e data da “Cinderella” de Camila Cabello
A Amazon divulgou as primeiras fotos de “Cinderella”, após adquirir o musical da Sony na semana passada. As imagens destacam Camila Cabello no papel-título, revelando uma cena de cantoria durante a criação mágica do vestido de baile, além de um encontro romântico entre a protagonista e seu príncipe encantado. A empresa também revelou a previsão de estreia da atração no serviço Prime Video. A produção, que deveria marcar o debut de Camila Cabello como atriz de cinema seria lançada nas telas no verão norte-americano, mas agora chegará em streaming apenas no outono, mais especificamente em setembro. Em compensação, estará disponível em mais de 240 territórios. Além de viver a protagonista, Camila Cabello compôs e canta as músicas da trilha sonora do filme, que é baseado em uma ideia original do ator e apresentador James Corden (“Caminhos da Floresta”). Ele também está no elenco como um dos ratinhos amigos de Cinderela. Os demais integrantes da produção são Idina Menzel (a dubladora original de Elza, em “Frozen”) como a Madrasta, Minnie Driver (“Speechless”) como a Rainha Beatrice, Nicholas Galitzine (“Compartilhar”) como o Príncipe Robert, Pierce Brosnan (“Mamma Mia!”) como o Rei e Billy Porter (da série “Pose”) como a Fada Madrinha. Já a direção é assinada por Kay Cannon, roteirista-criadora da franquia “A Escolha Perfeita”, que debutou como diretora em 2018 com a comédia “Não Vai Dar”. Here’s your first look at @Camila_Cabello and @nickgalitzine in Cinderella, coming September 2021 to @PrimeVideo ✨💖 pic.twitter.com/mOT7dAdYTf — Cinderella (@Cinderella) May 13, 2021
Jensen Ackles revela sua nova aparência para a série “The Boys”
O astro Jensen Ackles, que marcou época como o Dean em “Supernatural”, apareceu com um visual bem diferente do habitual numa postagem de seu Instagram, que o revela barbudo e com um penteado (peruca?) diferente nos bastidores de sua nova série. Ele será o intérprete do herói Soldier Boy na 3ª temporada de “The Boys”. Nos quadrinhos adultos de Garth Ennis (autor de “Preacher”), em que a série da Amazon é baseada, Soldier Boy lutou na 2ª Guerra Mundial e, após o conflito, tornou-se a primeira supercelebridade, permanecendo uma referência da cultura americana por décadas. A participação de Ackles em “The Boys” marcará um reencontro de velhos conhecidos de “Supernatural”. Afinal, o criador e showrunner de “The Boys” é Erik Kripke, que também criou a série anterior do ator. As gravações para a 3ª temporada da série já passaram por Houston, no Texas, e atualmente estão acontecendo em Toronto, no Canadá. Os novos episódios ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jensen Ackles (@jensenackles)
Dom: Série dirigida por Breno Silveira ganha trailer repleto de ação
A Amazon divulgou o pôster e o trailer completo de “Dom”, série brasileira estrelada por Gabriel Leone (o Roberto Carlos de “Minha Fama de Mau”) e dirigida pelo cineasta Breno Silveira (dos filmes “2 Filhos de Francisco”, “Gonzaga: De Pai pra Filho”, “Entre Irmãs” e da série “1 Contra Todos”). A prévia apresenta a história, alternando cenas de melodrama familiar e thriller criminal repleto de ação. “Dom” adapta o livro homônimo de Tony Bellotto (autor de ficções policiais e também guitarrista dos Titãs), baseado na figura real de Pedro Dom (1981-2005), filho de policial que se tornou chefe de uma quadrilha especializada em assaltar prédios de luxo no Rio de Janeiro. A trama explora a dinâmica entre o pai policial e o filho viciado, que se torna “criminoso fashion” para sustentar o vício, até um desfecho trágico. Produção da Conspiração Filmes, a série também destaca em seu elenco Flávio Tolezani (“Boca a Boca”) como o pai policial do protagonista, além de Filipe Bragança (“Órfãos da Terra”), Raquel Villar (“Mato sem Cachorro”), Isabella Santoni (“Orgulho e Paixão”), Ramon Francisco (“1 Contra Todos”), Digão Ribeiro (“Dente por Dente”), Julia Konrad (“Cidade Invisível”), André Mattos (“Tropa de Elite 2”) e Fabio Lago (“Cidade Invisível”). A estreia está marcada para 4 de junho.
Solos: Série sci-fi com Anne Hathaway, Helen Mirren e Morgan Freeman ganha trailer
A Amazon divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Solos”, minissérie inspirada pelo isolamento social causado pela pandemia. Ao contrário de outras produções do gênero, realizadas de forma rápida e barata com utilização de Zoom e outras tecnologias de videoconferência, a nova produção é uma sci-fi ambiciosa com cenários e efeitos caprichados. Além de ter um elenco de primeira. A prévia destaca as participações de Anne Hathaway (“Os Miseráveis”), Helen Mirren (“A Rainha”), Morgan Freeman (“Truque de Mestre”), Constance Wu (“As Golpistas”), Uzo Aduba (“Orange Is the New Black”), Nicole Beharie (“Sleepy Hollow”), Dan Stevens (“Legion”) e Anthony Mackie (“Falcão e o Soldado Invernal”), que tem papel duplo. Desenvolvida pelo criador de “Hunters”, David Weil, “Solos” tem formato de antologia, trazendo histórias de pessoas diferentes que vivem em períodos de tempo distintos, mas que compartilham situações de isolamento similares. Ao mesmo tempo, a ideia é mostrar que mesmo isolados os seres humanos se conectam de alguma forma. Os sete episódios contam com direção de Sam Taylor-Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”), Melina Matsoukas (“Queen & Slim”), Zach Braff (“Lições em Família”), Tiffany Johnson (“Girls Room”) e do próprio Weil. A estreia está marcada para 25 de junho no Amazon Prime Video.
WarnerMedia reforça boicote ao Globo de Ouro
A WarnerMedia é o novo conglomerado a protestar contra a associação encarregada da premiação do Globo de Ouro. A empresa que contém os estúdios Warner Bros., o canal pago HBO e a plataforma de streaming HBO Max se juntou à Netflix e à Amazon num boicote à Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês) até que “mudanças sejam implementadas”. “Embora elogiemos a aprovação dos membros do HFPA do plano para avançar em direção a uma reforma radical, não acreditamos que o plano vá longe o suficiente para abordar a amplitude de nossas preocupações, nem seu cronograma captura a necessidade urgente com a qual essas questões devem ser abordadas”, declarou o alto escalão da WarnerMedia em uma carta aberta endereçada ao presidente da HFPA, Ali Sar. “Os estúdios e canais da WarnerMedia vão se abster de envolvimento direto com a HFPA, incluindo entrevistas coletivas sancionadas pela associação e convites para seus jornalistas cubram outros eventos da indústria, até que as mudanças sejam implementadas”, continua a correspondência. “Isso abrange todas as produções da HBO, HBO Max, Warner Bros. Pictures Group, Warner Bros. Television, TNT e TBS.” Em sua declaração à imprensa, a WarnerMedia apontou: “Por muito tempo, exigências de ‘mimos’, favores especiais e pedidos pouco profissionais foram feitos [pelo time do Globo de Ouro] a nós e a outros em nossa indústria. Nos arrependemos de ter apenas reclamado, mas tolerado esse comportamento, até agora”. O poderoso conglomerado ainda “sugeriu” que as mudanças na HFPA deveriam incluir “um código de conduta específico e bem vigiado, que inclua uma política de tolerância zero a incidentes de contato físico não consentido com atores e equipe”. A sugestão leva em conta uma denúncia de Brendan Fraser (“A Múmia”), que acusou um ex-presidente da HFPA de assédio sexual durante um evento do Globo de Ouro. Sério. Mais detalhes dessa história estão incluídos em outra polêmica da HFPA abordada mais abaixo. A carta foi enviada pela WarnerMedia antes da rede NBC anunciar que não transmitirá o Globo de Ouro de 2022. A credibilidade da associação responsável pelo Globo de Ouro foi colocada em cheque após um escândalo de corrupção e racismo em seus quadros vir à tona no começo do ano. Tudo começou com uma das seleções mais controversas de indicados ao Globo de Ouro de todos os tempos, que originou acusações de “falta de representatividade” (eufemismo de racismo) em fevereiro. “Um constrangimento completo e absoluto”, escreveu Scott Feinberg, o respeitado crítico de cinema da revista The Hollywood Reporter, sobre os indicados. Dias depois, uma reportagem-denúncia do jornal Los Angeles Times revelou que a HFPA não tinha nenhum integrante negro. Para piorar, a reportagem ainda demonstrou que o costume de aceitar presentes dos estúdios influenciava votos na premiação. Um exemplo citado foi uma viagem totalmente paga para membros da HFPA para o set de “Emily em Paris” na França, que acabou revertida em indicação para a série da Netflix disputar o Globo de Ouro, na vaga de produções de maior qualidade. A polêmica gerou vários protestos online e chegou a ofuscar a cerimônia do Globo de Ouro deste ano, que teve sua pior audiência de todos os tempos. Na ocasião, o presidente da entidade se comprometeu a rever o modelo de funcionamento da HFPA. Mas, por via das dúvidas, vários setores da indústria anunciaram que cobrariam para que isso não ficasse no discurso, ameaçando proibir seus contratados (todos os grandes atores de cinema e TV) de participarem do Globo de Ouro de 2022 – o que, na prática, representaria o fim do prêmio. Como se não precisasse de mais confusão, em abril um ex-presidente da entidade, Philip Berk, de 88 anos e ainda membro da HFPA, encaminhou um e-mail aos colegas chamando o movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam), criado para protestar contra o extermínio de negros pela polícia dos EUA, de “um movimento de ódio racista”. Não satisfeito, ainda comparou uma das líderes do movimento ao psicopata Charles Manson. No texto, ele criticou uma das fundadoras do Black Lives Matter, Patrisse Cullors, por supostamente comprar uma casa no Topango Canyon. “A propriedade se localiza na mesma rua de uma das casas envolvidas nos assassinatos de Charles Manson, o que é apropriado, já que o objetivo dele era começar uma guerra racial. Este trabalho é continuado pelo Black Lives Matter hoje em dia”, disparou Berk. O conteúdo do e-mail foi revelado pelo jornal Los Angeles Times e serviu, aos olhos do mundo, para explicar o motivo da falta de integrantes negros na HFPA. Embora tenha sido rapidamente condenado por outros membros da organização como racista, “vil” e “não apropriada”, a opinião de Berk acendeu o sinal amarelo para o cancelamento do Globo de Ouro. Após mais um escândalo, a rede NBC se manifestou prontamente e começou a considerar encerrar seu contrato para exibir a premiação. Berk foi afastado, mas sua manifestação despropositada ainda lembrou que a HFPA tem o hábito de anunciar medidas que nunca toma. O e-mail foi o terceiro problema criado pelo sul-africano para a associação. Anteriormente, ele chegou a tirar licença após a repercussão de um livro de memórias que lançou em 2014 e que deixou a organização mal com vários artistas. E foi ele quem foi denunciado por assédio sexual pelo ator Brendan Fraser. Segundo o astro de “A Múmia”, Berk apalpou seu bumbum sem permissão durante um evento do Globo de Ouro. A HFPA chegou a dizer que estava investigando a acusação, mas nenhuma ação foi tomada contra seu ex-presidente. Berk continuou votando no Globo de Ouro e influenciando a premiação até este ano. Sem tempo para refletir o estrago, o anúncio das mudanças esperadas para os próximos Globos de Ouro aconteceu na quinta-feira passada (6/5), incluindo a promessa de acrescentar 20 novos membros, a maioria composta por jornalistas negros, a partir de setembro, e mais 20 até o fim do ano que vem. Ao perceber que isto não traria as alterações profundas que muitos esperavam, além de manter o predomínio dos membros atuais, várias empresas e artistas de Hollywood iniciaram protestos que, num efeito em cadeia, colocou em cheque a continuidade do Globo de Ouro. Juntando-se aos protestos, a organização Time’s Up, criada durante o movimento #MeToo para defender minorias de abusos da indústria, resumiu os questionamentos, num comunicado divulgado na sexta. “Infelizmente, a lista de ‘reformas’ adotada ontem e endossada pela NBCUniversal [dona da NBC] e pela Dick Clark Productions [produtora da cerimônia televisiva] é muito insuficiente e dificilmente transformadora. Em vez disso, essas medidas garantem que os atuais membros do HFPA permaneçam em maioria e que o próximo Globo de Ouro seja decidido com os mesmos problemas fundamentais que existem há anos. A lista de recomendações da HFPA em grande parte não contém especificações, nenhum compromisso com responsabilidade real ou mudança, e nenhum cronograma real para implementar essas mudanças. O prazo proposto pela HFPA para 1 de setembro para as primeiras – mas não todas – reformas localiza-se já no próximo ciclo de premiação”, escreveu Tina Chen, presidente e CEO da Time’s Up. “Os chavões de fachada adotados ontem não são nem a transformação que foi prometida nem o que nossa comunidade criativa merece. Qualquer organização que se propõe a julgar nossa vibrante comunidade de criadores e talentos deve fazer melhor”, acrescentou. A coalisão das agências de talento foi na mesma linha. “Temos preocupações específicas sobre o cronograma para mudanças, já que o calendário de premiação tradicional de 2022 se aproxima, e não queremos enfrentar outro ciclo de premiação do Globo de Ouro com a problemática estrutura existente da HFPA”, diz o comunicado conjunto dos empresários, que faz uma ressalva preocupante para a associação: “A menos que o Globo de Ouro seja adiado até 2023…” A indicação favorável ao boicote é reforçada em outro trecho, que encerra o texto: “Continuaremos a nos abster de quaisquer eventos sancionados pela HFPA, incluindo entrevistas coletivas de imprensa, até que essas questões sejam esclarecidas em detalhes com um firme compromisso com um cronograma que respeite a realidade iminente da temporada de 2022. Estamos prontos para colaborar com o HFPA para garantir que o próximo Globo de Ouro – seja em 2022 ou 2023 – represente os valores de nossa comunidade criativa”. A Netflix também não escondeu sua decepção com o plano da HFPA. “Como muitos em nosso setor, esperávamos pelo anúncio na esperança de que vocês reconhecessem a amplitude dos problemas enfrentados pela HFPA e oferecessem um roteiro claro para a mudança”, escreveu Ted Sarandos, chefe de conteúdo da plataforma, considerando o cronograma do plano da HFPA inaceitável. “Portanto, estamos interrompendo todas as atividades com sua organização até que mudanças mais significativas sejam feitas.” A Amazon fez coro. “Não estamos trabalhando com a HFPA desde que essas questões foram levantadas pela primeira vez e, como o resto da indústria, estamos aguardando uma resolução sincera e significativa antes de prosseguirmos”, disse a chefe do Amazon Studios Jennifer Salke. Atores como Mark Ruffalo e Scarlett Johansson expressaram suas frustrações e sugeriram o boicote, enquanto Tom Cruise foi além e devolveu as três estatuetas que tinha conquistado no Globo de Ouro. Pressionado, o comitê responsável por mudar a postura da HFPA terá agora que se desdobrar, acelerar seu cronograma e convencer a indústria de que seu prêmio ainda é viável. Caso contrário, arrisca-se a perder seu contrato milionário com a rede NBC – que ao tirar o Globo de Ouro do calendário de 2022, deu um prazo amplo, mas específico para a organização resolver seus problemas e entrar em sintonia com aquilo que os representantes de Hollywood esperam. O fato é que se os artistas decidirem não participar mais do prêmio, o Globo de Ouro deixa de ter viabilidade como programa de televisão e simplesmente acabará.
NBC não exibirá o Globo de Ouro em 2022
O Globo de Ouro recebeu seu golpe mais mortal. A rede NBC anunciou que não vai transmitir a premiação em 2022. O contrato milionário com o canal, pelos direitos de transmissão da cerimônia, é que sustenta a Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês). Sem esse negócio, não só o Globo de Ouro, mas a própria entidade corre o risco de se tornar inviável. A NBC divulgou a seguinte declaração nesta segunda-feira (10/5): “Continuamos a acreditar que o HFPA está comprometida com uma reforma significativa. No entanto, uma mudança dessa magnitude exige tempo e trabalho, e acreditamos fortemente que o HFPA precisa de tempo para fazê-lo da maneira certa. Como tal, a NBC não irá transmitir o Globo de Ouro de 2022. Supondo que a organização execute seu plano, temos esperança de estar em posição de transmitir o programa em janeiro de 2023”. A decisão ecoa a pressão das plataformas Amazon e Netflix, de uma coalizão de 100 agências de talentos, que representam as principais estrelas do cinema e da televisão dos EUA e do Reino Unido, e, nas últimas horas, também da WarnerMedia. Todos anunciaram rompimento com a HFPA. As agências ainda chegaram a sugerir especificamente o cancelamento do Globo de Ouro em 2022, diante da falta de pressa da associação para promover as mudanças esperadas pela indústria do entretenimento. A credibilidade da HFPA foi colocada em cheque após um escândalo de corrupção e racismo em seus quadros vir à tona no começo do ano. Tudo começou com uma das seleções mais controversas de indicados ao Globo de Ouro de todos os tempos, que originou acusações de “falta de representatividade” (eufemismo de racismo) em fevereiro. “Um constrangimento completo e absoluto”, escreveu Scott Feinberg, o respeitado crítico de cinema da revista The Hollywood Reporter, sobre os indicados. Dias depois, uma reportagem-denúncia do jornal Los Angeles Times revelou que a HFPA não tinha nenhum integrante negro. Para piorar, a reportagem ainda demonstrou que o costume de aceitar presentes dos estúdios influenciava votos na premiação. Um exemplo citado foi uma viagem totalmente paga para membros da HFPA para o set de “Emily em Paris” na França, que acabou revertida em indicação para a série da Netflix disputar o Globo de Ouro, na vaga de produções de maior qualidade. A polêmica gerou vários protestos online e chegou a ofuscar a cerimônia do Globo de Ouro deste ano, que teve sua pior audiência de todos os tempos. Na ocasião, o presidente da entidade se comprometeu a rever o modelo de funcionamento da HFPA. Mas, por via das dúvidas, vários setores da indústria anunciaram que cobrariam para que isso não ficasse no discurso, ameaçando proibir seus contratados (todos os grandes atores de cinema e TV) de participarem do Globo de Ouro de 2022 – o que, na prática, representaria o fim do prêmio. Como se não precisasse de mais confusão, em abril um ex-presidente da entidade, Philip Berk, de 88 anos e ainda membro da HFPA, encaminhou um e-mail aos colegas chamando o movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam), criado para protestar contra o extermínio de negros pela polícia dos EUA, de “um movimento de ódio racista”. Não satisfeito, ainda comparou uma das líderes do movimento ao psicopata Charles Manson. No texto, ele criticou uma das fundadoras do Black Lives Matter, Patrisse Cullors, por supostamente comprar uma casa no Topango Canyon. “A propriedade se localiza na mesma rua de uma das casas envolvidas nos assassinatos de Charles Manson, o que é apropriado, já que o objetivo dele era começar uma guerra racial. Este trabalho é continuado pelo Black Lives Matter hoje em dia”, disparou Berk. O conteúdo do e-mail foi revelado pelo jornal Los Angeles Times e serviu, aos olhos do mundo, para explicar o motivo da falta de integrantes negros na HFPA. Embora tenha sido rapidamente condenado por outros membros da organização como racista, “vil” e “não apropriada”, a opinião de Berk acendeu o sinal amarelo para o cancelamento do Globo de Ouro. Após mais um escândalo, a rede NBC se manifestou prontamente e começou a considerar encerrar seu contrato para exibir a premiação. Berk foi afastado, mas sua manifestação despropositada ainda lembrou que a HFPA tem o hábito de anunciar medidas que nunca toma. O e-mail foi o terceiro problema criado pelo sul-africano para a associação. Anteriormente, ele chegou a tirar licença após a repercussão de um livro de memórias que lançou em 2014 e que deixou a organização mal com vários artistas. E em 2018 ele foi denunciado por assédio sexual pelo ator Brendan Fraser. Segundo o astro de “A Múmia”, Berk apalpou seu bumbum sem permissão durante um evento do Globo de Ouro. A HFPA chegou a dizer que estava investigando a acusação, mas nenhuma ação foi tomada contra seu ex-presidente. Ele continuou votando no Globo de Ouro e influenciando a premiação até este ano. Sem tempo para refletir o estrago, o anúncio das mudanças esperadas para os próximos Globos de Ouro aconteceu na quinta-feira passada (6/5), incluindo a promessa de acrescentar 20 novos membros, a maioria composta por jornalistas negros, a partir de setembro, e mais 20 até o fim do ano que vem. Ao perceber que isto não traria as alterações profundas que muitos esperavam, além de manter o predomínio dos membros atuais, várias empresas e artistas de Hollywood iniciaram protestos que, num efeito em cadeia, colocou em cheque a continuidade do Globo de Ouro. Juntando-se aos protestos, a organização Time’s Up, criada durante o movimento #MeToo para defender minorias de abusos da indústria, resumiu os questionamentos, num comunicado divulgado na sexta. “Infelizmente, a lista de ‘reformas’ adotada ontem e endossada pela NBCUniversal [dona da NBC] e pela Dick Clark Productions [produtora da cerimônia televisiva] é muito insuficiente e dificilmente transformadora. Em vez disso, essas medidas garantem que os atuais membros do HFPA permaneçam em maioria e que o próximo Globo de Ouro seja decidido com os mesmos problemas fundamentais que existem há anos. A lista de recomendações da HFPA em grande parte não contém especificações, nenhum compromisso com responsabilidade real ou mudança, e nenhum cronograma real para implementar essas mudanças. O prazo proposto pela HFPA para 1 de setembro para as primeiras – mas não todas – reformas localiza-se já no próximo ciclo de premiação”, escreveu Tina Chen, presidente e CEO da Time’s Up. “Os chavões de fachada adotados ontem não são nem a transformação que foi prometida nem o que nossa comunidade criativa merece. Qualquer organização que se propõe a julgar nossa vibrante comunidade de criadores e talentos deve fazer melhor”, acrescentou. A coalisão das agências de talento foi na mesma linha. “Temos preocupações específicas sobre o cronograma para mudanças, já que o calendário de premiação tradicional de 2022 se aproxima, e não queremos enfrentar outro ciclo de premiação do Globo de Ouro com a problemática estrutura existente da HFPA”, diz o comunicado conjunto dos empresários, que faz uma ressalva preocupante para a associação: “A menos que o Globo de Ouro seja adiado até 2023…” A indicação favorável ao boicote é reforçada em outro trecho, que encerra o texto: “Continuaremos a nos abster de quaisquer eventos sancionados pela HFPA, incluindo entrevistas coletivas de imprensa, até que essas questões sejam esclarecidas em detalhes com um firme compromisso com um cronograma que respeite a realidade iminente da temporada de 2022. Estamos prontos para colaborar com o HFPA para garantir que o próximo Globo de Ouro – seja em 2022 ou 2023 – represente os valores de nossa comunidade criativa”. A Netflix também não escondeu sua decepção com o plano da HFPA. “Como muitos em nosso setor, esperávamos pelo anúncio na esperança de que vocês reconhecessem a amplitude dos problemas enfrentados pela HFPA e oferecessem um roteiro claro para a mudança”, escreveu Ted Sarandos, chefe de conteúdo da plataforma, considerando o cronograma do plano da HFPA inaceitável. “Portanto, estamos interrompendo todas as atividades com sua organização até que mudanças mais significativas sejam feitas.” A Amazon fez coro. “Não estamos trabalhando com a HFPA desde que essas questões foram levantadas pela primeira vez e, como o resto da indústria, estamos aguardando uma resolução sincera e significativa antes de prosseguirmos”, disse a chefe do Amazon Studios Jennifer Salke. Atores como Mark Ruffalo e Scarlett Johansson expressaram suas frustrações e sugeriram o boicote, enquanto Tom Cruise foi além e devolveu as três estatuetas que tinha conquistado no Globo de Ouro. Pressionado, o comitê responsável por mudar a postura da HFPA terá agora que se desdobrar, acelerar seu cronograma e convencer a indústria de que seu prêmio ainda é viável. Caso contrário, arrisca-se a perder seu contrato milionário com a rede NBC – que ao tirar o Globo de Ouro do calendário de 2022, deu um prazo amplo, mas específico para a organização resolver seus problemas e entrar em sintonia com aquilo que os representantes de Hollywood esperam. O fato é que se os artistas decidirem não participar mais do prêmio, o Globo de Ouro deixa de ter viabilidade como programa de televisão e simplesmente acabará.












