La La Land lidera lista de indicados ao Globo de Ouro 2017
A Associação de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood divulgou a lista dos indicados a seu prêmio anual. E poucas horas após conquistar a “versão americana” dessa eleição, o Critics Choice Awards, o musical “La La Land” voltou a chamar atenção com o maior número de indicações ao Globo de Ouro 2017. O romance musical entre um pianista e uma aspirante a atriz concorre em sete categorias: Melhor Filme de Comédia ou Musical, Ator (Ryan Gosling), Atriz (Emma Stone), Direção e Roteiro Original (ambos de Damien Chazelle), Canção e Trilha Sonora. Mas como o Globo de Ouro divide suas premiações de cinema entre os gêneros de Drama e Comédia (ou Musical), o evento também consagra um segundo Melhor Filme. E neste lado do espectro cinematográfico, a vantagem é do drama indie “Moonlight”, indicado a seis troféus: Melhor filme de Drama, Ator Coadjuvante (Mahershala Ali), Atriz Coadjuvante (Naomie Harris), Direção e Roteiro Original (ambos de Barry Jenkins) e Trilha Sonora. Apenas as três últimas categorias são compartilhadas entre os gêneros, levando a um confronto entre “Moonlight” e “La La Land”. A lista cinematográfica ainda chama atenção pela inclusão do drama de guerra “Até o Último Homem”, que representa a volta do diretor Mel Gibson às cerimônias de premiação – o filme recebeu dois prêmios do Critics Choice! Entre os demais candidatos a Melhor Filme de Drama estão “Manchester à Beira-Mar”, de Kenneth Lonergan, “A Qualquer Custo”, de David Mackenzie, e “Lion”, de Garth Davis. Com isso, ficaram de fora “Sully – O Herói do Rio Hudson”, de Clint Eastwood, e “Silêncio”, de Martin Scorsese. Nenhum dos dois filmes apareceu em qualquer categoria. Não se sabe, porém, se “Silêncio” chegou a ser exibido em tempo hábil para a imprensa estrangeira de Hollywood. O Brasil também não emplacou indicação na categoria de Melhor Filme Estrangeiro, que será disputada entre dois longas franceses, “Divines” e “Elle”, além de “Neruda” (Chile), “O Apartamento” (Irã) e “Toni Erdmann” (Alemanha). Na disputa televisiva, o domínio mais amplo é de “American Crime Story: O Povo contra O.J. Simpson” nas categorias de Minissérie ou Telefilme, com cinco indicações. Por sinal, este ano deixou bem claro que se não houver uma cisão entre Minisséries e Telefilmes, nenhum longa televisivo voltará a ser indicado à prêmios. Veja-se os candidatos atuais e os que disputaram o Critics Choice. Apesar dessa força da atração do canal FX e da programação do HBO como um todo, veja-se suas 14 indicações, a lista de concorrentes do Globo de Ouro não se concentra apenas na TV paga. Os membros da Associação de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood também consomem bastante streaming. A ponto de produções da Amazon estarem tão bem representadas quanto as da Netflix. Há também destaque para produções da TV aberta, como as comédias do canal CW, a minissérie “American Crime” e o drama “This Is Us”. Como sempre, a principal tendência vista nas indicações é a busca incessante por novidades. Na disputa de Melhor Série de Drama, apenas “Game Of Thrones” é veterano. Todas os seus concorrentes estrearam esse ano: “The Crown”, “Stranger Things”, “This Is Us” e “Westworld”. A cerimônia da 74ª edição do Globo de Ouro acontece em Los Angeles, no dia 8 de janeiro, com transmissão no Brasil pelo canal pago TNT. Conheça outras opções de exibição neste link. Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/filmes/veja-lista-completa-de-indicados-ao-globo-de-ouro-20631746#ixzz4SdTh675x © 1996 – 2016. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização. CINEMA Melhor Filme – Drama “Manchester à Beira-Mar “Moonlight “Lion – Uma Jornada para Casa” “A Qualquer Custo” “Até o Último Homem” Melhor Filme – Comédia/Musical “La La Land” “20th Century Women” “Sing Street” “Deadpool” “Florence – Quem é Essa Mulher?” Melhor Diretor Barry Jenkins, por “Moonlight” Damien Chazelle, por “La La Land” Kenneth Lonergan, por “Manchester à Beira-Mar” Mel Gibson, por “Até o Último Homem” Tom Ford, por “Animais Noturnos” Melhor Ator em Drama Casey Affleck, por “Manchester à Beira-Mar” Viggo Mortensen, por “Capitão Fantástico” Denzel Washington, por “Fences” Andrew Garfield, por “Até o Último Homem” Joel Edgerton, por “Loving” Melhor Atriz em Drama Amy Adams, por “A Chegada” Isabelle Huppert, por “Elle” Natalie Portman, por “Jackie” Ruth Negga, por “Loving” Jessica Chastain, por “Miss Sloane” Melhor Ator em Comédia/Musical Ryan Gosling, por “La La Land” Hugh Grant, por “Florence – Quem é Essa Mulher?” Colin Farrell, por “The Lobster” Ryan Reynolds, por “Deadpool” Jonah Hill, por “Cães de Guerra” Melhor Atriz em Comédia/Musical Emma Stone, por “La La Land” Meryl Streep, por “Florence – Quem é Essa Mulher?” Lily Collins, por “Rules Don´t Apply” Annette Bening, por “20th Century Women” Haille Steinfield, por “Quase 18” Melhor Ator Coadjuvante Mahershala Ali, por “Moonlight” Jeff Bridges, por “A Qualquer Preço” Dev Patel, por “Lion – Uma Jornada para Casa” Aaron Taylor Johnson, por “Animais Noturnos” Simon Helberg, por “Florence – Quem é Essa Mulher” Melhor Atriz Coadjuvante Viola Davis, por “Fences” Nicole Kidman, por “Lion – Uma Jornada para Casa” Michelle Williams, por “Manchester à Beira-Mar” Naomie Harris, por “Moonlight” Octavia Spencer, por “Estrelas Além do Tempo” Melhor Roteiro Kenneth Lonergan, por“Manchester à Beira-Mar” Damien Chazelle, por “La La Land” Barry Jenkins, por“Moonlight” Tom Ford, por“Animais Noturnos” Taylor Sheridan,, por“A Qualquer Custo” Melhor Animação “Kubo e as Cordas Mágicas” “Zootopia” “My Life as Zucchini” “Moana” “Sing” “Trolls” Melhor Filme Estrangeiro “Toni Erdmann” (Alemanha) “Elle” (França) “Neruda” (Chile) “O Apartamento” (Irã) “Divines” (França) Melhor Trilha Sonora Jóhan Jóhannsson, por “A Chegada” Volker Bertelmann e Dustin O’Halloran, por “Lion” Justin Hurwitz, por “La La Land” Nicholas Britell, por “Moonlight” Benjamin Wallfisch, Pharrell Williams e Hans Zimmer, por “Estrelas Além do Tempo” Melhor Canção “Can’t Stop the Feeling”, de “Trolls” “City of Stars”, de “La La Land” “Faith”, de “Sing” “Gold”, de “Gold” “How Far I’ll Go”, de “Moana” TELEVISÃO Melhor Série de Drama “The Crown” “Game of Thrones” “Stranger Things” “This Is Us” “Westworld” Melhor Série de Comédia/Musical “Atlanta” “Black-ish” “Mozart in the jungle” “Transparent” “Veep” Melhor Minissérie ou Telefilme “American Crime” “The Dresser” “The Night Manager” “The Night Of” “The People vs. OJ Simpson” Melhor Atriz em Série de Drama Caitriona Balfe, por “Outlander” Claire Foy, por “The Crown” Keri Russell, por “The Americans” Winona Ryder, por “Stranger Things” Evan Rachel Wood, por “Westworld” Melhor Ator em Série de Drama Rami Malek, por “Mr. Robot” Bob Odenkirk, por “Better Call Saul” Matthew Reese, por “The Americans” Liev Schreiber, por “Ray Donovan” Billy Bob Thornton, por “Goliath” Melhor Ator em Série de Comédia Anthony Anderson, por “Black-ish” Gael Garcia Bernal, por “Mozart in the Jungle” Donald Glover, por “Atlanta” Nick Nolte, por “Graves” Jeffrey Tambor, por “Transparent” Melhor Atriz em Série de Comédia Rachel Bloom, por “Crazy Ex-Girlfriend” Julia Louis-Dreyfus, por “Veep” Sarah Jessica Parker, por “Divorce” Gina Rodriguez, por “Jane, The Virgin” Tracy Ellis Ross, por “Black-ish” Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme Riz Ahmed. por “The Night Of” Bryan Cranston, por “All the Way” John Turturro, por “The Night Of” Tom Hiddleston, por “Night Manager” Courtney B. Vance, por “People v. OJ Simpson” Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme Felicity Huffman, por “American Crime” Riley Keough, por “The Girlfriend Experience” Sarah Paulson, por “People v. OJ Simpson: American crime story” Charlotte Rampling, por “The London Spy” Kerry Washington, por “Confirmation” Melhor Atriz Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme Olivia Colman, por “The Night Manager” Lena Headey, por “Game of Thrones” Mandy Moore, por “This Is Us” Chrissy Metz, por “This Is Us” Thandie Newton, por “Westworld” Melhor Ator Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme Sterling K. Brown, por “People v. OJ Simpson: American crime story” Hugh Laurie, por “The Night Manager” John Lithgow, por “The Crown” Christian Slater, por “Mr. Robot” John Travolta, por “People v. OJ Simpson: American crime story”
HBO começa a oferecer assinatura exclusiva por streaming no Brasil
A HBO anunciou que a partir da semana que vem passará a comercializar a assinatura da plataforma HBO Go de forma independente de seu canal pago. Ou seja, o público poderá assinar apenas o serviço de streaming, para assistir o canal pela internet, sem ter que comprar o pacote com os canais de TV HBO/Max. “Este lançamento reafirma nosso compromisso de tornar o nosso conteúdo mais acessível a um número cada vez maior de brasileiros para que possam assistir o melhor da HBO como, onde e quando quiserem”, afirmou Francisco Smith, Vice-presidente Executivo de Distribuição e Desenvolvimento de Meios, da HBO Latin America, no anúncio do serviço. Com o HBO Go a la carte – serviço que nos EUA se chama HBO Now –, o assinante tem acesso a todo o catálogo de conteúdos originais da emissora, desde episódios de séries atuais, como “Westworld”, até capítulos de produções clássicas, como “Sex and the City”. Financeiramente, porém, não há vantagem na novidade. A partir de 7 de dezembro, a assinatura individual do serviço de streaming será comercializada por R$ 34,90 mensais. Isto é mais caro que adquirir os canais HBO/Max na TV por assinatura, que custam em torno de R$ 30 mensais junto às operadoras – a Sky ainda oferece um plano basicão da HBO a partir de R$ 19,90. Como comparação, a Netflix, que oferece mais títulos novos, oferece assinaturas de R$ 19,90 (básica) a R$ 29,90 (premium) para seu serviço de streaming. E o aspecto financeiro nem é o maior problema. O serviço será, inicialmente, um lançamento exclusivo para aqueles que usam internet da Oi, e estará disponível somente no Espirito Santo, Mato Grosso do Sul, Bahia e Distrito Federal. Uma segunda etapa prevê a liberação para outros estados onde a Oi atua no primeiro trimestre do ano que vem. Além disso, a HBO já está em negociação para o lançamento do serviço junto às demais companhias provedoras de banda larga ao longo de 2017. Apesar de cara e limitada, a iniciativa não deixa de ser uma antecipação à aguardada inauguração da plataforma da Amazon no Brasil, que pode acontecer a qualquer momento, além de refletir o interesse da nova proprietária do canal, a empresa de telefonia americana AT&T, em investir numa alternativa competitiva à Netflix.
Amazon renova One Mississippi, drama lésbico criado por Diablo Cody e Tig Notaro
A Amazon renovou sua nova série de comédia dramática “One Mississippi”, criada por Diablo Cody (“Juno”, “Jovens Adultos”) e a comediante Tig Notaro (“A Voz de uma Geração”), para a 2ª temporada. A atração segue os passos de “Transparent”, ao explorar a diversidade sexual e a aceitação de uma família. Por acaso, sua criadora e estrela, Tig Notaro, já tinha aparecido em cinco episódios de “Transparent”. Baseada na história real da atriz, a série reflete o reencontro de um lésbica quarentona com sua família, após anos de distanciamento. Na trama, ela volta para casa para acompanhar a morte de sua mãe, paciente terminal num hospital, mas acaba ficando por mais tempo e precisa lidar com sua família “normal” do interior do Mississippi. Com seis episódios apenas, a 1ª temporada foi disponibilizada de forma integral em 9 de setembro no serviço de streaming.
Vídeo da Amazon anuncia que a plataforma de streaming vai virar global – e chegar ao Brasil
A Amazon estaria prestes a lançar seu serviço de streaming em todo o mundo. Ainda restrita a poucos países (Estados Unidos, Alemanha, Japão, Grã-Bretanha e Áustria), a plataforma de streaming ainda engatinha em muitos mercados importantes, facilitando o trabalho da concorrente Netflix. Mas isso pode, finalmente, mudar em dezembro. Pelo menos, é o que insinua o vídeo de divulgação de “The Grand Tour”, um novo reality show da equipe britânica de “Top Gear”, que acompanha as aventuras dos três protagonistas, Jeremy Clarkson, James May e Richard Hammond, dirigindo ao redor do mundo. No novo comercial da série, o trio comenta o alcance restrito da Amazon, para logo em seguida revelar uma carta da plataforma, que afirma que, a partir de dezembro, “The Grand Tour” estará disponível em 200 países – mais até que a Netflix. Em anúncio no Google, a Amazon confirma a informação, adiantando que “The Grand Tour”, lançado nesta sexta (18/11), também estará disponível no Brasil a partir de dezembro. O serviço Amazon Prime Vídeo custa, nos EUA, US$ 10,99 (cerca de R$ 40) por mês e dá acesso, além de produções próprias, a diversos filmes e séries conhecidas. Entre os programas originais, produzidos pela Amazon, estão as premiadas séries “Transparent” e “Mozart in the Jungle”, além de dramas como “Chance”, “Goliath” e “The Man from the High Castle”. Apesar do vídeo e da informação sobre “The Grand Tour” no site da Amazon, não há nenhuma comunicação oficial sobre outros produtos ou o oferecimento de serviço de streaming da Amazon em outros países. Confira o vídeo abaixo.
Mozart in the Jungle: Série premiada com Gael Garcia Bernal ganha trailer da 3ª temporada
A Amazon divulgou o trailer da 3ª temporada de “Mozart in the Jungle”, vencedora dos Globos de Ouro de Melhor Série e Melhor Ator de Comédia (Gael Garcia Bernal). A prévia equilibra romance, humor e os absurdos da vida do maestro interpretado por Bernal e os integrantes da sinfônica que ele rege de forma pouco convencional. Além de muita música, é claro, e, pelo visto, uma viagem para a Itália. “Mozart in the Jungle” é uma criação do roteirista Roman Coppola (“Moonrise Kingdom”), filho de Francis Ford Coppola, e seu primo, o ator Jason Schwartzman (também de “Moonrise Kingdom”), inspirados no livro de memórias da música Blair Tindall, cuja “personagem” é vivida na trama por Lola Kirke (“Mistress America”). O elenco também inclui Saffron Burrows (“Efeito Dominó”), Bernadette Peters (“Acontece nas Melhores Famílias”), Mark Bloom (“Não Sei Como Ela Consegue”) e Malcolm McDowell (“Halloween: O Início”). A 3ª temporada estreia em 9 de dezembro no serviço de streaming da Amazon.
Amazon vai exibir série estrelada por Julianne Moore e Robert De Niro
A Amazon venceu a disputa pela série do cineasta David O. Russell (“Joy: O Nome do Sucesso”), que será estrelada por dois atores consagrados pelo Oscar, Julianne Moore (“Para Sempre Alice”) e Robert De Niro (também de “Joy”). Segundo o Deadline, o canal pago FX chegou perto de fechar com a atração, mas a Amazon dobrou sua oferta e ficou com o projeto, que será produzido pela The Weinstein Company. A plataforma de streaming vai desembolsar US$ 160 milhões, que bancarão a produção de duas temporadas de apenas oito episódios cada. Cada um dos episódios será escrito e dirigido por Russell. Mas não se sabe o título, o tema, a premissa e nem mesmo quais são os personagens da série. Algumas fontes teriam afirmado se tratar de uma série policial passada nos anos 1990, mas nada foi confirmado. Todos os detalhes estão sendo mantidos sob sigilo. Este será o primeiro projeto televisivo do diretor de “O Vencedor”, “O Lado Bom da Vida”, “Trapaça” e “Joy: O Nome do Sucesso”. Anteriormente, ele chegou a emplacar uma série na rede ABC, chamada “The Club”, mas acabou desistindo na véspera do começo das gravações.
Amazon revela que Goliath teve a estreia mais assistida de sua plataforma
A Amazon anunciou que a estreia de sua nova série “Goliath” rendeu a maior visualização de sua história. Em comunicado, a plataforma de streaming afirma que “Goliath” foi a produção com mais episódios assistidos de uma vez (binge watch) nos primeiros dias de sua disponibilização, dentre todas as séries exclusivas de seu serviço. Os números, porém, são guardados em segredo. Assim como a Netflix, a Amazon não divulga dados de seu serviço. Lançada em 14 de outubro, “Goliath” reúne um elenco de peso, liderado por Billy Bob Thornton (“Papel Noel Às Avessas” e série “Fargo”) e William Hurt (“Capitão América: Guerra Civil” e série “Humans”) como os Davi e Golias da metáfora de seu título. O elenco coadjuvante é igualmente impressionante, com Maria Bello (“A 5ª Onda”), Olivia Thirlby (“Dredd”), Nina Arianda (“Florence: Quem É Essa Mulher?”), Sarah Wynter (série “American Odissey”), Tania Raymonde (série “The Last Ship”) e Ever Carradine (neta do lendário John Carradine e sobrinha de Keith e David Carradine, com passagem pela série “Eureka”). A série foi criada por um especialista em dramas jurídicos, David E. Kelley, que começou a carreira como roteirista da série “L.A. Law”, em 1986, de onde saiu para criar alguns dos maiores sucessos da TV americana nos anos 1990, como “Tal Pai, Tal Filho” (Doogie Houser, MD), “Picket Fences”, “Chicago Hope” e especialmente as séries jurídicas “Ally McBeal” e “The Practice” – que ainda rendeu o spin-off “Boston Legal”, em 2004. Em “Goliath”, ele divide os créditos de criação, roteiro e produção com Jonathan Shapiro, que trabalhou como produtor-roteirista em “The Practice” e “Boston Legal”, além de ter se aperfeiçoado no gênero escrevendo e produzindo outras séries jurídicas, como “Justice”, “Just Legal” e “The Firm” – detalhe: todas canceladas na 1ª temporada.
Criador de Mad Men desenvolve nova série para a Amazon
O roteirista-produtor Matthew Weiner, criador de Mad Men, está desenvolvendo uma nova série. Trata-se de uma antologia dramática que já tem uma temporada com oito episódios garantida. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, a plataforma de streaming Amazon fechou a produção após vencer uma disputa que envolvia mais cinco outros interessados. Orçada em US$ 70 milhões, a série não teve título nem premissa divulgada. A única informação revelada pelo Hollywood Reporter é que se passará nos dias de hoje e terá um “aspecto global”, com episódios ambientados em vários locais do planeta. Weiner é o criador do projeto e será também produtor executivo e roteirista, em parceria com a Amazon e a produtora TWC (The Weinstein Company). Desde o fim de “Mad Men” no ano passado, Weiner assinou apenas a direção de um episódio de “Orange Is the New Black”.
Goliath: Billy Bob Thornton enfrenta William Hurt em trailer de série jurídica
O Amazon divulgou um novo trailer de “Goliath”, drama jurídico do especialista no gênero David E. Kelley, para lembrar que a série já está disponível na plataforma de streaming. “Goliath” reúne um elenco de peso, liderado por Billy Bob Thornton (“Papel Noel Às Avessas” e série “Fargo”) e William Hurt (“Capitão América: Guerra Civil” e série “Humans”) como os Davi e Golias da metáfora de seu título. A trama acompanha um advogado de pequenas causas (Thornton) que busca redenção por meio de uma batalha legal contra uma grande firma, a mesma que o demitiu após ele se queimar num caso importante. O elenco feminino é igualmente impressionante, com Maria Bello (“A 5ª Onda”), Olivia Thirlby (“Dredd”), Nina Arianda (“Florence: Quem É Essa Mulher?”), Sarah Wynter (série “American Odissey”), Tania Raymonde (série “The Last Ship”) e Ever Carradine (neta do lendário John Carradine e sobrinha de Keith e David Carradine, com passagem pela série “Eureka”). Além do elenco cinematográfico, a produção se diferencia das séries anteriores do produtor por acompanhar um único caso durante toda a sua temporada. Isto se deve ao meio em que será lançada. As antigas atrações de Kelley eram dependentes do padrão de tramas procedimentais das grandes redes americanas. Kelley começou a carreira como roteirista da série “L.A. Law”, em 1986, de onde saiu para criar alguns dos maiores sucessos da TV americana nos anos 1990, como “Tal Pai, Tal Filho” (Doogie Houser, MD), “Picket Fences”, “Chicago Hope” e especialmente as séries jurídicas “Ally McBeal” e “The Practice” – que ainda rendeu o spin-off “Boston Legal”, em 2004. Em “Goliath”, ele divide os créditos de criação, roteiro e produção com Jonathan Shapiro, que trabalhou como produtor-roteirista em “The Practice” e “Boston Legal”, além de ter se aperfeiçoado no gênero escrevendo e produzindo outras séries jurídicas, como “Justice”, “Just Legal” e “The Firm” – detalhe: todas canceladas na 1ª temporada. Os episódios foram disponibilizados no fim de semana nos EUA.
Amazon encomenda séries de Jean-Claude Van Damme, Kevin Bacon e do super-herói The Tick
A Amazon deu o sinal verde para a produção das temporadas iniciais de três novas séries “I Love Dick”, “The Tick” e “Jean-Claude Van Johnson”. As três tiveram episódios pilotos disponibilizados pela plataforma em agosto, como forma de testar a audiência e o interesse do público pelos novos programas. As três séries foram aprovadas pelo serviço de streaming, após um mês de exibições-teste. “I Love Dick” acompanha um casal, interpretado por Kathryn Hahn (“A Vida Secreta de Walter Mitty”) e Griffin Dunne (“Clube de Compra Dallas”), enquanto suas ideias de amor e monogamia são desafiadas por um enigmático escritor interpretado por Kevin Bacon (série “The Following”). “The Tick” é a segunda versão live action dos quadrinhos do super-herói fanfarrão, cujo retorno se faz necessário quando um contador oprimido descobre que sua cidade está nas mãos de um supervilão que muitos pensavam que estava morto. E “Jean-Claude Van Johnson” traz Jean-Claude Van Damme no papel de um astro de filmes das artes marciais, que em seu auge foi também um agente secreto. Apesar de aposentado há anos, a oportunidade de encontrar um amor do passado irá trazê-lo de volta à ativa.
Paterson: Elogiado drama de Jim Jarmusch com Adam Driver ganha 20 fotos e primeiro trailer
A Amazon divulgou 20 fotos, o pôster e o primeiro trailer de “Paterson”, novo longa do cultuado diretor indie Jim Jarmusch (“Amantes Eternos”). O filme acompanha um motorista de ônibus chamado Paterson na cidade que se chama Paterson. Mas também inclui outra peculiaridade: o motorista é interpretado por Adam Driver (driver, claro, é motorista em inglês). A redundância faz parte da estratégia do diretor, que busca apresentar a banalidade do cotidiano, de onde seu protagonista extrai poesia. Literalmente. Enquanto não dirige seu ônibus pela cidadezinha de Nova Jersey, o motorista Driver escreve poemas. E a trama é contada em estrofes, uma para cada dia da semana, ao longo de uma semana em sua vida. A escolha da locação não foi casual. Paterson foi lar dos poetas Allen Ginsberg e William Carlos Williams. Ambos tinham em comum o uso da linguagem coloquial e versos que refletiam o cotidiano. Paterson, o personagem, também escreve sobre o que vive. Mas sua vida é monótona, com uma mulher dona de casa (a iraniana Golshifteh Farahani, de “Êxodo: Deuses e Reis”), um cachorro e um emprego tedioso. Exibido no Festival de Cannes, “Paterson” arrancou muitos elogios da crítica – alguns destacados no cartaz e na prévia, que pincela o cotidiano do protagonista. A estreia está marcada para 28 de dezembro nos EUA, data final para filmes que aspiram ao Oscar, mas não há previsão de lançamento no Brasil.
Crisis in Six Scenes: Série é considerada pior trabalho da carreira de Woody Allen
A primeira série da carreira de Woody Allen não emplacou entre a crítica. Com apenas 33% de aprovação no site Rotten Tomatoes, “Crisis in Six Scenes” foi considerada a pior criação da carreira do cineasta. Para se ter ideia, seu filme menos cotado é “Igual a Tudo na Vida” (2003), que tem 40% de aprovação. Abaixo da minissérie do site Amazon, só mesmo seu primeiro roteiro de cinema, “Que é que Há, Gatinha?” (1965), com 31%. Mas ele ainda não tinha virado diretor na época. A encomenda de “Crisis in Six Scenes” marcou uma mudança na política na Amazon. Até então, o serviço de streaming encomendava pilotos de séries para serem avaliadas pelo público de sua plataforma, encomendando apenas os que passassem pelo critério de popularidade. Com a série de Woody Allen, a encomenda foi direta, baseada no prestígio do autor. Mas Allen foi sincero ao dizer que não dominava o meio e que eles estavam cometendo um erro. Ele disse exatamente isso em entrevistas. Só que a maioria considerou ser uma piada de seu conhecido humor autodepreciativo. Pois não era comédia. Era mesmo drama. Allen não só escreveu e dirigiu, mas também estrelou a minissérie de seis capítulos, passada nos anos 1960, que chega ao Amazon nesta sexta (30/9), contracenando com a estrela pop Miley Cyrus e com Elaine May, indicada a dois Oscars. “Todo o esforço parece cansativo, excessivamente familiar e repetitivo. A única coisa que salva nesta comédia nada cômica é sua brevidade: cada um dos seis episódios tem pouco mais de 20 minutos de duração”, avaliou Brian P. Kelly, do Wall Street Journal. “Se você achou que Woody Allen iria revolucionar a televisão com sua nova série na Amazon, prepare-se para ficar frustrado”, sentenciou Ellen Gray, do jornal Philadelphia Inquirer. “‘Crisis in six scenes’ não é tão bom. Ela convence em poucos momentos, basicamente em trechos de fim de episódios que empilham-se mal em meia hora artisticamente ambiciosa”, afirmou Tim Goodman, da revista The Hollywood Reporter. “Há apenas duas boas ideias escondidas pelos cantos desta série, que mais se assemelha a um filme inchado e quebrado”, definiu Ben Travers, do site IndieWire, que deu nota C- ao projeto. “Os diálogos são travados, as performances esquisitas e a maioria das cenas duram mais que deviam”, resumiu Josh Bell, do Las Vegas Weekly. Até o comentário mais positivo, de Robert Bianco no jornal USA Today, veio cheio de ressalvas. “‘Crisis’ não é Allen no seu auge, nem seu trabalho mais sério e contemplativo como artista. ‘Crisis’ é uma comédia ligeira e supérflua, que começa muito devagar (considere isso como aviso) até culminar numa conclusão satisfatoriamente engraçada”, ele descreveu.
Tony Shalhoub entra no novo projeto da criadora de Gilmore Girls
Mais um ator de “BrainDead” encaminha novo projeto na TV. Além de Mary Elizabeth Winstead, Tony Shalhoub também poderá ser visto em breve em outra atração. O ator terá papel de destaque em “The Marvelous Mrs. Maisel”, por enquanto um piloto criado por Amy Sherman-Palladino (a criadora de “Gilmore Girls”) para a plataforma de streaming Amazon. Ambientada na década de 1950, a comédia será estrelada por Rachel Brosnahan (“House of Cards”). A história acompanha Midge, uma mulher cujo destino estava traçado: faculdade, casamento, filhos e festas elegantes em Manhattan. Até que sua vida toma um rumo inesperado e a moça precisa descobrir seu talento, tornando-se uma comediante stand-up. Tony Shalhoub viverá seu pai, quieto e intelectual. Além de escrever, Amy Sherman-Palladino vai produzir e dirigir o piloto, que, como é regra, será disponibilizado online e dependerá de aprovação popular para virar série. “BrainDead” ainda não foi oficialmente cancelada pela rede CBS, mas como apenas 2 milhões de telespectadores sintonizaram o final da temporada, nem seu elenco aposta numa continuidade. Divertida, ultrajante e bastante criativa, a série acompanhava uma tentativa de invasão alienígena, por meio de insetos do espaço, que colonizaram as mentes dos políticos americanos. Ao menos, o último episódio concluiu satisfatoriamente a história.











